Donzela Guerreira
"Sasuke está disposto a desposar uma das Guerreiras de Haruno, por presente do rei. Sakura está disposta a se sacrificar pelas irmãs, mesmo que sua vontade seja de não deixar o Normando passar da noite de núpcias."
Adaptação da obra de Sarah Mckerrigan.
Disclaimer: Quando "Naruto" for meu, vocês lerão meu nome dos créditos. Por enquanto, o nome que aparece lá é do Kishimoto-sensei.
Capítulo 25.
Naquele mesmo momento Ino e Gaara foram visto se aproximando da fortaleza, a chegada de um personagem que trouxe um novo drama para distraí-los do velho drama. Mas desta vez, Sakura descobriu que não era uma artimanha de sua irmã. Havia urgência nos olhos de Ino.
Enquanto falava com Sasuke era evidente. Havia problemas a caminho. Ela e Gaara tinham visto uma grande companhia de cavalheiros ingleses, vindo para Haruno.
Sequestradora e refém aparentemente tinha alcançado algum tipo de trégua, já que tinham cruzado a colina juntos, Ino ajudando a sustentar Gaara, quem tinha sido vítima de uma certa misteriosa ferida, embora ele insistia que era só um raspão. Sakura se perguntou qual seria a verdade, mais não havia tempo para um interrogatório.
— Lee! — Sakura gritou. — Dá o alarme. Reúne aos granjeiros e juntem o gado.
— Suigetsu! — Sasuke lhe lançou a chave da armería. — Reúne aos homens na armería. Juugo te assegure que os cavalos estejam nos estábulos.
Para não ser menos, Gaara gritou:
— Ino! Procura a Hinata e busca refugio com ela e as outras mulheres dentro da fortaleza.
Mais sua surpresa, sua ordem foi recebida com um silêncio mortal. O olhar letal de Ino o perfurou.
— Não me dê ordens, fanfarrão de...
— Basta, moça! — ele disse. — Não é momento para jogos.
Ela sacudiu sua cabeça.
— Não aprendeste nada? Quem o tomou como refém a ponta da faca? Quem te defendeu dos bandidos? Quem salvou seu traseiro inútil?
— Parem vocês dois! — Sasuke levantou suas mãos. — Não temos tempo para isto. Ino pode preparar aos arqueiros?
— É obvio. — ela respondeu com desdém para Gaara, então adicionou entre dentes. — Se os encontro em meio desta confusão que têm feito em minha fortaleza.
— Então faz.
Gaara pôs uma palma sobre o peito de Sasuke.
— Espera! Não pode permitir que ela esteja sobre a muralha. Ela é... é... uma mulher.
Sasuke sorriu maliciosamente para seu amigo, lhe dando tampinhas no ombro.
— Ela é perfeitamente capaz. Confia nela.
— Está louco? — Gaara grunhiu, perplexo. — Não pode lhe permitir...
Mais Ino já tinha descido a escada. Sasuke apertou o ombro de Gaara.
— Estará bem. Foi capaz de seqüestrar por acaso só ao Sabaku no Gaara. — Sem sua alegria habitual, Gaara o olhou e assentiu.
Gaara observou o lugar por onde Ino tinha desaparecido. Se Sakura não estava equivocada poderia assegurar que esse pobre homem estava apaixonado por sua sequestradora.
— Pode caminhar para encontrar a meu pai? — lhe perguntou.
Gaara, agradecido por ser útil, cumpriu o pedido dirigindo-se para a escada. Enquanto isso, Hinata guiava às mulheres e aos meninos com calma e eficiência, levando-os a um lugar seguro dentro da fortaleza. Quando todos estiveram acomodados, ela se refugiou aí também.
Lee levou os últimos animais dentro do jardim. No meio do caos, ninguém notou uma pequena figura deslizando-se fora dos portões. Abaixaram as grades, isolando Haruno do mundo exterior. Só então Sakura deu um suspiro de alívio.
— Bem, minha lady. — Sasuke disse depois que os cavalheiros estavam reunidos e armados. — Vejamos a quem nos enfrentaremos?
Aventuraram-se para cima da muralha externa. Sakura esteve agradada de ver que os arqueiros de Ino estavam em lugar, seus arcos preparados. Um dos guarda gritou:
— Aí estão!
Sobre o alto da colina podiam ser visto uma série de insígnias de um exército estrangeiro. Foi suficiente para acender o medo no coração de Sakura.
Ela tragou em seco.
— São muitos.
— Sim. — Sasuke disse, seus lábios curvando-se em um sorriso malicioso — Mas são Ingleses.
Ingleses ou não, Sakura contou pelo menos quatro dúzias de cavalheiros a cavalo e um número a pé. Essa tinha que ser a aliança dos lordes ingleses que tinha estado aterrorizando a zona de fronteiras.
— Ninguém briga contra os cavalheiros de Uchiha voluntariamente — Sasuke a tranquilizou — Uma vez que saibam com quem terão que lutar estabelecerão um sítio antes de combater corpo a corpo.
Sakura esperava que Sasuke tivesse razão. Sasuke parecia acreditar firmemente na reputação de seus cavalheiros. Sakura estudou aos soldados aproximando-se.
— Acredito que seria útil lhes fazer acreditar que nós somos mais em número.
Sakura pensou por um momento. Então uma inspiração lhe chegou.
— Usaremos a todos. Granjeiros, gente das cavalariças, da cozinha e as servas. Diga-lhes para que tapem as cabeças. À distância, ninguém pode diferenciar a um cavalheiro de um servente, a um homem de uma mulher.
Sasuke a olhou atônito. Então sua face mostrou um sorriso orgulhoso.
— Brilhante.
Mas enquanto lhe devolvia o sorriso, um arqueiro de Haruno gritou:
— Que diabos!
A cabeça de Sasuke girou para o aflito arqueiro, e seguiu o olhar do homem para o exército invasor.
— Maldição.
Sakura olhou, no horizonte cinza, carregados de nuvens escuras, viu a silhueta sinistra contra o céu, uma enorme estrutura de madeira, empurrada por um par de bois. Parecia uma torre gigante ou o mastro de um navio.
— O que acontece?
A voz de Sasuke se fez neutra.
— Têm um trebuchet.
Ela pestanejou e estreitou seus olhos.
— O que é um trebuchet?
Sasuke estava muito distraído para lhe responder. Ele começou a disparar ordens.
— Arqueiros! Se eles fizerem funcionar essa máquina, dispararemos fogo. Não podemos deixar que eles a usem.
Ele passou pelo lado dela, e Sakura teve que correr para alcançá-lo enquanto baixava as escadas a passos aumentados.
— Têm mais arcos? — lhe perguntou enquanto se apressava através do grande salão.
— Arcos Cruzados.
— Necessitaremos de todos os que haja. O que tem que para fazer um fogo Grego?
Ela franziu o cenho. Nunca tinha ouvido falar do fogo Grego.
— Não há sulfureto? — ele murmurou. — Pedaços de tecido que possamos umedecer com azeite?
— Sim.
— Usaremos isso. E busca vela, muitas velas.
Ela queria lhe fazer perguntas mas... Maldição! Sentia a urgência de Sasuke, e confiava em seu julgamento. Enquanto se dirigia para procurar trapos e velas, ouviu-o ordenar aos cavalheiros da muralha do oeste, que cada mão livre estivesse armada com um arco. E vez ou outra, entre os homens de Uchiha, ela ouviu sussurrar a palavra "trebuchet".
Enquanto Sasuke ia atrás dos arqueiros, lançou um olhar ao céu. Tormenta. As nuvens cobriam o céu agora. Apoiou sua mão no punho de sua espada enquanto observava ao inimigo acampar. Não havia nada mais excitante para Sasuke que um inimigo com uma espada em sua mão. Sim, ele reconheceu os méritos das outras armas: a tocha, a adaga, o facão, os arcos. Mas todos careciam do espírito de uma espada de aço de Toledo.
Para um guerreiro como Sasuke, o trebuchet era uma abominação, uma máquina de guerra que se apoiava na força bruta mais que na sutileza da esgrima. Era uma máquina para covardes e bárbaros demasiado estúpidos para empregar a arte da estratégia. Usar esse tipo de máquinas era deplorável, e nada cavalheiresco.
Então quando os olhos de Sasuke se fixaram nessa monstruosidade rodando colina abaixo, uma silenciosa fúria começou a ferver dentro dele. O fato de que os ingleses recorressem a usar esse tipo de arma, uma besta de destruição que devorava tudo em seu caminho, significava que não tinham intenção de estabelecer um bloqueio à fortaleza, não haveria negociações, nem compromissos mútuos, e possivelmente não haveria prisioneiros. Provavelmente tinham a intenção de fazer um trabalho rápido com a fortaleza, e reclamá-la antes que o sol findasse e antes que qualquer ajuda pudesse chegar.
Mas o que mais exasperava Sasuke, e, além disso, o fazia sentir culpado, era o fato que por causa de ter estado tão entusiasmado começando a construção da muralha interna, a grama que rodeava Haruno estava coberta com grandes pedaços de rochas, que seriam perfeitos e mortais mísseis para ser disparado pelo trebuchet.
Os escoceses aparentemente nunca tinham visto esse tipo de máquina. Com alguma sorte, Sasuke pensou, apertando o punho de sua agora espada inútil, nunca a veriam em ação. Mas deveriam prover os trapos molhados em azeite aos arqueiros rapidamente para que pudessem prender fogo a essa máquina e desse modo poder desabilitá-la para o combate.
Sakura emergiu na muralha, seus braços carregados com velas, meia dúzia de moços a seguiam com trapos e azeite. Sasuke agradeceu a Deus que ela não fosse uma dessas moças choronas que poderia distraí-lo da tarefa que devia enfrentar.
Na verdade, era uma companheira e uma colaboradora excelente. Sua face mostrava preocupação, mas o escuro fogo em seus olhos lhe disse que ela era tão temerária e determinada como qualquer um de seus cavalheiros. O orgulho lhe encheu o peito quando a olhou, orgulho e veneração... E... Sim... Amor. Amava sua obcecada esposa escocesa.
Desejou que houvesse tempo para dizer-lhe quando tudo isto terminasse, Sasuke silenciosamente jurou a si mesmo, esgotaria seus ouvidos com palavras de amor. Mais por agora, tinha um castelo que defender, seu castelo.
Sakura estudou a torre de madeira, tratando de adivinhar como funcionaria.
— É como uma catapulta?
— Sim, só que muito mais poderosa. — ele disse — Um trebuchet pode perfurar a muralha de um castelo sozinho...
Sakura empalideceu. Sasuke se arrependeu de haver dito essas palavras. Sakura podia ser uma administradora capaz e uma guerreira valente, mas ela nunca tinha enfrentado a uma ameaça tão absoluta a sua própria fortaleza. Impondo-lhe pelo rei a um marido Normando.
Tomou-a pelos ombros e a olhou nos olhos.
— Me escute, Sakura. — Então Sasuke fez um juramento, um que rogou a Deus que pudesse cumprir. — Não deixarei cair Haruno.
Por um momento, uma dúvida morou em seus olhos. Mas ela assentiu, desejosa de acreditar nele.
— Será melhor que não. — lhe advertiu, seu olhar duro, lhe recordando que debaixo de sua suave carne havia ossos de rígido aço. Então seus olhos brilharam misteriosamente. — Se não deixaremos ao bebê uma pilha de escombros.
Sasuke pestanejou. Enquanto se olhavam, as palavras dela foram compreendidas e ele franziu o cenho confundido.
Quis dizer "nosso bebê?" Estava ela... Não, não podia ser. Era muito cedo. Entretanto, a possibilidade existia e isso lhe causou uma secreta excitação que deixou um estranho torvelinho em seu coração.
Seria uma questão que falariam mais tarde, porque ela já havia deixando seu abraço para fazer algo mais útil, distribuir velas aos arqueiros. Ele, também, tinha outros assuntos que atender se queria cumprir sua promessa.
— Empapem os trapos com o azeite e fixem-nos nas pontas da flecha. — Instruiu aos cavalheiros. — Os acendam, e assegure-se que estejam ardendo antes de os lançar.
Ino apareceu perto de sua cabeça.
— Pus sentinelas ao redor do perímetro. — lhe disse — Em caso que eles tratem de minar as muralhas.
Sasuke assentiu sua aprovação. A irmã de Sakura podia ser impulsiva, mas ela era admiravelmente eficiente e capaz. Apesar de ser tão premente a situação, apesar de pouco preparada que estava a gente de Haruno para a guerra, Sasuke começou a acreditar que podiam ter uma chance de vencer aos ingleses, se conseguissem desabilitar o trebuchet.
Então a primeira gota de chuva caiu sobre sua bochecha.
— Jesus. — ele disse entre dentes.
Qualquer outro dia a chuva seria bem-vinda, porque o mau clima era o calcanhar de Aquiles dos sitiadores. Mas hoje, a chuva poderia apagar as flechas com fogo de Haruno. Sakura e Sir Juugo vieram para seu lado, olhando a chuva.
— Merda. — Sakura murmurou. — Temos que disparar agora.
Juugo sacudiu a cabeça.
— A máquina ainda está muito longe, fora de nosso alcance.
Sasuke esfregou o queixo, sopesando as circunstâncias enquanto a chuva começou a descarregar-se.
— Não podemos nos dar o luxo de esperar. Se não a desabilitarmos logo...
Sakura forçou sua vista para as nuvens no horizonte.
— Quanto tempo lhes leva preparar a máquina?
Juugo seguia seu olhar.
— Não muito tempo.
— Merda.
— Vejamos que podem fazer os arqueiros. — Sasuke decidiu.
Tinha razão. O trebuchet estava fora do alcance das flechas, ainda para os melhores arqueiros de Uchiha. As flechas de fogo cruzaram o céu prateado, só para cair no terreno úmido, várias jardas diante da linha de frente do exército inimigo.
Os ingleses pareciam imunes à chuva. Continuaram seu trabalho, empurrando o trebuchet para frente, protegendo-o com uma série de escudos que formavam o que parecia uma armadura gigante. Embora entraram dentro do alcance dos arqueiros, nenhuma flecha pôde penetrar o amparo de aço. Ainda as flechas que fortuitamente foram dar à parte alta do trebuchet logo se apagaram devido à chuva.
Olhando ao cruel céu, Sasuke começou a perguntar-se se Deus seria Inglês.
Em uma cela subterrânea da fortaleza, Hinata fez calar aos meninos e a suas mães, sempre vigilante aos sons de batalha. Sempre e quando as muralhas externas resistissem, ela sabia, estariam seguros. E se Gamabunta tinha conseguido sair pelo portão de entrada, a ajuda chegaria nesse dia.
Enquanto isso faria o que Gamabunta lhe tinha aconselhado e estava atenta aos sons de invasão, porque se o assédio se convertesse em um ataque de grande escala, se a segurança de Haruno fosse quebrada, ela seria forçada a revelar um dos mais guardados segredos do castelo.
Se isso falhasse, Hinata tinha outra opção. Ela olhou à pequena coleção de armas que ela tinha posto em um rincão da cela. Precisava-se entrar em combate, não duvidaria de as usar. Teria que dar um montão de explicações mais tarde, mas ao menos viveria para fazê-lo.
No alto da muralha agora com sua armadura, Ino passou ao lado dos arqueiros que tinha estacionado ao longo da muralha. Até o momento, ela pensou, os ingleses estavam focalizados no lado oeste do castelo, mas isso podia trocar em qualquer momento. Era essencial que os arqueiros estivessem atentos a pequenas bandas de soldados que poderiam atacar por essa zona.
Ela sorriu com satisfação quando olhou à fila de sentinelas atentos. Ao menos estes homens não contradiziam cada uma de suas ordens, como o Normando cabeça dura que ela tinha tomado cativo nos últimos dias. Mordeu o lábio, imaginando o que teria sido de Gaara. Esperava, depois de tudo, que não fizesse nada estúpido expondo-se a ser morto.
Gaara era muito audaz, acreditava que podia ordenar a ela que ficasse na fortaleza junto com as outras mulheres. Não tinha aprendido nada sobre ela nesses dias? Não tinha se dado conta que ela não era como as outras moças, a não ser uma Donzela Guerreira de Haruno? Não podia aceitar que ela valia tanto como qualquer guerreiro homem?
Sabaku no Gaara tinha muito que aprender sobre Haruno Ino. Desejou que ele vivesse o suficiente para inteirar-se quem era ela.
Gaara fez uma careta quando uma dor aguda tomou a coxa. O suor empapava suas sobrancelhas enquanto ascendia os degraus da muralha externa de torre oeste, apoiando-se pesadamente contra as pedras. Ainda não tinha encontrado ao pai de Ino, mas a esse passo de tartaruga ao que estava forçado, o velho possivelmente se afastava dele a cada segundo. Gaara não era o homem para essa tarefa, não com sua perna nesse estado. Mas nesse momento ele estava agradecido por essa distração, porque em tudo o que podia pensar era em Ino e sua obcecada insistência de participar da batalha.
Deus! Ela era uma moça para tomar armas. Uma vez que colocava um objetivo não havia perigo, raciocínio e nem sequer um Deus, que a desviasse dele. Assim tinha sido quando o sequestrou. Não importava quanto ele tivesse tentado raciocinar com ela, quanto lhe tivesse assegurado que sua irmã não sofreria nas mãos de Sasuke, nem quão duro seria o castigo por esse sequestro, ela insistia em seu plano de pedir um resgate por ele. Ainda quando Gaara lhe assegurou que seria perdoada se eles voltavam para castelo, ela não o escutava.
Mas, devia reconhecê-lo, sua tenacidade lhe tinha salvado sua vida. Ela tinha sido muito valente ao enfrentar o perigo. Na verdade, ele teria morrido sangrando se não tivesse sido pela férrea determinação dela de mantê-lo como refém.
Mas, isto? Isto era diferente. Havia um exército inteiro aí fora, e não importa quão invencível ela se acreditasse, sua carne era tão mortal como a do resto dos homens. Mortal e vulnerável e... Tão suave como seda fina.
Enrugou a sobrancelha, amaldiçoando as lembranças luxuriosas que o espreitavam a cada segundo. Não amava a moça, disse-se a si mesmo, sem importar o que tinha acontecido a noite anterior. Ela era divertida, sim, e atrativa. Desejável. E fascinante. Mas ela era problemática. Além disso, se ela continuasse vivendo tão perigosamente, sem cuidado por sua própria segurança, não sobreviveria ao assédio dos ingleses. Cambaleou-se contra a parede, outra onda de dor o atacou. Esta, entretanto, não lhe perfurou a perna, a não ser o coração.
Diretamente por cima de Gaara, no alto da muralha externa do castelo, o Lorde de Harunoi escutava a sua amada Saki. Ela o estava chamando, lhe pedindo ajuda. Um soluço afogou sua garganta, e lágrimas rodaram por suas bochechas, porque não importava por onde a buscasse, ele não podia encontrá-la.
— Saki, meu amor. — ele chamou, sua voz desesperada.
O som pareceu envolvê-lo, vindo de todos lados está. Girou lentamente uma e outra vez, mas só via pedras cinzas. Sentiu-se desamparado, tão desamparado. Agarrou-se aos cabelos frustrado, esforçando-se por ouvir, mas agora só parecia a chuva murmurando sobre o parapeito de pedra.
Apareceu pelo parapeito, um exército se reuniu. Não eram soldados de Haruno, nem eram os cavalheiros do normando. Olhou à estranha companhia com certa indiferença, como se observasse às preparações para a festa de Natal. Tinham uma coisa enorme de madeira, observou, parecia um brinquedo gigante. Então viu que vários homens elevavam um grande pedaço de rocha sobre a plataforma que sustentava ao gigante.
Como levadas pela mão de Thor, uma chuva de flechas de fogo subitamente descenderam dos céus. Mas as chamas instantaneamente se apagaram, afogadas por um toró.
Então, o gigante de madeira se estremeceu com tanta violência e velocidade que ele mal vislumbrou brevemente o míssil catapultando para ele. A rocha bateu na torre, impactando com força, então uma ominosa rachadura, abriu as pedras debaixo dele, deixando o de joelhos.
As rochas ao redor dele rugiram e se precipitaram. Ante seus olhos, a metade da torre oeste se derrubou. Um vento úmido subitamente lhe voou o cabelo e golpeou em sua cara, enquanto seus olhos se esforçavam por abrir-se lutando contra um brilho intenso que vinha do céu.
Deveu ter aborrecido aos deuses, ele decidiu. A devastação a seu redor era certamente obra do martelo de Thor.
A mão de Sakura se esticou sobre a pedra úmida do parapeito enquanto observava o desmoronamento da torre oeste. Seu coração se deteve, e não pôde levar ar a seus pulmões. Olhou o trebuchet que se sacudia com incrível força. Nunca havia imaginado a destruição que podia causar. Ao redor dela, os homens de Haruno estavam quietos sumidos no silêncio, apertando seus arcos, seus nódulos estavam branco pela tensão, embora tais armas agora pareciam tão inúteis como uma pluma enfrentado uma espada.
Pela primeira vez em sua vida, medo e dúvida fizeram suar sua nuca. Estes não eram meros mortais com espadas, eles brigavam com um monstro forjado por Lúcifer. Como podiam esperar triunfar contra semelhante máquina?
Então olhou para Sasuke que observava ao inimigo com ferocidade e apertava sua mandíbula. Não estavam vencidos. Muito longe disso. Uchiha Sasuke não se renderia. Nunca se renderia. Embora esse maldito trebuchet lhe lançasse uma rocha diretamente a seu próprio ventre, morreria enfrentando aos ingleses com um punho levantado e um olhar desafiante.
Como podia ser ela menos valente? Inspirada por Sasuke, Haruno Sakura endireitou suas costas e esticou seus nervos, afrouxando seu aperto a borda da parede e fechando a mão ao redor do punho de sua nova espada.
— Parem o fogo! — ela gritou aos arqueiros.
Os ingleses se prepararam para atacar outra vez. Os soldados mantinham-se em suas posições. Não precisavam avançar a pé, não quando possuíam uma arma tão formidável. Sakura estudou sua posição e trajetória do trebuchet.
— Apontam a mesma torre? — ela perguntou sob a chuva.
Juugo assentiu.
— Sim, para fazer um ponto de entrada.
— Bem. Um só ponto de entrada é fácil de defender. Moveremos os soldados aí.
— Será fácil. — Sasuke concordou muito sério. — A menos que eles movam o trebuchet.
Ela baixou as sobrancelhas.
— Então mataremos os enquanto podemos.
Continua...
Começou a guerra! Caramba, agora começa a ação! Espero que estejam gostando, muitas coisas vão acontecer!
Amores, quanto às reviews, eu acho que respondi todas, mas não tenho absoluta certeza, acabei atrasando e tudo o mais. Estarei começando uma nova fic SasuSaku, também de época, chamada Audácia, ao fim desta e Donzela Feroz, aguardem anciosamente! \o/
Respondendo as minhas lindas sasufans (suspira):
Grazi Holic: Oxi flor, o que houve que você desabilitou as MP's? Enfim, as coisas para a Sakura estariam ótimas se não fossem esta guerra aí em cima! O Sasuke dando uma espada para compensar a que ele destruiu... ui ui! Beeijos.
Lika: Seja bem-vinda flooore! Fico muito feliz em saber que está gostando da fanfic, logo logo começa a outra heein! Espero te ver sempre por aqui! Beeijos.
Anna: Estoy muy contento de que te gusta el fic! Espero que no seadifícil de seguir, sin duda, puede preguntar. Beijos.
Paty: Heey flor! Que bom que está gostando, as coisas estão esquentando cada vez mais heein? Beeijos.
Fernanda: Yoo flore! Fico feliz que esteja gostando! Realmente este presente é a cara dela, e não sei se você lembra, é quase uma forma de se retratar por ter destruído a outra espada dela. Beeijos.
Liifc: Será que a Sakura tá grávida? Mas que momento para ficar heein? rs Beeijos.
kashiri chan: Sim, ela está grávida! Mas acho que isso não aconteceu num bom momento, afinal a guerra começou! T-T Quanto à espada, é quase uma retratação pela que ele quebrou né? rs O pai da Sakura tá velho e tá ficando meio lelé da cabeça, então não tem condições de se manter no poder, e agora que as reformas estão mudando tudo, o estado dele acaba piorando, entende? Então, eu aceito essa sua chantagem (poderia dizer incentivo, mas não vamos inventar! rs), só que terá que esperar meu celular arrumar, por que só leio pelo celular e sem o touch pegando direito não dá para digitar a review. E quanto à SasuHina, posso te contar um segredo? Eles não terminam juntos. (prontofalei! agora fica queta e não conta pra ninguém!) Fico feliz que esteja gostando! Beeijos.
Nath: Realmente , um Sasuke desses seria um ótimo presente de dia dos namorados, rs. Sim, a Guerra começooou! õ/ Beeijos.
Lembrem-se: reviews movem montanhas, ou melhor, capítulos.
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Beijos!
