Capitulo 26
Anoiteceu rapidamente em Princeton. Uma enorme Lua Cheia tomava conta do céu estrelado, o clima ainda era frio, mas para algumas pessoas essa noite seria extremamente quente.
House passou o dia inteiro impaciente e quando viu o relógio marcar 19 horas voou para casa sem ao menos conferir com seus subordinados a melhora do estado de saúde do seu paciente. Chegou em casa e foi direto para a ducha onde tomou um banho bastante gelado, afinal mesmo com o frio que fazia seu corpo transpirava vapor. E após ficar quase uma hora tentando diminuir seu estado de excitação escolhe uma blusa preta de algodão, uma calça jeans e uma cueca boxer também preta. Enquanto abotoava os botões da camisa fica se olhando no espelho do guarda-roupa. Sentia-se alguns anos mais jovem. Passa um pouco de perfume, dá uma ajeitada no cabelo, pega a chave, o casaco e sai em direção a casa dela.
Cuddy havia ido mais cedo para casa e necessitou passar antes em um mercado para comprar os ingredientes para preparar a única coisa boa que sabia fazer, um assado com batatas. Estava radiante na cozinha, enquanto terminava de preparar a carne para colocá-la ao forno, cantarolava algumas canções. Estava feliz como não ficava há anos. Após por o jantar no forno, segue para o banheiro onde toma uma ducha fria, pois também se encontrava totalmente quente. Não sabia como ele ainda podia provocar nelas essas sensações mesmo depois de anos. Quando sai da ducha passa hidratante por todo o corpo e em seguida escolhe um vestido vermelho que chegava até o joelho, mas que lhe deixava com um enorme decote. Resolve surpreendê-lo, então veste o mesmo sem nada por baixo. Põe uma maquiagem fraquinha e um delicioso perfume.
Enquanto isso em um ponto da cidade, Luna encontrava-se em seu quarto. Chegara a pouco do trabalho e estava cansada. Terminava de ler o livro que a Cuddy havia lhe emprestado e estava tão concentrava que se assusta quando o Jesse toca gentilmente em sua perna.
Jesse encontrava-se totalmente molhado. Trajava apenas uma toalha branca, a qual estava amarrada em sua cintura, deixando seu peito másculo e sua barriga sarada a mostra.
Fazia muito tempo que a Luna não o via sem camisa e a imagem a sua frente lhe deixou sem ar. Sentiu uma sensação nova e estranha.
Jesse: Hey!
Luna: Hey! Algum problema?
Jesse: Empresta seu xampu? O meu acabou.
Luna: Claro. Pode pegar no banheiro.
No apartamento havia dois banheiros, os dois quartos eram suítes. Ele entra rapidamente no banheiro dela e pega um frasco quando retornava...
Luna: Vai sair?
Jesse: Não. É que estava cuidando de um jardim hoje e meu cabelo está lotado de barro.
Ele ri da cara que ela fez.
Luna: Será que me levaria num lugar?
Jesse: Claro. Preciso só terminar meu banho.
Luna: Claro. Também preciso de um.
Jesse retorna ao seu banheiro enquanto a Luna vai até o dela tomar uma ducha. Após sair do banho, a jovem veste uma camiseta e um jeans e vai até o quarto do amigo apressa-lo. Jesse ainda se arrumava. Trajava apenas a calça jeans.
Luna: Hey! Esqueço que você para se arrumar é pior que mulher.
Jesse: Eta! É que a coisa estava braba... tive que tomar um senhor banho.
Luna: Aja xampu e sabonete agora.
Jesse: Engraçadinha.
Luna não conseguia tirar os olhos dos braços malhados deles.
Luna: Anda malhando?
Jesse: Como?
Luna: Estou lhe achando um pouco forte.
Jesse: Ah! Deve ser a quantidade de coisas que carrego o dia todo de um lado para o outro. Deve estar fortalecendo meus músculos.
Luna: É deve ser.
O jovem finalmente veste a camisa.
Jesse: Pra onde vamos?
Luna: Preciso devolver uma coisa e dar outra.
Jesse: Como?
Luna: No caminho te explico. Tudo bem?
Jesse: Ok.
House estava com as mãos suando frio quando bateu em sua porta trazia consigo uma garrafa de vinho. Ao escutar a porta, Cuddy sorri e anda em direção a mesma quando abre fica encantada com a visão.
House: Hey! Estou atrasado?
Cuddy: Não. O jantar nem está pronto ainda.
House: Trouxe um vinho, mas só poderá beber um pouco.
Cuddy: Hum. Certo doutor. Mas e o seu plano de me embebedar pra me levar pra cama?
Cuddy dá passagem para ele. E pega o casaco e pendura ao lado da porta. House ao entrar fecha a porta.
House: Tenho outros truques.
Cuddy ri da resposta e antes que ela pudesse se afastar, ele beija seus delicados lábios. Trocam mais um sorriso e seguem para a cozinha.
House: Hum. O cheiro está bom, quero só ver o gosto.
Cuddy abria o vinho e enchia delicadamente duas taças.
Cuddy: Ah. Por acaso está duvidando dos meus dotes culinários?
House: Por que será?
Cuddy encontrava-se próxima a bancada de mármore que havia na cozinha. House se aproxima devagar. Estava encantado com a beleza da médica. O longo vestido e o decote estava levando-o a loucura. Toma as duas taças das suas mãos e põe em cima da bancada encosta seu corpo cheio de excitação no dela. Cuddy que tentava há horas controlar seus desejos solta um gemido abafado quando sente-o contra seu corpo.
Cuddy: O que está fazendo?
House: Passando o tempo.
Suas longas mãos massageavam o pescoço afastando os cachos. Beija fortemente a região fazendo-a soltar outro gemido, sendo que esse era mais forte.
Cuddy: Quer me levar a loucura?
House: Consegui?
Sela seus lábios com um ardente e quente beijo. Logo suas línguas faziam um balé e tentavam ao máximo sentir o gosto um do outro. Enquanto Cuddy estava perdida em seus beijos, vai descendo as mãos, primeiro no decote depois pelo tecido do vestido, desce até chegar às suas pernas nuas. Sentir a pele suave dela fez com que aumentasse mais ainda a intensidade dos beijos. Ela encontrava-se com as mãos inclinadas na bancada tentando se segurar firme. As longas mãos de House começam a percorrer suas pernas subindo até a região mais sensível do seu corpo. Quando sente a mesma quente e sem nenhuma barreira...
House: Nossa!! Achei que tinha superado essa fase.
Cuddy: Na verdade é um presente para um certo doutor!
House: Nossa!! Tudo isso pra mim.
Ele aprofunda suas mãos fazendo-a soltar um gemido alto.
House: Como está quente!
Ele sela seus lábios com um profundo e ardente beijo. Afasta as pernas dela e a prende em sua cintura. Vai descendo as caricias pelo pescoço e concentra os beijos no enorme decote, afasta a alça do vestido deixando aparecer um dos seios. Toca com a ponta dos dedos o mamilo enrijecido e depois sua língua quente da o primeiro dos muitos beijos, seguidos de enormes chupões e mordidas. Cuddy tentava desabotoar os botões da camisa dele e quando fazia isso, descia suas mãos pelo tecido chegando até a calça jeans, onde podia senti a excitação já visível dele.
Os dois estavam super ofegantes e os gemidos eram cada segundo mais intensos. De repente são tirados da concentração por batidas na porta.
House: Está esperando mais alguém?
Cuddy: Não...
Ele então volta a beijar a região do decote, mas as batidas continuam fortes.
Cuddy: Vou ver o que é. Não demoro.
Ela ajeita o vestido e sai deixando-o desolado. House encosta na bancada.
House: Se for a Bruxa despacho para outro planeta!
House fecha os botões da camisa. Cuddy anda tranquilamente e as batidas continuam.
Cuddy: Já vai.
Quando abre a porta se espanta com o que vê.
Cuddy: Luna! Jesse!
Luna: Desculpa vim há essa hora, mas me deram seu endereço lá no hospital.
Cuddy: Tudo bem! Entrem.
Cuddy dá passagem aos dois. Ambos ficam admirando o local. Nesse instante House vem de lá de dentro bufando. Quando vê quem é meio que se assusta.
House: Cuddy. Qual era o problema? Luna!!
Luna: Estou atrapalhando alguma coisa?
Luna notou pela beca dos dois, que algo devia ta rolando ali.
Cuddy: Não. Você nunca atrapalha.
House: Aconteceu alguma coisa contigo?
Luna: Não. Vim apenas devolver isso.
Luna tira o livro da bolsa e entrega.
Cuddy: Não precisava ter essa pressa toda.
Luna: Mas vim também para trazer isso.
Luna puxa da bolsa um pacote enrolado num papel de presente.
Cuddy: É pra mim?
Luna: É. Por ter feito o que fez por mim. É só uma lembrança.
House olha feio para a garota.
House: E eu não ganho nada?
Luna olha feio para ele, nem responde. Cuddy abre feliz o envelope e tira de lá uma caixinha de música onde havia uma bailarina. Os olhos da médica estavam marejados.
Cuddy: Que lindo! Adorei.
Luna: Quem bom. Fico feliz.
Cuddy olha para o House. O médico notou a felicidade em seus olhos e sentiu-se maravilhado com aquilo.
Luna: Bem. Vamos indo.
Cuddy: Não. Fiquem para jantar.
Jesse: Não queremos atrapalhar.
Luna: Exato.
Cuddy: Não estão atrapalhando nada. Né House?
House olha para ela. Estava morrendo de tesão, mas sabia que esse momento era importante pra ela então abre um sorriso.
House: Claro que não. Além disso, não serei o único a provar essa coisa que tanto cheira lá na cozinha.
Cuddy: Maldade com meu assado. Está delicioso!
House: Isso veremos.
Os quatro andam até a sala de visitas.
Cuddy: Aceitam vinho?
Jesse: Sim.
House: Vou buscar.
Cuddy: Tenho que ir ver o assado. Já voltamos.
Os dois saem em direção à cozinha. Assim que adentram na mesma Cuddy abraça fortemente o House e o beija.
House: Hey! Está feliz?
Cuddy: Claro. Você aqui. A Luna aqui. Não podia ser mais perfeito.
Era tão bom vê-la feliz. Ele pega o vinho, as taças, da mais um beijo nela e retorna a sala. Jesse e Luna riam quando ele retorna. Entrega uma taça a cada um.
House: Você só pode uma taça.
Luna: Sim doutor!
Após encher a deles põe um pouco na sua.
Luna: Vou ver se a doutora Cuddy precisa de ajuda.
Luna vai em direção a cozinha deixando os dois na sala. Cuddy tentava tirar o assado do forno quando a filha se aproxima.
Luna: Precisa de ajuda?
Cuddy: Pode me passar aquele pano de prato?
Luna: Claro.
Luna lhe entrega o pano de prato e ela finalmente consegue tirar o assado e o põe sobre a mesa da cozinha abre e nota que o mesmo já estava cozido.
Luna: Nossa. O cheiro está muito bom.
Cuddy: Esse assado é a única coisa que tentei cozinhar que deu certo.
Luna: Também sou uma negação na cozinha.
Cuddy: É de família. Minha mãe também é uma negação.
Luna: Não sabia que era genético.
As duas riem. Estavam tão descontraídas. Não havia mais aquele clima chato entre as duas. Será que finalmente mãe e filha iam conseguir conviver em paz?
Enquanto isso na sala de estar.
House: Então Jesse o que tem feito de bom?
Jesse: Abri uma firma com meu amigo.
House: Não me diga que abriu uma boate gay...
Jesse: não, uma firma de jardinagem.
House: cool.
Luna ajuda a mãe a levar o assado, as batatas, pratos e talheres para a mesa da sala. Logo a mesma estava impecável. E logo os rapazes se juntaram a elas na mesa. No inicio o silêncio predominou na mesa. Cuddy serviu os jovens e o amado, o sorriso em sua face demonstrava a felicidade que sentia no momento. Jesse é o primeiro a se pronunciar.
Jesse: Nossa! Isso está delicioso doutora Cuddy!
Cuddy: Obrigada Jesse. E pode me chamar apenas de Cuddy ou de Lisa.
Jesse: Ok. Como à senhora preferir.
Cuddy: E nada de senhora.
House: Ela tenta esconder a idade.
Cuddy: Engraçadinho.
Luna: A doutora, quer dizer, a Cuddy está em excelente forma.
Cuddy: Viu? Obrigada. Eu tento manter o corpo saudável.
House: Eu também.
Cuddy: Conta outra House.
Todos riem da cara que o House faz.
Cuddy: E o trabalho como vai?
Luna: Bem. Voltei hoje.
House: Ah. O Jesse estava me contando que abriu uma firma de jardinagem.
Cuddy: Que bacana. Meu jardim está até precisando de um cuidado.
Jesse: Se quiser posso vim com o Dan dar um trato nele.
Cuddy: Adoraria.
House: Cuidado que essa ai é caloteira.
Cuddy: Não me chamo Gregory House!
Jesse: É claro que não cobraria nada.
Cuddy: Nada disso. Só aceito se deixar pagar pelos seus serviços.
Jesse: Está bem então.
Conversam sobre coisas do cotidiano, desde que Jesse pronunciou a primeira palavra na mesa que não o silêncio não fazia parte do jantar.
Luna: Bem. Preciso ir ao banheiro se me dão licença.
Cuddy: Levo-te lá.
Luna e Cuddy saem da mesa. Andam em direção ao banheiro.
Cuddy: Melhor usar o do meu quarto esse da sala está com problemas.
Andam até o quarto da Cuddy, assim que entram Luna fica paralisada admirando o local.
Luna: Nossa. Lindo.
Cuddy: Obrigada.
Luna vai até o banheiro e nota a quantidade de cremes que havia na pia, isso demonstrava o quanto que sua mãe era cuidadosa. Após sair do banheiro retornam a sala, onde os rapazes tiravam os pratos e levavam para a cozinha. Luna se candidata a enxugar a louça enquanto a Cuddy lavava. Já os rapazes ficam na sala papeando.
Cuddy: Fico feliz que tenha vindo me visitar.
Luna: Estou com uma sensação que atrapalhei algo.
Cuddy: Que nada. Relaxa.
Luna: Você e o doutor House estão juntos? Quer dizer vocês já tiveram algo no passado isso é obvio. Eu sou o resultado disso, mas pensei que ele havia lhe abandonada grávida.
Cuddy: Luna. Não aconteceu assim. O House teve as razões dele de ir embora há vinte anos e ele nunca soube de você, só há pouco tempo. Eu o amo e resolvi dar uma segunda chance. Afinal fizemos tantas coisas boas juntos. Você é uma delas.
Ficam uns segundo em silêncio.
Cuddy: E você como está?
Luna: Bem. Temos problemas, mas vamos resolver. O Jesse está todo contente com essa firma.
Cuddy: Você e o Jesse estão juntos?
Luna: Somos amigos. Melhores amigo do mundo. Não sei o que faria sem ele. Mas, não temos nada amoroso.
Cuddy: Nunca tiveram?
Luna: Quando era criança demos um selinho uma vez, mas foi numa brincadeira.
Cuddy: Acho tão bonita a relação de vocês. Fico tranqüila em saber que tem ele para te proteger.
Luna: O Jesse é meu protetor.
Cuddy: Quero que saiba que estamos aqui pra você. Sei que deve ser difícil pra ti ganhar pai e mãe assim, mas se tiver alguma dificuldade, quero que conte comigo.
Luna: Cuddy. Ainda estou tentando digerir tudo isso. Até lá vou precisar de espaço, não quero que se sinta ofendida, mas não esperava uma mãe em minha vida. Há anos que não fazia mais parte dos meus sonhos, mas já que a vida aprontou essa pra mim tenho que aprender a conviver com isso. Só preciso de tempo.
Cuddy: Darei-lhe todo o tempo que precisar.
Luna: Obrigada.
Cuddy: Posso pelo menos lhe dar um abraço?
Luna: Claro.
Cuddy abraça a filha fortemente como se pudesse transmitir nesse gesto todo o amor que sentia.
Luna: O jantar foi maravilhoso, a comida estava espetacular, mas preciso ir. Amanhã acordo cedo.
Cuddy: É eu sei, mas teremos muitas oportunidades para colocamos o papo em dia.
Luna: Exato.
Luna põe o pano de prato sobre a mesa e retorna a sala onde House e Jesse falavam sobre basquete.
House: A última temporada dos New Jersey Nets foi horrível tem que aprender a torce pra um time melhor garoto.
Luna: Jess. Vamos?
Jesse: Claro. E doutor House vai ver como os Lakers vão se dar mal na próxima temporada.
House: Vai sonhando garoto.
Luna: Até mais Doutor House.
House: Até mais Luna.
Cuddy acompanha os dois até a porta e quando retorna encontra o House esparramando no seu sofá.
Cuddy: Enfim sós.
E se joga deitando em seu peito.
House: Como foi com a Luna?
Cuddy: Bem. Tivemos uma conversa civilizada. Acredito que em breve poderei ouvi-la me chamar de mãe. E você e o Jesse parecem que se deram super bem.
House: O garoto é fã de basquete ficamos aqui trocando opiniões.
Cuddy: Acho que está na hora de ir para a cama amanhã acordamos cedo.
House: Vou indo então.
Quando ele ia se levantar ela o puxa novamente.
Cuddy: Onde pensa que vai? Acho que ficou algo inacabado entre nós.
House: Não disse que quer ir para a cama?
Cuddy: Com você seu tonto.
House: Ah explica direito.
Cuddy ri da cara aliviada que a face dele estampa.
House: O que estamos esperando?
Logo os dois estavam no quarto dela. House admirava o lugar.
"If
the heart is always searching,
Can you ever find a home?
I've
been looking for that someone"
Cuddy: Sei que imaginou esse lugar muitas vezes em seus sonhos.
House: Mais é convencida!
Cuddy: Aprendi com o mestre.
House: Vem cá.
"I've
never make it on my own.
Dreams can't take the place of loving
you,
There's gotta be a million reasons why it's true"
House a trás para bem perto e acaricia seu braço antes de selar seus lábios com um ardente e longo beijo. Sua língua disputava cada espaço da boca dela. E vai aproveitando que Cuddy encontrava-se totalmente entregue aos seus beijos para ir aos poucos levantando o vestido acariciando a pele macia dela. Após alguns minutos trocando ardentes beijos, afastam seus lábios e ela começa a desabotoar a camisa dele. Jogando-a bem longe. Com as mãos a acariciar o peito másculo enquanto seus olhos não se desgrudavam. House vira-a e começa a chupar com vontade o pescoço. Aproveita para ir abrindo o zíper do vestido e com as mãos acariciar as costas nuas dela.
"When you look me
in the eyes,
And tell me that you love me.
Everything's
alright,
When you're right here by my side"
Cuddy livra-se do vestido ficando totalmente nua. House quase perde o fôlego quando a viu do jeito que veio ao mundo. Engole seco e pode sentir seu órgão começa a se manifestar novamente. Ela anda de costa e deita na cama olhando-o com malicia. Ele abre o botão da sua calça e o zíper livrando-se da peça. Deita-se sobre o corpo nu dela trajando apenas a boxer. Seus lábio,s após dar uma enorme atenção ao pescoço, começam a beijar com ferocidade os lábios dela.
"When you look me
in the eyes,
I catch a glimpse of heaven.
I find my
paradise,
When you look me in the eyes"
Cuddy cruza as pernas na cintura dele e com ajuda dos pés retira a boxer. Quando sente o órgão dele totalmente excitado contra sua pele sente uma onda quente invadir todos os seus poros fazendo-a soltar gemidos, os quais são abafados pelos beijos. House se afasta dos lábios e começa a dar atenção aos seios que tanto desejava. Suga os mamilos com tanta vontade que os deixa levemente avermelhados. Vai descendo os chupões, as lambidas e os beijos pelo corpo dela. Até chegar a região mais desejada.
"How long will
I be waiting,
To be with you again
I'm gonna tell you that I
love you"
Afasta bem as longas pernas e quando sente seu lábio de encontro com a região mais sensível do corpo dela teve que segurar sua excitação. A língua quente dele estava fazendo-a ir à loucura. Agarrava-se com força na cabeceira da cama e os gritos já estavam altos. Quando ele sente os músculos dela se contraírem fortemente sente-se maravilhado então retorna aos lábios.
"In the best way
that I can.
I can't take a day without you here,
You're the
light that makes my darkness disappear"
Nada era dito apenas gemidos eram exalados. Cuddy afasta seus lábios do dele, e abre uma gaveta de onde tira um preservativo. House a olha com malicia.
House: Nossa! Isso já estava ai me esperando?
Cuddy: Cala a boca House!
"When you look me
in the eyes,
And tell me that you love me.
Everything's
alright,
When you're right here by my side"
Ele ri quando a ver abrir com rapidez o envelope quando ia pegar o mesmo, ela não deixa. Quando sente as mãos quentes e macias dela de encontro com seu membro teve que segurar-se para não "terminar" ali mesmo. A cara safada dela fazia sua excitação ir a mim. Puxa as pernas dela prendendo em sua cintura e delicadamente une seus corpos.
"When
you look me in the eyes,
I catch a glimpse of heaven.
I find my
paradise,
When you look me in the eyes"
Ao senti-lo novamente depois de tantos anos não teve como segurar os gritos e gemidos. House movimenta-se lentamente tentando prolongar o máximo possível. Adorava ver a fisionomia de satisfação dela. Mas, devido ao enorme tesão, não consegue por muito tempo. E quando sente seu corpo explodir em êxtase, sente os músculos dela prender com força seu órgão aumentando mais o prazer que sentia.
"Move on, I start
to realize,
I can reach my tomorrow,
I can hold my head up
high,
And it's all because you're by my side"
Beija lhe os lábios e cai exaustos sobre os seios dela. Ainda conectados, ficam um tempo assim. Só escutavam-se as respirações ofegantes. Então House desconecta seu corpo do dela, livra-se do preservativo e deita ao lado dela puxando seu corpo fazendo-a deitar em seu peito.
House: Foi incrível.
Cuddy: Extremamente incrível.
Fica alisando suas costas nuas.
House: Senti falta do seu corpo.
Cuddy: Ele também sentiu sua falta.
"When
you look me in the eyes,
And tell me that you love
me.
Everything's alright,
When you're right here by my side"
Riem e ficam depois em silêncio. Cuddy ficou apenas sentindo o cheiro dele, era incrível estar ali deitada sobre o corpo nu dele. Queria parar o tempo apenas para poder curtir esse momento eternamente, mas sabia que de hoje em diante esse gesto iria se repetir mais vezes. Levanta lentamente o tronco. Ele estava com os olhos fechados e uma fisionomia calma e feliz. Sorri, e volta a deitar em seu peito e sem muito pensar deixa seu coração dizer aquilo que estava preso.
Cuddy: Eu te amo.
"When
I hold you in my arms,
I know that it's forever.
I just gotta
let you know,
I never wanna let you go"
House não dormia. Apenas refletia em sua mente todos os acontecimentos da sua vida que envolvia a Cuddy. Como se sentia jovem ao lado dela. E extremamente feliz. Sexo com ela não era simplesmente sexo. Seus corpos se encaixavam de uma maneira excepcional. Não tinha mais dúvidas quando estavam juntos. Como queria parar o tempo para ficar assim com ela eternamente. É tirando dos seus pensamentos pala voz fina dela. E ao ouvir aquela frase vinte anos depois não sentiu mais medo pelo contrario sentiu uma onda de felicidade invadir todo o seu corpo e seus lábios apenas transmitiu aquilo que seu coração há anos guardava.
House: Também… te… te… amo.
"Cause
when you look me in the eyes
And tell me that you love
me.
Everything's alright,
When you're right here by my side"
Ela abre os olhos. E sente seu coração querendo pular para fora do corpo. Levanta o tronco e encara os olhos azuis dele.
Cuddy: Como?
House: Há vinte anos tive medo de dizer isso. Fugir como um covarde dos meus sentimentos. Hoje tenho certeza absoluta disso. Eu te amo doutora Lisa Cuddy.
Ela sorri e beija delicadamente seus lábios e retorna aos braços fortes dele e adormece. House fica alisando a costas nuas dela até adormecer sentindo o perfume exalado pela sua pele macia e delicada.
"When
you look me in the eyes,
I catch a glimpse of heaven.
Oh, I
find my paradise,
When you look me in the eyes"
