CALEIDOSCÓPIO
Parte 25 – Ligação.
Era uma noite em sua lua nova e algumas poucas estrelas que conseguiam aparecer por rasgos no manto lanoso de nuvens, por isso era uma noite escura. A temperatura estava agradável: nem quente, nem fria. O amplo espaço do terreno que sofria uma elevação fazia parecer mais perto do céu. Não havia ventos, então as árvores estavam calmas e silenciosas. Apenas os pios de aves noturnas e zumbidos de insetos eram ouvidos ali. E passos. Passos calmos, sem pressa.
A luz fraca que emanava de uma varinha era apontada para o chão e para os diversos jazigos do cemitério muggle, iluminando as pedras e estátuas fantasmagoricamente, mas que não surtiam nenhum efeito apavorante no portador da varinha. Ele procurava por um túmulo em especifico, por isso fazia uma varredura de lápide em lápide.
Como sempre, tinha as informações, mas, como sempre, incompletas. Apenas souberam lhe informar uma parte, a outra ele tinha que procurar, como o número exato do túmulo onde Terry Boot fora enterrado. Aquilo lhe pareceu glorioso no início; o amante de trouxa morreu como um trouxa e foi enterrado como um trouxa. Poderia ter arrancado mais informações daquele curandeiro trouxa que ligou naquele dia para Terry, mas ele mesmo não tinha nenhuma paciência para ficar próximo muito tempo de algo tão asqueroso e fez com que o sujeito tivesse belos sonhos. Riu ao pensar que quando o curandeiro trouxa acordasse não saberia responder sequer o próprio nome. Ele não estava muito bem, admitia para si mesmo, a morte de seu amigo Terry acabou por deixá-lo abalado, senão teria matado o trouxa... e por que não fez?!
—Não sei porque não fiz isso... – Respondeu a sua própria indagação.
Mas não teve muito tempo para cair em conjecturas. Um largo sorriso iluminou em seu rosto pálido e cadavérico, ele finalmente encontrou o que procurava. A luz da varinha iluminava debilmente um jazigo de luminoso mármore branco; subiu o fraco feixe de luz até a cabeceira do jazigo, onde ficava a lápide, e havia um brasão em bronze e esmalte azul com a águia da Corvinal e o nome de Terry Boot logo abaixo, escrito em letras de bronze, ladeados por outros dois escudos, um sendo perfeitamente reconhecido como o do Hospital St Mungus, o outro provavelmente apenas o símbolo da Medicina, um bastão com uma cobra enrolada.
Draco puxou de seu bolso de trás uma rosa despencada e de haste quebrada que, com certeza, não foi bem cuidada por ele. Com uma reverência respeitosa, o rapaz colocou a flor encarquilhada abaixo da lápide, de forma que ficasse bem próxima ao nome do morto. Depois de alguns segundos em silêncio contemplativo, o rapaz pulou para cima do jazigo, acomodando-se deitado e sentindo um prazer ao perceber a pedra gelada sob ele. Cruzou os braços atrás da cabeça para fazê-los de travesseiro e ficou admirando o céu de nuvens fofas com rasgos aqui e ali, suficientes para mostrar algumas estrelas e, às vezes, a própria lua em seu quarto-minguante. O tempo começava a dar sinais de mudança e um vento frio começava a soprar. As nuvens deslizavam cada vez mais rápidas.
—Só vim aqui para pedir desculpas, Terry... – Draco começou seu monólogo, como se o morto a quem se dirigia não estivesse morto. —Até eu faço algumas coisas de que me arrependo depois... não sou frio e insensível como sempre todos achavam... eu também faço coisas erradas de que me arrependo. Você.. você não devia mesmo ter morrido, eu devia ter relevado o fato de você ser um amante de trouxas e se manter em contato com eles... eu devia mesmo ter feito isso! Porque agora.. agora não me resta um amigo decente a quem recorrer... não que eu não tenha amigos, mas eles não são confiáveis.. não no sentido de serem traiçoeiros, mas é que eles são tão débeis! Você não, você é um Corvinal, é um cara inteligente! Sempre tinha alguma resposta legal pra tudo...
Draco virou-se sobre a pedra, encolhendo-se numa forma fetal. Seus olhos estavam marejados e algumas lágrimas escorreram quando ele se virou, mas sequer percebeu isso e continuou seu monólogo em tom confidente.
—E você me tratou melhor do que qualquer outro daqueles curandeiros arrogantes... você não só fazia aqueles exames horríveis e me empurrava remédios piores, você conversava conosco e sempre entendia o que falávamos! Mas você tinha que se extrapolar nos limites do etnicamente aceitável! Droga-droga-droga!
Completamente perturbado, Draco encolheu-se ainda mais, escondendo a cabeça com os braços e começou a chorar como uma criança que foi castigada. Seus soluços eram relativamente altos naquele lugar silencioso, mas não havia ninguém vivo por ali para ouvir – e, se ouvisse, certamente escolheria o lado oposto para ir. Passou uns bons minutos dessa forma, até se acalmar... calma não era o melhor termo, mas até sua dor se transformar em ira.
—Maldita sangue-ruim! Ela é que fez isso, ela que fez! Por que você teve de descer tão baixo, SEU IDIOTA?!
Draco Malfoy socou com tanta força a pedra de mármore que certamente se machucou com isso, mas seu estado catatônico não permitiria que ele percebesse por algum tempo ainda. Aproveitando o impulso que teve, colocou-se sentado sobre o túmulo dando continuidade a sua seqüência de agressões à pedra, chutando-a com os calcanhares como uma criança pirracenta que lhe fora negado algo muito importante para seu capricho.
—Você não podia ter feito somente aquilo que é pago pra fazer, Dr Boot? Nãaao, você não apenas salvou a vida daquela asquerosa sangue-ruim como também saiu com ela, não é?! Como você pode se sujar desse jeito, seu estúpido!
Deixou-se escorregar de cima da sepultura, sentando-se sobre os próprios calcanhares e escondendo o rosto nos braços cruzados sobre os joelhos. Draco desatou a chorar, e no momento ele tinha a idade mental de uma criança de seis anos. Com a ausência de meses do seu tratamento neuropsiquiátrico e alguma dose elevada de drogas industrializadas correndo em seu sangue, Draco estava mental e emocionalmente desequilibrado.
Após alguns minutos em choro convulsivo, Draco apenas ergue a cabeça o suficiente para olhar a escuridão a sua frente. Seus olhos estavam tão ejetados que contrastava com sua íris cinzenta dando uma aparência demoníaca.
—Granger! Eu vou terminar desta vez o que comecei há muito tempo! Sangue-ruim imunda! Você já me escapou por duas vezes, mas não me escapará na terceira, nem que eu tenha que morrer junto com você!
De negro profundo à claridade leve, tudo se tornou perfeitamente perceptível. E agora se lembrava de tudo que lhe aconteceu ao instante seguinte que recebeu a Crucius Kedrava.
Havia dor, muita dor, e um calor que aumentava gradativamente. Mas houve uma ruptura e, de repente, tudo se tornou um mar de trevas onde ela caiu e submergiu por completo. Mas foi muito rápido, se é possível definir rápido e devagar num lugar onde não há tempo para ser medido. E como se voltasse à superfície do mar, agora lago tranqüilo, e boiasse tranqüilamente em suas águas plácidas, Hermione abriu seus olhos e foi absorvida pela luz que jorrava e transbordava para todos os lados. Divisou muitos vultos esbranquiçados. Não era capaz de ver suas feições, mas sabia, sentia que lhe sorriam, sentia que tais vultos tinham semblantes serenos e otimistas.
Parecia uma enfermaria, mas jamais estivera num hospital onde reinasse tanta paz. Naquele lugar parecia que nada de mau poderia ocorrer e que estaria bem e segura para todo o sempre.
Mas ela estava saudável demais para permanecer num leito de enfermaria, e um dos vultos, supostamente uma mulher, lhe ajudou a sair da cama e caminhou com ela por um longo corredor branco e enevoado, até chegar ao fim deste corredor e encontrar uma porta igualmente branca, e só então a mulher ao seu lado lhe falou numa voz firme, mas etérea:
—A partir deste ponto você passa a exercer novamente seu livre-arbítrio e lhe será concedida duas opções de escolha. Ao transpassar esta porta você saberá quais são essas opções e o porque desta concessão. Terá uma noção do que a aguarda em cada uma das duas escolhas e você decidirá por uma, sendo a sua decisão final e definitiva para a nova fase que viverá. A partir daqui não posso mais acompanhá-la e o cenário será moldado a sua própria concepção.
Hermione olhou para a mulher, mas ela não parecia ter um rosto possível de se enxergar com seus olhos. Havia tanta luz nela que somente se podia divisar silhuetas. Mas nada respondeu. Apenas, automaticamente, fechou a mão em torno da maçaneta e transpassou a porta como se passasse por uma barreira invisível, porém tangível.
E, realmente, o cenário mudou. Já não era mais aquele ambiente repleto de brancura e luz, já não era o corredor longo e iluminado. Por um instante pensou que havia sido transportada para uma estação comum do metrô londrino, mas, ao menos que fosse muito tarde da noite, estava completamente deserta (e as estações londrinas jamais ficavam desertas, qualquer hora fosse). Olhou para os lados e o que viu foram impressões fugazes de pessoas andando de um lado ao outro, mas não conseguia precisar com exatidão. Eram vultos mais vaporosos que os que estavam na enfermaria. De repente teve vontade de descer para a plataforma, e o fez, até chegar ao último degrau e ser assaltada por um estado letárgico, surreal.
Sua mente ficou incrivelmente lúcida e os pensamentos, as memórias e seu raciocínio fluíam com uma facilidade que jamais havia experimentado antes. E então começava a compreender o que havia se passado com ela, do porque ela está ali e do que estava por vir.
Sentou-se num dos lados do único banco da plataforma, mergulhando em conjecturas e analisando suas opções. Sabia que o tempo não importava naquele momento, dispunha do tempo necessário para chegar a alguma solução, poderia levar anos talvez, mas ela não sentia nenhuma ansiedade em relação a isso.
Impressões rápidas passavam por ela, tornando-se invisíveis e pouco visíveis de tempos em tempos. Mas realmente não importava, não havia nada de curiosidade lhe aguçando para saber mais, pois sentia que sabia o necessário.
Até que uma presença corpórea se aproximou dela. Era muito diferente dos demais que ali havia: era sólido tanto quanto ela mesma. Sem alardes, subiu seu olhar para encontrar uma face oculta, mas que não despertava o mínimo temor ou receio. A entidade, vestida como fosse um antigo guarda ferroviário, a encarou profundamente por instantes extremamente rápidos e desviou-se para outro lugar, desaparecendo entre a multidão diáfana, tornando-se tão etéreo quanto os outros que ali estavam.
E o silvo de metal contra metal, e um farol surgido do túnel engolfou a plataforma e por breves instantes foi possível ver com exatidão os outros que ali estavam. Havia muitos e logo o trem de um só carro se encheu deles, e partiu fazendo novos sons agudos ecoarem e sumirem. Não tardou muito e logo outro trem veio, só que desta vez em sentido oposto. Hermione viu quando suas portas se escancararam, mas, ao contrário do primeiro trem, este não foi possível ver ninguém... ou não havia alguém para embarcá-lo. Pelo mesmo tempo em que o primeiro ficou parado na plataforma, esperando por seus passageiros, esse segundo trem esperou pelos seus, que não houve desta vez; fechou suas portas e partiu silvando.
E novamente a plataforma ficou quieta e imóvel.
Instintivamente, seu raciocínio se iluminou quanto ao lugar onde estava e os destinos de ambos os trens. Ali era o Limbo, onde ela deveria esperar uma ordem de embarque ou, no caso da concessão que recebeu, escolher para onde deveria seguir. O primeiro trem que passou e lotou era o trem que levava os passageiros para a próxima parada, isto é, para seus novos destinos nessa nova fase de vida (que podemos chamar de pós-morte ou "outro lado"); o segundo trem levava o passageiro de volta de onde viera, isto é, ele retornaria a sua vida corpórea na Terra.
Mas será que nem todos tinham direito a essa escolha? Ou eles se decidiam por partir para o "outro lado"?
Isso queria dizer que se ela quisesse retornar a sua vida corpórea ela poderia... foi isso que a enfermeira lhe disse, sobre escolhas e livre-arbítrio! E isso também queria dizer que ela, tecnicamente, ainda estava viva na Terra ou, melhor dizendo, seu corpo ainda permanecia em estado latente de semi-vida ou vegetativo.
Mas para que e para quem ela retornaria à vida na Terra? Para que ou com qual propósito? Qual a justificativa de jogar fora essa chance maravilhosa de se livrar definitivamente de uma subvida como a que ela tinha nos últimos oito anos?
E o desconhecido adiante o que lhe reservava?
Um comichãozinho de curiosidade começou a se manifestar em seu interior. Nunca teve conhecimento a respeito de nenhuma religião, uma vez que seus pais eram agnósticos e não-religiosos, mas poderia imaginar algo por conta do que já viu em alguns filmes ou ouviu de outras pessoas... e uma das coisas que ouviu dizer era o reencontro dos entes queridos que se precederam na morte.
Adiante, no desconhecido, estava sua mãe e seu pai!
Um novo trem chegava à plataforma, e devia ser o mesmo trem que leva as pessoas ao desconhecido outro lado da vida. Viu a multidão de espíritos se precipitarem para o embarque, parando ante às portas do veículo.
O desejo forte e súbito a assaltou de chofre e preparou-se para também ir embarcar naquele trem, mas uma força invisível parecia acorrentá-la aquele banco. Será que não havia vontade suficiente em sua decisão? Rever seus pais não era motivo suficientemente justificável? Com remorso lembrou-se das pessoas que deixou na Terra: colegas de trabalho, McGonagall... será que era justo deixá-las quando tinha a opção de retornar ao convívio delas?
Mas, qual o verdadeiro significado daquelas pessoas em sua vida? Com exceção de McGonagall?
Nenhum...
E as mesmas cenas se repetiam ao longo do dia, ou o que se supunha ser um dia ou a duração com contagem de horas. Monótono e quieto. Nunca nenhuma alteração. Sempre que um trem descia, minutos seguintes outro subia, e ela permanecia em meditação, não conseguindo se decidir qual lado tomaria.
Mas eis que tal monotonia é quebrada por uma pressão diferente e com ela sons, calor, cheiro e cor. Foi como se tivesse acendido uma lâmpada incandescente ao seu lado... e foi obrigada a sair de seu mundo interior para descobrir o que fazia aquela quebra de rotina.
E eis que encara a última pessoa no mundo que imaginava encontrar ali... Severus Snape.
Mas, por que ele era tão real e concreto como ela própria? E não uma forma etérea e vaporosa como todos os outros?
—Professor Snape?
A surpresa foi seguida de leve contentamento, pois seria bom ter alguém para conversar e distrair os pensamentos de um único objetivo, mesmo que esse alguém fosse Severus Snape.
E por que ele estava ali? Ele não estava morto...
E as palavras fluíram entre eles como jamais havia acontecido em qualquer dos anos em que passaram como professor/aluna e militantes na Ordem da Fênix. Quanto tempo havia passado? Segundos ou horas? Mas aquele momento tão absurda e estranhamente agradável se findou, quando o 'Cobrador' se fez presente e pediu a autorização de permanência de Snape, e ele não a tinha, óbvio, já que ele não devia estar ali. Viu-o desvanecer e sumir, ficando novamente a sós com os outros espíritos e o 'Cobrador' etéreo, que logo se misturou à multidão diáfana e desapareceu também de vista.
E novamente só.
E a reprise. Trens que iam e vinham, estacionavam, abriam suas portas, um se enchia de espectros, o outro, vez ou outra, recebia algum vulto. E seus pensamentos mudaram de foco, não era mais apenas a decisão que devia tomar quanto ao seu rumo, mas também à vinda de Snape e a brevíssima conversa que teve com ele... e ela queria isso novamente, mesmo que tal vontade fosse absurda, estranha.
E esses novos pensamentos não permitiam que ela ficasse parada apreciando placidamente a monotonia daquele lugar que a obrigava a remeter para dentro de si mesma em meditações e conjecturas. Levantou-se do banco duplo de ripas de madeira e foi caminhando lentamente, ainda degustando cada um de seus pensamentos (tudo que ela tinha de real e concreto). O já tão conhecido silvo e a luz transbordante encheram a pequena estação quando o trem de Ida chegou, estacionando e escancarando suas portas, recebendo seus passageiros diáfanos. Hermione parou frente a uma das portas e, por curiosidade, auscultou o interior do trem, quando, novamente, percebeu aquela energia diferente e uma voz macia, porém urgente, a chamava pelo nome.
Era novamente Severus Snape. Depois de tantos anos (ou seriam apenas dias ou horas?), ele estava novamente ali e novamente poderia passar horas (ou minutos?) na mesma conversa absurdamente agradável.
Ele estava nervoso, temeroso, e logo soube o porque. Pensou que ela embarcaria no trem e jamais tornaria a vê-la... pelo menos não na atual existência dele.
Mas ela não ia embarcar, não ia porque o esperava, porque queria compartilhar novamente aquela sensação tão boa de sua companhia.
Mundo de absurdos e estranhezas.
Ela queria apenas conversar com ele, de novo, e não retornar a mesma vida que acabara de sair... por que ele estava ali para convencê-la de algo que já estava decidido, que era o certo a ser feito?
"—Eu te amo, Hermione, muito! Se é amor incondicional que quer, é o que terá. Se não o quiser de mim, certamente terá de outras pessoas que a querem de volta. Não desperdice essa segunda chance que está tendo!"
E à surpreendente revelação seguiu-se algo completamente inédito, um sentimento jamais experimentado e que julgava ser impossível de vivenciá-lo enquanto em estado corporal na Terra... o amor em sua sublime essência.
Quando Snape a envolveu em seus braços, ambos foram envolvidos em brumas que pareciam possuir calor e textura. Não era mais o sentimento de letargia, o vazio que parecia padecer em sua cabeça, mas um sentimento tão puro que preenchia cada uma das células de seu corpo espiritual, como uma energia pulsante que passava do perispírito diretamente a sua essência, o próprio espírito.
E o beijo que selaria a promessa de amor incondicional.
Fim do capítulo 25 – continua.
Snake Eye's – Agosto de 2008.
N/A: Não se deve abusar dos santos... da mesma forma que eles baixam, eles sobem! Aí o Snake de novo querendo escapulir. O capítulo foi difícil de escrever (levei 2 semanas!) e veja como saiu curto!
Sabe de quem é a culpa, não é? Não é minha.
Agradecendo reviews!
Evelinne, Bella Black Snape, Fla Apocalipse, Renata Gomes, Sophi, Dinharj, Cassandra Wisney, Maristela & Lais – Obrigado!!
Já sabem, me adicionem no orkut e me avisem quem são (quem tem nick diferente daqui) para que eu possa entrar em contato pessoalmente :)
Temos mais uma nova comunidade no orkut: "Personagens Obscuros em HP". Quem quiser participar, é só procurar pelos links nos fóruns das outras comunidades (Sou + SS/HG, Animago Mortis, Ficwriters Masters, etc).
Bjus pra quem gosta de beijos!
Abraçus pra quem gosta de abraços!
Até o próximo capítulo.
