ISABELLA CULLEN

- Bom dia Rose.

- Bom dia Bella. Que carinha é essa?

- Nada não. Então, de que cor elas são hoje?

- Sem rosas para você hoje, amiga. – Rose falou com certo cuidado, analisando minha reação.

- Eu meio que já esperava por isso.

- Bella...

- Ok, é que hoje ele simplesmente me ignorou no café da manhã. Saiu sem ao menos me dizer bom dia. Acho que eu fui longe demais com essa coisa de castigo.

- Eu te avisei amiga, ele só queria te agradar, te deu essa loja, que você adora e não adianta negar, e como você reage? Deixa o seu marido sem sexo em plena lua de mel.

- Rose, eu já estou bem arrependida, não precisa você me colocar mais para baixo ainda.

- E tem mais, ele te mandou rosas e cartões apaixonados por cinco dias seguidos e você sequer agradeceu e agora ele parece ter desistido. Sinto muito, mas você terá que fazer algo a respeito amiga e pelo jeito que terá que ser algo especial.

- Me ajude, Rose. O que eu faço?

- O primeiro passo é ir até o segundo piso e comprar uma langerie nova, mas não pode ser qualquer uma, entendeu? Escolha pensando em enlouquecer seu marido, ele merece.

- Eu vou ligar para ele, sei lá, começar a pedir desculpas.

- Isso é uma boa idéia.

Eu liguei, celular desligado. Resolvi fazer o que Rose sugeriu. Comprei uma langerie sensual, bem diferente das que eu tinha em casa. Ele não iria resistir por muito tempo. Voltei para a loja e Rose aprovou a minha escolha. Continuei ligando para ele durante todo o dia, mas continuava desligado. No fim da tarde, Emmet apareceu por lá.

- Olá meninas.

- Oi Emmet, tudo bom?

- Oi amor, saudades de você. – Rose disse em seus braços.

- Eu também senti a sua falta, amor. Eu passei por aqui para te avisar que vou sair com Edward, mas não volto tarde, ok?

- Onde vocês vão? – Rose perguntou já de olho na minha reação.

- No bar do Hyatt, Edward disse que está precisando sair para beber, então me chamou.

- Tudo bem, amor, te vejo em casa.

- Eu vou indo, então. – Emmet falou e depois de beijar sua esposa.

– Tchau Bella.

- Tchau Emmet.

- Vou devolver a langerie.

- Negativo, você vai vesti-la agora mesmo e eu vou dar um Up nessa sua roupa antes de irmos para o hotel.

- Rose, eu não vou atrás dele.

- Ah, mas vai sim. Vocês tem que parar com essa brincadeira de gato e rato e você é a responsável por essa situação, então cabe a você ir atrás dele.

- Vá para o provador, vista a langerie enquanto eu procuro algo mais sexy para você vestir com esses jeans.

- Rose...

- Confie em mim Bella, você tem que chegar lá arrasando. Olha, este top aqui, perfeito. Vista a roupa enquanto eu vou até a loja de sapatos. Que número você calça?

- Rosalie Halle Cullen, você está indo longe demais.

- Não amiga, confie em mim, eu sei do que eu estou falando.

Vinte minutos depois, eu saí do provador com um par de botas pretas e um top cinza sem alças com os meus jeans. Olhei no espelho e realmente gostei do que vi. Eu estava sexy.

Estávamos na frente do bar do hotel e as minhas mãos estavam geladas.

- Rose, vamos voltar, eu não acho que seja uma boa ideia.

- Deixe de ser covarde, Bella, vamos.

Entramos no bar e imediatamente eu o vi. Eles estavam no balcão, de costas para a porta. Nos sentamos em uma mesa próxima, a ideia era atraí-los. Emmet foi quem nos viu primeiro e falou para Edward. Ele não se virou para nos ver e negou com a cabeça. Emmet com certeza o convidou para ir até nós, mas Edward não quis.

- Viu Rose, ele não quis vir até aqui. E agora, eu faço o que?

- Calma Bella, ele vai mudar de idéia.

No mesmo instante o garçom apareceu com dois drinks, dizendo que era cortesia do cavalheiro sentado a duas mesas da nossa. Eu e Rose nos viramos para olhar o tal cavalheiro e no mesmo instante ele se levantou e veio até a nossa mesa. Emmet assistia tudo com uma cara nada amigável e foi então que Edward se virou e o seu olhar era pura ira.

- Boa noite, senhoritas.

- Senhoras. – respondemos ao mesmo tempo.

- Oh, desculpe perguntar, mas onde estão seus maridos? – perguntou ele com um sorriso irônico.

- Aqui. – Emmet falou com a mão no ombro do sujeito. Edward ao seu lado parecendo ainda mais irritado.

- Bem, eu já estava de saída. Boa noite senhoras, aproveitem o drink.

O homem saiu de fininho enquanto Emmet e Edward se sentavam conosco.

- Que surpresa boa, amor. Por que você não me disse que viriam também? Eu teria esperado vocês fecharem a loja.

- A gente decidiu em cima da hora, não é Bella?

- Heim? Ah sim, decidimos de repente.

Edward continuava calado, apenas me encarando.

- Você não vai falar nada, Edward? – eu estava ficando indignada com aquele silêncio já. Ele respirou fundo, claramente tentando se acalmar, mas quando falou, foi como se tivesse me dado um tapa no rosto.

- O que você pretendia ao aparecer aqui vestida como uma...

Eu não o deixei terminar de falar, joguei o que restava do meu drink no rosto dele e saí em direção à porta, com lágrimas nos olhos.

EDWARD CULLEN

Eu chamei Emmet para beber no fim da tarde, pois precisava de conselhos. Eu já havia feito de tudo para que Bella me perdoasse, mas de nada adiantou. Ontem eu havia enviado junto com as rosas, um cartão pedindo perdão, dizendo que eu a amava e sentia muita falta dela, mas nem assim adiantou. Ela parecia estar gostando da rotina da loja, parecia animada mesmo, mas comigo era bem diferente, então eu esperava que Emmet me desse alguns conselhos, que me ajudasse a amolecer o coração da minha esposa.

Mas então, o que era para ser uma conversa tranquila com o meu irmão mais velho se transformou em um verdadeiro inferno. Nós estávamos a alguns minutos no bar, quando Emmet me disse que Rose e Bella haviam acabado de entrar.

- Edward, você convidou Bella?

Eu apenas neguei com a cabeça, enquanto pensava no que dizer a ela, mas então Emmet se virou novamente e viu o engraçadinho na mesa delas. Eu me virei e vi tudo vermelho quando o idiota babava em cima minha mulher, que estava com uma blusa sem alças que não deixava nada para a imaginação. Nós chegamos a tempo de mandar o otário se mandar, mas aí eu já estava muito irritado. E o que eu fiz a seguir, foi sem pensar. Eu apenas deixei o meu ciúme falar mais alto e estraguei tudo mais uma vez.

- Você tem idéia de que ela se vestiu para te agradar? Não, você nem pensou, não é? Vá atrás dela idiota! - Rose só faltou me bater.

Eu deixei os dois ali e corri atrás dela. Quando passei pelas portas, Bella havia parado um taxi e estava entrando no carro.

- Bella! Espere, por favor.

Ela me ignorou e entrou no taxi, mas eu cheguei a tempo e a tirei de dentro do carro e mandei o taxista embora.

- O que você pensa que está fazendo? Me deixe ir. Eu quero ir para casa.

- Bella, amor, vem comigo. Aqui na calçada não é lugar e eu preciso que você me escute, por favor.

- Ir com você para onde? Ela ainda estava muito indignada.

- Vamos entrar, no hotel. A gente fica aqui essa noite e...

- Não.

- Bella, eu não quis dizer aquilo, mas eu vi aquele cara todo para cima de você e... essa roupa, você está tão linda e sexy... eu perdi a cabeça.

Ela ainda chorava e eu me odiei por saber que mais uma vez era o causador de suas lágrimas.

- Eu... vou para casa, eu quero ficar sozinha. Eu realmente não esperava essa reação... e pensar que a idiota aqui passou o dia comprando langerie e imaginando uma noite perfeita...

Ela se virou e saiu caminhando na calçada à procura de outro taxi, até que eu acordei, corri atrás dela novamente e a peguei pela mão.

- Você disse langerie?

- Eu deixei que Rose me convencesse, mas depois de passar o dia tentando falar com você e nem o celular você ligou... bem eu já deveria imaginar como terminaria essa noite... um verdadeiro desastre.

- Não chore mais amor, por favor. Escuta, eu vou lá dentro pedir uma suíte para nós, então a gente conversa com calma. Por favor, me dê uma chance?

- Eu não sei se eu quero conversar mais alguma coisa hoje.

- Por favor? Eu vou ligar para casa e avisar que a gente vai ficar aqui.

Ela me olhou por um momento, acho que analisando a situação, e felizmente acabou concordando.

- Tudo bem, vá lá enquanto eu ligo para casa e também para Rose e Emmet. Eles devem estar preocupados, depois da cena no bar.

- Eu não sei o que deu em mim, Bella. O ciúme me consumiu, me desculpe, mais uma vez. Você está linda, mas sair assim, só quando eu estiver junto, entendido Senhora Cullen?

Ela esboçou um pequeno sorriso, o que me deixou muito feliz. Entramos na recepção do hotel e enquanto eu resolvi o assunto do quarto, ela ficou ao telefone, provavelmente falando com nossa filha.

Quando cheguei perto dela com as chaves na mão, ela se levantou e acenou para que eu fosse na frente, ela sequer me deixou tocá-la, mas ela havia concordado com a nossa conversa, então eu não iria reclamar.

ISABELLA CULLEN

Assim que entramos no elevador, percebi que Edward havia escolhido a cobertura. Mais uma vez tentando me agradar, o que me levou a pensar no que me trouxe aqui em primeiro lugar. Eu havia agido como uma criança birrenta durante toda a semana por causa da loja e ele pacientemente me mandou rosas e cartões apaixonados todos os dias, e mesmo sem obter nenhuma resposta, ele continuou a mandá-las. Até a manhã de hoje. Tudo tem limite, inclusive a paciência de Edward.

É claro que eu fiquei magoada com sua reação no bar mais cedo, mas agora, analisando bem os fatos, consigo ver que ele estava apenas com ciúmes, cuidando do que é dele. As portas do elevador se abriram, me tirando dos meus pensamentos.

- Aqui estamos.

- Cobertura, Edward?

- Sempre o melhor para você, Bella.

Ele abriu a porta e eu entrei. Não preciso dizer que o quarto era lindo. Ok, hora de agir...

- Bella...

- Shhh, não fale nada, apenas me escute.

- Não, Bella, eu preciso que você me perd...

- Eu preciso que você me perdoe. Se a gente está aqui agora, a culpa é toda minha. Eu acabo de perceber o quão ridícula eu fui agindo dessa maneira com você.

- Amor, eu também errei...

- Eu sei, mas eu comecei tudo isso e cabe a mim acabar.

- Como assim acabar? Bella...

- Acabar com o seu castigo, Edward.

Eu vi o seu sorriso lindo enquanto ele se aproximava. Edward me pegou no colo e me beijou... beijou... beijou... olhos, nariz, o rosto todo, até chegar onde eu mais queria. Foi um beijo cheio de saudade e desespero, cada um querendo demonstrar naquele gesto, o quanto sentia falta do outro. Depois do que me pareceu serem horas, eu quebrei o beijo e lentamente desci do seu colo, tomando cuidado para roçar nele durante o percurso, e acabei ganhando o primeiro gemido da noite.

- Me ajuda com o zíper? – falei virando de costas pra ele.

Edward afastou meus cabelos e beijou meu ombro e foi subindo com beijos pelo meu pescoço... foi a minha vez de gemer. Ele desceu o zíper lentamente, até que o top caiu nos meus pés e ele suspirou quando viu meu espartilho de cetim preto. Me afastei de suas mãos e novamente de frente tirei minhas botas, desabotoei meus jeans e desci lentamente, prestando atenção nas reações que estava provocando. Pude notar seus olhos verdes mais escuros, tomados pelo desejo.

- Me ajuda a tirar o resto?

Eu juro que ouvi um rosnado, e como se fosse mesmo um animal faminto, ele arrancou o espartilho do meu corpo, os pequenos botões se espalharam no chão.

- Edward, eu gostei desse...

- Não mais do que eu, tenha certeza disso. Eu vou te comprar mais uma dúzia deles e depois destruir todos. – ele falou com a respiração acelerada. Eu fui jogada na cama e nem preciso dizer qual foi o destino do restante da langerie... exatamente, trapos de renda preta no chão. Eu não conhecia esse Edward desesperado, mas estava adorando.

- Me deixa tirar a sua roupa? – falei de pé na cama.

- Só se você prometer ser rápida.

- Eu só estou tentando garantir que você tenha o que vestir amanhã de manhã. – falei indicando o estado das minhas roupas pelo chão.

- Vá em frente, senhora Cullen. – ele falou com famoso o sorriso- torto-enlouquece-Bella.

Eu fui ágil, porque eu também estava desesperada por ele. Em poucos segundos eu o tinha inteiramente nu na minha frente e a sua ereção chamando por mim. Eu não iria resistir, é claro. Me ajoelhei na cama e comecei a acariciá-lo lentamente antes de levá-lo à minha boca e matar a saudade. Edward gemia e se contorcia agarrado aos meus cabelos, mas não me deixou ir até o fim.

- Minha vez, meu amor.

Ele me deitou no meio da cama enorme e distribuiu beijos por todo o meu corpo, demorando um pouco mais nos meus seios, sim, ele queria me enlouquecer e estava bem perto de conseguir. Mas foi quando sua boca tocou o interior das minhas coxas, é que eu esqueci até onde estava. Logo sua boca estava no meu clitóris e seus dedos ajudando no processo tirar-a-sanidade-de-Bella. Em poucos segundos ele me deu meu primeiro orgasmo da noite.

- Edward, por favor, eu estou enlouquecendo.

- Me diz o que você quer, será seu.

- Seu pau, dentro de mim, agora.

- De quatro, vamos e se segure na cabeceira da cama, eu não serei gentil.

É claro que eu fiz exatamente o que ele mandou, sim ele mandou e eu adorei obedecer. Eu estava de joelhos na cama, totalmente exposta para ele e adorando tudo aquilo. Ele se posicionou entre as minhas pernas e com o joelho as afastou ainda mais.

- Agora, eu vou te dar o que você pediu. – e me penetrou de uma só vez, sem delicadeza nenhuma, exatamente como eu queria.

- Assim Edward, forte.

- Era isso que você queria?

- Ahhhhh.

- Isso, geme.

Nossos movimentos eram totalmente desesperados, ambos buscando o prazer depois de tanto tempo separados. Não demorou muito, logo nós alcançamos um orgasmo violento que nos deixou totalmente sem forças. Depois de alguns minutos, conseguimos normalizar o ritmo da nossa respiração, abraçados, suados com os lençóis totalmente bagunçados ao nosso redor.

- Uau.

- Nunca mais faça isso comigo, Bella. Eu não agüento ficar longe de você.

- Você sabe que tem culpa também.

- Eu sei, e aprendi a lição.

- Isso é bom. Dormir sem você é uma tortura.

- Eu ainda não sei o que eu fiz pra merecer você.

- Eu sou sua.

- Só minha.

- Sempre.

Ele me beijou carinhosamente e ficamos ali curtindo um ao outro por mais alguns minutos, até que ele quebrou o silêncio.

- Bella?

- Hum?

- Durante esses cinco anos, você não teve ninguém? Você sabe... outro homem?

- Você quer saber se eu transei com outro homem? Bem... não, quer dizer, quase.

- Como assim, quase? Você nunca me contou sobre ter tido um namorado.

- Por que ele não foi um namorado. A gente saiu algumas vezes, só isso. Na maioria das vezes a gente se falava por telefone.

- Ele não era de Nova York então?

- Bryan? Não. Ele morava em Chicago e vinha a Nova York a trabalho de vez em quando, então a gente saía, mas nunca foi algo sério. A gente só gostava da companhia do outro.

- Bryan... mas você disse quase.

- Edward, esquece isso, ele nunca foi importante.

- Responda Bella.

- Ok. Na última vez que a gente saiu, ele me levou para jantar e eu acabei bebendo além da conta e quando ele me convidou para ir ao seu hotel no fim da noite, eu quase cedi, mas... sei lá, eu apenas não pude, então ele me levou para casa e a gente não se viu mais depois disso. Apenas nos falamos por telefone.

- Canalha.

- Edward, ele era um cara legal.

- Sei, tanto que quando não conseguiu o que queria, sumiu. Quando foi a última vez que você falou com ele?

- Edward, esquece isso.

- Quando? – eu respirei fundo e resolvi falar.

- Logo depois que você descobriu sobre a Isa. Eu liguei para ele desesperada. Ele é advogado e eu queria saber se você poderia... bem, você sabe, eu estava apavorada, com medo que você tirasse Isa de mim.

- Eu nunca faria isso, Bella.

- Eu sei.

- Depois disso?

- Naquele dia, ele me contou que estava iniciando algumas negociações com um amigo dos tempos de faculdade e talvez se mudasse se Chicago para se tornar sócio dele, mas eu nunca soube se realmente a sociedade aconteceu. Eu me mudei para cá e a gente perdeu o contato. – Edward suspirou.

- Eu não posso imaginar outro homem te tocando.

- Não foi nada de mais, acredita em mim. Ele sempre foi mais amigo, que qualquer outra coisa.

- Homem nunca pensa assim, Bella, mas eu acredito em você. Agora vem cá que a minha saudade ainda é grande.

Passamos a noite praticamente em claro, matando a saudade na banheira, no balcão do banheiro, no chão...

Na manhã seguinte, passamos em casa rapidinho e apenas deu tempo de trocarmos de roupa e beijar nossa filhota, antes de Esme a levar para a escola.

Edward me deixou no shopping antes de ir para a faculdade. Nós ficamos como dois adolescentes dentro do carro, Edward perdeu a primeira aula, mas eu consegui sair do carro, antes que ele me convencesse a voltar para casa e passar o dia na cama.

- Bom dia Rose.

- Nossa, parece que a noite também foi muito boa.

- Você não terá detalhes, pode desistir, mas sim, foi maravilhosa.

- Tudo bem, eu me contento com isso, por enquanto. Ah, Bella, antes que eu esqueça, jantar hoje lá em casa.

- Jantar?

- Sim, vocês mais alguns amigos, nada muito grande.

- Tudo bem, vou ligar para Edward e combinar com ele.

Aquele dia na loja foi uma verdadeira loucura, mal tivemos tempo de almoçar, uma de cada vez, claro. Já estávamos pensando em contratar uma funcionária. Ficou combinado que Edward viria me buscar e iríamos direto para a casa de Emmet e Rose.

Minha amiga saiu mais cedo, para terminar de organizar as coisas e receber o pessoal do Buffet e quando vi, Edward já entrava na loja no final do dia.

- Oi amor, como foi seu dia? - Edward perguntou enquanto beijava meus cabelos carinhosamente.

- Corrido, parece que todas as mulheres de Seattle saíram para fazer compras hoje.

-Isso é bom, não é?

- Sim, é claro, mas eu estou exausta.

- Ah não, eu quero a minha esposa bem disposta mais tarde.

- Edward!

Ele apenas sorriu, mas aquele sorriso me dizia que eu não dormiria muito essa noite... de novo. Mas quem era eu para reclamar?

Vinte minutos depois, chegamos na casa do meu cunhado e realmente o jantar era para poucas pessoas, umas quinze talvez, mas eu não conhecia ninguém. Emmet veio nos receber e nos levou para a sala.

Ele nos apresentou seus amigos, Edward já conhecia alguns.

- Agora, eu quero apresentar a vocês, o motivo desse jantar. Meu amigo e novo sócio.

- Bella?

- Bryan?


Antes que vocês venham armadas até Santa Catarina atrás de mim, sim, tem um segundo outtake.

Até amanhã! =)