Capítulo 22 - Presente de grego

Ele acordou sorrindo e me enlaçou em um abraço doce e carinhoso, beijando meu ombro nu. Estávamos em minha cama, e já estava de noite. Por sorte, Chastity havia saído com o 'namorado' que apresentara naquela tarde para Blanche, Sam e Einar e ainda não havia voltado.

"Tenho que ir...", Henri murmurou, sua voz ainda meio grogue devido ao sono.

Sorrindo maliciosamente, me movi para que minha boca alcançasse sua orelha, e então a mordi com cuidado. "Você não quer fazer isso.", sussurrei, ao que ele gemeu e me puxou mais para perto.

"Não, não quero, mas você é uma vampira totalmente má e faz com que a minha decisão seja mais difícil ainda de ser tomada.", reclamou, beijando minha clavícula.

"Eu posso dormir hoje com você, na sua casa."

Um sorriso largo e sincero iluminou o rosto dele. "A manobra da janela?"

"Deixe-a aberta.", sugeri maliciosamente.

Num instante comecei a brincar com meus lábios em seu corpo e suas mãos me tocavam de um jeito que me fizeram arrepiar. Não falamos por um bom tempo, perdidos nas maravilhas dos corpos um do outro, e interessados demais no que estávamos descobrindo. Quando tudo estava perfeito demais, o celular de Henri tocou.

Numa confusão, nos separamos e ele passou a procurar o celular na bagunça de roupas jogadas pelo quarto, e eu achei o celular em um segundo, ao que ele não percebeu e continuou procurando. Apertei o send e atendi minha simpaticíssima sogra.

"Alô?"

"Claudia?"

Henri finalmente olhou pra mim, e eu sacudi o celular com uma careta infantil no rosto, então ele riu e voltou para a cama, enquanto eu fazia o mesmo e deitava com a cabeça em seu ombro.

"Sou eu, Anne."

"Olá, querida, tudo bom?"

"Tudo ótimo. E com a senhora?"

"Bem também, querida. Henri está perto?"

"Aqui do meu lado, só um instante."

"Obrigada."

Estendi o celular pra ele e cuidei para fingir que não escutava a conversa, mas é óbvio que escutei cada palavra dita pelos dois. No mais, ele teria de voltar logo pra casa e sua mãe mandava beijos para todos de minha família.

Quinze minutos depois saíamos do quarto, indo para a garagem, não sem antes passar no quarto de Caled e Koko para pedir que um deles fosse nos levar até a casa de Henri, onde eu executaria a manobra 'entrando pela janela', pra passar a noite com ele. Caled e Koko nos levaram juntos na caminhonete dele, e iam sair juntos depois que nos deixassem na casa de Henri.

Enquanto ele entrava pela sala, conversava com os pais e jantava, eu fiquei no quarto, lá em cima, ao que Henri entrou no quarto por dois minutos, para deixar o celular e a mochila, trocar de roupa, me dar um beijo e descer pra terminar o jantar. Sentei na cama e fiquei olhando o teto por cinco minutos, no máximo, até que o celular dele vibrou dentro da mochila da escola.

Por um instante eu cogitei a possibilidade de deixá-lo vibrando para Henri ver quem tinha ligado depois, mas então, num ímpeto, abri a mochila, achei o celular lá dentro, o abri, e então vi o nome da Julia lá dentro. Era ela que estava ligando pra ele. Aha, essa eu ia atender. Abri o celular e não falei nada, até ela falar alguma coisa.

"Oi, Henri, sou eu."

"Não é o Henri, Julia.", falei pausadamente, num tom intimidante "É a namorada dele, Claudia."

Silêncio. Eu ri.

"Do que está rindo?", ela perguntou, parecendo ofendida.

"De você, garota. Ainda não entendeu que perdeu o Henri?"

"Vai se ferrar!", e desligou o celular.

Eu apenas fiquei rindo, olhando para o aparelho que estava em minhas mãos, até que Henri entrou no quarto e viu aquela cena estranha. Fechando a porta, ele parou na porta e olhou pra mim, também rindo. No andar debaixo, o telefone tocou e Anne atendeu. Não prestei atenção, aquilo não me interessava. Continuei sorrindo.

"O que eu perdi de tão engraçado?"

Sacudi o celular antes de colocá-lo na mesinha de cabeceira, fiz um sinal para que ele sentasse ao meu lado e só então respondi:

"Julia ligou."

Henri parou no ato de me puxar para perto, se afastou um pouco, apenas para olhar nos meus olhos, questionando.

"Julia?", perguntou sem entender "Pra você?"

"Não, pra você.", respondi enquanto eu mesma chegava mais para perto dele, colocando minhas mãos em sua nuca.

Ele continuou sem entender nada. "E você atendeu."

"Claro.", falei com minha boca em sua bochecha "E fiz o favor de lembrá-la que agora você é um rapaz comprometido comigo, muito educadamente.", brinquei.

Por uns segundos ele continuou tenso, mas depois me abraçou, respondendo ao meu pedido de aproximação, e beijou meu pescoço, subindo até minha boca, onde deu vários beijos rápidos e curtos.

"Claudia, Claudia, veja bem o que você está fazendo...", tentou me repreender, meio rindo, entre os beijos.

Eu sacudi em um riso silencioso. "O que eu estou fazendo?", perguntei, e eu mesma respondi "Bom, nesse momento eu estou tentando tirar sua roupa sem rasgá-la, e, se você não fizer o favor de levantar os braços, vai ficar sem mais uma camiseta."

Um sorriso adorável tomou conta do rosto dele, e fez o que eu pedi, tirando, depois, minha camiseta. Sua boca beijou me colo, meu sutiã, deixando minha pele por debaixo dele arrepiada, e então suas mãos desceram mais e mais, passando por minha cintura e minhas pernas. Henri se sentou, as costas encostadas na parede, e me encaixou em seu colo, suas mãos me tocando vorazmente, e as minhas também, abrindo o fecho de sua calça jeans.

E então a campainha tocou. No começo, continuamos do jeito que estávamos, nos beijando e tocando daquele jeito altamente sedutor, até que o cheiro dela encheu minhas narinas,e me fez rosnar, o assustando. Seus olhos arregalados me esquadrinharam enquanto eu me punha de pé em um só movimento.

"O que ela está fazendo aqui?", rosnei "Quem ela acha que é pra vir à sua casa numa hora dessas, droga?"

Ainda sem entender, ele se pôs de pé, vindo na minha direção, e então ela bateu à porta, e, sem esperar resposta, entrou, sorrindo.

Julia congelou ao me ver parada, de sutiã e calça jeans, ao lado de Henri, também sem camisa. Não me movi porque queria estar ali. Eu poderia muito bem ter me escondido ou saído pela janela, mas senti que tinha de estar ali. A encarei furiosamente, ao que Henri se moveu e fechou a porta, para depois ajeitar a calça jeans, pegar uma camiseta sua dentro do armário e estender para mim. A idiota continuava olhando para nós dois feito boba. Sentei na cama, Henri a meu lado.

Ela pigarreou. "Sua mãe me disse que estava sozinho e..."

"E então você achou que podia ir entrando sem avisar no quarto dele?", perguntei, furiosa. Henri segurou minha mão, num aviso fraco para que me mantivesse calma. Respirei fundo.

Nós duas nos encaramos, e então ela desviou o olhar, como se eu não tivesse dito nada. Henri se levantou.

"O que você tem pra dizer de tão importante que não pôde esperar até amanhã na escola, Julia?"

A humana ridícula pensou por um momento. "É sobre aquele trabalho que você e Oleander tiraram dez...", inventou na hora "Eu não fui muito bem, e queria saber se você podia me ajudar a, sabe, estudar..."

Grandessíssima filha da mãe! Maldita garota ridícula! Que desculpinha ridícula era aquela? Passos na escada me avisaram que a mãe de Henri se aproximava do quarto. Aquilo estava ficando mais legal a cada instante.

"Eu não posso te ajudar com o trabalho, Julia, estou muito ocupado e..."

"Se você está muito ocupado, porque passou a tarde inteira na casa de sua namorada e ainda a trouxe para passar a noite aqui?", ela acusou.

Henri revirou os olhos, claramente impaciente. Ele ficava muuuuito sexy bravinho!

"Porque ela é minha namorada, e você não.", respondeu em um tom que demonstrava sua impaciência "Por isso passo quantas horas quiser com ela, e esse é o motivo de eu estar ocupado. Peça ajuda à Caled, ou àquelas duas garotas, Stuart e Lason, elas também foram bem."

Nesse instante, a porta se abriu e Anne-Marie apareceu com uma bandeja com duas xícaras de chá. Ela parou, surpresa por me ver no quarto, mas abriu um sorriso adorável depois.

"Eu não sabia que você estava aqui também, Claudia.", disse assim que deixou a bandeja na escrivaninha, e veio me abraçar.

Sorri, sem graça. "Quando eu entrei vocês ainda estava jantando.", tentei me explicar.

Ela olhou para Julia e para o rosto de Henri, e pareceu compreender tudo, porque logo depois olhou para mim, com um ligeiro O na boca. Delicadamente, pousou a mão no ombro de Julia e a levou para a porta do quarto.

"Então você já deve ter dado à Henri o endereço que ele estava precisando, não é, querida?"

A cara vermelha de Julia estava impagável. Eu me segurei para não rir. Enquanto ela balbuciava alguma resposta inventada ali, Anne a levou para fora do quarto, piscou para nós por cima do ombro e fechou a porta, deixando-nos novamente sozinhos. Virei para encarar Henri, que ainda estava bravo.

"Você tem razão, Clau, ela está passando dos limites."

Sorri calmamente, e beijei suas têmporas.

"Você fica tão lindo bravo.", sussurrei.

Rindo, ele me abraçou. "Não tem como ficar bravo perto de você, sua boba.", reclamou, mordendo minha orelha "Agora tire logo essa camiseta, e vamos continuar de onde paramos."

Antes de obedecer, me levantei e tranquei a porta. Ele arqueou as sobrancelhas, e então eu expliquei.

"Não quero ser interrompida de novo."

"Certo.", e me beijou novamente.

A noite foi espetacular, e se no outro dia não fosse sábado, perderíamos a aula. Quando Henri acordou já passava do meio-dia, e eu estava totalmente vestida, olhando as fotos nossas que tomavam conta de seu mural de cortiça pregado na parede. Ouvi ele bocejando e me virei.

"Boa tarde, dorminhoco."

Sorrindo, ele se levantou e colocou uma calça de moletom, aspirando o cheiro da comida que vinha do andar de baixo. Seu estômago roncou. Eu ri, estendendo a mão para que ele me acompanhasse na saída do quarto, e então descemos as escadas, encontrando seu pai lendo um jornal na sala. Ele dobrou o jornal e nos cumprimentou quando entramos no aposento.

"Bom dia, crianças."

Sorri, me sentindo envergonhada. Eu agradecia aos céus por não poder corar, ou estaria vermelha igual a um pimentão.

"Bom dia, François."

"Dormiu bem, Claudia?", ele sorriu "Conseguiu descansar da canseira que Henri deve ter lhe dado?"

Meus olhos se focaram no piso de madeira, ao que eu senti o sangue de Henri subindo para o rosto. Ele apertou minha mão.

"Pai!", disse, desconcertado.

François sorriu alegremente e voltou a ler o jornal, e então Henri me puxou pra fora dali o mais rápido que podia, me levando até a cozinha, onde Anne mexia em várias panelas e arrumava as mesas, com quatro pratos. Um arrepio ruim percorreu meu corpo ao perceber que o quarto prato era pra mim.

"Bonjour.", Henri saudou-a, sentando-se em uma cadeira e me puxando para sentar na que estava a seu lado.

Ela se virou e sorriu para nós, eu acenei. Anne só falou depois de tampar todas as panelas e abaixar o fogo, e então veio se sentar junto de nós dois.

"Hoje você não vai fugir do almoço, Claudia, fiz especialmente pra você.", começou a falar "Massa, você não disse que é seu tipo de comida predileto?"

Claro, é mais fácil pra vomitar depois. "Sim, eu amo massas."

Minha adorável sogra sorriu, parecendo realmente feliz, me voltou para suas panelas, cantarolando em francês para si mesma. Olhei para Henri, e ele me encarava, sabendo que eu ia me sentir confortável comendo comida humana, por mais que estivesse saborosa.

"Você não precisa fazer isso.", murmurou, baixo, para que sua mãe não pudesse escutar nossa conversinha.

"Não quero que ela pense que a nora é fresca.", respondi no mesmo tom "Tenho que ser educada, então vou comer."

Ele ergueu as sobrancelhas, cético, mas não discutiu. Apenas entrelaçou suas mãos nas minhas, e deitou a cabeça na mesa, exausto. Eu abafei uma risadinha, e então ele virou a cabeça para o lado, ainda deitado, e me encarou.

"O que foi?", mexeu a boca, sem fazer som, apenas fazendo a forma das palavras.

"Você não tem o meu pique.", brinquei, fazendo um círculo com o dedão nas costas de sua mão "E eu acho que vamos ter que ficar longe um do outro por... uma semana ou duas,", fingi pensar "pra você voltar ao normal, e eu te dar outra canseira."

Henri riu baixinho, ainda cansado. Seu rosto estava inchado, mostrando que acabara de acordar, como o rosto de Hugo nunca havia ficado, e então voltou a falar. Falar não, murmurar.

"Eu me recupero rápido."

Sua mãe já estava colocando o almoço na mesa, e podia muito bem ouvir nossa conversinha inocente, então me abaixei para colocar minha boca em sua orelha.

"Veremos."

Ele tremeu, mas sorriu e beijou meu rosto, na hora que seu pai entrou na cozinha e sentou à sua frente, dona Anne fazendo o mesmo logo depois de colocar a última panela na mesa, e começou a servir seu prato, gesto que os dois homens da mesa repetiram. Eu fui a única que não me movi. Quando Henri havia acabado de empilhar a montanha de comida em seu prato, Anne pegou o meu e colocou uma porção razoável de nhoque. Lutando para não fazer cara feia ao engolir aquilo que parecia ter o mesmo gosto de terra, comi tudo, e recusei elegantemente uma nova porção.

O pai de Henri e ele repetiram, e então eu e Anne saímos da cozinha.

"Tenho uma surpresa pra você, querida!", ela falou, toda alegrinha.

Sorri. "Não precisa, Anne."

Fingindo não me escutar, ou não me escutando mesmo, ela pegou em minha mãe e disfarçou muito mal o arrepio que sentiu com essa proximidade repentina, me levando até a garagem, onde me deixou parada ao lado do carro popular dos Bittencourt e pegou uma caixinha que estava em cima do capô do carro.

A coisa que estava ali dentro era viva. Respirava. Seu coração batia freneticamente, e parecia assustada. Tinha o cheiro de um animal carnívoro, muito próximo de um leão. Oh, droga. Eu sabia o que era aquilo.

Toda sorridente, minha sogra fofa veio andando e estendeu a caixa pra mim. O bichinho se assustou mais ainda. Lógico. Eu era o predador. Fingindo curiosidade, abri a caixa o bastante para ver um gatinho peludo e preto, uma bolinha negra com dois olhos verdes, me encarando, assustado e medroso. Era do tamanho da palma da minha mão, e tinha uma fitinha roxa amarrada no pescoço.

"Estava passando na frente de uma loja de animais, e eles estavam dando!", ela explicou "Era o último, e achei que combinava com você, querida."

Eu realmente não sabia o que falar. Sorte eu não estar com sede. Senão... Pobre gatinho, viraria sobremesa.

"Obrigada."

"Não é fofo?", Anne falou, fazendo carinho no felino, que obviamente gostava mais dela que de mim.

"Demais.", concordei com uma voz morta, mas ela não percebeu.

Voltamos à sala, eu com a coisinha negra em meu colo, esperneando para sair, e ela toda feliz perto de mim. Henri me lançou um olhar surpreso assim que entramos, e o senhor Bittencourt sorriu, mas voltou a ver televisão.

"O que é isso?"

"Um gato, Henri.", a mãe dele explicou, sentando entre ele e seu pai no sofá "Eu dei de presente à Claudia, e ela amou, não é, Claudia?"

"Amei, obrigada, Anne."

Lancei um olhar à Henri, que claramente significava 'vamos sair logo daqui, por favor', e ele levantou e me puxou para o quarto. A bola felpuda negra ainda tentava, em vão, me arranhar. Quando entramos em seu quarto, soltei o gatinho, que sabiamente correu para debaixo do guarda-roupa.

"O que você vai fazer com isso?"

Dei de ombros. "Comer de sobremesa depois do urso da próxima caça, até lá ele estará bem gordinho, não acha?", fingi medir o bichinho com as mãos.

Os olhos de Henri se arregalaram instintivamente.

"Brincadeirinha.", ergui as mãos em um gesto de rendição, sorrindo.

Ele balançou a cabeça. "Eu estou falando sério."

Pensei por um instante, fui até a cama dele e me deitei lá, pegando a coberta e me cobrindo até os olhos, até notar que ele estava impaciente. Só então respondi.

"Levar para casa, foi um presente. Sua mãe ficaria triste se aparecesse por lá e a coisinha não estivesse.", expliquei, ainda escondida debaixo da coberta "Talvez Moory goste de gatos, não sei."

Henri me lançou um olhar incrédulo, mas eu não disse nada, apenas procurei a coisinha, que insistia em fugir de mim por entre a bagunça do quarto dele. Abaixando, me pus na posição de caçada, e comecei a correr atrás do bichano pelo quarto. Não haviam nem se passado quinze segundo até que consegui pega-lo. Henri me olhava boquiaberto.

"Você tem que me ensinar isso."

Revirei os olhos. "Você não precisa caçar sua comida, bobinho, então não é necessário."

Estendi o gatinho para que ele segurasse, e liguei para Sam vir me buscar. Desliguei o celular e me sentei ao lado dele, que tentava acalmar o animalzinho medroso.

"Se você quiser ir lá pra casa mais tarde, é só ligar, eu venho te buscar... Blanche estava querendo fazer um jantar pra você, o que acha?"

"Tudo bem. Te ligo, então, assim que terminar de arrumar meu quarto."

Uma buzinada vinda da rua me pareceu familiar, e o cheiro de Sam chegou até mim. Me levantei de supetão.

"Ainda não me acostumei com isso.", Henri reclamou "Vocês são muito rápidos!"

"Seja rápido em arrumar seu quarto também, por favor.", pedi, dando um beijo em sua testa "Já estou com saudades."

Descemos de mãos dadas as escadas, me despedi de meus sogros e então saí da casa, não sem antes beija-lo. Na frente da casa estava Sam, em seu gigantesco jipe. Ele acenou para Henri, que retribuiu o aceno e me entregou o gatinho. Bufando, caminhei até o carro, segurando a pequena ferinha com uma das mãos. Sentei no banco do carona e acenei um adeusinho para Henri antes de desaparecer na esquina da rua.

"O que é isso?", Sam repetiu a pergunta que Henri havia feito.

Dei de ombros, enquanto o monstrinho ainda tentava me arranhar. "Presente da mãe de Henri, não tive como recusar."

Ele caiu na gargalhada. "Moory vai adorar!"

"Espero que sim!", confirmei "Conto com ela pra cuidar que ele não vire o aperitivo de ninguém lá em casa."

Em poucos instantes chegamos em casa. E tive de apresentar o gato para todos, inclusive para Chastity, e avisar que aquilo ali era um bicho de estimação. Recebi uma olhadela mortífera da idiota, fui caçoada por Caled e Sam (quem mais???), mas os outros aceitaram de bom grado o novo mascote de nossa família. Koko e Moory principalmente. Pelo menos isso.

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N/A - Iaah aqui de novo mostrando que é difícil, mas não impossível, aparecer na fic!

E aí? O que acharam dos sogros da Clau? Eu queria ter eles pra miim, own!

A prima da Vick da doente, acho que é por isso que ela não tá postando mais. Melhoras pra ela!

OITO REVIEWS e posto de novo, pessoinhas amadaaas! {valew pelas reviews, eu sei que vocês podem me fazer feliiz!}

Respondendo reviews.

Sra. Hale - que bom q vc gostooou! ^^ ainda bem que você é da mesma opinião que eu, eu tô formulando uma teoria quanto à isso... Esse foi o cap dos fora, Clau mostrando que não engole sapos e ainda ferra com o povo todo! Ju e Chaz se deram mal escolhendo ela pra inferniizar! E, hale, vc encontrou uma heroína um tanto quanto incomum, não? E o que achou dos sogros da Clau, e do presentinho? briigada pelo elogio, eu escrevo pra vocês, viu? beeeijo!

Sra Hale - quanto à pergunta... a capa foi a Chantal que fez, e aquela é a Clau. Mas eu escolhi uma outra para ser a Clau, sabe a Jenny Humphrey de GG? então, é ela! XoXo

NatBell - bom saber que não terei uma leitora depressiva uhsahuahus viiu, milagres acontecem! a autora volta e deixa todo mundo feliiz! aiin, é dos meus momentos preferidos no cap tbm, mostra o qto eles são amigos... não abra o e-mail durante a aula, leia depois da aula, e eu tbm vou tentar não abrir o meu pra saber se vcs mandaram reviews, okaay? é uma troca justa! cap novo hoje, nem demorou tanto... :*

Renata - huashuhasua Julia se ferrou meeesmo, coitada! oow, eu nem tinha pensado nisso! mas vai saber, de repente elas são almas gêmeas mesmo e nem sabem! xD quanto ao q eu disse, espero os outros caps e vc vai ver... afinal, o q seria a felicidade sem os momentos de tristeza? /spoiler Valeeew, é bom saber q vcs gostam mesmo da fic! Henri e Caled são meu sonho de consumo, se vc encontrar por aí me avise! Caraaaka, a Clau tá virando herína de todo mundo! huahsuahs beeeeijo

Thá - Eii meniina! que bom saaber q vc gostou! Henri com vergonha, eu no lugar dele também ficariia! passo seu e-mail e msn pra Vick, pode deixar! beijinhos!

Thá - éé né, dois caps de presentee! hasuhaush Thássila, Thássila, ignorando o pobre meniino! uhhasuhauhsuah pera um poko: ele é analfabeto? huhsauhauhsa beijãão!

Katyna Choovanski - Oláá! Seja bem-viinda {entre aspas néé huasuahs} muito legal saber q vc lê a fic, e mais legal ainda ver q resolver comentar por aqui! Briigada, esse foi o cap mais cute da história meesmo! Olha, eu não sei se vou introduzir os Cullen, pq tenho alguns finais alternativos, mas em um deles eles se cruzam /spoiler. Tô pensando seriamente, viu? eu tbm acho muito legal eles se encontrarem! Pode deixar q vou levar em consideração a sua sugestão! beeeijo!

ve - ééé, ele sabe! hasuhsuahsau perfeito, perfeito, num tá, mas tá bom! Clau e Julia brigando são as melhores! :*

Chantal - eeei queriida! eu tbm amo o Henri! tá iindo mais! :D

Lih - oown, eu unca eskeço de vc akii, bobinha! :D tudo beeem não comentar em um cap ou em outro, eu sei q vc tá lendo! uahsuahs é triste admitir isso, mas um homem como o Henri não existe mesmo /choraatémorrerdesidratada snif. tudo bem, superaremos juntas então. uhauhsuahs Saudade grandalhona tbm! amoo vc! :*

Boom, até a próxiima amores!

Salut!