O TERCEIRO SELO
CAPÍTULO 25
Epílogos...
Primeiro Epílogo...Asgard.
–DEUSES!
O grito de Aud ecoou pela casa inteira, deixando Bado mais aflito ainda. Tentou entrar em sua casa, mas foi barrado por uma das irmãs dela, que o olhava severamente.
–Teanna, o que está havendo? Deixe-me entrar!-ordenou e a adolescente colocou as mãos na cintura nem um pouco intimidada.
–A vovó e a sua mãe me mandaram ficar aqui e proibi-lo de entrar antes da hora.
–Eu sou o marido dela! Frigga, eu vou entrar!-ameaçou, elevando a voz para que a matriarca escutasse.
–Acha que eu gostaria de ficar aqui? Queria ajudar as outras com a Aud!-resmungou a menina.
–Então, sai da frente!
–Dêem um jeito nele?-a menina pediu aos outros guerreiros deuses, sentados na varanda, também esperando pelo nascimento da pequena filha de Bado.
–Sente-se, Bado. De que adianta ficar assim?-chamou Ziegfried, achando graça no desespero do amigo.
–Quero ver você manter o sangue frio quando estiver em meu lugar!-resmungou, sentando-se ao lado de Shido.
–Se eu conheço Ziegfried, ele vai estar aos frangalhos quando Hilda estiver para dar a luz, com certeza não a deixará fazer nada quando estiver esperando o primeiro filho!-brincou Shido, escapando de um tapa de Ziegfried.
–Quando nossa filha nasceu, Frigga também não me deixava entrar na casa para ajudar.-Leif, cunhado de Aud comentou rindo.
Ouviram mais um grito de Aud, seguido de um choro de criança. O guerreiro deus de Alcor levantou-se imediatamente, com um enorme sorriso em seu rosto. Os amigos lhe davam tapas nos ombros e nas costas, parabenizando-o. Alguns minutos depois, e ouviram o som de outro choro.
Bado ficou estático com isso. A porta abriu-se e a irmã mais velha de Aud, Loren saiu com um enorme sorriso, abraçando Bado.
–Maravilhoso!-ela dizia com lágrimas, e depois abraçava o marido.
–São gêmeas?-perguntou emocionado.
–Veja por si mesmo!-dizia abraçando-o novamente.
Bado não esperou mais e entrou rapidamente em sua casa, viu Lorchen e Frigga saírem do quarto com enormes sorrisos, a abraçarem o novo pai.
–Isso nunca aconteceu antes em minha família...nunca!-dizia a senhora em sorrisos e lágrimas.-Vai lá, ver sua família.
Bado não se fez de rogado e entrou no quarto, a tempo de ver sua mãe acomodar melhor Aud na cama e o recebê-lo com um sorriso, mostrando com o olhar os bebês nos braços de sua esposa. O guerreiro deus aproximou-se e vislumbrou os dois bebês, limpos e embrulhado em suas mantas, bocejando cansados.
–São lindas!
–São...lindos!-corrigiu Aud, deixando-o confuso.-Quero que conheça a sua primogênita, Mab...-mostrando um bebê de cabelos negros.-E seu filho...que ainda não tem um nome, pois não imaginava isso!-e riu.
–Heindall.-dizia Bado, erguendo o menino que possuía apenas um tufo ralo de cabelos da mesma cor que a dele, para cima.-Foi o nome do homem que me criou como filho.
–Heindall?-Aud sorriu, depois estreitou nos braços os bebês, quando seu marido o entregou.-Gostei do nome...Bem vindo, Heindall.
Depois fechou os olhos, adormecendo profundamente sendo velada pelo marido, que admirava orgulhoso sua família.
Do lado de fora, três jovens, cabelos e rostos encobertos por mantos brancos, observavam a casa, sorriam satisfeitas, derramando naquele lar as bênçãos de Odin e delas.
–O que o destino traçou a Asgard...-uma delas disse.
–Em breve será mostrado. Mas preparemos o caminho...-a do meio completou.
–Dos heróis que estão a vir e aquele...-a terceira mulher finalizou.
–Que recebeu a honra...
–De ter uma nova chance de remissão...
–Ou morrer para recuperar...
–A honra perdida!
Dizendo isso, sumiram em uma bruma efêmera.
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Segundo Epílogo...Ilha Aurora.
Noite alta...
Há meses não tinha mais sonhos perturbadores. Suas noite eram tranqüilas ou cheia de amor, nos braços de seu esposo. Mas esta noite um som diferente a despertou.
Olhou ao redor procurando seu marido, e ele não estava. Rapidamente vestiu um hobbie e cautelosa seguiu o som, que vinha de um quarto, cuja luz estava acesa.
Parou na porta, sorrindo com a cena e tomando cuidado para não ser vista. Ikki segurava o filho no colo, cantarolava uma canção de ninar de sua terra natal, balançando o corpo de maneira cadenciada, fazendo o pequeno Genossuke dormir.
Ele virou-se, ficando corado ao perceber que era observado. Lana colocou o dedo nos lábios, pedindo silêncio. Ikki aproximou-se, beijou os lábios da esposa rapidamente e depois colocou o bebê no berço.
–Não o ouvi acordar.-ela falou, sussurrando.
–Estava exausta. Não quis te acordar. Além do mais, o garotão e eu combinamos bem.-piscou para ela, segurando pela cintura.-Agora que ele dormiu...que tal se nós dois...
–Pensamentos impuros, Ikki?-ela sorriu, enlaçando-o pelo pescoço.
–Quer que eu lhe mostre o que estou pensando?-a beija apaixonadamente, mas o bebê começa a choramingar.-Geno...pensei que estivesse do meu lado!
–Isso é choro de quem precisa de uma fralda limpa.-ela o beija e caminha ao berço.-Pode ir, daqui a pouco eu volto para cama.
–Se acha que eu vou dormir, está enganada. Vou te esperar!
Ikki avisou, e parou um momento na porta, observando sua esposa e filho. Sua família! E pensar que ela esteve ameaçada, agora parecia um pesadelo distante e esquecido. Mas ele se negava a esquecer aquele dia. Jurou que jamais permitia que alguém voltasse a ameaçá-los, e Ikki de Fênix sempre cumpre suas promessas.
Com isso em mente, voltou para o quarto e deitou na cama esperando a esposa. Como ela demorava a retornar, foi até o quarto do bebê, e a encontrou observando Genossuke dormindo, e ela enxugou uma lágrima.
–Lana?
–Desculpe...é que lembrei que quase o perdemos e...Desculpe, sou uma boba mesmo!
–Tudo bem.-a abraçou.-Vamos dormir?
–Sim.
Saíram do quarto, e no momento que Ikki apagou a luz teve a impressão de que havia mais alguém ali. Acendeu a luz novamente e observou o cômodo, balançou a cabeça, pensando estar imaginando coisas. Apagou novamente a luz e se retirou.
No momento em que ele saiu, um ser de luz apoiou-se no berço e sorriu para o bebê, acariciando seu rosto. Era uma criança especial, e era sua missão velar por ela até que estivesse pronta para cumprir sua missão na Terra.
–Ele é tão lindo, Ikki!-o anjo falou, os cabelos dourados cobrindo seu rosto e os olhos verdes escuros e límpidos.-Será uma grande alegria protegê-lo!
Com um bater de asas prateadas, desapareceu...uma pena prateada ficou presa entre os dedos gordinhos de Genossuke Amamiya, que dormia profundamente, desfrutando o sono dos inocentes.
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Terceiro Epílogo...Vaticano.
–O que a gente tá fazendo aqui mesmo?"-Lévy perguntou pela enésima vez a Kayo que revirou os olhos impaciente.
–Pela enésima vez...eu não sei! Fomos chamados pelo Cardeal Ricconi, não faço a mínima idéia do que ele quer conosco!-respondeu Kayo, olhando o teto ricamente decorado do corredor.
–Boa coisa não é.-resmungou e olhou para Joan, que parecia mais interessada em uma carta.-Você já leu isso umas mil vezes, não cansa não?
–Não.-ela respondeu sorrindo.-Esta carta mostra o quanto ela está feliz!
–Ela sorriu!-Lévy espantou-se.-Isso ainda me é assustador!
–Quando será?-Kayo perguntou a Joan.
–Neste fim de semana. Temos que comparecer!"-ela respondeu.
–Há! Eu não perco isso por nada!-Lévy avisou e depois ficou em pé quando as portas do escritório do Cardeal abriu e um jovem clérigo os convidou a entrar.
Pararam diante do Cardeal, o homem de voz ativa no Vaticano que comandava os Templários nos dias de hoje. Olhando a paisagem pela janela, um homem de sobretudo de couro negro, pele negra e olhar serio e nada amistoso.
–Conheçam o padre Vann.-falou o Cardeal.-Ele foi indicado por sua antiga professora e líder para ficar em seu lugar.
–Como é?-espantaram-se.
–Como bem sabem...demônios e anjos amaldiçoados, monstros e bestas infernais ainda trazem o mal aos corações dos homens! Eles são uma doença que temos que sanar!-o padre Vann falou severamente, autoritário. Os jovens repararam bem sua aparência. Olhar duro, cavanhaque e três piercings na orelha esquerda.
–Isso me soou tão...-Joan sussurrou.
–Discurso de tira mal?-Kayo completou.
–Isso.
–Não sabia que padres colocavam piercings.-Lévy comentou.-Tem tatuagem também?
–Símbolos que impedem que meu corpo seja dominado por demônios.-parou diante de Lévy que engoliu em seco, fazendo-o olhara para cima, pois Vann era muito algo.-Verá que eu não sou um tipo qualquer de sacerdote, garoto. Celeste e eu caçávamos monstros quando você ainda era um bebê catarrento e chorão, que sujava as fraldas para a sua mamãezinha limpar! Eu não tolero moleza! Entendeu!
–Sim...senhor! não senhor...quero dizer...SIM SENHOR, SENHOR!-o ruivo respondeu prontamente.
–Ótimo! Agora venham! Temos uma missão!-Vann falou severamente.
–Já? Mas voltamos de uma agorinha a pouco!-Lévy reclamou.
–Esta é mais árdua. Temos que encontrar smokings...afinal, vamos a um casamento este fim de semana, não vamos?-Vann ordenou e olhou para os jovens que o encaravam boquiabertos.-AGORA!"-Pegando Lévy pela gola da camisa e puxando.
–Por que invocou comigo?
–Porque falou dos meus piercings...agora...ANDA LOGO!
–Adoráveis...-Joan comentou, observando Lévy ser arrastado por Vann.
–Vamos antes que ele mate o Lévy?-Kayo perguntou, pegando na mão de Joan.
–Não vamos nos apressar tanto.-ela respondeu, sorrindo e caminhando devagar ao lado de seu amado.
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Quarto Epílogo...Deserto do Saara.
Um homem de aparência tão insignificante andava pelas areias, enfrentando o frio das noites do deserto e o calor implacável do sol durante os dias. Ele foi o servo humano de um ser que beirou à divindade. Hori havia recebido ordens de sua mestra Leviatha que a esperasse no Cairo. Se não voltasse, ele deveria cumprir uma última ordem dela.
Por amor, por medo, por devoção...não se sabe os motivos que o levam a seguir os últimos desejos dela.
Hori sabe que sua mestra jamais voltará...mas por ela, pretende realizar o ato que poderá vingá-la em breve.
Então, como ela havia lhe dito, parou em um oásis e esperou. As nuvens que cobriam a lua se afastaram e o luar iluminou o local, revelando que ali haviam ruínas de um templo há muito abandonado.
Chegou até uma pedra cerimonial, com os desenhos grotescos de divindades antigas e terríveis. Hori imaginou quantos ali foram sacrificados em nome destes deuses.
Reconheceu o símbolo que selava a pedra, era um símbolo usado pelos Arcanjos para selar o mal. Exatamente como sua mestra descreveu.
Retirou de dentro de suas vestes um presente de sua mestra, uma chave em forma de uma serpente e a colocou sobre a pedra, exatamente onde havia um desenho semelhante.
A pedra cerimonial brilhou, iluminando tudo ao redor...uma explosão de luz que foi lançado aos céus...calcinando o local, destruindo as vidas ali perto, reduzindo-as a cinzas e esquecimento...incluindo Hori, que ninguém se lembrará ou lamentará a sua partida.
E que ninguém saberá que foi ele a abrir as portas para a vinda de um grande mal...adormecido desde tempos imemoriais.
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Quinto Epílogo...Atenas.
O vestido foi um presente exclusivo dado por Atena a ela. Ela pediu que lembrasse as túnicas gregas de antigamente. Olhou-se no espelho mais uma vez, admirando o efeito que o véu causava. Fez uma careta tirando-o. Gostava mais do efeito da flores em seus cabelos do que tiaras ou véus.
Seu casamento. Jurava que jamais viveria tanto para passar por isso. Na verdade, acreditava que morreria antes disso...de certo modo morrera, mas retornou por ele e para ele.
Lembrava de ter visto muitos casamentos em sua existência, de pessoas queridas e outras desconhecidas, sendo apenas uma ilustre desconhecida. Jamais imaginara vivenciar este momento agora.
–Está pronta?-Kanon apareceu a porta e assobiou.-Nossa! Parece um anjo!
–Foi uma tentativa de piada?
–Foi sim.-sorriu.-Vamos? Ou meu irmão irá fazer um buraco em frente ao altar! Ele não para de andar de um lado ao outro! Nem eu fiquei assim tão nervoso!
–Falaram-me que até Juliana entrar pelo tapete vermelho, você tinha certeza absoluta que ela iria largá-lo no altar!
–Saga fala demais.-fechou a cara.
Celeste riu, e aceitou o braço oferecido pelo futuro cunhado. Segurou na mão uma rosa branca, enfeitada por um laço dourado, preferindo a singela flor a um buquê. Saiu da modesta casa na praia próxima ao Santuário, a escolha do lugar foi do noivo. Uma praia, natureza...e convidados ilustres.
Enquanto caminhava pelo tapete vermelho, onde as damas de honra haviam jogado pétalas de rosas, Celeste reconheceu os convidados. Cavaleiros de todas as categorias, com suas armaduras reluzentes. Amigas que conheceu e passou a amar e admirar nos meses que conviveu ali. Amigos queridos que revia, que vieram lhe prestar as mais sinceras felicidades...e seu noivo no altar a esperando com um sorriso.
Magnífico!
Foi como o descreveu, usando sua armadura dourada que parecia brilhar como o sol naquele momento. A capa branca balançava ao sabor da brisa marítima, bem como os cabelos, agora impecavelmente amarrados em um rabo de cavalo.
Ele caminhou até ela, cumprimentando o irmão que se sentou ao lado da esposa e dos filhos, tentando afastar um dos gêmeos de seus cabelos, enquanto que Saga beijava o rosto de Celeste, conduzindo-a ao altar. Onde Atena os esperava.
–Amigos...-a deusa dizia.-Passou-se muito tempo desde que se tem registro de que Atena tenha abençoado uma união no Santuário. Me sinto honrada de estar aqui. Há meses sabemos que este casal já vive plenamente seu amor, mas quiseram firmar os votos deste sentimento tão puro, que sente diante de seus amigos mais queridos e parentes. Pediram que eu lesse os votos escritos por ambos.
–Você demorou, ruiva.-Saga cochichou no ouvido de Celeste, enquanto olhava para Atena.
–Não se apressa uma noiva. Dá sorte chegar atrasada, não é o que dizem?
–De quanta sorte acha que precisamos para ficarmos juntos?
–Já tive toda a sorte do mundo ao convencê-lo a chegar aqui, não?
–Você me convencer? De onde tirou isso!
–Quem dizia que uma cerimônia era apenas uma formalidade sem importância nos dias atuais? Que o que importava era o que sentíamos. Praticamente eu te pedi em casamento, seu grego convencido...e meu nome não é ruiva! É Celeste!
–Tá...-Atena parou de falar esperando o casal terminar a discussão, os convidados riam, Saga corado pigarreou.-Pode continuar, Atena.
–Obrigada.-a deusa abriu a boca para falar.
–Mas eu te lacei ou não?-Celeste provocou.
–Laçou, Ruiva...Laçou.-beijando-a.
–Hum-Hum...isso é para o final da cerimônia.-Atena avisou.
–Desculpe.-falaram ao mesmo tempo, corados.
Atena sorriu e depois leu os votos dos noivos:
–Eu vivia nas sombras, mas você me resgatou...
Bastou olhar em teus olhos, para enxergar além do horizonte,
Basta tocar em seus cabelos para começar uma viagem,
Basta sentir seu perfume para que meus sentidos se percam,
Ai de mim, Alma apaixonada por teus encantos,
Sinto-me tão perto e ao mesmo tempo tão longe de você,
Talvez seja apenas a angústia de uma alma sonhadora,
Que busca este amor perfeito, o casamento das almas,
O indissolúvel, o que nem o tempo, assassino das paixões,
Que nem a própria morte, a separadora de corpos,
Poderão destruir.
É assim que eu te amo além de todas as fronteira...
Eu sou teu...Eu sou tua...
Atena pega uma fita dourada, unido as mãos dos noivos.
–Este laço representa o compromisso deste casal. Almas que viajaram por muitas vidas. Sempre se buscando infinitamente...Unidas mais uma vez."
Celeste e Saga se levantam, e se beijam com paixão. Kanon começa a assobiar, e logo os demais convidados ovacionam o casal.
–Que tal deixarmos os convidados na festa e subirmos para o nosso quarto?-Saga sugeriu, murmurando sensualmente no ouvido de Celeste.
–Não seria educado.
–Eles entenderiam. Afinal...quero por em prática o que estou pensando agora."
–Assim você me deixa constrangida.
Saga percebeu que a timidez de Celeste era só encenação, sorrindo voltou a beijá-la.
–Eu te amo. Amo sua força, seu amor pela vida...Mas...-ele a olhou preocupado.
–O que foi?
–Eu pensei isso hoje. É um anjo, destituído de seu cargo, mas um anjo.-ela lhe deu um tapa no braço.-Daqui a cinqüenta anos, quando eu estiver velho...você ainda será jovem e linda como agora? Ainda me amará? Ou irá se cansar de mim? E o que dirão as pessoas ao verem um homem idoso andando com sua jovem esposa?
–Eu não sei se continuarei assim...o futuro não nos é permitido ver. Não sei se a imortalidade ainda me pertence, pois fiz uma escolha. Você. Mas sei que daqui a cinqüenta anos continuarei a te amar como hoje...daqui há quinhentos anos, ainda me lembrarei de seus olhos e ficarei esperando que sua alma retorne para mim. Jamais me cansarei de você, Saga. E com certeza os homens o invejarão quando for bem velhinho e nos virem andarmos juntos...e as mulheres irão pensar e imaginar o que ele tem que a faz olhar com tanto amor e carinho para aquele homem tão maduro...velhinho, mas muito charmoso!
–Celeste...
–Então, não se preocupe com isso agora. Eu te amo.
Saga acariciou o rosto de Celeste, se inclinou para beijá-la mais uma vez, mas Kanon quebrou o momento.
–Ei, tirem o pé da minha festa!-abraçando os dois.-Vamos! Estão esperando os noivos!
E a festa seguiu-se. No momento em que Celeste jogou um buquê improvisado por Afrodite com belas rosas, esta caiu diretamente nas mãos de Dione. Milo disfarçou, mas os amigos fizeram questão de lembrá-lo que teria que casar naquele ano.
Quando os convidados se retiravam aos poucos, notaram que os noivos já haviam desaparecido e todos sabiam onde deveriam estar. Juntos.
E juntos iriam dar as boas vindas a um herdeiro na Casa de Gêmeos, no verão seguinte, nos primeiros dias de junho...um belo menino de cabelos azulados e olhos dourados, chamado Aléxis.
Mas isso é outra história...
FIM!
Notas finais do capítulo
Notas: Agora terminou mesmo! Gente, to até chorando de emoção...anos depois de ter postado o primeiro capítulo deste fic, finalmente terminei...é muita emoção!
Até a próxima!
Para quem não sabe, Heindall é o deus viking que protege e vela a ponte que liga o Valhalla à Midgard (Terra).
As três jovens são as Irmãs Nornes, deusas do destino: Urd, Skuld e Verdandi.
Quem é o anjo da guarda de Genossuke Amamiya? Não? Pensei que tava na cara quem era. `w´
Este mal que Hori libertou...aguardem ...
