Título: OF ELVES AND HUMANS
Autora: Reggie_Jolie
Casando: Legolas/ Deirdre
Censura: R
Gênero: Drama/Romance
Beta: Sem betagem. Apenas revisão básica.
AVISOS: sexo e violência
Disclaimer: Nenhum dos personagens me pertence. Todos vieram da mente brilhante de J.R.R TOLKIEN e, bem, essa história é uma forma de homenagear esse autor de histórias tão fascinantes e intrigantes. Apesar disso, os personagens originais – Deirdre, Bard, Elina, Onodher e outros - são meus e não podem ser utilizados sem minha autorização.
Linha temporal: Começa no ano 2992 da Terceira Era, antes da guerra pelo Anel de Poder se alastrar por toda a Terra Média e termina no ano de 1541 da Quarta Era. Seguindo, principalmente, o universo dos livros (O Senhor dos Anéis - trilogia completa - O Hobbit e Contos Inacabados).
Sumário: Elfos, Homens, amor, amizades, batalhas vencidas e perdidas. Uma história de amor, pura e simplesmente.
Palavras em itálico: élfico, Sindarin ou Quenya. Haverá um pequeno glossário para as referidas palavras no final do capítulo.

NOTA DA AUTORA: A história vai entrar num ritmo mais acelerado agora. OK?

Boa leitura.

CAP. 26.MUITOS ENCONTROS

ANO 2016

CIDADE DE VALLE

[...]Você precisa ver os aquedutos de Valle, Frodo, e as fontes e os lagos! Deveria ver as estradas pavimentadas com pedras de várias cores![...] GLÓIN in: O SENHOR DOS ANEIS, A Sociedade do Anel. P242

LEGOLAS

Na véspera de voltarem para Mirkwood, Legolas e Deirdre foram vistos saindo de casa ainda de madrugada, a única companhia de ambos eram os cães do canil.

O sol ia alto. Eles haviam caçado os faisões logo cedo. E pararam a margem de um dos vários lagos ao redor do Erebor. Imediatamente os cachorros deitaram-se. Ele e Deirdre desmontaram. Olhando ao redor Legolas constatou que não se via uma alma por perto.

"Vou nadar. Preciso me lavar."

Legolas não esperou que Deirdre respondesse e saiu a passos largos na direção da água que brilhava. Arbustos cres ciam junto à margem, e forneciam a proteção necessária. Mais adiante um grupo de pedras de orgigem vulcanica, portanto negras e cinza-escuro, formava uma parede natural. Ele tirou a túnica, as botas e ficou nu. Caminhou para a água fria e purificadora. Então respirou fundo entrando no lago.

"A água está muito fria?" Indagou Deirdre.

" Está."

"Eu não sabia que você tinha planos de morrer congelado", resmungou Deirdre.

Legolas não respondeu e continuou a nadar.

"O que você está fazendo"? Ele perguntou para continuar logo em seguida num tom de troça. "Pensei que você tinha dito que eu iria morrer congelado". Ele pôde apenas ficar olhando enquanto ela despia toda a roupa e avançava, completamente nua, para dentro da água

"Vou tomar banho também. Quem sabe eu consigo evitar que meu marido congele", disse Deidre apoiando-se nas rochas. Ambos ficaram se olhando por instantes até que ele aproximou-se pelas águas. Gotas de água brilhavam sob o sol e, quando ele a tomou em seus braços, ela se apoiou, contente deixando-se levar pelo marido.

Ele a segurava pela cintura. Deirdre podia ver o amor no rosto dele.

"Eu o amo".

Logo os lábios de Legolas fundiram-se aos dela, avivando o fogo que ardia dentro de ambos. Ele deslizou a língua em sua boca, pressionando-a com força exigindo que se rendesse. Deirdre sentiu cada um de seus rígidos e poderosos músculos contra ela. O calor daqueles lábios anulava sua vontade. Fechou os olhos e deixou que seus beijos, como a água, banhassem-lhe todo o corpo.

A sombra das árvores ambos descansavam deitados sobre uma coberta cinzenta.

"Já está na hora de voltarmos", disse Legolas.

"Certo. Vamos lá." respondeu Deirdre a contragosto. Os dois vestiram-se rindo e conversando. Então Legolas dirigiu-se até onde as montarias estavam amarradas e as soltou.

"Venha cá Moonracer." Chamou Deirdre.

O animal bufou e bateu a pata dianteira no chão, demonstrando impaciência. Mas em seguida, suspendeu a cabeça, ergueu a cauda, e veio até Deirdre.

"Você é um amor". Disse Deidre tirando do alforje uma cenoura que ela entregou ao animal.

BARD

Bard reparou no espanto de sua esposa, ao ver sua cunhada chegar acompanhada pelo marido, vestida em roupas masculinas, ambos tinham um arco ao ombro, uma aljava às costas e faisões presos à sela. Essa era Deidre. A dama caçadora. Os cães faziam uma algazarra considerável mas logo foram levados para o canil.

Bard estava feliz. Sua noiva era tudo o que ele esperava. Acostumado desde criança a conviver com duas mulheres fortes, Bard decidira que jamais tomaria uma esposa como a mãe e a irmã. Amava as duas isso era evidente. Mas ele havia decidido que não teria um casamento do mesmo molde do pai. Sempre tentando apaziguar uma personalidade forte e exuberante para dizer o mínimo.

E quando ele pôs os olhos em Bereth ele percebeu que a jovem era aquilo que ele queria. Os olhos cor de avelã não estavam baixos por modéstia simplesmente, ela era tímida. Era provável que em algum momento de sua vida juntos eles discutissem, mas não seria como uma das discussões protagonizadas por Elina ou Deirdre, donas de uma verborragia e de um temperamento que fariam Nienna deixar de ser chamada de a compassiva, isso ele tinha certeza.

Era a ultima festividade do casamento. Elina planjeara uma festa com música. E Bard estava admirado. Sua esposa sabia cantar. Bereth era timida, é verdade. Contudo lá estava a doce Bereth cantando para a sua nova familia a pedido do pai.

I sowed the seeds of love

I sowed them in the spring

I gathered them up in the morning so clear

When the small birds so sweetly sing

When the small birds so sweetly singI sowed the seeds of love

"Ela tem uma voz maravilhosa". Disse Deirdre. "Acho que meu irmão foi abençoado. Não poderia haver uma pessoa mais diferente da nossa mãe".

"E se era o que seu irmão pretendia, Iluvatar foi bondoso com ele". Respondeu Legolas.

"Vamos?" indagou Bard aparecendo subitamente atrás da irmã e do cunhado.

"Dança?" Indagou Deirdre.

"Sim."

Quando os primeiros sons do pifano soaram anunciando uma musica conhecida, as mulheres e homens presentes, formando um numero de dez casais, muito jovens, dirigiram-se para o centro do salão formando os pares.

As mulheres entre elas Bereth e Deirdre fizeram uma pequena mesura perante seus pares. Os homens, encabeçados por Bard e Legolas, responderam com um açeno de cabeça. Então a música tocada pelos anões tornou-se mais rápida, e de mãos dadas todos começaram a girar ao redor do salão acompanhando a música com gritos de entusiasmo. Eles deram uma volta no salão, pararam, giraram em circulo sobre si mesmos e o som de palmas estalando ecoou no aposento. Enquanto os homens batiam palmas ao ritmo da musica as mulheres dançavam defronte seus pares, com pequenos saltinhos. Então os casais se deram as mãos mais uma vez e deram outra volta no salão em sentido contrário.

"É hora de nos despedirmos" disse Deirdre.

"Sim. Partimos antes do sol nascer." respondeu Legolas levando-a pela mão até onde estavam Onodher e a senhora Elina para se despedirem.

"[...] Por isso foram chamados de Gladrhim, o Povo das árvores[...]o povo da floresta não morava no chão como os anões, nem construiam edificios resistentes de pedra antes de a Sombra chegar.[..]" Legolas In: O Senhor dos Anéis, A SOCIEDADE DO ANEL P 362

ANO 3020 da Terceira Era.

CARAS GALADHON

GMILI

Depois de cinco dias de viagem encontramos o Veio de Prata onde ele desagua no Anduin. E inciamos a nossa subida, estavamos agora oficialmente no perimetro de Lothlórien. Nossa primeira providencia foi desmontarmos.

Gimli mostrou-se mais contente. Nossa demanada pessoal estava mais perto do fim e o anão começou a me espezinhar.

"Você está me engabelando mestre Elfo? Eu quero ouvir um pouco mais sobre a sua esposa humana. E porque afinal você não a trouxe conosco. Ela teria sido uma boa companhia afinal."

"Certo Gimli. Permita-me continuar a história."

Paramos próximos as árvores brancas, que formavam um longo circulo, era como se fosse um muro vivo. Era fato que logo seríamos vistos pelos galhadrim; estavamos próximos aos talans deles. Então nos sentamos e retomei a narrativa.

MARÇO de 3017 da Terceira Era

VILA DE BREE

STRIDER

O Pônei Saltiante estava cheio. O fogo crepitava iluminando tudo ao redor. Alheios a tudo os humanos bebiam, jogavam, riam e conversavam. Lá fora chovia. Era uma chuva fina que irritava e molhava tudo ao redor.

Sentado a um canto, fumando seu cachimbo, Strider esperava pelo mago. Então finalmente a porta se abriu. Mas foi outro humano de Bree que entrou. Quando ele dirigiu-se até Cevado Carrapicho Strider viu-se finalmente defronte ao mago.

Então Gandalf sentou-se e confessou um erro cometido. Dizia respeito ao antigo dono do UM ANEL. O Gollum. Ele teria saido de sua caverna em busca do anel.

"Mas ele não sabe onde o anel está. Sabe Gandalf?" Indagou Strider,

"SIM. O tolo do hobbit disse o próprio nome." falou Gandalf

"O anel deveria ter sido destruido." Afirmou Strider.

"Mas não foi" afirmou Gandal.

"Eu o acharei. Eu encontrarei o Gollum". Garantiu Strider.

"Deve fazê-lo. Só você pode fazê-lo" garantiu o mago. "Eu devo alertar Frodo. Vou retornar para o Condado. A estrada não será fácil."

O amanhecer encontrou Strider deixando a vila de Bree indo em direção as Colinas do Vento, passando pela grande estrada do leste até a mata dos trolls.

Na última vez que estivera em Imladris não tivera boas noticas. A sombra no leste crescia. No primeiro dia ele não encontrou nada. E o mesmo se repetiu no segundo. Então no terceiro dia de busca ele encontrou outro guardião vindo de Arnor; Arithir filho de Argonathen; sentados ao redor de uma fogueira em meio as árvores nuas conversavam.

E mais uma vez se falou dos servos do inimigo. Arithir perseguia orcs.

"Eles estão cada vez maiores. Mais duros. O mal cresce com eles." disse o guardião.

"O que persigo não é um orc," afirmou Strider. "É uma espécie de espião. Mas é pequeno", afirmou Strider.

Então Arithir falou do Gollum. Mas chamou-o de fantasma. Era assim que os aldeões nos povoados ao norte o viam; uma vez que o Gollum não se mostrava. Ele fora visto em Ithilien, roubando alimentos, segundo Arithir os rumores chegaram muito longe até Mirkwood. Separaram-se ao anoitecer.

Strider adentrou a mata dos trolls a cada dia um pouco mais. As folhas caídas. Os galhos partidos. As pedras. Tudo contava uma história, que há muito ele aprendera a ler.

Orcs. Ele encontrara dois. Eram batedores provavelmente. Escondido ele esperou que as bestas parassem de discutir. Mas já tinha tomado a decisão de elimina-los e assim o fez.

No dia seguinte Srtider estava descansando. Então ele ouviu.

"Meu precioso."

O som vinha de longe. E o som se repetiu. Ele seguiu o rio e cuidadosamente chegou a uma caverna. A criatura estava lá. Ele pescava. Tudo o que ele tinha de fazer era atraí-lo para fora da caverna. Era mais fácil combater um inimigo fora de seu próprio terreno.

A criatura reclamava. Strider não conseguia, a principio, discernir que palavras ele usava. Mas o Gollum não estava contente. Disso ele tinha certeza. Pois logo ele começou a ameaça-lo de maneira indubitável.

"Nós vamos arrancar seus olhos."

"Nós vamos torcer seu pescoço imundo."

Indiferente as ameaças Strider levou-o através da floresta para o Norte. Ele tinha um objetivo. Ia chegar a Mirkwood. Entretanto não era apenas orcs que ele tinha de enfrentar. Ele já tinha visto ao longe um dos nove. Um dos antigos reis humanos a serviço do inimigo e Strider sabia que o cavaleiro negro, tinha em mente apoderar-se de Gollum. E era sua missão não permitir que isso acontecesse.

MIRKWOOD

21 DE MARÇO de 3017 da Terceira Era.

STRIDER

Parada no parapeito, ela respirou fundo. O céu escurecia. No dia seguinte comemoriam o incio da primavera. Legolas estava fora em patrulha. Ela percebeu que era uma constante que ele não estivesse presente no incio da celebração do Sheelala.

Deidre respirou fundo outra vez e releu a carta vinda de Valle. O irmão lhe mandava as boas novas. Ele ia ser pai. Desistindo de manter-se ali ela decidiu procurar Sárie. Ela tinha perguntas a fazer e não iria esperar Legolas voltar para fazê-las.

E então no primeiro dia da primavera, logo depois da festa, o mago cizento chegou. Mas dessa vez. Ele trazia dois acompanhantes consigo. Fora isso que os guardas dissseram e Legolas foi o encarregado de recebe-los e leva-los ao rei.

"Mae Govannen Mitrandhir".

"Mae Govannen Aragorn".

"Precisamos falar com o rei." Informou Mitrandhir

"Sim. O rei os aguarda. Mas quem irá ficar com essa criatura?" Legolas perguntou-se observando o prisioneiro.

O prisioneiro fora levado imediatamente a presença do rei bem como o Istari e o guardião e foi lá que Deirdre os viu pela primeira vez.

Deirdre nunca tinha visto um Istari. Mas o que chamou mais atenção era o fato dele estar acompanhado de um humano. Ela nunca tinha visto uma pessoa em tais trajes. Ele estava mal vestido. As roupas eram pouco melhores que trapos, lama seca cobrindo a barra da capa cinzenta, ele tinha braçadeiras de couro protejendo os braços e botas os pés. O capuz abaixado revelando cabelos escuros e desalinhado. Tudo no humano emanava ferocidade e ela não sabia o que esperar dele.

Fora trabalho dela e de Almarë providenciarem banho, comida e roupas limpas para ambos enquanto o prisioneiro fora conduzido para uma das celas escavadas nas cavernas.

Havia convidados para o jantar com o rei. E embora o rei parecesse contente em falar com o Istari chamado Mitrandhir, o mesmo não acontecia com o outro visitante. Strider como o rei o chamara. Todo em cinza e com cabelos brancos o Istari emanava bondade e sabedoria, não era a toa que Tranduil conversava avidamente com ele.

Então Deirdre tomou para si a tarefa de conversar com Strider. Ela sentia-se pequena. Ele parecia muito alto. A barba por fazer tornava-o feroz, por falta de outra palavra para defini-lo. Havia pequenas rugas ao redor de seus olhos e ele parecia carregar um grande peso sobre seus ombros. Strider aceitara alegremente as novas roupas que lhe foram oferecidas e assim como ela e Legolas, ele agora ostentava as cores de Mirkwood.

Ele e Legolas conversavam em voz baixa.

"Strider..." principiou Deirdre.

"Pode chamar-me de Aragorn princesa".

"Somente se você não me chamar de princesa". Disse Deirdre sorrindo.

"Mas você é uma ou não?" Indagou Strider. Os olhos cinzentos e sorridentes, emanando um desafio.

"Rendo-me" disse Deirdre.

"Você não me disse que tinha amigos humanos? Deirdre inquiriu Legolas.

Strider riu sonoramente.

"Eu sou provavelmente o único amigo humano de seu esposo princesa.

"Sim. Respondeu Legolas. Conheço esse tratante desde que ele tinha cinco anos."

"OK. Estou perdida agora. Você o conhece de onde?"

"Aragorn foi criado por Lord Elrond quando o pai dele faleceu". Explicou Legolas.

"Sinto muito". Disse Deirdre.

"Não sinta. Isso foi há muito tempo."disse Aragorn.

"Voce poderia me fazer um favor Aragorn"

"Já que você conheçe Legolas desde que você era uma criança. Poderia por favor contar-me alguma coisa desfavoravel dele?"

Os olhos cinzentos de Strider tinham agora uma expressão de divertimento.

"Deixe-me explicar. É que todas as vezes que vamos até a casa de meus pais e já o fizemos várias vezes, meu irmão tem sempre uma história da minha infância para contar e eu gostaria de saber se já houve uma ocasião em que Legolas foi menos... como direi perfeito?"

Então Aragorn explodiu numa sonora gargalhada.

LEGOLAS

MIRKWOOD

MARÇO de 3017 da Terceira Era.

As cavernas que compunham o reino de Thranduil eram grandes. Mas as celas não eram o lugar mais aprazivel do reino. O Gollum, a criatura, trazida por Mitrandhir passou a habitar uma das celas do palácio de Thranduil. Durante os primeiros dias ele chorava. E era um choro irritante, insistente. E ele não se alimentava. Pelo contrário o Gollum jogava a comida nos carcereiros. Os elfos não sabiam mais como proceder. Isso tudo foi o que Almare e Legolas contaram a ela.

Então mal o dia amanheçera Deirdre desceram em direção a cela onde estava o Gollum.

"Ele já se alimentou?"

Os carcereiros olharam-na espantados.

"Não Alteza. Ele se recusa a comer."

Então a criatura começou a falar.

"Silêncio". Ela pediu aos elfos. E pôs-se a ouvir. Ficou ali por muito tempo até distinguir um pedido.

"Peixe"

"E amanhã eu mesma pescarei o peixe e o trarei cru como ele pediu." disse Deirdre.

"Princesa..." os carcereiros estavam visivelmente desesperados. Eles simplesmente não sabiam como proceder. Nunca houvera um prisioneiro como aquele.

"Se ele pode ver as árvores. Porque não providenciar algo que ele consiga comer. Eu vou falar com Galion e Almare. Nós daremos um jeito nisso." disse Deirdre.

Era o final da manhã quando um dos carcereiros foi visto entrando na sala do chefe da guarda real de Mirkwood.

"Majestade."

"Entre e sente-se soldado."

O carcereiro parecia desconcertado e Legolas começou a se indagar o porque disso.

"Majestade temos um problema quanto ao prisioneiro."

'Prossiga."

"Ele não come. Antes joga o alimento nos soldados e chora e resmunga o tempo todo.

E não sei como, mas hoje de manhã sua alteza apreceu nas celas hoje pela manhã." o soldado fez uma pausa como se esperasse alguma resposta da parte de Legolas. Mas essa resposta não veio. Então ele continuou. "Não é a primeira vez que ela faz isso. Sua alteza já foi até lá com Almare três vezes. E hoje elas sairam de lá dizendo que iriam alimentar o prisioneiro."

"Então deixem que elas tentem alimenta-lo. Nós não o queremos morto. Se elas conseguirem, ótimo."

O peixe cru pescado pelos elfos começou a surtir efeito. O Gollum chorava menos. A unica hora em que ele ficava em silêncio era quando era retirado das celas e levado para fora. As FAIAS. As árvores traziam paz. E pareciam ter o mesmo efeito sobre o Gollum. Foi o que perceberam os elfos que o guardavam.

Ele subia alegremente nas árvores embora o tempo inteiro, reclamasse da corda élfica que estava amarrada a um dos pés mantendo-o cativo. E essa rotina repetiu-se por dias a fio.

A SER CONTINUADO...

NOTA DA AUTORA 01:

/lfddpfOLkns

A descrição das danças foi baseada na minissérie EMMA da BBC de Londres e no video acima.

NOTA DA AUTORA 02:

Para a história de STRIDER baseei-me no filme THE HUNT OF GOLLUM, uma produção livre sobre esse pedaço da história de TOLKIEN. Vale a pena ver. Só não espere o VIGGO MORTENSEN e outros, porque os atores da TRILOGIA não estão nesse filme indepente.

/V6y-o-DM3l4

NOTA DA AUTORA 03: A musica cantada por Bereth chama-se Seeds Of Love de Lorenna Mckennit.