N/A: Dizem que quem é vivo sempre aparece ;) Esse último mês foi uma verdadeira confusão na minha vida. Aqui em casa estava uma verdadeira confusão por causa do casamento da minha tia e logo em seguida vieram as provas da faculdade Ufa! Mas agora já posso respirar mais tranquilamente, ainda mais que tem um baita feriado para relaxar. Deixo com vocês o penúltimo capítulo de JGF. Eu não quero me despedir de personagens que foram os primeiros que "criei" nesse fandom, mas a hora está chegando :(
Capítulo 25- Superproteção
Havia uma linha tênue entre repouso absoluto e marasmo total, e eu já tinha cruzado essa linha há umas duas temporadas. E assistir ER depois de ter estado num hospital não era o meu ideal de diversão. Quer dizer, eu amava aquela série, mas algumas cenas me lembravam de tudo o que eu tinha passado semanas atrá os prós eram maiores que os contras. Principalmente quando um dos prós era que você podia ver homens gostosos com jalecos de médico.
"Por que não existem mais médicos como o Dr. Carter?" Renata suspirou ao meu lado. Na última semana ela era uma presença mais do que constante. Eu sabia que ela se preocupava comigo, mas o motivo daquelas visitas é que meu querido marido as tinha transformado em obrigatórias.
"Serve o Dr. Cullen?" Sugeri, e ela me olhou com careta. Eu tinha descoberto que para a Renata o simples fato de eu apreciar algumas qualidades físicas do Carlisle ou do Emmettlhe causava náuseas.
"Por que você faz isso comigo?" O telefone dela tocou, ela deu uma breve olhada no visor e depois colocou o aparelho de volta dentro da bolsa.
"Era o Demetri?" Perguntei.
"Sim. Ele ficou de me ajudar com uma matéria, depois eu falo com ele." Ela encolheu os ombros e voltou-se para a tv.
"Eu não acredito nisso. Vai lá agora!" Ordenei. Odiava saber que qualquer pessoa estava atrasando sua própria vida por minha causa. Já me bastava Alice que tinha adiado o seu casamento para que eu pudesse participar devidamente.
"Mas..." Renny tentou articular, mas eu não deixei.
"Você sabe que eu estou bem." Assegurei, mas ela continuava me encarando duvidosa. "Pode deixar que do meu marido super protetor cuido eu."
"Mas e se você precisar de alguma coisa? Ou se você passar mal?"
"Eu agradeço sua preocupação, mas eu estou muito bem."
"Está bem. Mas qualquer coisa liga, ok?"
"Certo."
"Só uma pergunta: Makemba ou Abby?" Ela parou à porta, já de saída.
"Você ainda pergunta? Carbby para sempre!" Respondi arrancando uma risada dela.
"Liga pra mim!" Ela gritava já do lado de fora da casa.
"Ok."
Uns três episódios depois (porque era assim que eu media o tempo nessas últimas semanas), Edward finalmente estacionava o carro na garagem. Respirei fundo, sabendo muito bem que ele não gostaria nem um pouco de me encontrar ali completamente sozinha. A porta da frente se abriu e eu tentei me concentrar na cena que se passava na tv.
Edward entrou na sala de estar, e o sorriso que ele me dava dispensava qualquer tipo de cumprimento. Ele sempre tinha sido um marido carinhoso, cuidadoso e protetor, mas nessas duas semanas ele tinha se superado.
"Oi" Sorri para ele, antes de beijar seus lábios.
"O que foi? Aconteceu alguma coisa?" Ele franziu a testa, olhando em volta. "Cadê a Renata?"
"Ela foi embora." Respondi, despreocupadamente.
"Mas ela tem que ficar até eu chegar." Ele me observou com uma cara séria.
"Ela ganha para ser sua secretária, e não minha babá." Apontei o óbvio. Edward marcava reuniões apenas pela manhã e passava a tarde toda sem qualquer secretária, sendo auxiliado apenas por uma das secretárias do Emmett quando as coisas fugiam do controle.
"Eu posso mudar isso."
"Edward!" Larguei os controles e levantei do sofá para encará-lo. Aquilo já estava passando dos limites."Você sabe muito bem que a Renata tem zilhões de coisas a fazer. Além do mais, eu já estou de saco cheio de ficar aqui." Falei, deixando a frustração dos últimos dias ditar o volume da minha voz.
"Você ouviu o que o médico falou: Repouso absoluto."
"Repouso absoluto não é cárcere privado."
"Eu não..." Edward tentou se defender da acusação, mas eu não permiti.
"Olha, eu entendo que você quer me proteger, mas eu não posso passar os próximos meses em cima de uma cama! Eu já li dez livros, e estou na metade do décimo primeiro! E a cereja do bolo é que eu descobri que eu não consigo olhar a cara do Jensen pra sempre sem querer socá-lo." Falei tudo tão rápido, que tive de recuperar o fôlego ao fim da frase.
"O Jensen veio aqui outra vez?" Ele perguntou espantado, já que o assunto em questão já tinha me visitado semana passada.
"Não, eu estava vendo Supernatural antes da Renata chegar." Confessei.
"Você ainda não superou essa fase?" Ele perguntou com um leve sorriso, o clima na sala se atenuando aos poucos.
"Pensei que você já teria entendido que não é apenas uma fase. Uma vez hunter, sempre umahunter."
"Acho que você tem razão." Ele parou por um instante. Você precisa ficar longe da Renata."
"Acho que nem me lembro mais a cor do sol." Ok, talvez eu estivesse dramatizando um pouco demais, mas ele precisava entender as minhas razões.
"Posso tirar uma foto pra você." E então aquele sorriso irritante apareceu e eu o acertei com uma almofada. "Mas eu acho que eu tenho a solução ideal para você."
"Qual?"
"A Leah entrou de férias, e o Jacob assumiu o lugar dela como editor da ItGirl." Ele explicou. "Eu tenho certeza que ele vai apreciar a sua ajuda."
"Por que ele não pede ajuda pra Leah?" Afinal, era mais fácil ele pedir ajuda da namorada do que a minha.
"Ela foi visitar a família em Dakota, e deve passar mais de duas semanas lá. Posso pedir para ele vir aqui e acabar com o seu tédio." Edward sugeriu com um sorriso que logo depois se transformou em uma careta. "Isso soou estranho."
"Tem certos tédios que só você pode acabar." Sorri e puxando-o pela gravata, colei seus lábios nos meus. Porém, antes que eu tivesse a chance de aprofundar o beijo, Edward já se afastava de mim.
"E eu preciso tomar um banho." Ele disse se afastando. "Bem gelado."
Se ao menos ele entendesse que ele não era o único que tinha de recorrer a banhos gelados desde quando eu fiquei no hospital.
A verdade é que depois do pequeno incidente os médicos tinham aumentado os cuidados comigo. Além dos habituais ultrasons quinzenais (minha rotina desde o quinto mês), agora eu tinha de aferir minha pressão sanguínea diariamente, viver num regime de cárcere privado(ou nas palavras do Edward, repouso absoluto) e o pior de tudo: nada de sexo. Tudo isso para garantir que os bebês ficassem o maior tempo possível dentro do meu útero.
Do mesmo jeito que em todas as manhãs, eu estava jogada no sofá, já que deitada não era uma maneira correta de descrever a posição incômoda em que eu me encontrava. Eu já estava há tantos dias deitada naquele sofá que eu tinha certeza que ele já estava ficando com as formas baleísticas do meu corpo. A campainha tocou e eu me arrastei até a porta. Apesar da velocidade de locomoção eu estava contente em ouvir aquele som. Mais contente ainda em pensar que poderia ser Jake e suas dúvidas para a revista. Mas eu duvidava muito que pudesse ser ele. Ele só deveria aparecer amanhã. Mas também se não fosse ele seria quem?
"Jazz?!" Meu sorriso desmanchou assim que eu abri a porta.
"Claro! Quem mais poderia aparecer aqui para alegrar o seu dia?"Ele respondeu com m sorriso estonteante, ignorando os meus péssimos modos.
"Eu consigo pensar numa lista bem ampla." Devolvi e ele levou uma mãoao peito, num gesto dramático. "Desculpa, você sabe que você mora no meu coração." Coloquei minha mão em sua cintura e sorri, quando ele passou o braço pelos meus ombros.
"Humf!" Ele resmungou me dando um beijo no rosto. "Qual é a boa de hoje?"
"Isso você quem me diz. O que você está fazendo aqui às nove da manhã? E o pior… Você deveria estar trabalhando!" Apontei o óbvio.
"Alice me pediu para dar uma passadinha aqui e eu decidi transformar essa pequena visita num dia de entretenimento onde você terá todo o prazer da minha companhia." Esse era o problema, ou a vantagem, de se trabalhar numa empresa onde alguém da família, ou da família por extensão, era a dona. Você tinha privilégios que a maioria das pessoas consideraria revoltantes.
"A menos que você me tire dessa casa eu não vou tolerar sua presença aqui." Avisei, farta de todas as séries e filmes.
"Hormônios da Gravidez?" Ele arqueou uma sobrancelha.
"Pior. Edward Cullen."
"Eu também ficaria assim se dormisse na mesma cama que ele." Jasper estremeceu. "Onde você quer ir?"
"Você vai me levar?" Perguntei, enquanto tentava não extravasar toda a minha animação.
"Para onde você quiser."
"Ah! Jazz, seu pudesse eu me casava com você." Podia ser bobeira, mas depois de tanto tempo em casa aquilo era o mais perto que eu chegava da felicidade.
"Aproveita que meu casamento foi adiado." Ele piscou pra mim.
"Eu quero ir pra Rodeo Drive." Anunciei. Eu queria ver pessoas, agitação, as vitrines das lojas...
"Bella, compras?" Ele soltou um muxoxo. "Você esquece quem é minha noiva?"
"Isso é para você ver o quanto eu estou desesperada!" Respondi, efusivamente.
"E eu também não acho que seja uma boa idéia você ficar perambulando pelas ruas."É claro que eu não escaparia daquele discurso. Não me levem a mal, eu sabia que tudo aquilo era para o bem dos meus filhos, mas depois de semanas encarando as paredes da minha casa, eu estava disposta a qualquer coisa."Eu já sei! Uma passada na praia e almoço no shopping e ligo para as meninas nos encontrarem lá."
"Um almoço no Four Seasons e uma passada no Farmer's Market para comer uma torta." Negociei.
"Está bem!"
"Você é maravilhoso!" Abracei-o mais uma vez.
"Mas não esquece que temos de chegar em casa antes do Edward."
"Relaxa!"
"Eu vou ligar para o Four Seasons e tentar uma reserva. Algo em especial?" Ele perguntou quando pegava o telefone.
"Eu quero comida!" Anunciei.
Dentre todos os restaurantes disponíveis no Four Season, Jasper optou pelo Cabana Restaurant, que nos proporcionava um ótimo ambiente e um código de vestuário nem um pouco restrito. O que nas minhas condições era uma coisa maravilhosa.
"As meninas não vão poder vir." Avisei ao Jasper, assim que tinha recebido a mensagem da Rose.
"Que pena." Ele lamentou e me entregou um dos menus que o garçom lhe entregara. Naquela mesma hora, meu celular tocou e eu arregalei os olhos ao olhar a tela.
"Ai, é o Edward." Falei apavorada. "Oi amor" Atendi, disfarçando a tensão da minha voz.
"Bella." Ele suspirou aliviado. "O que aconteceu? Jacob foi aí e você não abriu a porta." Eu pensei em milhares de coisas para falar, mas independente da mentira mais brilhante que eu conseguisse elaborar, Edward saberia que eu não estava falando a verdade.
"E-e-eu… Eu saí." Admiti e afastei o telefone para me poupar do grito que ele daria.
"O quê?"
"Eu decidi sair, Edward." Revirei os olhos.
"E qual foi o ser irracional que tirou você de casa?" Ele exigiu.
"Isso não vem ao caso." Respondi olhando para Jasper.
"Onde você está?"
"Assunto confidencial." Afastei o telefone mais uma vez e coloquei minha mão para que Edward não pudesse me ouvir. "Ele quer saber onde eu estou..." Disse a Jasper.
"Você que sabe." Ele encolheu os ombros.
"Eutô no Four Seasons." Disse a verdade.
"Já estou indo." E com isso ele desligou o telefone.
"Ele vem." Anunciei desanimada. "É, foi bom enquanto durou."
Graças ao trânsito ou a qualquer outro motivo, eu tinha conseguido saborear meu almoço e ainda escapar para minha loja de tortas favoritas no Farmer's Market. De fato, eu estava no meu segundo pedaço de torta quando Edward chegou.
"Jasper." Ele fuzilou o cunhado com um olhar. "Eu esperava isso da Alice, mas nunca de você."
"Eu só fiz o que sua esposa pediu." Ele apontou.
"Muito obrigada." Rosnei para ele.
"Você disse a ele onde nós estávamos." Jasper devolveu.
"Você disse que podia." Lembrei.
"Parem vocês dois!" Edward interviu."Os dois foram irresponsáveis."
"Deixa eu comer minha torta em paz. Depois você briga em casa." Ordenei. Eu não queria confusão, tudo o que eu queria naquele momento era a minha torta mousse de chocolate e nada mais.
Depois de devorar meu segundo pedaço e de pedir metade da torta para a viagem, o meu passeio estava finalizado. Claro que quem declarou isso não poderia ser outro a não ser Edward. Despedi-me de Jasper e agradeci pelo passeio. Mesmo naquele breve momento, ele tinha me proporcionado o alívio que eu precisava depois de dias tão estressantes. Acompanhei Edward até seu carro, já que ele estava decidido a não me deixar voltar com o Jasper.
"Bella..." Ele tentou conversar enquanto dirigia, mas eu não tinha o menor saco para aquilo.
"Quando a gente chegar em casa." Avisei, e encostei minha cabeça na janela.
O cansaço tomou conta de mim, e acabei adormecendo a caminho de casa. Essa era mais uma das vantagens de se estar grávida: a sensação de um constante e interminável cansaço. Se você acordasse, você ficava com sono; se você comesse, você ficava com sono; se você andasse, você ficava com sono; se você fizesse qualquer coisa, lá estava sua cama de braços abertos para te receber.
O som do motor sendo desligado me acordou. Ótimo. Eu já estava em casa. Abri meus olhos e pisquei várias vezes até que eu conseguisse, de uma maneira bem rudimentar, colocar meus pensamentos em ordem.
"Muito bem." Edward fez um gesto para que eu começasse a falar. Felizmente, conseguimos chegar até o quarto antes de o sermão começar.
"Eu sei que eu deveria ter te avisado, mas não foi o fim do mundo." Tentei arrazoar. Não era como se eu tivesse saído por aí sozinha e caminhado centenas de quilômetros.
"Você tem que ficar de repouso." Ele lembrou.
"E eu também não posso me estressar." Falei. Edward suspirou irritado e afrouxou a gravata, antes de jogá-la na cadeira junto com o paletó. "Eu tenho que ficar de repouso, eu sei disso. Mas eu só fui almoçar fora e depois fui até o Farmer's Market para comprar algumas coisinhas e a minha torta de chocolate."
"Bella, a sua gravidez é de risco. O médico mesmo falou que os gêmeos podem nascer a qualquer momento." Suspirei. Eu sabia que ele estava certo, mas eu também não estava errada.
"Eu sei. E eu estou pegando leve, mas eu não posso ficar confinada aqui, vendo pessoas apenas através da televisão."
"Mas eu falei que Jacob viria aqui, para você ajudá-lo."
"Eu sei, e eu achei ótimo que você tenha feito isso por mim. Mas eu também preciso sair, respirar ar puro." Apontei e vi quando um olhar arteiro iluminou seu rosto."E não me diga que é para eu ficar na beira da piscina que eu juro que eu bato em você." Edward gargalhou e eu senti meu corpo relaxar.
"Eu me preocupo com você." Ele confessou e me envolveu nos seus braços. O quanto ele pôde, já que a barriga atrapalhava um pouco.
"Eu sei." Respirei, e senti aquele cheiro tão familiar me confortando.
"Eu não quero passar por aquilo de novo. Ver você daquele jeito..." Ele respirou fundo e enterrou seu rosto no meu pescoço.
"Shhh, eu estou aqui!" Abracei-o mais forte que pude. Seus lábios beijaram meu pescoço e fizeram um caminho pelo meu queixo até chegar a minha boca. Primeiro ele beijou meu lábio superior, depois o inferior até que finalmente sua língua encontrou a minha numa doce e tímida exploração. Mas cedo demais, Edward já se separava de mim.
"Acho melhor eu tomar um banho." Ele murmurou. Eu não agüentava mais ouvir aquela droga de frase.
"Não." Protestei. Será que ele não conseguia ver que ele não era o único que sofria com esse celibato forçado?
"Nós não podemos. O médico disse..." Ele tentou argumentar, mas eu não estava com paciência para ouvir toda aquela história de novo.
"O médico disse nada de penetração. Mas nós podemos nos divertir de outras maneiras." Pisquei pra ele sedutoramente. "O que você me diz?"
"Bella, eu..." Ele suspirou.
"Eu sei que você não vai me machucar."
Edward me envolveu em seus braços tanto quanto pode, me beijando logo em seguida. Pareciam milênios desde a última vez que ele tinha me beijado daquele jeito. Sua língua invadiu minha boca brutalmente. Sua mão direita enterrou-se no meu cabelo, enquanto a outra se ocupava em acariciar a lateral do meu corpo. Minhas mãos que permaneciam inertes em volta de seu pescoço, finalmente ganharam vida.
Como eu sentia falta dele! Do cheiro, do gosto, do calor, do toque...Tentei desabotoar sua blusa o mais rápido que pude. Mas como alguns dizem por aí, a pressa é inimiga da perfeição. De fato, solucionar um cubo mágico era mais fácil do que abrir aqueles botões. Notando a minha dificuldade, Edward se separou de mim.
"Apressadinha, não?" Ele riu. O idiota estava rindo da minha cara. Edward se livrou da blusa na velocidade da luz e fez o mesmo com as calças. "Para facilitar sua vida." Ele explicou, piscando para mim. Ele estava com uma boxer vermelha, e minha mente um pouco criativa já imaginou ele, usando aquela cueca e um gorro vermelho. Aquele seria meu presente ideal de Natal. "Agora é a sua vez." Ele sorriu e fez um gesto com o dedo para que eu me virasse, ficando de costas para ele. Edward abriu o vestido, deslizando o fecho lentamente, com certeza exercendo seus conhecimentos em tortura medieval.
Enquanto me livrava do vestido, Edward ia depositando beijos na pele onde o tecido descobria. Ele começou pelo pescoço, ombros, descendo pelas costas até chegar à calcinha, onde ele mordeu minhas nádegas.
Meu corpo estava em chamas e eu podia sentir cada pêlo do meu corpo eriçado com cada toque dele. Edward colou seu corpo no meu e eu pude sentir sua ereção no meu traseiro. Seus lábios voltaram ao meu pescoço ao mesmo tempo que suas mãos massageavam meus seios, ainda cobertos pelo sutiã.
"Hmm" Suspirei e encostei minha cabeça em seu ombro, dando-lhe total acesso ao meu pescoço.
"Eu quero você nua." Ele anunciou, e eu senti sua língua passear pela coluna do meu pescoço, para logo em seguida seu dentes fazerem o mesmo caminho. A sensação dos dentes dele arranhando a minha pele mandava choques por todo o meu corpo. Eu já podia sentir meu mamilos endurecendo contra o material que os envolvia. "Deita na cama." Ele sussurrou no meu ouvido.
Fiz o que ele pediu, mas antes decidi descartar o sutiã no meio do caminho. Quando eu já estava deitada no centro da cama, Edward veio para o meu lado e deitou-se ali. Ficamos nos olhando por um longo momento. Aquilo não se tratava apenas de uma reaproximação física, mas uma reaproximação em todos os sentidos. Era inegável que o meu incidente tinha mexido com a dinâmica da nossa relação.
Eu passava a maior parte do dia sozinha e quando Edward chegava, ele gastava cada segundo do seu tempo comigo. Porém, estava longe de ser aquele meu melhor amigo que tirava sarro dos filmes que eu assistia, que implicava com as minhas escolhas de leituras e alimentação. Eu sabia que aquela era a maneira dele de se curar, depois de todas as coisas que tinham acontecido. Mas eu queria o meu marido de volta, o meu melhor amigo, não aquela versão estressada e sempre preocupada das últimas semanas.
Acariciei o rosto dele, ao que ele suspirou e fechou os olhos. Ele permaneceu assim por um tempo, até que abriu novamente seus olhos verdes e fitou os meus. Um pequeno sorriso apareceu no seu rosto e eu sorri de volta.
"Senti falta disso." Disse referindo-me ao seu sorriso.
"Eu estou sendo um verdadeiro chato, não estou?"
"Eu não diria assim dessa maneira..."
"Pode ser sincera. A Renata já falou isso na minha cara." Uma risada escapou dos lábios dele e eu o acompanhei. Aquela sensação era tão boa. "É só que..."
"Edward, você não precisa me explicar, eu entendo." Eu entendia todos os cuidados e os medos dele, porque se a situação fosse inversa, eu sabia que me sentiria da mesma forma.
Puxei seu rosto contra o meu, até que nossas bocas estivessem a milímetros de distância. Edward beijou minha boca, pressionando seu peito contra o meu. Com sua única mão livre, Edward acariciava o contorno dos meus seios e a minha barriga, deixando-me cada vez mais excitada.
Sua mão deslizava pelo meu corpo, ao mesmo tempo em que a minha se aventurava pelo corpo dele. Necessitada por ar, separei minha boca da dele, mas Edward continuava sua exploração pelo meu corpo.
Seus lábios passeavam pelo meu pescoço e ombros, até chegar ao vale entre os meus seios. O modo que ele provocava os meus seios, com sua língua e dentes, me deixava cada vez mais molhada. Seus beijos desceram até a minha barriga e o ar faltou aos meus pulmões, ao sentir que ele retirava a minha calcinha.
Coloquei minha mão por dentro da boxer que ele usava, e pude senti-lo quente e duro, o que me deixou ainda mais molhada. Com ajuda, retirei aquela infame peça que me impedia de vê-lo em toda sua glória. Anos tinham se passado, mas eu não conseguia deixar de admirá-lo, e internamente eu rezava para que aquele sentimento nunca se acabasse.
Edward voltou a colar sua boca na minha, ao mesmo tempo em que me provocava com seus dedos. Fechei minha mão em torno do seu membro, e comecei a movimentá-la de um jeito que sabia que ele gostava.
"Não para." Ele resfolegou, quando raspei meus dentes em seu pescoço.
E eu não parei- e nem ele- até que o êxtase tomou conta de nossos corpos.
Reviews:
Marii: Ownnnn Muito obrigada! Pode apostar que só algo muito grave me faria parar de escrever :)
Dariane Cristina:Agora nesse capítulo eu diria: coitada da Bella huahauahauhau
Jana Mi: Concordo, essa Bella tem a mania de ser otimista demais! Embora ele não tenha se dado conta, ali estava em jogo as vidas de 3 pessoas que ele ama. Era natural que ele se sentisse daquele modo.
Luna Sophie: Não vejo a hora deles nascerem *_* O Alec é um idiota mesmo
Aliscirp: Sim, sim! E principalmente os babys *_*
Kivia: MALUCAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Que saudades de tu 3 Nem fala em ADSO porque eu to sofrendo pra escrever o último capítulo. Acho que uma parte de mim não quer dizer Adeus, sabe? Desse Edward você gosta, né?
TaTa B-P: Eu concordo com você, mas essa Bella tem a péssima mania de ver o melhor nas pessoas, com exceção da Tanya claro hauahuahaua Mas eu acho que ela percebe que o que o Alec tem e uma doença e que ele precisa ser tratado.
Xugatona:E olha só, outra miragem acontecendo hauahauah Por isso que eu gusto de leitoras cientes do fato que não podem me matar até eu acabar a história...Como essa está pra acabar, vc não quer ler nenhuma outra história não? Quem sabe assim eu ganho alguns meses de vida hauahuahaua
