Descrevendo uma história:

Cap.25.- A dor continua.

Miroku olhou para Kagome deitada sobre o sofá. Ele havia chegado do trabalho e ela continuava dormindo. Sango já havia contado tudo o que havia acontecido, tudo o que ela sabia e tudo o que pensava sobre o ocorrido.

-O que vamos fazer? –Sango perguntou ao marido. O bebê estava em seu colo. Miroku havia o pego com o avô de Kagome.

-Bem, acho melhor ela ficar por aqui hoje.

-Sim, eu sei.

-Sem contar que eu encontrei Inuyasha quando fui buscar o nosso pequeno.

-O quê? –Sango espantou-se, mas, ela sabia que no fundo isso seria o esperado. –Aconteceu alguma coisa...? –ela quis saber, Inuyasha deveria estar totalmente desequilibrado.

-Não. Eu só dei um soco nele.

Sango levou um susto tão grande ao ouvir que seu marido havia batido em alguém que quase derrubou o filho no chão. –Mas, como?

Miroku não respondeu, apenas, deu um sorriso. Com um suspiro pegou Kagome no colo com cuidado para não acordá-la. –Eu vou colocar essa rapariga no quarto do nosso pequeno, afinal, lá já tem uma cama de solteiro.

-Sua culpa. –Sango rindo. –Você que quis ser apressado.

-Crianças crescem rápido. Olha essa daqui. –apontando com o queixo para Kagome.

-Nem me fala que eu já estou me sentindo velha. – Sango disse com pesar.

Miroku riu com a graça da mulher. Mas, logo parou, Kagome havia se mexido um pouco em seu colo. – Me deixa colocar essa criança no berço.

-Certo. O nosso pequeno já está quase dormindo.

Inuyasha praguejou Miroku mil e uma vezes, enquanto colocava gelo em sua boca inchada. A cada toque com o gelo em sua boca, ele ia lembrando tudo o que havia passado há algumas horas atrás.

Ele havia corrido até a casa de Kagome. Ele a queria tanto. Queria reparar o seu erro, o seu imenso erro. Porém, ao chegar à casa dela, ali na frente de sua porta, encontrou Miroku.

-Kagome está? –Inuyasha perguntou. Não sabia se ele ia entrar ou estava saindo, só sabia que deveria achá-la o mais rápido possível.

-Eu acabei de chegar aqui, estava indo tocar campainha. –explicou o amigo dela.



-Ah. –Inuyasha ficou decepcionado. –Então, toque a campainha. –pediu, mas, sua voz saiu um pouco apressada e aflita e pareceu mais uma ordem.

-Não. Eu preciso falar com você antes. Ainda bem que apareceu agora, antes de eu apertar a campainha. Afinal, eu vim buscar o meu filho e não quero logo cedo ensiná-lo que existem caras maus nessa terra.

Inuyasha havia entendido tudo o que ele estava falando. Porém, fingiu não entender. Fez uma cara confusa. –O quê? Não estou entendendo. –mentiu.

Miroku balançou a cabeça negativamente. –Inuyasha, você é um cara legal. Sério, eu realmente acho isso. Eu só não sei por que os seus pensamentos ainda estão distorcidos. Olhe direito para você.

Inuyasha não respondeu. Afinal, ele não tinha muito que dizer.

-Então, analise-se. Não há como você apenas pedir desculpa por tudo o que você fez, sim, eu sei. Nem que você pareça extremamente arrependido nada vai mudar. Você já esqueceu o que aconteceu com Kouga e Kagome? Ele sempre veio pedir perdão, mas, nada mudava... Eu gostaria que com vocês não fossem assim. Mas, antes disso, - Miroku se aproximou de Inuyasha. – eu vou te dar um presente.

Antes que Inuyasha pudesse reagir Miroku lhe deu um soco em sua boca, o sangue espirrou caindo sobre a calçada, gotas grandes pingando dela, tornando-a vermelha. O sabor sangüíneo tomou conta de sua boca, Inuyasha cuspiu.

Miroku tocou a campainha. –Aliás, ela não está aqui. Ela está na minha casa. Dê um tempo para ela, certo? Acho que você também está precisando de um.

Inuyasha virou-se e foi embora. Agora em sua casa, estava pensando nas palavras daquele cara, tudo o que ele havia dito parecia fazer algum sentido, apesar de Inuyasha estar fervendo de ódio dele devido ao soco.

Mas, então como ele faria? Como ele faria para ser perdoado?

Ele precisava de uma luz.

Ele precisava que algo o iluminasse e surgisse dando mil idéias. Mostrando o caminho certo. Pelo menos desta vez ele precisava acertar.

A sua cabeça havia começado a latejar. Inuyasha estava perdido. Ele sentia isso.

Ela abriu os olhos não reconhecendo aquele lugar. Um quarto de criança? Uma caixa cheia de brinquedos. Um berço ao lado esquerdo da cama e do direito um armário branco e azul marinho. Uma cortina cheia de desenhos 

de aviões e helicópteros. Kagome não sabia onde estava. Levantou-se em um pulo assustada. Tudo o que havia acontecido, ela foi se lembrando e sua cabeça começou a doer. Sentou-se novamente e as lágrimas vieram. Ela não queria mais chorar, mas, como as conteria? Ela não podia simplesmente as engolir, era impossível.

-Inuyasha. –murmurou. Ela não queria voltar a pensar nele, porém, o seu coração ainda doía e sua mente ainda o amaldiçoava por tê-la enganado. Feito da vida dela uma grande piada.

Ela riu nervosa.

-Eu fui enganada mais uma vez. –concluiu sentindo um imenso pesar.

Não havia sido igual à traição de Kouga. Aquela cena nunca sairia da mente dela. Agora era ele, o seu ex-noivo, quem lhe trouxe a verdade, quem lhe mostrou que estava sendo enganada. Quem mais saberia? Quem mais estava a enganando todo esse tempo?

Mil perguntas apareciam na mente dela. Kagome não sabia bem o que fazer. Quem havia lhe trazido a luz, havia a colocado de forma tão cruel na escuridão... Mais uma vez. Limpou as lágrimas e engoliu o seco. Ela precisava arranjar forças. Aos poucos foi lembrando que havia vindo atrás de Sango. Então, esse deveria ser o quarto do pequeno de sua amiga. Ela sorriu ao ver que tinha bons amigos e que apesar de tudo ainda havia em quem confiar. Porém, tudo parecia extremamente difícil.

Talvez...

Talvez, ela estivesse amaldiçoada. Ela não havia sido feito para encontrar quem a quisesse mais que amiga, que a quisesse embargar a noite, que confiasse nela e que ela pudesse confiar.

Kagome não servia para ser amada.

As lágrimas estavam prestes a voltar quando Sango abriu a porta.

-Acordou. Ainda bem. –a amiga disse. –Você em dormido desde ontem.

-Oh... Não! E minha família? –Kagome lembrou como havia sido agressiva no dia anterior com sua irmã e tão mal-educada com sua mãe.

-Tudo bem, eu já expliquei tudo. Eles são a família mais compreensível que eu já vi, por isso, minha amiga, pode ficar calma, que tudo está bem.

-Obrigada. –Kagome só podia agradecer nada mais do que isso.

-Sim, sim. Agora venha tomar café. Afinal, a vida continua. –Sango falou com doçura.

Kagome ficou parada. A vida continua. –A vida continua. –ela repetiu.

-Sim. –a amiga afirmou. –Um dia após o outro.



-Eu só tenho a impressão de que eu não queria que eles continuassem...

O comentário não foi bem-vindo. Sango franziu a testa desaprovando Kagome. –O quê? –perguntou.

-Eu não queria que eu tivesse mais dias para continuar. Eu estou cansada. Nada dá certo. Quem me trouxe a luz, agora me jogou na escuridão. Eu estou tão cansada... Eu queria tanto que tudo fosse diferente. O que foi isso nesses últimos seis meses? O que foi? Eu não consigo entender! Tudo não passou de uma mentira? Eu fui usada. Eu cansei! Não quero mais. Eu quero acabar com tudo isso. –enquanto falava as lágrimas caiam uma após a outra, sem cessar e sem pedir licença. – Eu não quero mais. Eu não quero mais. Não, não, não. –soluçou várias vezes. –Não quero mais ser usada. Quero arrancar esse maldito sentimento do meu peito. Eu quero arrancar com as minhas mãos e jogá-lo no lixo. –Kagome apertou o peito esquerdo com força. –Sango, Sango... Eu estou perdida, Sango. Eu não consigo mais, não consigo mesmo. Eu quero acabar com tudo de uma vez.

Depois que ela desabafou um silêncio se formou. As duras e angustiadas palavras de Kagome tornaram o clima pesado.

Sango a olhou com dó e pena, mas, com amor. Porém, sua testa continuava franzida.

-É nessas horas que eu queria parar de viver. –Kagome comentou aos prantos.

Sango não suportou. Ela não podia ouvir sua amiga dizer palavras tão melancólicas. Ela se aproximou de Kagome.

-Eu queria ter coragem para acabar de uma vez por todas com o meu sofrimento... –Kagome murmurou. –Essa dor que arde no meu peito. Essa dor que parece que não vai curar, esse rasgo que não quer fechar, porque quando fecha aparece alguém e abre. Eu não sei mais, não sei mais de nada. Eu tentei e me esforcei e no final o resultado foi o mesmo. Queria ter coragem para dar um fim nisso tudo a...

Sango não suportou mais ouvir Kagome falar daquele jeito, cada palavra vinha como uma agulhada em seu peito, cada uma delas faziam o coração de Sango sangrar. Ela levantou sua mão, fechou os olhos e com receio, porém, com força acertou um tapa na face direita da amiga.

O silêncio voltou.

O rosto de Kagome foi ficando vermelho e mais vermelho. A pancada havia sido forte. Mais forte do que Sango desejava.



Não era para ser assim, mas, ela precisava parar a amiga. Ela precisava ver que a realidade não era assim e que por mais que tudo parecesse ruim podia melhorar. Sempre havia como melhorar.

-Você esqueceu que também nós que te amamos sofremos?- Sango indagou brava.

Kagome a olhou descrente. Os sues olhos marejados não suportavam mais chorar, mas, não dava. As lágrimas vinham, mesmo com eles ardendo. Os olhos e a face, agora. O arrependimento. Uma dor no peito. Ela era idiota, pensou. Idiota demais fixava esse pensamento em sua mente.

Sango puxou Kagome para perto dela com a mesma mão que usou para esbofeteá-la. Os corpos das amigas se aproximaram e Sango envolve Kagome num abraço.

-Eu imploro que você seja forte. –pediu.

Kagome se sentiu mal, ela era tão egoísta. Como podia ser tão egoísta?

Quando o telefone tocou, ele não queria atender. Ele não queria falar com ninguém. Mas, veio em sua mente uma esperança, uma pequena e frágil esperança, ele esperava que ao atender fosse capaz de ouvir a voz de Kagome. Não importava se seria calma ou se seria histérica. Talvez, doesse um pouco se fosse uma voz chorosa. Ele ficaria mais feliz se pudesse ouvir os risos. Assim que colocou o telefone no ouvido veio a decepção. Nem era uma voz feminina, era a voz da pessoa que ele menos queria falar hoje.

-O que foi? –indagou com raiva antes que o irmão, do outro lado da minha, falasse mais alguma coisa além de um alô.

-Nossa que raiva é essa?

-Olha Sesshoumaru fala logo de uma vez que hoje eu estou explodindo.

-É? Por quê?

-Os meus problemas são meus problemas, certo? Não se mete.

-Eu já posso até imaginar.

-Por favor...

-Ela descobriu tudo, não foi?

-Ela quem? –Inuyasha quis se fazer de tonto, porém, era impossível. O irmão sabia da verdade há tempos, por isso havia sido gentil com Kagome aquele dia. Era óbvio. Inuyasha só não conseguiu perceber aquilo naquela hora.

-Vamos, meu irmão, você nunca foi tão burro assim. Burro, mas, não tanto.



-Sesshoumaru riu do outro lado da linha. –Sabe... Eu sabia que isso ia acontecer você começou a escrever de um jeito diferente, parecia que estava pondo os seus pensamentos. Eu percebi quando li sobre o Severo. Parecia exatamente o que você pensava de mim. Palavra por palavra. Você literalmente abriu o seu coração para essa obra.

-Cala a boca!

-Mas, bem, eu não liguei para falar para você o quanto você é um inútil, idiota, imbecil que não sabe fazer nada direito. Não, eu não liguei. Eu liguei apenas para falar que você vai ter a sua primeira entrevista sobre o livro. Eu não sei como ainda, mas, todos parecem gostar tanto do seu livro, mesmo com aquele final ridículo. De qualquer forma, eu estou até negociando uma continuação, o que você acha?

Inuyasha respirou fundo. Ele estava tão triste, porém, ele não podia ser hipócrita e mentir para si mesmo dizendo que ele não estava imensamente feliz com essas notícias. A sua primeira entrevista, sucesso do livro e continuação, esses pensamento começaram a rodar a sua mente.

-Bem, a entrevista será nessa quarta às três da tarde. Esteja na frente da estação de T.V. à uma da tarde. Se você se atrasar, eu te mato. Ah, aproveite que a gravação vai ser ao vivo. –falando isso desligou.

Inuyasha permaneceu segurando o telefone por algum tempo antes de se tocar que o irmão já havia desligado.

Como podia ser? Como? Kagome havia terminado tudo! Era para começar uma maré de azar, um rio de dores e sofrimentos. Ele precisava sofrer para aprender, porém... Ele estava com a sorte grande. Ele ia ser entrevista! Certo que ele não sabia bem por quem, ele não havia tido forças para perguntar. Mas... Mas... Ele ia ser entrevistado! Havia chances de ele fazer uma continuação do livro. Isso era sorte demais. O que era isso? Um balanceamento. Ele teria a mesma quantidade de dor e sofrimento?

-Uma continuação! –ele vibrou.

Seu coração palpitava tão rápido. Nasceu uma felicidade tão grande no seu peito que ele estava quase se esquecendo de Kagome...

-Oh, não...

A consciência veio.

Veio um pouco lerda, mas veio. Assim, de repente. Mas, devagar. Simplesmente do nada.

Como ele ia escrever um livro – um livro inteiro, sem Kagome?

Como?

Ele nunca ia ser capaz de fazer isso! Nunca em toda a sua vida.



A dor que havia passado voltou.

Agora com tudo acabado não havia volta. Ele não tinha como fazer isso. Kagome era quem lhe inspirava. Quem lhe mostrava a luz. Mas, ele a levou para as sombras do inferno e da escuridão.

-Eu duvido que ela queira ao menos ver o meu rosto.

Sango e Kagome sentaram-se na sala. Sango havia pego mais um dia de folga. A mãe de Kagome estava tomando conta da loja e o avô estava com o bebê e com Kaede, cuidado deles na casa de Kagome, junto com o irmão dela.

Miroku estava no trabalho.

-Está mais calma? –Sango perguntou.

-Sim.

-Então, vamos ver um pouco de televisão. A vida continua, certo?

-Sim.

Kagome não tinha palavras para agradecer à amiga. Como aquele casal de amigos podia ser tão bom para ela? Sempre a ajudando e ela tão ingrata. Ela estava tentando juntar todas as suas forças... Mas, era tão complicado. Mais uma vez... Havia acontecido mais uma vez.

Como Kouga... Certo, Kouga havia feito um pouco pior... Ela havia o pego fazendo... E Inuyasha havia usado a vida dela para ridicularizá-la num livro idiota, e tudo por dinheiro.

Simples, Kagome estava amaldiçoada. Ela só podia concluir isso.

-Não passa nada de bom nesses canais. –Sango comentou mexendo no controle, mudando de canal.

Então, ela parou num programa de entrevistas da apresentadora Nidoriku.

(...) Hoje vamos entrevistar a famosa atriz-mirin Kanna Sakai, sim, ela mesma que interpretou o mais novo filme de terror O Berro Surdo. Eu aposto o quanto todos devem estar interessados em saber se a nossa querida convidada morreu ou não de medo ao fazer aquelas cenas horripilantes. (...) - a apresentadora falava sentada em uma poltrona

-Nossa! Faz tempo que eu não vejo esse programa. –Kagome comentou. Ela sempre estava trabalhando e nunca via televisão.

-É eu gosto tanto da Nidoriku, ela sempre me parece ter um bom coração, sem falar que ela é tão heróica e tão bonita... –Sango disse sorrindo.



-É mesmo... – falou pensativa. Ela queria parar com os pensamentos em sua mente, porém, ela não conseguia. Era complicado. Ela não podia apagar tudo com uma borracha.

Ela havia ralado tanto para conseguir ultrapassar as dificuldades quando Kouga a trouxe aquela infelicidade.

(...) Antes de chamarmos a nossa pequena Kanna para entrar, eu quero pedir que não percam o programa de amanhã. Pois, teremos aqui o jogador de futebol aposentado, Toutosai, ele vai nos contar as dificuldades de sua vida. Falar sobre as dívidas que adquiriu no jogo e como foi ter que viver solteiro mais uma vez quando sua mulher faleceu. Sim, meus telespectadores, vamos ter muito e muito papo. Podem apostar! (...)

-Nossa, eu pensei que ele tinha morrido. –Sango comentou.

-Quem é Toutosai? –Kagome perguntou. O seu forte nunca foi futebol.

(...)Oh, não! Eu não acredito! Eu acabei de ouvir da produção que vamos ter uma entrevista incrível na quarta-feira. Uau! Pessoal não perca! Depois de amanhã, quarta-feira, teremos a ilustre presença do mais novo escritor de romances, o jovem e belo Inuyasha. Sim, queridos, o escritor de A Aposta. O livro está subindo mais e mais a cada dia no ranking dos mais queridos e, claro, dos mais lidos. Por isso, não podemos perder a oportunidade de saber sobre tudo, o que e por que ele escreveu esse livro, como veio a inspiração e tudo mais que nós quisermos saber. Sem contar que os dez primeiros telespectadores a ligarem no dia, receberam de graça um livro autografado. Isso mesmo queridos! O mais novo livro desse escritor tão fofo. Autografado! Agora sem mais enrolar, vamos chamar a nossa ilustre (...)

Kagome não suportou, pegou uma almofada e tacou com tudo na televisão.

Sango a olhou assustada.

-Ele está ficando famoso com a minha desgraça. –falando isso saiu da sala e foi para cozinha. –Sango, eu acho que estou com fome e vou fazer uma vitamina, você quer?

Sango balançou a cabeça negativamente.

-Kagome, você não está exagerando demais? –questionou aos murmúrios.



Inuyasha pulou da cadeira quando ligou a televisão e deu de cara com a glamorosa e esplêndida apresentadora Nidoriku anunciando que seria ele o entrevista da quarta-feira.

-Eu não acredito! Sou eu! Eu mesmo! –ele pulou, literalmente, de alegria. Ele precisava comprar roupas.

Sem pestanejar ligou para o irmão.

-Sesshoumaru, eu quero um adiantamento.

-Como?

-Isso mesmo. Quero dinheiro para comprar roupas... Ah! Por que você não me disse que eu aparecer no programa da Nidoriku, seu imbecil?

Inuyasha conseguiu ouvir uma risada de deboche do outro lado da linha. –Ah, como você muda de humor rápido, uma hora está bravo e outra feliz... Será que meu irmãozinho é bipolar?

-Cala a boca, idiota. Diz logo, por que não me falou! Aliás, é meio-irmão...

-Tanto faz para mim. Só uma coisa, meu irmão energúmeno, não esquece que o programa é ao vivo. Não faça nenhuma burrada. Ou talvez, não haverá mais volta. –falando isso desligou.

Inuyasha sabia que aquela era a sua chance.

Ele não ia desperdiçá-la.

Mas...

Inuyasha pulou de emoção.

Deus! Ele ia aparecer na T.V.

Continua...

(Dani se escondendo da fúria das leitoras)

Olá...? Olá? Alguém aí?

(suspiro)

Como vão?

(olha para os lados)

Não me atirem pedras...

...

Gente! Eu demorei para postar, eu sei. Mas, eu acabei toda enrolada, faculdade e vida pessoal. Sem contar que eu não sabia bem como escrever essa parte da história. Eu sei o que vai acontecer, mas, não conseguia transportar meus pensamentos para o PC, entende? Não era uma trava nem um bloqueio, eu só não conseguia colocar tudo da melhor forma... 

Acabei me atrapalhando. Mas, agora eu voltei e pronta para voltar com força total.

Não vou prometer nunca mais demorar como demorei, mas, espero que isso aconteça menos vezes. Espero que vocês não tenham me abandonado por causa disso. Tenho medo de que ninguém mais leia a fic... Mas, bem, vamos ver, né?

Diferente do capítulo anterior que eu não coloquei o que haverá no próximo, esse aqui tem. Eu já comecei a escrevê-lo. Mas, não cheguei ao final.

Espero não demorar. Sem mais enrolar, vamos lá:

Próximo capítulo:

Sesshoumaru entregou o dinheiro para o irmão. –Gaste com cuidado.

Inuyasha entrou na primeira loja que viu.

(...) ele havia entrado ali com Kagome um dia.

Segurando as sacolas com suas compras entrou em seu apartamento.

As lembranças faziam o seu coração doer.

Não conseguia acreditar, ele estava ali, nos bastidores, tão perto dela. A melhor apresentadora do Japão. Estavam a poucos metros um do outro.

Seu coração estava palpitando com toda força.

Era um sonho.

O que acham que vai acontecer?

Vou já avisar que o próximo capítulo não será algum muito emocionante, porém, o depois dele... Hummm... O capítulo 27 promete. Apostem.

Como eu não quero enrolar muito, eu vou só me desculpar mais uma vez pela demora.

Pessoal, por favor, desculpe-me. Desculpe também pela fic Protegendo Você, que vai demorar mais um pouco, eu não estou conseguindo reescrever o capítulo que falta, se alguém conhecer alguém que o leu antigamente no já inexistente fanfiction Brasil, por favor, contate-me.

Desculpe também pela história original A Garota. Ela também vai demorar um pouco.

Lamento por tudo e espero compreensão.



Agora, vamos finalmente aos comentários, eles que sempre me dão a maior força para eu nunca desistir.

Vamos lá!

Obrigada pessoal por tudo!

Lilermen. –Oi, como vai? Quanto tempo! Acho que desta vez o tempo foi mais longo, não? Espero que você possa desculpar a demora. Então, menina não achei mesmo o capítulo de PV, agora vou refazê-lo. Bem, agora surgiu a oportunidade de ele escrever um livro... O que será que ele vai fazer? Também terá a entrevista. Sobre a K usar o livro contra ele, eu achei bom. Bem feito! Agora se ele vai conseguir consertar algo nem eu garanto. Aliás, não garanto nada. E calma! O Inuyasha é meio lerdo e meio cego, ele é uma daquelas pessoas que percebe o que sente quando já é tarde demais. Obrigada por ter dito pra eu não me preocupar com o tempo de atualização, assim fico mais aliviada. Obrigada. Espero que tenha gostado desse capítulo morninho. Beijos e até o próximo.

Carolshuxa. – Olá! Como andas? Demorei, não? Desculpe a demora, acho que demorou mais do que você pensou que ia demorar, não é? Mas, espero que tenha gostado desse capítulo um pouco morno. Eu achei pelo menos. Espero que você tenha ficado empolgada com esse também. Obrigada pela leitura. Desculpe-me mais uma vez. Beijão e nos vemos no próximo capítulo.

Cosette. – Oi! Tudo beleza? Como eu disse para você no MSN, eu estou de volta essa semana. Devido aos estudos, estamos revezando quem desaparece. Agora estou mais tranqüila e pude finalmente terminar esse capítulo e começar o próximo, eu vou ver se termino logo porque eu quero muito escrever o outro depois dele. Mesmo assim, desculpe a demora, espero não demorar tanto assim. Mas, diga e as notas? Todas boas? A Kagome nos surpreendeu àquela hora, não é? Até eu fiquei surpresa. A oportunidade de outro livro já surgiu. Hum... Vamos ver, estude direitinho, ok? Beijão e até mais.

Agome chan. – Oie! Tudo bom? Primeiramente, sorry pela super demora em postar. Eu sabia que ia demorar, mas nunca imaginei tanto. A K está sofrendo demais e o Inuyasha até que está se dando bem, não é? Bem que... Enfrentar toda a parentada da K e afins, ixi, o Inu está encrencado. Mas, agora surgiu a oportunidade de outro livro (mas, sem K como ele fará?) e a entrevista... Será que ele desta vez faz algo certo? Vamos ver! Ah! Calma o Kouga logo volta, eu não esqueci dele e nem da Ayame. Sobre PV, bem, nada ainda foi feito, está um pouco complicado. A Fic é antiga, já saiu e voltou a meu PC mil vezes, queria achar algum CD velho com ela, mas, 

acho que não tenho nenhum afinal. Péssimo, mas, vamos ter paciência. É isso, obrigada e desculpa mais uma vez. Beijos e até o próximo capítulo.

Kaori – san. – Oi! Como andas? Espero que bem. Desculpa a demora, que foi longa e muito longa desta vez. Bem, brigas acontecem... Certo, essa briga foi feia e por um bom motivo, eu acho, ao menos. O Inuyasha foi muito falso com a K e pior com ele mesmo. Ele precisa parar e ver o próprio coração, ver o que se passa e refletir sobre tudo. Ele ainda se deixa levar pela glória e tudo mais. Espero que tenha melhoras. Vamos ver, não é? Desculpa mais uma vez, obrigada e até o próximo capítulo. Beijão.

Nice Egan. – Olá, como vai? Bem? Espero eu. Desculpa a demora, eu sei que foi longa. Espero que entenda. Os erros também, eu não tenho quem revise meus textos aí eu acabo deixando passar muita coisa. Você se reviu na faceta da Kagome? Como assim? Humm... Desculpa a curiosidade. O Kouga realmente é um besta. Será que a Kagome vai afundar ou boiar? Ixi, mais uma desculpa pela história original, sabe como é... Etsou atrasada com tudo. Mas, vamos que vamos. Obrigada por tudo. Vemo-nos em breve, beijos.

Pessoal, acho que é isso!

Obrigada por tudo.

Obrigada por lerem.

Por comentarem e me fazerem mais e mais feliz.

Muitos beijos e abraços.

Vamos nos ver em breve, eu espero.

Dani