CAP 26 - Visits

CAP 26 - Visitas

Não levou muito tempo para as notícias se propagarem pela Ordem, notícias de que Sirius Black e Harry Potter haviam retirado Gina Weasley de Azkaban. Depois do muito-necessário-banho de Harry, ele comera uma tigela da sopa de galinha de Lílian e prontamente caíra no sono no sofá de Sirius novamente. Na manhã seguinte, ele acordou para uma enxurrada de visitantes que rapidamente se tornaram uma seqüência nos dias seguintes. Lílian e Tiago concordaram em deixá-lo ficar no Largo Grimmauld por alguns dias antes que ele voltasse para Hogwarts, assim ele podia recuperar sua força e ficar perto de Gina. Então a quarta-feira de manhã encontrou Harry bebendo um copo de suco de laranja no sofá quando o primeiro visitante chegou.

Emelina Vance resmungou e lamentou sobre Harry e finalmente prescreveu suplemento de nutrientes e pelo menos quatro dias de cama.

-Quatro dias? – ganiu Harry. Ele estava ansioso para chegar em Hogwarts.

-Quatro dias – disse Lílian firmemente. Ela havia aparatado mais cedo aquela manhã, antes que Harry tivesse acordado.

Não valia a pena discutir. Harry descobriu que sem poção fortificante ele não tinha quase nenhuma energia. Simplesmente caminhar até o banheiro tomou toda a sua força.

Ficar sentado ainda não era algo que vinha naturalmente para Harry, mas Sirius e Tiago o encheram com uma pilha inteira de revistas de Quadribol para mantê-lo ocupado. Lílian, por outro lado, tinha idéias diferentes. Pela metade da manhã, ela desapareceu e retornou alguns minutos depois carregando uma pila de livros-texto. Harry ergueu os olhos do jogo de Snap Explosivo que ele disputava com seu padrinho, que havia descido as escadas para ver como ele estava.

-Eu peguei eles para você quando levei Leila ao Beco Diagonal na última semana – ela disse euforicamente. – Foi bom eu não ter enviado seu malão para Hogwarts quando você não apareceu na segunda-feira. Agora você pode acompanhar as aulas que está perdendo!

Harry e Sirius trocaram olhares incrédulos.

-Lílian, ele supostamente deveria estar relaxando! – Sirius protestou.

-Isso não é desculpa para não acompanhar – Lílian retorquiu, largando a pilha de livros na mesa de café e puxando o cabelo para longe da cara.

Harry vou salvo de responder pelo toque da campainha.

-Ah, quem pode ser? – sua mãe vociferou, e apressou-se para a porta.

-Bem – disse Sirius – algumas coisas nunca mudam.

-Ela era assim quando vocês estavam na escola? – Harry perguntou, curioso.

-Pior – disse Sirius, sorrindo. – Uma vez que ela e Tiago começaram a sair em nosso sexto ano, ela nunca mais deixou os Marotos sozinhos. "Sirius, faça seu dever de Poções!", "Pelo amor de Deus, Pedro, um Coliavor é o núcleo de uma árvore Fílis, e não parte de uma guirlanda de Natal!", "Tiago, sua anta, estude aqueles diagramas para o teste de amanhã!". – ele riu. – Foi por causa dela que Tiago, Pedro e eu tiramos o número de N.I.E.M.s que tivemos. Claro, ela e Remo foram bem. Ele esteve nos dizendo para estudar por anos, e tendo Lílian por perto era como um sonho se tornando realidade... Oh, oi Remo! Nós estávamos mesmo falando de você.

Harry ergueu os olhos. Lupin havia passado pela porta pisando duro, o rosto vermelho. Ele ignorou a saudação de Sirius.

O estômago de Harry afundou; ele havia esquecido completamento de Lupin quando fez seus planos para resgatar Gina. Ele engoliu nervosamente. Estou ferrado!

E "ferrado" ele estava. Lupin gritou por cinco minutos para Harry e Sirius, mas não havia nada que ele dissesse que sua mãe não havia dito antes. Além disso, toda vez que as costas de Lupin se voltavam a eles, Sirius o imitava ou fazia caras engraçadas. Foi um desafio para Harry não rir. Finalmente quando Lupin murchou, ele olhou exasperado para o par e suspirou.

-Eu supondo que perguntar a vocês se vocês se arrependem é como pedir ao sol para nascer no oeste – ele disse resignado.

-Acertou – disse Sirius, piscando para Harry.

-Velho provérbio Maroto – falou Remo. – Se você for quebrar as regras, quebre-as sem remorsos.

Quando Tiago veio para o Largo Grimmauld na hora do almoço, ele atirou um Profeta Diário para Harry, que o apanhou.

"GINEVRA WEASLEY, DEZESSEIS ANOS, ESCAPA DE AZKABAN! Aurores não encontram traços de ajuda externa." Lia-se na manchete.

-Trabalho perfeito, Harry – disse Tiago, sorrindo enquanto se largava em uma poltrona. – Nenhuma evidência, nenhuma pista. Ela "escapou" quatro dias depois que você e Sirius "saíram" – parece que Sirius nem vai ser interrogado. Meu filho, o primeiro a escapar de Azkaban!

-Tiago! Não é nada de que você deva sentir orgulho! – Lílian retorquiu enquanto entrava na sala carregando uma travessa de comida.

Tiago não respondeu, mas deu a Harry um polegar em pé quando Lílian estava de costas.

Depois do almoço, vários outros membros da Ordem vieram, inclusive Moody, Shacklebolt, Elifas Doge e Augusta Longbottom. Cada um tinha sua própria preleção a dar, normalmente em torno do quão idiota a coisa toda fora, os riscos, e como ambos Sirius e Harry everiam estar agradecidos por não estarem em Azkaban naquele momento. Mas todos eles terminavam com alguma forma de "foi realmente impressionante". Moody até deu tapinhas nas costas de Harry e disse que estaria esperando por ele no programa de treinamento de aurores dali a alguns anos.

Quando Augusta Longbottom saiu, ela alertou-lhes para não dizer nada a Alice ou Franco sobre a parte deles no resgate.

-Eles estão no caso da menina Weasley – ela explicou. – Estou certa de que eles sabem quem fez, mas se você sair e dizer isso lá fora, eles terão que por lei reportar isso ao Departamento de Aurores.

Afortunadamente nem todos os visitantes vieram repreender.

-Não acredito que você fez isso! – Kiara gritou enquanto saltava do fogo. – Todo o Departamento de Aurores está falando sobre isso. Não se preocupe – ela disse diante do olhar alarmado de Harry. – Não estou no caso, então não vou dedurar você. Mas o que você fez um lance de gênio! Você criou o plano sozinho?

-Sirius ajudou – disse Harry modestamente.

-Incrivelmente brilhante, se você me perguntar – ela disse, sentando em uma das cadeiras e descansando o queixo nas mãos. – Então, como foi?

-Como foi o quê?

-Azkaban, claro! – ela exclamou. – Foi assustadora?

-Hã... Nem tão ruim...

-Não seja modesto – ela disse, jogando as tranças para trás. – Me conte sobre ela!

-Kiara, ele supostamente está descansando – Lílian repreendeu da porta.

-Desculpe Lílian. Eu só estava curiosa, é tudo. – Ela virou-se para Harry, os olhos brilhando. – Você deveria ver os aurores falando sobre isso, mesmo. Eles estão completamente perplexos. Alguns pensam que Gina é uma Riya – isso é uma bruxa superpoderosa. A última registrada na história foi a mãe de Merlin. Outros pensam que ela é uma Metamorformaga, mas ninguém pensou em uma transformação animaga ainda. E não serei eu quem dará essa idéia a eles.

Enquanto a tarde passava, Harry ficou surpreso em ver a própria diretora sair pelo fogo. Harry se preparou para um sermão, mas para sua surpresa, ele nunca veio.

-Suponho que nada do que eu disser já não tenha sido dito – McGonagall disse afetadamente. – Então vou apenas dizer que estou muito impressionada com o que você fez. Embora suas ações tenham sido precipitadas e tolas, seus motivos foram admiráveis. – Ela pausou, então baixou a voz. – Especialmente quando suas atuais condições são levadas em consideração.

Harry sabia que ela se referia ao Aperio.

-Eu vou esperar você na escola no domingo de noite. – ela continuou brevemente. – Não vai ser exigido que você faça seu dever de casa, mas eu vou esperar que você conheça o material para seus N.I.E.M.'s. Você pode ir diretamente por pó de flú para o meu escritório às seis horas no domingo. Não se atrase.

Ele assentiu, e ela voltou para o fogo e sumiu.

Uma hora depois, Sirius desceu as escadas.

-Como está Gina? – Harry perguntou logo.

-Ainda dormindo – Sirius respondeu. – Ela definitivamente tem um longo caminho para se recuperar pela frente, mas vai ficar bem.

-A família Weasley já descobriu?

-Não ainda. Eles têm sido interrogados por aurores o dia todo hoje, então eu achei melhor não contar a eles enquanto as investigações não haverem terminado. Isso deve acontecer amanhã, de acordo com minhas fontes.

Quinta-feira amanheceu com outra fileira de visitantes da Ordem. Por volta da metade da tarde, ao pedido de Sirius, Arthur Weasley aparatou no Largo.

-Sente um pouco, Arthur – Sirius convidou.

-Obrigado – o homem meio careca respondeu, afundando pesadamente em uma cadeira e massageando as têmporas. – Bom Senhor, os aurores estão agregados na minha casa há três dias. – Ele suspirou. – Acho que eles finalmente decidiram que nós realmente não temos idéia de como ela escapou.

-Bem, foi por isso que nós convidamos você a vir aqui – Sirius disse, olhando de esguelha para Harry para obter aprovação antes de continuar. Ele relatou a história inteira do início ao fim. Quando ele terminou, o Sr.Weasley estava às lágrimas.

-Você não tem idéia do que isso significa para nós – ele disse, enxugando os olhos e sacudindo as mãos deles. – Especialmente você Harry. Por que fez isso?

Harry mexeu-se com desconforto.

-Ela era inocente – ele murmurou. – Eu tinha que fazer alguma coisa.

O Sr.Weasley tirou um lenço do bolso e assuou o nariz, mas ele estava sorrindo.

-Eu não tenho como agradecer-lhe – ele disse.

-Está tudo bem – Harry insistiu.

-Abençoado seja, querido garoto, pelo que você fez. – Então o Sr.Weasley pediu para ver sua filha, e Sirius consentiu, mas apenas depois de alertá-lo sobre as condições de Gina.

Depois disso, a fila de visitantes de cabeça vermelha parecia não acabar mais. Pela sexta-feira de manhã, todos os Weasley exceto Rony haviam aparecido para agradecer Harry e Sirius, e para visitar Gina. Harry achou essas visitas embaraçadoras. A Sra.Weasley o envolvera em um abraço de partir ossos e o agradecera toda lacrimosa repetidas vezes. Percy sacudira sua mão gravemente, então se apressou para sair do quarto, também derramando lágrimas. Gui apenas ficara estático.

Mas de longe, a mais embaraçadora das visitas foi a dos gêmeos.

-Harry, foi brilhante! – gritara Fred, pulando pela porta, seu gêmeo em sua cola. Eles tinham o cabelo desarrumado pela aparatação. Sirius havia avisado aos Weasley para não usar a rede de flú, pois sua lareira poderia estar sob vigilância, assim como qualquer coruja que eles mandassem ou recebessem.

-Completamente louco – dissera Jorge, largando-se no outro sofá.

-Você é o nosso herói, companheiro – Fred disse com sinceridade.

-O que você fez foi totalmente incrível! Bem debaixo do nariz do Ministério.

-Você leu os jornais? Se isso se tornar público, você seria celebrado como um herói.

-Ou mais como um criminoso Harry murmurou. – Eles teriam me prendido em Azkaban, dessa vez com feitiços anti-animagos.

-Mas você sairia de novo – Jorge disse confiantemente. – Você foi incrível!

-Se você a qualquer hora dessas precisar qualquer coisa de nós, apenas peça, colega!

-É. Você salvou nossa irmãzinha. Nós lhe devemos muito.

-Eu vou dizer – falou Fred, olhando para Harry com novo interesse. – Nós não tínhamos idéia de que você gostava tanto de Gina.

-Bem, nós até achamos que você a tinha paquerado durante o primeiro ano dela...

-Eu não fiz isso! – Harry protestou, seu rosto ficando quente.

Os gêmeos trocaram olhares conhecidos.

-Certo – disse Jorge sarcasticamente. – Escute Harry, você há recém arriscou sua vida tirando nossa irmã de Azkaban. Em nossa opinião, é o mesmo que declarar seu amor imortal.

Harry abriu a boca, mas nada veio. Fred e Jorge apenas sorriram para ele.

-Denial não é apenas um rio no Egito, colega.

-Vocês vão começar a sair – Fred disse confiantemente.

-E quando vocês saírem, terão a nossa bênção.

-Parte dela é sua agora, de qualquer jeito.

Harry ficou contente quando eles saíram. Seu rosto parecia estar em fogo de tanto embaraço.

Quando o sábado finalmente chegou, Harry acordou sentindo-se perfeitamente bem. Infelizmente sua mão não se sentia do mesmo jeito.

-Harry Tiago Potter! – ela gritou pela nona vez aquela manhã, e Harry suspirou. – Se eu ver você se mover uma polegada daquele sofá de novo, vou manter você em casa por um mês!

-Mãe, eu estou bem! – Harry falou, exasperado. Ele tentara escapulir para o segundo andar para checar Gina, mas Lílian tinha a audição de um falcão.

Em verdade, ele estava se sentindo muito melhor. Ele ganhara parte do peso que perdera em Azkaban, graças à comida de sua mãe, e quase toda sua energia tinha retornado. Mas ele realmente não estava acostumado a toda aquele mimo e afago que estava recebendo. Ele odiava ser tratado como um inválido.

-Mãe, eu apenas vou lá em cima um pouco.

Lílian protestou com profusão, mas no final, Harry venceu. Ele rapidamente subiu as escadas antes que ela mudasse de idéia. Quando ele abriu a porta do quarto de Gina, encontrou Sirius novamente lendo um livro-texto ao lado da cama da garota.

-Oi Harry.

Harry puxou uma cadeira.

-Como ela está?

-Bem, bem – Sirius disse contentemente, fechando o livro e dobrando a ponta da página que ele estivera lendo. – Ela acordou algumas vezes, mas apenas tempo suficiente para tomar algumas poções e comer um pouco. Emelina Vance tem vindo a cada duas horas para checá-la, e ela disse que Gina está indo maravilhosamente bem pelo período de tempo que ela passou em Azkaban. Eu imagino como ela pode manter memórias depois disso tudo. Azkaban supostamente deve sugar toda as memórias felizes de uma pessoa. Contudo, ela lembra dos pais, de Hogwarts, e ela lembrou de você.

-Imagino que essas não fossem memórias felizes – disse Harry baixo. – Ela pensa que seus pais a odeiam por ter aberto a Câmara porque eles não apareceram no julgamento. Hogwarts deveria ter sido um lugar maravilhoso para ela, mas com Riddle lá aquilo deve ter se tornado o inferno. Eu não sei porque ela lembra de mim. – Aquilo era verdade, mas Harry não estava disposto a contar a Sirius a verdade, de que ela gostava dele, e ele a ignorara. Pelo menos no outro mundo.

Sirius pareceu pensativo.

-Hmmm, acredito que você esteja certo, Harry. Outra razão para mantermos as visitas dos Weasley restritas para quando ela estiver acordada. Gina ainda não esteve acordada enquanto eles visitavam, e embora Molly tenha me suplicado para ficar aqui, não posso permitir. Os aurores podem suspeitar de alguma coisa. Quando Gina estiver mais forte, vou explicar tudo a ela, e então ela vai estar apta a ver seus pais novamente.

Eles ficaram ambos em silêncio por um tempo. Harry percebeu que o livro no bidê era grosso.

-O que você está lendo? – ele perguntou com curiosidade.

-"Os Miseráveis" – Sirius respondeu, segurando o livro. – É sobre este ex-condenado...

-Eu sei sobre o que é – Harry disse, sorrindo. Ele havia ouvido falar do livro através de Hermione em seu primeiro ano. Ela havia pesquisado muito sobre como a literatura trouxa seria acrescentada como uma matéria. ("Eu conversei com todos os outros estudantes e a Professora Haluska nem mesmo tocou em Estudos Trouxas.")

-Certo, sua mãe – disse Sirius, interpretando mal o sorriso de Harry. – Acho que ela leu esse livro pelo menos três vezes. Acho que lembro de tê-la ouvido falar sobre ele em Hogwarts, Ei, sobre isso, quando você vai voltar?

-Amanhã – Harry disse prontamente. – McGonagall vai me deixar ir de flú até o escritório dela. – então ele lembrou. – Espere – você não deveria estar na escola também?

-Escola? Ah, eu apenas disse a McGonagall que chegaria um pouco atrasado. – Sirius riu. – Pobres alunos de primeiro ano, terão que esperar uma semana mais antes de aprenderem a voar.

Harry riu também, e, na cama, Gina se mexeu. Ele olhou ansiosamente para Sirius, que levou um dedo aos lábios.

-Terei que chamar você de "Professor"? – perguntou Harry, baixando a voz.

Enquanto Sirius considerava isso, um olhar maroto surgiu em seus olhos.

-Professor Black. Gostei disso. Ei, posso tirar pontos também, não? – seu padrinho sorriu com maldade. – Aguardem-me, sonserinos!

-Estou detectando um pouco de favoritismo? – Harry perguntou sarcaticamente.

-Nunca! – Sirius exclamou com ridículo horror. – Vamos apenas dizer que eles terão o que mereceram por anos.

Nota da autora: "Muitos de vocês mandaram reviews e estão ansiosos achando que Hermione sumiu de vez da história. Eu garanto que não é verdade. Ela vai aparecer em uma parte muito importante, mas isso é mais tarde na história. Mas não temam, ela aparecerá!"

PESSOAL, eu peço um milhão e meio de desculpas por essa completa abdução alienígena da minha parte. Mas o tempo, meu velho amigo, foi atropelado por um rolo compressor (o.O') e eu estou apavorada com isso. É aula, cursinho, muito estudo, amigo me arrastando pra Igreja, cachorro Via Bicho e canil rolando de um lado pro outro com Ju correndo logo atrás, pai doente, irmão pirado, trabalho e estudo espírita, quadros que eu deveria estar pintando... tipo... entenderam né?

Mas hoje, às 22hrs18min eu sentei aqui e comecei a traduzir, e agora são 01hrs12min e eu terminei... e meus olhinhos estão fechando e meus ouvidos ribombando devido a uma overdose de Linkin Park intra-aurícular...

Mas eu terminei. Aleluia.

O próximo capítulo a ser traduzido será de Reconstruindo o Mundo, aguardem por lá então, ok?

Capítulo 27 – Velhos inimigos, Novos amigos.

""Denial isn't just a river in Egypt, mate."" - "Denial não é apenas um rio no Egito, colega" – isso deve ser alguma piada para eles… Não consegui vir com um equivalente a isso, desculpem!

HELLO, HELLO… ainda preciso de gente disposta a traduzir as reviews… alguém se candidata?