Gente, quanto tempo não nos falamos neh... bom tive alguns motivos e vou dize-los, pois vcs merecem saber o motivo de terem ficado sem a fic que vcs gostam tanto tempo assim neh....
Bom foi o seguinte... as ideias não saiam da minh cabeça pra fazer a fic, ms em compensação terminei uma outra fic minha.
Eu tb não tive como digitar por um tempo pois fiquei sem net.
Mas agora eu estou com um capitulo novinho e grande para vcs....
Bom, obrigda pelos reviews e vamos para os agradecimentos de sempre...
Dark lady, valeu pelo comentário.... eu tb sempre choro quando faço meus capitulos... faço do fundo do meu coração... Pois é, o Sev virou um bom velhinho, estou ate pensando em colocá-lo como ppal noel temporario...., brincadeira.... mas sua vontade será atndida, eles vão se ver... depois de um tempo... quando eu não posso lhe dizer... tenho que fazer suspense neh... hehehe... Ainnnn o nome da filhinha da Mione foi facil de fazer, eu tava escrevendo e de repente saiu, do nada, fui ver que tinha colocado o nome quando ja tinha escrito... Aeeee finalmente alguem entendeu o Robert... que bom... eu disse que ele tinha aquele pedacinho, minimo pedacinho bom.... Valeu pelo comentário... divirta-se, agora vou me dedicar a essa fic aqui procurando ser mais rapida na atualização...
Melguinha, obrigada pelo review... mais uma atualização... bjus
Thayz Phoenix, imagino a saudade que vc deve estar dessa fic neh... pois é aqui esta mais um capitulo, apoveite muitooo, calma, com o tempo o Sev aparece, só não vou dizer quando para não estragar a brincadeira, se não fica chato...Leon Accer ainda vai aparecer muito nessa fic, mas ela esta chegando ao fim, mais uns 10 cpitulos, brincadeira, não sei quantos capitulos terá...Bom divirta-se... bjusss
Cidinha, obrigada pelo review, espero que goste do capitulo novo. bjus
Gabby, não é tortura não, é que eu só consegui fazer aquele capitulo mais lve depois daquele muito forte... mas espero que goste desse, bjus
BrunaCarmo, Pelo amor de Deus, não me mate, se me matar não da pra continuar fic, ai as outras meninas não vao gostar e vc não sabera o final que reservei pa esse casalzinho lindo... calma, estou postando ja... hehehe.. quer que eu te conte uma coisa... ele não viajou pra lugar algummm, vc sabera por que no desenrolar desse capitulo... bjuss
Jansev,pois é, eu procurei me espelhar nesse ditado para fzer esse final, o Sev sofreu por ela, ela o despejou e agora ela sofre por ele, Esse velhinho tb me lembra alguem muito cnhecido meu, sabe, um pofessor de poções... sabe quem é? Não conto.... hehehe... olha vou izer uma coisa... eu tb acho que eles devem se encontar, mas não direi quando... bjus
Gi Pizzol, Estou atualizando... pode ficar feliz... bjus
Pathy Potter, Nossa pareceu que vc tirou uma pedra do peito com a Morte do Robert.... mas vamos falar sério, todos tiraram essa pedra. Ainnn a filhinha dela é linda mesmo neh... maravilhosa... saudades...bjusss
Thay Snape, muito fofinha mesmo a filhinha dela e vc nem sabe o nome inteiro dela, ´mais lindo ainda.....calma, o rencontro vem logo...bjussss
Jamilly,obrigda pelo comentário. Bjus
Gente, olha o capitulo ai...
Capítulo 26
O tempo passava e cada vez mais Hermione se sentia solitária e angustiada. Sua filha sempre a pegava chorando, mas logo ela mentia dizendo que era apenas uma sujeirinha que entrou em seu olho, mas a pequena Dayra não era burra, ela sabia que a mãe chorava pelo homem da fotografia escondida embaixo de seu travesseiro. Um homem de cabelos negros e olhos igualmente sombrios.
A pequena sabia que aquele homem estranho, que mal se mexia na foto bruxa, era uma pessoa importante para sua mãe, talvez mais importante que seu pai.
Todo dia na escola Dayra se sentia menos que as outras crianças quando precisava fazer um desenho, já que os outros desenhavam eles mesmo segurando em duas mãos, a mãe e o pai, ela segurava apenas uma, sua mãe.
Mas Dayra sempre foi uma criança que aceitava as diferenças de sua vida com as outras, afinal ela era uma bruxa.
- Dayra – Chamou Hermione em um lindo dia a tardezinha – Vou visitar o tio Rony, quer ir junto com a mamãe?
- Não mamãe, prefiro ficar aqui, vai passar o desenho que eu gosto.
- Mas... ahh Dayra, não gosto de deixá-la sozinha.
- Mamãe, eu já sou grande o suficiente para isso, faço seis anos na semana que vem. Sei que não devo mexer no fogão, pois posso me queimar. Não devo atender a porta, não devo falar com estranhos, não devo atender o telefone, sei de tudo isso. Ficarei no quarto assistindo televisão e logo você volta.
- Está bem, me convenceu. Sua mocinha persuasiva.
Dayra correu para o colo da mãe quando os braços de Hermione se abriram para acolhe-la em um abraço apertado.
- Se comporta. Eu volto logo.
- Está bem.
- E não saia de casa.
- Esta bem.
- Promete
- Eu prometo.
Dayra sorriu e Hermione entrou na lareira usando o pó de flu para ir para a casa de Rony. Foi no momento em que as chamas verdes se dissiparam que Dayra descruzou os dedos e sorriu sapeca.
Correu para seu quarto e colocou a roupa de frio que havia separado. Foi até o quarto de sua mãe e pegou a foto do homem para dar uma ultima olhada. Sabia que conhecia aquele homem e hoje tiraria sua duvida de uma vez. Desceu para a entrada da casa e abriu a porta, o vento frio bateu em seu rostinho deixando-o gelado. Fechou mais o casaco verde e se dirigiu à esquina da rua de trás.
A botica estava aberta, para sorte dela. Tinha que ter certeza, tinha que vê-lo.
Entrou devagar e não viu ninguém, mas o sininho fez barulho e logo ela ouviu a porta dos fundos se abrindo. Rapidamente se escondeu atrás do balcão.
Ouviu passos pesados se aproximando, estava próximo a ela, bem próximo, na janela, olhando para fora.
Levantou um pouquinho a cabeça e viu a imagem de um velhinho de aparência simpática.
O velho olhou para fora, levantou a sobrancelha e se afastou voltando para a porta de onde viera.
- Droga de vento – Reclamou antes de fechar a porta atrás de si e sumir de vista.
Dayra saiu de trás do balcão e caminhou-se lentamente para o corredor estreito e escuro. Era empoeirado e sombrio ali, mas Dayra, impulsionada pelas histórias que sua mãe contava de sua época de escola, não tinha medo e sim curiosidade.
No chão havia caixas de papelão com vidros de todas as cores e tamanhos. Dayra pulou todas as caixas como uma bela dançarina de bale que era.
Chegou ate a porta do final do corredor, estava apenas encostada.
Abriu.
Havia uma escada que a levava para o porão da botica, uma escada estreita e escura.
Olhou para a porta da entrada, a dúvida batendo em sua pequena cabeça.
Ora, ela era ou não era a filha de Hermione Granger, a princesa da Grifinória?
A porta se fechou atrás dela e tudo virou escuridão. Devagar e lentamente, desceu a escada, degrau por degrau, foi sentada com medo de escorregar e fazer barulho.
Finalmente sentiu nas pontas dos pés a porta que indicava o final do corredor.
Abriu.
Dentro havia uma grande sala, um grande porão cheio de caldeirão borbulhante que soltavam suas fumaças na sala sem janelas. Era quente e abafado.
No meio das mesas estava o velhinho mexendo em um caldeirão. Ele colocou um pouco do liquido em uma concha e bebeu.
Dayra se assustou.
Já vira sua mãe fazendo mágica com a varinha dela, mas jamais pensaria que veria um velhinho simpático se transformar em um homem grande, magros, vestido todo de preto e aparentando estar de muito mal humor.
Era excitante, emocionante. Mágica, magia bem diante dos seus olhos.
- Bem melhor – Disse o homem.
Ele devolveu a concha ao caldeirão e se dirigiu a uma porta no final da sala, quase escondida por uma grande estante cheia de livros.
Dayra aproveitou para dar uma olhada no conteúdo dos caldeirões.
Líquidos transparentes.
Verdes, vermelhos, azuis, marrom.
Cheiros fortes e fracos.
Tudo diferente
Tudo novo
Subiu em um banquinho e olhou para dentro do maior caldeirão. Um liquido rosa bem clarinho borbulhava ali dentro. Era belo e chamativo. Parecia chiclete de tutti frutti. Pegou uma concha ao lado e colocou dentro. O liquido derramou-se em sua roupa, mas ela só tinha olhos para o liquido que levava a boca.
Seus finos lábios se abriram para receber a poção que desceu rasgando em sua garganta.
- O que pensa que esta fazendo?
Dayra só teve tempo de se virar e ver a silhueta do homem parado a porta, um vulto negro que se adiantava para ela, mas seu corpo já caia do banquinho enquanto sua garganta queimava.
- Droga de menina estúpida, acorda.
Ela ouviu de longe o chamado dele, mas suas forças só foram o suficiente para dizer uma palavra.
- Mamãe.
O crepúsculo já havia ido embora quando as mãos de Hermione foram levadas ao seu peito e o copo largado caiu no chão espalhando seus cacos por todo o chão de madeira velha da pequena casa onde Rony vivia com sua noiva.
- Mione!
Seus olhos se fecharam por um momento e a dor rasgou o peito quando ela sentiu o desespero lhe assolar.
- Dayra – Sussurrou já com as lágrimas rolando em seu rosto.
- Mione espera, não pode sair assim – Disse Rony segurando o braço da amiga quando esta ameaçou ir embora.
O leve teor de álcool em Rony o fez segurar o braço dela forte demais, machucando-a.
- Rony, eu preciso ir. Dayra precisa de mim.
- Mas, você nem sabe de nada, fica aqui mais um pouco.
- Rony, solte-a – Mandou sua noiva tentando soltar a mão de Rony do braço de Hermione – Desculpe Mione, Rony anda ficando nervoso demais depois que bebe um pouco.
- Tudo bem Rosa, mas preciso ir.
Hermione se desvencilhou das mãos de Rony e se dirigiu à lareira. Já estava com o pó de flu em suas mãos quando ouviu as palavras do amigo vindo da porta.
- Você não pode saber de tudo Hermione, já deveria ter entendido isso já que é tão inteligente.
- Eu sei disso Ronald Weasley, pois sou mãe.
As chamas verdes engoliram a imagem de Hermione e deixaram Rony para como uma estatua a olhar o lugar onde antes estava sua amiga.
- Dayra! – Gritou Hermione subindo as escadas de casa – Dayra. Aparece filha – Pediu procurando no quartinho rosa da menina – Meu Deus!
O desespero bateu em seu peito.
Luzes apagadas
Nenhum bilhete
Silencio
Nenhum sinal de sua filha
Nenhum
Procurou de novo.
Precisava ter um único indicio de onde ela estava.
Dayra era sua vida, sua menina.
Depois de tudo que havia vivido, depois do que passou com Robert, depois de ter que esquecer Snape, depois da guerra, das perdas e de se afastar, o que lhe restou foi Dayra e uma vida afastada em uma vila do interior de uma cidade trouxa, onde ninguém poderia encontrá-la, onde ela poderia começar tudo do zero, somente ela e Dayra.
Mas Dayra já não estava ali.
O quarto estava da mesma forma que o deixara, os lençóis não estavam mexidos e os ursinhos de pelúcia continuavam no mesmo lugar.
- Dayra.
Hermione agarrou-se ao ursinho preferido de sua filhinha e chorou deitada na cama dela. Pensava a todo momento na imagem da linda menina correndo para seus braços quando ia pegá-la na escola ou quando a levava para seu trabalho na escolinha do bairro.
Linda
Simplesmente linda.
Não sabia como podiam dizer que ela era igual a mãe, não era. Dayra era mil vezes mais bonita.
Sua pele era branquinha feito os flocos de neve que caiam em uma noite fria e seus olhos eram dourados com um brilho inexistente, não existia uma única menina com aqueles olhos.
As lágrimas molhavam o lençol azul quando uma luz forte apareceu no meio do quarto, assustando Hermione que logo estava com a varinha apontada para o patrono que andava elegantemente em cima da cômoda de Dayra.
O gato sentou-se e encarou Hermione como se esperasse que ela abaixasse a sua varinha, ela o fez.
A boca do gato abriu e por ela saiu uma voz conhecida, a muito tempo não ouvida. Uma melodia para seus ouvidos, uma saudade de seu coração.
- Vá para o ST'Mungus.
Ela não esperou o patrono se dissipar no ar, pegou sua bolsa e aparatou direto na porta do hospital bruxo.
Hermione era uma das pessoas que odiavam entrar em qualquer hospital. Ainda mais quando não havia ninguém no hospital, nem uma única alma viva para lhe dar uma luz, para lhe dizer o que estava acontecendo.
Ninguém.
Chamou, chamou, gritou e chamou novamente.
Ninguém.
Correu pelos corredores, não havia ninguém. Era tudo silencioso.
A noite estava alta lá fora quando uma enfermeira apareceu no final do corredor.
- Por favor, preciso saber se tem uma paciente aqui chamada Dayra. P. Granger?
- Só um momento.
A mulher loira foi até o balcão na entrada e olhou em um enorme livro, passou o dedo pelos pacientes que entraram naquele dia até parar no ultimo nome.
- Sim. Teve uma menina, chegou a pouco tempo, é a senhorita Dayra Prince Granger?
- Isso mesmo, é minha filha, onde ela está?
- Quarto 1203.
- O que houve com ela?
- Não tenho tanta informação, pois não estava aqui, mas pelo que vejo ela ingeriu uma poção fortíssima que machucou seu organismo por causa de sua acidez.
- oh meu Deus.
- Mas já esta tudo bem. Ela esta dormindo. Precisará ficar aqui para observação.
- Tudo bem – Disse Hermione aflita – Posso vê-la?
- Pode sim, eu vou acompanhá-la até o quarto.
- Obrigada.
A enfermeira que se chamava Lauri a levou para o décimo segundo andar, em um quarto no final do corredor.
- Obrigada – Disse Hermione novamente antes de entrar no quarto.
Ela respirou fundo e abriu a porta.
Ali dentro estava a pequenina Dayra com seus cabelos volumosos e seu rostinho angelical. O quarto estava caído na eterna penumbra, mas Hermione não precisava de luz para ver sua filha, para achá-la e beijá-la na sua cabeça.
Minutos se passaram onde Hermione apenas ficou abraçada ao corpinho inerte, sentindo seu peito subir e descer bem devagar. Ela tinha ataduras em suas pernas, onde, pelo que a enfermeira lhe informou, também fora derramado a poção.
- Desculpe, foi minha culpa, jamais deveria ter deixado você sozinha. Que péssima mãe eu sou. Desculpe.
Pegou na mãozinha e sentou-se na cadeira ao lado da cama observando o pequeno anjo dormir.
Um frio arrepiante passou por sua espinha.
Fechou os olhos.
Aquele perfume
Aquela sensação
Aquela sombra escondida no canto mais escuro
Aquele olhar em sua nuca.
Fechou os olhos e o sentiu em si.
Sentiu o gosto.
Sentiu o gosto do primeiro e ultimo beijo dado por aqueles lábios.
O sentia em seus sonhos quando o beijo era tão real que a deprimia.
O sentia.
- Olá professor – Sussurrou para a escuridão sem se virar.
O frio se mexeu, saiu das sombras. Olhou para ela e lhe falou com a voz mais suave e hipnotizante que jamais falara.
- senhorita Granger, quanto tempo.
- Demais.
Ela não se virou, continuou segurando a mãozinha pequena de Dayra enquanto sentia aquele cheiro de ervas doces chegando cada vez mais perto. Tão perto que era insuportável agüentar.
A lágrima desceu, escorreu lentamente pela sua face sendo impedida de cair em sua roupa pelo dedo frio da mão dele que limpava delicadamente o rastro molhado pela água cristalina que molhava seus belíssimos olhos castanhos.
Ela juntou sua mão à dele entrelaçando seus dedos e beijando sua pele pálida sentindo seu cheiro característico e seu gosto doce.
- Onde esteve? – Perguntou Hermione o puxando para ver seu rosto.
- Longe
- Por que se foi?
Snape olhou em seus olhos e desviou o olhar. Era cruel senti-lo. Soltou sua mão da dela e se levantou indo até a janela e olhando os trouxas na rua passando por eles com sua ridícula ignorância.
- Eu precise. Questões de trabalho.
- Mas e depois? Voldemort morreu logo em seguida. Por que não voltou?
- Por qual motivo eu voltaria? – Perguntou encarando-a.
Hermione mexeu-se incomoda na cadeira ao se lembrar de quando Snape lhe disse as palavras difíceis de sair, lhe confessou seus sentimentos e ela os negou, pagando caro por isso, caro demais.
- Eu...eu não sei, seu trabalho por exemplo.
A risada dele foi baixa para não acordar a criança, mas foi cruel o suficiente para arrepiar os pêlos de Hermione.
Era grotesca como a muito tempo não ouvia.
- Fala como se algum dia meu trabalho fosse um grande feito para mim. Meu trabalho era apenas um modo de me fixar na escola para proteger o cabeça oca do Potter e poder passar de espião para o Lord das Trevas. Eu tinha um motivo para ficar, um grande e forte motivo para ficar – Ele se aproximou e colocou suas mãos nos braços da cadeira dela, se aproximando devagar até que seu nariz quase encostou no dela, seu hálito quente embriagado de paixão, sua presença arrepiando sua nuca – Mas quando esse motivo me abandonou, me mandou embora, eu fui. Fui embora para nunca mais voltar, e não voltei. Não tinha motivos, não tinha razão, havia acabado. Para mim tinha apenas frio e solidão como sempre teve, como sempre me foi dado. Nada mais que frio e solidão.
Ela chorava, pois sentiu esse mesmo frio, mas ela tinha a Dayra, tinha alguém. E ele? Não havia ninguém para ele, ninguém.
- Me desc...
- Não!
Os dedos dele tapavam seus lábios impedindo-a de proferir as seguintes palavras.
- não me diga isso. Não novamente – Dayra se mexeu na cama acordando devagar – Cuide de sua filha. Ela precisará de muita água agora. Com licença.
Hermione chegou a segurar sua mão para impedi-lo de ir embora, mas o soltou deixando-o ir novamente, ir de sua vida, distanciar-se dela.
Novamente
Deixando o frio lhe fazer companhia
Novamente
Deixando-a chorar
Novamente
Deixando-a sofrer
Novamente
Assim como ela o fez sentir isso tudo...
... Novamente.
Heheheh, terminou o capitulo, mais um tempinho pra eu atualizar,acontece que tive uns problemas em casa com minha mãe e cabei me mudando, estou morando com minha avo e lá não tem pc, na facul não entra o site do fnfaiction, isso quer dizer que só posso atualizar aos finais de semana, e não sou garantia afinal, tenho facul e trabalho...
Mas tentarei ao maximo não decepciona=las e atualizar logo.... comntem..... adoro ler os reviews... bjusss meninas....
