Tão Distante Como Uma Estrela
Disclaimer: Essa história pertence à AnJuDark que me autorizou a tradução. Os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.
Sinopse: Essa história de amor começa quando Edward Cullen, um jovem de baixos recursos econômicos, vai trabalhar na casa dos multimilionários Swan. Ali conhecerá a Bella, a arrogante herdeira dos Swan.
Capitulo 25 - Devaneio
Jasper PDV
Estava consciente que Alice estava esperando que eu completasse o que comecei a falar, mas, não me atrevi. De repente, tinha me acovardado com a idéia de um fora. No final das contas, até esse instante, ela não tinha dado sinais de sentir algo por mim que não fosse... amizade?
Não. Definitivamente não era o momento. Tinha que esperar, se não queria assustá-la. Tinha custado muito ter um pouco da sua confiança e, se confessava meus sentimentos, com toda certeza ela não iria acreditar... não podia me arriscar que ela voltasse a pensar que eu queria apenas brincar com sua inoscência...
"Então?" - insistiu - "O que ia me dizer?"
"Esquece" - respondi - "Não tem importância" - ela fez uma careta estranha pela minha resposta e esperou em silêncio que eu dissesse a verdade - "ia te perguntar se... se você já pensou em o que vai estudar, terminando a escola" - soltei.
Imaginei ver a decepção passando por seu rosto?
"Oh" - exclamou e, depois de suspirar profundamente, acrescentou - "Gostaria de estudar ballet" - seu olhar foi diretamente para chão e pude notar facilmente o rubor em suas bochechas.
"Ballet?" - repeti assombrado. Não esperava que Alice gostasse de algo parecido. Ela assentiu, ainda escondendo seu rosto entre seu curto e escuro cabelo - "por que você ficou vermelhinha desse jeito?" - quis saber.
"Me da... me da vergonha" - admitiu - "alem de Edward, você foi a única pessoa que eu confessei isso... digamos que eu te contei um dos meus maiores segredos."
"Obrigado pela confiança" - murmurei, enquanto tentava encontrar seu olhar, mas ela insistia em não ter esse tipo de contato - "Alice" - chamei, depois de insistir por vários segundos. Me atrevendo a levar meus dedos para o seu queixo para poder levantar seu rosto - "Por que se envergonha assim?"
"É um sonho estúpido" - disse – "muito infantil..."
"Um sonho estúpido e infantil?" - pronunciei - "Por que chama assim?"
Alice soltou uma risada que não tinha nenhum humor, tinha muita falta de esperança.
"Porque não é difícil prever que eu nunca poderei entrar a uma escola desse tipo."
"Nada é impossível nessa vida."
"Esse ditado é uma mentira" – discutiu, voltando a olhar para o chão - "para muitas pessoas como eu, o impossível existe e aparece diariamente em nossas vidas"
"Eu poderia te ajudar, se você desejar" - ofereci, segurando suas mãos por instinto. Sentindo o suave calor da sua pele na minha - "Eu... eu quero se um bom amigo para você, Alice. Pode confiar em mim o tempo todo e, se precisar da minha ajuda, não duvide em pedir. Farei o que eu puder para te dar o que deseje."
Enquanto lhe dizia tudo isso, seus olhos, finalmente, procuraram pelos meus.
"Obrigada" - sussurrou e deixamos que um acolhedor e intimo silêncio se pronunciasse entre nos.
Tive muita vontade de beijá-la. Muita. Mas me contive. Não sabia dizer quanto mais suportaria aquela vontade de saborear seus lábios, mas tinha que ser forte. Tal vez a esperar valeria a pena. Tal vez Alice, algum dia, poderia se apaixonar por mim...
Não deveria deixar que a esperança morresse.
Rose PDV
Meu irmão dirigia em completo silencio até aquele lugar. Simplesmente, durante todo o caminho, o meu coração não tinha parado de bater ritmicamente e de maneira desenfreada. Minhas pernas tremiam e meus dentes não paravam de pressionar meus lábios. Estava muito nervosa para poder disfarçar.
"Rose" - chamou Jasper, com sua voz baixa e varoil - "Não se preocupe, tudo sairá bem" - assegurou, sem tirar o olhar da estrada.
"Tenho medo que nossos pais tenham mandado alguém para nos vigiar" - confessei - "sabem o quanto você me ama e podem suspeitar de você..."
"Não vai acontecer nada" - me acalmou - "Confia em mim. Você se preocupe apenas em esclarecer as coisas com McCarty"
"Obrigada, Jazz" - disse sinceramente.
"Não precisa me agradecer, você é minha irmã e te amo... é a única pessoa da família que esta comigo de verdade... lembra quando éramos pequenos? Prometi que sempre ia cuidar de você" - assenti, com um pequeno sorriso decorando meus lábios.
"Sempre você cuidou" - disse - "sofri muito quando você foi para outro país pra terminar mais rápido seus estudos... fico feliz que você tenha voltado para ficar comigo agora, quando mais preciso de você"
"Eu também fico feliz de ter voltado" - ele confessou.
"Mas... logo você ira, não é verdade?" – perguntei, com medo, já que meu irmão tinha deixado bem claro que logo voltaria para Colômbia, para terminar a universidade"
"Não sei" - respondeu - "talvez continue estudando aqui"
"Mas você quer estudar arquitetura" - lembrei - "e sonhava em entrar em uma das universidades mais prestigiadas da Colômbia."
"Você mesma disse: sonhava... agora, tenho outras prioridades."
"Essas prioridades cheiram a perfume de mulher" – acusei, olhando-o fixamente para ver suas expressões, a qual foi entre divertida e envergonhada - "acho que não estou errada" - aventurei, esperando que me contasse mais.
"Não esta" - disse - "Acho que... acho que estou apaixonado"
"Apaixonado?" - repeti aquela palavra, que se escutava tão estranha da boca do meu irmão - "Por quem?" - quis saber, realmente emocionada.
"Você é muito curiosa irmãzinha" - disse entre risos - "mas vai ter que esperar para saber de quem estou falando, é muito cedo para dizer"
"Não confia em mim?" - disse, fazendo bico. Ele não respondeu, ignorou minha expressão chantagista. Então, lembrei de algo que tinha esquecido - "Jasper, e o que aconteceu com sua namorada, Vanessa?"
Os olhos cor de mel do meu irmão se arregalaram e seu corpo ficou tenso. Parecia, pela sua expressão, que tinha esquecido completamente que estava comprometido com alguém.
"Falarei com ela e vou explicar a situação" - solucionou rapidamente, depois de pensar por alguns minutos - "Chegamos" - anunciou, e o sangue outra vez congelou em minhas veias. Levei meu olhar para o enorme edifício que estava na minha frente.
Jasper desceu do carro e me ajudou a fazer o mesmo. Segurou minha mão e juntos entrar naquele conjunto de apartamentos. Emmet já nos esperava, ao lado de um elevador e meus pés caminharam ate ele, movido por uma forca estranha e poderosa.
"Rose" - murmurou enquanto seus braços se enrolavam em mim e seus lábios pegados em meu cabelo.
Durante vários minutos, não pude fazer mais nada que acariciar suas bochechar com minhas mãos e derramar lagrimas atrás lágrimas, enquanto repetia mentalmente que não era um sonho, que na verdade estava outra vez com ele.
Jasper nos deu as chaves do apartamento que, sem que nossos pais soubessem, tinha comprado a algum tempo, dizendo que em três horas estarei de volta por mim. Emmet agradeceu mais uma vez, e com um movimento de cabeça, meu irmão se foi.
Edward PDV
Por quê?
Por que o universo esta contra você e eu?
Por que não nos é permitido ter alegria?
Por que, quando estamos mais felizes, tudo termina?
Por que eu tive que ser que causava seus problemas?
Por que tive que me separar de você, nesse dia horrível?
Por que tive que te dizer tantas mentiras?
Por que eu tive que ser o culpado de que por seus olhos caíssem lagrimas?
Por que algo tão lindo, tem que ser tão proibido?
Por que esse amor que sentimos, a ninguém agrada?
Por que já não me é permitido esta com você?
Por que já não posso te dizer o quanto te amo?
Por que já não posso sentir o calor dos teus lábios?
Por que já não sou digno do seu amor?
Mas agora apenas quero saber:
O que você fez para merecer toda essa dor?
Por RominHarry
"Não acha que já foi o suficiente?" - exclamei, completamente irritado, andando de um lado ao outro, enquanto escutava como sua risada irônica se elevava de tom.
"Você sabia que fica adorável dessa maneira?" - perguntou, enquanto caminhava ate mim e colocava uma de suas mãos em meu ombro, me obrigando a parar.
A olhei com a fúria ardendo e meus olhos.
"Você não cansa de machucar as pessoas?" - perguntei, recusando o gesto grosseiramente.
Heidi voltou a rir com ironia.
"Edward, se acalme" - recomendou - "Bella não vai morrer por isso... infelizmente."
Tenho que admitir ser sincero: quando escutei aquilo, minhas mãos tremeram e, por um segundo, o desejo de bater em Heidi se apoderou de mim. Agradeci o fato de que meu pai, Carlisle, sempre nos educasse para tratar a mulher como todo respeito que pudesse. Estou certo que, se fosse de outra forma e tendo outros principios, não poderia ter me contido.
"Vamos, já me cansei das suas queixas" - disse, ante meu silencio - "vá, e ponha essa roupa que comprei e desça para irmos a casa dos Swan"
Dito isso se foi.
Bati forte na mesa de madeira, provocando que pequenos pedaços saíssem voando pelo impacto. Fechei meus olhos e, dessa forma, caminhei até onde o luxuoso traje estava.
A nova e torturante idéia de Heidi consistia em que eu fosse como seu companheiro, a uma festa a fantasia que a senhora Swan tinha planejado. Obviamente, aquela roupa não era um presente simplesmente por sua bondade, com toda certeza que não. Sabia que, atrás dessa atitude, tinha uma desalmada intenção, a qual se reduzia a fazer Bella sofrer e, por consequência, a mim.
Parecia que tinha anos e não meses que estava longe do seu calor. Não a havia visto em semanas e, mesmo que vê-la e estar perto dela era sinônimo do mais torturante suplicio, igualmente sofria com não me deleitar com sua imagem (a qual, desde dias, sempre se mostrava fria e distante).
No final das contas, acho que o masoquismo dominou meu corpo e minha mente, para me convencer de ir, por vontade própria, a aquele baile infernal.
Chegamos na casa, no mesmo instante, Heidi segurou minha mão com forca. Caminhou exagerando no movimento do seu quadril e erguendo o corpo de maneira prepotente. Sorri internamente, ao notar que, mesmo ela se considerando uma pessoa refinada, dava lastima de se sentir orgulhosa de ir acompanhada de quem, que todos sabiam, era seu chofer. Infelizmente, ela só se importava com o que uma pessoa pensasse e, infelizmente, essa pessoa não encontraria contraditória tal situação, se não, pensaria que era a mais vil e cruel das traições...
Entramos na sala, onde muitas pessoas mascaradas não disfarçaram ao nos ver.
"Ponha a mascara, querido" - ordenou Heidi e obedeci sem protestar. Talvez dessa maneira, chamaria menos atenção.
Minha garganta se fechou ao entender que Heidi não apenas estava ferindo profundamente o amor que tinha entre Bella e eu, se não que, alem disso, também estava ferindo minha dignidade. Não era preciso ser um leitor de mentes para saber o que todos estavam pensando...
Acho que esqueci a dor ao vê-la descer as escadas. Que outra coisa poderia fazer nesse momento? Que palavra melhor a descrevia? Linda? Por acaso, divina? Radiante? Será melhor chamá-la de magnífica? Esplendida? Perfeita?
Não.
Nenhuma das palavras, esquecidas ou existentes conseguiriam descrever como Bella estava essa noite. Sua esbelta e fina silhueta estava coberta por um extenso vestido da época vitoriana vinho, com detalhes dourados no corpete que marcava ainda mais sua pequena cintura. Seu pálido e fino rosto, estava coberto por uma mascara da mesma cor do vestido e seu cabelo se estendia, como sempre, abaixo dos seus ombros nus, como uma cascata chocolate.
Parecia uma deusa. A mais linda e inalcançável das deusas. Inalcançável. Ela era isso para mim: uma estrela que jamais devia ter estado ao meu alcance. Um luxo, o qual eu não tinha direito de profanar e, mesmo assim, o tinha feito: minhas mãos tinham percorrido aquela gloriosa figura, meu lábios tinha arrancado suspiros e beijado ela, meu olhos tinham se atrevido a penetrar nos seus, meus ouvidos tinham escutado o te amo de sua respiração, minha pele tinha roçado cada centímetro da sua e, por ter me concedido tão vulgar atrevimento da minha parte, agora estava pagando as consequencias de uma terrível maldição...
Bella olhou para mim. Infelizmente, a mascara que cobria meu rosto de nada servia para seus olhos. Ela como eu, podia me identificar mesmo se estivesse submergido em um mar rodeado por milhares de pessoas. E, como sempre costumava acontecer, seu olhos e seu gesto se endureceram ao me contemplar.
Mesmo que, dessa vez, tal gesto durou tão pouco, que quase não pude detectá-lo... Bella rapidamente desviou seu rosto da minha direção e se encaminhou ate onde um pequeno grupo de gente estava em uma conversa harmoniosa. Ela se uniu a conversa e a vi rir. Por acaso era o meu lago egocêntrico que não me permitia aceitar a idéia de ela realmente estar feliz? Por que, no lugar de me dar paz ao vê-la por ai, dançando e rindo abertamente, me dava uma forte aflição?
Egoísta, me acusei mentalmente, maldito egoísta.
Não era isso o que eu queria? Seria melhor que Bella me esquecesse, dessa maneira, deixando de sofrer por mim. Não era isso que eu mesmo tinha dito antes? Sim. Isso era o que eu tinha dito antes... mas não tinha sido sincero. A aflição em ver nela um pouco de felicidade não se devia a outra coisa que não fosse o medo de que, realmente, ela tivesse me esquecido... apesar da dor que eu sabia que lhe causava me amar, a idéia de não ser o dono do seus sonhos me aterrorizava... me enchia de um medo infinito e pulsante que, invisivelmente, cortava em pedaços a minha pele.
"Edward, fecha a boca e disfarce um pouco que, agora, você é meu acompanhante" – sussurrou Heidi, em meu ouvido, com fúria. Heidi decidiu me ignorar do mesmo jeito e foi para o centro do salão dançar. Então, vi minha mãe sair da cozinha, me levantei imediatamente pra ir ajudá-la.
"Edward" - exclamou quando peguei a bandeja de suas mãos - "filho, não tinha te reconhecido, você esta muito bonito"
"Obrigada mãe" - disse, sorrindo tristemente - "deixe que eu te ajude" - pedi e ela se negou.
"Não, Edward, agora você é um convidado."
"Mamãe, deixe de dizer besteiras, sou seu filho e quero te ajudar" - discuti. Ela me olhou durante vários segundos e, depois de suspirar pesado, deixou de puxar a bandeja e colocou uma de suas mãos em meu ombro.
"Preciso falar com você" - informei, enquanto caminhava de volta para a cozinha - "agora temos tempo, me siga."
Entrei junto com ela na cozinha e nos sentamos, ela na minha frente.
"Edward" – começou a dizer - "sei que no passado não aceitei que você amasse a senhorita Isabella mas, agora, te suplico esqueça o que te disse um dia e escute minhas novas palavras: se a ama, não a deixe ir... não importa o que te digam o outros, fique surdo para outras vozes que não seja a dela."
"Por que você esta me dizendo tudo isso?" - perguntei.
"Porque você é meu filho e dói te ver assim: morto, triste e melancólico o tempo todo... e, mesmo que tente negar, sei que é por não tê-la ao seu lado"
"Já é muito tarde para recuperá-la" - argumentei - "mesmo que quisesse, não posso estar com ela,"
"Por que?"
"Porque..."
Quase lhe contei a verdade, mas não me atrevi. Sabia que tinha muitas probabilidades que Esme fosse em busca de Bella e soltasse que, pelas ameacas de Heidi, tinha me afastado dela... e, se tinha sorte, e Bella ainda me amasse, provavelmente compreenderia tudo, me perdoaria e... e depois o que?
Nós não íamos impedir que Heidi contasse a verdade para Renne, e era isso que me amedrontava. Infelizmente, eu não era Hercules para salvar minha família da dor que meu amor egoísta lhes ia causar. Podia ver claramente: minha irmã e minha mãe desempregadas, Carlisle angustiado conseguindo outro emprego que ajustasse nos horários da carpintaria, meus irmãos pequenos limitados em seus gastos... e Bella... o que poderíamos fazer diante sua mãe? Fugir? Deixar tudo para trás? Eu poderia deixar minha família desamparada e sem minha ajuda? ... E se assim fosse, o que eu e Bella íamos fazer sós, sem profissão, sem dinheiro, sem casa, sem mais além do nosso amor?
Digo algo que as pessoas pensam e é uma completa mentira? O amor não basta para viver. O amor não enche a barriga quando você esta com fome, o amor não é suficiente para nós nesse momento... eu não estava disposto a fazer com que ela sofresse ao meu lado, não quando ela tinha tudo aos seus pés. Meu egoísmo não chegava a tanto... definitivamente Heidi me tinha preso em uma garrafa de cristal, a qual, se atrevia a quebrar, os pedaços de vidro entrariam profundamente nas pessoas que eu amava.
Simplesmente, não podia dizer a verdade...
"Porque ela não é para mim" - soltei. Não. Ela não era para mim, depois de tudo, não estava dizendo para minha mãe uma mentira - "alem disso, se você não sabia, já tenho outra namorada."
"Sim, já sei" - admitiu, falando com uma voz suaves - "mas a mim não engana, essa você não ama... não é melhor que todas as aventurinhas que você teve antes de conhecer a senhorita Isabella."
"Mamãe, não insista..."
"Insisto porque não suporto te ver assim!" - interrompi - "mesmo com essa mascara cobrindo o seu rosto, se pode ver a imensa tristeza que existe nas suas pupilas."
Abaixei o olhar, envergonhado que minha mãe fosse quem tivesse que suportar, junto comigo, essa amargura.
"Não se preocupe" - murmurei - "estarei bem, prometo."
"Você sabe que esta mentindo" – me contradisse, amorosamente, quando se pos de pé e beijava minha testa - "não tente se enganar, esta claro que você não pode viver sem ela" - disse e depois, se foi.
Fiquei só, na pequena cozinha, sem prestar atenção nos empregados que entravam e saiam. (a festa era tão grande que parecia, que a senhora tinha contratado uma equipe especial para o banquete). O silêncio repentino, que inundou a sala, chamou minha atenção, conseguindo que eu ficasse em pé e caminhasse até onde toda as pessoas tinha parado de dancar e estavam olhando para o casal que esta lá em cima, parado em uma das partes mais altas da escadas com as mãos entrelaçadas.
"Isabella" - ele começou a dizer, em voz alta, para que todos escutássemos - "Você sabe que por muito tempo desejo ser correspondido pelo seu carinho e, escolhi essa noite para te dar uma grande amostra do amor que sinto por você, confessando em frente a todo o publico e pedindo teu consentimento para te chamar de minha noiva , aceita meu humilde pedido?"
Estive a ponto de gritar... só a ponto. Minha voz sumiu quando ela, abaixando o olhar, um segundo depois de direciona-la a mim, sussurrou:
"Sim, aceito."
Todos sussurravam uma onda forte de aplausos, muitas felicitações e incessantes cochichos encheram o salão que, de um momento ao outro, me pareceu muito, muito reduzida... quase não fui consciente das pessoas que se aproximaram do casal para lhes dar uma mostra do seu afeto... apenas pude ver uma cena com clareza.
A qual Mike a segurou entre seus braços e a beijou nos lábios.
AGORA lascou tudo x_x OMG EDWARD tome uma atitude homem pufavo!
Obrigada pelos comentários e até amanhã
Beijos
xx
