Lemon à vista! Quem não curte está avisada!


EPOV

Girei a chave com a maior suavidade que consegui, tentando não fazer barulho ao entrar em casa. Abri a porta e não me preocupei em acender a luz, conseguindo enxergar o suficiente com a pouca claridade que vinha da janela. Após trancá-la novamente pelo lado de dentro, deixei a chave ali mesmo, andando devagar pelo corredor.

Antes que eu pudesse chegar até o meu quarto, percebi a luz acesa no de Anthony e a porta entreaberta. Enquanto desfazia o nó da gravata com uma mão, empurrei um pouco a porta com a outra, o suficiente para ver o que acontecia ali dentro. A cena de Bella colocando o bebê para dormir seria adorável se não fosse tão tarde. Ela parecia muito cansada. Mesmo assim, cantarolava uma música repetidamente, esperando que Anthony finalmente caísse no sono.

Quando conseguiu, ela soltou um suspiro pesado, curvando o corpo perto do berço para deitá-lo lá dentro. Assim que se afastou, me viu pela pequena fresta, sorrindo levemente antes de apagar a luz e me encontrar no corredor. Nós trocamos um rápido beijo ali mesmo, vendo apenas a sombra um do outro. Em seguida, entramos juntos no quarto, acendendo a luz.

- Desculpe a demora. Mesmo. - Eu murmurei.

- Tudo bem. Você está com fome? Eu deixei um pouco de...

- Não, eu jantei com Esme. - Sorri para ela, passando a mão devagar por seu cabelo. - Eu só preciso de um banho.

- Certo. Quando acabar, eu tenho uma surpresa pra você. - Ela sorriu abertamente, dando uma espécie de pulo no mesmo lugar.

- Surpresa? - Eu franzi a testa, divertido, e ela apenas deu os ombros. - Certo...

Bella riu baixinho, deixando que eu me afastasse até o banheiro. Comecei a tirar minha roupa antes mesmo de fechar a porta, mal vendo a hora de me livrar daquilo e relaxar um pouco. Como novo gerente da loja de Esme, estava cada vez mais cansado e com um expediente maior. Eu não sei se isso era bom. Eu não estava exatamente precisando do dinheiro, e aquele não era o emprego dos meus sonhos. Mesmo assim, era bom saber que eu estava progredindo cada vez mais em algo. Só estava em dúvida se valia a pena deixar minha esposa sozinha com nosso bebê por isso.

Após uma ducha fria, eu voltei para o quarto, tirando a toalha da minha cintura ao perceber que ela não estava lá. Coloquei o moletom que adorava usar para dormir e ergui a toalha até meu cabelo, secando-o rapidamente enquanto andava pelo corredor atrás dela.

- Bella? - Chamei antes mesmo de chegar na sala, já percebendo a luz acesa. - Então, qual é a minha surpresa?

Eu ri baixinho, parando perto do sofá. Quando a vi, não soube exatamente no que prestar atenção primeiro. A calça cheia de tinta que ela estava usando quando cheguei foi substituída por uma camisola um pouco curta e decotada demais. Eu prendi meus olhos ali, mas acho que a intenção não era essa. O que ela realmente pretendia com aquele sorriso era que eu visse o gato entediado preso em suas mãos.

Várias palavras e perguntas passaram por minha cabeça, mas eu não soltei nenhuma. Ela riu baixinho, puxando ele um pouco mais perto de si. - Já estava na hora dele voltar pra casa, não acha? - Perguntou.

- Mas e a sua...? - Eu franzi a testa.

- Ah, nada que um anti-alérgico não resolva. - Ela abaixou e colocou o bicho no chão, que veio diretamente até as minhas pernas. - Eu fiz alguns testes antes com ele aqui... E com Anthony também. Mas acho que ele puxou você nisso. Eles se dão muito bem.

Eu sorri largamente ao abaixar e pegar meu gato no colo, que esfregou o rosto no meu ombro, ronronando. Em seguida, olhei para Bella. - Obrigado. - Disse, realmente sincero.

- Eu fui injusta. Fui birrenta e... Bom, ele é seu, precisa ficar onde você estiver. - Ela passou o pé descalço distraidamente pelo tapete, colocando as mãos para trás. - Mas as coisas dele vão ficar na sala, ok? Também não precisa forçar.

Eu ri alto com a careta que ela fez, pressionando os lábios um no outro em seguida. Felizmente, Anthony já dormia profundamente. Coloquei Xerxes no chão e fui até ela, abraçando sua cintura. Seus braços envolveram meu pescoço imediatamente.

- Quem sabe algum dia, agora, você não tenta pegar a Mimosa? - Ela arregalou os olhos, divertida.

- Só no dia que você pegar ele sem nenhum anti-alérgico! - Revirei os olhos, e ela fez o mesmo, rindo um pouco alto também.

Eu atrapalhei sua risada ao beijá-la. Ainda sorrindo um pouco, ela retribuiu calmamente, respirando fundo ao me abraçar com um pouco mais de força. Meus braços em volta de seu corpo quase a tiraram do chão; antes que isso acontecesse, ela se curvou um pouco para trás, me obrigando a fazer o mesmo por cima dela.

Era quase automático que meu corpo reagisse a ela, mas eu não forçaria nada. Não apenas por nossa relação confusa, mas também por todas as mudanças que seu corpo passou e eu a ouvia reclamar constantemente. Mesmo quase 6 meses depois, eu sabia que não seria a mesma coisa para ela, pelo menos no começo. E a decisão de quando esse dia chegaria deveria ser dela.

Afastando-me aos poucos, olhei de relance para ela, ainda sentindo suas mãos em mim. Ela me olhou um pouco desapontada quando eu parei nosso beijo já animado demais.

- É melhor dormirmos. Anthony vai acordar cedo e nós...

- Edward... - Ela ergueu uma sobrancelha para mim e, com aquela expressão, não era preciso dizer mais nada.

Sua boca encontrou a minha com uma pressa que eu não via nela há muito tempo. Imediatamente, meu corpo me obrigou a retribuir, encaixando minhas mãos em sua cintura para puxá-la cada vez mais perto. Eu podia sentir todo o seu amor naquele gesto, em sua língua procurando sentir cada vez mais da minha e seus dedos se perdendo no meu cabelo. Eu só esperava que ela pudesse sentir o mesmo.

Devagar, andei para trás e a puxei junto comigo, batendo a mão no interruptor antes de voltarmos para o corredor. Nós entramos no quarto sem parar nosso beijo e não nos importarmos em acender a luz. Após fechar a porta, eu a deitei cuidadosamente na cama, ficando por cima dela e apoiando minhas mãos no colchão para que meu peso não ficasse completamente em cima dela. Só então eu afastei meu rosto e olhei para o dela. Mesmo com a luz tão fraca por trás da cortina, eu consegui ver sua expressão quando ela suspirou, ajeitando a cabeça no travesseiro.

Como se estivesse beijando uma superfície completamente frágil, eu desci meus lábios cuidadosamente por seu pescoço, roçando-os por sua pele. Ela suspirou um pouco mais alto, reagindo como sempre fazia quando eu me ocupava com o local. Aos poucos, continuei a descer, incentivado por sua mão acariciando meu cabelo e sua respiração pesada.

Afastando uma alça da camisola, eu consegui descer o tecido o suficiente para que minha boca alcançasse seu seio nu. Ela soltou um gemido quase inaudível quando passei a língua suavemente por seu mamilo, continuando a me guiar com suas reações. Eu não tinha a menor pressa para nada. Eu a queria completamente para mim, mas a vontade de satisfazê-la tocando cada centímetro de seu corpo era maior do que satisfazer a mim mesmo. Eu me preocupava com ela, e isso chegava a me assustar um pouco. A intensidade dos meus sentimentos me assustavam. Mesmo assim, cheguei a desejar que Anthony tivesse sido concebido em um momento assim, tão cheio de amor.

Assim que afastei meu rosto, Bella me impediu de beijar seu outro seio, sentando devagar e me obrigando a fazer o mesmo. Ela colocou uma mão na minha nuca e me deu um beijo casto - porém demorado - nos lábios. Sem arrumar o lado da camisola caída, me olhou, puxando o tecido e o tirando por cima da cabeça. Eu abaixei os olhos para seu corpo nu, exceto por sua calcinha, e eu mesmo me ocupei a puxar a última peça por suas pernas, finalmente despindo-a completamente.

Ela não se deitou completamente outra vez - apenas voltou com o corpo um pouco para trás, apoiando os cotovelos no colchão. Eu percebi sua respiração acelerada enquanto me observava tirando minha própria calça. Sorri de leve ao notar seu nervosismo, principalmente por estar me sentindo um pouco assim também. Só quando deitei meu corpo por cima do dela outra vez e seus braços envolveram meu pescoço, eu percebi a importância do que estávamos fazendo.

- Você olha pra mim como se nunca tivesse me visto nua. - Ela tentou zombar, mas sua voz falhou um pouco.

- Não assim. - Eu respondi em um murmúrio, afastando uma mecha de cabelo que ameaçava cair em sua testa. Ela sorriu um pouco ao entender o que eu queria dizer, assentindo. - Você tem certeza disso?

Ela assentiu rapidamente outra vez, sem tirar os olhos de mim. Eu precisei desviar o olhar ao esticar a mão até a gaveta do criado-mudo e pegar um preservativo, me afastando dela rapidamente para colocá-lo. Ela riu baixinho e eu praticamente podia ler seus pensamentos; depois do susto com a gravidez de Anthony, acho que nunca mais esqueceríamos desse detalhe.

Quando a abracei outra vez e a beijei, seu humor sumiu completamente. Ela respirou fundo e me abraçou de volta, mas o beijo não durou muito. Assim que me sentiu em sua entrada, ela me olhou, mantendo nossos rostos muito próximos. Mesmo que eu usasse todo o cuidado possível, eu vi sua expressão de dor e sua testa franzida. Ela puxou um pouco meu cabelo e eu não me importei. Deixei que se acostumasse com a sensação de me ter dentro dela antes de qualquer movimento. Finalmente, empurrei meu quadril lentamente contra o dela, distribuindo beijos por seus lábios e suas bochechas ao ouvir seu gemido rouco.

Aos poucos, conforme eu via seu rosto mais relaxado, eu não tive medo de estabelecer um ritmo mais intenso para nós. Mesmo assim, era lento, e cada vez que eu voltava completamente para dentro dela era tão satisfatório que parecia durar muito mais. Nossos olhares nunca se separavam, e nós trocávamos beijos apaixonados entre gemidos e suspiros cansados. Seus dedos apertavam meus braços com certa força, mas eu novamente não me importei.

Eu sabia que ela não terminaria aquela vez com um orgasmo, mas pude perceber o incômodo ficando cada vez menor. Seus gemidos me incentivavam e me excitavam cada vez mais, mas eu mantive nosso ritmo calmo, novamente preocupado com ela. Quando eu cheguei ao meu limite e saí completamente dela, satisfeito não era a palavra certa para me definir. Eu nunca havia sentido nada parecido a minha vida toda.

Ela manteve os olhos fechados, ofegante, antes de me olhar novamente e acariciar meu rosto. Nós sorrimos um para o outro. Eu me afastei da cama rapidamente apenas para me livrar da camisinha usada; quando voltei, encontrei Bella deitada de bruços, abraçando meu travesseiro. Eu deixei um beijo demorado no meio de suas costas antes de deitar ao seu lado, e ela imediatamente se aproximou de mim, deitando em meu peito.

Ela demorou um pouco para dizer alguma coisa e, sem ver seu rosto, cheguei a me perguntar se estava dormindo. Finalmente, ouvi sua voz em um murmúrio enquanto minha mão acariciava seu cabelo um pouco embaraçado.

- Nós fazemos tudo ao contrário, não é? - Ela ergueu o rosto para mim, sorrindo. - Tudo na ordem errada.

- Mas sempre chegamos lá. - Respondi com o mesmo sorriso tranquilo.

Bella ergueu as sobrancelhas, divertida, passando o dedo indicador levemente por minha pele, quase até minha barriga. Eu encolhi um pouco os ombros, arrepiado com a sensação. Ela me olhou outra vez e franziu um pouco a testa.

- Então, qual é o próximo passo? - Ela perguntou.

- Próximo? - Eu franzi a testa também, pensativo. A ideia que me veio pareceu um pouco séria demais para aquela conversa.

- Deixa eu adivinhar. - Ela me cortou, como se pudesse ler minha mente. - Você quer começar dando um jeito no seu trabalho...

Eu sorri antes de responder. - Às vezes você me assusta.

- Bom, se você quiser desistir, a Angela está louca pra que eu volte a trabalhar. Você pode ficar aqui com o Anthony.

- O que? E virar a mulherzinha da relação? - Rebati.

- Então cuidar de crianças é coisa de mulherzinha? - Ela ficou quase sentada com o rosto perto do meu, mas ainda estava se divertindo. - Você não aguentaria um dia aqui. E no meu trabalho, então! - Riu.

- Eu estou falando sério aqui, Bella. - Ergui uma sobrancelha. - Eu não vou desistir e ficar em casa. E eu sei que você quer voltar a trabalhar. Nós devíamos ter uma babá ou algo do tipo.

- Eu não passei 9 meses carregando um bebê pra ele ficar com uma desconhecida. - Ela franziu a testa. - Eu posso esperar mais alguns meses e levá-lo comigo... Tem muitas crianças bem pequenas lá. Ou posso arrumar meus horários com Esme, eu sei que ela não fica o dia todo na loja.

- Ou pode se ajeitar com a sua mãe... - Comecei, receoso.

- Nem que nós ainda fôssemos melhores amigas, Edward. Ela nunca cuidaria de um bebê. Não fez isso direito comigo, imagine com um neto!

- Tudo bem. Nós ainda temos tempo pra isso, não é? Você não vai voltar a trabalhar amanhã.

Ela abaixou um pouco a cabeça ao me ouvir, e eu suspirei, entendendo imediatamente.

- Desculpe, não é amanhã, mas Angela está pedindo, e eu pensei que...

- Que como eu estou infeliz com o meu trabalho, posso largar e ficar enfiado aqui o dia todo? - Rebati.

- Você acha que eu gosto de ficar enfiada aqui? - Ela ergueu as sobrancelhas, um pouco ofendida.

- Bella, você sabe a facilidade que nós temos para brigar, e eu não quero que isso aconteça bem agora. - Eu disse, e ela assentiu ao entender o que eu queria dizer. - Não tem a ver com Anthony. Eu não vou sair enquanto não tiver mais nada em mente.

- Acho que eu posso aguentar mais alguns meses. Angela vai entender. - Ela murmurou.

Eu pude perceber a tristeza em sua voz, realmente incomodado com isso. Virei um pouco o rosto, pressionando meus lábios sem saber o que responder.

- Não é assim, Bella. Se não for esse emprego com Esme, será outro. E você não pode ficar aqui pra sempre. Nós precisamos de alguém pra cuidar do Anthony.

(...)

- Você não tem com o que se preocupar, Bella. Eu sei tudo sobre bebês!

Eu tapei minha boca para não rir, apesar da preocupação que sentia com a cena a minha frente. Discretamente, olhei para Bella, que quase chorava ao meu lado. Eu acariciei sua cintura, abraçando-a, mas ela mal me olhou.

Nós tentamos de tudo. Havia Sue, mas ela tinha uma casa realmente grande para cuidar. Leah ainda não era de total confiança nossa. Charlie e Renée estavam fora de cogitação. Carlisle e seu trabalho no hospital, mais ainda. Esme trabalhava na loja de decorações, Rosalie estava ocupada com a faculdade (e com as amigas), Jasper mal sabia cuidar de si mesmo e Alice começara a trabalhar recentemente como recepcionista de seu spa favorito. Só nos restava uma opção.

- Eu sei que ele está mudando a dieta dele agora, então eu vou alternar entre a papinha e o leite. - Emmett balançava Anthony em seus braços enormes, recebendo um olhar bastante curioso do garoto. - Você deixou um pouco aí, né? Eu sei quais são os brinquedos favoritos dele, também, não se preocupe. Edward disse que ele só dorme com uma música ou com o móbile, pode deixar. E eu prometo que a babá eletrônica vai estar sempre do meu lado.

- Emmett, eu sei que você quer ajudar, mas talvez seja melhor... - Bella tentou dizer.

- Não, não, não! - Ele cortou. - Eu sei que vocês estão precisando! Ele é o meu afilhado, afinal de contas! É melhor eu gastar meu tempo ajudando meu melhor amigo do que enchendo a cara, não é? - Ele riu, e Bella arregalou os olhos. - O que você pode ter certeza que eu nunca vou fazer na frente do bebê! - Ele consertou.

Bella bufou, se afastando do meu abraço para me olhar. Em seguida, olhou para Emmett, passando uma mão pelo rosto. - Tudo bem. Acho que... Você merece uma chance. Mas, qualquer coisa, por favor, me ligue na hora!

- Ah, pode deixar! Sem preocupações, Bellinha! Nós vamos nos divertir muito. - Ele piscou para nós, olhando para nosso filho em seguida. - Não é, Tony?

Eu virei ao cabeça ao perceber o olhar sério de Bella em meu rosto. - Se alguma coisa acontecer com ele, a cabeça dos dois vão rolar! - Ela sussurrou.

- Eu disse pra você se acalmar! Ele é ótimo. A maior parte das coisas que comprei para o quarto ele escolheu. Acredite, eu estava perdido, e do nada ele começou a falar um monte sobre bebês! - Eu sussurrei de volta enquanto meu amigo ficava distraído falando com Anthony.

- Nós estamos falando do maior bêbado de Illinois! O mercado da prostituição é movimentado por ele! - Ela franziu a testa, falando um pouco mais alto.

- Você queria alguém conhecido, não era? Pelo menos sabemos o que ele faz nas horas vagas! Ele não tem segredos. - Dei os ombros.

Bella me lançou um último olhar sério com minha defesa, virando outra vez para Emmett. Ela se aproximou dele e beijou a bochecha de Anthony. - Qualquer coisa...

- Já entendi! Seu número está na discagem rápida. - Ele sorriu.

Bella foi para a porta enquanto eu me despedia de Anthony também. Eu logo a segui, lançando um olhar cúmplice para Emmett antes de sair do apartamento. Apesar de confiar em seu talento com bebês, eu sabia que qualquer erro inocente seria o nosso fim. Assim que paramos no hall e chamamos o elevador, ouvimos a risada de Anthony do lado de dentro. Eu ouvi um suspiro aliviado de Bella com o som.

Eu ri baixinho, segurando sua mão. - Ele vai ficar bem. - Disse.

Ela assentiu, beijando demoradamente meus lábios antes de entrarmos no elevador.


E aí, o que acharam da minha primeira lemon? Tá boa? Preciso praticar mais na vida real? Eu sei que deve ter ficado fofo até demais, mas a putaria pra valer é no departamento da Nina! UHAHUAUH

Sobre Emmett babá, gente, não é piada, ele já tinha dado um show comprando coisas de bebê e nos próximos vamos mostrar que ele sabe mesmo o que faz. Não entrem em pânico que Anthony está em boas mãos!

A parte mais importante do próximo capítulo ainda não foi escrita, e sinceramente ainda não tenho nada demais pra mostrar, mas vou colocar um trechinho que na minha cabeça tá a coisa mais linda:

"Peguei minha bolsa no banco de trás e, após arrumá-la e erguer meus óculos, tirei Anthony da cadeirinha direto para o meu colo. Ele mal percebeu a mudança, ocupado demais em morder seu boneco do Batman presente de Jasper para um bebê que sofria com o incômodo dos primeiros dentes querendo nascer."

Me julguem enquanto eu babo por esse bebê lindo!

Até quarta ^^