Mas a minha noite começou a acabar quando a garota lembrou que tinha uma amiga, e os dois começaram a querer empurrar a tal garota para mim.

(...)

- Aqui. Esse é o perfil da sua suposta namorada.

- "Suposta namorada"?

- Olha. - Emmett empurrou o celular para mim.

- O que tem no perfil da Tânia, Emm? - Eu suspirei, olhando por cima, e não vendo nada fora do normal.

- Você não está vendo? A Tânia já mudou o perfil dela. Nele, ela não tem mais um relacionamento com você.

-x-x-x-

TEPT - Capítulo 22

"Um tempo"

- PDV EDWARD -

Eu não entendia muita coisa sobre perfis em rede social, até porque, eu até tinha feito um, mas nunca mais havia tido tempo (ou paciência) para atualizá-lo. Mas eu sabia que Emmett não iria inventar algo assim.

Então, embora eu não soubesse sequer onde encontrar essa informação, eu acreditei que ele sabia.

- Eu vou para casa. - Eu suspirei, falando calmamente, devolvendo o celular, sem sequer identificar qual era aquele sentimento que batia em mim. Não era raiva, e talvez nem tristeza. Era algo mais como decepção.

- Edward!

- Emm, não estou no clima...

- Você vai para casa, ficar chorando pela Tânia?

- Não vou para casa ficar chorando, Emmett! Mas eu fiquei anos com essa mulher, preciso de um tempo para colocar meus sentimentos no lugar. E eu realmente não acho que beijar outra pessoa essa noite vai fazer as coisas menos confusas.

- Mas, Edward...

- Emm... É sério. Eu só preciso de um tempo. Ok?

- Desculpa, cara... - Emmett soltou o ar devagar. - Eu não devia ter te falado assim, não é? - Ele fez uma careta. - Mamãe sempre diz que sou sultil como um elefante em uma loja de procelanas.

- Relaxa, Emmett. - Eu ri de seu jeito todo torto de se desculpar. - Não estou chateado com você. Eu sei que você só quis ser meu amigo.

- A Tânia não te merece, Masen.

- Ah! Qual é? - Eu ri sem humor. - Isso é papo de garota! Eu sou adulto. Vai ficar tudo bem. Eu só quero ir para a minha casa agora. Não há nada de tão absurdo nisso.

- Tudo bem. - Emmett suspirou longamente. - Você pode só me dar um minuto? Para eu pegar o telefone da garota?

- Emm, você pode ficar. - Eu ri. - Eu acho que ainda sei o caminho da minha casa. Pega um táxi depois. Seja lá para onde você vai... Eu prometo que pago.

- Não tem necessidade, Edward.

- Faço questão. - Eu sorri.

- Você tem certeza? - Ele insistiu.

- Claro que sim.

- Ok... - Emmett supirou devagar. - Nos falamos amanhã, então?

- Não precisa ficar me checando. Eu não vou fazer nenhuma besteira. Além disso, já te disse que eu tenho paciente amanhã.

- Hum... Certo, certo. Mas você promete que me liga caso precise de qualquer coisa?

- E do que é que eu poderia precisar, Emmett Cullen?

- Sorvete? Lencinhos de papel? - Emmett meio que deu de ombros.

- Você é um babaca. - Eu dei um pequeno soco em seu braço. - Obrigado. Por todas as partes da noite.

- Amigos são para essas coisas...

- Vai ficar com a sua garota. Pode deixar que eu posso muito bem comprar meu próprio sorvete.

Eu fui para casa, ouvindo o rádio, procurando por uma estação que não estivesse tocando músicas românticas. Parei em um cara comentando algo sobre esportes, mesmo que eu não entendesse nada do que ele estava falando, e mesmo que eu não estivesse prestando a mínima atenção.

Cheguei em casa e liguei meu computador. E, em um comportamento absolutamente ridículo e totalmente adolescente, eu acessei o perfil de Tânia, e tentei encontrar mais informações. Mas não havia muito coisa.

Mesmo assim, como qualquer idiota, se sentindo meio traído, eu formulei teorias em minha mente, que convergiam, em sua maioria, para um quadro em que Tânia tinha uma outra pessoa. E, fora meu "orgulho de macho" um tanto quanto ferido, eu fiquei um pouco surpreso em perceber que eu não me sentia tão preocupado assim.

Quem sabe ela não estivesse mesmo certa? Quem sabe eu não estivesse apenas negando um problema que já era óbvio.

Quem sabe nós simplesmente não fossemos mais um casal.

-x-x-x-

- Olá. - Eu depositei um beijo no rosto de Bella, quando a encontrei no café. Ela havia chegado antes, e já estava me esperando em uma mesa. - Eu demorei?

- Não. - Ela sorriu, com seu jeitinho de menina. - Eu é que cheguei cedo demais.

- E eu posso saber porque você chegou cedo demais?

- Acordei cedo e... - Ela deu de ombros. - Acabei chegando rápido. Só isso.

- Você anda tendo problemas para dormir? Ansiosa com alguma coisa? - Eu chequei.

- Não. - Ela riu baixinho. - Está tudo bem.

- Tem certeza?

- Absoluta. - Bella assentiu, sorridente.

- Que bom. - Eu tentei sorrir de volta, mas devo ter falhado e muito, pois o sorriso de Bella morreu junto com o meu.

- E você? Está tudo bem?

- Sim. - Eu assenti. - Porque?

- Você parece... Sei lá. Meio triste.

- Ah, bobagem. Talvez seja porque não dormi muito bem na noite passada. - Eu soltei a informação, apenas querendo que ela deixasse o assunto passar.

- Ah... Você está cansado, não é? - Bella abaixou seu olhar. - Nós não devíamos ter marcado hoje.

- O que é isso, Isabella? Está tudo bem em termos marcado hoje. - Eu afirmei, afagando sua mão sobre a mesa - Se não fosse possível, eu teria lhe dito.

- Está bem... - Ela suspirou baixinho. - Se você diz.

- Esqueça isso. - Eu sorri, tentando acalmá-la. - Está tudo bem comigo. Todo mundo tem suas noites mal dormidas, não é?

- Hu-hum... E seus pesadelos.

- Você tem tido pesadelos? - Eu perguntei, preocupado.

- Bem menos, agora. Bem menos...

- Certo. - Eu assenti, puxando o ar para um grande suspiro, tentando forçar um sorriso para fora. - Então vamos falar daquilo que realmente interessa? Você já pediu alguma coisa?

- Não. Eu estava esperando por você.

- Tudo bem. Então vamos pedir. - Eu assenti, abrindo o cardápio, que, na verdade, já era um velho conhecido. Eu sabia muito bem o que havia nele, mas estava precisando dessa pequena barreira entre nós. O médico era eu, e a paciente era ela. Quem precisava falar de seus problemas era Isabella, e eu queria que ela não gostasse tanto de me ler. - O que você acha que parece bom para hoje?

Nós pedimos torta e café, e uma limonada suíssa, que estava bem "mais ou menos", e passamos mais de uma hora conversando.

Agora nossas sessões eram bem mais calmas, e Isabella apenas me contava sobre seu dia-a-dia. Apenas quando eu identificava algum detalhe preocupante, é que tentava me aprofundar em uma situação específica. Seus pesadelos eram cada vez mais raros, e sua rotina cada vez mais comum.

Suas ocupações, como a faculdade e o interesse por encontrar um bom trabalho, a tornavam cada vez mais uma garota como as outras garotas de sua faixa etária.

Porém o conflito com as figuras dos pais sempre estaria lá. Seria algo muito difícil de simplesmente esquecer.

- Que dia podemos nos ver outra vez? - Eu perguntei, quando percebi que o relógio já havia ultrapassado nosso horário em alguns bons minutos e nós começamos a nos despedir.

- Ah... Será que... Nós podíamos almoçar qualquer dia?

- Claro. - Eu sorri. - Você me manda um e-mail? Dizendo seus dias livres na faculdade?

- Hu-hum. - Bella assentiu.

Mesmo com Bella tendo sido a mesma menina delicada que ela costumava ser, eu fui embora tendo certeza de que não a convenci de que tudo estava bem. Eu percebi seu olharzinho preocupado até o momento em que nos despedimos, mesmo que eu tivesse negado algum problema todas as vezes em que ela me questionou.

Conversar com Bella, geralmente, acalmava meu dia. Mas, dadas as circunstâncias, eu saí de nosso encontro ainda mais tenso, e pensei que aquela seria uma boa semana para visitar a minha terapeuta...

"Heidi, podemos nos ver nessa semana?" - Eu mandei uma mensagem.

"Claro" - Ela logo respondeu. - "Algum problema?"

"Nada de grave. Apenas precisando conversar."

"Me ligue na segunda. Eu vou te encaixar na agenda. Você vem no mesmo horário de sempre?"

"Sim."

"Certo. Nos vemos, então. Não se esqueça de me ligar."

Heidi. Fazia tempo que eu não a visitava. Seria bom desabafar um pouco. Ela era boa na terapia - Conseguia sempre me fazer olhar as coisas por outro prisma.

Quando Tânia descobriu que eu tinha uma terapeuta mulher, e depois descobriu que Heidi não era propriamente "uma senhora idosa e feia", ela tentou me convencer a mudar de profissional, mas Heidi era ótima, e eu fui firme ao dizer que não iria substituí-la.

Eu revirei os olhos para mim mesmo, me sentindo ridículo ao pensar na frase: "vão-se as namoradas, ficam as terapeutas"... Mas, no fim das contas, acho que Heidi foi mais fiel comigo. Ou talvez eu também tenha sido mais fiel com ela...

-x-x-x-

Eu estava em casa, tentando decidir entre pizza, sushi ou comida indiana (ou, em resumo, qual era a melhor comida para compensar meus últimos péssimos dias), quando meu celular tocou.

O nome de Ângela piscando na tela me preocupou imediatamente - Porque ela estaria me ligando àquela hora?

- Alô?

- Alô? Edward? - Eu imediatamente percebi que sua voz não parecia demasiadamente alarmada. E procurei manter minha calma.

- Ângela? Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa com a Bella?

- Não. Está tudo bem. - A voz de Ângela não parecia tensa, mas eu continuei a me sentir preocupado. Algo me dizia que havia alguma coisa errada. - Eu só queria conversar com você um pouco... Você pode falar agora?

- Claro.

- É que faz tempo que nós não conversamos e eu estava aqui, pensando... Sabe, eu notei que a Bella anda tão melhor, cheia de planos, reconstruindo a vida... E eu fiquei pensando: você acha que falta muito para ela... Sei lá... Tipo... Ter alta?

- Alta? - Eu perguntei, realmente me sentindo confuso. De onde Ângela havia tirado isso, assim, do nada? - Eu não sei, Ângela. "Alta" é um termo complicado para a psiquiatria...

- É, eu sei... Mas, sabe... E a sua tese? Você acha que vai concluir logo?

- A tese está bem avançada, sim. Mas... Ângela, tem algo que você queira saber em particular? - Sua conversa intrucada era típica daqueles que desejam perguntar algo, mas apenas rodeiam, sem coragem de realmente perguntar.

- Não. Eu só estava mesmo considerando as coisas. Por exemplo, eu fiquei pensando... E se a Bella se apaixonasse por alguém? Será que isso seria bom para ela?

O assunto "paixão" me fez soltar o ar, que estava prendendo desde que o telefone tocou. Mas eu não conseguia definir se aquilo era alívio ou não.

- Ângela... A Bella disse algo sobre isso para você?

- Talvez...

- Como assim "talvez"?

- Ela falou sobre um rapaz da sala dela e... Ai! Espera um minutinho, Edward. - Ângela sumiu da linha por alguns segundos, e logo depois voltou. - Desculpa. - Ela parecia sorrir. - Derrubei uma coisa.

- Tudo bem...

- Então, como eu ia dizendo, a Bella comentou comigo sobre um rapaz da sala dela, que parece estar interessado em conhece-la melhor, mas... Você acha que eu devo apoia-la a dar uma chance ao garoto?

- Edward? - Ela chamou depois que eu aparentemente fiquei alguns segundos em silêncio.

- Oi, Ângela...

- Está tudo bem?

- Está. Eu só... - Procurando pelas palavras certas, que de repente me faltaram totalmente, eu me senti patético, falhando em minha profissão. - Ângela, eu realmente não sei se devo falar sobre isso com você agora. Afinal, a Bella em nenhum momento citou este assunto em nossas sessões e eu nem sei se ela quer a minha opinião sobre isso.

- Mas você disse que eu deveria te ligar se eu ficasse preocupada com algo.

- É, eu sei, mas...

- Então, é por isso que eu queria saber se eu devo estimular a Bella. E é por isso que eu perguntei se ela logo terá alta. Por que eu quero saber se não vai ser bom para ela se apaixonar por alguém, sabe? Você não acha que pode ser bom?

- Ângela, eu não posso responder a essa pergunta agora, mas... Eu prometo que tentarei abordar o assunto com a Bella.

- E a tese?

- O que tem a tese? - Eu estava bem confuso com Ângela. E estava difícil entender o motivo de tanta confusão.

- Você disse que ela já está quase concluída, não é?

- Sim. - Eu assenti. Faltava pouco para que eu pudesse apresentar meu trabalho. - Mas... Eu não entendo como as duas coisas de relacionam, Ângela.

- É que eu queria saber como vai funcionar quando você concluir a sua tese. Por exemplo, você vai continuar atendendo a Bella? Você vai continuar sendo o médico dela?

- Isso quem vai decidir é a sua prima, Ângela. Se ela quiser continuar com o tratamento comigo, eu vou acompanhá-la. Mas, se ela se sentir mais confortável em procurar outro médico, só me resta aceitar.

- E, digamos que ela prefira procurar outro médico, isso não vai prejudicar a sua tese em nada, não é?

- Eu não estou compreendendo suas perguntar se hoje, Ângela... Há algo que você precisa me falar?

- Não. - Ela negou calmamente. - Digamos que estou apenas sondando.

- Ângela, você está me deixando preocupado...

- Não fique. A Bella está bem. Ela só está crescendo. Se tornando uma mulher. Você não acha?

Bella se tornando uma mulher.

Se eu achava?

Sim, eu achava. Bella estava colocando sua vida nos eixos, e tentando tomar as rédeas de seu próprio futuro. Eu só não estava esperando que este amadurecimento levasse tão rapidamente a um relacionamento amoroso.

Mas Bella estava, inegavelmente, se tornando uma mulher.

Se eu gostava desse fato?

Por um lado sim.

Bella, minha paciente, a quem eu estava tratando, estava melhor. Ela era uma menina, internada em uma clínica psiquiátrica, em estado de choque, sem comunicação com o mundo, que agora se tornava uma mulher.

Meu lado médico e defensor de meus métodos estava realmente orgulhoso. Mas, meu lado médico e defensor de meus pacientes estava se sentindo cauteloso.

Será que ela estava realmente preparada para isso?

Será que eu estava realmente preparado para vê-la voar tão longe assim?

- Edward? Você está aí? - A voz de Ângela me acordou de meus devaneios.

- Sim, eu...

- Eu não queria deixá-lo preocupado. - Ela afirmou. - Estou apenas tentando entender o quanto a Bella já mudou.

- Ela mudou muito, Ângela. Mas é preciso ir com calma. Eu vou tentar abordar estes assuntos com Bella, durante as sessões.

- Sim, seria ótimo! - Ângela afirmou. - Sabe, ela comentou sobre este garoto da sala, mas eu sinto que pode haver mais alguém.

- Mais alguém? Como assim?

- Alguém por quem ela já esteja realmente apaixonada. Alguém em quem ela confie... Quem sabe não seja a pessoa certa?

Minha mente gritou que era cedo demais para que ela confiasse em um homem, assim tão rápido. Bella tinha um histórico ruim demais com o pai para entregar sua confiança tão facilmente a outro homem.

Mas talvez Ângela só estivesse confundindo as coisas, então eu tentei não lhe alarmar.

- Eu vou conversar com ela, Ângela. Mas qualquer coisa, eu quero que você me avise. Tudo bem se a Bella decidir se envolver com alguém mas, precisamos ter cautela. Precisamos saber que tipo de homem está se aproximando dela.

- Algo me diz que ela não se apaixonaria por qualquer um. - Ângela falou. - Quem sabe não seja alguém que conhecemos, não é?

- Você desconfia de alguém? - Eu franzi as sobrancelhas ao perguntar.

- Não... Mas nós devíamos mesmo observar melhor. A Bella não conhece tanta gente assim, não é? Deve ser alguém com quem convivemos...

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olá, garotas!

Olha só quem atrasou.

Sabem como é: correria do natal.

(E ainda, para melhorar, hoje, quando eu acabei o capítulo, o Fanfiction teve um pequeno surto).

Mas... Vamos ao que interessa...

Primeiro, essa Ângela é danada, hein?

E o Edward não chegou a ficar assim "com ciúme", porque ele está bem confuso com a vida dele neste momento.

Mas eu achei que ele também não gostou muito essa ideia da Bella se apaixonar, não é?

O que vocês acharam?

Bom, eu pretendo postar no domingo mesmo.

Espero que dê tudo certo.

E... Vamos conhecer a Heidi. Será amiga ou inimiga? Rsrs

Nos vemos no domingo? (cruzem os dedos e me mandem inspiração).

Beijos

Até mais.

Driih Regazini: oiê. Está tudo bem, sim. É aquela correria de fim de ano, mas eu estou tentando não atrasar.

Beatriz Andrade: Ai, ai, ai! É que nem novela - tem que acabar na melhor parte, para ver se vocês voltam para o próximo capitulo! Rsrsrs

Glaucia: teoricamente eu estou postando aos domingos, mas só porque você perguntou, eu atrasei. Até que nas outras semanas eu estava conseguindo postar direitinho. Rsrsrs

Isa Alonso: Bom, pelo menos o Edward nem ligou muito para a Tânia. Quem sabe foi bom para ele desapegar mais rápido.

Jenny Stream: Edward não ficou com ciúme. Ele só ficou preocupadinho (pelo menos, é isso que ele pensa). Rsrsrs

Clara: O Edward enxerga a Bella. Ele já acha ela legal, uma pessoa incrível e tudo mais. Só falta ele enxergar que ela é uma mulher e que ela está meio que querendo beijar a boca dele. Rsrsrs

Deh M. Oliveira: A Ângela quase deixou o Edward louco com esse monte de pergunta sem pé nem cabeça! Tadinho do doutor...

kathyanne: sinceramente, eu também não sou fã do Jacob, mas fazer o que se tem horas em que ele é necessário como enredo?

LucianaM e Ingrid: Ai, tadinho do Edward. Ele não vai ficar deprimido não. Só está confuso, mas vamos colocando essa cabeça no lugar. Agora, quanto à Rosalie, até então ela não a mínima condição de se envolver com alguém. Quem sabe um dia...

Sofia-pt: Entendi o que você quis dizer, mas é que aqui no Brasil o termo "stalker" virou praticamente uma gíria, e as pessoas usam muito, principalmente sem esse sentido tão pesado. Usamos stalker e stalkear para qualquer olhadinha no Facebook alheio mesmo. Creio que por isso as meninas brasileiras só acharam o termo engraçadinho - Pois estamos acostumadas a usa-lo assim, como algo mais bobo e não tão pesado como o sentido original.