Capítulo 16 Crash Parte II

(O capítulo está sem revisão, qualquer erro me perdoem e me avisem nos comentários, por favor. Obrigada pela compreensão.)


O castelo estava silencioso naquela hora; os poucos resquícios de que se passara mais um dia letivo estavam desaparecendo. Os estudantes voltavam para suas respectivas salas comunais. Os que demoraram no jantar agora aproveitavam que os professores conversavam entre si para tirarem dúvidas, a maioria sonserinos que faziam milhões de perguntas umas seguidas das outras. Minerva estreitou os olhos na direção de um grupo de garotas sonserinas que haviam acabado de ganhar vinte pontos de um professor por estarem entregando antes do prazo suas redações.

- Você não acha que esses sonserinos estejam aprontando alguma coisa? – Perguntou Neville baixinho para que somente Minerva estivesse ouvindo. A diretora observou bem o comportamento dos sonserinos, mas não conseguiu distinguir nada que relacionasse a "encrenca". De fato eles estavam até se...

- Comportando? – Perguntou para si mesma balançando negativamente a cabeça. Será que seu discurso surtira efeito ou eles estavam tão determinados a ganharem a competição naquele ano?

- Eles nunca mais chegaram atrasados para minha aula – comentou Neville coçando o queixo. – E aula passada dois alunos vieram me entregar um resumo da matéria da semana que vem. Como reagir a isso, diretora?

Minerva riu da pergunta de Neville e suspirou.

- Enquanto eles agirem dessa forma só nos resta aplaudir.

Neville bufou contrariado.

- Eu queria ver a Grifinória ganhar esse ano. – Disse discretamente. OS dois olharam para os pontos que estavam marcados. – Talvez... quem sabe o dia de amanhã?

- Professor! – Alexis Brown acabara de entrar no Salão Principal afobada e parecendo ligeiramente nervosa. Minerva se afastou de Simas, para que ele pudesse dar atenção a sonserina.

- Algum problema, senhorita Brown? – Alexis apoiou as mãos no joelho e fez um minuto de silêncio. Simas olhou-a, intrigado. – Senhorita Brown?

- Desculpe professor, é que eu acabei de passar pela sua sala e... – Alexis fez uma pausa dramática – está tudo bagunçado, revirado. Parece que passou algum bicho por lá. Eu não sei explicar professor, realmente não vi ninguém lá dentro...

Simas começou a sair do Salão sendo acompanhado pela garota. Alexis foi atrás do professor até chegarem a sala do mesmo.

- Meu Merlin! – Exclamou Simas enquanto seus olhos se arregalavam diante da bagunça feita em sua sala. – Quem foi o responsável por isso?

- Eu não vi ninguém, professor – respondeu Alexis fazendo Simas levar um susto. Esquecera da garota que viera atrás dele.

Não pode responder nada, pois antes que qualquer um desse conta estavam sendo atacados por várias corujas que sobrevoavam a sala, dando rasantes e piando descontroladamente. Alexis gritou correndo para lá e para cá. Simas tentava se defender, mas levava constantes picadas e foram-lhe arrancados tufos de cabelo.

- Mas o que está acontecendo? – Exclamou uma voz da porta. Minerva acabara de surgir apontando a varinha para a janela fazendo todas as corujas voarem para fora da sala. – Meu Merlin, isso parece um corujal! Vi a senhorita Brown falar algo para o senhor e vim ver se estavam com problemas. Resolveu criar corujas, senhor Finnigan?

- Não diretora, eu não sei o que aconteceu. A senhorita Brown veio me avisar que havia visto minha sala completamente revirada e quando viemos para cá várias corujas nos atacaram. Deve ter sido alguma brincadeira de mal gosto dos alunos e...

- Procuraremos saber quem foi que fez isso – garantiu Minerva. – Senhorita Brown, acho que deveria voltar ao seu dormitório. Professor, quer ajuda para arrumar a bagunça?

- Ah sim, obrigada. E obrigada, senhorita Brown. – Alexis sorriu para o professor e saiu quase correndo do lugar. Estava virando no corredor quando um ruivo veio a seu encontro. Em seu ombro estava uma coruja; Alexis sorriu marota ao ver o tufo de cabelo no bico da coruja. Abraçou o garoto.

- Você é foda.


A loira acabara de descer pelo castelo. Suspirou enquanto ajeitava a bainha da saia. Ainda não se acostumara com aquelas vestes, da sua antiga escola era bem melhor e mil vezes mais bonita. Ao chegar ao jardim do castelo, notou um estudando parado em frente ao lago. Encaminhou-se até chegar ao lado do moreno e sentou-se na grama.

- O que estamos olhando? – Perguntou. Alvo apontou para o céu escuro.

- A falta de estrelas. – Comentou com a voz baixa. Marion franziu o cenho.

- O que tem a falta de estrelas?

- Quer dizer que amanhã não teremos um bom dia – falou Alvo. Marion balançou a cabeça, concordando.

- Ou... mesmo com o tempo fechado o dia seja bom – disse dando um sorriso fraco. – Não significa que você não possa fazer dele um dia bom. Eu, por exemplo, amo chuva.

Alvo correspondeu ao sorriso. Marion bateu no ombro do garoto com leveza.

- Não precisa ficar assim, Potter. A vida é séria demais para deixarmos tudo nos afundar mais ainda.

- Eu costumava pensar assim. – Disse Alvo. – Esse lema era meu.

- Então finja que eu plagiei. – Alvo não pode deixar de rir. – Fala sério, Potter. Nem tudo está perdido, ainda resta esperança. Sempre resta.

- É, mas se algo acontecer ao meu pai aí sim o mundo bruxa entra em uma catástrofe. Ele sempre foi o herói, se o herói se vai, o que sobra? Nada. Nenhuma esperança para o mundo bruxo. E... – Alvo pigarreou e passou a mão nos olhos – ele sempre foi o meu herói.

Marion observou o sonserino por alguns minutos e apoiou a mão em seu braço. Alvo olhou-a de lado.

- Não significa que ele deixará de ser seu herói. Acho que todos que possuem o privilégio de terem pais têm um herói na vida. E sabe o que acontece quando um herói se vai? Surgem vários novos, que irão seguir o exemplo do primeiro e se inspirar nele. Não se esqueça que antes do seu pai, muitos outros heróis já deram a vida por nós. Inclusive um dos melhores bruxos e diretor dessa escola.

Os dois ficaram calados por alguns minutos. Alvo segurou a mão de Marion, que estava em seu braço.

- Obrigada, novata. – Marion revirou os olhos, mas logo em seguida arregalou-os, pois não estivera preparada para receber um abraço tão espontâneo. Sentiu os braços do sonserino pressionarem seu corpo.

- Ok, er... sem muito contato físico – pediu dando tapinhas no ombro de Alvo, sem jeito. Alvo se separou da menina, rindo.

- Que sonserina fria...

- Querido, é de nascença.

- Oooh, que cena linda – disse alguém atrás dos dois batendo palmas. – Realmente, combina tanto esse casal: o herói da escola e a novata com dificuldade de se enturmar.

Marion revirou os olhos e Alvo olhou para trás sem entender. Viu Lana Miller sorrindo de lado.

- O que você quer, Miller? – Perguntou Alvo ríspido, se levantando. Lana ergueu as duas mãos.

- Não posso apreciar o casal fofo sem querer algo?

- Fala sério, Miller. Por que você não vai apreciar a sua beleza no espelho? – Provocou Marion postando-se ao lado de Alvo. – Oh, espera! Acho que você já deve ter feito isso hoje, o dia inteiro...

Lana estreitou os olhos na direção de Marion.

- O que você veio fazer aqui, Kramer? – Perguntou ameaçadoramente. Marion levantou a sobrancelha.

- E isso é da sua conta por que...?

- Você não respondeu minha pergunta – falou Lana de forma baixa, chegando perto da garota. Marion riu friamente.

- O que você acha que eu vim fazer aqui, Miller? Arranjar namorados? Você ainda não entendeu que o meu único objetivo é fazer da sua vida um inferno?

Lana urrou furiosa e apontou para Marion.

- Eu já mandei você não se meter na minha vida e...

- Será que você não sabe calar a boca? Já se fodeu um pouco, vai querer que eu foda mais ainda sua vida? – Perguntou Marion olhando com ódio para Lana. A morena apenas apontou a varinha em sua direção.

- Estou avisando, Kramer. Volte para o lugar de onde você veio antes que eu te mande para lá em um caixão.

- Isso foi uma ameaça? – Perguntou Marion também pegando a varinha. – Porque eu quero deixar bem claro que quem se ferrou da última vez foi você. Acho melhor parar de arranjar encrenca aonde quer que você vá.

- Se você tivesse ficado em Durmstrange, não estaria reclamando do que eu faço – disse Lana. Marion franziu o cenho.

- E qual seria a graça da vida? Lana, Lana... você ainda não aprendeu que quem brinca com fogo se queima? Um dia, você se dará tão mal na vida que vai desejar não ter feito nada para interferir na vida dos outros.

Lana respirou com dificuldade e ficou vermelha.

- Você não sabe com quem está se metendo – exclamou antes de dar as costas a loira e voltar ao castelo. Alvo ficou observando Marion. A menina apenas suspirou, guardando a varinha como se nada tivesse acontecido.

- Não está com medo? – Perguntou Alvo surpreso. Marion sorriu de lado.

- Só por que eu sou uma garota deveria estar com medo? Potter, eu já vivi coisas piores. – A sonserina piscou para Alvo e fez o mesmo caminho de Lana.

Alvo bocejou enquanto voltava o olhar para o Lago.

- Mulher, hoje em dia, anda mais perigosa que homem...


- Ei Rox, você não vai descer para tomar café? – Perguntou Dominique enquanto colocava a bota desajeitadamente no pé. Roxanne respirou fundo e deu seu melhor sorriso falso na direção da prima.

- Vai descendo você primeiro – pediu enquanto fingia arrumar o cabelo, demoradamente. Dominique ergueu a sobrancelha.

- Mas você não vai descer comigo? – Perguntou um pouco chateada. Roxanne virou-se com raiva para a prima.

- Eu já disse para você descer – disse de forma ríspida. Dominique arregalou os olhos e levantou as mãos.

- Não está mais aqui quem falou algo – disse um pouco revoltada com a explosão. – Adeus.

Roxanne suspirou aliviada ao ver a prima saindo do quarto. Uma expressão de ódio tomou conta de seu rosto e suas mãos trêmulas finalmente deixaram o cabelo que fingira arrumar. Pegou a bolsa de cima da cama e olhou-se uma última vez no espelho. Aquele dia encurtara mais ainda a saia que usava. O rímel preto favorecia seus olhos. Sorriu friamente na direção do espelho lembrando-se do plano que passara com um sonserino, com quem sabia que Dominique tinha tido algo ano passado. Ajeitou uma última vez a roupa e saiu do quarto.

Desceu rapidamente as escadas e encontrou-se com o garoto do outro lado do corredor.

- Olá, Alex – cumprimentou dando um beijo na bochecha do garoto. O sonserino riu malicioso.

- Você já pensou no prêmio que irá me dar? – Perguntou como quem não queria nada. Roxanne soltou uma risada.

- Acho que você já imagina o que seja – falou passando a mão no braço do garoto. – Faça a sua parte, e faça direito.

- E alguma vez eu já falhei? – Perguntou erguendo a sobrancelha. – Não se preocupe, Weasley, você terá o que quer. Se jurar que a Dominique irá sofrer... nenhuma mulher me rejeita assim e saí ganhando.

- Eu lhe garanto – prometeu Roxanne com ódio nos olhos. Alex sorriu satisfeito.

- Ótimo, então te encontro lá. Terceiro andar.

- Certo – Roxanne se afastou do garoto e rumou para onde sabia que Jason passaria. Já o vira fazer sua rota matinal várias vezes e sabia que trombaria com ele no terceiro andar.

- Ora, ora – começou Roxanne aparentando surpresa. – Se não é o Miller – Jason ergueu a sobrancelha ao ver a grifinória indo em sua direção. Gostava de caminhar pelos castelos de manhã, mas nunca encontrara Roxanne naquele corredor.

- Você não deveria estar tomando café? – Perguntou um pouco confuso. – Como toda pessoa normal.

- Está se excluindo do grupo? – Perguntou Roxanne parando em frente ao sonserino. Era impressão da ruiva ou a voz de Jason ficava ainda mais rouca de manhã?

- Eu nunca fui normal – falou Jason sorrindo de lado. – E sempre fui o mais bonito, é claro.

- Modesto também – disse Roxanne sorrindo para o menino. Jason estranhou a simpatia da garota.

- Está tudo bem com você, Weasley? Algum bicho te mordeu? Alguém te envenenou? – Perguntou Jason, desconfiado. Roxanne riu.

- Não, ainda não. Embora eu deva ter muitos inimigos.

- É, conte comigo – provocou Jason. – E cadê a sua prima?

Roxanne sentiu o sorriso desaparecer de seu rosto. Prendeu o palavrão que tentara sair por sua boca e apenas aproximou-se mais de Jason.

- Eu andei pensando muito em você nas férias – sussurrou Roxanne no ouvido do garoto. Jason observou-a sem acreditar enquanto era empurrado contra a parede. O sonserino arregalou os olhos ao sentir o corpo da garota prensando o seu.

- Weasley, você está bem? – Perguntou confuso e atordoado. Roxanne deu um sorriso malicioso enquanto puxava-o pela gola da camisa.

- Vou ficar melhor depois disso. – Jason assustou-se quando sentiu Roxanne prensar sua boca na dele. Ergueu os braços tentando pensar em algo. Aquilo só podia ser uma pegadinha... olhou de esguelha para o corredor e vislumbrou dois vultos. Empurrou a ruiva que o estivera agarrando de uma forma nada amigável. Roxanne soltou um palavrão de protesto.

- O que está acontecendo? – Perguntou Jason atordoado. Olhou para o final do corredor e viu Dominique com algum garoto que não reconhecia. A loira olhava da prima para Jason. O moreno virou-se para Roxanne e viu um sorriso de triunfo aparecer no rosto da garota. Olhou novamente para a loira, mas a mesma já virara e saía na direção oposta.

- DOMINIQUE! – Berrou afobado. Roxanne segurou-o pelo braço, com uma expressão de inocente.

- Algum problema? – Perguntou sussurrando. Jason olhou sem acreditar para a grifinória.

- Você está brincando, né Weasley? Pensa que eu não conheço esse jogo sujo? – Perguntou soltando uma risada fria. – Com quem você pensa que está se metendo? Você realmente achou que fosse ganhar algo com isso? – Soltou mais uma risada. – Você me enoja, Weasley. Nunca pensei que fosse ser tão baixa. Primeiro começa a imitar sua prima para tentar impressionar os outros; depois começa a agir de uma forma que não condiz em nada com a sua personalidade; pelo visto descobre que sua prima e eu tínhamos algo e agora vêm com esse joguinho de tentar ferrar a vida da sua prima? Você não se envergonha, não? Conseguiu se rebaixar ao nível de um sonserino.

Roxanne tinha lágrimas nos olhos e prendeu-as com resistência.

- Isso não é justo! – Urrou a grifinória com urgência. – Não é justo! Dominique sempre ganha tudo! Ela sempre consegue o que quer! Fica com os melhores garotos, passa de ano sem estudar nada! Tem milhões de pessoas que fariam tudo por ela! Eu te vi primeiro! Você tinha que ficar comigo! Era por mim que você tinha que se apaixonar, e não por ela! Eu mudei por você! Sou eu quem tenho que ganhar dessa vez.

Jason ficou estático por alguns minutos.

- Acho – começou Jason com repulsa -, que eu nunca vi tanta inveja em uma pessoa só. Você está ouvindo o que falou da própria prima? Para que você se disse amiga dela por todos esses anos se os únicos sentimentos que nutre por ela são de inveja e cobiça por o que ela tem? Eu não pedi para você mudar por mim, você fez essa escolha. E se me permite disser, uma péssima escolha. Nunca você me ganharia, eu não gosto de plágios. Quando te conheci fiquei interessado pela sua personalidade, não pela sua bunda aparecendo por baixo da saia. Eu não estou com sua prima porque ela veste roupas curtíssimas, eu estou com ela porque me identifiquei. Finalmente achei alguém que pudesse me corresponder como eu queria e que fosse exatamente o que eu admirava em uma garota. Sua prima tem iniciativa e é forte. Ela não depende de ninguém, ao contrário de você que precisa da aceitação dos outros para se fazer satisfeita. Você não gosta de mim, Weasley. Você gosta da imagem que tem da vitória nessa disputa. Eu sou o que? Um prêmio? Por mais que não pareça, eu sou um ser humano, Weasley. Não estou aqui para ser apostado. Acho que você já entendeu que não irá vencer. A última coisa que eu faria nesse momento é sentir orgulho por você ter corrido atrás de mim ou por dizer que faria qualquer coisa por mim. O único sentimento que você conseguiu ter meu foi pena.

Roxanne sentiu as lágrimas saírem de seus olhos enquanto Jason seguia o caminho para as masmorras. Crispou os lábios tentando fazer o queixo parar de tremer. Começou a sentir que estava ficando quente. A raiva emanava de cada poro de seu corpo. Saiu apressada pelo corredor, ignorando quem lhe chamava e empurrando quem se metia em seu caminho.

Subiu novamente as escadas para o dormitório e escancarou a porta de seu quarto. Dominique acabara de sair do banheiro, a maquiagem visivelmente borrada.

- Você não presta! – Berrou Roxanne acusadoramente. Dominique sentiu as lágrimas de raiva em seus olhos.

- Olha quem fala, hein? Que moral você tem para falar de mim quando é simplesmente uma cópia mal feita da minha pessoa?

Roxanne sentiu a boca se escancarar enquanto o sangue subia-lhe a cabeça. Em um ato impulsivo, aproximou-se da prima, dando-lhe um tapa no rosto.

- Eu sou apenas aquilo que você me mandou ser – acusou gaguejando. – VOCÊ ME DISSE QUE DARIA CERTO!

- Eu pensei que fosse dar certo – defendeu-se Dominique magoada. – Eu não sabia a que proporções isso chegaria!

- Você me traiu! – Roxanne apontou para a prima com determinação. Dominique riu friamente.

- E o que era aquilo que você estava fazendo no Miller? Massagem labial? Você não pensa que eu percebi seu joguinho? Você realmente acha que eu acreditei que Alex fosse me chamar para te socorrer de algum sonserino que estava tentando ficar com você a força? Você acha que eu sou burra, Roxanne? Você realmente acha que bolou um bom plano? Foi mais de um dos seus atos impulsivos que falharam! Você tem que aprender a raciocinar antes de agir! Esse sempre foi seu maior defeito! Você tem preguiça de pensar e acha que tudo o que faz dará certo. Mas quer saber? Você conseguiu! – Dominique aplaudiu falsamente e enxugou algumas lágrimas. – Se o seu intuito foi me magoar, parabéns. Dessa vez você não falhou. Só espero que você seja feliz com essa vitória.

As duas se encararam por alguns minutos antes de Dominique se retirar do quarto.

Roxanne afundou-se na cama enquanto gritava de raiva. Finalmente conseguira vencer Dominique em algo. Não deveria se sentir contente?

Pegou a jarra que estava em cima de sua escrivaninha, tacando-a do outro lado do quarto. Era impressionante como algo tão pequeno pudesse fazer tanto estrago.


n/a: Então, gente, eu deixei uma outra parte da prévia para o capítulo 17. O capítulo 16 ficou ao total com 15 páginas. Achei que esse final teria tudo haver com o título do capítulo. Finalmente a coisa se desenrolou. hahaha Quem não queria ver o clímax desse triângulo amoroso? Mas não se preocupem, no próximo capítulo terá o "final" do casal complexo. Ou pelo menos o final de um problema deles, porque outros irão surgir. Tadinhos, eu maltrato meus personagens D: Mas a Rox, calmaaaaa. Ela terá o consolo dela.

Agora, ME PERDOEM PELA DEMORA! SÉRIO! A minha vida está um caos, nesse momento eu deveria estar estudando para o vestibular, mas decidi terminar o capítulo de Green's. Eu precisava disso. Mas, por favor, me perdoem! Eu vi cada comentário, cadazinho! E eu peço, não abandonem a fanfic só por conta do meu desleixo. Eu estou cheia de problemas pessoais, acho que mereço uma compreensão. '-' Por favor, não me odeiem. Mas eu tenho motivos para comemorar, já que fiz dezoito aninhos nesse sábado *o* Sim, sim. Agora sou maior de idade. hahaha :D Feliz aqui! Eu entendo que vão vir poucos comentários para esse capítulo, a maioria das pessoas acaba desistindo de comentar quando o autor demora assim :/ Eu realmente estou chateada. Não queria ter demorado tudo isso.

Agora uma coisa boa: estou decidida a não demorar mais! Quem quiser prévia diga: Eu quero prévia semana que vem! *0* Juro que posto! Ah é, e eu queria começar uma campanha: "Queremos Alvo Potter solteiro" Está ficando difícil de decidir o par desse garoto super requisitado. Quem vocês querem para Alvo Potter? Marion? Anna? Bananas? Lana? hehe, brinks. Dêem suas opiniões.

Uma última coisa para quem está lendo o capítulo e se eu não conseguir me comunicar com vocês e minha campanha para a prévia não dê certo. UMA ÓTIMA ESTREIA DE HARRY POTTER 7 PARA TODOS! EU VOU! HAHA Bate uma tristeza só de imaginar que é o último filme, mas uma alegria de imaginar que eu estarei lá. Obrigada a todos que não desistiram da fanfic.

Beijos,

Ciça. ;*