Capítulo 24
Bella POV
Eu estava deitada na cama quando ouvi ao fundo um burburinho de vozes conhecidas. A princípio pensei que fossem as vozes dos pais, irmãos e cunhados de Edward. Mas depois apurei melhor o ouvido e as vozes eram de Jacob, Aro e Rachel.
Tentei saltar da cama e fugir, mas percebi que não conseguia. Fiz força com os meus braços, que estavam sobre a minha cabeça, mas eles não se mexeram. Olhei para cima e vi que tinha os pulsos algemados à cama. Tentei mexer as pernas, mas elas também não me respondiam como eu desejava. Olhei para baixo e reparei que os meus tornozelos estavam também algemados à cama.
"Edward?" Chamei por ele. Se eles ouvissem que Edward estava na minha vida, poderiam ter receio e ir embora.
Ouvi vários passos se aproximando da porta. Inferno, eu devia ter ficado calada. Quem sabe eles até pensassem que eu ainda não tinha acordado. Estúpida! Estúpida! Estúpida! A porta do quarto rangeu e vi uma sombra bastante conhecida.
"Bella, você já acordou, linda?"
"Aro?"
"Então? Então? Para onde foi parar o 'tio'?"
"Olá, Bella".
"Rachel?"
"Ouça aqui, menina, para você será sempre tia. Estamos entendidas?"
"Ora, ora, vejam só quem acordou".
"J-Jacob?"
"Eu mesmo, linda! Vim acabar o servicinho que o idiota do seu namorado não permitiu. E trouxe dois velhos amigos seus".
"Onde? Onde está Edward?"
"Você está falando daquele monte de lixo ali?"
Olhei para onde estavam apontando e Edward estava lá. Não consegui falar, nem gritar. Fiquei sem voz. Apenas as lágrimas caíam. Edward estava desmaiado. Ele tinha sangue seco sobre o seu olho direito, seu nariz e no canto dos seus lábios. Seus braços e pernas estavam amarrados por cordas a uma cadeira. Seus pulsos e tornozelos tinham sangue, tal como a corda que os envolvia.
"Edward?" A minha voz saiu carregada de dor. "Edward? Acorde, amor".
"Ele vai acordar em um instante." Jacob pegou um pano, molhou com algo e passou junto ao nariz de Edward. Ele começou a gemer e aos poucos seus olhos abriram. Ele olhou ao redor e então para mim, e suas lágrimas começaram a cair.
"Baby, desculpe. Desculpe, Bella".
"Cale-se, idiota!" E com isso, Jacob deu um pontapé no estômago de Edward, fazendo-o cair para trás junto com a cadeira.
"NÃO! NÃO! Deixem-no em paz! Façam o que quiser comigo, mas deixem-no em paz!"
"NÃO! Matem-me! Mas deixem Bella em paz!"
"Oh, mas que romântico. Um pombinho não se importa de morrer pelo outro." Dessa vez foi Aro quem falou.
Vi Jacob estender sua mão para o amontoado bronze que cobria a cabeça de Edward e levantá-lo dessa forma. Edward não emitiu nenhum som, apenas fechou os olhos com as dores e vi sangue fresco saindo da sua boca.
"Edward!" Eu já não conseguia controlar o meu choro de pânico. "Desculpe, amor, desculpe".
"Abra os olhos, imbecil." Edward não abria. "Abra os olhos, filho da puta! Eu quero que você veja o tratamento que vamos dar a Bella!" E deu outro soco na mandíbula de Edward.
"PAREM! DEIXEM-NO EM PAZ! EDWARD? AMOR? EDWARD?"
"Bella? Bella, acorda, baby".
"Edward?"
"Sim, baby, você estava gritaando. Você está bem, amor?"
"Edward!" Não consegui segurar as lágrimas e comecei um choro desesperado.
"Baby, foi apenas um pesadelo." Edward apertou-me em um abraço forte enquanto suas mãos afagavam as minhas costas com carinho.
"Edward, está tudo bem? Podemos entrar?"
Edward olhou para mim para que eu desse autorização ou não, quando eu assenti, ele disse que sim.
"Só um momento." Edward gritou ao mesmo tempo em que levantou da cama, depositou um beijo nos meus lábios e pegou duas camisas limpas. Ele entregou-me uma e vestiu a outra. Ele pegou duas boxers e repetiu a ação. Ele sentou-se ao meu lado e acariciou meu rosto, limpando as lágrimas que não paravam de cair. Ele levantou-se novamente para destrancar a porta.
Edward POV
Quando abri a porta, toda a minha família entrou com mil e uma perguntas ao mesmo tempo. Minha mãe, Alice e Rosalie correram para a cama e cercaram Bella de carinhos e perguntas, mas os soluços de Bella não paravam e seus olhos não deixavam os meus. Caminhei na sua direção, Rosalie e Alice se desviaram para que eu pudesse sentar junto a Bella. Quando a abracei, Bella deu um pulo para o meu colo, enfiando sua cabeça no meu pescoço e suas lágrimas e soluços aumentando de intensidade e volume. Todos olharam para mim interrogativamente.
"Baby, foi apenas um pesadelo. Você quer contar?" Perguntei enquanto fazia carinho nela e a apertava com meus braços.
"Bella." Minha mãe falou. "Vou fazer um chá para você acalmar um pouco, está bem?"
Bella apenas acenou, mas quando minha mãe estava se levantando da cama, Bella estendeu seu braço e agarrou o dela.
"Esme?" Bella falava com dor em sua voz. "Não deixe ninguém fazer mal a Edward".
"Bella?" Minha mãe perguntou, mas Bella a interrompeu.
"Não importa o que façam comigo, mas não deixe ninguém fazer mal ao seu menino. Por favor, Esme, não deixe".
"Calma, minha querida. Ninguém vai fazer mal a ninguém".
"Não, Esme, você não percebe? Eles farão mal a Edward, por minha causa." A voz dela beirava o pânico. "Por favor, Esme, acredite em mim. Eles farão mal por minha causa".
"Bella?" Virei seu rosto para mim. "Baby, ninguém vai fazer nada comigo".
Minha mãe saiu do quarto acompanhada de Jasper, que fez sinal para mim se ele poderia dar alguma coisa para acalmar Bella, o que concordei.
"Vão sim, Edward." Bella tentou sair do meu colo. "Vão sim. E a culpada por isso acontecer sou eu".
"Bella?" Foi meu pai quem falou. "Nenhum de nós permitirá que você ou Edward sejam feridos. Acredite em nós".
"Não, quem não vai permitir que façam mal a Edward sou eu!" Bella virou-se para mim. "Amor, eu te amo muito, mas para evitar que te machuquem," ela levou sua mão ao seu dedo que possuía o anel de noivado, "acho melhor eu sair da sua vida".
"Isabella." Peguei nas suas mãos e falei com voz autoritária. "Você ainda não me contou o seu pesadelo, mas se acha que vou deixá-la sair da minha vida por causa de uma coisa que nem é real, você está muito enganada!"
"Bella?" Minha mãe chegou com o chá e o medicamento que acalmaria Bella. "Aqui está o chá, querida. Tente beber um pouco, está bem?"
"Obrigada, Esme." Quando Bella pegou o pires e a xícara, suas mãos tremiam.
Bella estava tão nervosa que não tinha forças para segurá-los. Eu os retirei das suas mãos e prontifiquei-me a dar-lhe goles de chá. Bella bebeu tudo.
"Edward, estou um pouco tonta".
"É normal, baby. Pedi a Jasper para colocar um calmante no chá, você está muito nervosa".
"Edward, não, eu não quero dormir. Vou voltar a sonhar com eles".
"Eles? Eles quem, baby?"
"Aro… Rachel… e… e Jacob…" O último nome já foi proferido em câmera lenta, pois o calmante já estava surtindo efeito.
"Mas que merda!" Levei minhas mãos à cabeça.
"Edward, deite Bella na cama, filho. Deixe que ela descanse um pouco." Fiz o que minha mãe pediu. "E você descanse pouco também. Você verá que quando Bella acordar estará se sentindo melhor e mais calma e vocês poderão conversar e ela contará o que sonhou".
Olhei para o rosto dela, que agora estava sereno. "Eu a amo tanto, mãe. Tanto." Enquanto falava, eu acariciava seus cabelos.
"E ela também te ama muito, Edward. Bella tem andado tão contente que por vezes nos esquecemos do seu passado, mas ele está lá. Gravado no subconsciente dela".
"Eu sei, e estive pensando... será que foi alguma coisa que eu fiz que desencadeou a crise?"
"Edward?" Jasper falou. "Eu não tenho nada a ver com isso e você só responde se quiser".
"Ok, Jasper, pergunte".
"Quando vocês estão no ato sexual, alguma vez Bella se mostrou desconfortável, ou com medo de algo? Ela mostrou insegurança? Eu sei que você nunca faria nada que a deixasse apreensiva, mas você acha que alguma loucura que vocês cometeram ela aceitou por ser você, mas no final reparou que ela estava com dúvidas?"
"Não, Jasper, pelo contrário, aos poucos ela tem se tornado bem mais ativa. A princípio ela era um pouco passiva e não tomava iniciativas, mas... espere aí".
"Sim? Você lembrou de algo?"
"Sim, hoje quando estávamos… você sabe que não vou entrar em detalhes. Mas hoje, Bella empurrou-me e tomou a iniciativa, mas quando terminou," todos os que estavam no quarto perceberam e deram uma risadinha, "ela perguntou-me como tinha se saído e notei alguma insegurança na sua voz, sabe? Como se ela precisasse que eu a elogiasse pela iniciativa e pelo desempenho. Realmente, a voz dela mostrava um pouco de insegurança. Você acha que eu não deveria ter permitido que ela fizesse o que fez?"
"Não, Edward, pelo contrário. Você deve incentivá-la a ser cada vez mais ativa, mas Bella precisa, por enquanto, que você a elogie sempre. Você não pode permitir que ela se sinta na 'obrigação' de pedir sua opinião. Você mesmo deve tomar essa iniciativa logo".
"Hum, Edward?" Desta vez foi Emmert quem falou. "Como é que Bella reagiu àquilo?"
"Àquilo? Àquilo o quê, Emmett?"
"Emmett apontou para o fio dental rasgado".
Eu não queria, mas minhas bochechas ficaram vermelhas. No meio da confusão toda eu esqueci de recolher nossas roupas do chão.
"Reagiu bem, Emmett, não vou te dizer mais nada".
Todos começaram a sorrir.
"Eu sabia." Rosalie falou.
Todos ficaram olhando para ela, mas Rosalie pediu licença e encostou sua boca ao meu ouvido, sussurando, "Eu não te disse que assim que Bella se entregasse ela seria uma leoa?"
Eu apenas sorri e acenei, "Obrigado, Rosalie".
"Ok, ok, já chega de envergonhar o seu irmão." Minha mãe falou. "Vamos deixá-los descansar um pouco".
"Edward?" Meu pai falou. "Quero que saiba que eu confio 100% em você e sei que nunca faria nada para machucar, Bella, mas te aconselho a ouvir os conselhos de Jasper. Agora descanse, filho".
"Obrigado a todos vocês. Eu os amo muito".
Depois de todos saírem do quarto, aconcheguei-me à minha Bella e acabei adormecendo também.
Bella POV
Acordei com a respiração de Edward sob a minha nuca. Seus braços envolviam o meu corpo. Tentei mexer-me devagar para que ele não acordasse e virei meu corpo para o dele. Edward estava dormindo, mas dava para perceber que não estava relaxado. Suas sobrancelhas estavam unidas e suas pálpebras remexiam muito. Recordei-me do meu pesadelo e automaticamente as lágrimas começaram a cair. Não era por mim que eu temia, porque eu já sofri muito e sobrevivi. Era por Edward. Ele não merecia sofrer com meu passado. Mas eu o amo tanto. Agora pouco quando eu queria tirar o anel de noivado, tive a sensação que estava enfiando uma faca no meu coração. A dor era tanta que apenas eu sei o que me custou. Mas Edward não me deixou tirar o anel e sua família tranquilizou-me um pouco quando me garantiu que não permitiria que Edward ou eu sofrêssemos algum mal.
Eu estava viajando nos meus pensamentos quando senti a mão de Edward no meu rosto, seu polegar limpando as lágrimas que não paravam de cair.
"Mais calma, baby?"
"Um pouco. Desculpe pela confusão. Deus, seus pais devem pensar que sou louca. Eu..." Edward colocou um dedo nos meus lábios, silenciando-me
"Sshh, baby, ninguém pensa que você é louca, Bella. Mas eu estou curioso, qual foi a razão que te levou a pensar que eu poderia estar em perigo?"
"Edward, eu sonhei com Aro, Rachel e Jacob e eles machucaram você, amor. Seu rosto estava cheio de sangue e-"
"Bella, foi apenas um sonho, mas eu gostaria que você me contasse".
Contei tudo o que sonhei até que Edward me acordou e eu percebi que estava em segurança. Mas eu sentia que era uma segurança relativa porque, no sonho, Edward foi realmente agredido e eu não pude fazer nada para ajudá-lo.
"Bella, eu preciso te fazer uma pergunta." Edward estava com o rosto sério e assustou-me um pouco.
"Faça, Edward".
"Desde que nós iniciamos nossa vida sexual, alguma vez você se sentiu desconfortável, ou insegura com alguma coisa que eu fiz ou disse a você?'
"Não, amor, que você fez ou disse não, mas..."
"Mas?"
"Quando tomei a iniciativa hoje, fiquei com receio que você não tivesse gostado, ou se aquilo que fiz foi bem feito…"
"Baby?" Edward levantou meu rosto e obrigou-me a encarar seus olhos verdes. "Uma das coisas que mais dá prazer a um homem é quando ele é chupado".
"Edward." Minha voz saiu envergonhada e senti minhas bochechas quentes.
"Isabella, você precisa entender uma coisa, uma mulher pode até fingir que tem prazer e pode tentar simular um orgasmo, mas um homem não! Se o homem não tiver prazer, não consegue gozar".
"E você gozou, Edward, eu senti. Então isso quer dizer que você gostou?"
"Muito, Isabella, e quero que você continue tendo iniciativas. E quando você quiser experimentar algo novo, conte comigo, amor, mas eu preciso que você me ensine uma coisa".
"Ensinar a você? Eu ensinar a você? Você deve estar louco, não é?"
"Não, Isabella, não estou." Sua voz era firme. "Preciso que você me ensines a cuidar de você e o que precisa ouvir, quando você me chupar ou quando tomar outras iniciativas".
"Edward, você já me diz algumas coisas-" Mais uma vez ele me interrompeu.
"Isabella, eu quero que você me diga o que gostaria de ouvir quando estamos fazendo amor, e o que quer ouvir quando está me fazendo um boquete".
"Edward, eu… eu…"
"Fale, Isabella".
"É isso, é isso mesmo".
"Desculpe, não entendi".
"Eu adoro quando você encarna a vertente dominadora. Adoro quando me chama de Isabella. Amo quando você empurra meus limites. Pensei que fosse me sentir mal, ou não gostar, mas quando você me empurra, é como se eu me transformasse em outra pessoa e a coragem salta para fora de mim. Quando você puxa os meus cabelos, quando rasga as minhas calcinhas, quando está completamente entregue ao prazer e pronuncia palavras obscenas. Eu adoro".
"É só isso, Isabella?"
"Deus, Edward, sim! Só a conversa que estamos tendo e a forma como você diz o meu nome, sinto-me completamente molhada, e estou super excitada. Neste momento eu seria capaz de pular em você e foder com você, Edward".
"E o que te impede?"
"Não sei se você está com disposição." Eu disse envergonhada.
"Isabella!" Edward pegou minha mão e a levou ao seu pau. "Como você pode notar, eu também estou super excitado e te desejo loucamente. Vamos combinar uma coisa?"
"O que você tem em mente?"
"Sempre que eu quiser transar com você, ou sempre que você quiser, vamos nos estimular. Posso te garantir que mesmo que não esteja com a cabeça no assunto, só de sentir a sua mão no meu corpo eu fico pronto na hora. Eu te desejo sempre, Isabella".
"Eu também te desejo, Edward, mas você não acha ruim?"
"Acharei ruim se você não fizer como combinamos. Mas agora, chega de conversas, eu quero ação, Isabella. Você está com a mão no meu pau, é porque você quer transar. Está esperando o que?"
"Deite, Edward." A minha voz transmitia confiança. "Vou te dar tanto prazer que vai ficar louco".
"Menos palavras e mais ação, Isabella".
Edward pegou um punhado dos meus cabelos e levou minha boca à sua com uma violência que os nossos dentes bateram.
"Amor?" Interrompi o beijo, "A porta está trancada?"
"Não, baby, deixe que eu a tranco".
Edward levantou-se da cama, virou para mim e começou a desabotoar a camisa. Eu apreciei seu corpo. Seus músculos trabalhavam enquanto ele fazia os movimentos de soltar os botões. Ele começou a andar para trás em direção à porta e os músculos das suas pernas bem trabalhadas acompanhavam o seu movimento. Edward trancou a porta e quando se dirigia para mim, deixou sua boxer escorregar pelas suas pernas. Ver Edward nu, com o seu pau apontando para mim, era uma visão espetacular.
"Isabella, você não acha que está vestida demais?"
Quando eu ia começar a desabotoar a camisa, Edward colocou suas mãos sobre as minhas e as afastou. Ele colocou as mãos na barra da minha camisa e, com um puxão, vi os botões voarem em todas em direções.
"Edward?" Minha voz estava além de surpresa pelo desejo.
"Isabella?" Sua voz era irônica.
Edward agarrou a boxer pelos meus quadris e com uma calma torturante a passou pelas minhas pernas.
"Isabella, você está tão excitada que o seu cheiro maravilhoso está espalhado pelo quarto. Espero sinceramente que não esteja desperdiçando o meu néctar".
"Oh Deus, Edward." Não sei onde fui buscar tanta coragem, mas coloquei a minha mão na sua nuca e agarrei um punhado dos seus cabelos, obrigando-o a encarar os meus olhos que, se estivessem como os seus, estariam negros de desejo. "Não quero preliminares, Edward, quero o seu pau em mim. Agora!"
E com isso eu o beijei e coloquei minha outra mão no seu pau e o empurrei, fazendo-o deitar e eu ficando por cima dele. Descobri que nesta posição quem tinha o poder maior era eu. Continuei a beijá-lo enquanto aproximava o meu sexo do seu.
"Porra!"
Ambos gememos quando Edward entrou facilmente em mim de tão excitada que eu estava. Fiquei parada alguns segundos para que o meu corpo se acostumasse com a invasão. Aos pouco comecei a me mexer. Edward e eu gemíamos os nomes um do outro.
"Porra, baby".
"Oh, Edward!"
"Vem, Isabella, cavalga no meu pau".
Edward levou uma mão ao meu seio e começou a girá-lo e massageá-lo. A sensação foi tão boa que em pouco tempo comecei a sentir a sensação já familiar de aperto no meu baixo ventre.
"Edward, Deus! Edward, eu vou... Oh... eu vou..."
"Vem, Isabella, goza para mim".
"Oh... Edward... Ahhhh!"
O meu orgasmo levou-me novamente a planetas que Edward já me tinha apresentado.
"Você ainda não gozou, amor?" Perguntei ofegante alguns segundos depois enquanto continuava a rebolar sobre o seu pau.
"Não, Isabella, e você não vai acabar comigo tão cedo".
Edward pegou no meu quadril e parou meus movimentos. Fiquei olhando para ele, mas Edward retornou o olhar e, com um sorriso divertido, levantou meu corpo. Com a desconexão, ambos emitimos um silvo.
"Calma, Isabella" Edward sentou-se na cama, em seguida ficando de joelhos. "Quero que você fique de quatro, Isabella".
Fiz aquilo que ele me pediu e senti uma das suas mãos nas minhas costas, acariciando-me e acalmando-me, como se de alguma forma ele me dissesse sem palavras que eu estava segura. E era assim que eu me sentia.
"Porra, Isabella, que visão".
"Edward!"
"Agora, Isabella, você será fodida forte e rápido".
"Deus, Edward, sim!"
"Lembra-se que te prometi que você não sairia da cama." E senti a cabeça do seu pênis na minha entrada. "Você vai ficar estatelada na cama".
E com estas palavras senti todo o seu comprimento entrando em mim com força.
"Edward!" Emiti um grito de prazer.
"Porra, Isabella, você já está me mastigando".
"Edward! Edward!"
"Goze, Isabella, goze bem forte".
"Ah, Edward! Deus, oh!"
"Isabella, eu pensei que tinha sido um acaso, mas não. Porra. Você tem orgasmos múltiplos. Assim eu não vou aguentar muito mais".
"Ah... Oh! Edward... Oh, Edward".
Edward continuou a investir contra mim, eu já sentia um pequeno ardor, mas o prazer era muito maior.
"Isabella, eu quero que este seu orgasmo te leve a planetas nunca antes visitados." Edward falou com a voz rouca de desejo e entre respirações ofegantes. "Preciso que você segure na cabeceira da cama".
Senti uma das suas mãos no meu seio beliscando meu mamilo e a outra no meu clitóris. Por isso Edward pediu para eu me segurar, ele não tinha as mãos livres para amparar o meu corpo.
"Oh... Meu... Deus! EDWARD!"
"Isso mesmo, Isabella, goze comigo".
Edward continuou investindo fortemente em mim. Meu corpo era projetado para a frente sempre que ele o fazia. Minha força nos braços para amparar cada investida estava ficando cada vez mais fraca, mas a sensação era tão boa.
Seus dedos continuavam brincando com o meu mamilo e meu clitóris, enviando-me cada vez mais fundo em um abismo de prazer que eu não conhecia.
"Porra, Isabella, vou gozar muito forte".
Pode parecer mentira, mas senti o membro de Edward tornar-se maior, mais grosso e rígido antes de ele gozar.
"EDWARD!"
"ISABELLA!"
Ambos caímos quase desmaiados na cama. Edward permaneceu pairando sobre mim. Nossas respirações estavam tão descompassadas, como se tivéssemos subido o Monte Everest sem máscara. Nossos corpos suados continuavam ligados.
Edward trouxe seu rosto junto do meu e começou a beijar-me. Na testa, no nariz, nas bochechas e, por fim, juntou seus lábios aos meus. Mesmo exausto, Edward intensificou o beijo e, aos poucos, comecei a sentir seu membro movendo-se de dentro de mim. Ele nunca quebrou o beijo até que a desconexão estivesse finalizada.
Quando Edward saiu por completo, virou o meu corpo e, sem sair de cima de mim, apoiando-se em um dos seus braços de forma que eu não sentisse o peso do seu corpo, ele espalhou beijos por todo o meu rosto e, com a mão que estava livre, acariciava meus cabelos.
"Você está bem, baby?" Sua voz ainda saía cansada, mas notava-se uma ligeira preocupação nela.
"Hum-hum... Mais que bem".
"Eu te amo muito, Bella".
"Eu também te amo muito, amor".
Nota da Ju:
Ainda bem que foi só um pesadelo o que Bella teve e que a família Cullen e Edward conseguiram acalmá-la, aliás... que bela forma de ser acalmada pelo Edward... ;)
Desculpem não ter postado ontem!
Deixem reviews e até amanhã!
Bjs,
Ju
