Como sempre :P

- Alguns personagens NÃO ME PERTENCEM, são da Tia Meyer

- Nome entre parênteses é o POV do personagem.

- Fofas, quero muitos reviews \o/ me gusta

Aproveitem a leitura \o/

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Capítulo XXIV (Natanael)

Tudo estava escuro... Nada para se ver a frente, nada para se ver atrás. Era realmente um sonho?

Dei alguns passos e ouvi uma respiração ao longe... Que se aproximava... Que fica mais forte... Que estava a baixo de mim.

- Oh! – ela soltou assuntada, estava sentada, mas em quê? Estava tudo tão escuro.

- O que está fazendo? – perguntei confuso.

Ela arregalou os olhos, inclinou a cabeça... Olhou ao redor.

- Estou dormindo. – ela falou como se fosse obvio – E você o que faz em meu sonho?

Sorri.

Abaixei-me até ficar ao nível do rosto dela. Era diferente de como eu o via na realidade, mas eu não sabia dizer o que tinha de diferente. No entanto, está alí, gritando... Ou algo em mim gritava? Ou gritávamos ao mesmo tempo em uma mesma sintonia?

Deveria ser assim tão confuso está no sonho de alguém?

- Estou... Estou... – o que tinha em seus olhos cor de areia que me atraiam tanto?

- Ah, só passando o tempo? – era mais uma afirmação do que uma pergunta.

Ela virou a cabeça para o lado, como se apontasse algo com ela.

- Não tem nada aqui, vê? – ela começou – Nada que possamos fazer.

Deixei escapar um suspiro, porque sim, eu imaginava várias coisas que poderiam ser feitas.

Sentei ao lado dela. Não perto demais, não longe demais. Apenas ao lado dela.

- Porque está tão escuro? – perguntei baixinho, não sei se ouviu ou não.

Silêncio.

- Porque não quero pensar em nada... – Jan respondeu olhando para as mãos, parecia não ter coragem de me encarar – Está uma confusão. Só queria nada em que pensar. Só por um tempo.

Estiquei a mão para tocá-la, parei... Hesitei... Voltei a tocar meus joelhos. Talvez fosse melhor deixá-la.

Mas eu não queria, não, eu não poderia. Tinha algum tipo de força, atração, interesse que me puxava na direção dela... para ela... nela.

- Não entendo, - ela começou baixinho, os olhos fechados, o rosto virado para baixo; finas mechas do cabelo cacheado cobriam a lateral do rosto – você apareceu e depois... Depois nunca mais o vi, e agora... Agora que decido que tudo foi total ilusão minha, você aparece. Exatamente do jeito que o vi da primeira vez.

A voz dela não estava decidida como de costume, estava fraca e quase inaudível.

- Pode-se criar a mesma ilusão duas vezes? – ela continuou – Eu sempre achei que uma segunda vez torna o que quer que fosse real, não acha? Porque de certo modo aquilo já existe, não é como se nunca tivesse aparecido... – ela parou por um tempo, levantou a cabeça devagar e me encarou, como se estivesse pronta para desviar o olhar a qualquer momento – Você é real?

- Claro que sou.

- Real mesmo? – ela deu ênfase no 'mesmo' com as sobrancelhas franzidas.

- Mesmo. – respondi devagar com um sorri.

- Isso está sendo tão surreal, como você pode ser real? – ela perguntou confusa.

- Como consegue divagar tanto? – falei ainda sorri, porque ela tinha esse tipo de poder... Ou não. Fazia-me rir com tanta facilidade.

- É meu sonho, não? – ela começou um pouco irritada – Posso devanear o quanto quiser. Mas não acredito que seja real.

- Não? – desafiei-a.

- Nem um pouco.

- Pode sentir isso? – toquei os dedos dela com os meus. Suave e longamente.

Nunca a havia tocado... Algo estranho evolveu meu corpo, algo como satisfação ou alegria. Só em tocar seus dedos?

- Sim, - ela fitava nossas mãos unidas – eu posso.

A voz firme. Tentava se convencer ou está realmente convencida?

A escuridão na qual estávamos mergulhados pareceu-me mais branda, mais clara. Eu, agora, podia ver os contornos do rosto de Jan. A sombra que seu nariz deixa na bochecha, os lábios apertados, o brilho da curiosidade em seus olhos. A harmonia perfeita, para mim, de seus traços.

Estava perdido.

Porém eu queria ir mais além, não, eu deveria ir mais além. Não estava invadindo o sonho de alguém apenas para tocar em seus dedos e perceber o quando eu havia me envolvido demais na situação.

- E isso? – subi a mão pelo braço dela até o ombro, os pelos se arrepiavam preguiçosamente, a maciez, a leveza... Tudo tão... Tão tudo – Pode sentir?

Ela tremeu sob minha mão, e eu me diverti com sua reação. Piscou várias vezes, apertou os lábios, levantou a cabeça, não o suficiente para me encarar.

- P-posso. – ela gaguejou um pouco.

Inclinei-me para mais perto. O cheiro dela mais forte, o calor de seu corpo mais perto. O ambiente estava mudando, mas como? Como poderia está escuro, mas claro ao mesmo tempo? Como eu não poderia ver não ao meu redor, mas poderia vê-la com tanta perfeição?

Subi minha mão para sua nunca, em nenhum momento ela me olhou. Apenas fitava o vazio.

- E isso? – perguntei imediatamente antes de tocar meus lábios nos dela.

Perfeita... Perfeita. Eram as palavras que giravam minha cabeça, enquanto timidamente ela avançava no beijo. Sua língua tocava rapidamente a minha, e eu deixei que ela se acostumasse... Que me mostrasse seu próprio ritmo... Que me levasse a seu próprio modo.

Porque eu estava até um pouco cansado de fazer apenas o certo, apenas o previsto... Apenas aquilo que esperam de mim.

Só dessa vez... Repeti um pouco antes de puxá-la mais para perto, de passar as mãos pela cintura dela, de investi um pouco mais de entusiasmo ao beijo. Só dessa vez...

E em nada mais eu pensava; a não ser a respiração irregular dela na minha bochecha, ou os finos cachos que tocavam meu ombro, ou o quanto eu queria tocar na pele a baixo da sua camisa.

Ela soltava pequenos gemidos, a cada respiração seu peito no meu, sua mão entrelaçada aos cabelos que desciam pela minha nuca. Tudo arrepiante.

Lábios nos lábios, língua na língua... Respiração na minha respiração.

- Isso sim foi surreal. – ela falou ofegante, a cabeça escondida no meu ombro.

Ainda matinha minhas mãos em sua cintura, nossos corpos ainda grudados... Por um simples fato. Eu não queria me separar, não a queria longe. Não nesse momento... Ou talvez nunca.

Quem sabe? Quem poderia saber?

- Você é... Você é bem real. – ela sorriu, o ar que saia da boca dela fazia cócegas no meu pescoço.

- Sim, eu sou. – falei com certo humor deslizando minhas mãos da cintura dela até suas costas e fazendo o momento de volta.

Calafrios faziam o corpo dela tremer... Era tão sensível em certos pontos.

Ela desceu a mão que descansava em meu ombro até meu tórax. Eu olhei sua mão fazer o caminho lentamente. Ela virava o rosto para me encarar com os olhos brilhantes. Engoli em seco. Eu estava perdendo o controle da situação.

- Como se chama? – ela perguntou com a voz um pouco rouca, mordia o lábio inferior.

Toquei-o delicadamente.

- Nate... Natanael. – corrigi involuntariamente.

- Nate, - ela sorriu, se afastou um pouco, mas não pude detê-la – não sei se combina com você o nome Nate.

- Ah, é? – falei brincando – Posso saber por que, Janaina?

- Prefiro Jan, - ela corrigiu semicerrando os olhos, deixou passar o fato de saber seu nome – Claro que pode saber o porquê, mas acontece que não quero falar.

Completou cruzando os braços em frente ao corpo de maneira teimosa, olhava-me desafiadoramente.

- Não vai falar? – a minha voz saindo perigosamente devagar.

- Não vou mesmo. – ela parecia envergonhada, o que será que escondia?

Ela estava a uma pequena distância a minha frente. As mãos apoiadas no chão atrás, o corpo se inclinando para o chão. Avancei, ficando frente a ela, a mão esquerda apoiada no chão ao lado da dela. Desci ao seu nível.

- Tenho meios de saber, mesmo que não queria me contar. – sorri maliciosamente.

- Ora, é assim que são os anjos de verdade? – ela desafiou.

- Lembra? – franzi as sobrancelhas.

Eu lembrava de ter dito a ela ser um anjo, mas contava com a possibilidade dela não lembrar... De não ter importância... De ter deixado passar a humilhação de ter dito ser o anjo de uma humana.

- Nunca vou esquecer... – ela falou explodindo em uma risada.

- Nunca? – perguntei aproximando meu rosto do dela.

- Nunca. – ela respondeu anda rindo, seu hálito se misturava a minha respiração pesada.

Ela parou de sorrir quando percebeu minha intenção. Voltou a morder o lábio inferior envergonhada. Mas não tentou, de maneira nenhum, fugir de um provável beijo. Tomei como um incentivo. E sorri antes de beijá-la com a mesma necessidade com que beijei da primeira vez.

Segurei seu pulso esquerdo de maneira a fazê-la deitar no chão, nunca interrompendo o movimento de nossas línguas. Enfim senti sua respiração ofegante fazer seu peito subir e descer, chocando-se conta o meu.

- Vai lembrar disso amanhã? – notava-se certo desespero na minha voz.

- Cada detalhe. – ela respondeu com vergonha de abrir os olhos – Vai está comigo amanhã?

- Eu sempre estou. – respondi baixinho antes de voltar a me juntar a ela.

~~/~~

(Bella)

Ele estava ali, no portão da casa de Angela, com um sorri enorme no rosto. Com os fios acobreados do cabelo descendo pela testa, com seu porte alto, com seus músculos bem definidos, com seu cheiro inebriantemente masculino... Estava ali pra mim por completo.

- Não a fiz esperar muito, fiz? – o sorriso ainda brincando em seus lábios.

- Nem um pouco.

Aproximei-me do portão, abrindo-o.

- Já estão todos dormindo? – ele perguntou olhando as luzes do segundo andar desligadas.

- Estão. – respondi sem olhar para trás – Já está um pouco tarde.

A lua já aparecia por completo, se escondendo vez por outra atrás de alguma nuvem. Ao seu redor havia uma espécie de arco-íris contrastando com o brilho tão branco das estrelas próximas.

O silêncio da rua era absoluto. Alguns pássaros passavam acima, fazendo seus barulhos característicos. O vento tinha algum tipo de aroma diferente, estava morno e lento. Não fazia nenhuma folha se mexer.

- Vai entrar? – perguntei enfim – Podemos ficar atrás da casa, tem bancos e...

Edward passou por mim, com sua rapidez característica, cortando minha frase e fazendo meus cabelos voarem.

Segurou sua mão na minha.

- O que estamos esperando? – o sorriso nunca deixava seus lábios.

O que causava tanta alegria nele?

[...]

Sentamos em um banco em baixo de uma árvore no extremo do quintal. Era longe o suficiente da casa para não atrapalhar os que dormiam.

Edward passou o braço pelo meu ombro, encostou o nariz nos meus cabelos e fechou os olhos.

- Como foi sua tarde? – perguntou com a voz abafada.

Decidi que nunca me acostumaria com sua presença... Talvez fosse até bom, como se cada toque fosse o primeiro, como se cada beijo fosse único, como se tudo tivesse o encantador espanto da primeira vez.

- Decepcionante. – falei baixinho, não queria fingir que estava tudo bem, mas também não queria estragar o momento.

Ele afastou o rosto do meu cabelo e virou meu rosto para fitá-lo. Aproximando cada vez mais seu rosto do meu.

- O que houve? – ele perguntou alisando minha bochecha e era engraçado ver o sua expressão preocupada.

Ele franzia a sobrancelha de um jeito muito charmoso, os lábios dele se contraiam, a cabeça se inclinava. Deus, ele é tão lindo.

- Só não foi dessa vez. – forcei um sorriso.

- Não, não precisa disfarçar nada, Bella. – ele tocando o conto direito da minha boca – Quero saber quando você estiver triste, assim como quero saber quando estiver feliz.

Ele se inclinou sobre mim, roçando seus lábios nos meu. E todos os calafrios, inseguranças e descobertas do primeiro beijo voltaram a me dominar.

- O negócio do seu pai? – o hálito doce dele acariciando minha boca.

- Sim. – sussurrei ofegante antes de levantar minha cabeça para dar ao Edward livre acesso.

E ele me beijo. Não como um simples toque, mas algo mais avassalador, desconcertante e enlouquecedor. Eram interessantes as sensações que ele poderia provocar em mim com simples movimentos de sua língua. As mãos dele deslizaram da minha cintura, pela lateral do meu corpo, até minha coxa. Puxando-as, em seguida, para seu colo. E permanecendo ali, com delicados movimentos de seu polegar na minha pele.

Passei a alisar os finos pelos de sua nuca, e ele tremeu um pouco.

Seus lábios tão macios nos meus... Sua língua tão habilidosa na minha.

Subi a mão, arranhando seu pescoço, até seu couro cabeludo. Edward soltou um leve rosnado abafado pelo beijo incessante.

- Não deve procurar mais. – ele falou puxando a respiração – Dê uma pausa por enquanto.

- Não posso. – falei com dificuldade.

Todo o tórax de Edward pressionando o meu.

- Não quero mais vê-la triste. – a voz firme, a testa encostada contra a minha – Apenas dê um tempo. Pode está correndo na direção errada.

Sim, eu poderia está correndo na direção errada, mas correr em alguma direção não era melhor do que não correr em nenhum?

Eu estava tentando.

Fechei meus olhos. Porque era fácil está no escuro quando Edward estava tão perto de mim.

O silêncio inundou o ambiente. Não era um silêncio desconfortável, era bom. Na verdade, era maravilhoso ficar tão perto dele e apenas ouvir sua respiração.

Senti-o deslizar os lábios da minha testa até meu ouvido. O simples roçar de seus lábios naquela região já me causava arrepios. Permaneci de olhos fechados.

- Eu te amo, Bella. – ele sussurrou, encostando os lábios no meu lóbulo enquanto falava.

Levei a mão ao cabelo dele, macio e bagunçado.

- Edward, - deixei escapar como um gemido – Amo-te mais.

Ele sorriu como se descartasse a alternativa.

- Bella?

- Hum.

- Vamos a minha casa amanhã depois da aula? – ele passou a depositar beijos ao longo do meu pescoço e eu inclinei minha cabeça mais para o lado – Vamos?

- Por quê? – respondi ofegante.

- Quero que você conheça minha família. – ele falou no meu pescoço.

Se seus beijos eram para me convencer... Estavam dando certo.

- Conhecê-los? – hesitei – Eu não tenho certeza. – falei devagar.

Edward deixou meu pescoço e me olhou com um sorriso torto.

- Está com vergonha? – ele perguntou fechando os olhos desafiadoramente.

- Nem um pouco. – respondi corando, disfarçadamente virei minha cabeça para o lado – Já os conheço, lembra?

- Sim, lembro com perfeição os dias que falava com você, Bella, mesmo sem vê-la. – o jeito que ele falou conferia ao ato um ar mais romântico, talvez até o fosse. – Mas eles não a viam. Não a conhece.

- Não posso tocá-los. – tentei não fala-la tão tristemente.

Ele apertou os lábios. E seus braços me rodearam fortemente. O cheiro dele era tão bom, ele era tão delicado.

Senti meus olhos arderem e espessas lágrimas brotarem, escorrerem.

- Shhhh... – ele tentava me acalmar – Vou dar um jeito.

Soluços nasciam no final da minha garganta. Edward me puxou para seu colo, sentando-me entre suas pernas abertas com os pés apoiados em seu joelho.

- Bella... – seus longos dedos alisavam meus cabelos, seu queixo apoiado no topo da minha cabeça – Não chore.

- Não estou c-chorando. – minha voz saiu falha.

Ele sorriu alto.

- Não, não está, meu anjo. – ele falou calmamente, nunca deixando de alisar meus cabelos – Eu vou resolver tudo, está bem?

- Uhum. – a outra mão de Edward em minha inocentemente em minha coxa está tirando meu foco.

- Confie em mim, apenas. – seu ar era distraído, em que pensava?

Esfreguei meu rosto na camisa de Edward. Dava para sentir com clareza seus músculos bem tornados, rígidos como mármore, frios como gelo. Irresistíveis.

Porque ele nunca tentava algo a mais?

- Por que me ajuda tanto? – fechei meus olhos me entregando por completo a ele.

Seus braços me apertaram mais de encontro ao seu peito. Suspirei.

- Porque tudo que te incomoda me incomoda também. – ele falou com naturalidade – Tudo que te deixa triste me faz triste também. – ele sorriu – Assim como, tudo que a faz feliz me faz feliz por consequência.

- Você é perfeito, Edward. – sorri.

- Só porque você me faz assim. – ele beijou minha cabeça.

Afastei meu rosto dele e o levantei. Edward tinha os mais perfeitos olhos verdes. E quando eles me olhavam, por um momento, era como se eu só existisse para ele. E ele para mim.

Toquei o pescoço dele, esticando-me para beijá-lo. Ele parecia gostar da ideia e abaixou mais a cabeça, enfim, beijando-me.

Não tinha nada de inocente no jeito como a boca dele se movia contra aminha, ou no jeito como suas mãos exploravam os lugares mais sensíveis do meu corpo, ou do jeito como o cheiro dele era perigosamente irresistível.

Movi-me para ficar de joelhos entre as pernas dele, mas ele parou meu movimento.

- Não seria seguro. – ele falou com a boca ainda colada a minha, interrompendo o beijo.

- Eu tomo conta da segurança e você apenas... – ele voltou a me beijar, segurando firmemente meus quadris.

Meus gemidos se misturavam aos rosnados dele.

- Amanhã? – perguntei roçando meus lábios nos dele.

Eu iria conhecer a família dele por mais que... Por mais que eu tivesse medo... Por mais que eu me sentisse insegura... Por mais que eu tivesse vergonha...

Mas se era o que Edward queria, se ele achava importante... Se o fazia feliz, eu faria. Faria por ele.

- Amanhã o quê? – ele me olhou desconfiado.

- Conhecer sua família, Edward. – sorri cinicamente – Em que você estava pensando? – passei a mão pelo massa de fios acobreados, alguns tocavam sensualmente seus verdes olhos.

- Nada. – ele pigarreou – Sim, amanhã, Bella.

E me puxou mais para perto.

Amanhã seria outro dia, hoje... Bom, hoje eu iria aproveitar o que Edward me oferecia. Por enquanto, afinal, garotas têm suas necessidades. Não?

~~/~~

And I
I don't know how I'll feel
Tomorrow
Tomorrow
And I
I don't know what to say
Tomorrow
Tomorrow is a different day

E eu
Eu não sei como me sentirei
Amanhã
Amanhã
E eu
Eu não sei o que dizer
Amanhã
é um dia diferente

Avril Lavigne – Tomorrow

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Então, queridas, que acharam dos dois momentos hot? :B

Gatas, queria só fazer um comentário... [todos pensam: lá vem coisa boa] Estão erradas :D; me encontro nesse momento mega esquecida, ninguém me manda review, estou entrando em crise existencial como autora de fic *eu sendo dramática hehehe*

Bom, falando sério, eu escrever para você, não significa que vocês não possam escrever para mim... Gente, reviews servem para isso; preciso de um feedback de vocês e estou tão perdida aqui, as vezes... Vejo tantos favorites e alert, mas tão pouco review.

Sem ameaças, porque não posso prometes escrever mais, ou postar mais rápido, ou mudar a história que tenho em mente; mas não significa que vocês não possam deixar a opinião de você, não é mesmo? É só uma review, não é como escrever, sei lá, um texto de 3 mil palavras :P

Ninguém quer me fazer feliz deixando um review \o/ [fala Gabriela mega empolgada]... Ops, tenho medinho que a resposta seja não =/

[momento apelativo mode: off]

Quem gostou, quer mais, quer lemons, está curiosa, quer que o próximo capítulo saia rápido... mandem revieeeeews \o/

Agradecendo aos lindos reviews do capítulo passado: Priscila Cullen, LihTwi, Daniela Silva, Agome chan, Nathalia White.

LihTwi: Hey, Lih, acredita que perdi o VMA? Quer dizer, assisti tudo pelo tumblr :P Há-há, Charlie tortura o coitado com o "garoto apaixonado", nem sabe ele que é pela linda filha dele :x Todos com saudades do Biel, o anijinho é um fofa e ainda de quebra consegue uma confissão do Nate \o/ Own, que bom que adorou, fico feliz... Bjus, Lih, até o próximo ;**

Daniela Silva: Oiee, Dani, que bom que está aqui mais uma vez... (ainda bem que está lendo :P) Acho tão lindo quando vocês usam o "vosso", dá vontade de chorar... Eu entendo, as vezes leio umas fic de Portugal, são ótimas ;) Assim, já ouvi falar muito da Nyah, já dei uma olhada no site e tudo, mas nunca parei pra ler as história de lá nem postar... estou tão acostumada com o FF que me sinto perdida em outros sites =/ Mas vou tentar... Também vou bazar hehehe, bjus, fofa, até o próximo ;**

Então queridas, até o próximooo ;*