Todos os personagens pertencem a masashi kishimoto. A história é de autoria de maya banks do seu livro seduzida por um guerreiro escôces – série montgomerys e armstrong. Essa fanfic é uma adaptação.

Capítulo 25

Após o jantar, muitos homens se juntaram na área de estar diante da lareira. De seu lugar na mesa, Sakura observou para descobrir o que estavam falando, mas tudo o que conseguiu enxergar foi uma conversa casual sobre o dia que se passou e o treinamento que faziam.

Dois dos homens discutiam sobre ovelhas e outro se juntou após um momento, quando começaram a falar sobre cavalos. Pelo que podia entender, os dois primeiros tomavam conta das ovelhas do clã enquanto o outro cuidava dos estábulos.

Em seu antigo lar, ela não prestava muita atenção no dia a dia da manutenção da fortaleza. Não ignorava completamente os trabalhos, teoricamente falando, mas não possuía o conhecimento da parte prática. Para manter a farsa, não podia mostrar interesse no funcionamento do clã.

Mas agora pensou que sua vida ali não apenas seria muito entediante, mas também extremamente improdutiva se não fizesse nada além de seguir Ino o dia todo e ocasionalmente dar um mergulho no rio. Era um assunto que precisava levar a Sasuke.

Ela precisava de um propósito. Se quisesse ganhar a aceitação de seu novo clã, precisaria fazer algo para merecer. Seu pai sempre dizia que respeito não se pede, ganha-se. Os Uchiha não lhe dariam nada de mão beijada, mas nada a impedia de ganhar por si própria.

Sim, ela conversaria com Sasuke. E até falaria com a própria Tsunade. A criada não havia insultado Sakura, ao menos não na sua frente, e parecia mais bondosa que as outras, embora fosse um pouco arisca ao redor de Sakura.

Ela piscou quando percebeu as pessoas em pé à sua volta. Os irmãos de Sasuke haviam se levantado e estavam em torno da mesa, fazendo-a se sentir muito pequena e insignificante em comparação à estatura deles.

Sasuke era tão grande e amedrontador quanto seus irmãos, mas não a assustava nem a intimidava. Naruto e Itachi até agora tinham sido bondosos e respeitosos, mas ela ainda não tinha certeza de suas reais intenções.

Após olhar com cautela para eles, ela também se levantou e aproximou-se instintivamente do marido, que a puxou para mais perto, colocando o braço ao redor de sua cintura. A mão dele pousou de modo possessivo sobre o quadril dela, e Sakura ficou chocada por ele abraçá-la tão descaradamente na frente do clã.

Quando olhou para cima, viu Sasuke falando com seus irmãos.

– … uma boa noite para vocês. Sakura e eu vamos nos retirar.

Ela parou de respirar por um momento, enquanto processava o que vira nos lábios do marido. Seu coração bateu mais rápido e sentiu um nó no estômago quando ele a colocou para andar, ainda segurando-a ao seu lado.

Ela ofereceu um sorriso para Ino e fez um breve contato visual com Naruto e Itachi. Sakura estava constrangida demais para olhar por mais tempo, porque tinha certeza de que eles sabiam por que Sasuke a estava levando para o quarto.

Ela própria não tinha tanta certeza, mas ele tinha sido perfeitamente claro mais cedo. Sasuke a deixou sem nenhuma dúvida sobre quais eram suas intenções, e não parecia ser um homem paciente.

Ele a levaria para cama hoje e a faria mulher. O casamento seria consumado, selando efetivamente a união.

Para a parte dos beijos ela estava mais do que pronta.

Para o resto, já não tinha tanta certeza.

Assim que saíram do saguão, Sasuke a tomou nos braços e a carregou pelas escadas. Surpresa pela ação súbita, Sakura envolveu os braços no pescoço dele e se segurou. A expressão de Sasuke era intensa. Focada.

Ele inclinou os ombros para passar pela porta, andou até a cama e gentilmente a baixou até o meio. O vestido dela se espalhou, o verde e o branco vívidos contra os cobertores sobre o colchão. Ele parou sobre ela, apenas observando-a, tomando com o olhar cada centímetro de seu corpo.

Ela deitou a cabeça para o lado.

– Por que você me olha tanto?

– Porque você é a mulher mais linda que eu já tive o prazer de olhar.

– Oh.

Sakura perdeu o fôlego. "Oh" foi tudo o que conseguiu dizer. Certamente, não era uma resposta excitante, mas o que poderia dizer diante de palavras como aquelas?

– Nem sei o que fazer primeiro, de tanta tentação que você me provoca.

– Beije-me.

– Oh, sim, isso posso fazer – ele disse, enquanto se abaixava sobre ela.

Seu corpo pressionou o dela, afundando-a no colchão.

Seu calor a envolveu. Ela inalou seu aroma quando ele a beijou. Profundamente. Explorando. Deslizando a língua sobre a dela, lambendo, avançando e recuando em movimentos lentos e medidos.

Ele ergueu a cabeça e olhou para baixo, com seus olhos fervendo na pouca luz. Apoiando o peso em um único braço, Sasuke, com a mão livre, alcançou e acariciou os cabelos de Sakura, tirando mechas de seu rosto e tocando seu queixo.

Ela achava que ele não seria um homem paciente, mas, agora que estavam ali, Sasuke parecia não ter pressa alguma, fato que ela não sabia se gostava ou não.

Uma impaciência a preencheu. Lá dentro, debaixo da pele, era como se algo tivesse despertado e tomado conta dela. Sakura se sentia inquieta, atingida por uma onda de calor. O sangue em suas veias parecia pronto para ferver.

Os seios estavam pesados, os mamilos dolorosamente eretos. E mais embaixo, em sua região mais íntima, uma necessidade se acumulava, tornando impossível permanecer imóvel.

Era isso o desejo? É isso que se sente quando se quer tanto uma pessoa que chega a doer?

Cada toque, cada carinho, ela recebia com ganância, querendo e precisando de mais. Sakura ansiava pelas mãos de Sasuke sobre seu corpo. Queria sua ternura e carinho. Precisava que ele olhasse para ela como nunca olhou para outra mulher.

Então ele se ergueu e afastou-se até descer da cama, deixando-a órfã de seu calor. Ela ergueu a cabeça, pronta para protestar, mas algo nos olhos dele a impediu.

Seu olhar se tornou sombrio, enviando arrepios sobre a pele dela. Havia algo intensamente predatório naquele olhar, e isso despertou uma profunda sensação de vulnerabilidade em Sakura.

Sasuke simplesmente ofereceu a mão, e ela não hesitou um momento antes de aceitá-la. Os dedos dele se fecharam ao redor da palma dela e a puxou até que se sentasse na beirada da cama.

Baixando o corpo, ele se ajoelhou diante dela, tocando seu rosto para que não tivesse escolha além de olhar para aquilo que ele diria.

– Vou acender mais velas. Não há nada que eu queira mais do que olhar sua beleza e não perder nada para a escuridão. E então, quando o quarto estiver suficientemente iluminado, vou bancar a criada e ajudar a tirar suas roupas, peça por peça, até ficar diante de mim sem nenhuma barreira.

Sakura respirou fundo e engoliu em seco. Seu pulso acelerou até quase sentir tontura. Ele sorriu e a beijou, movendo aqueles lábios firmes e quentes sobre a boca de Sakura. Quando afastou o rosto, disse:

– Não se preocupe, Sakura. Não farei nada que a machuque ou amedronte. Temos a noite toda, e planejo aproveitar cada momento. Não é preciso ter pressa em nossa primeira noite como marido e mulher. Quero que você se lembre desta ocasião assim como eu lembrarei: para sempre.

Com isso, ele se levantou novamente e começou a acender as outras velas, colocando-as estrategicamente ao redor do quarto até o lugar todo se iluminar com as luzes quentes das chamas dançantes. Sasuke também tomou o cuidado de acender a lareira, acrescentando lenha até o fogo subir alto.

Então virou-se para a cama onde Sakura se sentava e mais uma vez ofereceu-lhe a mão. Ele a levantou e depois tomou seu lugar, sentando-se na beirada do colchão e posicionando-a diante dele.

Com mãos gentis, Sasuke começou a abrir a túnica, deixando-a apenas com o vestido verde. Sasuke tremia, mas entendeu que não era de medo. Não. Era a expectativa que tomava conta dela e a deixava vibrando como uma folha ao vento na frente de seu marido.

Ele não simplesmente lhe arrancara a roupa. Sasuke parecia muito satisfeito em tirar lentamente o vestido que ela havia colocado com tanta dificuldade apenas algumas horas atrás.

Sakura prendeu a respiração quando ele começou a arrastar o tecido por seu corpo e depois soltá-lo, deixando que caísse no chão aos seus pés. Em apenas alguns instantes, ele a livrou de suas roupas de baixo e ela ficou completamente nua para que ele olhasse seu corpo inteiro.

– Linda.

Aquela única palavra dizia tanta coisa. Seu semblante, a maneira como a olhava, a apreciação em seus olhos e o jeito como os músculos de seus braços se apertavam.

Ela estava completamente impaciente para olhar para Sasuke da mesma maneira.

– Venha para mim.

Sakura deu um passo nervoso adiante, e então os braços dele a envolveram, puxando-a e colocando-a entre as suas pernas. Sasuke pressionou os lábios entre o vale dos seios e beijou sobre o coração de Sakura.

As mãos dele acariciaram as costas dela, desceram até o traseiro e depois subiram. Ele virou o rosto para capturar o olhar de Sakura, e então mergulhou as mãos em seus cabelos, puxando-a para baixo, para que encontrasse seus lábios mais uma vez.

O beijo foi menos paciente desta vez. Foi quente e exigente. Sem fôlego. Ele usou mais a força, seu corpo inteiro tenso contra o dela. Sakura podia sentir o poder emanando dele, sabia que ele podia destruí-la com o menor dos esforços.

Mas Sasuke era muito gentil. Ele a tratava como se ela fosse um objeto precioso que temia quebrar. Sakura gemia suavemente em sua boca e relaxava contra ele, permitindo que um pouco da tensão acumulada deixasse seu corpo.

Após um momento, ele desfez contato com a boca de Sakura, mas manteve os lábios sobre a sua pele enquanto beijava uma linha que descia pelo pescoço até chegar aos seios. Quando sua boca se fechou sobre um mamilo, os joelhos dela enfraqueceram e ele a segurou para que não caísse.

Era algo que Sakura nunca sentira antes. Era muito intenso e assustador. Ondas de prazer corriam seu corpo. Seus seios latejavam e doíam de um jeito bom, assim como sua virilha.

Sakura sentiu uma pulsação se iniciar entre suas pernas; era algo desconfortável, pois ela não sabia como aliviar aquilo. Contorceu-se inquieta, cada vez mais agitada pelo momento.

Sasuke deu igual tratamento ao outro seio, lambendo a ponta com sua língua áspera e depois sugando-o. E as mãos dele não paravam de passear sobre seu corpo, acariciando e apertando cada vez mais intimamente. Com as palmas das mãos voltadas para baixo, ele pressionou a barriga dela e depois desceu até o quadril.

Chocada com sua audácia, mas querendo ansiosamente o resultado daqueles toques ousados, Sakura prendeu a respiração quando os dedos de Sasuke cuidadosamente mergulharam no ninho de cabelos em seu ápice.

Quando os dedos de Sasuke pressionaram a parte dela que latejava, Sakura se encolheu, não por ele ter causado desconforto, mas porque a reação era incontrolável.

Sasuke chupou com mais força o mamilo e seus dedos se tornaram ainda mais ousados, deslizando mais fundo na pele sensível. Ela perdeu o fôlego quando seu senso de urgência cresceu. Uma tensão incontrolável tomou conta de seu corpo. O prazer se acumulava cada vez mais, até ela não saber o que fazer com aquilo.

Os dedos dos pés se apertaram sobre o chão duro. As mãos buscaram os ombros dele, querendo apoio, algo em que pudesse se segurar antes de perder toda a força nas pernas.

E então o dedo de Sasuke deslizou para dentro do corpo dela, cuidadosamente explorando enquanto o polegar apertava a pele sensível logo acima de sua entrada. Foi demais para ela.

Sakura fechou os olhos quando o quarto começou a girar ao seu redor. Pontos de luz piscavam em sua visão, e ela soltou um grito que vibrou, subindo pela garganta.

Pensou que deve ter sido alto, por causa da sensação que causou.

Quando voltou a si, Sakura estava aninhada no colo de Sasuke, enquanto ele acariciava seu corpo e beijava sua testa. Ele ainda estava totalmente vestido, o que ela achou muito injusto, e ela estava completamente mole, sem força nenhuma nos membros, que ainda tremiam. Ela moveu-se, inclinando a cabeça para enxergar o rosto dele.

– O que aconteceu?

Ele sorriu e beijou a ponta do nariz dela.

– Você conheceu o alívio da mulher.

Aquilo lhe pareceu indefinido demais para uma experiência tão arrebatadora.

– Pareceu mais como o paraíso – ela sussurrou.

O sorriso dele aumentou. Então ela olhou para baixo e estranhou, franzindo o nariz.

– Você ainda está vestido.

Sasuke se surpreendeu.

– Você está reclamando disso?

– Sim, estou. Eu gostaria de sentar na cama igual você fez e olhar enquanto você tira as roupas.

Os olhos de Sasuke queimaram e ele abruptamente a colocou de lado enquanto se levantava. Sakura o encarou boquiaberta, enquanto ele assomava sobre a cama.

– Então, milady, concederei o que me pede.

Ate que enfim ein kkkkkkkkk

Capitulo dedicado a vocês suas lindas que comentam essa adaptação: Bela21, Obsidiana Negra, Screaming19Banshee e Lucieene.

Obrigada pelo carinho, vcs são fodas!