Capítulo 25
Narrado por Edward
Eu ainda não acreditava que Bella estava ali a apenas poucos passos de mim. Olhei por cima do ombro, como que para confirmar sua presença ali e fixar em minha mente a ideia de que aquilo tudo não era um sonho, e que ela estava mesmo ali, de pernas cruzadas no centro da cama mexendo em meu notebook. Soltei um suspiro desesperado enquanto me lembrava do motivo de ela estar ali. Se suas acusações forem verdadeiras...
–Senhor o seu pedido. –o moço do serviço de quarto chamou minha atenção, já que eu segurava a porta aberta sem me mover.
–Pode deixar aqui mesmo, obrigada. –agradeci ao garçom do hotel que havia levado meu almoço e lhe dei uma gorjeta.
Levei o carrinho com a comida para o quarto, eu teria que dividir com Bella o que tinha ali, mas por sorte a equipe de cozinha do hotel era generosa em suas refeições e nada de frescura. Seria o suficiente para nós, afinal eu nem sabia se ia conseguir comer direito, sabendo que Bella estava ali, a pouca distancia do meu toque fazia meu estomago revirar como seu eu fosse um adolescente vivendo seu primeiro amor. Eu podia sentir o suave aroma de lavanda do perfume que ela usava muito próximo de mim, essa era a única coisa que me fazia acreditar que ela realmente estava ali e que tudo não passava da minha imaginação me pregando peças.
–Pode comer o quanto quiser não estou com muita fome. –me sentei ao seu lado colocando a bandeja de comida a nossa frente e tomei um gole de suco de laranja.
–Você emagreceu. –e me surpreendendo completamente ela veio se sentar em meu colo.
Não iria me fazer de rogado e iria aproveitar o contato que ela me permitia ter com ela naquele momento. Eu nunca sabia quando seria a ultima vez que poderia tocá-la.
–Não tenho comido muito ultimamente. –resolvi ser sincero.
–Eu também não. –ela deu de ombros.
–Percebi você costumava ser mais cheinha. –cutuquei sua barriga de brincadeira, querendo deixar o ambiente mais leve. Eu ainda não acreditava que aquilo não era um sonho, e se fosse, eu tinha muito medo de acordar.
–Você está querendo dizer que eu era gorda? –ela disse franzindo o cenho.
–Não, que você era gostosa. –respondi com um sorriso.
–E não sou mais? –vi um olhar magoado em seus olhos e me arrependi pela brincadeira, eu não queria ser nunca mais o causador daquele olhar.
–Estou brincando meu anjo, você continua linda e incrível, só mais magra, não gosto de te ver assim. –a apertei contra meus braços.
–Vamos comer, temos que engordar alguns quilos então. –ela começou a se servir de garfadas de arroz e salada. –E quem sabe você não pode pedir sorvete de chocolate de sobremesa. –ela me deu um olharzinho tímido e seu rosto começou a atingir o tão adorável tom de vermelho.
–Eu gostaria muito disso. –a apertei mais contra mim, querendo que ela soubesse o quanto eu gostava de sua insinuação ao mencionar o episódio inesquecível de nossa lua de mel.
–Edward... –ela sussurrou meu nome e ouvir sua voz dizendo meu nome com desejo, foi direto para certas partes do meu corpo. Partes que sentiam muita falta dela.
Eu sentia muita falta dela e meu corpo por consequência também sentia. Fazia pouco mais de dois meses, mas pareciam-me anos, em que eu não a tocava ou sentia seu cheiro tão fresco, afinal passei os últimos meses agarrado ao seu travesseiro e a uma camisola que ela havia esquecido em nossa casa, àquela era a única maneira de conseguir dormir um pouco. E ter ela assim tão perto, era meio que impossível meu corpo não reagir tão intensamente.
–Bella nós precisamos conversar. –ela se ajeitou melhor em meu colo e levou o garfo até a minha boca.
–Coma. –ela empurrou o garfo.
Ficamos em silencio por um tempo até acabarmos de comer.
–Sobre o que você quer conversar? –ela perguntou depois de um tempo.
–Sobre nós.
–Pensei que estivéssemos bem agora. –ela disse envergonhada.
–Nós estamos? –questionei querendo mais do que tudo ouvir o seu 'sim'.
–Edward, eu sei que errei por não ter acreditado em você e em sua inocência. –ela me encarava diretamente. –Mas nunca que eu iria imaginar que aquilo era uma armação, você também não acreditaria se caso fosse ao contrario. Mas Edward, eu fui embora porque eu estava magoada com o que vi, poxa eu te amo e não podia suportar a ideia de não ser mais o suficiente e que você precisasse de outras.
–Repete. –pedi.
–Repete o que?
–Aquela frase. –ela me olhou sem entender por alguns segundos e vi o exato momento em que ela entendeu o que quis dizer, pois um lindo sorriso se espalhou em seu rosto. Como eu senti falta desse sorriso.
–Eu te amo Edward Cullen, amo tanto que chega a doer.
–Eu também te amo. –lentamente aproximei meu rosto do dela, lhe dando um singelo beijo sem me aprofundar muito, ainda tínhamos algumas coisas para resolver. –Da ultima vez que você me disse isso, foi o pior dia da minha existência.
–Eu sei, da minha também, me desculpe. –ela me abraçou enterrando o rosto em meu pescoço.
–Você me disse que tinha um vídeo para me mostrar.
–Sim. –ela pegou sua mochila que estava no chão e tirou um quadrado preto de dentro dela. –Alice e Emmett fizeram essa gravação.
Esperei que ela colocasse o DVD no notebook e então o vídeo começar e Alice surgir na tela do computador.
Eu assistia a aquele vídeo todo com aparente calma, mas a cada minuto que se passava uma coisa agressiva surgia dentro de mim. Eu até podia sentir o gosto da raiva em minha língua, e era ácida. Eu nunca fui uma pessoa de resolver as coisas na violência, e muito menos agressivo, mas se James estivesse em minha frente agora, eu passaria longos anos na cadeia, e não me arrependeria disso. Posso dizer com clareza o que senti quando o ouvi dizer que queria levar a minha Bella para a cama, e foi ódio, puro e liquido.
Eu seria eternamente grato por Alice e Emmett, irmãos incríveis que eu não acreditava merecer ter, por não terem desistido de mim, quando eu mesmo o havia feito, e irem até o final para provar minha inocência. E acima de tudo, provar que James não era quem eu pensava ser, eu havia acreditado na palavra dele ao invés da de Alice e estaria em divida eterna com ela pelo resto de minha vida. Mas eu faria por merecer seu perdão sendo incrivelmente feliz ao lado da mulher que amo e de minha família, nunca mais deixando que ninguém se colocasse entre nossa família.
–Edward você está bem amor? –ouvi Bella me chamando de volta ao mundo real, eu ainda encarava a tela do computador, mesmo depois do vídeo ter acabado.
–Vou ficar quando quebrar a cara daquele medíocre. –respirei fundo. –Quem mais sabe desse vídeo?
–Eu, você, meus pais e seus irmãos, pedi para não mostrarem para mais ninguém queria que nós dois decidíssemos juntos o que fazer.
–Muito bem neném. –sorri ao vê-la corar quando eu disse o apelido carinhoso que dei a ela. –Vamos para Forks então. –a coloquei na cama delicadamente e me levantei para fazer minha mala.
–Pensei que a gente podia ficar aqui pelo resto da semana. –ela corou.
–Bella eu quero resolver isso tudo o quanto antes. –voltei para cama me sentando ao lado dela.
–Por favor, só quero matar a saudades de você. –ela veio se sentar em meu colo de frente para mim. Como negar quando ela pede algo assim?
–Pensei que você fosse querer resolver tudo antes. –eu acariciava seus braços por cima de sua blusa.
–Eu já resolvi tudo. –ela sorriu de lado e com um olhar decidido se inclinou para me beijar.
Não vou negar, eu estava um pouco surpreso com Bella por tomar a iniciativa, com exceção de uma única noite em nossa lua de mel, Bella nunca mais havia tomado à iniciativa para fazermos amor, era sempre eu, mas agora, enquanto ela se inclinava sobre meu corpo enfiando suas mãozinhas macias por dentro de minha camisa, decidi que eu gostava dessa nova Bella. Talvez essa separação tivesse feito o efeito contrario nela, pois comigo o caso era diferente, já que eu ficava sem reação perto dela, com medo de dizer ou fazer algo que a magoasse.
Pois mesmo minha inocência tendo sido provada, eu ainda era o culpado pelo que aconteceu, por ter deixado James entrar em nossas vidas.
Mas qualquer pensamento aleatório que eu pudesse ter foi dissipado quando sua mão que antes acariciava meu peito se infiltrou dentro de minha calça, massageando minha dolorosa ereção, que estava ali desde que nos beijamos a porta. Era impossível não ficar assim perto dela.
–Bella não... –tentei impedi-la de começar aquilo, eu não seria capaz de pará-la caso ela fosse longe demais.
–Por favor.
–Amor eu quero muito isso, de verdade, mas quero resolver tudo o quanto antes. –tentei explicar meu ponto de vista.
–Estou com saudades de você. –eu disse manhosa em meu ouvido, agarrando meu cabelo e me puxando em direção a sua boca.
–Eu também amor, estou morrendo de saudades você. –eu sabia que não conseguiria me segurar por muito tempo, e eu também não estava a fim de continuar resistindo. Ainda mais quando ela pedia desse jeito.
Ela simplesmente, sem meios termos, me segurou pela nuca e me puxou para um daqueles tipos de beijo que te tiravam o fôlego e faziam com que você estivesse pronto para tudo o que viesse. Não tive tempo nem de pensar no que fazer. Seus lábios se movimentavam nos meus. Suaves, intensos e exigentes. Sugando e mordicando. Sua língua tocou meu lábio inferior, pedindo passagem que eu prontamente cedi a ela. Sentindo seu gosto único com minha língua, explorando cada canto e me deliciando com seus gemidos fracos. Cedendo ao desejo lhe dei aquilo que eu sabia que ela queria e que eu sabia que eu não poderia ficar sem.
E foi assim que começou. Não sei como, não me pergunte, mas em questão de segundos estávamos ambos nus e eu apreciava cada contorno de seu belo corpo, demorando-me nos detalhes, conferindo se tudo era ainda como eu me lembrava, não me decepcionando ao acariciar suas suaves curvas, estava mais magra sim, mas nunca deixou de ser linda e continuava sendo completamente minha. Eu havia sentido tanta falta de tê-la daquela forma, tão entregue a mim, sem receios, que eu imprimia mais intensidade em meus toques, querendo mostrar a ela o quando eu era seu e ela minha.
Eu apertava qualquer lugar de seu corpo bem feito ao meu alcance, massageava os seios empinados beliscando os mamilos durinhos, esfregava sua bocetinha molhada e quente completamente pronta para mim, e ela arfava com meus toques, sussurrando meu nome, perdida em seu próprio mundo de prazer. E eu gemia só de senti-la tão quente e molhada por mim, estávamos deitados na cama, eu por cima dela, quando me afastei.
–Eu te amo tanto Bella, me desculpe por deixar aquele ordinário se colocar entre nossas vidas.
–Tudo bem Ed, não pensa nisso agora. –ela se ajeitou abaixo de mim, abrindo suas pernas em um convite mudo e me acomodei melhor entre elas, posicionando meu membro em sua entrada. –Vem. –não precisei de mais nada para saber que tudo estava no devido lugar.
Ambos gememos quando eu estava completamente dentro dela, sentindo seu calor se apertar em volta de mim, acolhendo-me completamente. Observei o rosto de minha menina e vi uma lagrima escorrer de seu olho.
–Não chore. –limpei suas lagrimas, apesar de eu saber, que naquele momento suas lágrimas não eram de tristeza e sim de felicidade, eu sabia disso porque eu também tinha lágrimas em meus olhos.
–Eu te amo tanto. –ela se apertou contra mim, se remexendo embaixo de mim.
–Também te amo. –então comecei a me movimentar lentamente dentro dela, querendo apreciar cada centímetro de seu corpo, me deliciando com seus gemidos.
Nunca foi tão intenso antes, quer dizer, sempre era, mas daquela vez havia algo entre nós dois que havia mudado. Eu sabia que ambos havíamos amadurecido nesse tempo em que passamos separados, nosso relacionamento estava mais maduro, e por consequência, inquebrável.
Eu sabia que Bella estava próxima de seu orgasmo, pois uma coisa não havia mudado, ela tinha aquele gemido característico, sofrido e carregado de luxuria de quando estava vindo, seus olhos estavam fechados e ela mordia seu lábio com força. Uma de suas mãos estava agarrada em meu cabelo com força e a outra apertava o lençol.
–Olha pra mim neném. –pedi, querendo ver seus olhos no momento em que ela gozasse.
Ela então apoiou seus pés na cama e começou a empurrar seu quadril contra o meu de forma frenética, sem ritmo, desesperada e eu comecei a investir com mais força entre suas pernas, com movimentos frenéticos, sem ritmo, querendo amis do que tudo fazer com que aquele momento durasse para sempre, mas sabendo que aquilo era impossível.
–Ah meu... –ela jogou a cabeça pra trás e ouvi seu longo gemido de prazer, então me permiti perder o controle e me entreguei ao prazer que era estar com ela.
–Bella. –eu gritei enquanto liberava meu prazer em seu interior.
Estávamos deitados frente a frente e ofegantes, um olhando para o outro, eu tentava demonstrar com o olhar todo meu carinho e devoção por ela e eu via em seus olhos todo o amor que ela sentia por mim. E naquele momento me senti em paz comigo mesmo, pela primeira vez em meses.
Ficamos em silencio por algum tempo mais, só curtindo o calor e a presença um do outro, com minha menina presa entre meus braços, segura, onde ninguém poderia atingi-la e por consequência me atingir, pois ela era meu ponto fraco.
–Bella eu sei que você não quer, mas temos que voltar para Forks. –eu disse depois de um tempo.
–Eu sei, só estou com medo.
–Não precisa, estamos juntos e nunca mais ninguém irá nos separar eu juro. –tirei o cabelo que caia em seu rosto. –Quero me livrar de James logo.
–O que você vai fazer? –ela me encarou em dúvida.
–Você vai ver. –sorri, tendo em mente exatamente o que faria com aquele traidor. –Agora temos que ir.
–Dá tempo de um banho? –perguntou e vi que ela corava em um forte tom de vermelho.
–Só se eu puder ir junto. –a apertei em meus braços e ouvi seu riso e me deliciei com aquilo, era o melhor som do mundo.
–Essa é exatamente a minha intenção amor. –eu nunca me cansaria em ouvi-la me chamando de 'amor', ainda mais quando ela tinha tanta malicia na voz quanto naquele doce momento de alegria que compartilhávamos.
As coisas estavam voltando a ser como eram antes de todo aquele sofrimento e eu queria mais do que tudo viver nessa paz com a minha garota, mas havia algumas coisas que não se podiam ser deixadas para depois. E era exatamente isso que fazíamos agora indo para Forks. Eu queria ir junto com ela, mas infelizmente cada um de nós veio em seu próprio carro e não existiam chances de deixarmos um de nossos carros para trás. Quando cheguei ao limite de Forks peguei meu celular, já sabendo o que teria de ser feito.
–Edward aconteceu alguma coisa? –James atendeu sua falsa voz de preocupação me causando náuseas.
–Nada, só queria conversar com meu amigo. –falei, segurando minha língua dentro da boca para não mandá-lo direto para o inferno, eu não iria arruinar meu plano.
–Vem beber alguma coisa aqui no bar do hotel comigo.
–Tudo bem, só vou para casa levar minhas coisas e já vou. –desliguei o celular sem lhe dar chances de dizer mais nada.
Segui Bella até a casa de seus pais e estacionei meu carro logo atrás do dela.
–Amor preciso que faça uma coisa para mim. –fui até ela antes que entrasse em sua casa e lhe expliquei rapidamente meu plano.
–Tudo bem, só não o deixe encostar um dedo em você. –ela me abraçou forte antes de entrarmos em meu carro, não havia dado tempo de ela ir ver seus pais, pois eu queria acabar com aquilo o quanto antes.
–Não vou, não se preocupe com isso. –entramos em no carro e fomos até o pequeno hotel de Forks.
Foram necessários poucos minutos até que eu estacionasse em frente ao modesto hotel da cidade.
–Já sabe, você fica esperando meu sinal da porta do bar, não entre antes disso. –lhe dei um beijo antes de sairmos juntos do carro.
Bella ficou me esperando na entrada do bar, eu queria que ela estivesse ali, pois queria mostrar ao traidor, que ele não havia conseguido o que queria, e que agora, Bella e eu, estávamos mais juntos do que nunca e que ele nunca mais conseguiria nos separar.
Entrei no bar do hotel procurando por James e o encontrei no balcão de costas para a porta de entrada do lugar.
–James. –me sentei e pedi uma bebida para mim ao garçom.
–Fala mano. –ele sorriu. –Está com uma cara melhor. Deixa-me adivinhar, pegou alguém lá em Seattle? –o garçom me entregou a bebida que bebi num único gole.
–Ah peguei. –sorri da forma mais sacana que eu podia e vi seus olhos brilharem, aquele filho da puta só esperava por uma oportunidade para avançar em minha Bella.
Aposto que sua mente já trabalhava em uma forma de fazer com que Bella descobrisse que eu havia ficado com alguém em Seattle e então ele tentaria consola-la. Nojento.
–E era gostosa? –ele perguntou animado.
–Ah era, a melhor de todas. –fiz o sinal para Bella que me esperava na entrada do bar e ela entrou caminhando lindamente até mim e vi James olhar na mesma direção que eu. Vi seu corpo enrijecer.
–Oi. –Bella me abraçou e começou a encarar James. Se olhar matasse...
–Bella? –ele a encarou confuso.
–Sim James, Bella. A minha Bella. –a abracei com mais força e num impulso a beijei calorosamente, mostrando para ele a quem ela pertencia de verdade.
–Como? –ouvi sua voz confusa e relutante soltei Bella, eu havia me esquecido dele completamente.
–Agora você vai aprender uma lição sobre desejar a minha mulher. Sabia que a Alice fez um vídeo de uma conversa que teve com você nesta semana? –perguntei e o vi arregalar mais ainda os olhos.
Bella se afastou e eu me levantei do banco, e pegando James completamente de surpresa o agarrei pela gola de sua camisa e o joguei contra o balcão, o garçom olhou a cena assustado e antes que alguém pudesse tentar me impedir de fazer qualquer coisa, acertei um soco no rosto daquele nojento.
–Ela é minha! –cuspi as palavras enquanto lhe desferia socos, vendo o sangue brotar no canto de sua boca, sentindo toda a raiva correr em minhas veias juntamente com a adrenalina do momento. Descontando em cada soco, cada noite sem dormir e por todo o sofrimento que por causa dele eu e minha mulher passamos ao estarmos separados. –Nunca mais chegue perto dela! –gritei enquanto desferia socos e mais socos.
–Chega Edward. –ouvi a voz de Bella me tirando do transe e imediatamente parei de socá-lo e ele caiu no chão.
–Isso não vai ficar assim. –ele limpou a boca suja de sangue na camisa e começou a rir descontroladamente. –Vocês vão ver...
–Não vai ficar mesmo. –Bella disse e então para minha surpresa o chutou entre as pernas. James gemeu de dor e se encolheu no chão. –Nunca mais ouse tentar me afastar dele, eu nunca ficaria com alguém como você. Seu nojento! –e ela cuspiu nele, me pegando totalmente de surpresa.
–Vem amor, vamos para nossa casa ver nossa família. –peguei em sua mão e nos dirigirmos para a saída do hotel.
James nunca mais se colocaria entre nós. Bella e eu estaríamos juntos pelo resto de nossas vidas e nada nem ninguém iria impedir isso de acontecer. Eu me encarregaria pessoalmente disso.
Narrado por Bella
Foi um choque para o para os pais de Edward quando eles descobriram que James havia armado para que Edward e eu nos separássemos, afinal Esme e Carlisle, assim como meu marido, não foram capazes de enxergar quem James realmente era por trás de todo aquele sorriso falso.
E por falar em James, esse nunca mais deu as caras no consultório da família Cullen e em nossas vidas por quase um mês. Por muito pouco Edward não demitiu Victória, mas o convenci a não fazer nada, desde que ela se colocasse em seu devido lugar, já que Edward havia me dito que ela havia tentado dar em cima dele em algumas ocasiões, já que na gravação que Alice conseguiu fazer James isentou Victória de qualquer participação de seu plano sujo. Tânia também não deu as caras, aquela vadia! E Jacob ficava em seu canto na escola, isolado de tudo e todos depois da surra que Emmett deu nele, no mesmo dia que fui atrás de Edward em Seattle, acho que aquele lá nunca mais ousaria se meter em nossa família, com medo de ter o nariz quebrado novamente e depois de toda a escola descobrir o que Jacob havia feito até mesmo seus amigos de longa data haviam se distanciado dele. Então ele estava sozinho agora.
Carlisle havia voltado a trabalhar com Edward no consultório, seus planos, de aposentadoria e segunda lua de mel, deixados de lado para que ele pudesse ficar ao lado do filho quando mais precisou. Isso me fez começar a pensar, o que os pais não fazem por seus filhos, deixam seus sonhos de lado para ajudar os filhos a viverem os deles...
–Bella você está me ouvindo? –Alice me cutucou com força nas costelas.
–Ai doeu. –resmunguei pressionando o local que ela havia cutucado. –Não Alice, eu não te ouvi me desculpe. Sobre o que você falava mesmo?
-O Baile Sadie Hawkins (garotas convidam garotos) sua bocó, eu estava falando sobre o baile. –ela me deu um olhar atravessado que fez eu me gelar por dentro. Às vezes eu tinha medo de Alice.
–Ah o baile. Eu não vou. –dei de ombros e voltei a me concentrar na comida a minha frente.
Estávamos em nosso horário de almoço na escola, Emmett e Jasper estavam no treino de basquete, então erámos só nos, as garotas na mesa agora. Eu não via a hora desse tormento escolar acabar e ir logo para a faculdade. E por falar em faculdade, eu precisava preencher minhas fichas de inscrição para mandar para as universidades e...
–Como assim você não vai? –Alice me tirou de meu blábláblá mental.
–Alice, sério mesmo que você está me perguntando isso? –ela me encarou erguendo uma de suas sobrancelhas perfeitamente delineadas, com uma expressão confusa. –Alice, não tem cabimento, não tenho um par.
–Eu vou bater nela juro que vou! –Alice choramingou e se virou para Rosalie que encarava a cena divertida.
–Calma Alie. –Rose deu uns tapinhas na costa de Alice que estava a beira de um colapso. –Bella e o seu marido, o Edward, você se lembra dele né? –Rose e sua incrível sensibilidade de ir direto ao ponto, sem um pingo de delicadeza.
–Meu marido não combina com esse tipo de ambiente, serio gente o que um homem como o meu Edward vai fazer no meio de um bando de adolescentes?
–Te acompanhar? –Alice disse.
–Serio Alice não quero ir, prefiro ficar em casa com ele. –enquanto eu dizia isso sentia minhas bochechas esquentarem.
–Ok, para de coelhagem, eu sei que vocês dois estão recuperando o tempo perdido... –Alice deu uma risadinha malandra. –Mas... –ela não conseguia falar e rir ao mesmo tempo e a encarei feio. –Ok, vou parar. –ela riu de novo.
–Alice!
–Coelhagem, há há de onde eu tirei isso? –Alice gargalhava alto, chamando a atenção de algumas pessoas a nossa volta no refeitório.
–Para. –chutei sua perna debaixo da mesa.
–Ta parei, doeu viu. –Alice se recompôs enquanto esfregava a perna debaixo da mesa. –Mas falando serio, o baile é um ritual do qual você tem que participar Bella, é um rito de passagem, e antes do baile de formatura esse será seu ultimo baile antes de tudo acabar.
–Eu vou pensar nisso. –me levantei para levar minha bandeja, tentando me esquivar dela.
–Não, você não vai pensar. Você vai ao baile com meu irmão e seu marido, e nós todos vamos viver momentos incríveis juntos nesse dia! –ela bateu com seus pezinhos minúsculos no chão, a mão na cintura e cara da malvada.
–Tá bom. –gemi internamente, sabendo que eu não conseguiria ir contra ela.
Eu realmente preferia ficar em casa com Edward, fazendo coelhagem como Alice havia dito. E ao pensar em Edward eu pensava no quão incrível as ultimas semanas tem sido. O sexo era incrível entre nós. Era diferente agora. Sempre foi bom, mas agora tinha alguma coisa que fazia tudo ser melhor ainda.
O tempo que passamos separados me fez tomar consciência do quanto eu o amava e consciência do quanto ele me amava. Talvez fosse isso, pois nós dois não tínhamos mais reservas um com o outro, e nos entregávamos por inteiro em nossos momentos.
–Bella! –Alice gritou no meu ouvido.
–Quer parar com isso! –pedi chateada.
–O que você tem hoje?
–Nada Alice, eu não tenho nada. –me esquivei dela. –Tenho que ir para a aula.
–Hei volta aqui! –corri dela e fui em direção a minha próxima aula.
Alice tinha razão, eu estava esquisita hoje e isso tinha um motivo, mas eu não iria me preocupar com isso agora, afinal se eu começasse a pensar nessa possibilidade enlouqueceria, então deixaria para me preocupar no momento certo.
Então quando a aula acabou não dei tempo para Alice me chatear com seu falatório e fui direto pro meu carro e tratei de sair dali o quanto antes. Estacionei na primeira loja de conveniências que encontrei, comprando aquilo que eu sabia que tinha o poder de fazer com que eu me acalmasse ou pirasse de vez.
Cheguei em casa e a encontrei vazia, como o esperado. Eu não queria que Edward estivesse aqui nesse momento.
Fui direto para o banheiro e tirei as varias caixas cor de rosa de dentro da sacola. No caminho eu havia bebido quase dois litros de suco de laranja. Era isso, a hora era agora.
Depois de seguir as instruções que havia na caixa dos malditos palitinhos, do teste de gravidez, e de mijar neles, o que foi a coisa mais humilhante e constrangedora que já fiz me sentei encostada contra o frio azulejo do banheiro, na esperança de me acalmar um pouco. Mantive os palitinhos a minha frente, aguardando o tempo correto para ver o resultado.
–Por favor, não! Por favor...
–Bella? –a porta do banheiro se escancarou e um Edward com uma expressão preocupada adentrou o local.
O encarei da porta e vi confusão em seu olhar. Primeiro ele me encarou e depois seu olhar se voltou para os cinco palitinhos a minha frente, e então seu olhar voltou para mim.
–Tudo bem? –ele veio caminhando lentamente até mim.
–Saiu mais cedo hoje? –perguntei.
–É estava sem movimento. –ele se sentou ao meu lado. –É o que estou pensando?
–Sim. –dei de ombros. –Eu havia parado de tomar o remédio quando... ah você sabe e bom a gente não tomou cuidado nenhum desde que voltamos e minha menstruação está atrasada, e agora estou esperando os resultados.
–Você está bem? –ele segurou minha mão me passando conforto.
–Com medo.
–Por quê? Eu estou do seu lado.
–Obrigada, mas você sabe que eu não quero um filho agora. –vi seu olhar se abaixar indicando que ele havia ficado magoado. –Hei eu quero um filho seu, mais do que tudo e vai ser muito bem vindo se Deus assim quiser, mas não acho que é o momento certo para nós.
–Eu sei, mas a ideia de que você pode estar esperando um filho meu é... –ele olhou de volta para os palitinhos e então para mim. –Sei lá, é empolgante, saber que fui eu quem o fiz, quem o colocou dentro de você. –e lá estava o sorriso torto.
–Você não fez nada sozinho. –resmunguei.
–Com certeza que não, você foi tem sido bem participativa amor. –nesse momento meu celular despertou indicando que havia dado o tempo para o resultado.
Conferi palitinho por palitinho mais de duas vezes, tendo certeza que todos indicavam um belo resultado 'negativo'.
–Aliviada? –Edward se levantou estendendo a mão para mim.
–E como. –sorri ao abraçá-lo. –Mas sabe... –levantei meu olhar para ele. –A gente ainda pode praticar.
–Claro que sim, praticaremos todos os dias, para quando formos fazer um filho não ter erro. –ele me ergueu em seu colo me levando para o nosso quarto.
–Você já tem bastante pratica. –ri quando ele me jogou na cama e veio para cima de mim.
–Você sabe a pratica leva a perfeição. –ele disse antes de me beijar. –Então temos que treinar para o grande dia todos os dias para não esquecer como faz.
Ri de suas palhaçadas, mas engoli o riso ao sentir suas mãos subirem por dentro de minha camisa.
(...)
Acordei no meio da madrugada sentindo vontade de ir ao banheiro. Olhei para Edward, que dormia profundamente abraçado a um travesseiro. Peguei a sua camisa que estava jogada no chão ao lado da cama e fui até a cômoda pegando uma calcinha para vestir. Já no banheiro vi que os palitinhos do meu teste de gravidez ainda estavam jogados no chão e os recolhi jogando-os no lixo. Eu havia tomado um tremendo susto e não queria passar por isso tão cedo de novo. Decidi que ainda nesta semana eu procuraria meu ginecologista e pediria para ele me receitar outro remédio. Apaguei a luz e voltei para o quarto, olhando para a cama vi que ela estava vazia.
–Edward? –o chamei e ele saiu de dentro de nosso closet vestindo uma calça de moletom.
–Que foi amor. –ele me abraçou.
–Hmm. –foi inevitável não gemer, eu podia sentir sua ereção contra mim. –Edward. –gemi mais uma vez ao sentir suas mãos apertando meus seios por cima da camisa.
–Diz Bella, o que você quer?
–Você. –me apertei contra seu corpo e Edward levou as mãos até a camisa, abrindo botão por botão, lentamente, me torturando.
–Eles são perfeitos! -disse ele olhando para meus seios, agora livres da camisa. Ele inclinou seu corpo começando a sugá-los deliciosamente e eu arqueei meu corpo, para dar mais acesso à sua boca.
Vou te contar uma coisinha sobre Edward, ele sabia como usar a boca.
–Oh, Edward eu preciso de mais. -eu disse puxando os seus cabelos e ele começou a chupar meus seios com um pouco mais de força. Então, muito cedo, ele parou de beijá-los e separou o seu corpo do meu.
–Sem pressa amor. -disse ele andando comigo e me colocando gentilmente em nossa cama. Ele se afastou mais uma vez, erguendo minhas pernas sobre os seus ombros e puxando, lentamente a minha calcinha por minhas pernas, brincando com seus dedos em minhas dobras úmidas. –Tão molhada isso tudo é pra mim? -disse ele enquanto se abaixava ficando de frente com a minha intimidade, que estava impaciente por mais atenção.
Ele colocou um dedo em minha entrada fazendo movimentos circulares e colocando mais dois dedos me fazendo gemer alto.
–Isso amor geme pra mim! -disse ele começando a movimentar seus dedos com mais força.
Enquanto ele trabalhava com seus dedos em minha entrada, sua língua me levava à loucura, massageando meu clitóris. Eu estava perto, muito perto do meu orgasmo, eu apertava seus dedos dentro de mim com força me preparando para o orgasmo, quando de repente ele retirou seus dedos de mim e eu quase rosnei em frustração.
–Só comigo dentro de você amor. -disse ele se levantando.
Eu me sentei na cama de frente para ele, que estava parado a minha frente com um sorriso malicioso nos lábios, ainda meio desnorteada pelo quase orgasmo.
–Muito vestido. –coloquei as mãos no elástico de sua cala a abaixando e revelando sua nudez.
Seu membro estava ali, de frente para mim, exigindo atenção. Edward nu era uma visão digna de ser admirada. Ele não tinha aquele corpo malhado e exagerado, tinha os músculos nas proporções certas, sua barriga era lisa, sem aqueles gominhos que indicavam horas de academia, mas mesmo assim só de olha-lo eu sentia meu corpo se contorcer de ansiedade. E depois tinha o caminho para o paraíso, e descendo meus olhos novamente, voltei a encarar seu membro ereto. Edward era grande e quando eu o vi pela primeira vez tive medo de que ele pudesse me machucar, mas não foi nada daquilo, tudo o que Edward e seu grande membro me faziam sentir era prazer.
–Posso? –voltei a encarar seus olhos e vi que ele engoliu em seco apenas afirmando, não dizendo nada.
Comecei então a lentamente coloca-lo em minha boca, primeiro só a cabecinha e começando a afundar mais a minha boca em seu comprimento. Eu tinha que dizer uma coisa, antes de fazer isso, eu considerava a prática de sexo oral nojenta, mas não era nada daquilo que eu pensava. O gosto de Edward era bom, tudo nele esbanjava luxuria. Ele tinha gosto e cheiro de sexo.
Ele grunhia de prazer, enquanto eu o chupava com força e lentidão e então ele agarrou meus cabelos, movimentando seus quadris com força e rapidez, ditando o seu ritmo. Eu fazia o possível para prolongar aquele momento, mas os gemidos de Edward estavam cada vez mais altos e eu sabia que ele estava muito próximo, agarrei-me em suas coxas quando ele começou a tentar me afastar, ele não era tão a favor disso, mas eu queria.
–Não Bella... –ele me puxou, me afastando dele e o encarei sem entender nada. –Você é maravilhosa sabia disso? –ele disse antes de tomar meus lábios em um beijo quente e sensual.
Ele nunca havia me beijado daquela forma, completamente descontrolado e eu gostei disso, mas então ele apertou o meu bumbum me empurrando para cima, fazendo com que eu enlaçasse as pernas em seu quadril e me deitando em nossa cama para então colocar apenas a cabecinha de seu membro em minha entrada pulsante, penetrando-me lentamente e logo depois começando a diatr seu ritmo em meu corpo.
(...)
–Edward... –me virei, ficando por cima dele, completamente ofegante pelas praticas recentes.
– Hmmm? –ele me apertou contra ele.
–Quer ir ao baile comigo? –perguntei e então ele começou a rir descontroladamente. –Não precisa ir se não quiser. –resmunguei enquanto me desviava de seu abraço e me sentava na cama.
–Não é nada disso, deixa de manha. –ele me puxou de volta para ele, ficando por cima de meu corpo. –É que Alice já havia me intimidado para ir a esse baile com você, ela me ligou mais cedo e me ameaçou de morte caso não fossemos.
–Ela é uma estraga prazeres isso sim. –resmunguei. –Lembra quando ela estragou nossa primeira vez na casa de seus pais?
–Se lembro, nunca senti tanta raiva dela na vida. –como eu estava presa abaixo de seu corpo, pude sentir muito bem sua animação.
–De novo?
–De novo. –o senti me penetrar lentamente.
Então desviei meus pensamentos de qualquer outra coisa e me entreguei às sensações que só Edward era capaz de me fazer sentir.
(...)
Alice estava realmente me irritando com toda essa história de baile. Na semana passada ela havia arrastado Rose e eu para Port Angeles para comprarmos nossos vestidos e acessórios, dizendo que teríamos que estar divando naquele baile. E hoje depois da escola mais uma vez Rose e eu seriamos arrastadas por Alice para um salão de beleza, para fazermos depilação e as unhas, para amanhã nos concentrarmos apenas em ficarmos lindas em nossos belos vestidos.
Amanhã seria a noite do tão esperado baile e confesso que eu estava um pouco ansiosa por isso. Nunca havia ido a um baile antes e a perspectiva de ir com Edward me deixava animada e completamente excitada, pois segundo ele nós dois seguiríamos as tradições dos bailes estudantis e ele me levaria para algum lugar para passarmos a noite juntos, como os adolescentes faziam com suas namoradas nessas noites.
Depois da aula eu planejava fugir de Alice e ir direto para minha casa e fingir que não estava lá quando ela fosse me procurar. Então eu simplesmente me escondia nos intervalos entre as aulas. Durante o almoço, tentei em vão fugir dela, mas no fim as contas ela me encontrou escondida no banheiro e me levou para o refeitório tagarelando durante o caminho sobre o dia de amanhã. Depois da aula de biologia eu me esgueirava para a aula de educação física, pegando o caminho mais longo para o ginásio de esportes.
–Bella. –uma voz me chamou, e me fez pular no lugar devido ao susto.
–Jacob você me assustou. –olhei irritada para ele, que estava parado logo atrás de mim com as mãos no bolso, parecendo envergonhado.
–Me desculpe, será que podemos conversar?
–Não tenho nada para falar com você. –retomei meu caminho querendo sair logo de perto dele.
–Por favor, Bella eu quero me explicar com você. –o encarei novamente, ele estava com uma expressão abatida e parecia estar sendo sincero.
–Diga então.
–Aqui não, vamos para o estacionamento, lá é mais sossegado. –ele olhou para alguns alunos que perambulavam por ali.
–Tudo bem. –dei de ombros e o segui até o estacionamento, parando perto de sua moto. –Então o que você tem para me dizer?
–Pedir desculpas por tudo que tentei te fazer e pelas coisas que fiz.
–Isso você podia ter feito lá onde estávamos. –eu disse irritada.
–Eu sei só me desculpe por isso. –ele olhava fixamente para um ponto acima do meu ombro.
Virei-me para ver o que tanto ele olhava, mas não deu tempo. Senti alguém me agarrar por trás, e uma mão com um pano com um cheiro esquisito tampar meu rosto. As últimas coisas que vi foi olhar desesperado que Jacob tinha e então ouvi uma risada sinistra que me gelou o corpo inteiro. E então tudo ficou preto.
