CAPITULO VINTE E CINCO:
– Simples... Sua fêmea está grávida, Jacob.
O mundo de Leah desabou ao ouvir aquelas palavras.
– Pare de palhaçada, velhote! - rosnou a Clearwater, pegando o velho pelo colarinho da parca. Era óbvio que tudo aquilo não passava de uma piada. Logo ela grávida. Que ridículo. Claro que não. Não podia ser...
– Largue o homem, Leah. - ordenou Jacob, afastando a mulher do pobre senhor.
– Pelo Grande Espírito... - murmurou o homem, assustado. - Controle-se senhorita Clearwater.
– Não até que me diga a verdade! - exclamou a morena, tentando apontar-lhe o dedo na cara mas sendo impedida por seu companheiro.
– Já lhe disse a verdade. - disse o xamã, sério. - Está grávida. Todos os enjoos, a impossibilidade de se transformar e a fragilidade de sua saúde.- falava Kahli.- Carrega o filho do Alpha dentro de si.- completou, fazendo a morena perder o chão e ser amparada por Jacob.
– Mas... mas... é impossível... - murmurava ela, ainda processando a informação.
– Carrega o nosso filho, meu amor. - disse Jacob, abraçando a fêmea apaixonadamente. - Muito obrigado, Kahli. Já pode ir. - falou, recebendo um aceno de cabeça por parte do senhor que logo depois saiu da cabana.
– Isso é um desastre, Jake. - comentou Leah, sentindo as lágrimas se formando em seus olhos. E se eles não ganhassem a guerra? E se tivessem que voltar a viver em vilas? Ou pior, e se perdesse seu Jake? Não poderia criar um filho em meio a uma guerra, muito menos sem um pai.
– Não meu amor, é uma bênção. - disse o Black, segurando a bela face de sua Leah entre as mãos.- Fruto do nosso amor.
– Estamos em guerra Jake. - falou a Clearwater, séria. Era hora de Jacob acordar para a realidade. - E eu provavelmente serei uma péssima mãe... - completou, se afastando dos braços de seu companheiro.
– Será uma mãe maravilhosa. - confortou o moreno, não deixando que as palavras duras de sua fêmea o abalassem. - Até lá, espero que essa guerra já tenha terminado.
A Clearwater lançou ao homem um sorriso triste e sentou-se em seu colchão. Instintivamente sua mão direita percorreu o próprio ventre, o alisando.
– Oi bebê. - murmurou, emocionada. Depois de todo o desespero e preocupação que sentira ao receber a notícia, um calor alojou-se em seu peito. Era o amor. Supremo e sublime. Não importam as condições em que se encontram muito menos como conseguirão lidar com a situação. O que importa é que teria um filho. Um bebê fruto de seu amor com Jacob.
– Oi filho. - sussurrou Jacob, ajoelhando-se de frente à morena e levantando-lhe levemente a blusa para beijar-lhe o ventre.
O gesto de carinho fez com que Leah chorasse ainda mais. Teria uma família. Um de seus mais secretos e profundos desejos.
O Black ergueu o rosto e deparou-se com as lágrimas de felicidade que percorriam a face morena de sua fêmea. Ficou maravilhado com a beleza e vivacidade de sua companheira. Seu coração parecia que ia explodir no peito de tanta felicidade. Teria um bebê com Leah Clearwater. O amor de sua vida. Ou melhor, os amores de sua vida.
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Embry quebrou o beijo exibindo um meio sorriso em seu rosto. A morena em baixo de si ainda respirava com dificuldade e seus olhos permaneciam cerrados.
– Quer que te beije de novo? - perguntou, rouco, provocando a mulher.
Ondas de calor percorriam todas as partes do corpo de Aria e a sensação de estar longe daqueles lábios tentadores foi a de acordar de um maravilhoso sonho. Abriu lentamente os olhos deparando-se com os olhos verdes do Call a encarando. Alguns fios de cabelos caíam displicentes frente àqueles magníficos olhos e a boca estava levemente vermelha. Como poderia estar interessada em um lobo, um selvagem? Além disso era convencido e atrevido!
– Não. - murmurou, sem acreditar em suas próprias palavras. Tinha que sair dali. Ficar o mais longe que conseguisse daquele lobo e suas intenções.
– Está mentindo. - disse o moreno, aproximando novamente sua boca à dela.
– Saia já de cima de mim! - rosnou a morena, visivelmente constrangida.
– Diga, Aria... - pediu o Call, beijando-lhe o pescoço.- Diga o quanto me quer... - provocou, mordendo levemente o pescoço alvo da policial.
Um gemido escapou pelos lábios cheios de Aria mas, mais uma vez, ela recobrou a consciência e aplicou um golpe no moreno, ficando por cima.
– Adoro uma mulher no controle... - comentou, divertido, ao tê-la sentada sobre seu abdomen. Seu membro já pulsava necessitado dentro de seu jeans e não via a hora de tomar aquela mulher de todas as maneiras possíveis.
– Fique longe de mim. - ordenou a mulher, apontando o dedo indicador na face do moreno. Levantou-se bruscamente do calor que emanava do corpo do Call.
– Aonde você vai? - perguntou ele, erguendo uma de suas sobrancelhas. Será que por algum momento ela esqueceu que era uma prisioneira?
– Só exijo que não me toque mais. - respondeu, cruzando os braços em frente aos seios. Queria voltar logo ao acampamento e esquecer do beijo que havia trocado com o selvagem. Era melhor assim. Não foram feitos para se misturarem.
– Como quiser. - disse Embry, se levantando do chão, sério. Se ela queria desse jeito, ótimo. Procuraria alguma mulher disposta a satisfazer seus desejos.
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Na manhã seguinte...
– Leah, precisamos conversar. - pediu Jacob, após a ronda matutina feita por ambos.
Uma preocupação aterrorizante o perseguira desde a noite anterior, quando recebera a notícia de que seria pai. O que lhe tirara o sono durante a noite dizia respeito justamente à segurança de sua fêmea e de seu filho. Como poderia lutar tendo de se preocupar com Leah? Ela estava incapacitada de se transformar e sua vitalidade não estava completa. Seria um risco deixa-la lutar.
– Meu amor, terá que partir para o acampamento das fêmeas grávidas e crianças. - disse o Black, sentindo o peso daquelas palavras. Era demasiado difícil ter de ver a deceção nos olhos esmeralda de Leah.
– Jake, do que está falando? - perguntou a Clearwater, engolindo em seco. Já havia deixado claro que lutaria nessa guerra. - Já sabe muito bem minha posição a respeito da guerra.
– Mas as circunstâncias mudaram, Leah. - respondeu o Black, sério. - Agora carrega uma criança dentro de si. Tem que pensar em ambas ao tomar suas decisões.
– E continuo a dizer que lutarei! - exclamou a morena, sentindo o gosto amargo da deceção em sua boca. Jacob estava sendo irracional, super-protetor. Não estava ligando para os sentimentos e desejos de sua própria companheira.
– Mesmo que isso cause a morte do nosso filho?! - rebateu Jake, igualmente furioso. - Está sendo inflexível e insensata!
– Me peça tudo Jacob. - disse a Clearwater, sentindo as lágrimas a se formarem em seus olhos. Malditos hormônios.- Mas não me peça para abandonar minha causa.- completou, antes de virar-lhe as costas e caminhar em direção a cabana de ambos.
Leah soltou uma breve exclamação ao sentir uma picada no lado direito de suas costas.
– Desculpe meu amor. - murmurou Jake, antes que a morena o olhasse, zonza, e desfalecesse em seus braços.- É para seu próprio bem.
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Era de noite quando a Clearwater acordou, assutada, sendo amparada pela prima.
– Acalme-se, Leah. - pediu Emily, segurando a mão da morena.
Leah pousou o olhar sobre sua prima e a raiva de tudo que ocorrera explodiu dentro de si.
– Não acredito que ele fez isso comigo! - exclamou Leah, se esquivando do toque acolhedor de sua prima e se erguendo bruscamente do chão. - Ele não tinha esse direito!
– Lee, tente entender... - suplicou Emily, preocupada com o estado da prima. - Você está grávida. Precisa repousar e cuidar de si mesma, para o bem de seu filho.
– Eu não pedi por nada disso! - blasfemou, mas logo depois se arrependeu do que acabara de dizer.
– Leah Clearwater, nunca mais diga uma asneira dessas! - ralhou a Uley, pousando as mãos nos quadris.- Ter um filho é algo divino e puro.
– Me desculpe, Em. - disse Leah, sentando-se novamente no colchão. - Não pretendia dizer tal coisa. Mas é que... estou tão irritada...
– É compreensível, querida. - falou a morena, acariciando a mão da Clearwater. - Você tinha um desejo de lutar por um ideal que foi posto de lado devido a sua condição.
– Minha condição não impede que eu lute. - comentou Leah, fechando os olhos exausta.
– Não, não impede. - disse Emily, ainda acariciando a prima, que agora deitara no colchão de olhos fechados. - Mas pode ser fatal para a sobrevivência do bebê.
Por mais que doesse admitir, Jake e Emily estavam certos sobre a saúde do bebê. Ele deveria ser o centro das atenções da morena de agora em diante. Deveria. Não seria ela que assentiria passiva a tudo o que seu companheiro e prima desejavam para ela. Não mesmo. Uma hora ou outra conseguiria escapar das vistas de Emily e esgueirar-se até Washington. Era demasiado egoísta para deixar de lutar pela condição imposta a ela.
Não estava preparada para ter um filho.
Mais uma vez o pavor de ter uma outra vida em suas mãos fez com que seu corpo tremesse.
Deixou que a canção de ninar que Emily cantarolava embalasse seu sono, e a levasse para longe de toda aquela frustração e medo.
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– Meu irmãos e irmãs, é chegada à hora de nos mover em direção à nosso objetivo. - entonou Jacob, interrompendo o jantar de todos do grupo.- Amanhã levantaremos acampamento assim como os outros grupos e rumaremos até Washington para enfim exigirmos nossos direitos perante Edward Cullen.- completou, fazendo com que uivos ecoassem pela clareira.
– Manteremos contato com os membros das vilas das demais regiões.- esclareceu Embry, antes de afastar-se do grupo junto ao Black.
– Provavelmente reuniremos todos os lobos em um prazo de três meses. - murmurou Jake, para que somente o Call escutasse.
– Está enganado se acha que o Cullen não fará nada até lá.- comentou Embry, preocupado.
– Existe uma área perto da usina de tecelagem de Washington que os radares que nos caçam perdem o sinal. É para lá que devemos ir e ficar. - disse o moreno, pousando a mão direita sobre o ombro do amigo.
– E quanto as bombas e tropas enviadas? - perguntou Embry.
– Os outros grupos darão um jeito de chegarem sem serem notados.- respondeu Jacob, sério. - Eles se manterão em movimento, assim como nós.
– Devo admitir, meu amigo. - dizia o Call. - Essa sua resposta não traz nenhum sossego a meu âmago.
– Seguiremos conforme nossos instintos. - falou o Black, por fim. - E que Kaheleha esteja conosco.
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Duas semanas se passaram desde o incidente na cabana de Paul. Duas semanas sem observar, mesmo que de longe, as magníficas íris cinzentas do lobo.
Bella bufou ao terminar de trançar o cabelo de Emily. Ambas estavam na cabana da Uley e em breve Leah chegaria para fazer companhia à prima.
Quando soube que Leah chegara ao acampamento, sentiu-se enjoada. O que a fêmea pensaria dela depois de tudo que aprontara na casa de nº 58? Preferiu não cruzar seu caminho com o dela e durante as refeições limitava-se a conversar com outros lobos e a não procurar pela morena. Mas depois de uma semana tendo agido evasivamente, sentiu uma urgência dentro de si para mudar de postura. A nova Bella não se encolhia diante das dificuldades muito menos escondia-se atrás de seus erros. Diante dessa iniciativa, procurou a loba.
Ao chegar na tenda da Clearwater, deparou-se com a loba a chorar. Ela parecia tão frágil e desamparada. Em nada parecia com a loba forte e mandona que uma vez conhecera. Suspirou pesadamente antes de se aproximar da mulher e acariciar-lhe os cabelos soltos. Leah lançou a ela um olhar confuso e intimidador mas a Swan permaneceu a acariciar-lhe os cabelos. Um soluço escapou dos lábios da morena antes que ela confessa que estava grávida e que fora obrigada a afastar-se de Jacob. O coração de Bella encheu-se de tristeza ao ver a fêmea naquele estado. Antes de dizer-lhe algo que confortasse seu estado, Bella lhe pediu desculpas por tudo de mal que havia feito e Leah apenas assentiu, enquanto fechava os olhos e aceitava o carinho.
– Que dia infernal. - resmungou a Clearwater, entrando na cabana com os cabelos levemente úmidos. A chuva não dava trégua a dois dias, o que gerava um desconforto e impaciência em todas as mulheres e crianças do grupo.
– Bella, está na hora de contar a Leah. - disse Emily, sorrindo.
– Contar o quê? - perguntou a morena, visivelmente curiosa. Não que ela quisesse saber de algo pessoal da humana. Agora que ela e a Swan se suportavam não queria dizer que eram amigas.
– Estive com Paul. - murmurou Isabella, corando levemente.
– Esteve... esteve... - balbuciou Leah, sem acreditar no que acabara de ouvir. Quer dizer então que a santinha não era tão santa assim.
– Exatamente. - disse a Uley, evitando que as palavras da prima constrangessem ainda mais a humana.
– E...? - perguntou a Clearwater
– Paul disse em seguida que se arrependera. - falou a Swan, fitando o chão. O fato era vergonhoso demais para que pudesse encara-las nos olhos enquanto falava.
– Comeu e não gostou. - soltou Leah, fazendo com que Bella lançasse a ela um olhar ressentido.
– Leah Clearwater! - rosnou Emily, furiosa.
– Estou brincando, Isabella. - comentou a morena, mordendo o lábio inferior. Não era hora de tentar amenizar o clima. Era hora de confortar a humana, mesmo que isso lhe custasse fechar a boca.– Mas a verdade é que Paul é um homem e homens são idiotas.- completou, como se fosse uma verdade suprema.
– Obrigada pelas palavras sábias, Leah. - disse a Uley, irônica. A gravidez realmente afetara o estado de espírito de sua prima, pensou Leah, contendo um riso.
– Não Emily... - murmurou Bella, chorosa. - A Leah está certa. Paul nunca esteve interessado. Todas as vezes fui eu que forcei nossa aproximação.
– Não diga besteira Swan. - ralhou a Clearwater, se aproximando da humana. - Quando um não quer dois não fazem. - falava, antes de abraçar Isabella. - Além disso, todas nós podemos ver o quanto o lobo está diferente.
– Ele também está sofrendo, Bella. - comentou a Uley, segurando a mão da humana.
– Por favor, esqueçam isso. - pediu Isabella, com raiva por estar chorando novamente. - Não quero mais ouvir falar nele. Acabou.- dizia, soluçando.- Meu coração não suportará outra perda caso ele não queira nada comigo. É melhor que nós sigamos caminhos diferentes. - concluiu, afastando-se das fêmeas.
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– Gostaria que os senhores me informassem o porque da demora. - ordenou Edward, sentando-se novamente em sua espaçosa cadeira na sala da cúpula. - Achei que tivesse sido suficientemente claro ao ordenar que bombas e explosivos fossem atirados sobre as áreas dos acampamentos.
– Meu senhor, os lobos não estão mais fixos. - murmurou um dos generais, engolindo em seco.
– Então rastreie-os! - rosnou o ruivo, passando a mão direita nervosamente pelos cabelos.
– Já o fizemos meu senhor. - respondeu outro, mais confiante do que o general anterior.
– Bom, então o que estão esperando?
– Meu senhor, ao que tudo indica os lupinos estão marchando em direção à Washington.- respondeu o guarda.
Por um momento Edward refletiu sobre a dada informação. O que seria mais favorável? Ataca-los ainda em focos ou ataca-los de uma vez só com todo seu poderio bélico? A segunda hipótese pareceu-lhe bem mais atraente. Aproveitar-se da fraqueza dos lobos, que estariam exaustos de rumarem até ele.
– Excelente. - murmurou o Cullen, com um sorriso maquiavélico na face.
– Quais são as ordens meu senhor? - perguntou um dos policiais.
– Aguardar. - respondeu o ruivo. - Veremos o que os lobos estão planejando.
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Os pés de Aria protestavam em continuar a se mover pelo chão terroso. Há semanas que o grupo de lobos em que era prisioneira se movimentava em direção a Washington. Vibrou internamente ao arquitetar uma forma de escapar. As circunstâncias eram perfeitas.
Observou Jacob Black erguer a mão e sinalizar a todo o grupo que eles parassem de andar.
– Amanhã chegaremos ao nosso destino. É melhor que descansemos.
O grupo assentiu silenciosamente e começaram a erguer suas barracas. O sol já estava se pondo e a brisa noturna acariciava os rostos suados e cansados.
Embry deu de ombros enquanto erguia a barraca ao inquisitivo olhar da policial. Não falavam mais do que o necessário um com o outro e para ele, já era mais que suficiente.
A humana observou o lobo erguer a barraca em poucos minutos e, ao terminar, apressou-se a entrar. Seus músculos protestavam ao agachar-se no chão da cabana. Retirou seu saco de dormir da mochila e o estendeu no chão.
– O jantar será servido em meia-hora. - comentou o moreno, ao enfiar a cabeça para dentro da barraca.
– Tá. - murmurou Aria, nem se dignando a olha-lo nos olhos.
Desde que ela e o lobo haviam se beijado forçou-se a permanecer o mais longe possível dele. A coragem de encara-lo nos olhos e percorrer o corpo forte e musculoso com o olhar sumira. Sabia muito bem que estava sendo covarde em não dispor-se a enxergar os arrepios que percorriam sua pele toda vez que o macho se encontrava próximo a ela, assim como as borboletas estúpidas que revoavam em seu estômago ao escutar a voz rouca e extremamente sexy.
Bufou Irritada, retirando o casaco preto e suado de seu corpo. Deitou sobre o saco de dormir e fechou os olhos. Seu corpo relaxou-se instantaneamente, e, sem perceber, pegou no sono.
Quando acordou, tudo ainda estava escuro. Xingou-se mentalmente por ter dormido e perdido o jantar. Agora permaneceria a noite toda com o estômago roncando. Esqueceu-se por alguns instantes da fome e percorreu a cabana com os olhos. O corpo grande de Embry parecia não estar em canto algum. Ergueu-se do saco de dormir e saiu da cabana. O que teria acontecido ao lupino?
As estrelas e a lua iluminavam o acampamento escuro e silencioso.
– Embry? - sussurrou, a fim de tentar encontra-lo. Continuou a andar silenciosamente em meio a barracas. Ouviu um barulho um tanto quanto peculiar vindo de uma das barracas e teve que conter uma exclamação.
O Call, em toda a sua glória, estocava fundo no interior de uma mulher enquanto a mesma gemia loucamente. Seu bumbum firme e redondo com movimentos precisos enquanto os lábios levemente carnudos lambiam e mordiscavam um dos seios da mulher.
Um calor incontrolável instalou-se no baixo-ventre de Aria e seu sexo pulsou em protesto.
Continua...
N/A: Olá amadas leitoras ! Vim posar mias um capitulo para voces. Não achei justo deixa-las a ver navios quando quem tem que lidar com os problemas sou eu...enfim...espero que tenham gostado e entendido a Lee Lee ter reagido dessa forma. E o que foi embry nesse final? Mega hot.
Beijos,
Gabi
N/B: Nossa essa última cena deixou o desejo de eu ser a mulher por baixo de Embry. Temos de admitir que o Embry da nossa Gabii é bem gatinho né? E aquela reação da Leah sobre o bebê foi compreensível não? Eu pelo menos achei que tinha sido. E o que o Edward vai aprontar agora que os lobos lhe vão cair directamente nas mãos? Sugestões? Deixem comentário. X-O,J.
