Nota do autor: As várias personagens que eu tirei dos animes, não me pertencem.

No capítulo anterior: A Daphne volta para buscar as suas malas e disse que já tinha um lugar para viver. Depois disso, a Aki e companhia organizam uma festa por o Kai ter ficado em segundo lugar. A Tomoyo, o Shaoran e a Sakura aproveitam a situação para tentarem saber mais alguns segredos.

A Sakura sobe até aos quartos e entra no quarto da Yui, descobrindo uma cassete misteriosa. Na sala, a Tomoyo começa a cantar, desviando as atenções de todos, enquanto o Shaoran põe a cassete no vídeo e começou a ver-se o que continha a cassete.

Todos ficaram chocados quando perceberam que o pai da Yui, um cientista, fazia experiências com a própria filha, contra a vontade dela. A Yui ficou com a super força por causa dessas experiências. Um dia, a Yui conseguiu escapar, mas atirou o pai contra umas máquinas e pouco depois, o laboratório dele explodiu, matando-o.

O segredo do Ryu é revelado por ele próprio. Quando ele e os amigos foram ao Egipto, os amigos do Ryu queriam ir ver os escorpiões venenosos e foram, mesmo com o aviso de um explorador, que lhes disse para não irem. Eles desceram por uma corda e o Ryu ficou a segurá-la.

Mas os escorpiões atacaram e começaram a ouvir-se gritos. Em pânico, o Ryu largou a corda e foi pedir ajuda, mas tinha medo que os outros achassem que ele era um cobarde. A Musette diz ao Brendan que a Daphne vai viver no apartamento dela e a Anna tem um plano para prejudicar alguns alunos.

Capítulo 26: O Segredo da Anna

Os alunos do quarto ano entraram na sala de aula. Hoje iriam ter teste escrito de Defesa Contra as Artes Negras, disciplina dada pela Débora, mãe da Anna, que nesse dia vinha particularmente "vermelha", com um vestido vermelho e as unhas pintadas de vermelho também.

Débora: Vá, sentem-se todos para o teste começar.

Todos os alunos se sentaram. A Anna já tinha combinado com a sua mãe e assim, nalguns dos testes havia alguns papéizinhos colados. A Débora distribuiu os testes todos.

Débora: Bem, espero que não tenham trazido nenhuns "auxiliares de memória" para o teste. – disse a Débora, sabendo muito bem que havia teste com "auxiliares de memória" que ela própria tinha colocado. – De qualquer maneira, vou estar com atenção.

Os alunos começaram a fazer o teste. Os papéis estavam colados à última folha e por isso os alunos não repararam.

A Débora começou a andar em volta da sala, até que viu que o Brendan tinha chegado à última folha. A Débora viu aí a sua oportunidade.

Débora: Brendan Lewis! O que é isso? – perguntou a Débora, aparentando estar surpreendida e zangada.

Brendan: Não fui eu que o coloquei aqui! – disse o Brendan, tentando defender-se. – Alguém colocou aqui este papel!

Débora: Parem já de fazer os testes! – gritou a Débora. – Vou ter de ver todos os vossos testes, pois penso que o Brendan não foi o único a trazer estes papéis para o teste.

A Débora foi verificar os outros testes. Obviamente que ela não tinha posto os papeis em todos, pois seria demasiada coincidência que todos os alunos levassem cábulas para o teste e além disso, a Anna não podia sair prejudicada.

A professora tinha distribuído os testes aleatoriamente (menos o da Anna) e calharam ao Brendan, à Yui, à Hikari, ao Ray, à Júlia, à Rei, ao Chrno, à Daphne, entre outros.

Quando os alunos saíram da aula, vinham chateados. A Anna ficou para falar com a mãe.

Anna: Muito bem mãe. – disse a Anna, sorrindo. – Eles foram apanhados. É bem feito.

Débora: Desta vez pude ajudar-te na tua vingançazinha pessoal, mas não esperes que te ajude de novo. – disse a Débora. – Ou começam a desconfiar de mim.

Anna: Não te preocupes mãe. Por agora chega.

Magicville

O Brendan, a Yui, o Ryu, a Hikari, a Anina e o Kai estavam todos juntos.

Brendan: Não acredito nisto! – queixou-se o Brendan, enquanto ele e os outros caminhavam pelo corredor. – Logo para este teste que eu tinha estudado! Não é justo…

Yui: Eu também tinha uma cábula no meu teste. – disse a Yui. – E eu nunca fiz cábulas.

Hikari: Bolas. A professora não nos podia ter anulado o teste. – disse a Hikari, zangada. – Eu precisava de ter uma boa nota.

Ryu: Para mim, isto tem dedo das Devil Divas.

Anina: Pois. Não nos podemos esquecer de que a professora Débora é a mãe da Anna.

Hikari: Aposto que a Daphne também está metida nisto. – disse a Hikari, com uma voz acusadora.

Anina: Não me parece que isso seja verdade.

Kai: Pois. Afinal ela e as outras Devil Divas estão zangadas, não é?

Brendan: É verdade. A Daphne até está a viver no apartamento da Musette.

Hikari: Para mim, ela está a fingir que está zangada com as outras Devil Divas.

Ryu: Achas que sim? Eu não estou a ver o que é que ela tinha a ganhar com isso. – disse o Ryu, encolhendo os ombros.

Yui: Eu acho que o Ryu tem razão.

Hikari: Não sei qual é a ideia dela, mas penso que ela está a mentir e pronto.

Anina: Hikari, não sejas assim. A também teve o seu teste anulado. Ela não ia prejudicar-se a ela mesma, não achas?

Hikari: Hunf, não sei porque é que ela fez isso, mas de certeza que tem um plano por trás.

Anina: ¬¬ Desisto Hikari. Pensa o que quiseres da Daphne, mesmo que não seja verdade.

Magicville

Num canto afastado daquele grupo, a Daphne e a Musette estavam a conversar.

Daphne: Ai, que chatice o meu teste ter sido anulado. – queixou-se a Daphne.

Musette: Realmente é muito mau. E não foi só o teu teste que foi anulado.

Daphne: Tu ainda tiveste sorte do teu teste não ter sido anulado Musette. – disse a Daphne. – Tenho a certeza que a Anna e a Débora estão por detrás disto.

Musette: Embora seja difícil de acreditar que a própria professora esteja a tentar anular os testes dos alunos, é estranho que isto tenha acontecido. – disse a Musette, pensativa. – E a professora nem deu uma segunda oportunidade às pessoas.

Daphne: Que chatice… bem, tenho de te agradecer novamente por me deixares ficar no teu apartamento.

Musette: Ah, não há problema. Aliás, o apartamento não é só meu. O Matt, a Sora e a Mimi também vivem lá, mas eles não se importaram de tu ires morar para lá.

Daphne: Porque será que, apesar de eu estar lá em casa, quase nunca os vejo?

Musette: Oh, isso é porque a Sora se fecha no quarto a estudar, a Mimi está quase sempre fora e o Matt faz ambas as coisas. – explicou a Musette. – Às vezes passam-se dias sem eu os ver, a não ser de manhã e à noite.

Magicville

Os alunos do terceiro ano tinham saído da aula. A Dejiko, a Misuzu, a Lina, a Camy e a Aki sentaram-se nuns bancos que haviam no corredor.

Misuzu: Ah, gostei desta aula. – disse a Misuzu, sorrindo.

Lina: Eu gosto de todas as aulas, desde que o Tyson esteja lá. ♥

Camy: Ah, Lina, voltaste a pintar o cabelo? – perguntou a Camy, vendo que a Lina tinha o cabelo pintado de sete cores, como um arco-íris. O.o

Lina: Ora, eu gosto de pintar o cabelo. – disse a Lina. – Um dia, se eu namorar o Tyson e ele me disser que quer que eu pare de pintar o cabelo, eu paro, até lá, faço como eu quiser.

Aki: Fazes bem Lina. – disse a Aki, acenando afirmativamente. – Tens de fazer o que gostas.

Lina: Obrigada Aki.

Misuzu: O que se passa Dejiko, estás muito pensativa? – perguntou a Misuzu, vendo que a amiga estava muito parada nesse dia.

Dejiko: Ah, não é nada. – disse a Dejiko, abanando a cabeça.

Aki: Hum… conta lá o que se passa Dejiko.

Camy: Vá lá, conta.

Dejiko: Hunf, está bem. – disse a Dejiko, encolhendo os ombros. – Hoje vou ao hospital.

Misuzu: Porquê? Não me digas que estás doente Dejiko!

Dejiko: Não, não é nada disso. – disse a Dejiko. – O que acontece é que, há algum tempo eu inscrevi-me para fazer voluntariado no hospital.

Camy: Voluntariado?

Dejiko: Sim. Quer dizer que eu vou ajudar algumas pessoas que lá estiverem. Ajudo no que posso, visito-as, faço-lhes companhia. Esse género de coisas.

Aki: Oh, isso é que é uma coisa importante Dejiko. – disse Aki, admirada. – Apoiar as pessoas que estão no hospital, principalmente aquelas que estão internadas há muito tempo, é especialmente difícil.

Dejiko: Sim, eu sei, mas eu quero poder fazer algo por essas pessoas.

Misuzu: Isso é um acto muito nobre Dejiko. – disse a Misuzu, sorrindo à amiga.

Dejiko: O que acontece é que hoje vou ao hospital, saber se me aceitam no voluntariado ou não.

Lina: Ah. E estás nervosa, é?

Dejiko: Claro que sim.

Lina: Ah, não te preocupes. Tenho a certeza que te vão aceitar lá. – disse a Lina, confiante.

Camy: Claro. Todas vamos torcer por ti.

Dejiko: Obrigado amigas.

Magicville

Ali perto, a Ilda, a Ming Ming, a Saki e a Sarah estavam a conversar.

Sarah: Qual seria o plano da Anna para hoje? – perguntou a Sarah, curiosa.

Ilda: Sei lá, mas deve ser algo mauzinho. Ela podia ter confiado em nós e ter-nos contado o plano.

Saki: Se a Anna quiser, eu bato em toda a gente. – disse a Saki. – Aplico um golpe de karaté a algumas pessoas. O meu golpe nunca falha, destrói logo os inimigos.

As outras três: ¬¬

Ming Ming: Esta é maluca. – sussurrou a Ming Ming.

Saki: Ei! Eu ouvi isso! Queres levar pancada é?

A Saki saltou para cima da Ming Ming e as duas começaram a brigar no meio do corredor.

Ilda: Parem com isso meninas!

Sarah: Mas vocês são malucas ou quê?

Nesse momento, a Saki puxou a Ilda para o meio da briga. A Ilda gritava, enquanto a Saki dava socos em tudo o que lhe aparecia à frente. A Ming Ming tinha desmaiado.

Sarah: Oh meu Deus. Eu só me dou com gente sem classe nenhuma. – disse a Sarah, enquanto se afastava da briga.

Magicville

Algum tempo depois, a Tomoyo, o Shaoran e a Sakura voltaram à mansão Darkly.

Tomoyo: Pessoal. Temos de procurar mais pistas nesta mansão. Tenho a certeza que deve haver mais alguma coisa que podemos encontrar.

Shaoran: Será que há mesmo?

Tomoyo: Claro que sim. – disse a Tomoyo, com convicção. – Vá, vamos procurar.

Os três amigos começaram a procurar algumas pistas pela mansão. Apesar de procurarem durante muito tempo, apenas acharam uma pequena pista num dos corredores.

Sakura: Ora, aqui temos um bocadinho do que parece ser um vestido. – disse a Sakura, olhando para o pedacinho de tecido na sua mão.

Tomoyo: É verdade. O tecido é de um vestido ou de uma blusa. – disse a Tomoyo. – E de roupas percebo eu.

Shaoran: Mais uma vez, as pistas apontam para uma mulher. – disse o Shaoran, de maneira pensativa.

Tomoyo: Se ao menos encontrássemos a pistola… seria uma grande ajuda…

Sakura: Mas é muito difícil encontrá-la, não é?

Tomoyo: Vamos pensar… a pessoa que usou a pistola quis livrar-se dela, obviamente. – disse a Tomoyo. – E qual é a melhor maneira de nos livrarmos de uma pistola?

Shaoran: Escondê-la. – respondeu o Shaoran.

Tomoyo: Talvez, mas alguém a podia encontrar, não era?

Sakura: Sim, isso é verdade. – disse a Sakura, pensativa. – Então qual é a melhor maneira de alguém se livrar de uma pistola?

Tomoyo: É fácil. Só precisa de a atirar ao mar.

Shaoran: Não tinha pensado nisso… sim, parece fácil. A pistola vai para o fundo do mar e ninguém a encontra.

Tomoyo: Pois é… o mar… esperem! – de repente, a Tomoyo teve uma ideia. – Aqui não temos o mar ao pé, mas temos um lago.

Shaoran: Achas que a pistola foi mandada para dentro do lago?

Tomoyo: É uma hipótese.

A Tomoyo guardou o pedaço de tecido. Todos saíram para a rua e foram até um lago que ficava perto da mansão Darkly.

Sakura: Shaoran, faz o favor de ires lá tu. – pediu a Sakura. – Não me quero molhar.

Shaoran: Claro, meu anjo. – disse o Shaoran, sorrindo à Sakura, que corou imenso.

O Shaoran tirou a camisola, deixou a varinha na erva e mandou-se à água. Mergulhou várias vezes, até que apareceu à superfície com uma pistola na mão.

Sakura: Boa! Encontraste-a! – exclamou a Sakura, feliz.

Tomoyo: Então o meu palpite estava correcto… hum, agora só temos de descobrir a quem pertence essa pistola.

Shaoran: Mas isso deve ser complicado. – disse o Shaoran, enquanto usava a sua varinha para se secar.

Tomoyo: Nem por isso. A pistola deve ter sido comprada aqui em Magicville. Além disso, pela marca e referência dela, havemos de descobrir quem comprou esta pistola. – disse a Tomoyo. – Com o dinheiro da minha mãe, saberemos isto rapidamente e depois estaremos mais perto de descobrir tudo sobre este crime.

Magicville

Quando a Dejiko chegou a casa nessa tarde, a Aki, a Camy, a Misuzu e a Lina esperavam por ela, para saberem se a tinham aceitado no voluntariado ou não.

Aki: Ai, ela nunca mais chega. – queixou-se a Aki, olhando para o relógio de pulso.

Camy: Eu sabia que devíamos ter ido com ela. – disse a Camy. – Assim ficávamos a saber se ela tinha sido aceite ou não.

Nesse momento, a porta do apartamento abriu-se e a Dejiko entrou. As outras correram para ela, ansiosas.

Lina: Ah, finalmente que chegaste. Estávamos à tua espera.

Misuzu: E então? Eles deixam que tu faças voluntariado ou não Dejiko? – perguntou a Misuzu, nervosa.

A Dejiko olhou para todas elas, com expressões ansiosas no rosto.

Dejiko: Eles… disseram que eu era muito nova para fazer voluntariado e não me aceitaram.

Misuzu: Oh, mas que chatice… - disse a Misuzu, desanimada.

Aki: Que estúpidos! – gritou a Aki, nervosa. – Mas que desculpa parva que eles deram.

Camy: Tu serias uma óptima voluntária, tenho a certeza.

A Dejiko viu que as outras estavam exaltadas e chateadas e disse:

Dejiko: Estava a brincar. – disse a Dejiko, sorrindo. – Eles aceitaram. Sou a mais nova voluntária do hospital!

A princípio, as outras olharam para ela, surpreendias. A Aki fez uma cara meio zangada, a Camy piscou o olho à Dejiko e a Lina e a Misuzu saltaram para cima da Dejiko, abraçando-a com força.

Lina: Muito bem Dejiko! Foste má em ter-nos mentido primeiro. – disse a Lina, numa voz repreendedora.

Misuzu: Eu tinha a certeza que ias conseguir. – disse a Misuzu, sorrindo. – E quando é que começas a fazer o voluntariado?

Dejiko: Bem, eu posso fazer quando quiser. – respondeu a Dejiko. – Se eu puder, começo amanhã. Ah, já agora, Lina e Misuzu, saiam de cima de mim, porque estão a esmagar-me.

Magicville

As vilãs estavam na sua casa. A Ming Ming estava deitada na sua cama, ainda meio inconsciente, depois do que tinha acontecido com a Saki. A Ilda também estava deitada.

Na sala, a Anna, a Sarah e a Saki estavam a ver um filme de terror. A Sarah encolhia-se no sofá, a Saki vibrava com o filme, mas a Anna bocejava, aborrecida.

Anna: Mas que filme mais chato.

Saki: Eu não acho.

Sarah: É um filme arrepiante. – disse a Sarah, tremendo. – E no início do filme, disseram que era baseado em factos reais.

Nesse momento, a Tomoyo estava a ouvir tudo no seu apartamento pois, num dia em que as Devil Divas não estavam em casa, a Tomoyo pôs lá alguns mini-microfones. Podiam ser úteis para saber os segredos das Devil Divas.

Anna: Se vocês querem uma história de arrepiar e verdadeira, eu conto-vos uma.

Saki: Então, conta lá.

Anna: Ok, vou contar-vos… isto aconteceu comigo, há algum tempo…

Flashback

Eram quatro e meia da tarde. A Anna, a Débora e outra rapariga estavam sentadas à sombra de uma árvore. A Débora estava a ler, a outra rapariga tinha uma varinha na mão e estava a fazer feitiços. A Anna observava-a.

A rapariga tinha longos cabelos negros, tal como a Anna, mas os olhos dela era de um verde-esmeralda muito bonito. Tinha uma expressão mais fria do que a Anna, actualmente. A rapariga era a irmã mais velha da Anna, Rebecca Black.

Débora: Rebecca, tem cuidado com os teus feitiços. – disse a Débora, levantando os olhos do seu livro. – Da última vez, pegaste fogo à floresta.

Rebecca: Eu sei o que faço mãe. – disse a Rebecca, num tom frio. – Eu sou muito forte e sei controlar os meus poderes.

Escusado será dizer que a Rebecca era tão má ou pior que a mãe e a irmã mais nova (a malvadez deve ser genética). A Rebecca continuou a fazer feitiços, até que um pássaro cruzou os céus. A Rebecca apontou-lhe a varinha e, com um feitiço, matou o pássaro.

Débora: Muito bem minha filha. – disse a Débora. – És muito habilidosa. Tomara que a tua irmã Anna fosse como tu, mas é uma inútil.

A Anna ficou zangada. Estava farta que a comparassem sempre com a Rebecca. Era normal que, sendo mais nova, não tivesse tanta experiência na magia, mas os pais da Anna não queriam saber disso.

Rebecca: Anna, serás sempre uma inútil. – disse a Rebecca, encarando a irmã e lançando-lhe um sorriso malicioso.

Anna: Eu não sou uma inútil! – gritou a Anna.

Rebecca: Claro que és! Eu quero conquistar o mundo, mandar em tudo e todos, destruir os fracos e tu, o que queres? Não sabes, porque és uma inútil!

Débora: Ai, porque é que tu não saíste à tua irmã, Anna? – perguntou a Débora. – Devias ser mais parecida com a Rebecca!

Anna: Mas eu não sou a Rebecca! – gritou a Anna, levantou-se e começou a correr.

Rebecca: Eu vou atrás dela. – disse a Rebecca, começando a seguir a irmã.

A Anna só parou de correr quando viu que estava à beira do penhasco. Várias lágrimas inundavam-lhe os olhos. Porque é que estavam sempre a compará-la com a irmã? Porque é que tinham de ser sempre assim para ela?

A Anna ouviu um barulho atrás dela e viu que a Rebecca estava a aproximar-se.

Rebecca: Então dona inútil, não achas que devemos ir para ao pé da mãe? Ai, só me dás problemas. A mim e a todos. Devias morrer de uma vez por todas. Estávamos melhor sem ti.

A Anna continuou a chorar.

Rebecca; Hum… um pequeno empurrãozinho e livro-me de ti… - susurrou a Rebecca, dando um passo em direcção à Anna. – Adeus maninha, tu és um empecilho para mim e se tu morreres, eu é que vou receber toda a herança dos nossos pais. Morre!

A Rebecca lançou-se contra a Anna. Nesse momento, a Anna sentiu um calor no peito. Uma fúria apoderou-se dela.

Anna: Tu é que devias morrer!

Esquivando-se, a Anna saltou para trás da irmã e, com uma força surpreendente, a Anna agarrou a irmã e mandou-a pelo penhasco abaixo. Os gritos da Rebecca foram ouvidos, até que ela bateu no fundo do penhasco e morreu.

Fim do Flashback

Anna: E foi assim que a minha irmã Rebecca morreu. – disse a Anna. – Claro que disse à minha mãe que ela tinha tropeçado e caído no precipício. Isto não pode sair daqui, ouviram meninas?

Saki: Claro, nem me atrevo a contar nada. – disse a Saki. – Tu és perigosa. Mas a tua irmã também não era melhor.

Sarah: Nunca pensei Anna…

A Tomoyo ouviu tudo com atenção e ficou horrorizada. A Anna tinha matado a própria irmã, que a tinha tentado matar antes disso.

Anna: Desde aí, eu mudei muito e a minha mãe já não tem razão de queixas. Eu sou muito melhor do que a Rebecca era.

Continua…

No próximo capítulo: O Brendan leva, finalmente a Musette a jantar. O Kai anda a dizer algo que vai deixar alguém muito feliz. A Dejiko começa a trabalhar como voluntária. É revelado mais um segredo e fala-se num baile de gala.

Passerelle das Personagens:

Sarah: Olá! Finalmente, depois de vinte e seis capítulos, consegui introduzir aqui a passerelle das personagens. Adeus cantinho das personagens e olá passerelle das personagens. Bem, a primeira mudança que eu vou fazer é que vai haver desfiles todas as semanas. Ilda, vem cá!

Ilda: Já aqui estou!

Sarah: Óptimo. Aqui está a Ilda, que tem um vestido da Fátima Envelopes, usa perfume Chappel e uns sapatos de uma marca qualquer, que ninguém conhece.

Ilda: Eu queria era trazer um vestido do João Bolo e queria perfume da Dolce e Banana.

Sarah: Bom, agora é a vez da Anna, que traz um vestido de verão e…

Anna: Ei! Este vestido é transparente! Dá para ver todas as partes do meu corpo!

Nesse momento, apareceram os outros.

Hikari: Ei! O que se passa aqui?

Brendan: Pois, afinal o que… uau, gosto desse vestido Anna, dá para te visualizarmos melhor.

Anna: ¬¬

POF!

Ilda: Não, não foi um cofre a cair, foi só a Musette a dar um murro ao Brendan.

Musette: Ele é um tarado. Credo.

Brendan: Bolas, perdi um dente!

Misuzu: Calma, está aqui.

Os outros: ¬¬

Sarah: Ei! Vão-se embora! Isto agora é a passerelle das personagens!

Anina: Nem penses! Devolve o cantinho das personagens!

Saki: Eu também não gosto muito desta coisa da moda. Olhem que ela quer que eu vista um vestido francês todo feioso.

Depois de muita confusão, eles tiraram a passerelle dali e prenderam a Sarah numa sala, para que ela não chateasse mais.

Daphne: Pessoal, faltam só três segredos!

Aki: Sim, o segredo da Anina, da Hikari e da Dejiko.

Camy: Qual deles será revelado no próximo capítulo?

Ryu: Não faço ideia, mas que vai haver algumas surpresas no próximo capítulo, vai.

Yui: Pessoal, está na hora de irmos. Bom, adeus e até para a semana. Vá, vamos lá. Ah, acham que há problema se deixarmos a Sarah naquela sala durante mais uma hora?

Anedota de Vida

8.

O Kai, um toxicodependente, liga para a sua casa, para falar com a sua mulher, a Anina.

Kai: Estou querida, sou eu, o Kai. Olha, tenho uma boa notícia para te dar e uma má notícia também.

Anina: Então diz-me qual é a boa notícia querido.

Kai: A boa notícia é que deixei a droga.

Anina: E a má notícia?

Kai: É que não sei onde!

Cantinho do Autor - 4:

Olá a todos! Bem, eu hoje de manhã tinha-me lembrado de uma anedota mesmo boa para pôr aqui, mas entretanto, acabei por me esquecer da anedota e então decidi pôr esta, que também acho muito divertida.

O que é que acharam do segredo da Anna? Depois de o ter escrito, até achei que a Anna tinha feito um favor ao matar a Rebecca. Bolas, a Rebecca era mesmo má e, por um lado, vemos que a família da Anna tem muita culpa por ela se ter tornado má.

Bom, como já foi dito pela Daphne, no cantinho das personagens, que hoje se tornou numa passerelle, já só faltam três segredos para serem revelados e quatro capítulos para que esta fase termine.

Como podem ver na parte do próximo capítulo, desta vez não disse de quem é que o seria o segredo revelado. É que assim vão ficar na dúvida até lerem. O que posso dizer é que o próximo segredo é de uma rapariga XP

Anina, Hikari ou Dejiko, qual será? Bem, o próximo capítulo vai ter muitas surpresas, que eu não referi na parte do próximo capítulo, mas sei que vão gostar. Pronto, desta vez é só o que tenho a dizer. Adeus e fiquem com a parte das perguntas.

E se fosses tu?

Por causa de um plano da Anna e da Débora, alguns alunos ficaram prejudicados e ficaram com a fama de levarem cábulas ou colarem, como se diz no Brasil.

43 – Já alguma vez fizeste cábulas/colaste? Conheces muita gente que faça isso? E qual é a tua opinião pessoal sobre isso?

A Dejiko inscreveu-se no voluntariado, porque quer ajudar os outros, apesar de saber que isso é complicado.

44 – E tu, achas que também eras capaz de te voluntariar ou achas que seria complicado fazeres isso?

O grande segredo da Anna foi revelado à Sarah e à Saki e, sem a Anna saber, à Tomoyo também.

45 – O que é que achaste do segredo da Anna? Achas que condizia com ela ou nem por isso? Se fosses tu a escolher um segredo para ela, que tipo de segredo escolherias?