Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
Capítulo Vinte e Cinco
Bati os dedos nervosamente sobre a minha coxa e olhei para minha mãe, ela folheava animadamente uma revista sobre medica, "Ajude-se seu filho a se livrar das drogas", rolou os olhos e voltou a olhar para a atendente que olhava insistentemente para ele.
- Mãe, vai demorar muito?
- Mais acabamos de chegar querido.
- Sim, mais aquela mulher não para de me encarar. – ela olhou a moça e acenou para ela.
- É uma moça muito bonita, e parece ter sua idade.
- E?
- E que você devia ir lá e conversar com ela.
- Bem, acredito que minha noiva não ia gostar muito de saber disso.
- Ela não precisa saber. – rolei os olhos e voltei a tamborilar os dedos sobre minha perna, a porta do medico finalmente se abriu e um senhor de rosto amigável saiu.
- Edward Cullen. – levantei e minha mãe também. – Como vai rapaz? – ele apertou meu ombro e sorri.
- Vou bem obrigada, e o senhor?
- Vou indo. Olá sra. Cullen.
- Bom dia doutor Aro.
- Bem, a sua amostra já foi examinada, entrem que olharemos os resultados juntos. – entramos na sala dele, e me sentei em frente a sua mesa, minha mãe ao seu lado, eu já havia usado o potinho e hoje iríamos olhar o resultado, minha mãe praticamente quicava na cadeira.
Ele abriu o exame com meu nome, e colocou os olhos e deu uma olhada, avaliou por alguns minutos e colocou o exame sobre a mesa e sorriu.
- Bem, seu filho está limpo.
- O que? Tem certeza?
- Bem, sim...
- Talvez deva fazer um novo exame.
- Sra. Cullen, os exames são 99,9% corretos.
- Mais e esse um por cento? – o medico olhou preocupado para mim e suspirei dando de ombros.
- Bem, Sra. Cullen, posso lhe garantir que seu filho não é usuário, na verdade não encontramos nada no sangue dele.
- Será que eu poderia ter uma segunda opinião?
- Mãe!
- O que? Eu só quero ter certeza.
- Mãe, não foi esse nosso trato.
- Mas... Mas... Tem que ter algo errado Edward.
- Mãe eu não sou drogado. – ela mordeu o lábio e abaixou os olhos por um minuto, ofegou e de repente olhou para o medico.
- Eu já sei, ele pagou pra outra pessoa usar o potinho. – ela me olhou acusadoramente e rolei os olhos.
- Mãe vamos para casa.
- Não temos que fazer outro exame, mais dessa vez eu vigiarei você.
- O que?
- Edward eu já te vi fazendo xixi antes.
- Quando eu era um bebê.
- Que seja.
- Não chega. Obrigada Dr. Aro. Vamos mãe. – comecei a empurrar minha mãe porta a fora, e antes que eu saísse o doutor segurou meu braço, ele sorriu e me entregou um cartãozinho.
"Dr. Volturi"
Psiquiatra e Psicólogo
- É meu irmão e um dos melhores da aérea.
- Obrigada mais uma vez.
- O que o doutor queria? – minha mãe perguntou enquanto a levava para fora do consultório e sorri.
- Nada de importante, só avisando que uma vez a cada seis meses é bom fazer um check-up.
[...]
- O que você acha desse? – Bella me mostrava outro arranjo de flores em uma revista, enquanto estávamos sentados em seu sofá, suas costas apoiadas contra meu peito, suspirei, eram todos iguais para mim.
- Lindo.
- Você disse isso dos três últimos.
- Bella, amor eu não entendo nada disso.
- Mais é nosso casamento, achei que você gostaria de participar.
- Sim, eu até quero, mais arranjo de flores.
- Ok, então o que você quer fazer?
- Preparar a lua de mel.
- Edward, nós já resolvemos isso, vai ser no México.
- Sim, e não esqueça de comprar lingeries sexys em.
- OMG, você virou um pervertido em. – eu ri e beijei sua testa.
- Você me tornou um. – ela deu uma risadinha e voltou a me mostrar as revistas.
Bella já havia escolhido o dia perfeito, segundo ela, daqui a 3 meses, pois já teria terminado a escola, seu vestido, e o casamento seria no jardim dos fundos, iríamos unir meu jardim e o dela, e faríamos uma cerimônia simples ao ar livre.
Até agora para mim estava ótimo, eu só tinha 18, não tinha grandes pretensões para um casamento, ainda mais o meu, eu só queria Bella para sempre e o resto eu ia levando.
- Quem serão seus padrinhos? – ela perguntou segurando um caderno, onde ela marcava o que ela achava importante, e dei de ombros.
- Eu queria chamar Emmett e Rose, mais eu também gosto de Jasper e Alice.
- Eu posso chamar Alice e Jasper para serem os meus.
- Seria ótimo. – ela sorriu e escreveu no seu caderno, e olhei a lista de convidados.
- Temos mesmo que convidar os Black? – ela riu.
- São nossos vizinhos Edward, seria rude não convidá-los.
- Está bem, mais se o Sr. Black me apalpar ele vai ser expulso.
- Não se preocupe, a única permitida até apalpar sou eu.
- Bem melhor. – ela sorriu.
- Vai convidar alguém da escola?
- Hmmm, não sei, talvez alguns caras, mais pouca gente, meus melhores amigos são Jasper e Emmett. E você? Vai chamar o treinador.
- Deus, não. – ela riu e mordeu o lábio olhando para sua lista e suspirou, segurei seu rosto a fazendo me olhar.
- O que foi?
- Nada. – ela evitou meus olhos e a segurei seu rosto até que ela voltasse a me olhar.
- Bella? – ela levantou os olhos pra mim, e meu coração se apertou ao vê-los marejados.
- Não é nada demais.
- Aposto que é, se te deixa triste. – ela sorriu e apoiou o rosto em minha mão.
- É só, triste que meus pais não podem vir.
- Oh... Hum... Você quer convidá-los?
- Por Deus não, eu deixei aquela vida para trás. É só triste, sabe.
- Bem... – eu não sabia o que dizer então a abracei apertado e beijei seus lábios. Ela sorriu contra minha boca.
- Não tem problema, eu posso andar sozinha até o altar.
- Ah esse é o problema.
- Não é nada demais Edward. – é sim, era um problemão se isso a deixava triste.
Suspirei e beijei sua testa e me levantei, ela me olhou confusa, sorri e sai apressadamente da sua casa, ouvi ela gritar meu nome, mais continuei correndo, cheguei na minha casa e olhei em volta.
- Pai.
- Edward? – minha mãe saiu da cozinha confusa. – Aconteceu algo?
- Não, cadê o pai?
- Carl. – ela gritou e ele apareceu segurando um jornal.
- O que?
- Vem aqui. – agarrei o braço do meu pai, e ele me seguiu confuso.
- O que...?
- Precisa falar com Bella. – interrompi. E ele me seguiu, caminhamos rapidamente, ouvi minha mãe chamar, mais o ignorei e abri a porta da casa de Bella, ela ainda estava no sofá.
- Edward?
- Meu pai vai te levar Bella.
- Oh...
- Levar onde?
- Edward. – ela me olhou vermelha e rolei os olhos.
- Não é pai, que você leva Bella ao altar. – meu pai riu e foi até Bella segurando suas mãos.
- Será uma honra querida. – ela sorriu e abraçou Carlisle.
- Obrigada. – eles se soltaram e olharam pra mim.
- Posso voltar a ler meu jornal.
- Ah claro pai, desculpa. – ele riu e saiu de casa, fui até Bella e a abracei.
- Agora que está tudo resolvido, que tal nos irmos lá pra cima e você me agradecer em.
- Um tarado.
- Você me fez assim, agora agüente.
