O dia amanheceu ensolarado, coisa incomum para alguém de Forks. Eles não tinham com quem deixar Emmett e não queria deixa-lo com uma pessoa desconhecida, então o jeito foi levá-lo com eles. O imponente escritório de advocacia, do agora dono, Richard Perez ficava bem no centro da cidade. E demoraram quase meia hora para chegar nele, pois o trânsito estava engarrafado já que havia tido um acidente logo à frente.
Eles estavam sentados na parte de trás do carro, Bella estava no meio deles, uma mão sua entrelaçada com a de Edward observando Emmett brincar com um boneco do Super-Homem que eles haviam comprado. O motorista baixinho e careca dirigia parecendo cansado.
— Você está bem em ver ele? — ela ouviu a voz de Edward em seu ouvindo, entendeu a quem ele se referia.
— Apesar de tudo, sim. — ela respondeu honestamente, desviando seu olhar do filho para seu marido — Você vai estar comigo.
— Sempre — ele prometeu, escovando seus lábios na bochecha dela. — Mas se ele provocar... — ele avisou antecipadamente.
Eles conversavam baixo o suficiente apenas para eles ouvirem.
— Ele vai se comportar — ela disse com firmeza.
— E como você tem tanta certeza disso?
— Eu o conheço Edward. — ela suspirou. — Ele não agiu por mal... aquele dia, ele parecia um pouco bêbado. — ela disse hesitante.
— Piorou Bella... — ele disse alto demais e respirou fundo notando o olhar do motorista neles que logo desviou. — Quer dizer o quê? Que você o perdoou?
— Edward, nós já havíamos falado sobre isso, tínhamos percebido que ele gostava de mim e desde que eu cheguei aqui, eu percebia que ele queria dizer algo eu só não imaginava que seria aquilo daquele jeito... Eu não sei quando vou voltar a vê-lo, não quero guardar magoas dele, Richard é a única coisa que eu tenho que faz me lembrar do meu passado — ela disse o olhando.
— Eu não gosto disso — Edward disse sinceramente.
— Eu te amo, Edward. Só você — ela disse intensamente — Confie em mim.
— E eu confio, não confio nele — apertou a mão dela suavemente — Mas apesar de tudo, eu te amo linda.
Eles sorriram um para o outro.
— E eu a você, lindo — ela disse inclinando-se e beijando a boca dele levemente.
Eles entraram no luxuoso escritório de advocacia, era amplo, bem decorado, talvez um pouco extravagante. Tinha uma mulher loira sentada atrás de uma mesa. Tinha a boca carnuda, olhos de um azul bem claro, o nariz pequeno arrebitado com um discreto piercing. Bella achou-a linda, mas logo sentiu uma sensação ruim, Edward também acharia.
— Bom Dia, sejam bem-vindos. Vocês são o Sr. Cullen e a Srta. Swan? — ela perguntou, olhando demoradamente para Edward e sorrindo abertamente.
Bella não gostou nem um pouco daquilo. Periguete, era o que aquela mulher era.
— Senhora Cullen — Bella a corrigiu rapidamente
— Desculpe — a moça disse dando um sorriso falso. — O Sr. Perez já está chegando, ele está preso no trânsito, mas garantiu que em quinze minutos estará aqui — ela os informou — Sintam-se a vontade.
— Papai, vamos demorar muito aqui? — Emmett perguntou sentando-se no confortável sofá que tinha ali.
— Eu não sei querido. Mais daqui a pouco eu e sua mãe, teremos que ir para uma... reunião e você terá que ficar quietinho esperando a gente, tudo bem?
— Sim — ele disse — Vou me comportar, prometeu.
— Aceitam café, água? — a secretária perguntou educadamente, mas ainda olhando demais para Edward.
— Não — Bella falou colocando sua mão boa em cima da de Edward, deixando bem visível as alianças, a moça olhou para aquele ponto deixando seu sorriso cair um pouco, mas não se deixou abalar.
— Qualquer coisa é só me chamar — ela disse olhando sugestivamente para Edward e saiu Bella bufou indignada.
— Você é linda com ciúmes — ele disse sorrindo abertamente.
— Eu não estou com ciúmes. — ela retrucou.
— Eu que estou senhora Cullen. — ele falou sarcástico — Mas não precisa disso eu prefiro as morenas — ele mordeu a bochecha dela suavemente.
— Argh, parem com isso — Emmett disse fazendo uma careta mesmo já estando acostumado com os carinhos que seus pais trocavam a sua frente.
Edward e Bella riram.
Poucos minutos depois, eles avistaram Richard na porta, ele usava um terno cinza e segurava uma maleta preta, parecia apressado.
— Desculpe o atraso — ele disse sem tirar os olhos de Bella.
—Tudo bem. — Edward disse, levantando-se do sofá, junto com Bella passando a mão na cintura de sua esposa.
— Bella eu...
— Não vamos falar sobre isso, Richard — ela disse.
— Tudo bem — assentiu ele a contragosto. — Me acompanhem, então?
— Emmett, se comporte, ok? — Edward disse outra vez ao filho.
— Pode deixar Sr. Cullen eu tomo conta dele — a secretária disse dando uma piscadinha.
Edward a ignorou e seguiu Richard sendo acompanhado por Bella.
Eles entraram na sala de reuniões, o clima não era muito confortável, Richard sentou-se na ponta tirando um envelope grosso da maleta e um notebook.
— Eu não era advogada do seu pai, e sim meu pai, George, lembra dele?
— Vagamente — Bella respondeu, se lembrava dele entrar em contato com ela quando fez 18 anos e saiu do orfanato, mas foi bem rápida a conversa que tiveram.
— Então quando seus pais morreram meu pai que cuidou de tudo, principalmente da herança, fazendo tudo que seus pais haviam pedido a ele. E como você sabe, seus pais separaram o testamento deles em duas partes. Uma que você só receberia quando fizesse 18 anos e outra que você não saberia o tempo certo, que é quando você estivesse casada. — ele engoliu em seco invejando Edward. — Eles deixaram essa parte do testamento em um arquivo em um disquete, a tecnologia foi avançando e meu pai salvou tudo em um pen drive e também tem um papel por extenso dizendo quem vai ficar com quê. O arquivo está em formato de vídeo, vou ligar ele no projetor.
Richard rapidamente conectou os cabos, Bella segurava a mão de Edward um pouco nervosa.
— Parece que é necessária uma senha — ele falou franzindo sua testa.
— Senha? Mas o qual é? — ela perguntou confusa.
— Não sei meu pai não me disse nada sobre isso. Bom você que tem que adivinhar, fale uma que eu digito. — disse.
— Tente seu nome, amor. — Edward sugeriu.
— Será? — se perguntou — Isabella — ela disse, Richard digitou.
— Senha incorreta... espere... Aqui apareceu uma dica. É marrom. — ele falou. — Só temos mais duas tentativas antes de bloquear, se acontecer, teremos que esperar 24 horas.
— O que é marrom? — perguntou Bella confusa, porque aquele cuidado todo?
— Não sei. Chocolate?
— Não acho que a senha seria algo assim — Edward falou.
— Tente qualquer coisa para ver se aparece outra dica. — Richard digitou algo rapidamente, deu erro.
— Você ficou muito feliz quando ganhou. — Richard leu o que apareceu. — Só temos mais uma chance, antes de bloquear.
— Brinquedos? Uma boneca? — Bella disse para si mesma. — Tente brinquedos.
— Não é. — Richard disse. — É um pug.
— O que é um um pug?
— É uma raça de cachorro — Edward falou.
— Mas é claro, Bella. Você tinha um cachorro quando era pequena, lembra o nome dele?
— É claro ele era marrom e era bem gordinho eu o chamava de Bolinha. — ela disse e riu consigo mesma.
— Sim é isso. — Richard disse animado quando apareceu uma pasta com um arquivo. Bella deu um selinho no Edward empolgada.
— Está em arquivo de vídeo. — ele disse abrindo e aparecendo uma tela toda preta, o vídeo carregou rapidamente. — Vou colocar para rodar.
Eles ficaram em silêncio, Bella apertou a mão de Edward fortemente.
Fiquem na sala somente Bella e seu marido, dizia uma tela toda preta com os caracteres brancos.
O Advogado só terá acessos aos papeis, apareceu outra em seguida.
— Bom, quando terminar é só discar 551 para minha secretária. — Richard disse deixando a sala, não querendo que transparecesse o quanto ele ficou com raiva por não está presente.
Ele fechou a porta, deixando o casal na sala.
Bella, clique aqui, quando estiver só você e seu marido, apareceu outra em seguida.
Bella olhou para Edward.
— Vai lá. — ele incentivou.
Ela respirou fundo se levantando e clicou, voltou para seu lugar, sem tirar os olhos da tela que carregava.
— Eu estou aqui. — Edward disse calmamente, a tranquilizando.
— Eu sei. — ela encostou a cabeça no ombro dele.
Alguns segundos depois Bella arfou com o que apareceu na tela, era sua mãe, a imagem não era muito nítida e era tremula, mas Bella podia reconhecer sua mãe perfeitamente.
Ela estava sentada no que parecia um elegante, escritório cheio de prateleiras com livros no fundo, ela estava no centro e ao seu lado tinha uma cadeira vazia. Renée vestia uma saia social e uma blusa elegante, seus cabelos eram de um castanho claro e tinha olhos azuis.
— Está gravando, querido? — ela perguntou.
— Acho que sim. — uma voz grossa respondeu e logo apareceu um vulto lento na tela. Ele vestia uma calça social preta e uma blusa bege, tinha bigode. Ele sentou-se ao lado da mulher colocando a mão na perna dela num gesto de cumplicidade.
— Bella querida — a mulher disse dando um sorriso. — Se você estiver assistindo isso é porque infelizmente não estamos mais com você,
— Oh, meu Deus. — Bella disse com a voz embargada.
— Você está bem? — Edward perguntou — Quer que eu pause?
— Não.
— Bells, antes de tudo temos que explicar o motivo desse vídeo. — Charlie disse — O que nós vamos contar aqui, não é algo que se deva contar por um vídeo, mas é nossa única opção. Bom tem uma parte da minha família que eu não te contei, é claro que direi algum dia, mas caso aconteça alguma coisa comigo ou sua mãe, você deve saber. Eu tenho um irmão mais velho o nome dele é Marcus Swan. Ele nunca gostou muito de mim, vivia dizendo que meus pais só queriam saber de mim, não ligavam mais para ele, só falavam de mim, só tinham orgulho de mim, só queriam saber de mim depois que eu nasci. É claro que não era verdade, meus pais sempre falavam com ele, davam coisas para ele, amor o que era mais importante acima de tudo. Mas Marcus era muito ciumento e só enxergava o que queria, ele foi se fechando para nossos pais, começou a mexer com coisas erradas, drogas para ser mais exato, ele vivia brigando comigo e com meus pais, o pior sentimento de todos nasceu dentro dele: ódio. Um dia meus pais se exaltaram e disse coisas que nunca devem ser ditas para um filho por pior que ele seja. O ódio que Marcus já tinha multiplicou-se, ele saiu de casa aos dezessete anos, eu tinha quinze. Passamos cinco anos sem vê-lo, mas um dia ele apareceu estava drogado, machucado, fedendo e precisava de dinheiro, se-seus... a-avós se recusaram a ajuda-lo, Marcus tirou uma arma e ...atirou neles — Charlie parou um pouco, parecendo não querer se lembrar daquilo, Renée apertou sua mão dando apoio — foi no Natal era a primeira vez que eu levava Renée para conhecer meus pais já que nos conhecemos na universidade e Marcus apontou uma arma para... meus pais matando-os ali na nossa frente. Ele ainda tentou atirar em mim, mas Renée se jogou a minha frente e a bala graças a Deus não perfurou nem um órgão. Eu ainda não perdoei sua mãe por isso, é claro. Ela sempre foi muito imatura e impulsiva. — ele deu um risinho, descontraído a tensão que tinha, não querendo ficar triste pelas recordações que ameaçavam desmoronar ele. Sua voz era triste e tremia ao narrar os acontecimentos
— Charlie, eu não sou isso. — ela deu um beliscão nele. Bella riu baixinho vendo seu pai gemer de dor, seus olhos já estavam cheios de lágrimas.
— Eu chamei a polícia e ambulância e claro que Marcus aproveitou aquela oportunidade para fugir, a polícia não conseguiram o encontrar.
— Bella, querida você deve saber que seu pai sempre foi bom em ganhar dinheiro, ele era muito inteligente, então em pouco tempo ele já tinha uma pequena fortuna e isso só piorava ainda o ódio de Marcus, nós podíamos não saber onde ele estava, mas ele sempre esteve por perto. Charlie sempre me dizia como os pais dele sofriam por causa de Marcus, como eles se arrependiam de tudo que fizeram a ele, não entendiam a onde haviam errado. Meus futuros sogros morreram aquela noite. — Renée continuou, olhando para Charlie com amor. — Nós ficamos em choque durante algum tempo, mas conseguimos superar isso, juntos. Mas Marcus infelizmente escapou e ele não parou naquilo, durante alguns anos não ouvimos falar dele novamente e nós finalmente pensamos que tínhamos nos livrado disso. Você não se lembra, era só um bebe, tinha uns nove meses, mas ele a sequestrou. — algumas lágrimas escorreram pelo rosto de Renée — Foram os três dias mais longos das nossas vidas. Nós pagamos o resgate e graças a Deus ficamos com você de volta, nós não dissemos para polícia nada disso, já que ele ameaçou... mata-la, então Marcus saiu impune outra vez. Mas tínhamos medo dele voltar.
— Você não deve se lembrar desses acontecimentos, era muito pequena, mas sempre tinha um segurança na sua cola, perto de você, te vigiando. Dois meses atrás ele apareceu de novo, temo que ele faça alguma coisa conosco, vivi mandando fotos nossas, ele está por perto. Temo pela sua segurança minha filha e a de sua mãe.
— E eu a sua, Charlie — Renée disse o olhando, ele bufou.
— Vocês são mais importantes. Mas Bella se você está assistindo isso é porque você corre perigo, querida.
Bella sentiu Edward ficar tenso ao seu lado, a mão dele apertando um pouco forte demas a dela.
— Marcus se tornou um homem violento, movido pelo ódio, esquecendo que há perdão nesse mundo, que há recomeços... O motivo de não ter deixado a sua guarda para os pais de Richard, que são as únicas pessoas que confiaríamos para cria-la é porque eles teriam acesso a sua herança e Marcus poderia tentar algo com você. Então decidimos nos planejar para caso alguma coisa acontecer e você fique sozinha, buscamos um orfanato, mas não seria a melhor opção, então encontramos um internato e fizemos um pré-pagamento até que tivesse 18 anos, seria o lugar mais seguro para você crescer, depois poderia ter acesso há uma parte da herença para poder fazer uma faculdade e se virar por alguns anos, sabemos que será uma mulher boa e justa. Se déssemos todo o dinheiro para você quando tivesse 18 anos Marcus poderia tentar alguma coisa e não poderíamos te proteger. Então decidimos deixar para você receber a outra parte quando estivesse casada assim teríamos a certeza que você teria alguém para te proteger e sua mãe tem certeza que um dia você vai casar. Agora eu quero falar diretamente com você marido da minha filha — ele disse duramente.
— Charlie, seja bonzinho. — Renée falou.
— Como você quer que eu seja bonzinho? Eu estou olhando para uma câmera, falando sobre um assunto difícil e ainda tenho que imaginar minhas falas para um marido para minha florzinha, ela só tem 9 anos Renée eu não estou preparado para isso ainda, pensei que teria toda sua adolescência para treinar minhas falas.
— Então deixe que eu fale. — ela decidiu, ele assentiu.
— Mas que fique claro, que se você for um canalha eu volto da onde quer que eu esteja e vou puxar seu pé à noite.
— O ignorem. — Renée disse suavemente. — Charlie vive dizendo que eu sou infantil, mas ele é bem mais que eu. Bom eu sou Renée, mãe da Bella. — ela deu um risinho. — Sim isso é realmente estranho. Eu nem imagino o que vocês devem estar sentindo agora depois de todas estas informações, eu sei que é difícil de acreditar, mas é a verdade. Eu queria poder ter conhecido você o marido da minha filha, ajudar a organizar o casamento dela, eu nem sei seu nome. Eu espero que realmente você nunca tenha que ver esse vídeo, Bella — suspirou parecendo pensar alto por um momento. — mas eu sei que você é uma boa pessoa, porque para aturar a teimosia dessa menina... Eu só preciso saber uma coisa de você. Você realmente ama a minha filha? — ela pareceu esperar alguém responder.
— Sim, eu a amo muito. — Edward respondeu então, franzindo sua testa.
— Isso era tudo que eu queria ouvir. — ela deu um sorriso.
— Como...
— Cala a boca, Charlie. — Renée falou sem soar brusca, interrompendo o marido. — Eu... nós... — ela entrelaçou sua mão na do marido. — Precisamos muito que você tome conta do nosso bem mais precioso, eu imagino como ela não deve se preocupar muito com ela, se Bella apenas com nove anos costuma se preocupar só com as pessoas ao seu redor esquecendo ela mesma, eu preciso de alguém que faça isso, e eu espero que você faça isso, cuide dela, a proteja, converse com ela, não minta e principalmente não a machuque porque senão eu mesma vou voltar e arrancar suas bolas e eu não quero estragar a diversão da minha filha.
— RENÉE. — Charlie gritou vermelho.
Bella corou, limpando as lágrimas que escorriam pelos seus olhos, Edward beijou os cabelos dela.
— Querido, se ela está casada, com certeza eles já fizeram sexo.
— Chega de falar disso. — Charlie explodiu. — Não quero pensar nisso, para mim ela sempre vai ser minha bebe, aconteça o que acontecer.
Renée riu.
— Voltando a falar sério... — ele falou.
— Sim, ok...
— Nós não sabemos quanto tempo passou, não sabemos se Marcus está vivo ou não, espero sinceramente que ele suma de vez e nunca mais apareça. Assim eu poderei assustar seus namorados e te convencer a ir para um convento. —Renée rolou os olhos. — Mas caso eu não tenha tido a oportunidade de ter levado a no altar, quero que saiba que eu amo você, você é meu anjinho e a onde quer que eu esteja vou estar protegendo você.
— Nós vamos estar protegendo você. — Renée o corrigiu.
— E só queremos que seu marido faça o mesmo para que vocês futuramente possam construir uma família juntos, com paz. Se Marcus ainda tiver vivo, ele vai saber que você recebeu a herança, ele é inteligente. Então tome cuidado com os estranhos, com as pessoas que estão ao redor de vocês, se protejam.
— Em relação ao dinheiro, querida, faça o que quiser com ele, é todo seu. — Renée disse, sua voz era embargada — Se você chegar realmente a ver esse vídeo, se eu não apareci para cantar a noite para você, saiba que eu não deixei de te amar, você é meu tesouro, minha luz, é a prova de amor minha e de Charlie, querida seja feliz, viva o presente, não se deixem prender pelo medo. Não queremos que vocês se tranquem no medo de que algo ruim pode acontecer só queremos que vocês tenham cuidado, precaução de agora em diante. Não queremos que nada de ruim aconteça com você e muito menos com o homem lindo que eu tenho certeza que vai ajudar você a superar tudo, — ela falou, seu olhar dizia que ela sabia que aconteceria algo — nunca abandone um ao outro. Se amem incondicionalmente, assim como eu amo seu pai, compartilhem tudo, pois o menor segredo pode fazer pessoas se odiarem por mais que elas já tenham se amado no passado. Sejam felizes e me deem netos lindos. Eu amo você, florzinha, do fundo da minha alma, do meu coração.
— Eu te amo filha. Cuide dela, por favor, seja para ela um homem de verdade, mostre seus verdadeiros sentimentos sempre, não tenha vergonha de se expor, muito menos de se emocionar na frente de sua mulher. "O homem de verdade não é aquele que conquista várias mulheres, mas sim aquele tem o amor bastante, para conquistar a mesma, todos os dias"(N/A: Essa frase pertence a Kamilla Carvalho ) Compre flores para ela, chocolates, jóias, mas nada vai ser um melhor presente do que ouvir um EU AMO VOCÊ na hora de dormir, na hora de acordar, nada vai ser melhor do que simples carinhos demonstre todo seu amor por ela, seja cavalheiro, atencioso, amoroso, carinhoso.
— Seu pai até hoje demonstra isso. — Renée disse o olhando com amor.
Ele sorriu para ela, antes de prosseguir — O casamento não é fácil, têm brigas, reconciliações, choros, risos, alegrias, tristezas, gritarias, silêncios, TPMS, calmarias, nascimentos, emoções, rotinas, tédio. Não é fácil conviver com outra pessoa todos os dias de sua vida, mas também não é impossível. Deve ter amor, compreensão, companheirismo, confiança isso é à base de tudo. Sempre conversem um com o outro, mas se não derem certo se algo acontecer, sempre há um novo recomeço.
— Ó querido você falou tão bonito agora. — Renée disse limpando suas lágrimas, Charlie corou.
— Nós infelizmente temos que ir agora, você saiu com Richard e os pais dele, daqui a pouco estão de volta. Não esqueça que amamos você Bella a onde quer que nós estivemos.
— Sim, nós fazemos isso e faremos eternamente.
— E caso você seja boazinha com seu pai e tenha virado uma freira eu não vou ficar nem um pouco decepcionado com isso, apesar de que você só poderá ver essa mensagem depois dos 30. Caso você também não tenha se casado ainda é porque não encontrou a pessoa certa e quando isso acontecer mostre esse vídeo a ele. Não se esqueçam de tudo que dissemos aqui, levem isso para vida de vocês.
— Bella, não fique triste. Seja forte e lute, nós sempre estaremos com você no seu coração, dê um beijo nela por mim, genro. — ela disse e sorriu, entre as lágrimas.
O último vislumbre que Bella teve foi do olhar de amor e de cumplicidade de seus pais, a tela escureceu.
Passou alguns minutos, Edward ficou em silêncio absorvendo as informações, era mais do que ele podia ter imaginado, suas mãos acariciavam as costas de Bella lentamente, a reconfortando, pouco a pouco as lágrimas dela foram deixando de cair em sua camisa.
— Eu te amo, Bella, muito. — ele falou intensamente, olhando bem no fundo nos olhos dela, seu rosto entre suas mãos.
— Eu também amo você, Edward, muito. — ela disse. — Dá para acreditar nisso tudo? É tão absurdo.
— Mas é a verdade, seus pais não mentiriam assim.
— Eu devo ter sido muito ruim em outra vida, para nessa eu ter sido sequestrada, estuprada, ter perdido meus pais... O que mais falta acontecer? Me matarem?
— Isabella Marie Swan Cullen. Nunca mais diga isso nem de brincadeira, entendeu? — Edward disse duramente.
— Desculpe — ela sussurrou arrependida. Ele a puxou, sentando ela em seu colo a abraçando com força.
— Só de imaginar vivem uma vida sem você... é ruim... prometa que nunca vai me deixar — ele pediu e Bella percebeu que ele segurava o choro.
— Nunca, Edward. Eu amo você. Desculpe ter dito aquilo, eu só estou assustada e com medo, eu acho— ela disse acariciando o rosto dele, olhando dentro dos olhos verdes que ela tanto amava.
Ele beijou o cabelo dela, a testa, as bochechas, queixo, nariz, fez uma trilha no maxilar até finalmente encontrar seus lábios macios. Eles se beijaram com uma paixão capaz de incendiar aquele prédio e mesmo assim não seria o bastante para eles quebrarem o beijo.
— Eu quero ir embora, voltar para nossa casa. — Bella disse ofegante, quebrando o beijo, seus pulmões reclamando por ar.
— Temos que falar com Richard.
Eles se recomporem, Edward ligou para a secretária apenas dizendo para Richard ir lá e desligou sem dar chance dela falar algo.
— Tudo bem aqui? — Richard perguntou vendo que Bella tinha chorado.
— Sim, ela apenas se emocionou com o vídeo. — Edward respondeu.
— É algo que eu possa assistir? — perguntou esperançoso.
— Acho que não. — Bella disse negando. — Eu posso ficar?
— É claro. — ele entregou o pen drive a ela.
Richard abriu o envelope tirando alguns papéis e tinha outro envelope dentro.
— Eles foram bem diretos, dizendo que disseram tudo que tinha para dizer pelo vídeo. Ao marido de nossa filha deixamos esse envelope temos a certeza que ele saberá o que fazer com ele e a nossa querida filha Isabella, deixamos todo o nosso dinheiro e ações que possuímos. Pedimos ao George vender nossa casa, móveis, carros e depositar tudo em uma poupança para você e todas as jóias de família que possuímos estão guardadas em um cofre no Banco Nacional. George administrará também as ações. Não esqueçam de nada. Charlie e Renée Swan— ele leu o que estava escrito.
— Bom aqui está o envelope. — ele disse entregando a Edward um envelope que era um pouco grosso.
— A chave do cofre, número da conta aberta em seu nome e as ações.
— Quais ações são essas? — Edward perguntou curioso.
— Charlie, possuía cerca de 10% de ações em várias empresas que são potências da economia atualmente, Não dá para dizer quanto valem elas exatamente, mas é muito dinheiro, precisarei de um dia para somar tudo.
Bella arfou.
— Não será preciso, cuidaremos disso — Edward disse, não queria, mas nada de Richard. — Podemos ir agora?
— Sim, podem. Bella eu posso te dar um abraço? — ele perguntou a olhando.
Bella sorriu para ele.
— Obrigada por ter me encontrado — ela disse sinceramente, o abraçando, apesar de tudo se Richard não tivesse a encontrado Bella nunca assistiria o vídeo de seus pais.
— Desculpe, Moranguinha — ele falou sincero, tudo que ele queria era mesmo só o dinheiro dela, ele gostava dela só não o bastante para dizer que era amor. — Eu só quero que seja feliz, seja com quem for, mas você sabe onde me encontrar se precisar. — disse sinceramente.
Ela apenas sorriu separando-se dele.
— Seja feliz você também. — falou voltando para perto de Edward, que enlaçou a cintura dela com seus braços.
...
— AAAAAH, OLHA SÓ O QUE VOCÊ FEZ SEU MOLEQUE. — eles ouviram um grito do lado de fora, correram apressados para lá.
— Ei, olha como você fala com meu filho. — Bella disse alterada, vendo a secretariazinha apertar o braço de Emmett que parecia assustado.
— Ele derramou agua na minha roupa. — ela disse apontando para sua saia e realmente estava toda molhada.
— Foi sem querer. — Emmett disse.
— EU VOU...
— Silêncio Jane. — Richard disse baixo, mas autoritário.
— É só por para secar. — Bella disse rolando os olhos, a loira bufou.
— Desculpe eu posso ter me alterado um pouco. — ela falou indignada, depois do olhar que seu chefe lhe deu.
— Nós temos que ir agora. — Edward disse pegando Emmett no colo. — Adeus. — falou para Richard.
— Até qualquer dia.
Bella deu um sorriso amigo a ele e mexeu sua cabeça, Bella colocou tudo que Richard havia dado na sua bolsa.
Eles saíram. Ninguém olhou para trás.
— UAU, esse homem é um pedaço de mal caminho. — Jane disse suspirando, excitada. — Não sei como ele está com essa sem sal, sou mais eu.
— Cala-se Jane. — Richard falou. — E tire essa roupa molhada.
— E você quer que eu fique como, só de calcinha. — ela sorriu maliciosamente.
— Não, eu quero que você fique sem nada e com as pernas abertas na minha mesa de preferência.
— Adora quando você fica mandão.
— Você tem dois minutos, me espere lá que eu vou pegar o preservativo no carro.
— É melhor você trazer muitos.
— Pode ter certeza que eu vou safada. — ele disse dando um tapa forte na bunda dela que gemeu alto.
Richard tinha tudo dinheiro, carros importados, mulheres. Mas quando ele conhecesse verdadeiramente o amor de um homem para uma mulher, ele sofreria e muito.
...
— Para onde vamos? — Bella perguntou.
— Eu acho que nós temos que ir a esse banco, pegar essas... joias que tem lá. Depois podemos almoçar naquele restaurante que vimos perto do hotel e depois irmos passear ou ir para o hotel, o que acha?
— Hotel, depois do almoço. Quero aproveitar nosso restinho de tempo aqui tranquila. — ela disse e ele concordou. — Mas o banco não abre dia de domingo. — ela o lembrou.
— É mesmo e agora? Você vim aqui sozinha outra vez está fora de condição.
— Edward são só três horas de viagem, eu posso vim aqui em um dia e voltar no mesmo — ela falou sentando-se no banco do táxi.
— Eu não gosto disso. — ele suspirou sabendo que teria que concordar com ela. — Conversaremos sobre isso em Forks — ela concordou.
Eles almoçaram no restaurante, comendo comida de verdade e bem nutritiva, foi um almoço silencioso, ocupados só por Emmett que perguntava sobre tudo que não sabia e fez um pouco de birra na hora de comer. Quando chegaram ao quarto do hotel, Emmett estava cansado e dormiu rapidamente, Bella organizou as coisas com a ajuda de Edward para poderem irem embora, mas ainda tinham três horas até o voo.
— Vem cá. — Edward falou fechando o ultimo zíper da mala e a colocando no chão, Bella deu um sorriso nervoso, sabendo o que ele queria. — Temos que conversar.
— Sim. — ela suspirou.
— O que você está sentindo? — ele perguntou querendo entender o que passava na cabeça dela.
— Eu não sei sinto-me tão confusa. Nunca imaginei que meus pais fossem tão ricos assim, eu nem faço ideia do quanto é, mas parece não ser pouco, depois tem tudo que meus pais nos disseram eu me sinto tão feliz por poder ter visto eles, ouvido eles, mesmo depois de tanto tempo, quase não lembro muito deles. E esse Marcus, ele é meu tio... Como ele foi capaz de fazer isso tudo? E se ele estiver vivo e tentar fazer algo contra a gente, eu estou com medo. E-eu...
— Shi.. calma amor, vamos devagar. — Edward disse calmamente sentando-se ao lado dela na cama, seus corpos o mais juntos possível, mas sem nenhum cunho sexual. — Primeiro de tudo não precisa ter medo, eu nunca vou deixar nada de mal acontecer com você e bem nós podemos inventar alguma coisa se esse Marcus aparecer, não sei... que tal um rastreador?
— Rastreador?
— Sim, só para prevenir, você poderia usar um no pescoço como colar, ou no braço como pulseira, só por precação, não pense que eu preciso saber onde você está 24 horas por dia.
— Só se você usar um, também. — ela falou.
— Vamos ver isso quando chegarmos a Forks. Eu vou conversar com Ben, já que ele é policial, poderá ajudar em alguma coisa.
— Você acha melhor contar para nossa família?
— Eu acho que sim, não gosto de ter segredos com eles, mas vamos falar com Ben primeiro.
— Você abriu o envelope? — ela se lembrou de repente.
— Não a onde ele está?
— Na minha bolsa. — Edward se levantou e pegou o envelope, sentou-se de frente para ela.
Olhou para ela.
— Abre logo. — disse ansiosa.
Edward abriu o envelope derramando o conteúdo sobre a cama. Era uma carta, alguns papeis e chaves.
— O que tem nesses papeis? — Bella perguntou.
— Vamos ver... — ele abriu a carta rapidamente, Edward deu um pequeno sorriso e pigarreou antes de ler em voz alta a carta. — Desculpe Sr. Marido da minha filhinha. Mas nós tínhamos que deixar algo para você, para que pudesse estar no testamento. É claro que Charlie não quis deixar nada de valor para você, afinal realmente não nos conhecemos, então se você amar mesmo nossa filha você vai gostar das coisas que deixamos para você. Está em uma mala dentro de um armário no aeroporto a chave está aqui, pedimos para George organizar tudo se realmente chegarmos a morrer sem poder conhece-lo e mostrar essas coisas pessoalmente. Espero que goste, guarde com carinho são coisas muito importantes para nós. E eu posso até imaginar a reação dela quando ver o que é. Divirta-se. A outra coisa agora e mais séria, nesses papéis tem tudo que é necessário, todas as provas legais para abrir uma nova investigação sobre Marcus, não esqueça sobre o que dissemos, cuide de nossa filha. Charlie e Renée.
— Eles pensaram em tudo, não é? — Edward disse.
— Sim, eles pareciam tão legais queria lembrar mais deles.
— Sim, parecia e bem engraçados, acho que eles seriam ótimos sogros. — ele disse beijando a testa dela.
— O que será que tem nesse armário? — ela perguntou querendo mudar de assunto.
— Não sei, se quiser eu posso ir lá pegar.
— Não, quando tivermos indo, nós vamos lá juntos. Guarde os papeis na mala e a chave no bolsinho da minha bolsa. — ela disse e ele fez.
— Você ainda quer conversar sobre essas coisas? — ele perguntou colocando ela sentada no seu colo.
— Não, minha cabeça está começando a doer. Vamos apenas ficar aqui abraçados, sem fazer nada. — ela disse envolvendo seus braços no pescoço dele, respirando o cheiro que ela tanto gostava.
—Eu queria tanto poder amar você agora. — Edward disse suspirando.
— Você faz isso sempre, Edward. — disse olhando para ele.
— Sim, linda. Mas eu queria demostrar com beijos, com carinhos, com nossos corpos conectados de um jeito que só nós sabemos. — ele falou sensualmente, entre beijos no pescoço dela.
— Edward... — ela olhou para Emmett dormindo.
— Por que mesmo que não pedimos quartos anexados? — ele pensou alto.
— Você pediu amor, mas estavam todos ocupados. — ela o lembrou.
— Você acha que, Emmett vai acordar, agora? — ela perguntou.
— Não, ele só deve acordar quando o chamarmos, ou vai demorar pelo menos mais uma hora, porque?
— Bom, ainda temos duas horas até o voo. — ela sussurrou no ouvido dela. — E eu pensei que talvez alguém queira tomar banho comigo...
— Não precisa falar duas vezes. — ele disse animado pulando da cama.
Ela riu se levantando e indo até o banheiro.
— Tranque a porta. — falou assim que ele entrou, segundos depois dela.
— Claro, não quero que Emmett veja minha bunda outra vez. — falou rindo já se despindo, Bella também tirou suas roupas.
— Sim, essa bunda só eu posso ver. — ela falou brincalhona retirando sua última peça de roupa, a calcinha.
— Ah, eu senti tanta falta do seu corpo, de ficar assim com você. — Edward disse abraçando ela, ligando o chuveiro.
A agua gelada molhou os corpos deles que nem se importarem, eles se sentiam quentes.
— Temos que ser rápido. — Bella disse mordendo o queixo dele, era onde a boca dela alcançava, já que ela era vinte e dois centímetros mais baixa que ele.
— Eu quero amar você completamente. — ele disse se inclinando e pressionando seu membro que já começava a ficar ereto no corpo dela.
Bella suspirou se separou dele, pegou o sabonete e começou a passar no peito dele, bem lentamente e sensualmente, Edward gemeu baixinho. Bella sentiu o sabonete escorregar de sua mão e cair no chão, nos pés de Edward, se inclinou para pegar e percebeu que ficou na altura do membro dele que agora estava totalmente ereto, muito duro.
— Realmente você é minha diversão. — Bella falou acariciando aquele músculo, esquecendo-se do sabonete, lembrando-se do que sua mãe disse.
— Bella.. — ele gemeu quando ela deu um beijinho demorado em sua glande.
— Faz tanto tempo que não sinto seu sabor... — ela falou e lambeu o comprimento dele.
— Ahhh... Bella... Infelizmente, não vai ser agora. Temos que ser rápido. — ele a lembrou fazendo—a ficar em pé e beijou o biquinho que ele fez em seus lábios.
Eles se beijaram intensamente, com desejo, suas línguas se acariciavam com sincronia, Edward ergueu ela do chão e enlaçou as pernas dela na sua cintura.
Ambos gemeram ofegantes quando seus sexos excitados se roçarem.
Ele penetrou com um dedo o sexo dela, vendo que ela já estava bem lubrificada, a penetrou com força em uma investida só. Bella gemeu alto.
— Baixo linda. — ele a lembrou, a última coisa que queria era que Emmett acordasse naquele momento.
— Então vai mais rápido. — ela falou rebolando seus quadris.
Ele obedeceu e movimentou—se no ritmo que ela queria saia e entrava nela rápido e forte, sincronizado com o rebolar dos quadris de Bella, ele estocava fundo e forte, beijando a boca dela, sufocando os gemidos alto que queriam sair da boca de cada.
— Ahh... Ed,,, eu tô quase lá... — Bella disse ofegante, quando os lábios dele migraram para seu pescoço, arranhou as costas dele com força.
— Me... aperta, linda. — ele falou sentindo seu membro quase eu ser sugado pelo sexo dela.
A cada minuto, ambos ficavam mais perto do ápice. Com mais alguns movimentos aconteceu, espasmos percorreram o corpo de Bella segundos antes de começar a acontecer o mesmo com Edward, ela mordeu o ombro dele evitando um grito sair de sua garganta.
Ficaram ali alguns minutos quietos, a respiração de ambos se acalmando lentamente. Quando Bella finalmente pode sentir forças em suas pernas colocou—as ao chão, quebrando a conexão de seus corpos, Edward fez um biquinho e ela deu um sorriso beijando—o levemente.
— Eu te amo. — disse ele.
— Eu te amo mais.
— Impossível... — se beijaram outra vez.
— Vamos terminar o banho. — ela disse. — Antes que Emmett acorde.
— Sim, mas deixa que eu me lavo, não vou conseguir ficar quieto se você passar o sabonete em mim outra vez.
— Porque? — ela perguntou inocentemente, batendo seus cílios.
— Porque será, hein? — ele falou pegando o sabonete e passando em seu corpo.
Bella suspirou observando o homem glorioso a sua frente.
Não sabia o que faria sem ele e nem ele sem ela, mas será que um deles seria obrigado a descobrir?
Nota da Autora:
Geeeente, quantas revelações nesse big capitulo hein?
nossa, agora vocês sabem quem é o homem com James, ou ainda não sabem? kkkk
Marcus está mais perto que imaginamos e logo saberemos mais, continuem comentando
beijos
