Capítulo 24 – Malfoymania
O calor do momento impediu-os de ouvir passos se aproximando
- Pelas barbas de Merlin, mas o que é isso?! – Exclamou uma voz masculina.
Os dois se separaram prontamente.
- OMM, fudeu! – Exclamou Gina.
Como a parte de cima da roupa de Gina estava em algum canto da sala, Harry colocou-se na frente dela para não expô-la.
- Pro-pro-professor, na-na-na ver-ver-verdade – Harry tentou se explicar (N/A: Dá pra fazer um funk com isso [acreditem, eu coloquei uma batida e cantei isso /z]).
- Harry, nem tenta – Sussurrou Gina ao ouvido dele. (N/S: se tivesse uma cena dessa no filme, até o Radcliffe se derretia com a voz da Bonnie no ouvido)
- Acho que nesse caso, Harry, uma imagem vale mais que mil palavras – Disse Dumbledore serenamente – Bom, eu vim aqui para verificar se você tinha conseguido a lembrança, mas vejo que está ocupado. Por favor, continuem, não era a minha intenção atrapalhar.
O silêncio pairou na sala enquanto o diretor saia dela calmo e assoviando. (N/S: considerando o estado da Ginny, me pergunto se ele não estava assoviando "fiu fiu!" xD)
- Às vezes eu tenho medo do Dumbledore – Confessou Gina saindo detrás de Harry para procurar sua roupa.
- Pelo menos ele não nos puniu – Disse Harry.
- Ainda bem. Imagine a cara da mamãe se soubesse? Nós íamos receber um berrador de arrasar.
- Verdade. Me dá um arrepio só de pensar.
- Isso mesmo. E Harry, o mais estranho foi que quando Dumbledore nos pegou e até depois, quando falou com a gente, ele tinha um ar de... satisfação.
- Satisfação?
- É. Parecia que estava feliz com isso. (N/V: Ele é feliz, fazer oqe?).
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- Feliz aniversário, Rony - Disse Harry, quando eles acordaram no dia primeiro de março enquanto Simas e Dino se levantavam ruidosamente para o café da manhã – Tenho um presente.
Ele jogou um pacote para a cama de Rony onde apareceu uma pilha pequena deles que, Harry assumiu, foram entregues à noite por elfos.
- Coragem - Disse Ron. Quando ele arrancava o papel, Harry saiu da cama, abriu a própria mala e começou a procurar o Mapa do Maroto que ele escondeu depois de tanto uso. Ele tirou vários de seus pertences e remexeu suas meias nas quais ele ainda estava mantendo a garrafa de sua poção de sorte, Felix Felicis.
- Certo – Ele murmurou, levando o mapa de volta para cama com ele, batendo e murmurando - Juro solenemente que não vou fazer nada de bom - De modo que Neville, que estava passando próximo à cama dele na hora, não ouvisse.
- Legal, Harry! - Disse Rony entusiasmado, mexendo no par novo de luvas de goleiro de quadribol que Harry tinha lhe dado.
- Sem problemas - Disse Harry distraidamente, enquanto ele procurava o dormitório da Sonserina para localizar Malfoy - Eh... eu não acho que ele esteja mesmo na cama dele...
Rony não respondeu; ele estava muito ocupado desembrulhando presentes e soltava uma exclamação de prazer de vez em quando.
- Sério, este foi um bom ano! - Ele anunciou, mostrando um relógio de ouro pesado com símbolos estranhos ao redor e estrelas minúsculas se movendo em vez de ponteiros - Veja o que mamãe e papai me deram! Eu quero ver o que ganharei quando fizer aniversário ano que vem...
- Calma - Murmurou Harry, olhando o relógio antes de verificar mais de perto o mapa. Onde Malfoy estava? Ele não parecia estar à mesa da Sonserina no Salão Principal, tomando o café da manhã... Ele não estava em nenhuma parte perto de Snape que estava sentando na sala dele... Ele não estava em quaisquer dos banheiros ou na ala hospitalar...
- Quer um? - Rony disse com voz abafada, oferecendo uma caixa de caldeirão de chocolate.
- Não obrigado - Disse Harry, observando - Malfoy saiu novamente!
- Não pode ter feito isso - Disse Rony, enchendo a boca com o segundo caldeirão, deslizando para fora da cama para se vestir - Vem. Se você não se apressar terá de aparatar de estômago vazio... Poderia fazer isto mais fácil, eu suponho...
Rony olhou pensativamente a caixa de caldeirões de chocolate, então encolheu os ombros e se serviu de um terceiro.
- Pronto? - Harry disse para Rony.
Ele estava a meio caminho da porta do dormitório quando percebeu que Rony não tinha se movido, mas estava apoiado na cama, fitando o lado de fora da janela molhada de chuva com um estranho olhar desfocado no rosto.
- Ron? O café da manhã.
- Eu não tenho fome, '
Harry olhou para ele.
- Você não disse...?
- Bem, certo, eu irei com você - Suspirou Rony -, mas eu não quero comer.
Harry o olhou, desconfiado.
- Você comeu somente meia caixa de caldeirão de chocolate, não foi?
- Não, é que... - Rony suspirou novamente - Você... você não entenderia.
- Serei imparcial - Disse Harry, embora contrariamente, ele se virou para abrir a porta.
- Harry! - Disse Rony de repente.
- O que?
- Harry, eu não posso fazer isto!
- Você não pode fazer isso que? - Perguntou Harry, agora começando, definitivamente, a se sentir alarmado. Rony estava bastante pálido e parecia doente.
- Eu não posso deixar de pensar nela! - Disse Rony asperamente.
O queixo de Harry caiu. Ele não tinha esperado isto e, seguramente, ele não queria ouvir isto. Eles podiam ser amigos, mas se Ron começasse chamando Lilá de Lili, ele sairia correndo escada abaixo.
- Por que não a procura no café da manhã? - Harry perguntou tentando injetar uma nota de bom senso na conversa.
- Eu não penso que ela saiba que eu exista - Disse Ron com um gesto desesperado.
- Ela definitivamente sabe que você existe - disse Harry, confuso - Ela tem ficado com você, não tem?
Rony piscou.
- Sobre quem você está falando?
- Sobre quem você está falando? - Disse Harry, com uma sensação crescente de que toda a razão tinha escapado da conversa.
Por fim, ele descobriu que Rony estava falando era de Romilda Vane.
- Eu acho, Harry, eu acho que eu a amo - Disse Rony numa voz.
Harry insistiu em isso ser uma piada, mas Rony se irritou com ele por causa disso. O ruivo ficou tão bravo que até o acertou um soco em sua orelha direita. Para pare-lo, o garoto teve que azara-lo com um Levicorpus, fazendo-o ficar suspenso no ar de cabeça para baixo.
E então Harry viu a caixa aberta na cama de Rony e a verdade o atingiu com a força do bastão de um trasgo...
- Onde você conseguiu esses caldeirões de chocolate?
- Eles foram um presente de aniversário! - Gritou Rony, remexendo lentamente no ar lutando para se pôr livre - Eu lhe ofereci um, não foi?
- Você só os apanhou do chão, não é?
- Eles tinham caído na minha cama, certo? Me deixe ir!
- Eles não caíram na sua cama, você encontrou, você não entende? Eles eram meus, eu os atirei para fora do meu malão quando eu estava procurando o mapa. Eles são os caldeirões de chocolate que Romilda me deu antes de Natal e eles estão cheios de poção do amor!
Mas somente uma palavra disto parecia ter sido registrada por Rony
- Romilda? - Ele repetiu - Você disse Romilda? Harry, você a conhece? Você pode me apresentar?
Harry encarou Rony vacilando, o rosto agora parecia tremendamente esperançoso e lutou com uma forte vontade de rir. Uma parte dele, a parte da orelha direita que ainda pulsava, tinha um forte desejo de soltar Ron e assistir até os efeitos da poção passar... Mas por outro lado, eles eram amigos, Rony não tinha sido ele mesmo quando o atacou e Harry, pensou que ele mereceria outro soco se ele permitisse que Rony declarasse amor eterno para Romilda Vane.
- Sim, eu o apresentarei - Disse Harry, pensando rapidamente - Eu vou te soltar agora, ok?
Ele deixou Rony se chocar contra o chão (a orelha dele doía ainda), mas Rony simplesmente saltou novamente aos pés dele e sorriu.
- Ela estará no escritório de Slughorn - Harry disse confiante, abrindo à porta.
- Por que ela estará lá? - Perguntou ansiosamente Rony e se apressando a sair.
- Oh, ela tem lições de Poções extras com ele - Disse Harry inventando rapidamente.
- Talvez eu possa perguntar se eu posso tê-las com ela? - Disse Rony ansioso.
- Grande idéia - Disse Harry. Lilá estava esperando ao lado do buraco do retrato, uma complicação que Harry não tinha previsto.
Mas ao contrário do que esperava, Rony simplesmente ignorou-a. Eles seguiram para a sala do professor Slughorn, deixando uma Lilá arrasada para trás.
Chegando lá, Harry explicou a situação para Slughorn, que o ajudou prontamente. Para comemorar o aniversário de Rony, o professor abriu uma garrafa de hidromel e serviu uma taça para cada um.
Bem, um feliz aniversário, Ralph - Disse o professor Slughorn.
- Rony - Sussurrou Harry.
Mas Rony que não aparecia estar escutando ao brinde já tinha lançado a bebida na boca dele e tinha bebido tudo.
Houve um segundo, dificilmente mais que uma batida do coração em qual Harry soube que havia algo terrivelmente errado e Slughorn, parecia não notar.
- E que você possa ter muitos outros...
- Rony!
Rony tinha derrubado o copo dele; subido na poltrona e, então, apertado os braços dela incontrolavelmente. Uma espuma estava pingando da boca e os olhos estavam inchando das nas órbitas.
- Professor! - Harry berrou - Faça algo!
Mas Slughorn parecia paralisado pelo choque. Rony crispou e sufocou: a pele dele estava ficando azul.
- O que, mas... - Gaguejou Slughorn.
Harry deixou o copo em cima de uma mesa baixa e correu para o kit de poção aberto de Slughorn e tirou jarros e bolsas, enquanto o som terrível de Rony gargarejando sem respiração encheu o quarto. Então ele achou, a pedra extraída do rim de cobra que Slughorn tinha pegado dele na aula de Poções.
Ele voltou para o lado de Rony, abrindo a mandíbula dele e empurrando o bezoar na boca dele. Rony deu um grande tremor, uma sacudidela e o corpo dele ficou flácido e calmo.
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- Tipo, então quer dizer que meio irmão tomou uma poção do amor feita pela Vane e ficou falando que nem idiota que a amava? Eu tiraria muito sarro dele se o resultado disso não fosse aquele hidromel sinistro o fazendo desmaiar – Disse Gina após ela, Harry e Hermione deixarem a ala hospitalar, onde Rony repousava.
- É tudo muito estranho... – Falou Hermione – Antes Kátia, depois Rony...
- Bem, vejam uma coisa, ambos deviam ter sido fatais e não foram, embora isso tenha sido pura sorte. E por outro lado, nem o veneno nem o colar parecem ter alcançado a pessoa que supostamente deveria ser morta. Claro – A ruiva acrescentou pensativa -, isso faz da pessoa por detrás deste até mais perigoso de um certo modo, porque eles não parecem se importar com quantas pessoas serão liquidadas até realmente alcançarem sua vítima.
Harry fez uma cara pensativa. Ficara sabendo por Hagrid que Dumbledore havia discutido com Snape. Apesar de tudo que ele dissera a Harry, apesar dele insistir que ele confiava em Snape completamente, ele perdeu a paciência com ele... Ele não achou que Snape tivesse sido duro suficiente para investigar os sonserinos... ou, talvez, investigar um único sonserino: Malfoy?
Será que era porque Dumbledore não queria que Harry fizesse qualquer coisa tola, que agisse por suas próprias mãos, que ele fingiu que não existia nada nas suspeitas de Harry? Parecia provável. Poderia ser que Dumbledore não quisesse que nada distraísse Harry de suas lições, ou de obter aquela memória de Slughorn. Talvez Dumbledore não achava certo confiar suas suspeitas sobre seu pessoal para um garoto de dezesseis anos...
- Você está aí, Potter!
Harry ficou em pé num salto, assim como Gina e Hermione, sua varinha preparada. Harry estava completamente seguro que o Salão Comunal estava vazio, exceto por eles três; ele não estava de maneira nenhuma preparado para que uma figura grosseira levantasse de repente de uma cadeira distante. Um olhar mais próximo o mostrou que era Córmaco McLaggen.
- Eu tenho esperado você voltar - Disse McLaggen, desconsiderando a varinha de Harry - Devo ter adormecido. Olhe, eu os vi levando o Weasley até a ala hospitalar mais cedo. Não pareceu que ele recuperaria até a partida da semana que vem.
Harry levou alguns segundos até perceber sobre o que McLaggen estava conversando.
- Oh... certo... Quadribol - Ele disse, pondo sua varinha atrás no cinto de sua calça jeans e passando uma mão cansadamente por seu cabelo - Sim... ele não poderá jogar.
- Bem, então, eu jogarei de goleiro, não? - Disse McLaggen.
Gina bufou atrás de Harry, como se estivesse indignada.
- Sim - Disse Harry - Sim, eu suponho...
Ele não podia pensar em nenhum argumento contra isto; afinal, McLaggen apresentou-se certamente como o segundo melhor nos testes.
- Excelente - Disse McLaggen com uma voz satisfeita. Então, quando é o treino?
- O que? Oh... haverá um amanhã à noite.
- Bom. Escute, Potter, nós deveríamos conversar antes do treino. Eu tenho algumas idéias de estratégias que você poderia achar útil.
- Certo - Disse Harry sem entusiasmo - Bem, eu ouvirei elas amanhã, então. Veja bem, agora já está tarde...
- Tudo bem, então. Te vejo depois, Potter.
McLaggen subiu as escadas do dormitório com um sorriso vitorioso no rosto.
- Ainda bem que você se livrou logo desse cara, Mione – Disse Gina – Sujeito mais arrogante! Não sei como vou aguenta-lo nos treinos!
- Eu também não sei, Gi – Confessou Harry.
- Bem, o importante é seguir em frente, que atrás vem gente! – Disse Hermione.
- Hermione... Quer dizer, tipo... hã? (N/S: hã?[2])
- Sei lá, deu vontade de falar isso.
- Vou ignorar esse comentário – Disse Gina – Boa noite, Mi. Boa Noite, Capitão – Ela se aproximou e deu um selinho em Harry – E não leve em duplo sentido o "Capitão", Mione.
Hermione olhou incrédula para Gina, que subiu as escadas calmamente.
- Ué, mas eu não disse nada! – Exclamou indignada.
- Mas pensou... – Insinuou Harry.
- Ok, pensei, confesso. O que me intriga é saber porque ela te chama de capitão, no sentido malicioso da coisa.
- Er... Eu não gosto de falar dessas coisas, Mione
- Ah, vai, Harry! Eu não conto pra ninguém, juro!
- Tudo bem, eu conto – Ele respirou fundo – Os casais costumam ter "fantasias". Uma vez, entrando na Sala Precisa, encontramos duas fantasias: uma de capitão e outra de marinheira. Tudo meio que uma fantasia minha. (N/A: Visualizem Harry e Gina com essas roupas... EORII /z). (N/S: Mari, você é peeerva!)
Hermione foi ficando vermelha até que não aguentou e gargalhou. (N/V: Cara, imagina a cena! Que bosta /z Se bem que eu queria esse capitão pra eo (66')
- Por isso que eu guardo minhas fantasias para mim mesmo.
- Ah, Harry, pelos calções folgados de Merlin (N/V: Eurio com isso x_x'). Eu só tento vizualizar a cena.
- Nem tenta, Mione, nem tenta...
- Essa foi a melhor. Eu nunca mais vou poder olhar pra vocês sem imagina-los com essas fantasias!
- Não! Não! Olha, a Gina não pode saber que eu te contei, senão amanhã ela não vai querer se vestir se Sakura e...
- Sakura?! Do Naruto?! Harry, você assiste Naruto?! Não, depois dessa eu vou dormir. (N/S: temos um erro cronológico aqui?! Desde quando naruto é dessa época?!)(N/A: Eu sei, mas Naruto foi o único desenho que veio na minha cabeça na hora vv).
Hermione subiu as escadas chorando de tanto rir. Harry permaneceu atônito em sua poltrona. Ele afundou a cabeça em suas mãos e falou com a voz abafada:
- Eu e minha boca grande. Se a Gina descobrir, eu estou morto!
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A notícia de que Rony tinha sido envenenado espalhou-se rapidamente no dia seguinte, mas não causou a surpresa que o ataque de Katie causou. As pessoas pareceram pensar que poderia ter sido um acidente, supondo que ele estava na sala do mestre de poções no momento, e que, como ele recebeu o antídoto imediatamente, não houve nenhum dano real. Na realidade, o Grifinórios realmente estavam muito mais interessados na próxima partida de Quadribol contra Lufa-Lufa, muitos deles queriam ver Zacarias Smith, atacante do time da Lufa-Lufa, castigado corretamente pelo seu comentário durante a partida de abertura contra Sonserina.
Harry, porém, nunca esteve tão desinteressado em Quadribol; Ele estava rapidamente ficando obcecado com Draco Malfoy, para desespero de Gina.
- Ah, não! De novo, não, Harry! Me dá esse mapa aqui! – Disse Gina já vermelha de raiva, tomando o Mapa do Maroto da mão do namorado – Pelo amor de Deus, Harry, isso já está ficando fora de controle!
- Gi, você não entende? O Malfoy pode estar tramando algo! – Rebateu Harry.
- Claro que entendo, Harry! Só que você está ficando obcecado!
Gina bufou e pôs seus livros que estavam em cima da mesa da biblioteca na mochila.
- Ei, aonde você vai? – Perguntou Harry.
- Para algum lugar onde eu não tenha que o ver espiando seu "namoradinho".
Harry viu Gina se afastar e ao vê-la sair da biblioteca, decidiu correr atrás dela.
- Hey, Gina, espera! – Ela ignorou-o completamente – Vai, Gi, não fica brava comigo! – Ela continuou ignorando-o – Ruiva, não se faz de difícil!
Gina parou de andar assim que ouviu a última frase. Virou-se para ele e falou:
- Eu estou me fazendo de difícil? Harry, você nem liga mais pra mim, só fica enfiado na merda desse mapa!
- Eu não ligo pra você?! Mas é claro que eu ligo pra você!
- Ah, é? Então, bom... Quantas vezes eu falei Amor na conversa?
-Huum... sete? - Chutou Harry
- Não.
- Cinco?
- Nem perto.
- Cem?
- TA VENDO, HARRY? EU NUM FALEI NENHUM AMOR NA CONVERSA.
- Mas, Gi, como é que eu ia saber?
- Ai, tchau! (N/A: Estressada oO') – Disse, saindo da Biblioteca, com pressa e raiva. (N/V – Concordo.)
- GI! CARALHO, ME ESCUTA! EU LÁ TENHO CULPA SE O MALFOY PODE ESTAR POR AÍ, TRAMANDO MAIS UMA E VOCÊ NEM COLABORA? – Harry berrou, fazendo a namorada se virar, com os olhos lacrimejando, ao ouvir a ultima frase.
- COMO É QUE É? – Perguntou, se esforçando para não pular em cima do namorado.
- Gi? Que foi? – A essa altura, todos olhavam para eles e até madame Pince, que já teria expulsado os dois da biblioteca há algum tempo, havia parado o trabalho para ouvir.
- COMO ASSIM, O QUE FOI, HARRY? EU SOU A PESSOA QUE MAIS TE APOIA, MAIS TE AJUDA, E VOCÊ VEM FALAR ISSO PARA MIM? – Nessa hora, as lagrimas já deslizavam pelo rosto da garota. – SE MANCA, GAROTO! – E, dizendo isso, saiu correndo.
Harry, percebendo [N/V-FINALMENTE] o que falara, bateu na testa com a mão e gritou.
- GI! ESPERA! EU SOU UM IDIOTA MESMO! DESCULPA MEU AMOR! POR FAVOR, VOLTAA!
- Claro, Harry, você tem razão... VOCÊ É MESMO UM IDIOTA!
Um coro de 'Ihhhhhhhh' foi ouvido por toda a biblioteca.
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Harry andava sozinho até a Ala Hospitalar. Fazia apenas um dia que havia brigado com Gina, mas sentia como se fizesse uma eternidade.
A notícia da briga deles tinha se espalhado com certa rapidez pela escola. A maioria dos alunos não sabia se eles haviam terminado ou não. Na verdade, essa também era uma dúvida de Harry.
Encontrou Hermione no caminho, que decidiu acompanhá-lo até a enfermaria. Chegando lá, eles avistaram Gina ao lado da cama de Rony.
- Gi?! – Chamou Harry, esperando uma reação.
A garota virou a cabeça na direção de Harry.
- Mione! – Disse Gina, abrindo os braços e sorrindo. (N/A: Gelo oO') (N/V: Eu sou phoda).
- Ai – Murmurou Mione, antes de abraçar a garota, se desculpando com Harry por cima do ombro de Gina.
Harry ficou paralisado em seu lugar. Eles já tinham brigado (N/V: VÁRIAS) algumas vezes, mas nunca assim, tirando aquela história com a Cho.
- Bem, vou voltar para a sala comunal – Disse Gina – Tchau, Rony. Tchau, Mione – Olhou para Harry friamente e acenou com a cabeça.
Harry ia deixá-la se afastar, mas segurou seu braço. Não podia perder a oportunidade de resolver aquilo. Gina se virou fazendo a luz da Lua bater e reluzir o colar de ouro com pingente de H em seu pescoço.
- Pare com isso, Gi – Disse Harry – Você sabe que eu não vivo sem você.
- Harry, me solta – Ela disse ainda fria.
- Gina, me perdoa. Eu juro que vou parar com toda essa obsessão pelo Malfoy.
- Não, você não vai. Eu te conheço, Harry e sei que não parará até encontrá-lo fazendo algo.
- Mas Gi, eu... Eu... Você sabe o que o professor Dumbledore quer!
- LEMBRANÇAS! Não essa obsessão! O que ele quer nem tem a ver com o Malfoy!
- Gina! Por favor! Você tem que entender!
- Acontece que NÃO tem o que entender! Parece que eu não importo, que o Malfoy é seu novo namorado! Para quê persegui-lo por todo lado?
- Gina, se acalma... - Falou Mione, intervindo.
- NÃO DÁ! Eu achava esse mapa o máximo! Até ontem! Eu não agüento mais ver aquele pergaminho velho que fede a gambá fedido com cc e bafo de...
A fala de Gina foi interrompida pelo beijo que Harry deu nela. E que, para surpresa de todos, ela retribuiu.
-... Menta – Disse, literalmente, derretendo.
- Wow, lágrimas de fênix curam, mandrágoras salvam os petrificados... Mas eu não sabia que beijos do Harry hipnotizavam... – Falou Hermione. (N/S: ah tá! Jura! Eu já vi amigos meus tentando parar namoradas histéricas com beijos... devo dizer que não foi uma situação muito bonita... x_X)
- Mione! – Disse Gina.
- Sim?
- CALA A BOCA!
- Ai, isso, magoa o coração da sua amiga. Tudo bem, eu posso demorar uns dias, mas vou conseguir juntar os cacos de meu coração despedaçado.
- Nossa Senhora, que drama, menina! Ok, vou ser mais educada: Mione, minha amiga querida do coração, feche sua boquinha, por favor.
- Pronto, agora sim!
Rony e Harry rolaram os olhos.
- Ruiva, mudando de assunto, está tudo bem entre a gente agora? – Perguntou Harry.
- Está sim. Agora, é sério, esquece o Malfoy, pois se isso continuar, você vai acabar se casando com ele – Respondeu Gina.
- Harry Tiago Potter Malfoy... até que não fica mal!
Gina bateu de brincadeira no braço de Harry, fazendo ele gargalhar e beija-la rapidamente.
- Eu te amo – Ela disse.
- Eu também – Disse Harry sorridente.
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Na manhã da partida de quadribol contra Lufa-Lufa, Harry entrou na ala hospitalar antes de ir para o jogo. Ron estava muito agitado; Madame Pomfrey não o deixaria assistir a partida, pois sentia que ia aumentar a agitação dele.
- Então, o quanto McLaggen está preparado? - Ele perguntou nervosamente para Harry, esquecendo aparentemente que já tinha feito duas vezes a mesma pergunta.
- Eu já lhe falei - Disse Harry pacientemente -, ele poderia ser o melhor do mundo e eu não o manteria. Ele continua tentando dizer para todo o mundo o que fazer, ele pensa que pode jogar melhor em qualquer posição que todos nós. Eu não vejo a hora de me livrar dele. E falando em evitar pessoas - Harry falou, levantando e pegando a Firebolt dele -, você vai parar de fingir estar adormecido quando a Lilá vier visitá-lo? Ela está me deixando louco com isso.
- Oh - Disse Rony, parecendo embaraçado - Sim. Certo.
- Se você não quiser sair mais com ela, só lhe fale - Disse Harry.
- Sim... bem... não é fácil, né? - Disse Rony. Ele parou - Hermione virá me ver antes da partida? - Ele perguntou casualmente.
- Não, ela já foi para o jogo com Gina.
- Oh - Disse Rony, parecendo bastante mal humorado - Certo. Bem, sorte. Espero que você acabe com McLaggen, eu quero dizer, Smith.
- Eu tentarei - Disse Harry, apoiando a vassoura nos ombros - O vejo depois da partida.
Ele se apressou pelos corredores desertos; a escola inteira estava lá fora, sentada no estádio, ou então indo nesta direção. Ele estava olhando para fora das janelas que passavam, tentando calcular quanto vento eles iriam enfrentar, quando um barulho o fez olhar para frente e ele viu Malfoy caminhando para ele, acompanhado por duas meninas, ambas parecendo mal humoradas e ressentidas.
Malfoy parou a curta distância de Harry, então deu um riso curto, sem humor, e continuou andando.
- Aonde você vai? - Harry exigiu.
- Sim, eu realmente vou lhe dizer, porque isso é da sua conta, Potter – Zombou Malfoy - Você faria melhor se apressando, eles estão esperando para ver 'o Capitão Escolhido', tudo que eles o chamam estes dias.
Uma das meninas deu uma risadinha sem graça. Harry a encarou. Ela se ruborizou. Malfoy empurrou Harry para passar e, sendo seguido a trote pelas amigas, virou a esquerda, desaparecendo de vista.
Harry ficou preso no mesmo lugar e os viu desaparecer. Isto estava enfurecendo-o; ele estava em cima da hora para a partida, e Malfoy estava se escondendo aqui dentro enquanto o resto da escola estava ausente. Era, contudo, a melhor chance de Harry descobrir o que Malfoy fazia. Passaram-se alguns segundos silenciosos e Harry permaneceu onde estava, congelado, contemplando o lugar onde Malfoy tinha desaparecido...
- Onde você esteve? - Gina exigiu, quando Harry correu para o vestiário. O time inteiro estava de uniforme e pronto; Coote e Peakes, os batedores, estavam batendo os bastões deles nervosamente contra as pernas.
- Eu encontrei Malfoy - Harry lhe falou baixo, quando ele puxou o uniforme escarlate por cima da cabeça dele.
- Lá vem... E aí, o que aconteceu?
- Assim eu quis saber por que ele está no castelo com duas namoradas enquanto todo o mundo está aqui em baixo...
- Isso importa agora?
- Bem, não é provável que eu descubra, não é? - Disse Harry, agarrando a Firebolt dele e empurrando os óculos - Vamos então!
E sem outra palavra, ele marchou para fora sobre uma chuva de vaias e palmas ensurdecedoras.
O jogo corria bem, até que McLaggen resolveu dar uma de batedor e acertou um balaço em Harry. Uma cegueira de dor repugnante... Um flash de luz... Gritos distantes... E a sensação de cair por um túnel longo...
E a próxima coisa que Harry soube, era ele estava em uma cama notavelmente morna e confortável e estava olhando para um abajur que lançava um círculo de luz dourada sobre um teto sombrio. Ele elevou a cabeça desajeitadamente. Lá, à esquerda dele havia uma familiar pessoa ruiva.
- Bom você ter aparecido - Disse Rony, sorrindo. (N/S: algo me diz que este sorriso tinha um quê de desdem ¬v¬)
Harry piscou e deu uma olhada. Claro: ele estava na ala hospitalar. O céu lá fora era anil riscado com vermelho. A partida deveria ter terminado horas atrás... Sem qualquer esperança de encurralar Malfoy. Harry sentia a cabeça estranhamente pesada; ele elevou uma mão e sentia um turbante duro de bandagens.
- O que aconteceu?
- Crânio rachado - Disse Madame Pomfrey, atarefada, o empurrando para trás contra os travesseiros - Nada para se preocupar, eu consertei isto imediatamente, mas eu estou o mantendo aqui por esta noite. Você não deve ficar em pé durante algumas horas.
- Eu não quero ficar aqui esta noite - Disse Harry furiosamente, sentando e atirando a coberta longe - Eu quero achar McLaggen e o matar.
- Eu tinha medo que ficasse realmente super agitado - Disse Madame Pomfrey, empurrando-o firmemente para trás sobre a cama e erguendo a varinha de uma maneira ameaçadora - Você ficará aqui até que eu o libere, Potter, ou eu chamarei o diretor. A propósito, a Srta. Weasley esteve aqui umas cinco vezes antes de você acordar. Sugiro que esteja acordado da próxima vez que ela aparecer, pois ela parecia bastante preocupada com seu estado.
- Mas ela disse que horas mais ou menos vinha aqui de novo?
- Acho que daqui a pouco.
- Ótimo, se ela voltar, fala que eu estou dormindo, mas pede para ela ficar aqui perto da minha cama, ta?
- Ta bom... – Disse desconfiada.
Após algum tempo, Harry ouviu a porta se abrir e a voz de Gina:
- Ele já acordou?
- Não, mas ele pediu para você ficar aqui, esperando ele acordar – Respondeu Madame Pomfrey.
- Hum, ta bom.
Harry sentiu a cama abaixar quando Gina se sentou. Ela começou a acariciar seus cabelos levemente.
- Buuu! – Ele exclamou abrindo os olhos e vendo a namorada pular em susto.
- Seu... seu... seu... Seu coiso! – Disse Gina ofegante.
- Seu coiso? Que foi, Gin, acabaram os xingamentos de seu vocabulário? – Provocou Harry.
- Não, não acabaram, Harryzito. Só tentei ser, sei lá, educada?
- Você? Educada? Sei...
- Hey! Eu sou muito educada! Quase uma Lady!
- Aham, e eu sou o Super-Homem de olhos verdes e cicatriz!
- Super-Homem? Quem é esse?
- Bom, é um desenho trouxa. Um carinha lá que é super-forte, tem visão de raio-x, vê através de paredes e voa. Ah e usa cueca por cima do uniforme, não me pergunte por que. (N/S: porque ele perdeu uma disputa de braço-de-ferro com o Chuck Norris -.-/)
- Nossa, os trouxas são estranhos, fato.
- É, a maioria é estranha mesmo.
Eles olharam para o lado, Rony roncava. Desviaram seus olhos para a sala de Madame Pomfrey, ela dormia sobre alguns papéis.
- Deita aqui comigo – Disse Harry segurando a mão de Gina.
Ela assentiu e se deitou aninhada ao peito dele. Eles ficaram assim, deitados e em silêncio, por um bom tempo, apenas desfrutando a companhia um do outro.
Por vezes, Harry abria a boca para falr algo, mas sua voz não saia, por medo que com sua fala acabasse ocasionando mais uma briga com Gina.
- Pode falar, Harry. Juro que não ou brigar com você – Disse Gina ao perceber o incômodo do namorado.
- Bem, é que é sobre o Malfoy – Disse ele hesitante.
- Tudo bem, sou toda ouvidos.
O garoto pegou sua varinha que estava na mesa de cabeceira e murmurou Abbafiato!, para que Madame Pomfrey não ouvisse a conversa deles caso acordasse.
- Eu quero pegá-lo! - Disse Harry frustrado - Eu quero saber, aonde ele vai quando desaparece do mapa!
- Eu realmente não sei. Talvez para Hogsmeade?
- Eu nunca o vi indo ao longo de qualquer passagem secreta no mapa. De qualquer maneira, eu acho que elas estão sendo vigiadas agora, não?
- Provavelmente. Com todos esse ataques e tudo mais, não deixariam sequer uma passagem livre para possibilitar a entrada de Voldemort e seus comensais aqui.
Harry sentou ereto, o coração batendo, balançando o turbante de ataduras dele. Ele teve a solução, afinal: Havia um modo para Malfoy ser seguido, como ele pôde esquecer, por que não tinha pensado nisto antes?
Mas a pergunta era, como o chamar? O que fazer? Baixinho, numa tentativa, Harry disse na escuridão:
- Monstro?
Houve um estalado muito alto e os sons de luta e ranger encheu o quarto silencioso. Por sorte o Abaffiato abafou o alto som, impedindo Rony de ouvir qualquer coisa e acordar.
- O que é isso, Harry? – Perguntou Gina se levantando para olhar a cena à sua frente.
Dois elfos domésticos estavam rolando no chão no meio do dormitório, um que usava um colete marrom pequeno e vários gorros de lã, o outro, um trapo velho imundo amarrado nos quadris dele como uma tanga. Então houve outro estrondo alto e Pirraça, o Poltergeist, apareceu em pleno ar sobre os elfos lutando.
- Eu estava assistindo, Potty! - ele contou para Harry indignado, apontando à briga abaixo, antes de deixar sair um cacarejo alto - Olhe para aquelas criaturas imundas brigando, mordendo e mordendo, socando e socando...
- Monstro não insultará Harry Potter na frente do Dobby, ele não vai, ou Dobby fechará a boca de Monstro para ele! - Chiou Dobby em uma voz estridente.
- Chute, idiota! - Chiou Pirraça felizmente, jogando pedaços de giz nos elfos para os enfurecer ainda mais - Belisca, empurra!
- Monstro dirá que ele gosta do mestre dele, oh sim, também que ele é que um mestre, amigo imundo de sangue ruim, namorado de uma traidora de sangue, oh, o que diria a pobre senhora de Monstro...
Exatamente o que a senhora de Monstro teria dito eles não souberam, pois naquele momento Dobby afundou o pequeno punho na boca de Monstro e arrancou fora metade dos dentes dele. Harry e Gina saltaram das camas e separaram os elfos, entretanto eles continuaram tentando dar pontapés e esmurrar um ao outro, incitados por Pirraça, que flutuava ao redor do abajur gritando:
- Enfia os dedos no nariz dele, avança no pescoço e puxa a orelha dele...
Harry apontou a varinha dele para Pirraça e disse:
- Travalíngua! – Pirraça levou as mãos à garganta, tragou, então saiu do quarto fazendo gestos obscenos, mas incapaz falar, porque a língua dele tinha grudado no céu da boca. Harry agarrou Monstro e Gina segurou Dobby – Certo, eu os proíbo de lutarem um com o outro! Bem, Monstro, nunca mais chame a Gina de traidora de sangue, ouviu bem? E você está proibido de lutar com o Dobby. Dobby, eu sei que não me permitem lhe dar ordens...
- Dobby é um elfo doméstico e ele pode obedecer a qualquer um que ele gostar e Dobby fará qualquer coisa que Harry Potter quer que ele faça! – Disse Dobby, abaixando o rosto para o pequeno colete dele.
- Prove então - Disse Harry e ele e Gina libertaram os elfos que caíram no chão, mas não continuaram lutando.
- Mestre me chamou? - Monstro chiou, fazendo uma mesura enquanto dava a Harry um olhar que claramente lhe desejava uma morte dolorosa.
- Sim, eu te chamei - Disse Harry, olhando para a porta do escritório de Madame Pomfrey para verificar que o feitiço do Abaffiato ainda estava funcionando; ela continuava dormindo - Eu tenho um trabalho para você.
- Monstro fará qualquer coisa que Mestre quer - Disse Monstro, fazendo uma mesura tão grande que os lábios dele encostaram no chão - porque Monstro não tem escolha, mas Monstro está envergonhado de ter tal mestre, sim...
- Dobby fará isto, Harry Potter! - Rangeu Dobby, os olhos do tamanho de bolas de tênis marejados de lágrimas - Dobby seria honrado em ajudar Harry Potter!
- Pensando nisto, seria bom ter vocês dois - Disse Harry - Certo, então... eu quero que vocês sigam Draco Malfoy.
- Harry! – Repreendeu Gina.
- Relaxa, amor. Assim essa minha obsessão acaba de vez, já que vou ter tudo na mão – Tranquilizou-a Harry.
- Mestre Harry Potter está certo, senhora Potter. Dobby fará tudo – Falou Dobby.
- Mas Dobby, não queremos incomodar... Pera aí! Senhora Potter?!
- A senhora não é casada com Harry Potter senhor?
- Não, Dobby. Eu não sou. (N/S: ainda `v´)
- Então Dobby se enganou. Sempre via Harry Potter aos beijos com a senhorita Wheezy.
- Nós somos namorados, Dobby. Namorados normalmente se beijam – Explicou Harry - Mas um dia eu me caso com ela, guarde as minhas palavras.
Gina sorriu e lhe deu um selinho.
- Mestre quer que eu siga o mais jovem dos Malfoy? - Monstro interrompeu - Mestre quer que eu espie o sobrinho puro sangue de minha antiga senhora?
- Isso - Disse Harry, prevendo um grande perigo e determinado a remediar isso imediatamente - E o proíbo de dar informações para ele, Monstro, ou se mostrar ou falar com ele alguma coisa ou lhe escrever mensagens ou... ou o contatar de alguma forma. Entendeu isto?
Ele esperou para ver Monstro lutando para ver uma falha nas instruções que ele há pouco tinha recebido. Depois de um momento ou dois e, para grande satisfação de Harry, Monstro se curvou profundamente novamente e disse, com ressentimento amargo:
- Mestre pensa em tudo e Monstro tem que o obedecer embora Monstro ficaria muito satisfeito em ser o criado do menino de Malfoy, oh sim...
- Isso está resolvido, então - Disse Harry - Eu quero relatórios regulares, mas tenham certeza que eu esteja sozinho quando vocês aparecerem. Gina, Rony e Hermione, tudo bem. E não contem para ninguém o que vocês estão fazendo. Grudem em Malfoy como se fossem adesivos para remover verrugas.
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Harry e Rony deixaram o hospital nas primeiras horas da manhã de segunda-feira, a saúde plena restabelecida pelas administrações de Madame Pomfrey e agora capazes de saber dos benefícios de estar desacordado após ter sido envenenado, o melhor de tudo era Hermione ter retomado a amizade com Rony.
- Ainda bem – Disse Gina – Eu não aguentava mais ficar dividida entre eles dois. A qualquer momento eu poderia explodir!
- Bem, pelo menos agora sem esse fogo cruzado, sobra mais tempo para nós dois e... Oh, oi, Luna.
- Eu fui até a ala do hospital procurar você - Disse Luna, remexendo em sua bolsa - Mas me disseram que você tinha saído...
Ela empurrou o que pareceram ser uma cebola verde, um grande cogumelo manchado, e uma quantia considerável do que parecia coco de gato nas mãos de Rony.
Finalmente retirou um rolo de bastante sujo de pergaminho, que deu para Harry.
-... Eu tinha que entregar isso a você.
Era um rolo pequeno de pergaminho, que Harry reconheceu como mais um convite para alguma lição com Dumbledore.
- Valeu, Luna. Hoje à noite – Disse Harry para Gina, Rony e Hermione.
Minutos depois, Lilá Brown estava ao pé da escadaria marmórea parecendo atordoada.
- Oi – Disse o Rony nervosamente.
- Vamos - Harry murmurou para Gina e Hermione, e eles aceleraram o passo, entretanto não antes de ouvirem Lilá dizer.
- Por que você não me disse que tinha saído hoje? E por que ela estava com você?
Rony olhou ambos mal-humorado e aborrecido quando apareceu no café da manhã, meia hora mais tarde, entretanto ele se sentou com Lilá, mas Harry não os viu trocando uma palavra sequer durante todo o tempo, que estiveram juntos. Hermione estava agindo como se nada estivesse acontecendo, mas uma ou duas vezes Harry a viu com um sorriso malicioso. Durante todo aquele dia ela pareceu particularmente animada, e naquela noite na sala comunal ela consentiu em olhar (em outras palavras, terminar de escrever) o trabalho de herbologia do Harry, coisa que ela já tinha se recusado a fazer, pois ela sabia que Harry iria deixar Rony copiar.
- Muito obrigado, Hermione - Disse Harry, dando um tapinha leve em suas costas, então verificou seu relógio e viu que já era quase oito horas - Escute, preciso me apressar ou chegarei atrasado para Dumbledore...
Ela não respondeu, somente desejou alguma sorte enquanto escrevia. Sorrindo, Harry saiu pelo buraco do retrato apressado e foi para o escritório do diretor. A Gárgula saltou de lado na menção de balas de leite, e Harry subiu a escadaria em espiral, dois degraus de cada vez, batendo a porta exatamente no momento em que o relógio bateu oito horas.
- Entre - Chamou Dumbledore, mas quando Harry estendeu uma mão para empurrar a porta, ela foi aberta violentamente... Lá estava a professora Trelawney.
- Aha! - Ela chorou, apontando dramaticamente para Harry piscando para ele através de seus esplendorosos óculos - Então esta é a razão de eu ser expulsa sem cerimônia de seu escritório Dumbledore!
- Minha querida Sibilla - Disse que Dumbledore em levemente exasperado - Não há motivo para eu tirá-la sem cerimônia de nenhum lugar, mas Harry tem um compromisso e eu realmente não acho que tenhamos nada mais a ser dito.
- Muito bem - Disse a Professora Trelawney, com uma voz profundamente ferida – Se você não irá banir aquele cavalo velho, assim seja... Talvez eu deva achar uma escola onde meus talentos sejam mais bem apreciados...
Ela empurrou Harry e desapareceu, escadaria espiral abaixo; Eles ouviram seu tropeção caminho abaixo, Harry achou que seria em um de seus xales.
- Por favor, feche a porta e sente-se, Harry - Disse Dumbledore, soando bastante cansado.
Harry obedeceu, sentando-se na cadeira habitualmente na frente da mesa de Dumbledore, aquela onde a Penseira se localizava entre eles, mais uma vez com suas minúsculas garrafas de cristal cheias de memórias que rodavam.
- A professora Trelawney não está feliz por Firenze continuar ensinando, não é? – Harry perguntou.
- Não - Disse Dumbledore - Adivinhação está apresentando muito mais dificuldades do que eu poderia ter previsto, nunca tendo estudado o assunto. Eu não posso pedir a Firenze para voltar à floresta de onde ele foi banido nem posso pedir para Sibila Trelawney partir. Só entre nós mesmos, ela não tem nenhuma idéia do perigo que corre fora do castelo. Ela não sabe, e eu penso que seria impossível para ela adivinhar, que fez a profecia sobre você e Voldemort, veja você.
- Er, senhor, eu só queria esclarecer sobre semana passada, no vestiário... – Falou Harry de cabeça baixo e vermelho de vergonha.
- Não é preciso, Harry – O diretor tinha um sorriso maroto no rosto – Acho que entendo perfeitamente a situação.
Harry continuou corado, mas o diretor fez questão de mudar de assunto.
- Nós temos assuntos muito mais importantes para discutir. Em primeiro lugar, conseguiu realizar a tarefa que eu determinei ao término de nossa lição anterior?
- Ah - Disse Harry, pensando rápido. Com lições de Aparatação, Quadribol, Rony sendo envenenado, brigas com Gina e ele rachando a cabeça na determinação de descobrir o que Draco Malfoy estava fazendo, Harry quase tinha se esquecido da lembrança que Dumbledore tinha lhe pedido que extraísse do Professor Slughorn - Bem, eu perguntei para Professor Slughorn por isto ao término da aula de Poções, senhor, mas, er, ele não disse nada para mim.
Houve um certo silêncio.
- Eu sei - Disse Dumbledore eventualmente, investigando Harry dos seus óculos de meia-lua e Harry tendo a impressão habitual que estava sendo radiografado – Você sente que tem mostrado seus melhores esforços neste assunto, tem? Que você exercitou tudo de sua ingenuidade considerável? Que você não deixou nenhum traço de esperteza em sua indagação para pegar a memória?
- Bem - Harry protelou, perdendo logo o que ele ia dizer. A única tentativa para conseguir recuperar a memória, de repente, pareceu embaraçosamente fraca - Bem... no dia que Rony engoliu a poção do amor por engano, eu o levei ao Professor Slughorn. Eu pensei que talvez eu conseguisse pegar o Professor Slughorn com bastante bom humor...
- E cumpriu o trabalho? - Dumbledore perguntou.
- Bem, não, senhor, porque Ron foi envenenado... e, naturalmente, me fez esquecer qualquer tentativa de conseguir a memória.
- Eu não teria esperado nada mais, já que seu melhor amigo estava em perigo. Porém, uma vez ficou claro que Sr. Weasley ia ter uma recuperação plena, eu teria esperado que você voltasse à tarefa que eu lhe estabeleci. Eu pensei que tinha deixado claro para você quão importante aquela memória é. Realmente, eu fiz o melhor para embutir em você que é aquela memória é o mais crucial de tudo e que nós estaremos desperdiçando nosso tempo sem ela.
Um sentimento quente e espinhoso de vergonha se espalhou do topo da cabeça de Harry até os pés. Dumbledore não tinha erguido a voz, ele nem mesmo fez um som bravo, mas Harry teria preferido que ele gritasse; esta decepção fria era pior que qualquer coisa.
- Senhor - Ele disse, um pouco desesperadamente -, não é que eu não esteja aborrecido ou outra coisa, é que eu tive outras, outras coisas...
- Outras coisas em sua mente - Dumbledore terminou a oração por ele - Eu vejo.
O silêncio caiu novamente entre eles, o silêncio mais incômodo que Harry alguma vez tinha experimentado com Dumbledore; parecia não ter fim, só pontuados pelos pequenos roncos grunhidos do retrato de Armando Dippet sobre a cabeça de Dumbledore. Harry se sentiu estranhamente diminuído, como se ele tivesse encolhido um pouco desde que ele entrou na sala. Ele disse:
- Professor Dumbledore, eu realmente sinto muito. Eu deveria ter feito mais. ... Eu deveria ter percebido que você não teria me pedido para fazer isto se não fosse realmente importante.
- Obrigado por dizer isso, Harry - Disse Dumbledore baixo - Eu posso esperar, então, que você dará, de agora em diante, alta prioridade para este assunto? Interrompemos nossos encontros depois de hoje a noite a menos que nós tenhamos aquela memória.
- Eu farei isto, senhor, eu a obterei - Ele disse sério.
- Então, nós não falaremos mais sobre isso sobre isto agora.
Dumbledore lhe mostrou mais lembranças. Uma de uma senhora chamada Hepzibá, mostrando ao jovem Tom Riddle a taça de Helga Hufflepuff, uma herança de família.
- Eu penso que você gostará deste mesmo muito mais, Tom - Ela sussurrou – Se incline um pouco, querido menino, assim você pode ver... Claro que, Burke sabe que eu tenho este aqui, eu comprei isto dele, e eu tenho certeza que ele adoraria voltar a ter quando eu tenho ido...
Ela deslizou o gancho do filigrana para trás e sacudiu a caixa aberta. Lá, sobre o veludo carmesim liso, havia um medalhão dourado pesado. Voldemort retirou o medalhão, sem convite para isso, e segurou isto contra a luz, o encarando.
- A marca de Slytherin - Ele disse baixo, quando a luz refletiu num S serpentino ornado.
- Isso é certo! - Disse Hepzibá, aparentemente encantada, aparentemente, à vista de Voldemort que contemplava ao medalhão dela - Eu tive que pagar um braço e uma perna por isto, mas eu não pude deixar isto passar, não um real tesouro assim, tinha que ter isto na minha coleção. Burke comprou isto, aparentemente, de uma mulher pobre, devia ter roubado isto, mas não tinha nenhuma idéia de seu verdadeiro valor...
Não havia nenhum equivocando isto este tempo: Os olhos de Voldemort brilharam escarlata às palavras, e o Harry viu as juntas dele embranquecerem na cadeia do medalhão.
-... Eu soube que Burke lhe pagou uma ninharia, mas veja você... Bonito, não é? E novamente, todos os tipos de poderes atribuíram a isto, entretanto, eu só o mantenho agradável e seguro...
Ela pegou de volta o medalhão. Por um momento, pensou Harry que Voldemort não ia deixar lá fazer isso, entretanto tinha deslizado pelos dedos dele e voltado para sua almofada aveludada vermelha.
- Assim, você está lá, Tom, querido, e eu espero que você desfrute isso!
Pela primeira vez, ela o olhou em cheio no rosto, Harry viu o sorriso tolo dela hesitar.
- Você é bem, querido?
- Oh sim - Disse Voldemort baixo - Sim, eu estou muito bem...
- Eu pensei, foi um truque da luz, eu suponho... - Disse Hepzibá, olhando nervosa, e Harry adivinhou que ela tinha visto o vislumbre vermelho momentâneo também nos olhos de Voldemort - Aqui, Hokey, leve embora estes e os tranque novamente... Os encantos habituais...
- Tempo de partir, Harry - Disse Dumbledore baixo e quando a elfa doméstica subiu e desceu, pegando as caixas, Dumbledore agarrou Harry uma vez mais pelo cotovelo e juntos, eles se levantaram por oblivion e voltaram para o escritório de Dumbledore.
- Hepzibá Smith morreu dois dias depois daquela pequena cena - Disse Dumbledore, enquanto retomava seu assento e indicava que Harry deveria fazer o mesmo - Hokey, a elfa doméstica da casa, foi condenada pelo Ministério por envenenar o chocolate noturno dela sem querer.
- Sem chance! - Disse Harry furiosamente.
- Eu vejo que nós somos de uma só opinião - Disse Dumbledore - Certamente, são muitas semelhanças entre esta morte e a dos Riddle. Em ambos os casos, alguém levou a culpa por outro, alguém que teve uma impressão clara de ter causado a morte...
- Hokey confessou?
- Ela se lembrou de pôr algo no chocolate noturno que parecia não ser açúcar, mas um veneno letal e pouco conhecido - Disse Dumbledore - Foi concluído que ela não tinha pretensão de fazer isto, mas sendo velha e confusa...
- Voldemort modificou a memória dela, assim como fez com Morfino!
- Sim, isso também é minha conclusão - Disse Dumbledore.
As próxima lembrança mostrava um Voldemort um pouco mais velho pedindo a Dumbledore o cargo de professor Defesa Contra as Artes das Trevas, o que o diretor negou.
Harry sentia toque da mão de Dumbledore novamente seu braço e momentos depois, eles estavam juntos, parados quase na mesma situação, mas não havia nenhuma neve na borda de janela, e a mão de Dumbledore foi enegrecida e com aspecto necrosado, mais uma vez.
- Por quê? – Disse Harry imediatamente, enquanto observava a face de Dumbledore.
- Por que ele voltou? Você já descobriu?
- Eu tenho idéias - Disse Dumbledore -, mas não mais que isso.
- Que idéias, senhor?
- Eu, Harry, lhe falarei quando você conseguir aquela memória do Professor Slughorn – Disse Dumbledore.
- Quando você tiver este última peça do quebra-cabeça, tudo vai, eu espero, ser esclarecido... para nós dois.
Harry ainda estava queimando com curiosidade e embora Dumbledore tivesse caminhado à porta e segurado-a aberto para Harry, ele não se moveu imediatamente.
- Ele queria antes a Defesa Contra a Arte das Trevas, senhor? Ele não disse...
- Oh, ele definitivamente quis a Defesa Contra as Artes das Trevas- Disse Dumbledore - O resultado de nossa pequena reunião provou isso. Você vê, nós não conseguimos manter um professor por um período mais longo que um ano, desde que eu recusei o pedido de Lord Voldemort. (N/S: maldição olhus godius no cargo, by Voldy xD)
Assim que Harry saiu do escritório de Dumbledore, correu direto para a sala comunal, onde Gina o esperava.
- Nossa, você não dorme não? – Perguntou Harry.
- Sou elétrica demais para dormir por muito tempo – Respondeu Gina.
- É, eu sei bem disso – Harry deu um sorriso malicioso e depois passou o braço em volto da cintura dela.
- Como foi a reunião com o titio Dumby?
- Deixe-o ouvir você o chamando assim pra você ver.
- Ele não vai ouvir.
- Talvez eu deixe escapar algo...
- Aham, sei... Então, você vai falar ou não como foi na sala dele hoje?
Harry contou todas as lembranças que viu, fazendo Gina ficar de boca aberta.
- Como o Rony diz, sinistro esse menino Você-Sabe-Quem – Disse ela.
- E o pior de tudo é que eu não faço a mínima ideia de como pegar a lembrança do professor Slughorn.
- Que tal usar a Felix Felicis? Mas tem que ser em alguma ocasião especial, não em um dia qualquer de aula.
- Você é inteligente – Ele deu um beijo na bochecha dela - e linda – Depois em seu pescoço -, por isso que eu te amo – Até que alcançou a boca.
- Só sou isso? – Ela perguntou depois que eles perceberam que precisavam respirar.
- Ah, tem mais, muito mais... Porém eu não conseguiria falar todas aqui.
Gina não aguentou e capturou seus lábios novamente, em um beijo bem... o importante foi que eles dormiram na Sala Precisa.
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N/S: Sim, sim, Nota do Shimbo (beta personalizado ^^v)! Lotei o cap d notas, mas tipo, se eu deixasse tudo pro final, não encaixaria legal, então fui metendo nota xD Então ai está Mari! Betado, e com um nome by Me! O nome do cap tinha q ser esse! E um último comentário: sua peeeeeeeerva! D esperando o prox cap! o/ Assinado: Shimbo Walker
N/A: Eu não aguento, sou muito pervertida (66' Desculpem a demora, mas semana de provas chegando e ainda uma coisinha chamada inspiração resolveu me abandonar! Bem, hoje, dia dos namorados, eu estou basicamente em depressão por não ter um =( Ninguém tem nenhum pra me emprestar, não? É só por um dia *-*
VOTAÇÃO!: Gente, próximo cap vai ser o último do sexto livro e eu estou com uma dúvida. Sabe a cena em que o Harry termina com a Gina? Então, eu quero colocar uma música, mas não sei qual! Votem entre essa duas:
1- Sultilmente (Skank)
2- I'm With You (Avril Lavigne)
Obrigado pela atenção e por favor, votem!
Agradecimentos: Obviamente para a Vicky (Spot), por me ajudar no capítulo, já que eu estava sem ideia nenhuma. As N/V's são dela, mas mesmo tendo mudado de N/I (Intrusa) para N/V, ela continua sendo um intrusa na minha vida que rouba o caderno em que escrevo a fic TODA aula vv
Ao Pedro (Shimbo), por betar esse capítulo e dar um nome para ele.
Maluh Potter Cullen: É, Dumb é diretor e não professor, mas ta no meio, então você acertou \ô/ Que bom que você ama a fic =D Bjss e continua comentando
Maria Lua: A cena dos pássaros é mara *-* Tipo, eu demorei uns mil anos para descobrir o que Melivradísso siginificava ¬¬' Ficou curiosa? Essa era a intenção [y] Bjss e continua comentando
Aline Cresswel: O Harry vai tentar sim, porque afinal, ele não quer perder a Gina. Mas ela vai fazer ele se tocar ;) Bjss e continua comentando
Shimbo Walker: É, eu sou maliciosa demais pra minha idade (y). Ainda bem que mamãe não sabe oO' Sério que teve pouco de Gina? Nossa, achei que tinha tido mais que o normal até oO' Bem, RdM vai ter boas mudanças sim, espero que elas não te decepcionem =D Bjss e continua comentando
Priscila Soares: Pri (posso de chamar de Pri), fala sério, pra que fazer lição de casa? O bom é copiar mesmo husauhsuhsa O flagrante foi para deixar todo mundo curioso, inclusive você ;) Bjss e continua comentando
Arasuk: Eu acabei mudando sua sugestão, mas valeu do mesmo jeito (y) A do Kiko foi a maiôs brisada que eu já dei /z husuhsauha Bjss e continua comentando
Lah Coleman: Não tem quem se envolva com o Fred e com o Jorge que não vá para o mal caminho (66' Acho que provocar o Rony é o hobby favorito da Gin hushusahusa Harry consegui contornar o Ron... Mas só desta vez muahaha! Bjss e continua comentando
Carolzynha LF: Você acertou: era o Dumby \ô/ Bjss e continua comentando
Lady Barbie Pontas Potter: Você acertou \ô/ Não é crime não, matar os outro de curiosidade é lecal *-* Bjss e continua comentando
Melissa Snape: Que saudade de você, amiga! Brigada pelos parabéns :$ Bjss continua comentando
Debora Souza: Que bom que você acha a fic demais \ô/ Matei sua curiosidade? =D Bjss e continua comentando
Anne Lee B: VOCÊ GOSTA DA GINA \ô/ Meldels, eu sou muito foda mesmo! Fiz até uma anti-Gina gostar da Gina (h) /tapareý. "carlislemeressuscita xD (não é a fic certa de se dizer isso.. --)" Claro que é! Carlislepegael (eu sonho vv). Bjss e continua comentando
- ReêeeH: Quem disse que o Rony e a Mione não vão ficar juntos mais rápido? Só resta esperar... Que bom que você acha a fic demais =D Bjss e continua comentando
Taironi: Já joguei CS sim =D Juntava eu, meu primo e uns amigos do meu prima e a gente ia tudo lá na Lan House jogar CS! Sobre o cap 18, "20 centímetros": Menina, depois EU sou pervertida! Tipo, eu nunca tinha pensado nessa possibilidade oO' Eu te deixei curiosa MUAHAHA /tapareý. Bjss e continua comentando
danda jabur: Eu sei, é péeeeeeeessimo perder a review que a gente escreve =/ "OLHA A FACA" Momento Patric é foda /z hshuuaahusa Na verdade eu acho que eles não pensam muito em trancar portas na hora da ação, estão preocupados mais com outras coisas (66' Peitinho é tão lecal *o* Você que é sem graça :P
O coment foi legal ;) Gina é mó sortuda, meow, meu maior sonho é ser ela *-* Bjss e continua comentando
miss potter: Eu sei, mas é foda, um grande talento ir embora assim é cruel =/ maravilhosamente maravilhoso? Sério? Que maara *-* Acho que todo mundo ficou curioso pra saber quem os pegou no flagra =D Bjss e continua comentando
Bruna Weasley Potter: "OMM, fudeu" nem sei se era pra rir, mas se você riu, então era =D AMO deixar os outros curiosos, é um dom (h) Bjss e continua comentando
Ginny M. W. Potter: É, aqui eu sou mais rápida mesmo, é que no FeB o povo não comenta, então não dá pra você postar muito de uma vez se ninguém fala nada =/ Muito mais que demais? Ai, que maara *-* Bjss e continua comentando
Feliz dia dos namorados! E se tiver algum garoto aí sem namorada, bjmeliga!
Bjss,
Marininha Potter
