N/A: amores, era para eu ter postado a parte II ontem á noite, mas não deu tempo ;x
Mas cá estou eu, de novo, postando lindamente para vocês! :DDDDD
Esse capítulo tá SUPER curto... eu nem estou me reconhecendo, mas como está dividido em partes, então... espero que vocês estejam gostando dessa nova forma de postar :D
Como pedido, novamente, OI PrisPOP!! :D
Oi para todo mundo que deixou review também, vocês são demais!!! é por causa de vocês que eu estou postando quase todo dia :D
aaaaaaah... Esther Crystine, eu tenho orkut, sim!! procura lá "Natália Marques" com a mãçazinha de Twilight, que você me acha! Eu sou de Marília, SP! :D
Aaah e não se esqueçam da comunidade que eu tenho no orkut!! Chama "Eu leio as fics da Natália", participem vocês tb, viu?
Agradeço as reviews, e vamos aos 'ois': Oiiiiiii, thata, ReneesmePaladonaiBlackLautner, Bibi, Mimy Cullen , PrisPOP, Naii, Joyce Flexa, Rêeh S., ChastityKeat, geise,(explicação depois do capítulo!), Lara Brasil, Marydf Evans Cullen, Lilian, Alice Cullen, Aninha*, Esther Crystine, Andy Masen!!
Valeu mesmo pelas reviews, eu amei toooooooooooooooodas!
Então sem mais delongas, que venha a parte II!
so, ENJOY!
Capítulo 22 - QUANDO SE TEM UM ORGULHO A PRESERVAR.
PARTE II
"O QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI, EDWARD?"
Quais eram as possibilidades de eu estar tendo uma alucinação?
É... É... É...
Nenhuma. Não com várias pessoas em volta, não no meio de uma boate, não segundos antes de sentir o calor de seu corpo.
Inferno!
"Bella..." Ele murmurou se aproximando de mim em um passo e me puxando para um forte abraço. Meus braços ficaram inertes ao lado do meu corpo, e meus olhos arregalados de encontro ao ombro dele.
Parecia que todo o som ao meu redor, se tornara uma vaga música de fundo. E as pessoas, dançavam, gesticulavam em câmera lenta, e em um plano diferente do nosso.
Eu ainda estava boba com os acontecimentos. Afinal, eu não estava indo atrás do cara loirinho?
E que diabos um padre estava fazendo no meio de uma boate?
Tinha coisa mais sem sentido do que isso?
"Me perdoa... Me perdoa..." Ele murmurava repetidamente no meu ouvido, fazendo meus pêlinhos eriçarem com seu hálito em contato com meu ouvido e todo o seu corpo abraçado no meu.
Perdoar do que mesmo?
Ah... Verdade. Com um enorme choque de consciência eu tomei noção de tudo o que estava acontecendo ao meu redor, e afastei Edward com um empurrão.
Ele não estava pronto para isso, portanto ele recuou vários passos, esbarrando em algumas pessoas totalmente alheias no caminho.
Vire-me rapidamente e queria sair o mais rápido dali, porém sua mão segurou meu cotovelo, me forçando a me voltar para ele.
"Por favor..." Eu quase não ouvi sua voz, devido o som ao nosso redor, mas lendo seus lábios eu consegui distinguir as palavras.
Os seus olhos verdes brilhavam com um algo totalmente diferente do que eu já havia visto, e sua boca se retorcia em uma espécie de beicinho involuntário. Edward estava mais lindo do que nunca, e a vontade que eu tinha de correr para seus braços e simplesmente deixar rolar, era imensa...
Porém eu tinha um orgulho a preservar.
E claro, eu nunca poderia deixar de lado todas as coisas que ele havia dito para mim há duas semanas.
De repente, puxei todo o ar que eu conseguia, e gritei um grande e sonoro:
"NÃO!"
Sua expressão caiu e seu aperto no meu apreso afrouxou, mas quando tentei me livrar, eu não consegui e ele voltou a firmá-lo.
"Bella... Me ouça..." Ele pediu suplicante.
"Eu já te ouvi demais!" Gritei pela música pedindo com os olhos para que ele me soltasse, porém ele aparentava ignorar.
"Não, você..."
"JÁ CHEGA EDWARD!" Berrei de volta, mas como tudo o que é de má sorte, é realmente de má sorte. Justo na hora em que eu gritei, houve uma pausa na música e pareceu que todo o mundo ouvira o que eu falara e se virara para nossa direção.
Quis me esconder atrás do cabelo, mas acho que não deu muito certo. Mas graças á um bom Deus, cada um estava envolto mais em seu próprio mundo do que em uma mulher descabelada gritando com um padre dentro de uma boate.
"E agora uma canção para os apaixonados..." Um cara que estava quase caindo e rolando com o microfone nas mãos, enquanto tentava equilibrar o copo de vodca, falou do palco: "Você, Ic... Que tá vendo aquela gatinha ali no bar, ou dançando Single Ladies... É sua chance... Vamos lá, sedução! Vamos colocar um tango gostoso, embora você não saiba dançar infeliz, é uma dança de pegada... Então, manda bala! É para vocês. Solta ae Judeilson! Vamo cair pra dentro!"
Soltei um último olhar para Edward e tentei fugir dele em seu momento de distração. Ok. Me corrijo. No que PENSEI que fosse seu momento de descontração! Ele não tirava os olhos de mim, e eu ainda continuava presa pelos seus braços.
"Me solta... Acabou entre a gente." Murmurei, mas sabia que ele havia entendido.
"Não acabou." Ele falou resoluto me puxando para seus braços. E rapidamente e quase abruptamente, um braço seu circundava minha cintura, e outro segurava minha mão. Sua face estava a centímetros da minha, e nossas respirações se misturavam em uma lufada de ar.
O maldito tango começou e os casais rindo, cambaleando começaram a dançar, enquanto eu fuzilava Edward com os olhos.
O que ele queria agora também? Uma humilhação em rede 'boatal'? Inferno! Eu nem sabia dançar tango!
E que tipo de boate coloca tango na discografia?
Eu vou processar essa boate e...
Edward me puxou mais para ele ainda, e nossos corpos se esmagaram, minha boca se abriu em um "O", e o ar faltou em meus pulmões, enquanto Edward com um sorriso torto meio presunçoso começava a me guiar de um lado para o outro.
"Eu. Vou. Te. Matar." Murmurei entre dentes enquanto ele enroscava seu pé no meu, e me fazia cair para trás.
Quando voltei à posição normal, com o cabelo esvoaçando atrás de mim, sua boca estava no meu pescoço e subiu lentamente, fazendo com que nossos olhos logo se encontrassem.
"Eu não vou fazer você largar de mim."
Eu fiquei em choque.
"Eu largar de você?" Ele me rodopiou. "Você ficou maluco além de bipolar?"
Ele estreitou os olhos e me puxou de volta, dando algumas voltas.
Mas que maldita idéia da boate de colocar tango naquele espaço ínfimo!
Eu já disse que iria processá-la? E que ela nunca mais contaria com minha ilustríssima presença?
"Eu sou apenas humano, Bella."
"Eu sou humana também!" Retruquei. Suas mãos se firmaram mais ainda em minha cintura, pressionando-a com força.
"Eu me arrependo..." Ele disse me encarando firmemente nos olhos.
O torpor que me invadiu era intenso, afinal, eu AMAVA aquele homem.
A vontade de puxar aquela boca linda e sedutora para meus lábios, de abraçá-lo e dizer "Hey, tá tudo bem", era imensa, mas as lembranças vinham e iam a minha mente e eu simplesmente não conseguia afastá-las.
Eu tinha que me controlar. Algo que se chamava 'amor próprio' gritava dentro de mim.
"O seu arrependimento não me interessa!" Gritei de volta. Ele me encarou com um misto de fúria e frustração, e eu gritei assim que senti o ar se perder ao meu redor.
Eu caí para trás, mas antes que eu pudesse chegar ao chão, Edward me segurara com as mãos fortes, e subira lentamente novamente, enquanto eu tentava simplesmente manter o coração no limite abaixo dos 200 batimentos por minuto, e a respiração pelo menos regular.
De repente o rosto de Edward se enterrara na região dos meus cabelos e sua boca explorava a região da minha nuca. Senti seu hálito em minha orelha, e me fazendo estremecer dos pés á cabeça, como se estivesse tomando sol no Alaska, ele sussurrou:
"Mas você me ama."
Eu neguei veemente tentando manter algum pensamento concreto em minha humilde mente. Fechei meus olhos me deixando levar pelo odor da loção pós barba que irradiava da pele dele, que me fazia ver estrelas e desejá-lo.
"Sim... Você sabe..." Ele continuou e mordeu o lóbulo da minha orelha.
Edward então endireitou a postura e voltamos a nos encarar nos olhos, lançando uma batalha mortal apenas pelo olhar.
Eu queria entender aquela sua mente bipolar, problemática e sacerdotal, mas realmente o cara lá de cima não me dera o dom da inteligência.
Por que ele estava fazendo aquilo comigo, depois de tudo o que ele havia me falado?
"E que diferença isso faz, se você não ama na mesma intensidade?" Retruquei com desprezo. "Afinal, quem fala o que você falou quem acusa o que você acusou, não ama realmente..."
Seus olhos de repente se tornaram quase pretos, e sua boca se tornou uma linha dura. Edward parara seu movimento, e ao nosso redor as pessoas continuavam se movimentando, porém eu e ele simplesmente nos encarávamos.
"Você me magoou de demais..." Sussurrei.
"Como você pode dizer que eu não te amo?" Ele disse quase cuspindo as palavras. O tango acabara, e logo outro 'puts, puts' voltara em ação, mas continuávamos ali no meio.
"Você diz, mas não demonstra!" Gritei.
"Não demonstro?" Ele me olhou incrédulo. "Bella, eu estava pronto para largar uma vida de oito anos por você... Uma vocação por você... Fiéis que acreditavam em mim, pessoas que ouviam minhas músicas e seguiam minhas palavras... Eu estava pronta para deixar tudo POR você... E você me diz que eu não te amo?"
Eu engoli em seco.
"Do que adianta tudo isso, para estragar tudo com vinte minutos de palavras acusadoras?"
Ele me encarou longamente e de repente me deu um forte abraço, quase arrancando o ar em meus pulmões.
"Me perdoa..."
"Para você me magoar de novo?" Ele se afastou e eu procurei em seus olhos alguma coisa. Somente encontrei... Tristeza. Aquilo me mordeu o coração.
"Me dá mais uma chance."
Eu pensei... Eu juro que pensei, porém... A decisão já estava tomada, e eu não podia voltar atrás.
"Não..."
"Bella." Ele me abraçou forte de novo como que não querendo que eu escapasse dali. Eu não retribuí seu abraço, nem tentei impedi-lo. Só fiquei ali, parada, estática, feito uma pedra, fechando os olhos e tentando controlar as lágrimas.
Depois do que pareceu uma eternidade, seus braços se afrouxaram e ele procurou entender minha expressão.
As lágrimas que poderiam cair agora, não caíram, porque eu já tinha as eliminado durante as intermináveis primeiras noites depois do 'grand finale'.
"Por favor..." Ele pediu novamente formando o pequeno beicinho que me dava vontade de apertar. Eu fechei os olhos e respirei fundo.
"Deus sabe quantas vezes eu já sofri por você, Edward." Foi tudo o que eu respondi, antes de me virar e abrir espaço entre a multidão. Mas não cheguei a dar dois passos, quando ouvi sua voz alta e estridente.
"EU ACREDITO QUE VOCÊ ESTEJA ESPERANDO UM FILHO MEU, BELLA."
Eu parei no meu lugar, minhas mãos se fechando em punhos contra meu corpo, e me virei lentamente para olhá-lo.
"O quê?" Perguntei em um sussurro. Ele tentou se aproximar, mas uma barreira de pessoas nos impedia.
"EU ACREDITO!" Li as palavras em sua boca. Ele tentou abrir caminho entre as pessoas, mas não conseguira, enquanto isso eu procurava em minha mente alguma coisa útil para fazer ou para falar.
De repente senti braços em meu ombro, e depois de me recuperar do susto momentâneo, vi Jake me olhando preocupado.
"Está bem?" Assenti notando pela primeira vez que eu estava suando.
"Bella..." Edward tentou me chamar, e eu tentei chegar até ele em uma atitude frustrada, eu queria perguntar 'o que isso vai mudar as coisas afinal? Você não acreditou em mim!', mas a barreira humana havia aumentado furiosamente e eu só conseguia distinguir seus cabelos dourados na multidão.
Um lado de meu ser queria ir até ele e dizer que eu dava seu perdão e que ficaríamos felizes juntos, mas outro achava que não era melhor coisa a se fazer.
"Mas olha só minha gente... Acabamos de saber que uma presença ilustre está aqui hoje..."
"EDWARD!" Tentei gritar, mas já nem o via mais.
"É o padre Edward!"
Logo houve vários assovios, e aplausos. Edward como padre jovem era muito bem recebido, mas também não TANTO assim que as pessoas parassem de dançar por sua causa.
Alguém o empurrou para o palco e eu o encarei longamente. Seu olhar procurava alguém no meio da multidão, e de repente recaiu sobre uma mulher e um homem parados no meio de pessoas dançando e se misturando.
Seus olhos me encararam suplicantes e sua boca murmurou um "Bella..."
Senti a mão de Jake no meu ombro, e dei um meio sorriso para ele, enquanto enxugava meus olhos com a manga da camisa.
"Você está bem?" Ele perguntou de novo.
"Estou." Fiquei de costas para o palco e pisquei várias vezes a fim de controlar as possíveis lágrimas. Eu não deixaria Jake me ver chorando por Edward. Não deixaria. "Vamos embora...?"
"Tem certeza?"
Assenti, ele suspirou, e colocando seu casaco em volta dos meus ombros, me guiou rumo á saída.
Eu lancei uma última olhada para o palco onde o locutor bêbado pedia para Edward dançar um funk, e encontrei seu olhar nos seguindo.
Fechei os olhos e os abri novamente, e me virei.
Sorri para Jake e continuei andando a passos firmes.
Eu tinha plena consciência que aquela era a segunda vez que eu virava as costas para Edward.
Mil pensamentos vinham em minha mente e a única coisa que eu queria consolidar era a parte de ir para o ponto mais alto do Rockfeller Center e me jogar de lá.
Por que... Vou te contar vida mais complicada do que a minha realmente não tinha.
Não era a toa que eu tinha uma Lei com meu nome, também não era a toa que eu fazia até parte dos Azarados Anônimos Celestial, nem a toa que eu era sem teto, morava em casa de favor dos psedos-ex-sogros, era uma desemprega, uma mal amada, e daqui a pouco até a Sky roubariam de mim.
"Ei, Bella... Não esquenta não... Isso faz mal para o bebê." Jake se deu a apresentar ao meu lado. Ele dirigia silenciosamente e eu não gostava daquilo. Ficar só com os pensamentos problemáticos na cabeça não era algo bom. Eu precisava me distrair.
"Está tudo bem... Eu sinto que o bebê puxou a mãe. É forte."
"Tenho certeza que sim..." Ele disse mordendo os lábios.
"Aconteceu alguma coisa Jake?"
"Não, nada." Ele desconversou.
Como ainda estava cedo, nós fomos até uma pequena lanchonete para comermos qualquer coisa de super engordativa que tinha lá.
Jake conseguiu a façanha de me fazer rir, embora mais de desgraça do que qualquer outra coisa.
A noite se passou voando, e eu tentava ao máximo tirar Edward de minha cabeça, e seu olhar e sua voz pedindo perdão, mais uma chance e dizendo que acreditava que eu estava esperando um filho.
Logo estávamos no carro novamente e na frente da casa dos Cullens, Jake se virou e me encarou lentamente, observando calmamente minha expressão.
"Bella, essa não foi nem a maneira que eu planejei, nem o modo como eu queria fazer... Mas eu sinto que é necessário..." Ele mordeu os lábios.
"O que foi?" Analisei sua expressão compenetrada. Um vinco divertido se formava no meio de sua testa, e eu logo tratei de tirá-lo.
"É... Bem... É..."
"Desembucha homem." Apressei. Afinal, eu precisava ir ao banheiro!
Ele respirou fundo várias vezes, se endireitou no banco inúmeras vezes, até que finalmente seus olhos encontraram os meus novamente, e ele falou tudo de uma vez:
"Bella, você quer CASAR COMIGO?"
TCHATCHATCHATCHA.........
Ok, parei com meu momento suspense!
será que Bella vai aceitar? hmmmm, não sei :D
e por favor, não fiquem com raiva do Ed querido, ele já tem muitos traumas na vida dele, primeiro aos 13 anos com a namorada que usava ele, depois com Tanya que mentiu para ele, ivnentou uma gravidez para dar o golpe do baú, e quando chega Bella, ele vê o passado passando na frente dele de novo?
Mas ele viu que estava sendo um escroto, e quis contornar, agora será que BElla irá aceitá-lo de volta? :D
Bemmmmmm... MAIS UMA VEZ EU EXPLICO!
EU BRINQUEI QUANDO DISSE QUE O EPÍLOGO SERIA O PRÓXIMO CAPÍTULO, EU QUERIA FAZER UM SUSPENSINHO!
A fic tá em reta final, mas ainda tem dois meses até chegar o fim e consequentemente o epílogo! :D
então, não se desesperem, e a fic vai acabar com alegria, e não com essa tristeza que eu tenho ai, certo?
Já comecei a escrever o capítulo 23 na verdade, o primeiro parágrafo, mas vou tentar vir postar depois... provavelmente quarta eu já o tenho pronto :)
maaaas, mandem muitas reviews lindas e façam uma autora supeeer feliz e realizada! :D
e quem estiver fazendo teorias á torto e a direito ai, lembrem-se de uma coisa 'o tempo!"
estamos em Abril de 2008 na fic, vocês lembram a data do casamento? ;x
beeem, até mais então!!
beeeeeeijos
AMO VOCÊS!
