Esse capítulo vai para a pessoa mais impaciente que eu já vi em toda a minha vida! (lol jk!)

Foi ela também quem me chamou de "bitch" pelo menos umas cinco vezes em dois dias. Mas eu não posso reclamar, ela vive me aturando! Lol

Lys, é pra você!


-É lógico que não! – respondi de imediato. – E pensa que eu já não pensei nisso? – eu já estava frustrado com tudo o que estava acontecendo. – Mas se eu não disser, ela nunca mais vai falar comigo!

Dessa vez foi George quem demonstrou irritação.

-Fred, Alexis já é bem grandinha e tenho certeza de que ela vai entender.

Será mesmo?


Alexis' POV

Ainda bem que só tinha mais dois meses de aula. Ou nem tudo isso.

Já se passava das 10 e a sala comunal se encontrava vazia; Como sempre, Alexis Lily Potter ficou protelando com os deveres e deixou tudo para última hora. Parabéns!

De repente, o retrato se abriu e Harry entrou dando passos largos e se jogou no sofá em frente à lareira sem nem perceber que eu estava lá.

-Isso só pode ter sido manipulado. – ele dizia para si. – Ele não faria isso! Eu o conheço.

-Hazz? – eu o chamei chegando mais parto. Harry deu um pulo e colocou a mão sobre o peito. – Desculpe!

-Não... Tudo bem! Eu só não estava esperando que alguém estivesse aqui. – ele disse se recompondo e correndo as mãos pelo cabelo.

-Quando você faz isso seu cabelo fica ainda mais espetado. – eu disse sorrindo e também passando uma mão pelo seu cabelo, o bagunçando ainda mais. Isso sempre o deixava irritado, mas dessa vez ele apenas deu um meio sorriso e deixou de lado. – Ok, qual é o seu problema?

-Hoje, quando eu cheguei à sala do Snape para a aula de Oclumência, ele não estava lá. – Harry disse após alguns segundos de silêncio. – E então eu fiquei lá, olhando ao redor quando eu vi uma penseira num canto da sala...

-Por favor, me diz que você não olhou dentro dela. – eu murmurei fechando os olhos, esperando que talvez nem tudo estivesse perdido.

-Eu não resisti, tá? – ele disse se levantando e andando ao redor da sala. – Mas isso nem é a pior parte. – Ai meu Deus, ainda tem mais? – A memória que estava lá... – ele começou bufando. – Era do quinto ano deles...

-Deles? – eu perguntei confusa. Ok, mas do que esse garoto está falando?

-É! Mamãe, papai, tio Pads, tio Moony e Snape. – ah, agora faz sentido. – Eles tinham acabado de sair de uma das provas dos N.O.M.s. e estavam indo em direção ao Salgueiro... – Harry parou de falar mais um minuto. – E estavam conversando. Quero dizer, os Marotos estavam. E então, do nada, eles começaram a implicar com Snape e papai ainda o pendurou de cabeça para baixo. – Não pensem que eu sou um ser sem sentimentos, mas eu estava me segurando muito para não rir. – E então, mamãe apareceu e disse que eles eram muito imaturos, que deveriam soltar Snape, mas papai disse que apenas o faria se ela saísse com ele. – Chantagista desde sempre... – E foi quando ela disse que não, porque ela o detestava.

-O QUÊ? – como assim? Minha mãe não gostava do meu pai? Mas... Mas...

-Eu sei, mas não para por aí. – Harry continuou ainda de olhos arregalados por estar me contando isso.

-Tem mais? – até onde aquilo poderia ir?

-Snape chamou mamãe de sangue-ruim e disse que ele poderia se virar sem ela. – ele completou, seu olhar me assustando. Mas assim, qual é? Chamar a minha mãe de sangue-ruim? Ódio mortal.

O silêncio se instalou entre nós por mais uns minutos. Acho que eu ainda não conseguia absorver tudo aquilo. Quero dizer, você passa uma vida inteira acreditando que seus pais foram feitos um para o outro e então seu irmão descobre que sua mãe odiava o seu pai e ainda era amiga de um dos professores mais horríveis que você tem e um ex (se ex mesmo) comensal da morte.

-Al? – Harry chamou.

-Uhn?

-Acho que precisamos falar com eles... – eu tinha mais do que certeza disso.

-Mas como? Todas as cartas são inspecionadas ao sair e ao chegar aqui, não podemos nos comunicar pela rede flu porque a cara de sapo bloqueou todas... Estamos em um beco sem saída. – eu disse bufando e jogando a cabeça no encosto do sofá.

-A lareira da sala Umbridge é a única que tem comunicação! – meu irmão disse sorrindo. – Mas vamos precisar de uma distração para conseguir chegar até lá.

-Eu posso falar com Ginny e você vê com Ron e Hermione. – eu comentei, soando um pouco mais confiante agora.

-Al, eu sei que você e Fred estão tendo problemas, mas você realmente pensou que, talvez, ele e George são as nossas opções mais certas?

Como eu odeio quando ele está certo.


A manhã seguinte era sábado. Nada de aulas, então era o dia perfeito para tentarmos falar com o pessoal lá do Largo Grimmauld.

-Al, por favor! – Harry sussurrava durante todo o caminho até o salão principal na hora do café da manhã.

-Harry, pela última vez, será que você não pode falar com eles? – por que toda a parte complicada tem que ficar comigo?

-Porque eu também quero que você se acerte com o Fred! – ele exclamou afinal, jogando os braços para cima.

Eu bufei e rolei os olhos.

-Primeiro irmão mais velho que eu vejo falando isso. – e então sorri de lado. – Tá bom, eu vou! – eu respondi, dei-lhe um beijo na bochecha e sai correndo para onde Fred e George estavam.

Qualquer que fosse o motivo que tinha me feito ficar furiosa com Fred, ele já não existia mais. Agora que eu estava de cabeça fria, tinha visto o quanto imatura havia sido.

-Fred? – eu o chamei assim que me aproximei dele, que me olhou assim que ouviu minha voz. Acho que isso é um bom sinal, certo? – Será que eu podia falar com você um pouco?


Fred's POV

-Fred? – Alexis disse se aproximando de mim. Eu levantei a minha cabeça no mesmo segundo. Parecia que fazia anos que ela não falava comigo. – Será que eu podia falar com você um pouco? – essa pergunta simplesmente desceu travando na minha garganta.

Então, agora seria uma questão de voltarmos a namorar, ou esquecer que tudo isso aconteceu. Eu não sei quanto a ela, mas eu estava disposto a fazer de tudo para que fosse a primeira opção.

Eu me levantei na mesa, ainda mudo, e segui com Alexis saindo pelo portão dos fundos do castelo, indo à direção da cabana do Hagrid.

Depois de mais ou menos uns cinco minutos de caminhada, paramos e olhamos um para o outro.

Alexis olhou ao redor e então finalmente bufou. Ela sempre fazia isso quando estava nervosa.

-Fred... – ela começou olhando para mim. – Isso não está dando certo. – Isso fora como um soco na boca do estômago. Ela estava terminando (dessa vez pra valer) comigo? Não! Isso não!

-Alexis, não diga isso! – eu interrompi antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa. Eu não ia deixar isso acontecer. – A gente tem os nossos problemas, mas não precisamos terminar por causa disso. Não podemos desistir no primeiro obstáculo que encontrarmos. Será que você não entende? – eu nem me lembro de onde saiu tanta inspiração para dizer essas coisas, mas no momento de desespero acontece de tudo.

Ela me olhou como se eu fosse um ser de outro planeta.

-Fred, você não está mesmo pensando que eu vou terminar com você, certo? – ela perguntou levantando uma sobrancelha e colocando as mãos na cintura. Eu a encarei, sem reação nenhuma. Espera. O quê? – Ai meu Deus! Você entendeu tudo errado! – ela disse exasperada ao mesmo tempo em que tentando não rir.

-Então você não vai terminar comigo? – eu perguntei esperançoso.

-Mas é claro que não! – ela disse sorrindo. – Quando eu disse que não estava mais dando certo, é essa coisa de nós não nos falarmos mais, nos ignorarmos... Nem faz tanto tempo assim, mas eu senti tanto a sua falta. – Ela completou e se jogou em cima de mim e passou os braços ao redor do meu pescoço. – Você devia estar delirando para achar que eu ia terminar com a sua pessoa, Weasley.

Eu apenas sorri e fechei a distância que existia entre nós selando nossos lábios.


Alexis' POV

-Então agora está tudo certo entre vocês? – Ginny perguntou mais tarde quando estávamos todos reunidos, tentando bolar um plano que nos permitisse usar a lareira da sala da Umbridge.

-Aham. – eu respondi sorrindo e olhando na direção onde Fred e George estavam conversando com Harry.

Como Fred e George já tinham um plano de fazer algo com Umbridge, isso só fez com que os dois quisessem participar ainda mais da nossa, vamos dizer assim, "rebelião".

-Só uma coisinha, Harry. – George disse logo após Harry explicar o que nós todos iríamos fazer. – É melhor vocês fingirem que não sabem de nada... Vai por mim.

-Mas por quê? Vocês não vão fazer nada de estúpido, certo? – sério, eu adoro todas essas pegadinhas que eles fazem, mas não acho que deveriam passar do limite... Isso não é uma boa coisa.

-Vamos só dizer que depois de tudo isso, vocês não vão nos ver por aí. – Fred disse com um ar misterioso.

-E o que isso quer dizer? – Ron perguntou confuso. Acho que naquele momento todos nós estávamos.

-Nada, nada. – George respondeu de pouco caso.

Aí tem!


-Vocês vão embora de Hogwarts, não vão? – eu perguntei para Fred depois que já tínhamos todos os detalhes do que faríamos no dia seguinte.

-O que? – Fred perguntou de volta com uma voz esganiçada o que fez com que eu apenas o olhasse. – Tá, tá. – Ele admitiu. – Touché.

-Mas... Isso quer dizer que nós não vamos mais poder ficar juntos aqui na escola e levando em conta que ainda tem mais dois meses de aulas, isso é muito tempo! – eu exclamei revoltada. Qual é! Tá certo que a gente já tinha ficado separados antes, mas foi só um dia e meio! Não dois meses! DOIS meses! DOIS MESES!

-Mas passa rapidinho, amor. – ele disse sorrindo para mim. – Quando você menos esperar já vai ser junho e a escola já vai ter terminado e teremos bastante tempo para ficarmos juntos nas férias.

-Sua mãe vai te matar por isso. – eu disse um pouco mais conformada agora. Eu sabia que isso ia acontecer, afinal, não podia esperar que Fred ficasse em Hogwarts até que eu terminasse o sétimo ano. Isso era ridículo.

-Ah, ela vai superar depois que ver o que eu e George estamos fazendo. – ele comentou com um sorriso brincando nos lábios.

-E eu posso saber o que é? – perguntei curiosa e me virando para ele.

-Lembra onde a sua curiosidade nos levou da última vez? – Fred disse sorrindo de lado. – Você vai descobrir, mas amanhã.

Eu me virei para frente emburrada.

-Paciência é uma virtude, Allie. – ele sussurrou em meu ouvindo rindo.

-Uma virtude que eu não tenho, nunca tive e não faço questão de ter. – respondi de volta.


Domingo amanheceu do jeito mais normal possível, o que era muito bom, pois isso significava que tudo daria certo; nós conseguiríamos distrair Umbridge, entrar na sala dela, falar com mamãe e papai, sair de lá e voltar para nosso lugar como se nada tivesse acontecido.

-Tudo pronto? – Harry me perguntou na saída da sala comunal.

-Só um minutinho! – eu disse e saí correndo em direção de Fred, que descia as escadas dos dormitórios, e pulei em cima dele prendendo minhas pernas ao redor de sua cintura.

-Nossa! – ele exclamou surpreso. – Tudo isso é saudade?

-Cale a boca! – eu respondi e o beijei. Beijei como se nunca mais o fosse ver, como se passariam dois anos ao invés de dois meses até que nos encontrássemos de novo. Finalmente, depois de alguns minutos, nos afastamos e olhamos um para o outro. – Eu te amo. – disse olhando em seus olhos.

-Eu também te amo! – ele respondeu ainda me segurando.

Quando voltei ao chão, cheguei perto dele novamente.

-Boa sorte, Weasley! – disse dando-lhe um soco no braço.

-Pra você também, Potter. – ele respondeu bagunçando meu cabelo.

(n/a: Eu ia fazer uma puta sacanagem e parar por aqui, mas hoje eu estou boazinha, e eu sei que se eu não continuar, minha ask box vai ganhar muito anon hate, certo Lys?)


Eu não sei o que aqueles cinco seres tinham conseguido fazer para distrair o castelo inteiro, só sei que cada um foi pra um canto e que se podiam escutar vários barulhos vindos lá de fora, uma gritaria do caramba e o corredor que precisávamos estava deserto.

-Ok, não temos muito tempo. – Harry disse se aproximando da lareira e pegando um pouco de pó de flu que estava por lá e o jogando na lareira.

Quando nos vimos em pé na sala da casa de Sirius isso tudo parecia muito errado.

-Mãe? – eu chamei, sem me atrever a tirar o pé da lareira. – Pai?

Tio Moony chegou à sala, confuso, como se estivesse olhando para um fantasma.

-Mas o que vocês estão fazendo aqui? – ele perguntou quando recuperou a fala. – Deviam estar na escola! Ah, mas esperem até que seus pais saibam disso...

-Mas é por isso mesmo que estamos aqui! – Harry disse exasperado. – Precisamos falar com eles. Urgente! E rápido!

-Eles saíram. – Tio Moony disse olhando ao redor. – Foram fazer compras, eu acho.

-Ótimo! – eu bufei. – Tanto trabalho para nada!

-Eu posso ajudar em alguma coisa? – tio Moony perguntou se aproximando da gente. – Para vocês estarem infringindo tantas regras assim, só pode ser alguma coisa de extrema urgência.

Harry e eu nos olhamos. Tio Moony estava lá também, eu pensei. Ele devia saber alguma coisa.

-Tio Moony, é verdade que mamãe odiava papai? – eu perguntei de supetão.

Ele nos olhou assustado.

-De onde foi que tiraram essa idéia? – perguntou alarmado.

Harry, então, contou-lhe sobre a lembrança que tinha visto na penseira, e que isso tinha nos deixado confusos. Se minha mãe odiava meu pai, por que eles se casaram?

-Ódio é uma palavra muito forte. – Tio Remus disse depois que escutou tudo o que tínhamos para dizer. – Seu pai era muito imaturo, sempre foi... – ele começou sorrindo, acho que se lembrando dos velhos tempos. – Mas ele mudou.

"Quando Dumbledore o nomeou monitor-chefe no sétimo ano, ele amadureceu, não ficava mais fazendo nenhum tipo de brincadeira, pelo menos não na frente da sua mãe, teve que crescer por causa da doença do pai..." Ele parou por um momento e ficou olhando num ponto fixo da parede. – Acho que isso fez com que sua mãe percebesse o quanto James era um cara legal, que por baixo de toda aquela atitude infantil, estava uma pessoa tão normal quanto as outras; que gostava dos amigos, que estava lá sempre que eles precisassem...

Eu sorri. Acho que nunca tinha parado para pensar nisso tudo. Agora, toda a minha crença que tinha desde criança tinha voltado: meus pais foram, realmente, feitos um para o outro.

-Eu falo como uma pessoa vendo tudo isso de fora, - tio Moony começou de novo – mas eu acho que nunca vi seus pais mais felizes do que no dia do casamento deles e no dia que vocês nasceram. – Harry e eu nos entreolhamos e sorrimos. – Quando você nasceu, Harry, seu pai estava todo se achando, dizendo que você ia ser um pegador. – eu não consegui parar de rir.

-Você não pode estar falando sério! – eu disse. – Olhe só para esse ser franzino!

-Como se você fosse muita coisa, também! – Harry retrucou.

-E quando você nasceu, Alexis, ele dizia que não ia deixar nenhum garoto chegar perto de você. Nunca!

Senhor James Potter pode ser um tanto chato às vezes, mas eu acho que não existe pai melhor do que ele.

-Já Lily... Lily não tinha nem palavras quando vocês nasceram, mas podia-se ver seus olhos brilhando quando ela olhava para os dois. – tio Moony disse sorrindo.

É, eu tenho os melhores pais do mundo!


Saímos correndo de dentro da lareira e descemos até onde estava vindo o barulho. Não sei quanto tempo passamos lá no Largo Grimmauld, mas ninguém tinha nos descoberto ainda, porque estavam todos muito ocupados com... UM PÂNTANO NO MEIO DO CORREDOR? Como assim?

-EU DEMANDO QUE TIREM ISSO DAQUI AGORA! – Umbridge berrava, ficando cada vez mais vermelha.

Eu olhei ao redor e vi Fred e George no meio da bagunça sorrindo igual a dois bobos. Como eu não tinha pensado nisso antes?

-É... Acho que não vai rolar, certo, George? – Fred perguntou sorrindo de lado.

-Certo, Fred!

-Muito bem! – Umbridge disse. – Espero que gostem da sua detenção! Os dois me sigam! AGORA!

-Acho que isso também não vai rolar. – George disse e, olhando para Fred, os dois tiraram as varinhas do bolso.

Por um minuto nada aconteceu, mas então eu ouvi o barulho de algo voando em direção à nós e foi quando as vassouras deles chegaram e eles montaram.

-Não vamos tirar o pântano. – George disse.

-Pense nisso como uma lembrancinha nossa. – Fred completou e então eles soltaram mais alguns fogos de artifícios.

Peeves dava urros de alegria, voando por cima de todos.

-Mande o inferno para ela por nós, Peeves! – Fred disse olhando para ele.

E Peeves, quem nós nunca tínhamos visto aceitar ordens de nenhum aluno, tirou seu chapéu e o sacudiu como uma saudação enquanto Fred e George planaram sobre o tumulto ao som de aplausos de todos nós e voaram para fora da porta aberta.

Mas antes que eles pudessem se afastar muito, Fred se virou uma última vez, sorriu para mim, e, finalmente, voou em direção ao horizonte.

Eles iam fazer muita falta!


EU NÃO ACREDITO QUE EU CONSEGUI TERMINAR ESSE CAPÍTULO! É muita felicidade para um ser só!

Pra quem acha que esse é o fim da série por causa do nome do capítulo: WRONG! Vocês não vão se livrar de mim assim tão fácil!

Anyway, espero que tenham gostado e fiquem ligados para os próximos!

Xoxox

Clarizabel: Valeu!

Bet97: Obrigada! Lógico que não! Alexis/Fred forever!

Me: Ah, vamos ver no que isso vai dar ainda. O pessoal votou! xD Obrigada. Pretendo continuar, mesmo que demore um pouco nas atualizações.

Tori-Chan-Madrigal: CALMA! DRAMA ALERT! DRAMA ALERT! Relaxa, Tori! Mesmo que eu terminar essa fic em mais 5 capítulos ainda vai ter a seqüência! Relaxa! E mesmo assim nós vamos continuar conversando! ;) P.S.: Tá bom esse tamanho?

Lys Weasley: Quem foi o retardado que disse que só xingamos quem gostamos? Que idiota! Depois de ficar te atormentando, aqui está o capítulo, flor! Espero que tenha gostado! Você teve sorte de eu deixar você ler esse aqui, viu? Só porque eu adoro as nossas conversas! There's no gif for these things that I am feeling. gif