Disclaimer: Twilight não me pertence, mas sim a Stephenie Meyer. Stop Drop and Roll também não, a história pertence à Bronze. Mas a tradução é minha! E lembrem-se, plágio é crime!
BPOV
Sabe aquela sensação de extrema impaciência para que algo aconteça, que te deixa quase entrando em combustão, e aí, quando finalmente chega o momento você não está pronto? Você não pode falar, não consegue pensar, mal pode respirar...
Pois é, pode-se dizer que essa é a história da minha vida.
Eu queria aquilo, mais do que qualquer outra coisa que eu já tenha desejado na minha vida. A oportunidade me estava sendo estendida em uma bandeja de prata, tão perto que eu quase podia tocá-la e ainda assim, eu estava hesitante.
Por que diabos eu estava hesitando?
Oh, certo. Eu não podia respirar. Minha mente estava nublada e eu sentia a língua seca em minha boca. Edward me encarava com expectativa e eu apertei ainda mais a chave em minha palma, sentindo-a marcar minha pele. Seu rosto estava contorcido entre um olhar de indiferença e uma careta, e parecia que ele queria dizer alguma coisa, mas eu desejava que ele não o fizesse, eu não seria capaz de entender.
Eu poderia ter pensado em milhares de razões para dizer não. Eu não queria deixar Alice sozinha. Eu não podia pagar metade do que Edward gastava em seu apartamento. Não havia espaço para mim. Era muito longe da faculdade e da livraria. A lista parecia não ter fim.
Mas Alice tinha Jasper. Eu sabia que Edward não me deixaria pagar, embora eu fosse contribuir com o que fosse possível. Havia vários cômodos em seu espaçoso apartamento e eu tinha minha picape; eu podia dirigir.
Pela primeira vez em minha vida, eu decidi não pensar demais. Eu sabia o que eu queria. Eu não estava a ponto de deixar a minha mente lógica ditar os desejos do meu coração. Esta oportunidade nunca bateria a minha porta novamente e eu sabia que amava Edward com todo o meu ser. Não interessava se eu me preocupava todos os dias se ele voltaria ou não para casa; se ele iria mudar para outro canto do país para estudar; se eu conseguiria ter meu livro publicado... Eu me foquei na imagem de Edward chegando em casa, coberto de fuligem, mas com o sorriso triunfante em sua face. Eu o esperando, de pijamas, sentada no sofá, o jantar à nossa espera na mesa da cozinha. Estava claro como dia o quanto eu queria aquilo. Muito.
"Sim", eu disse, minha voz falhando no meio. "Sim."
"O que?" ele gaguejou, com os olhos arregalados. "Sim?"
Eu acenei com a cabeça em afirmação. "Sim", repeti, com medo de que se eu tentasse dizer mais alguma coisa, minhas emoções me consumissem completamente.
"Sim", ele repetiu e a palavra estava começando a me enervar. "Você disse sim. Ela disse sim."
Eu ri, o encarando atentamente. "Edward?"
"Você vai se mudar!" ele disse em êxtase, me puxando abruptamente para o seu colo. "Para a minha casa!"
"Para a sua casa", eu confirmei, acariciando sua pele com a ponta dos meus dedos. Ele se recostou no sofá e eu me aconcheguei em seu peito, rindo internamente de sua expressão. "Você age como se não achasse que eu fosse dizer sim", eu acusei com um sorriso, mas este desapareceu rapidamente quando uma careta cruzou sua face rapidamente. "Você achou que eu diria que não?" perguntei, jurando que levaria o fato de ter pensado na possibilidade comigo para o túmulo.
"Talvez", ele murmurou, mas ao invés de deixá-lo continuar, eu o beijei, tentando retratar todo o amor e desejo que eu sentia por ele. Eu sabia que ele havia entendido quando seus braços passaram pela minha cintura, nossos movimentos desajeitado e sem coordenação, mas ainda assim, se completando.
"Eu posso supor que ela concordou?" Elizabeth perguntou da porta. Eu me afastei de Edward rapidamente, colocando minha mão sobre a boca para esconder meus lábios inchados. Ela riu ligeiramente, acariciando meu cabelo antes de beijar a bochecha de Edward, dizendo algo para ele, mas muito baixo, para que eu pudesse ouvir.
"Sim", eu resolvi responder. "Eu concordei."
"Bem", ela disse rapidamente, com as mãos na cintura enquanto olhava, com orgulho, para o filho. "Eu não poderia estar mais feliz."
Eu ri. "Confie em mim. Nem eu."
Ela se sentou ao meu lado, pegando os presentes que havia aberto mais cedo. "E que tal colocarmos alguma comida em nossos estômagos?"
Como se tivesse ouvido o que acabara de ser dito, meu estômago roncou furiosamente e eu ri baixinho. "Soa bem."
Edward pegou minha mão, acariciando a chave que eu ainda estava apertando. "Obrigado", ele sussurrou, apertando minha nunca. Eu me inclinei para o beijo, mas o cortei, relutantemente, ao ouvir os sons que Elizabeth fazia da cozinha, com certeza, tentando captar nossa atenção.
"Eu acho que estamos sendo chamados", Edward disse, como que lendo meu pensamento. Eu acenei com a cabeça, colocando a chave em meu bolso, sabendo que conferiria a cada segundo, para ter certeza que ela não tinha caído. Aquele era um símbolo muito importante para eu perder.
O momento era agradável e resolvemos passar todo o dia assim, de modo tranqüilo e confortável. Eu estava feliz. Era visível que os Masen eram o tipo de família que curtia todas as tradições do natal. A longa celebração religiosa, os grandes banquetes, os parentes conversando até alta madrugada, primos distantes que você nem mesmo se lembrava que existiam. Simples e soava perfeito para mim e, pelo olhar no rosto de Edward, para ele também.
Eu o observei, confusa ao ver o modo como ele encarava a janela, parecendo longe... Não havia nada especial lá fora; apenas os grandes flocos de neve caindo do céu e as crianças da vizinhança brincando na neve. Eu ri, balançando minha cabeça quando uma guerra de bolas de neve começou, me fazendo me lembrar dos meus piores pesadelos, quando nevava em Forks.
"Vamos lá pra fora", ele disse, piscando para Elizabeth. Eu levantei uma sobrancelha enquanto ele me ajudava a ficar de pé.
"Você está ficando terrivelmente pidão, Edward." Eu zombei, o cutucando. "Primeiro você me pede que me mude para a sua casa e agora você quer que eu vá lá para fora, no frio, correndo o risco de ficar resfriada? E eu que pensava que você sempre colocava o meu bem estar em primeiro lugar."
"Eu coloco", ele insistiu. "Mas nós podemos flexibilizar as regras de vez em quando."
"Se sentindo rebelde?" Eu não pude conter minha risada. E ele riu seu sorriso torto junto comigo.
"Você pode dizer isso se quiser."
Eu calcei uma bota e vesti um moletom que estava usando para dormir, sem me preocupar muito com minha aparência. Edward parou atrás de mim, colocando um gorro em minha cabeça e o puxando de modo a cobrir minhas orelhas. Aquilo pinicava minha pele, mas eu sabia que seria causa perdida caso resolvesse discutir com ele.
"Eu tenho uma idéia", eu disse quando começamos a caminhar pelo jardim, completamente coberto pela neve. A rua inteira parecia do mesmo modo, mas isso não impedia as crianças de correrem para cima e para baixo, e um ou outro carro passar de vez em quando.
"E qual seria?" Edward perguntou, me observando quando um floco de neve caiu em minha boca, derretendo quase que imediatamente, o fazendo rir.
"Vamos construir um boneco de neve."
Eu não esperei por ele. Prendi minha calça por dentro das botas, para que elas não molhassem e comecei a fazer uma bola de neve, estranhamente arredondada, fazendo o meu melhor para começar o corpo.
"Um boneco de neve", Edward repetiu, cético. "Por que?"
Eu elevei uma sobrancelha. "Isso importa?" Eu pisquei, citando a mesma pergunta que ele havia me feito quando fomos comprar a árvore. Ele gemeu, jogando a cabeça para trás quando eu lancei minha bola de neve praticamente desintegrada em sua direção, o acertando no peito.
"Tudo bem, tudo bem, eu vou te ajudar", ele arreliou, fazendo uma bola ele próprio e a jogando em minha direção, me acertando na lateral do corpo. Eu o encarei, enquanto continuava fazendo uma bola, até que ela estava desajeitadamente oval.
"Droga", eu murmurei, levantando meu pé para destruir o amontoado de neve.
"Bella", Edward correu em minha direção, me puxando antes que eu pudesse destruir aquilo. "Minha linda Bella. O que eu vou fazer com você?"
Eu o encarei, confusa. "O que quer dizer?"
"Por que você vai destruir algo que tem tanto futuro?" ele perguntou, pegando a bola. "Você só precisa amá-la e moldá-la um pouco. Às vezes, nem sempre a primeira tentativa funciona, mas no final..."
Ele ergueu uma perfeitamente redonda e grande bola de neve, a rolando até um espaço vazio no gramado "Aquele esforço extra vale a pena."
Eu mordi meu lábio. "Isso é que é uma verdadeira aula de como rolar uma bola de neve" eu disse rindo baixinho. "Eu poderia apenas ter esmagado aquela e recomeçado."
"Mas de que valeria?" ele perguntou retoricamente antes de começar a próxima parte. Eu rolei meus olhos antes de me mover para ajudá-lo, alternando entre encher a camisa de Edward de gelo e ajudá-lo realmente. Logo depois nós tínhamos três bolas de neve empilhadas e eu estava procurando pequenas pedras ao redor.
"Que tal estas?" perguntei, lhe oferecendo um punhado de seixos. Ele acenou com a cabeça, me ajudando a colocar nos lugares certos antes de fazermos o sorriso trêmulo e os dois olhos.
"Nós não deveríamos arrumar uma cenoura?" Eu ri baixinho enquanto Edward pegava um galho em substituição.
"Isto vai servir", ele disse confiantemente, parando atrás de mim.
"Eu não acho que nossas habilidades são tão boas quanto a deles", eu disse, apontando outro boneco, do outro lado da rua. Edward riu, me abraçando enquanto observávamos, com adoração, nossa pequena obra de arte.
"Mas eu penso que temos algo, além de tudo", ele arreliou. "Nós formamos uma boa equipe."
Eu ri. "Isso soa como uma professora do jardim de infância dizendo aos alunos que o desenho ficou horrível, mas se eles fizeram em equipe, é o que importa."
"Há uma razão para elas dizerem isso", ele rebateu, me fazendo rir. Ele riu também e eu me inclinei para a frente, encarando o sorriso torto, de pedra, do boneco de neve.
"Se parece com o seu sorriso", eu meditei suavemente, sorrindo à semelhança entre os sorrisos tortos dos dois.
"Que super", ele afirmou categoricamente. "Eu pareço uma bola de neve muito grande sem braços"
"Ah!" Eu gritei, me soltando do seu abraço. "Eu sabia que tínhamos esquecido algo!"
Eu agarrei dois galhos que tinham caído de uma grande árvore e os prendi na lateral do corpo do boneco, acenando com a cabeça, em aprovação. "Agora sim, isso é um boneco de neve."
Edward riu, coçando a cabeça, divertido. "Swan, nós formamos um ótimo time."
"Claro que sim, Sr. Masen", eu ri da bola torta, que deveria ser a cabeça. "Claro que sim."
Eu entrelacei nossas mãos, sem nos mover. Eu apenas queria me distrair do fato que em breve estaria me mudando para o seu apartamento. Uma idéia que ainda não havia se registrado em minha mente.
"Nós precisamos discutir a logística", eu murmurei. Eu tinha tantas questões em minha mente, mas ainda não conseguia encontrar as palavras certas para fazê-las e nem mesmo sabia se Edward iria respondê-las.
"Nós podemos fazer isso depois", ele murmurou, me beijando suavemente. "Agora, eu apenas quero pensar que nunca mais terei que passar outra noite longe de você."
Suas palavras já não pareciam como se estivessem em uma contagem regressiva para o apocalipse. Não havia nenhuma ampulheta sobre nossas cabeças, a areia caindo, grão a grão até que não restasse mais nenhum e a bomba estourasse. Era como um começo; algo que poderia estar aqui para ficar. Eu ignorei a idéia dele saindo no meio da noite para combater incêndios e me aconcheguei mais em seus braços.
"Você está ansiosa?" ele perguntou. Eu podia ouvir a apreensão em sua voz e ri suavemente, acenando com a cabeça.
"Sim", eu disse, incapaz de conter minha excitação. "Eu realmente estou."
"Eu estou feliz", ele respondeu com indiferença, mas eu podia, muito bem, ouvir o tremor em sua voz. Eu estava animada com o pensamento de que ele realmente queria que eu estivesse lá com ele, em seu apartamento, como um elemento permanente. Aquilo me dava aquele senso de segurança que eu tanto procurava e eu estava mais entusiasmada do que poderia lhe contar.
"Você sabe", eu disse, passando minhas mãos pelos seus braços, para esquentá-lo. "Toda esta situação me faz lembrar de um poema que eu li na escola", eu disse suavemente. "Do Shel Silverstein."
"É mesmo?" Edward perguntou, com uma entonação clara de quem esperava que eu o recitasse. Eu refleti sobre aquilo por um instante, antes de encarar a parede em intensa concentração.
Deitados ao sol
Teria, Poderia e Deveria
Conversavam sobre as coisas
Que teriam, poderiam e deveriam ter feito
Mas todos os "ias"
Fugiram e se esconderam
Quando o fiz apareceu.
(tradução livre do poema Woulda-Coulda-Shouldas)
"Como isso te faz lembrar da nossa situação?" Edward perguntou, seus olhos brilhando, enquanto tentava conter o riso. Eu lhe uma cotovelada nas costelas, orgulhosa de mim mesma por ter conseguido me lembrar de todo o poema.
"Porque sempre pensamos em fazer as coisas. Nós, humanos, somos seres pensantes. Nós gostamos de contemplar o "e se" e "o que poderia ter acontecido", mas nós nunca realmente agimos para possibilitar o ser."
"Você realmente é uma especialista em língua inglesa", ele brincou, mas com um toque de seriedade. "O que você está dizendo é que estamos agindo de acordo com os nossos pensamentos?"
"Bem, sim." Eu respondi, um pouco confusa com minha explicação. "Com nossos pensamentos, necessidades, desejos. Tudo."
Ele sorriu, me beijando com ainda mais intensidade. "Bem, eu estou feliz por ter deixado meus temores de lado e te perguntado. Se é para te ter em meus braços todas as noites, eu faria isto outras mil vezes."
"O que você teria feito se eu tivesse dito não?" perguntei, curiosa. Uma expressão assustada cruzou sua face antes que ele se recompusesse, encolhendo os ombros.
"Te importunaria até você mudar de idéia."
Eu rolei meus olhos. "Você parece bem confiante de que eu cederia cedo ou tarde."
"Você não pode resistir a mim", ele zombou, voltando ao seu modo confiante. Eu ruborizei, esperando conseguir dar uma resposta inteligente em troca, mas seus lábios tomando os meus acabaram com qualquer pensamento coerente que eu pudesse ter.
Eu passei meus braços em volta do seu pescoço, arfando, de surpresa e choque quando ele me ergueu, prendendo minhas pernas ao redor de sua cintura. Eu fiquei agradecidamente naquela posição, agarrando a gola de sua blusa e fazendo o meu melhor para mantê-lo tão próximo quanto possível. Sua língua percorreu meu lábio inferior e eu lhe dei passagem, um pouco muito afoita, ganhando um sorriso dele e, mais uma vez, fui eu quem quebrei o beijo.
"Muito para controlar?" ele perguntou, ainda convencido. Eu apertei meus lábios, mantendo o aperto ao redor de sua cintura.
"Não. Eu apenas preciso respirar de vez em quando."
Edward riu, passando a mão pelos meus cabelos. "Você se lembrou finalmente. Eu estava achando que teria que te lembrar ou a teria desmaiada em meus braços."
"Eu sou uma pessoa independente", eu rebati. "Eu posso me lembrar de vez em quando."
Ele sorriu seu sorriso torto, me colocando novamente no solo. "Você estaria perdida sem mim."
Oh, o quão certo ele estava.
"O que eu vou fazer em relação a Alice?" Eu lhe perguntei naquela noite, deixando todos os problemas e obstáculos que teríamos que superar virem à superfície.
"Não é como se ela estivesse só", Edward apontou. "Ela tem o Jasper."
Eu suspirei. "Eu sei, mas nós fomos companheiras de quarto por dois anos. Eu me sinto mal dizendo a ela que vou tomar meu rumo."
Edward riu, enlaçando nossas pernas. "Eu tenho certeza que se você falar com ela, vocês se entenderão."
"Eu espero que sim", murmurei, cruzando meus dedos, torcendo para que ela estivesse disposta a morar só ou com Jasper. Eu não sabia o quanto a relação deles tinha progredido, mas se ela não se sentisse confortável, eu não poderia simplesmente abandoná-la.
"E sobre o aluguel?" Eu perguntei. "Você sabe que eu não posso pagar o local você vive. Eu sou apenas um estudante, afinal de contas."
Todos os traços de humor desapareceram rapidamente de sua expressão. "Você acha que eu te faria pagar por alguma coisa?"
Eu me sentei, de modo a poder encará-lo nos olhos. "Eu não me mudarei a menos que você me deixe pagar por algo." Eu corrigi. Eu o vi ficar tenso, enquanto balançava a cabeça negativamente.
"Não", ele disse veementemente. "Você não vai pagar por nada."
"Edward", eu disse, tentando mudar de tática. "Dessa forma você estará pagando por duas pessoas e eu não posso te deixar fazer isso. Apenas... me deixe ajudar."
"Bella, eu te pedi para que fosse morar comigo", ele disse enfaticamente. "Não seria justo."
Eu gemi em frustração. "Mas também não seria justo ter você pagando por tudo. Você não tem exatamente um grande salário."
"Eu vou te dizer algo", ele disse seriamente. "E você vai concordar depois que eu o fizer."
"Você está sendo muito convencido", eu brinquei, cruzando meus braços. "Mas tudo bem, vá em frente."
"Meu pai me deixou mais do que o suficiente para a minha educação, e para manter a mim, e minha mãe, para o resto de nossas vidas."
"Exatamente. Você e sua mãe. Em nenhuma parte nesta equação há uma namorada penetra."
Se possível, sua mandíbula se fechou ainda mais. "Isabella", ele quase rosnou. "Eu tenho mais do que o suficiente para nos sustentar. Não discuta comigo sobre isso."
Eu não estava a ponto de me render, mas estava tarde, eu estava cansada e nós não chegaríamos a nenhum acordo daquela forma.
"Tudo bem", eu disse, rolando na cama de modo a ficar de costas para ele. "Nós podemos voltar a falar sobre isso depois."
Eu fechei meus olhos e permaneci ali, por vários minutos, mas também estava tensa demais para conseguir dormir. Eu sabia que Edward não havia se mexido e continuava me encarando.
"Bella", ele sussurrou finalmente, aproximando-se de meu ouvido. "Não fique irritada."
"Eu não estou irritada." Disse tentando repeli-lo
Ele limpou a garganta antes de me puxar delicadamente pelo ombro, de modo que agora eu me encontrava deitada de costas, olhando para ele. "Você não deveria estar."
Eu suspirei, sabendo que nunca poderia ficar completamente irritada com ele por algo tão estúpido, embora eu continuasse convicta de que eu tinha razão.
"Tudo bem", eu murmurei, me aproximando dele. "Nós conversaremos depois."
"Depois", ele prometeu, beijando minha testa antes de me permitir dormir um pouco.
"Eu não posso acreditar que já estamos em casa", eu disse fazendo uma careta, ao tropeçar na mala que carregava para o carro. Edward suspirou, pegando minha bolsa enquanto abria o porta-malas, jogando tudo lá dentro.
"Eu sei, love", ele disse, saindo do estacionamento. "Mas nós voltaremos algum dia."
"Eu realmente gosto de sua mãe", eu disse, sorrindo ternamente. "Ela é incrível."
"Eu estou surpreso que ela não me chutou avião adentro e te manteve com ela em Chicago, do jeito como ela te elogiava." ele brincou.
Eu mordi meu lábio deixando o silêncio tomar o carro. "O que eu devo dizer para Alice?"
Edward riu, uma reação que ele tinha toda vez que eu trazia o assunto a tona. Eu não conseguia entender o que ele achava engraçado na situação...
"O que é tão engraçado?" perguntei.
"Você verá", ele disse, beijando minha mão. "Agora suba, eu levarei sua mala em um minuto."
"Eu deveria falar com ela agora?" perguntei.
Edward acenou com a cabeça, encolhendo os ombros indiferentemente. "Eu acho que sim. Acabe isso logo."
Eu fiquei desconfiada, mas aceitei, pegando minha bolsa e subindo para o apartamento. Assim que eu entrei, Alice se jogou sobre mim, gritando.
"Você está em casa!" ela gritou, pulando para cima e para baixo. Eu ri, batendo em suas costas, enquanto buscava por ar.
"Olá, Ali."
"Como foi o Natal? Como está a Elizabeth? Onde está o Edward?" ela perguntou tudo de uma vez, dando uma olhada ao redor.
"Alice, acalme-se. O Natal foi ótimo, Elizabeth está bem e Edward está pegando as molas."
"Oh", ela disse antes de se empolgar novamente. "Eu tenho que te contar sobre o meu Natal!"
"Eu quero ouvir tudinho, mas antes, preciso te contar algo." Eu disse, sentindo as minhas mãos tremendo. Ela notou, franzindo a sobrancelha, embora eu tenha percebido um olhar de compreensão atravessando seu rosto.
"Okay."
"." Eu disse rapidamente. Alice fez uma careta, parecendo achar graça.
"Eu não consegui entender nada."
Eu cobri meu rosto com as mãos. "Edward me chamou para morar com ele", eu parei antes de continuar. "E eu disse sim."
"Bella!" Alice disse, voltando a pular. "Isso é fantástico!"
"Mas." Eu comecei, confusa. "E você?"
"O que tem eu?" ela perguntou, encolhendo os ombros como se não fosse nada importante.
"Eu estou abandonando você!" Eu disse, jogando minhas mãos para cima. "Te deixando ao Deus dará, sozinha! Você não terá com quem dividir o apartamento. Você vai..."
"Bella, o Edward já tinha falado comigo."
Eu interrompi minha fala, as mãos paradas sobre a cabeça. "Huh?"
Ela riu ainda mais, com as mãos nas cadeiras. "Bella, o Edward já havia me dito tudo isso."
"Edward já tinha falado com você", eu repeti secamente. "O que ele te contou?"
"Que ele ia te pedir para se mudar para o apartamento dele. Ele pediu minha permissão, Bells."
"E o que você disse?" Eu gritei, deixando meus braços caírem na lateral do corpo. Ela bufou, erguendo uma sobrancelha.
"Você não acha, de verdade, que eu quebraria seu coração e diria não, não é?"
"Eu não sei", resmunguei debilmente. "Você não fez, fez?"
Alice bateu em meu braço, me encarando alegremente. "Não, tolinha! Você está se mudando com ele, eu tinha certeza disto."
Eu a agarrei em um abraço, a esmagando. "Obrigada" Eu ouvi Edward rindo atrás de mim, mas não pude me virar.
"A qualquer hora, Bella. Você quer isto, eu posso ver."
Eu sorri timidamente, a soltando. "Sim, eu quero."
"Eu estou feliz", ouvi Edward dizer atrás de nós. "Isso faz tudo soar ainda melhor."
Eu acenei com a cabeça. "Sim, faz."
"E é por isso", Alice disse, me arrastando em direção ao meu quarto, "que eu comecei a embalar suas coisas para você."
Meu queixo foi praticamente ao chão quando eu vi várias caixas empilhadas, todas devidamente etiquetadas. Eu encarei Alice, sem acreditar. "Sério?"
"Hey, eu precisava de alguma ocupação", ela se defendeu, piscando.
"Obrigada", eu disse, apertando a mão dela. "Você é fantástica."
Alice fez um gesto de indiferença com a mão. "Não levou mais do que um dia. Agora você precisa terminar o resto e então poderá cair fora daqui."
"Whoa", eu disse, retrocedendo. "Quando eu estou me mudando?"
Edward apareceu na entrada do quarto. "Quando você quiser", ele respondeu por Alice. "Eu não quero te impor um prazo."
"Certo", eu disse, sentindo um sorriso se abrir em meu rosto. "Eu estou me mudando."
O sorriso de Edward aumentou ainda mais e quando eu me virei para falar com Alice, eu notei que ela havia ido.
"Jasper vai se mudar para cá", Edward disse baixinho. "Ela ia te contar antes de viajarmos, mas eu a convenci a esperar, para que eu pudesse te pegar de surpresa."
"O que eles fariam se você não tivesse perguntado?" Eu perguntei, mais por curiosidade do que por qualquer outra coisa.
"Não se preocupe, amor. Tudo se ajeitou ao mesmo tempo. Eles já vinham conversando sobre isso a algum tempo e quando eu comentei sobre o que ia fazer, ela me falou sobre essa idéia deles."
"Sonso", eu disse, mordendo meu lábio. "Você é bom."
"Você se mudará antes do fim do recesso?" ele perguntou praticamente implorando. Eu dei uma olhada em tudo o que ainda havia para embalar e apertei a ponta do nariz, diante do mundo de coisas que ainda havia para ser feito.
"Se você me ajudar", eu concordei. Edward cruzou o quarto, pegando uma pilha de livros e os colocando em uma caixa de papelão vazia.
"Bem, pelo o que estamos esperando?" ele perguntou, sorrindo. "Vamos logo com isto."
Surpreendeu-me o quão rápido nós trabalhamos. Em poucos dias todos os meus pertences estavam em caixas, empilhadas no jipe de Emmett, seguindo em diversas viagens para o apartamento de Edward. Eu me sentia estranha dentro daquele quarto praticamente vazio, sem nada além da cama e da cômoda que eu não levaria comigo.
"Você acha que tudo está indo rápido demais?" Eu perguntei a Alice em minha última manhã. Ela me entregou uma xícara de café e se sentou, bagunçando meu cabelo.
"Não", ela disse. "Você está finalmente acertando o passo. Você ficará bem, eu prometo. Viver com Edward será como tudo aquilo que você alguma vez sonhou."
"Você acha?" Eu perguntei cepticamente, agarrando a xícara.
"Sim, eu acho. Você se lembra do último dia antes de virmos para a faculdade?"
Eu pensei para um momento, acenando com a cabeça. "Sim. Nós ficamos em sua casa e não dormimos nada."
Alice riu. "Certo. Mas você se lembra sobre o que conversamos?"
"A vida em Portland?" Eu perguntei, tentando recordar os detalhes. Ela acenou com a cabeça, jogando um pouco de creme em seu café.
"E como quando encontrássemos nossos futuros maridos, não ficaríamos no caminho de nossos sonhos e seríamos encorajadoras."
"Não se trata de ser encorajador", eu disse.
"Eu sei, Bella. Se trata de não ficar no meio daquilo que sonhamos."
"Não", eu disse provocativamente. "É sobre se mover muito rapidamente se isso não for o caminho certo a seguir."
"Bella", Alice disse, abrindo as cortinas e sorrindo ao olhar para fora. "Seu caminho a conduzirá para onde quer que o Edward esteja."
"Falando no diabo", eu disse quando ele entrou no apartamento. "Você acha que eu estou pronta?"
"Se você perguntar isso mais uma vez que seja, eu vou te bater com uma vara", ela ameaçou antes de cumprimentar Edward e pegar uma mala cheia de roupas minhas. "Eu vou levar isso até o carro."
"Olá", eu disse timidamente, me levantando. Ele riu, me beijando suavemente antes de colocar minha xícara na pia.
"Como você está?"
Eu dei uma olhada ao redor do quarto, evitando seus olhos. Eu não sabia por que estava me sentindo tão nervosa. Não era como se eu nunca tivesse passado a noite no apartamento dele antes. A única diferença era que agora era permanente.
"Bem." Eu disse brevemente, tentando repetir para mim mesma, que aquilo não era nada demais, embora eu soubesse que era. Eu não podia admitir, entretanto.
"De verdade?" Eu o ouvi sussurrar e quando eu olhei, ele estava bem mais próximo do que eu pensava.
"Sim", eu disse sinceramente, exalando. "Eu estou."
"Certo", ele disse, esfregando as mãos. "Então vamos nos mexer."
Eu rolei meus olhos e peguei tudo que podia segurar, descendo desajeitadamente até o carro. Eu coloquei as coisas em qualquer espaço disponível e logo a picape estava abarrotada com as minhas coisas. A maioria eu não precisaria levar provavelmente, mas Edward foi inflexível sobre eu levar tudo e que a partir de agora o apartamento era tão meu quanto dele.
"Coloque as coisas em qualquer lugar que você queira", ele disse, abrindo a porta da frente para mim. "Obviamente eu não tenho nenhuma razão lógica para as coisas estarem onde estão e eu tenho bastante espaço vazio."
"Você sabe que as minhas coisas vão bagunçar completamente o seu apartamento, certo?"
"Não, trará alguma vida a ele", ele disse, dando uma olhada desdenhosa ao redor. "É inacreditavelmente frio."
Enquanto eu puxava algumas caixas até o meio da sala, as abrindo, Edward agarrou dois porta-retratos embrulhados em jornal, os fixando na mesinha próximo ao sofá de couro, sorrindo triunfalmente.
"Viu? Perfeito."
Eu não pude evitar notar o quão fora de lugar algumas coisas pareciam, mas Edward não parecia notar. Meus cacarecos alinhados sobre a mesa, meus livros velhos empilhados nas estantes e os meus cadernos e computador colocados sobre uma mesa que Edward tinha arranjado para mim em seu quarto de estudo. Depois de tentar chegar a um acordo com ele sobre numerosas coisas, a maioria das quais eu perdi, nós chegamos ao fim de tudo o que poderíamos fazer naquela noite, e caímos na cama, exaustos.
"Eu estava pensando", Edward disse, mordendo um pedaço de pizza. "Sobre a questão do aluguel."
"Oh?" Eu disse, surpresa por ele ter estado ponderando sobre aquilo.
"E se você está determinada a pagar algo, eu a deixarei pagar."
Eu sorri amplamente. "Certo. Metade."
Edward levantou um dedo, balançando a cabeça. "Ah, Bella. Espere até que eu termine."
Eu cruzei minhas pernas, me inclinando para pegar outra fatia de pizza. Ele parecia confiante no que estava a ponto de propor, mas ao mesmo tempo eu podia ver uma certa hesitação, como se ele não quisesse me chatear.
"Eu a deixarei pagar, depois que você se formar."
Eu levantei da cama, derrubando a garrafa de água sobre a mesa lateral. "Não", respondi secamente, balançando a cabeça. "Não."
"Por que não?" ele perguntou, do meu lado. Seus olhos se estreitaram ligeiramente à minha recusa e seus punhos estavam fechados ao lado do corpo, uma tentativa óbvia de controlar o seu temperamento.
"Porque isso vai acontecer daqui uns dois anos e meio, no mínimo", eu listei. "E quem sabe se nós ainda estaremos juntos até lá!"
As palavras saíram de minha boca antes que eu me pudesse frear e eu as lamentei imediatamente. Sua expressão tornou-se vazia e dura, suas narinas tremulando enquanto ele dava um passo para trás.
"Eu quero dizer... nada está gravado em pedra, Edward", eu disse, tentando me fazer entender. Eu odiava aquela expressão em sua face. Ele estava com raiva, mas ninguém poderia deixar de perceber a mágoa escondida. "Você pode facilmente se cansar de mim depois de uma semana, imagina dois anos."
O silêncio enervante. Desconcertante. Minha cabeça estava doendo e meus olhos ardendo. A fachada forte foi caindo lentamente e eu podia ver a vulnerabilidade lentamente se fazendo presente.
"Bella", ele sussurrou, encarando o chão. Os ombros caídos, me fazendo sentir como se tivesse levado um soco no estômago. "Você realmente acha isto... que nós... podemos não durar?"
Ele estava olhando diretamente para mim agora e eu me encolhi diante da intensidade. Eu sabia o que ele estava perguntando, mas eu achava que nós poderíamos durar por mais de dois anos? Isto era temporário, apenas um passatempo ou realmente algo longo e duradouro?
"Eu te disse logo no início que eu estava nessa", ele disse, como que lendo meus pensamentos, suas palavras cada vez mais altas, enquanto falava. "Não por algumas semanas, Bella, mas pelo tempo que você me quisesse."
"E eu quero você!" Eu disse rapidamente, esperando acabar com qualquer insegurança que ele sentisse sobre isso. "Eu te amo, Edward. Eu apenas..."
Eu sabia que nós teríamos que colocar tudo aquilo para fora de uma vez por todas. Nós tínhamos atingido um marco; um momento decisivo em nossa relação e era a hora dos esqueletos saírem do armário.
"Nós não podemos durar a menos que você confie em mim", eu murmurei, completamente fora do trilho. Ele franziu a sobrancelha, dando um passo pra frente.
"Eu confio", ele prometeu. Eu acenei com a cabeça, querendo desesperadamente fechar o espaço entre nós.
"Eu sei e eu também confio em você."
"Então..." ele parou, fechando os olhos por um rápido momento. "Fale. Fale comigo, Bella. Eu preciso saber. E eu não quero que você dê a mínima para os meus sentimentos ou o que eu vou dizer em resposta. Eu preciso saber."
"Eu tenho medo que você desista", eu disse, tentando encontrar as palavras certas. "Temo que um dia eu chegue em casa e você perceba que não pode lidar com isso, ou que você se machuque em um incêndio, ou que você veja que eu não mereço tudo o que você está me dando..."
"Bella", Edward começou, mas eu o interrompi.
"Eu quero que você veja exatamente no que está se metendo. Isso não está claro, e não é fácil, mas eu acho que nós dois estamos dispostos a tentar. Certo?" Eu alinhavei, esperando com todas as minhas forças que eu não estivesse errada.
"É claro que sim", ele disse, aproveitando minha pausa. "Eu sei no que estou me metendo, Bella. Se há alguém que sempre pensa em tudo, sou eu. E isso não fugiu à regra; eu venho pensando nisso há semanas."
"E você não acha que está apressando as coisas?"
"Eu te amo tanto que chega a doer", ele disse, com a voz quebrada. "Eu não sei o que eu estou fazendo, mas eu estou disposto a tentar. Eu não quero pôr um prazo em nossa relação; Eu quero que isto seja para sempre, mas..."
"Eu sei", eu disse. Ele não precisava explicar mais nada, eu sabia exatamente o que ele estava tentando dizer. "Vamos apenas..."
"Tentar", ele sussurrou, acabando, finalmente com o espaço entre nós, me apertando em seu peito.
Isso era tudo o que eu queria. Não havia nenhuma garantia, mas se houvesse eu sei que eu estaria desejando por algum tipo de inconsistência. O fato de que nem Edward nem eu tínhamos a mínima idéia de onde nossa relação ia dar, de certo modo, me confortava. Não havia nenhum caminho traçado, mas o fato de que nós dois estávamos avançando fazia toda a diferença.
EPOV
Depois que Bella adormeceu, eu saí da cama, pegando o manuscrito que ela tinha me dado e fui para a sala.
Não. A sala não. Nossa sala.
Eu sabia que ela tinha razão quando falou na possibilidade de estarmos indo muito depressa, mas eu não queria olhar para trás. Bella era tudo para mim e a idéia de acordar com ela todas as manhãs era o que me bastava.
Eu dei uma olhada, sorrindo distraidamente ao ver seus numerosos pertences espalhados ao longo do cômodo. Ainda haviam caixas empilhadas em todos os lugares e coisas espalhadas, mas pela primeira vez, a bagunça não me incomodou. Era uma lembrança física do fato de que ela não estava aqui apenas por uma noite, mas por muitas que ainda viriam.
Eu sentei no sofá, colocando meus óculos de leitura, apenas com o livro apoiado em meu colo. Era pesado, como se todas as emoções e pensamentos realmente pesassem alguma coisa, e embora eu a tivesse incomodado por um tempo, eu não poderia encontrar a coragem para abri-lo. Eu estava curioso, mas ainda mais amedrontado com o que encontraria ali. Ela não me dera nenhuma pista a não ser que eu a tinha inspirado naquilo e se eu tinha sido uma de suas influências, eu podia imaginar o que aquelas páginas continham.
Depois de me convencer, finalmente, que o mínimo que eu podia fazer era ler a página de abertura, eu abri a capa e olhei para ele. Ainda não havia nenhum título, mas foram impressos o nome de Bella e uma curta dedicatória.
Para Edward,
Meu muso e inspiração,
Você é a minha vida agora.
Eu te amo e te agradeço.
Bella
Eu tracei cada letra, individualmente, com a ponta dos meus dedos, até estar me coçando de curiosidade para virar a página. Depois de um tempo eu tinha a dedicatória memorizada e, finalmente, virei a página, encarando-a. Era pequena, com a palavra 'prólogo' escrita no topo e eu ri da primeira nota que ela colocara ali. Não é realmente bom, mas você insistiu, então aí está.
Apesar do fato de que eu tinha praticamente a assediado para obter uma cópia, eu estava feliz por ela estar me permitindo ler aquilo. Eu estava dividido entre devorá-lo em uma hora, dessa forma eu saberia no que ela passava a maior parte do seu tempo a trabalhar e compreenderia o mundo imaginativo onde ela morava, só para ter outra visão de sua mente criativa, ou passar uma hora em cada linha para que aquilo durasse para sempre.
Escolhendo um ritmo alternativo, eu examinei as páginas seguintes, antes de retornar para a primeira me obrigando a me concentrar na primeira linha. A emoção, a profundidade e a clareza estavam me atingindo em cheio e eu engoli em seco; eu nunca estivera tão nervoso para ler um livro antes, mas eu sabia que não seria capaz de fechá-lo até que eu tivesse acabado.
Eu terminei a primeira página, já encantado pelo o que Bella estava tentando transmitir. O que ela estava tentando fazer o leitor entender, e a mensagem por trás do óbvio... Eu sabia que ela era talentosa, mas isso a levou a um novo patamar.
Seria uma longa noite.
Oi flores, aí está, mais um capítulo novinho para vocês! A Bella rateou um pouquinho, mas acabou tomando a decisão certa, não? Se bem que se ela dissesse não, o que não faltavam eram pessoas querendo ir no lugar dela ushaushuahsuahsua
Bem, mas a partir do próximo capítulo teremos o começo dos elementos que trarão o drama para a fic... sim, os problemas se aproximam... :( Prometo trazê-lo o mais rápido possível, okay?
Bem, vamos as respostas das reviews que não puderam ser respondidas via e-mail:
Rh: oi flor, somos duas! Festa de família é tudo igual ushauhsuahsuahusha Pois é, a Bella finalmente disse sim e a Alice já sabia de tudo... e que lindo, ela vai morar com o Jasper também! :D bjussss
Isabelly: oi flor, que bom que você está gostando da tradução. A Bronze escreve tão bem, que acaba facilitando e muito o meu trabalho! :D Pois é, só se a Bella fosse muito burra para recusar né? Bjussss
Yara D: oi flor, bem das suas duas curiosidades, a primeira já resolvi, aí está a resposta da Bella, quanto a noite de amor deles, logo logo... prometo! Bjussss
Cris0407: oi flor! Sim, capítulo lindo! Espero que tenha gostado deste também... bjussss
Lalac: oi flor, espero não ter demorado demais ;) bjusss
Elaine: oi flor! Cara ri muito com o 'perder a virtude' ushuahsuahsuahusa nem fala menina... essa Bella tem uma paciência que Deus me livre... vai direto pro céu quando morrer! Ushuahsuahsuahushaus bjussss
Helo Zanon: oi flor! Ushuahsuahsuahsuhausa todo mundo querendo um Edward bombeiro para si ushaushauhsuahsua. Bjusss
Juhh: oi flor, é um prazer traduzir essa fic! Eu é que tenho que agradecer por vocês acompanharem e comentarem sempre! Bjussss
Leeh: oi flor, muito lindo mesmo né? Eu apaixonei com o anel! Quero um desses pra mim também... bjussss
Reviews? Até a próxima flores!
