Conforme o que decidira, Kakarotto contrata uma Disciplinadora para disciplinar Yukiko, enquanto que Vegeta estranhara o motivo do qual ele justifica a contratação de uma...

Porém, ele desconhece um lado desta saiya-jin, que por distração, os que a indicaram não revelam que...

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– Mas, não acha estranho que essa alteração indica um distúrbio nele ao nível emocional? Tipo, que ele sempre fica alterado, todos os dias, fora do castelo, mas, não por raiva e ódio, sendo um sentimento igualmente forte, só que de tristeza, praticamente depressão. - fala preocupado, olhando atentamente para o saiya-jin ao seu lado, que olhava para a frente.

– Também, depois de tudo... Se ele está assim, o culpado é ele mesmo por essa situação. Por isso, não estou preocupado. Não tenho pai e assim decidi desde aquela noite fatídica. - fala com irritação, suprimindo o sentimento de preocupação pelo seu genitor que ameaçara surgir nele, pois se encontrava, ainda, muito ressentido.

– Entendo os seus sentimentos, Kakarotto nii-san. Mas, se for mesmo depressão, há o perigo de...

– Não me importo e preferia que a gente conversasse sobre outra coisa. A vida privada "daquela coisa" não me diz respeito. - fala daquela coisa com a máxima de irritação que consegue.

– Entendo. Desculpe.

Nisso, ao virarem o corredor, vêem Bardock entrando no salão com a pose altiva, por mais que estivesse em cacos, podendo ser percebido os sacos nos olhos e o olhar apático, como se estivesse fazendo um esforço sobre-humano para aparentar estar bem, quando era extremamente o oposto.

Novamente, o sentimento de preocupação pelo seu genitor surge, porém, consegue suprimi-lo, esperando algum tempo para entrar.

Bardock vira o rosto e vê seu filho, o olhar frio e o brilho de raiva nos orbes ônix, fazendo-o tremer levemente, embora lutasse para se manter firme, pois, no último tempo, afogava sua depressão no álcool, varando, praticamente, todas as noites no bar na Central de Elite, bebendo até não aguentar mais, acabando por adormecer muitas vezes sobre o tampão da mesa.

Nunca havia sido assaltado por sentimentos tão poderosos, como dor, saudade e ira por si mesmo, quando pensava em Liluni, além do imenso buraco que havia em seu interior. Um buraco que o sugava, diariamente e do qual, não possuía forças para sair.

Acreditava que em breve, sucumbiria a este, inclusive de livre e espontânea vontade por não suportar mais viver, não encontrando motivos para isso.

Todos os dias, reunia os cacos de seu coração e de seu âmago, os colando debilmente para cruzar mais um dia, cumprindo suas obrigações, para no final do dia, estes se soltarem. Cada dia se tornara uma tortura intensa, se arrastando em agonia para ele que era assaltado por lembranças de Liluni e depois dela morta, que o castigavam impiedosamente com requintes de crueldade e do qual, não podia correr ou fugir.

Quando bebia até não aguentar mais, sendo que para um saiya-jin ficar bêbado era necessário uma dose absurda de álcool, devido ao metabolismo deles. Nesse momento de extrema embriaguez, ficando em um canto, com a cabeça caída no tampão, conseguia bloquear por apenas algumas horas a dor que sentia em seu interior. Uma dor pungente e lacerante, que nunca sentira antes.

Nos últimos dias pensava em sua filha, se recordando da única vez que a viu e que foi nos braços de uma das escravas de seu filho, quando esta fingia ser a mãe de Lian.

Achara o nome lindo e conseguira se recuperar um pouco, ao pensar que era uma parte dele e de Liluni que ainda vivia. Passou a desejar conhecer a filha, sentir o cheiro dela e abraça-la, pois, mesmo sem revê-la, sentia que ela havia se tornado seu balsamo acalentador, sendo, que a existência dela, era a única coisa que ainda o prendia naquele mundo, pois, nada mais o importava.

Porém, sabia que seu filho mais novo nunca permitiria que ele chegasse perto dela e não podia culpa-lo, pois, tentara matar sua filha há alguns meses atrás e frente a isso, claro que nunca permitira qualquer aproximação.

Havia tentado algumas vezes, mas, fracassara, algumas vezes por se sentir indigno de vê-la, uma vez que a mãe dela foi assassinada brutalmente e cruelmente por culpa dele, assim como, tentara mata-la, agradecendo no fundo do seu coração, não sabendo que possuía um, por Kakaroto tê-lo derrotado, a salvando.

Tremia ao pensar que se ele não estivesse lá para defendê-la, ela teria sido morta por ele mesmo, sendo tal pensamento aterrador para Bardock, que não conseguia sequer processar direito a visão dela sendo morta por suas mãos, pois, sabia que poderia acabar ruindo de vez.

Porém, de repente, sente uma avalanche de flashes em sua mente, alguns difusos, somente conseguindo discernir, inicialmente, uma espécie de alienígena com corpo humanoide, todo branco, com uma cauda comprida, semelhante a um lagarto com a ponta roxeada, assim como uma parte de sua cabeça, ombros e a parte posterior do antebraço de uma raça que nunca vira antes e um jovem, alto, que estava de frente a este, não conseguindo discernir o contorno deste, que estava difuso demais, enquanto que do lagarto estava quase nítido, embora que o jovem lhe evocava algo familiar, sendo que o conhecia e muito bem, pelo menos era a impressão que tinha.

Somente conseguira identificar os cabelos que pareciam espetados e uma espécie de áurea dourada em torno deste, parecendo que o cabelo seguia a mesma cor, para depois o som de trovões chama-lhe a atenção para o céu, o vendo revolto com nuvens escuras de tormenta e diversos relâmpagos caindo em torno do jovem e em um dos brilhos do relâmpago vira a cauda, percebendo se tratar de um saiya-jin.

Olha em volta e observa que há muito entulho em torno deles, não conseguindo discernir o local, pois parecera que fora completamente destruído ao ponto de ser irreconhecível, embora que no íntimo soubesse que reconhecia, mas, algo dentro dele temia investigar mais.

Consegue ouvi-los falando algo, mas, a voz está ruidosa, impedindo seu entendimento, apesar de estar próximo deles e contar com sua audição saia-jin.

Olha mais atentamente em volta e vê outros em torno seres em torno deles, porém, afastados, embora seriamente feridos, pois muitos estavam curvados ou caídos, erguendo-se com dificuldade, podendo definir alguns destes como sendo saiya-jins.

Nisso, há outros flashes, porém, difusos demais e intensos em demasia, impedindo que ele analisasse naquele momento, decidindo que investigaria depois, agradecendo de ter algo par distrai-lo que não fosse o álcool.

Mas, estranha o fato de que há meses não tivera nenhuma visão, mesmo quando estava sóbrio e não entendera porque esse fluxo irrompeu-se em sua mente de forma tão súbita e sem quaisquer avisos, pois achara já ter sido capaz de controlar tal poder, percebendo que acabara errando na sua suposição, porque, na verdade, não o havia dominado por completo. Pelo menos, era o que parecia.

Nisso, se recuperando, vendo que outros saiya-jins o observavam, inclusive os reis, afasta a confortável poltrona para sentar-se em frente a mesa oval, assumindo o lugar resignado para Conselheiro Real e nisso, vê que Kakarotto e Tarble entram juntos.

O Imperador e sua esposa torcem o nariz para o fato do filho mais novo ter ido a reunião, pois, a existência dele era um castigo para ambos, mas, estranham o fato que andava com a cabeça erguida e um olhar confiante, algo que nunca viram antes, enquanto que Vegeta, bufando do outro lado, pois desejava estar treinando e não sentado em uma reunião, olhava agora curiosamente para seu otouto, percebendo a mudança que começou com a vinda da "terceira classe" para o castelo.

Kakarotto toma o seu lugar na mesa, assim como Tarble, em seguida, enquanto que os reis se recuperavam da presença do filho indesejado ali.

Nisso, a reunião começa, pois, com exceção dos imperadores, mais ninguém sabia o que era o assunto e todos os demais saiya-jins estavam expectantes para saber qual o motivo daquela convocação em última hora.– Sou Komato (tomato - tomate), uma Disciplinadora. Acredito que tenha requisitado meus serviços para uma de suas escravas. Uma criança, senão me engano.

– Sim. Ela será uma futura escrava guerreira e ultimamente, estou sem tempo disponível para disciplina-la. Disciplinei a mãe dela, mas, não tenho tempo para a cria dela. É mestiça de chikyuu-jin com um hashiyori - jin, mas, herdou a aparência dos terráqueos.

Vegeta olha atentamente, estreitando os olhos, achando estranho, pois não era tão ocupado assim ao ponto de ser preciso requisitar uma Disciplinadora. Poderia muito bem disciplina-la no seu tempo livre.

Além disso, normalmente requisitavam esses profissionais, quando o saiya-jin em questão, por ser impaciente e forte demais corria o risco de matar seu escravo enquanto o disciplinava e se pudesse arcar com os custos de um profissional, os contratava, pois são os saiya-jins mais fracos que existem, impedindo assim que o escravo seja morto pelo dono em uma das tentativas deste.

Era mais seguro, nesses casos, contratar uma disciplinadora, o que não se encaixava em relação à Kakarotto, pois, conseguira disciplinar satisfatoriamente a mãe e, além disso, não usara esse argumento ou o fato de explodir do nada, com facilidade.

Achara estranho, assim como o comportamento dele nos últimos anos e suas alterações de humor, deixando de ser alguém calmo e controlado para uma pessoa possessa em poucos minutos.

– Guardas. Está tudo bem. Ela está autorizada a ficar.

Então, os guardas se curvam e se retiram, pois como ela era uma terceira classe, esses não tinham autorização para pisar do Domo Real, onde somente a elite e a realeza podiam adentrar, salvo algum convidado destes.

– Nunca requisitei uma e soube que vocês trabalham encima do que desejamos que seja ensinado?

– Sim. Aprendemos a lidar com os diversos tipos como escravos sexuais, domésticos, de rinha ou guerreiros e etc. Temos planos voltados para cada um deles e o senhor escolhe em uma lista o que deseja que seja aprendido, assim como o que deve ser suprimido.

–Vamos conversar em particular numa mesa. Apenas vou me banhar e depois a encontro. Basta falar o meu nome.

– Sim, Kakarotto-sama - nisso, dá uma piscadela com um sorriso malicioso, enquanto caminha movendo sensualmente a cauda em movimentos lânguidos.

– É impressão minha ou ela está tentando fazer uma dança de acasalamento com a sua cauda? Sinceramente, é uma terceira classe estúpida. - Vegeta comenta, enquanto saía da sala seguido de seu melhor amigo e general.

– Muitas me cobiçam. Mas, concordo que ela precisa saber o seu lugar. Pois, até parece que um super saiya-jin 4 como este Kakarotto e general, possuindo um status que perde somente para o senhor, iria se interessar por alguém tão fraco e patético.

Fala caminhando ao lado deste com Nappa seguindo Vegeta por ser seu Kaulek, enquanto que não possuía, pois não nascera Elite para ter um, e sim, fora classificado como terceira classe, fazendo questão de não ter um, mesmo sua classe sendo alterada em decorrência de seu poder, por mais que Vegeta tivesse dado inúmeros sermões de várias e várias horas sobre o fato de não escolher um Kaulek para si.

– Já se esqueceu que foi considerado como ela? - Vegeta pergunta sorrindo, vendo-o bufar e torcer a cauda na cintura, além de exibir uma carranca em seu rosto.

– Prefiro não me lembrar... Ficou para trás e agora, sou um dos mais poderosos. Não quero lembrar-me de uma fase tão vexatória. Lutei e muito, batalhei e treinei arduamente para chegar ao rankig que sou hoje.

Vegeta confessava que ele tinha razão. Sempre treinava e ultrapassava seus limites, não se contendo e sempre buscando poder, chegando várias vezes perto de morrer e mesmo alcançando a transformação super saiya-jin 4, com certeza, ainda continuava treinando para supera-la, assim como ele. Concordava que era persistente e esforçado, além de dedicado e tenaz, nunca se rendendo, desafiando sempre os seus limites.

– Abaixo de mim.

Fala sorrindo orgulhoso, sabendo em seu intimo, que em matéria de poder, havia uma diferença considerável entre eles, enquanto que sabia que ele nunca demonstraria para alguém, confessando que era algo irritante, ao menos no início, para que com o passar dos anos se tornasse algo leviano, além de provar com isso, inúmeras vezes, a sua lealdade a família real.

– Claro, meu rei. - e curva-se levemente, antes de tomar um outro caminho - Preciso ir, com a sua licença.

– Claro, pode ir. Amanhã, no mesmo horário...

Então, Kakarotto entra no luxuoso banheiro e se lava, para depois usar o seu ki para se secar, pegando um outro conjunto de calças e botas, assim como faixa em seu armário pessoal, saindo e indo em direção a sua mesa ao chegar na grande área de mesas espaçosas e separadas com cadeiras confortáveis, encontrando a disciplinadora mexendo em alguns hologramas, que ao vê-lo se aproximar, se levanta e curva-se levemente, somente tornando a sentar-se com um gesto deste.

– Tomei a liberdade de separar alguns hologramas com o que posso disciplinar, assim como aceitação do programa que criei para sua escrava com o senhor definindo o que deseja reprimir ou estimular nela. Como a especificação é escrava - guerreira, separei alguns programas, lembrando ao senhor que faço uma pré-lista para depois fazer um teste e avaliar o comportamento e grau de aceitação da mesma para depois definir um roteiro de ordens que devem ser acatadas, assim como suprimir comportamentos indesejados, para depois o senhor analisar, concordando ou não e nesse caso, alterando alguns tópicos. Lembro também que pode adicionar regras adicionais. É o senhor que decide o que devo ensinar, assim como suprimir.

– Entendi... Então, estes hologramas são planos de disciplina já existentes que podem ser alterados conforme o que necessito, assim como determinarei as regras após decidir o que desejo, com você fazendo uma avaliação dela em cima do que defini, para depois traçar um plano de disciplina e somente aí, com tudo pronto, poderei ler, aceitar e concordar, caso esteja no que desejo que ela aprenda, assim como alterar algo que não se encaixe na minha necessidade para ela?

– Isso mesmo. Além de disciplinar e treinar, eu moldo o escravo conforme o que o dono deste deseja, suprimindo tudo o que é indesejável, tornando-o no escravo perfeito e idealizado pelo proprietário.

– E quanto aos castigos?

– Tenho este outro holograma - nisso, estende outro com o texto e imagem saltando da tela para o ar, rodando em trezentos e sessenta graus, quando passava o dedo em cima dos instrumentos e suas definições, fazendo este ficar surpreso com a diversidade existente e que estes pareciam ter uma escala de dor, com alguns tendo um símbolo, cujo significado era a ausência de marca na pele.

– Escolha o que posso usar nela, assim como nesse outro holograma, contendo a duração dos mesmos e a intensidade de dor, conforme o equipamento, ao selecionar nesta lista. Precisarei treina-la para lutar?

– Não. A mãe dela é experiente e está a treinando. Estou supervisionando o treino e faço testes regulares. Apenas quero a disciplina de comportamento e a capacidade de obedecer às ordens, além de não gritar, pois, mesmo mestiça, com certeza pode chegar a um agudo absurdo, claro, menor que de uma chikyuu-jin pura. Não quero uma escrava rebelde e desafiadora, mas, também, já que será guerreira, não pode ser acovardada e assustada em relação a outros seres, somente temendo este Kakarotto. É preciso sempre manter-se atento a isso. Acha que consegue fazer algo assim? Vi em sua ficha que é muito experiente e já treinou outros escravos de rinha.

– Sim. Sei como eles devem ser e agir. Já treinei muitos e tenho o contato dos donos dos que disciplinei, prestando os meus serviços, caso deseje confirmar a minha excelência. Também devo recordar o senhor, que pode alterar algumas regras que ache severas demais ou inúteis, mesmo depois de ter aceitado e concordado com a rotina de disciplina e castigos, caso o escravo desobedeça. É o senhor que decidirá tudo e irei agir conforme o que planejei tendo a sua prévia autorização para tal.

– Quanto tempo de disciplina?

– É variado. Depende do verme em questão. Há alguns mais fáceis, outros não. Continuarei disciplinando, até que considere sua escrava definitivamente disciplinada, podendo meus serviços serem dispensados a qualquer momento, sem problema ou quando o senhor decidir que o escravo se encontra satisfatoriamente disciplinado, nos moldes que idealizou.

– Entende que somente poderá trabalhar com a mestiça e não com a mãe? Em hipótese alguma esta pode sofrer algo e se estiver atrapalhando-a durante a disciplina da filha, me informe que lidarei com ela. - fala, sabendo que não conseguiria punir Chichi, mas, poderia assusta-la, sabendo causar o terror sem precisar tocar nela.

– Essa inferior irá tentar atrapalhar? Não foi disciplinada? - a saiya-jin fica confusa.

– Disciplinada, foi. Inclusive, foi este Kakarotto que a disciplinou e a treinou para as batalhas. E ela é uma escrava exemplar após o termino da minha disciplina. Porém, estamos falando da filha dela e esses seres patéticos e inferiores possuem muitos sentimentos estranhos e vexatórios para nós. Ela é mãe e há a chance de se intrometer por causa de sentimentos maternais e outros, típicos desses vermes.

– Verdade. Esse lixo age estranho de muitas formas. Fique sossegado, Kakarotto-sama, pois somente posso punir e disciplinar os escravos que estão sobre o meu treinamento. Não posso tocar em nenhum outro. Essa é uma das regras que nós, Disciplinadores, seguimos. E por falar nisso, o que faço se ela se intrometer?

– Interrompa o treino e me comunique. Acredite, farei ela se arrepender e com certeza, não fará de novo.

– Compreendo. Farei isso. Vou entregar esse holograma em branco para montar com o que deseja. - nisso, estende um holograma para Kakarotto que pega, posicionando ao seu lado.

– Entendo. Depois de definir o que espero que seja disciplinado, irei leva-la até a minha mansão para fazer a sua avaliação.

– Obrigada. Após a minha avaliação, irei criar um roteiro de disciplina que o senhor precisará analisar.

– Usaremos a sala de estar para que eu possa analisar o seu roteiro.

Então, pega os hologramas, lendo e analisando-os, assim como arrastando imagens e itens, além de textos para um em branco com uma espécie de caneta especial, separando o que desejava que ela fosse disciplinada, assim como as formas de punições e durações.

Após selecionar e definir entrega para a Disciplinadora, que estuda e nisso, ele pergunta quando custaria e ela fornece o seu preço, o surpreendendo, pois julgara ser mais calo, embora dinheiro não fosse problema para ele, por ser um general, descobrindo que havia o adicional, conforme uma tabela de preços de acordo com a personalidade do escravo, sendo mais caro, conforme este se mostrasse rebelde, pois, ela precisaria ser mais energética. Pelo menos, era o que pensava, pois, seria o mais lógico.

Porém, percebera que não havia grandes mudanças e inclusive, tinha um desconto considerável caso esse fosse inominável, mas, não a questionara, pois confiava no que Nappa dissera, além do fato de ter ouvido muitos outros saiya-jins a elogiando, tornando- a uma Disciplinadora muito famosa e que conseguia resultados extremamente satisfatórios.

Quem havia a indicado para ele fora Nappa, que falara muito bem dela, exaltando a disciplina que contratava para muitos de seus escravos e da fama dela.

Porém, não citara por esquecimento, assim como os outros, por acharem desnecessário, acabando por fazer Kakarotto desconhecer algo sobre ela, sendo que Nappa adorava este lado, assim como os outros, que compartilhavam do mesmo prazer. O sadismo. Ela amava bater nos escravos e quanto mais, melhor.

Por isso, fazia descontos atrativos para os tipos rebeldes, pois eram os que mais sofriam nas mãos dela que poderia exercitar sua crueldade e sadismo, porém, sempre atenta a personalidade que os donos queriam, pois se exagerasse ou não soubesse administrar, acabaria não entregando o escravo nas condições que o dono deste desejava.

Então, ambos se levantaram, com ela guardando os hologramas em uma espécie de pasta larga com várias divisões e depois, apertando um botão e a transformando em cápsula, guardando, saindo em direção a mansão dele ficando atrás dele por respeito, enquanto que torcia mentalmente, exibindo um sorriso extremamente sádico no rosto com sua cauda se contorcendo de excitação, que a escrava fosse rebelde.

Sentia falta de ver o sangue e cheira-lo, além de amar ver o desespero e a dor nos rostos dos vermes, sendo algo extremamente prazeroso a ela, quase como um banquete que apreciava e muito.

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Yo!

Quero agradecer ao review de: kiara

kiara - Yo!

Eu também quero trucidar Kakarotto. Ele é um FDP cruel. Mas, acredite, ele vai sofrer e muito. Sua punição será dobrada. hehehehehehe

E farei isso com todo o prazer XDDDDD

Mas, é o orgulho saiya-jin que o faz agir assim. Ele é escravo do orgulho e deixa esse mandar nele... Raditz, se libertou do orgulho e por isso, quis proporcionar a filha todos os direitos de uma saiya-jin e tramou aquele plano. Aceitou seus sentimentos pela mãe desta e cria. Possuí seu orgulho de guerreiro, mas, é seu coração que manda neste e não o oposto, como é com Kakarotto, que a mente manda no coração, deixando que seu orgulho subjulgue seu coração.

E é meio impossível ela conseguir "salvar" a filha ou dar um jeito de "tira-la". A coleira possuí um rastreador e não pode ser removida, além de haver um chip no corpo, que foi implantado... Os saiya-jins pensaram em tudo para evitar a fuga de um escravo do planeta.

Bem, quanto a isso, como havia dito, Chichi vai ser assassinada e tudo por culpa de Kakarotto. Não que ele a matou, mas, acabou colocando o assassino dentro da mansão, logo...

Bem, esse capítulo dá uma ideia.

Isso é importante, principalmente para a pequena Yukiko... Acredito que esses capítulos serão emocionantes.

Além de que, esse evento reforçará ainda mais seu caratér, tão precoce para a sua tenra idade.

Tenho 4 finais diferentes para essa fanfiction, e estou me decidindo qual deles usar.

O Akira, como todo japonês que se preze, é machista... Bem, a maioria esmagadora do mundo é machista. Então, ele sempre detonou uma ou outra mulher forte que apareceu na série, de um jeito ou de outro, além de mostrar o pensamento japonês, que tipo, a mulher casou, tem que se dedicar a casa. Um pesamento compartilhado por muitos homens.

E quanto a Chichi, não suporto que ele a maltrate. É igual a Kagome em relação ao InuYasha. Detesto a Kagome e odeio no mesmo nível da Chichi. A kagome maltrata a fofura do Inu-chan.

Não gosto de ver meus personagens favoritos sendo maltratados XDDD

Ah! Tem um site, chamado Nyah!Fanfiction. O meu profiler lá é Yukiko Tsukishiro. Lá, coloco imagens nos capítulos e postei imagens da Yukiko e da disciplinadora XDDDD

Muito obrigada pelo review.

Beijos XDDDD