Capitulo vinte e cinco:

Pequena viagem e uma horcruxe!

Depois do casamento, ocorreu uma pequena festa, em que os convidados ficaram conversando jogando a conversa fora, Dumbledore e Minerva conversaram bastante com Regulus queriam saber onde ele estava esse tempo todo. Dumbledore fez questão de matricular o filho de Regulus em Hogwarts, percebia que o menino ficava o tempo todo colado no primo, estava contente em perceber que Will estava feliz. Severus e Remus estavam sentados numa mesa distante conversando, Ewan estava deitado no colo de Severus, estava tão cansado de correr que preferiu ficar no colo do pai o restante da festa, ele não queria ficar no colo de Remus, pois sabia que o outro ainda estava com dores.

Harry e Draco estavam dançando juntos, um momento depois Sirius lhe trazia Matthew que estava tão sonolento. Draco pegou o menino no colo, sentia o cansaço lhe atingir quando parou de dançar, Harry não reclamou também estava cansado. Os dois resolveram subir para dormir, os convidados perceberam que já estava tarde e resolveram deixar que os ocupantes da casa fossem descansar. Severus foi o primeiro em deixar o pátio com o filho que por incrível que parecessem ainda estava dormindo no colo do homem. Remus seguiu o marido. Sirius teve que ajudar o amigo a subir as escadas ao perceber que ele andava torto. Richard que já completava os nove meses de gestação subiu devagar atrás de Sirius, percebia que o bebe viria a qualquer momento, estava ansioso para conhecer o bebe, ele não queria saber o sexo do bebe, queria saber depois que ele nascesse, seria melhor assim.

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No quarto de Harry, Draco colocava Matthew em outro berço que tinha no quarto, pois o menino já era muito grande para compartilhar um berço com os bebes. Harry pegou Fanon no colo ao ver o menino acordado e olhando os hipogrifos dançando no alto do berço. Helena estava encolhida em sua cobertinha cor de rosa alheia ao que seu irmãozinho fazia. Harry começou a ninar o menino queria que ele dormisse, estava cansado, mas sabia que devia dar atenção os bebes, amavam eles acima de tudo, ele não queria agir que nem sua tia que trancava ele no armário debaixo da escada sem comida e sem agua. Não queria lembrar de sua infância naquele momento e nunca mais, sempre odiou eles. Draco tirava o colete e a gravata e deixava pendurado no cabide dentro do armário, trocou a roupa pelo pijama. Pegou Fanon do colo de Harry e deixou que o marido se trocasse também, Matthew já resmungava em seu berço, certeza que o menino já estava no seu sétimo sono.

Fanon logo deixou que seus pais dormissem ao pegar no sono no colo de Draco. Harry se aconchegou no peito de Draco assim que o loiro deitou ao seu lado. Draco beijou a testa de Harry e apagou a luz do quarto. Logo o quarto estava na mais completa escuridão e só se ouviam as respirações e os resmungos de Matthew.

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No quarto ao lado Severus e Remus trocavam as fraldas dos bebês. Mas logo os dois estavam deitados na cama com o pequeno Ewan entre eles.

—Te amo Sev. –disse Remus beijando os lábios do marido com carinho

—Também te amo. –respondeu ao beijo.

Ewan resmungou entre eles, mas olhavam para ambos divertidos, mas depois apagou no sono. Remus sorriu envergonhado. Severus sorriu e passou a mão pelos cabelos do filho e depois do marido e apagou a luz do quarto feliz, estava com a pessoa que mais amava na vida.

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Regulus entrava em seu quarto com o filho, o menino foi logo tirando a gravata, nunca tinha gostado muito de usar aquilo, simplesmente odiava, mas estava feliz conversou bastante com o primo e estava feliz por se tornar o melhor amigo para ele. Já Regulus estava com a cabeça nas nuvens pelas conversas que teve com Dumbledore e Minerva, ele queria que o filho fosse feliz e estudasse em Hogwarts, que conhecesse novas pessoas, tinha certeza de que Sirius cuidaria dele em Hogwarts enquanto ele executava sua missão de destruidor de Horcruxes.

Regulus queria ver o Lord das trevas destruído, queria que ele pagasse por começar a caçar as pessoas, ele não tinha culpa por ter se apaixonado por Rowe, ela era uma mulher muito extraordinária, mas o destino a levou muito cedo, tinha amado muito aquela mulher acima de tudo, sentia muitas saudades dela, mas sabia que a vida andava e que precisava refazer a vida como Sirius tinha feito. Esperava conhecer alguém como Rowe.

Orion já estava deitado na cama e esperava que o pai terminasse de se trocar, estava tão cansado que acabou apagando de sono. Regulus apagou a luz logo que terminou de se trocar.

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No quarto de Sirius, ele ajudava Richard a se trocar. Estava feliz por ter conseguido refazer a vida a felicidade, realmente estava muito feliz em ter Richard ao lado dele, mas precisava fazer com que ele fosse menos direto, ou acabaria assustando muita gente, mas acima de tudo amava ele, acariciou a protuberância do abdômen, estava feliz em assumir a paternidade daquele pequeno ser que nasceria em pouco tempo, beijou o umbigo do marido com carinho. Richard sorriu feliz e sentiu o pequeno se mexendo em seu ventre. Sirius deitou a cabeça ali para sentir as pancadas do bebe.

—Quero que nasça logo. –disse Sirius beijando novamente o umbigo do marido.

—Ele vai nascer na hora certa tenho certeza, é só ter paciência. –respondeu Richard acariciando o rosto de Sirius.

—Eu sei, mas já quero conhecer. –disse Sirius e sentou ao lado do marido e roubando um beijo casto dos lábios dele.

Will entrou no quarto dos pais, o menino estava cansado e sonolento, mas não conseguia dormir em sua cama, estava ansioso pela viagem do dia seguinte.

—Aconteceu alguma coisa filho? –perguntou Sirius puxando o filho para o colo dele.

—Só não consigo pegar no sono. –respondeu e deitou no ombro do pai.

—Mas você está com cara de quem quer dormir…

—Estou ansioso papai, mas não consigo dormir, já tentei ler e nada. –interrompeu o menino.

—A viagem de amanhã. –respondeu Richard entendendo o que o menino queria dizer.

—É a primeira vez que vai fazer isso não filho? –perguntou Sirius depois de ouvir Richard.

—Sim, papai. Nunca viajei quando estava no orfanato, as outras crianças não deixavam que eu participasse das brincadeiras ou nas excursões, eu era o único que ficava no orfanato sozinho com os elfos e algumas enfermeiras. Nunca conheci o outro lado de Londres, ou Escócia. Sempre fui muito sozinho…

—Ei. Você agora tem eu e Richard, não deixaremos você no escuro, em todas as nossas viagens você estará nelas, você é o único que me sobrou vindo de Marlene, você é a única pessoa que eu tenho do meu passado incluindo Remus e Richard. Quero te ensinar tantas coisas que você não vai querer me ver longe tão cedo filho, te amo pelo simples fato de ter te encontrado, quando você entrou em Hogwarts fiquei desconfiado no começo, mas depois percebi que só precisava te aceitar. –respondeu Sirius apertando o filho em seu abraço.

—Argh! –resmungou Richard

—Richard? –perguntou Sirius assustado.

—Acho que quer nascer e conhecer o mundo e o irmão, dói tanto…

Will correu do quarto e foi direto para o quarto de Harry, ele não tinha ouvido o resto da frase de Richard, mas sabia que Harry era a única pessoa que poderia ajudar seu pai Richard.

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Harry acordou com a pancada na porta do quarto e foi ver quem era, enquanto Draco olhava o berço para ver se não acordava nenhum dos gêmeos, mas quando olhou para o berço de Matthew viu o menino olhando sonolento para os lados assustado com o som.

Harry abriu a porta pronto para dar uma bronca, mas viu Will parado na porta chorando, não pensou em mais nada e correu para o quarto de Sirius e viu o chão encharcado de agua e soube que Richard estava dando à luz naquele momento, pediu a varinha do padrinho, Sirius entregou. Harry logo começou os mesmos feitiços que tinha usado quando Remus teve os filhos dele. Will entrou assustado, estava com medo.

—O canal está pronto, puxe Richard. –disse Harry.

Harry pediu que puxasse outra vez e mais outra até que viu a cabecinha aparecendo, sentiu alguém atrás de si, olhou e viu Remus e Severus conjurando outras coisas para a chegada do bebe. Logo se ouviu um berro. Harry examinou o menino antes de entregar para Remus limpar ele. Logo percebeu que o menino tinha uma pequena anomalia e conjurou uma incubadora no lugar do berço que Snape preparava para o bebe. Pediu que Severus fechasse o canal de parto enquanto examinava mais a fundo o que o menino tinha, não queria dar falsas esperanças ao pai do menino.

Richard estava assustado, ele queria conhecer o filho, mas Harry ainda não lhe entregava, estava com medo de perder o pequeno, queria o conhecer, ver seu rostinho. Regulus entrou no quarto ao ouvir o berro, olhou para Sirius e Richard que olhava aflito para Harry que ainda examinava o menino numa pequena bancada que tinha conjurado, ali ele testava vários feitiços no menino e ao lado um pergaminho escrevia tudo, todo resultado dos feitiços, mas o resultado era o mesmo.

—Harry o que ouve? O que ele tem? –perguntou Sirius por Richard já que o outro não conseguia formular uma pergunta sequer.

—Estou examinando! –resmungou Harry furioso consigo mesmo por não saber o que fazer naquele momento.

Severus se aproximou e examinou o pergaminho que ainda escrevia, olhou todos os resultados, assustado se afastou um passo, ele não queria aquilo numa criança, sabia que Richard e Sirius sofreriam se soubesse o que o menino tem.

—Acho que vocês não acreditariam nos resultados dos exames, mas é a verdade. Nunca tinha ouvido falar disso, mas acredito que seja uma doença trouxa…

—Quê? –perguntou Richard sem entender.

—Ele tem aplasia medular. –disse Severus se sentando ao lado do marido na cama do casal Black.

—O que é isso? –perguntou Richard.

—A aplasia medular é uma doença caracterizada pela deficiência medular, ou seja, disfunção da medula óssea, sendo tal doença separada em dois níveis, a moderada e a grave. O diagnóstico da aplasia medular é feito através de um exame chamado hemograma, no qual constam todos os componentes sanguíneos. –disse do nada.

—Harry? O que foi isso, você disse que nunca tinha ouvido falar disso…

—Acabei de ouvir a voz dela. –interrompeu Sirius, Harry olhava o pequeno em seus braços.

—Isso tem cura? –perguntou Richard.

—Sim, mas receio que terão que procurar pelo pai dele, seu antigo namorado. –disse Harry com cuidado não queria magoar ninguém ali.

—Entendo, o que precisamos dele? –perguntou Sirius furioso, desconfiava que Phil tinha algo com aquilo.

—Preciso fazer transplante de medula, mas no momento o menino só precisa de sangue para sobreviver. –disse Harry limpando o menino e conjurando umas roupas e vestiu o menino e levou para que eles conhecessem os pais.

Richard recebeu o menino feliz. Estava finalmente conhecendo seu primeiro filho, estava completamente feliz. Sirius abraçou o marido para poder olhar para o menino que estava no colo dele. Will também se sentou ao lado de Richard, beijou a cabecinha do irmãozinho. E então o menino começou a brilhar sobe o olhar atento de Harry, que tinha se aproximado e examinado o menino novamente, mas deixou que Richard ficasse com ele no colo e logo percebeu que o menino já não tinha mais aplasia. Olhou para Will e decidiu examinar ele também por via das dúvidas. O sangue de Will estava bem, a medula estava bem, Harry percebeu que o menino tinha um dom natural para cura, um simples beijo podia fazer tudo.

—A garota que um dia te beijar será a garota mais sortuda. Você tem um dom raro de cura, só não use para beijar todo mundo por aí…

—Está me dizendo que Will curou meu filho? –perguntou Richard sem conseguir acreditar.

—Sim! E então como é nome desse anjinho que foi curado? –perguntou Harry feliz, passando a mão nos cabelos rebeldes do menino, ele parecia um pouco assustado, mas estava sorrindo.

—Quer dar o nome para ele Will, já que o curou? –perguntou Richard sorrindo afetuoso para o menino, gostava daquele menino, deu um beijo na testa dele ao ver ele chorando de emoção.

—Nohuan, quero que ele se chame de Nohuan! Que significa o único. –respondeu o Will completamente feliz.

—Que inteligente. Bem-vindo ao mundo Nohuan Flannagan Black. –respondeu Sirius abençoando o menino que tinha ido aos seus braços.

Richard chorou emocionado e abraçou Will, estava feliz por ter um filho curado de algo que ele nunca tinha ouvido falar, estava completamente feliz de ver o filho. O menino em questão tinha tufos de cabelo castanho no topo da cabeça, seus olhos no momento estavam fechados, então não se sabia sua cor. Severus e Remus sorriram felizes e deixaram que os novos papais fossem dormir, Regulus seguiu o mesmo caminho. Logo Harry fazia o mesmo, estava completamente cansado. Draco estava ninando Matthew no colo, já que o menino tinha acordado assustado, mas quando o menino viu Harry se acalmou no colo de Draco, o loiro maior sorriu, sabia que Matthew estava preocupado com Harry.

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No dia seguinte todos tinham sido acordados pelo berro de um bebê, ninguém sabia de quem era, mas Severus percebeu que era uns dos trigêmeos, pois o som vinha do lado dele, onde estava o berço grande onde seus filhos estavam dormindo, deu um beijo em Ewan e foi ver quem estava chorando e viu Louise chorando, pegou a filha no colo e se sentou ao lado do marido que estava despertando e então depositou a filha no colo do marido e lhe deu um beijo na testa com carinho, amava por demais aquele castanho. Ewan olhava a irmãzinha mamando no peito de Remus, estava contente em poder ver a irmã outra vez.

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Em outro quarto Regulus terminava de arrumar as malas, para a viagem daquele dia, tinha certeza de que o filho se divertiria bastante com o sobrinho. Orion se levantada e trocava o pijama pela roupa que usaria naquela viagem.

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Horas mais tarde todos estavam a bordo de um navio bruxo. Regulus sentia algo estranho no navio quando ele tinha afundado no mar, como a maioria dos bruxos viajam quando vão para outros países. Orion também tinha sentido o que o pai tinha sentido, mas não entendia. Olhavam para os lados como seu pai fazia, o menino tinha medo de ser um comensal da morte maligno ou até mesmo Bellatrix ele odiava aquela mulher mesmo não conhecendo ela pessoalmente. Regulus foi até um homem de preto e fez com que ele seguisse ele até um lugar privado e longe do filho, não queria assusta-lo mais do que já estava. Harry e Draco olharam como o irmão de Sirius agia estranho.

—Orion o que aconteceu com seu pai? –perguntou Harry que carregava sua pequena.

—Pressentimos uma horcruxe, papai foi ver se era verdade. –respondeu baixinho, não queria alertar um possível suspeito.

Nessa hora Draco ficou um pouco aflito, protegeu Fanon com seus braços, não deixaria que nada atingisse seu filho pequeno, amava aquele chorão e amava Harry acima de tudo. Matthew estava correndo com Will e Ewan por entre as pessoas. Ninguém tinha visto, mas o loirinho tinha esbarrado em um homem totalmente estranho, ele estava vigiando aquele grupo que tinha entrado no navio, ele nunca tinha imaginado que veria Snape carregando dois bebes no colo, também nunca imaginaria que reencontraria Regulus vivo, já que o Lord tinha dado ele como morto anos atrás. Ajudou o menino a se levantar do chão quando viu seus olhos e percebeu que o menino era parente dos Malfoys, ele era exatamente uma cópia exata de Abraxas Malfoy o que era estranho, pois todos sabiam que Lucio tinha morrido e que tinha somente Draco como filho, não estava entendendo nada do que estava vendo ali.

—Poderia soltar, meu primo senhor? –perguntou Will que tinha chegado ali.

—Desculpe, ele se parece com alguém que eu conheço. –Desculpava o homem.

—Tudo bem, vamos Matthew, papai ta chamando a gente. –chamou Will pegando o loirinho do colo e pegando a mão de Ewan que olhava desconfiadíssimo para o homem.

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Severus pegou o filho no colo ao ver o olhar dele.

—Aconteceu alguma coisa Ew? –perguntou Severus com carinho ao filho.

—Aquele homi é estanho! –resmungou e deitou no ombro do pai.

—Que homem? –perguntou confuso.

—Aquele de peto e olho vedi! –voltou a resmungar e escondeu o rosto no pescoço do pai ao ver que o homem lhe olhava.

Severus viu qual era o homem e reconheceu ele como sendo Mitch Reys um dos comensais de Voldemort, ele era pouco conhecido, mas sabia que o homem tinha sido dado como morto, por não querer participar do assassinato de sua própria família, desde então tinha fugido assim como Regulus, ele vivia fugindo. Viu Mitch vindo em sua direção.

—Eu ainda não consigo entender como foi que você conseguiu fazer uma família Snape! –disse Mitch.

—Eu amo minha família mais que tudo na minha vida, estou feliz por Harry ter me curado dessa marca estupida que eu tinha no braço. –respondeu Snape completamente rude.

—Potter te curou dessa marca? –perguntou Mitch segurando o próprio braço.

—Sim, estou feliz por ser um homem livre desse ser…

—Você poderia se livrar disso também? –perguntou Mitch mostrando um objeto oval com uma corrente em prata.

—O que vem a ser isso? –perguntou sem entender aquele objeto.

—É uma horcruxe imagino, estava atrás de mim como sempre não, ainda bem que eu nunca confiei em você o bastante para acreditar se dizia a verdade, mas agora eu retiro o que disse antigamente, sei que você está querendo se vingar pela morte de toda a sua família, mas isso não vai te levar a lugar algum Mitch. –disse Regulus que tinha voltado para a família.

—Eu só quero que aquele desgraçado pague por tudo que fez com minha família, eles não tinham a ver com a guerra ou simplesmente com Potter. –respondeu desconsolado.

—Ok. Não precisa ficar nervoso. Me dá isso aqui. –disse Regulus pegando o objeto das mãos do homem e saiu dali para destruir a horcruxe o mais rápido possível.

Harry ficou feliz de ver que tinham achado mais uma horcruxe naquela viagem, mas não queria que ninguém ficasse tensos só por causa de um objeto maligno, entregou Fanon ao padrinho e pegou Matthew do colo de Will, pois percebia que o menino tremia no colo do outro.

—Tudo bem como você filho? –perguntou ao menino, penteando seus cabelos loiros para trás.

—Não gosto dele. –respondeu apontando para Mitch que encarava o menino sem entender bem o que acontecia ali.

—Está tudo bem. Sirius sabe o que fazer com ele não? –perguntou Harry para o padrinho.

—Ah ótimo, está querendo me converter em curador de comensais? –perguntou sorrindo divertido.

—Oras não reclame, você está de férias e bom arranjar o que fazer nelas do que ficar me atrapalhando. –resmungou Richard sorrindo para o marido.

—Te amo meu resmungão. –disse Sirius beijando os lábios do marido, não se importando com quem visse, mas tomou cuidado para não apertar muito o marido, já que este carregava o pequeno Nohuan.

—Seu resmungão. –aceitou Richard dando um selinho no marido.

Depois disso puxou Mitch para longe da família, mas antes Severus conjurou um carrinho para bebe e colocou os filhos ali, já que eles estavam dormindo e ele precisava esticar um pouco os braços, resolveu que ajudaria Black naquele feitiço. Beijou o marido antes de ir e pediu que Ewan ficasse perto do outro pai.

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No quarto em que Regulus dormia, ele colocou o objeto no chão, percebeu que o objeto se mexia, estava completamente furioso agora.

—Revertus Vitae Alphae. – disse e então o objeto explodiu em fumaça negra. Logo só tinha um medalhão em seu lugar. Não conseguia se lembrar se já tinha visto ou não aquele medalhão, mas que era parecido era.

Decidiu que pesquisaria ele depois, precisava ver o que estava acontecendo no quarto ao lado ao ouvir gritos. Foi correndo para lá quando viu Mitch no chão se contorcendo de dor, pegou a varinha e gritou:

—AGUAMENTI!

A agua molhou Mitch inteiro, seus braços que antes estavam vermelhos, estavam limpos de toda tatuagem que ele tinha no corpo, disso Regulus tinha certeza, pois ele tinha três na época em que resolveu usar o feitiço em si mesmo. Logo Mitch olhava tudo ao seu redor sem entender, até que seu olhar caiu no menor dos Black, não entendia, mas abraçou o outro tão apertado que nenhum dos presentes entenderam o que estava acontecendo ali.

Olá finalmente o capitulo está aí: D

Então ate a próxima!