Vegeta, Raditz e Nappa começam a conversar sobre...

Enquanto isso, Raditz fica...

Piccolo fica estarrecido quando vê os...

Kami-sama decide...

Capítulo 26 - O fim de Piccolo Daimaou

AGE 755 – Wakusei Freeza nº 18 (Planeta Freeza nº18)

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Em um dos planetas aliados de Freeza, sendo que teve que abandonar o seu nome que era Yarkei, como parte do acordo, sendo renomeado de Planeta Freeza nº 18, pois era uma exigência para todos os planetas que podiam ser considerados aliados dos arcosianos.

Era a mesma coisa nos territórios de Koora e do pai deles, Cold.

Vegeta, Nappa e Raditz estavam em uma espécie de bar tomando bebidas, enquanto eram servidos por garçonetes.

Para que Freeza não ouvisse os seus planos, eles conversavam assuntos casuais, enquanto escreviam em uma prancheta, sendo que se comunicavam através da escrita, discutindo o plano deles entre si.

Raditz estava pensativo sobre a missão que foi dada para ele, sendo que ainda faltavam seis anos e que consistia em ir atrás do seu irmão mais novo, Kakarotto, que estava na Terra. Vegeta queria esperar esses seis anos, para que ele já tivesse passado da transição de filhote para adulto com o acréscimo de alguns anos.

Para o príncipe, apesar de ser apenas um saiyajin de Terceira classe, seria ótimo ter mais um da raça deles, sendo que Freeza não sabia da existência dele e isso se provaria um trunfo que poderia usar em algum momento, enquanto que ainda estava planejando como iria matar o arcosiano.

Já, Raditz, confessava que queria rever o seu irmão que era uma cópia do pai deles, Bardock.

Quando Bejiita foi destruído por Freeza, pois, Vegeta descobriu e falou para eles, ele sentiu muita raiva, enquanto se recordava da última vez que viu o seu irmão e que ele ainda estava na capsula de crescimento. Naquela época foi escolhido para acompanhar Vegeta a um planeta para ser conquistado, sendo que Nappa também estava no planeta, pois, era Kaulek do príncipe dos saiyajins.

Ele sempre achou estranho o fato de Kakarotto ter sido enviado para conquistar um planeta, após sair da capsula de crescimento, pois, normalmente eram enviados quando bebês e duvidava, piamente, que a sua mãe permitiria tal destino, já que evitou que ele fosse enviado, quando bebê, a algum planeta.

Nesse caso, o pai deles conseguiu mudar o destino de Kakarotto por ele ter nascido com um nível demasiadamente baixo de poder. Por causa de seu nível, seria enviado para conquistar um planeta. Bardock conseguiu mudar o destino de seu filho mais novo, através do saiyajin responsável pelo envio de bebês.

Para a sorte deles, esse supervisor tinha uma divida com Bardock e graças a uma encenação dele de saiyajin cruel, mentindo sobre uma promessa, conseguiu que Kakarotto fosse colocado numa capsula de crescimento para ficar com eles.

Portanto, em virtude disso, duvidava que ele tivesse sido enviado para conquistar a Terra, enquanto que julgava a hipótese mais plausível, que consistia no fato de seu pai ter desconfiado de Freeza e por isso, o enviou para a Terra, horas antes de Bejiita ser destruído.

Isso justificaria a mensagem que recebeu do seu genitor, avisando que havia enviado Kakarotto ao planeta Terra.

Já, Vegeta, pensava que ele foi enviado quando era um bebê, pois, Raditz nunca falou a idade em que seu irmão foi enviado para a Terra. Nappa também pensava que foi enviado quando era bebê por ter um nível de poder demasiadamente baixo, mesmo para o padrão de uma Terceira classe.

Afinal, para ambos, ele seguiu o destino de muitos outros bebês fracos, pois, essa era a lei.

A cauda de Raditz se contorcia de raiva na cintura, quando se recordava de que toda a sua raça quase foi exterminada por Freeza, ao ponto de sobrar somente cinco saiyajins no universo, pois, Vegeta comentou sobre Tarble, sendo que não tinha interesse em ir atrás dele e Freeza também não sabia da existência dele, assim como não sabia da de Kakarotto.

Segundo o príncipe, ele não sabia para onde o seu irmão foi enviado, pois, o nascimento dele foi tão vergonhoso, que a família real queria apagar a existência dele e só não o mataram, pois, poderia chamar demasiada atenção.

Era mais fácil se livrar dele, juntamente com os outros bebês que eram enviados a planetas, sendo que sabia que o seu genitor o mandou ao planeta mais longínquo do quadrante conhecido, para garantir que ele nunca fosse encontrado por outro saiyajin.

Então, eles terminaram de conversar sobre o plano de Vegeta, através da escrita, para depois destruírem as pranchetas, transformando-as em pó, desprezando-as no lixo ali perto, juntamente com os outros restos de objetos e comida, para depois se afastarem, pois, precisavam partir para conquistar mais um planeta para o império do arcosiano e só podiam dispor de algumas horas.

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AGE 755 – Wakusei Chikyuu (Planeta Terra)

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Após voarem por algumas horas, os números dezessete e dezoito param em frente ao castelo do rei mundial, onde o corpo do mesmo, ainda estava ainda caído, em frente ao castelo, sendo que somente restava os seus ossos, assim como roupas desbotadas e rasgadas, assim como de outros animais e pessoas, formando um grande cemitério de ossadas.

Piccolo Daimaou sai do castelo, olhando atentamente para ambos os androides de feições ausentes de emoção, enquanto arqueava o cenho, pois, não conseguia sentir a energia vital deles e pergunta, arqueando o cenho, percebendo que eles não pareciam humanos, sendo que notou o símbolo da Red Ribbon na roupa deles:

- Quem são vocês, bastardos?

Então, antes que pudesse se colocar em posição de luta, os gêmeos atacam ao mesmo tempo, girando o braço lateralmente, um de cada lado do corpo, quebrando ambos os braços de Piccolo e consequentemente, esmagando os seus órgãos, fazendo-o golfar sangue roxo, até que eles o chutam, ao mesmo tempo, no rosto, atirando-o violentamente para trás.

Vários mazokus que estavam próximos do local, se aproximaram velozmente, pois, sentiram o sofrimento de seu mestre e ao verem a cena, rosnam e começam a atacar ambos os androides que largam Piccolo, uma vez que dezessete o havia pegado pelo pescoço e começam a atacar o grupo, matando-os facilmente.

Próximo dali, arfando violentamente, enquanto vomitava sangue arroxeado, ele começa a concentrar os seus poderes e cria um ovo, lançando-o longe, enquanto falava:

- Dei todos os meus poderes para você, meu filho. Treine e vingue o seu pai, para depois aterrorizar o mundo.

Piccolo não percebeu que o seu mal não foi para o ovo e sim, a sua parte guerreira, que não pode se desenvolver por causa da sua maldade. Existia apenas um ínfimo mal no ovo, que podia ser subjugado pela parte guerreira, ao contrário do pai, que a parte maligna subjugava, por completo, a parte guerreira.

Depois, ele usa a sua boca para arrancar os seus braços, para em seguida fazer surgir novos braços, para poder lançar a sua técnica mais poderosa, enquanto sofria e muito, ao sentir o fim de suas crias.

Dezessete e dezoito terminaram de destruir os mazokus e se voltam para Piccolo, pousando na frente dele, com o mesmo se preparando para usar a sua técnica mais poderosa, enquanto arfava.

Os gêmeos apenas olhavam, sendo que estavam analisando qual parte iriam levar de Piccolo, conforme as ordens que haviam recebido, para depois conversarem entre si qual seria a melhor parte.

Enquanto isso, um terremoto reverbera pelo local em sintonia com o poder total de Piccolo sendo liberado, durando vários minutos, enquanto que o solo rachava em torno dele, abrindo milhares de fissuras, umas mais profundas do que as outras, enquanto que o namekuseijin parecia reluzir intensamente, com o brilho envolvendo, gradativamente, o seu corpo, cujas pernas e braços estavam flexionados, enquanto ampliava o seu poder, sendo que surgiam espécie de faíscas desse brilho, até que se dissipam e o mesmo se encontrava olhando malignamente para os androides, perguntando:

- Estão prontos para morrerem agora?

- Patético... – dezoito comenta, olhando-o sem qualquer expressão.

- Vocês irão morrer seus bastardos! Vocês irão conhecer o ataque mais poderoso deste Piccolo!

- Concordo com a dezoito. Seu nível é ridículo. – dezessete fala sem qualquer expressão, pois, assim os androides foram programados.

Afinal, eles não podiam ter nenhum indicio de sentimentos ou emoções, uma vez que tais sentimentos foram apagados de todos os androides.

Nisso, Piccolo segura o punho de um de seus braços, agora esticados, erguendo-os para o alto e passando a concentrar o seu poder na mão, para em seguida baixa-la, com a sua outra mão segurando o seu punho.

- Como ousam menosprezar o grandioso Piccolo Daimaou, seus desgraçados?! Tomem isso!

Nisso, lança um ataque violento com a mão espalmada, gritando:

- Bakuriki Maha!

Era um golpe de intenso poder e fulgor, obliterando tudo em seu caminho, com o brilho envolvendo uma área imensa, enquanto que a risada maligna dele revibrava pelo local, pois, estava demasiadamente confiante que conseguiria destruir os seres estranhos, enquanto que a espécie de onda gigantesca de poder, ainda reverbera pelo local obliterando tudo em seu caminho, enquanto se propagava violentamente.

Então, o golpe cessa e a nuvem de fumaça e detritos desaparece, revelando que, uma área considerável que se estendia por vários quilômetros de distância, se encontrava completamente deserta, assim como, várias montanhas desapareceram frente ao ataque avassalador.

Então, Piccolo olha para os lados, ofegante, para depois rir satisfeito, enquanto exclamava:

- Acabou! Finalmente acabou! Acabei com esses bastardos!

Porém, o riso cessa e ele fica estarrecido e igualmente consternado, ao ver que ambos estavam vivos e bem, como se nada tivesse acontecido.

Antes que pudesse reagir, os gêmeos consentem com a cabeça um para o outro e estendem as mãos na frente do rosto do namekuseijin, que não viu o movimento deles, enquanto ambos desintegravam a cabeça dele, restando somente o tronco.

Então, cada um pega um dos braços de Piccolo e flutua, sendo que ambos decidiram levar o corpo dele até a base, por não terem entrado em acordo qual era a melhor parte, enquanto que os outros androides destruíam todos os mazokus pelo mundo, fazendo questão de mostrar o símbolo da Red ribbon, para que todos soubessem quem os "salvou" do rei dos demônios e seus capangas.

Há milhares de quilômetros dali, mais precisamente na plataforma do Tenkai, Kami-sama havia se retirado para os seus aposentos, enquanto esperava que Mister Popo voltasse com o que ele pediu, após testemunhar os acontecimentos da Terra, lastimando-se em saber que foi um exército cruel que derrotou Piccolo, sentenciando assim, a Terra as trevas.

Afinal, nada de bom poderia vim de um exército tão maligno e perverso.

Ao entrar em seu quarto, Upa, que agora era um homem, distraía uma pequena criança namekuseijin.

O pequeno se chamava Pikoli e era o amado filho de Kami-sama.

Conforme ele via Piccolo criando mazoku´s, ele teve a ideia de criar um filho, pois, temia que Piccolo fosse morto e com isso, não teriam mais as Dragon Balls.

Ele sempre soube onde esteva as duas últimas Dragon balls e nunca foi pegá-las, pois, não viu motivo para usá-las, ao mesmo tempo em que sabia que estavam seguras.

Ao criar Pikoli, ele garantiu que as Dragon Balls ainda iriam existir, mesmo que ele desaparecesse, sendo que havia feito questão, de passar todos os seus poderes ao seu filho, para que este viesse sucedê-lo, caso ele tivesse desaparecido, com a morte de Piccolo.

Upa era poderoso. Mas, não estava no nível de Piccolo. Mais alguns meses e poderia tê-lo derrotado.

Kami-sama se amargava ao saber que a Red Ribbon se adiantou e acabou destruindo Piccolo. Ele temia como seria o mundo, quando a Red Ribbon conseguisse o poder e visualizava os cenários mais tenebrosos que podia imaginar com alguém tão maligno no poder supremo.

- Filho. – Kami-sama chama paternalmente a sua cria, com um sorriso brotando em seus lábios.

O pequeno namekuseijin que ria frente às cócegas de Upa, olha para o seu pai e corre até ele, sorrindo, enquanto se atirava no colo de Kami-sama, o abraçando e sendo correspondido, por um abraço paternal do Deus da Terra, enquanto que a criança beijava o rosto de seu genitor.

Então, enquanto abraçava o seu filho, o namekuseijin contou a Upa que a Red Ribbon matou Piccolo e que, portanto, iria assumir o poder.

- Não pode ser! Droga! – ele exclama, torcendo os punhos – Me perdoe Kami-sama. Se eu fosse mais forte...

- Você não tem culpa. Nos tivemos azar. Mais alguns meses e você poderia ter derrotado Piccolo.

- Eles são monstruosos! A Terra vai ser mergulhada nas mais puras trevas. – Upa sentencia sombriamente.

- Infelizmente, sim. – Kami-sama consente, enquanto suspirava tristemente, ao imaginar o destino das pessoas.

- Como assim trevas, tou-chan? – o pequeno pergunta, enquanto arqueava o cenho.

- Um dia, seu tou-chan irá explicar para você.

- Êba! – o pequeno exclama feliz.

Então, Mister Popo se aproxima de Kami-sama e fala:

- Já trouxe o que me pediu, Kami-sama.

Então, o Deus da Terra entrega o seu filho para Upa, sendo que beija a testa de sua cria, que beija o rosto do genitor, para depois o Deus da Terra sair dali, com Upa sabendo que em breve o pequeno iria dormir.

Kami-sama havia pedido para Upa ficar com o seu filho, ao ver a movimentação da Red Ribbon, pois temia que ele desaparecesse, caso eles tivessem sucesso em destruir Piccolo e as suas crias.

Afinal, ele não queria que sua amada cria, Pikoli, o visse desaparecer. Queria poupar o seu amado filho de ver o seu genitor morrer na frente dele.