-Próxima!
Estava ansiosa, apesar de já ter dançado em frente a um enorme público diversas vezes ela não conseguia evitar, mas sentir nervosismo, já que fazia um bom tempo desde a última vez que dançara.
... Bom, dançar balé na frente de um público e com críticos.
Ok, isso também ela já fez, na última vez que dançara com o professor.
Kamus...
Enquanto observava as outras bailarinas sendo chamadas ela se lembrou da última vez que dançara com ele, depois da revelação e resolução de ambos, saíram para procurar um lugar para poder dançar, quando perto da enorme praça boêmia ouviram uma música tocando...
-FLASHBACK-
-Aqui há espaço para dançar e até tem música para isso.
-... Na frente de todas essas pessoas? –Rebateu Jennel.
Francamente, ela não estava com medo do que eles iriam pensar, já que pareciam absortos demais em suas conversas ou bebidas, mas eles tinham dançado tantas vezes em um lugar reservado, sem plateia que ela já tinha acostumado com a ideia de que era algo pessoal, um segredo somente entre os dois.
...Sim, nem mesmo ela entendia, mas devia admitir que já se acostumara com a presença do homem sério, parando de antagonizá-lo e ser hostil com ele, se dispondo até a ajudá-lo algumas vezes.
-Se a senhorita quiser voltar a dançar terá que re-aprender a dançar com uma plateia.
-Muito bem. –Respondeu a bailarina. –Vamos dançar o que?Valsa?
-... Creio que essa seja uma música de tango.
-Tango?Sério?-Falou Jennel de forma incrédula. –Você sabe dançar tango?
-Sim, um pouco.
-... Que espécie de professor é você que sabe dançar valsa, tango e entende algo de balé?
-Eu sempre apreciei as artes. –Respondeu Kamus guardando os seus óculos. –Pinturas, música, poesia, literatura... Dança... São formas de expressão magníficas, que nem mesmo palavras podem exprimir.
-Heh... É engraçado você falar uma coisa dessas considerando que você não parece de tipo sentimental.
-Só porque sou capaz de controlar os meus impulsos... –Respondeu o professor olhando-a fixamente nos olhos. -... Não significa que eu não tenha sentimentos.
Ele estendeu a mão de forma cortes, Jennel estava muda, mas aceitou a mão dele, posicionando as mãos, seus corpos próximos, olhares fixados um no outro enquanto esperavam o começo de uma nova música.
-00-
"Ela mal voltou das férias e já está trabalhando?"
"Ela não tem férias, eu vi como ligavam para ela direto para resolver os problemas."
"Eu me lembro de ter visto uma vez ela andando com o suposto noivo dela lá no café, enquanto ela atendia o celular ele ficava mexendo na xícara de café esperando."
"Pobre dele... Não deve ser fácil ter alguém como ela como noiva..."
"Sorte dela de ter alguém tão fiel e dedicado assim, homem do tipo dele não dá em qualquer lugar não!"
Não era a primeira vez que ouvira comentários maldosos a respeito de sua pessoa, e honestamente, a maior parte do tempo ela não se importava, pois para ela isso era coisa de gente desocupada que não sabia subir na vida sem derrubar as pessoas ao invés de aprender a ser um profissional melhor.
... Mas de uns tempos para cá ela começou a ter pensamentos diferentes, era como se tivesse notando mais a maneira como as pessoas se comportavam e pode constatar com certa apreensão que nem todas as pessoas pareciam ter expressões de ódio e nojo.
Era fato que tinham muitas mulheres atrás de seu noivo por causa do jeito dele, mas ela reparou que a maioria das expressões era de pena e preocupação.
Ela sabia que era bastante formal, por vezes seca, distante e que não tinha nenhum traquejo social, mas honestamente, ela fazia com que seu noivo sofresse tanto assim a ponto de tantas pessoas comentarem e parecerem preocupadas?
-... Vou sair para almoçar. –Disse Monica pegando sua bolsinha rapidamente e saindo do prédio, enquanto discava no seu celular.
-00-
-Alô? –Perguntou Victorio atendendo ao telefone.
-Sr. Victorio?
-Sim?
-Não está reconhecendo a minha voz?
-Hum... Oh!Já sei!O senhor é o pai da Lalita não é? –Respondeu o fotógrafo.-... Falando nela, como ela está?
-Não muito bem eu receio. –Respondeu o senhor Manupadi.
-... Aconteceu alguma coisa? –Perguntou ele de forma alarmada ao notar o tom cansado.
- Você sabe como a Índia pode ser um pouco... Tradicionalista, e eu moro em um lugar que os costumes são mais fortes ainda. –Respondeu o senhor. -... Apesar de ninguém ter tentado fazer mal a minha filha todos mostram desgosto e comentam pelas ruas, está sendo muito difícil.
-Lalita...
-Por isso gostaria de pedir-lhe um favor.
-Um favor?Claro!Farei qualquer coisa para ajudá-la!
-...Eu a estou enviando para a Itália para que ela fique longe dos olhares até que as pessoas esqueçam um pouco desse caso. –Falou o senhor Manupadi. –Se não fosse incômodo eu gostaria que o senhor cuidasse dela enquanto ela estiver aí, eu sei o quanto ela estima o senhor.
-Sem problema! –Concordou. –E... Quando ela chegará?Talvez eu possa até recebê-la.
-Ela deve chegar hoje ao 12:45.
-12:45?! –Retrucou o fotógrafo desesperado enquanto olhava para o relógio. –Ok, eu estou indo agora então!
-00-
A dança começou lenta no início, sincronizada, era até surpreendente que o outro soubesse exatamente os passos já que existiam variações no estilo do tango, diferente da valsa.
Foi um pouco constrangedor quando começaram com os movimentos um pouco mais ousados, mas antes que pudesse hesitar ou quebrar o ritmo o professor usava um movimento rápido que a fazia focar novamente na dança.
"Dança... São formas de expressão magníficas, que nem mesmo palavras podem exprimir."
Corou ao se lembrar das palavras, se tivesse que analisá-lo de acordo com o modo que dançava agora ela deveria dizer que...
Era excepcional, dançar não era exatamente uma arte fácil, mas ele sabia dançar muito bem para alguém que não fazia dança a sua profissão.
Cativante, era incrível como era capaz de mantê-la focada nele e no ritmo dos dois, mesmo que ela mesma tenha quase quebrado o ritmo.
Elegante, mesmo que o tango fosse uma dança ousada em momento algum ele tentou algum gesto vulgar, estavam dançando o tipo mais lento para o que se sentisse confortável.
-"... e Sedutor." –Adicionou a bailarina mentalmente mordendo os lábios com força quando fizeram outro movimento ousado.
Ela nunca notara antes, já que estava mais focada na dança em si, mas agora que o estilo em questão exigia que o seu foco se centrasse no seu parceiro para dar o efeito sensual desejado do tango, ela não pode evitar, mas perceber o quanto Kamus incorporara o papel muito bem, várias vezes ela sentiu um tremor na sua espinha quando o hálito quente de hortelã roçava na sua pele ou quando suas faces estavam próximas demais a ponto de quase haver um roçar de lábios.
...A música estava ao seu fim, em um movimento rápido o professor fez com que ela apoiasse o seu corpo se apoiasse nele, enquanto entrelaçavam uma das mãos, nessa posição ela estava totalmente a mercê dele.
Parou de respirar quando o rosto dele chegou perto demais, mas Kamus apenas a olhou fixamente antes de depositar um beijo suave em sua testa.
-00-
-Alô? –Atendeu Victorio tentando equilibrar o celular em seu ombro enquanto dirigia.
-... Victorio?
-Monica? –Falou ele reconhecendo a voz e estranhando.
-Sim. –Respondeu Monica de forma hesitante. -... Eu estava pensando... Será que poderíamos almoçar hoje?Perto daquele restaurante que você disse que gosta?
-Hum... A proposta soa muito tentadora, mas... –Começou ele com uma voz que pedia desculpas. –No momento não vai dar, eu tenho algo muito importante para fazer.
-Oh...
-Claro que passar um tempo com você é importante, ainda mais porque é raro você me convidar. –Corrigiu-se. – Mas é que realmente não vai dar.
-...Está tudo bem, eu entendo. –Respondeu Monica com uma voz neutra.
-Fica para a próxima ok?
-...
A administradora fechou o celular, encarando o aparelho de forma vazia, perdendo qualquer semblante de apetite que tivesse.
Victorio nunca faltava a qualquer oportunidade de saírem para comer, pedindo a ela que avisasse quando fosse almoçar para que pudesse dar um jeito de sair de seu trabalho para comerem juntos.
... Talvez ele finalmente estivesse farto?
Se sentou no banco, um pouco chocada e sentindo um imenso desconforto, mesmo que soubesse do problema não conseguia pensar em nenhuma maneira de remediá-lo, já que ela não tinham nenhuma habilidade social.
"Talvez eu devesse animá-lo do mesmo jeito que eu fiz com o Shion?" –Pensou ela antes de menear a cabeça negativamente, em seu íntimo dizendo que os dois tinham uma maneira completamente diferente de agir ou reagir.
Fechou os olhos brevemente antes de abri-los e encarar o seu aparelho.
Como é que não tinha problemas de conversar com o curador e até saber como lidar com ele sendo que não tinham passado tanto tempo juntos assim?Como é que não conseguia fazer o mesmo com o seu noivo sendo que estavam juntos a uns bons anos?
Respirou frustrada, isso não era algo que pudesse resolver por si só mesmo que pensasse muito sobre o assunto, estava se sentindo totalmente perdida e desengonçada, no trabalho se sentia tão segura porque era algo fácil de fazer e entender...
... Ligou para o número da sua lista de contatos, ela estava perdida, sem ninguém para contar e ela precisava se sentir segura.
-Alô?
-Alô... Shion.
-00-
Teve uma chuva de aplausos, Jennel, após ficar um bom tempo em estão de choque, se recompôs mais vermelha do que nunca, duplicando a sua vergonha com tanta atenção.
Talvez Kamus tivesse percebido isso, pois a levou a uma das mesas mais reservadas do bar, pedindo dois sucos de maracujá, enquanto mantinha-se de olhos fechados, encostando-se na cadeira.
-Aqui está o suco dos dois. –Disse o garçom. –Meus parabéns, foi uma performance em tanto!
-Obrigado. –Agradeceu Kamus enquanto pegava o suco e bebia devagar, ainda evitando olhar para Jennel, que não o encarava de forma alguma.
Ela ainda estava ansiosa, teve que fixar a sua mão para conseguir beber e relaxar um pouco, mas ainda assim o seu coração estava acelerado.
Teve que se segurar para não tocar a testa no lugar onde ele havia beijado para averiguar se a sensação era real, mas como a sua mente botava a cena em replay ela achou que não havia necessidade.
-Foi uma esplendida dança! –Disse alguém batendo palmas. –Fico feliz em ver que o "Cisne Negro" ainda está na ativa.
Jennel saiu de seus pensamentos para encarar o interlocutor, um homem de idade usado um terno e com ares de sábio.
-... Albert Von Klaus?! –Exclamou a bailarina ao reconhecer o famoso crítico de dança.
-Há muito que eu gostaria de ver a sua dança, mas a senhorita se retirou do balé antes que eu pudesse comprovar se os boatos de sua habilidade eram verdadeiros.
-Hu... Hum... O que o senhor está fazendo aqui? –Perguntou a bailarina ainda em estado de choque.
-Vim aqui a pedido de um amigo de um amigo meu. –Respondeu Albert curvando-se em cumprimento. -... Embora nós tenhamos nos encontrado apenas uma vez.
-Senhor Klaus. –Cumprimentou Kamus. –É um prazer em conhecê-lo pessoalmente.
-Igualmente ilustre senhor.
-Hu... Heim?Como você...
-Teve uma vez que o Hugo... Hugo Admon convidou um dos maiores críticos de arte e deixou que eu participasse já que ele sabe que eu aprecio arte. –Explicou. –Ivan Ruggre, Albert Von Klaus...
-Ele...
-O senhor Kamus aqui me comentou que a senhorita tinha voltado finalmente a ativa. –continuou o senhor Albert. –Está tendo uma seleção para bailarinos e bailarinas para dançar uma nova versão de "O Quebra Nozes" na Rússia, estaria interessada?
-FIM DO FLASHBACK-
Então fora assim que terminara ali, na seleção, honestamente, o que a deixou mais surpresa foi o fato de o crítico não ter notado as suas quase falhas durante a dança, mas ao se lembrar que Kamus conseguira guiá-la a ponto de continuar a seguir o ritmo sem problemas...
-Próxima!
...Não havia tempo para pensar agora, tinha que se focar e dar tudo de si no momento, assim como nos treinamentos, os seus movimentos fluiriam como naturalidade.
Assim como antigamente...
O cisne voltaria a dançar.
-00-
Estava ansiosa... De um lado, aliviada por finalmente estar longe dos olhares acusadores, do outro feliz por rever seu amigo.
...E em outro lado estava apavorada e desconfortável ao pensar em vê-lo novamente.
Tinha sido um verdadeiro inferno esse tempo, não somente por causa dos olhares e pelo desgosto, mas também por causa de seus sentimentos, tentar entendê-los fora uma tarefa muito árdua e dizer a si mesma que não deveria agir em prol deles foi mais difícil ainda.
-Ei Lalita!
Congelou.
-Ah-h Olá Victorio. –Cumprimentou de forma desconfortável.
-O seu pai me disse que vinha hoje para a Itália, então vim correndo para cá. –Disse o fotógrafo dando um sorriso exausto enquanto tentava se recompor da correria. –Ainda bem que cheguei a tempo!
-Ah... Sim.
"Não queria vê-lo tão cedo..."
-...Seu pai me contou das dificuldades que passou lá na Índia.-Falou Victorio dando um abraço carinhoso e protetor. –Se houver qualquer coisa que eu possa fazer para ajudá-la é só falar.
A indiana ficou dura feito estátua quando sentiu o abraço, tendo um grande conflito interno se deveria se sentir feliz ou desconfortável.
...Mas no final decidiu que se sentia feliz, confortável e protegida, e se Victorio não via nenhum problema com a ação... Então ela não deveria ter problemas.
...Ela só precisava evitar tomar qualquer iniciativa.
-Você está com olheiras e parece tão exausta... Onde fica o hotel?Eu posso levá-la até lá!
-Eu... Não quero causar incômodos.
-De forma alguma! –Falou Victorio parecendo indignado com a ideia de a indiana causar problemas depois para o seu estômago roncar. –Er... Tudo bem se pararmos para comer em algum lugar?
-00-
-...Aconteceu alguma coisa senhorita Monica? –Perguntou Shion de forma hesitante.
Ah sim... Ele estava um pouco hesitante porque havia algo que o perturbava recentemente e isso tinha relação com a herdeira dos Mazzei.
Inclusive se lembrou da conversa que teve com Leon após toda a confusão no dia da exposição.
-FLASHBACK-
-Leon!Você quase causou um estrago!Ainda bem que a senhorita Monica foi compreensiva e...
-Tudo terminou bem no final, não se preocupe. –Falou o garoto parecendo acostumado com a histeria do outro. –Relaxa que a sua "amada" não teve nenhuma impressão ruim de você.
-Ela não é...!
-Você gosta dela, e daquele jeito.
-Não, eu não...
-Isso é uma afirmação, não uma pergunta. –Disse o pequeno balançando a cabeça. –Eu posso não entender muito de amor e essas coisas, mas eu posso dizer que você tem a mesma dedicação a essa garota do jeito que meus pais tinham um com o outro.
-...
-Você deveria agir.
-Ela tem um noivo!
-Os dois são grandes amigos, mas não acho que seja amor romântico o que sentem um pelo o outro.
-Mas...!
-Shion, eu agradeço por ter cuidado de mim por tanto tempo, quando meu pai não podia fazê-lo. –falou Leon o silenciando. –Mas já está na hora de você seguir em frente, você não deve favor nenhum, nem a mim, nem a meu pai.
-Eu... Faço isso por respeito ao grande Hugo Admon, por admiração, e não para quitar dívidas com ele.
-Você tem um bom coração. –Falou o garoto dando um sorriso triste. –Mas sério, é melhor você fazer o que deseja, ou vai ter muitos arrependimentos depois.
-...
-Pedi para o senhor Ivan para que fosse recomendado, falei com o sr. Mazzei e ele parece feliz com a ideia de você trabalhar novamente pra ele.
-Você ainda é menor de idade, e está sob minha responsabilidade.
-Ei!Cuide da sua vida primeiro antes de tentar cuidar dos outros! –Rebateu Leon de forma amistosa e brincalhona. – E quanto a cuidar de mim... Bem, o Mu está fazendo faculdade perto.
-O Mu estuda se você não se lembra!
-Me lembro, mas desde quando eu apronto de forma que não beneficie as pessoas?
-...
-Ah, falando nisso, eu pedi para a Melina me ajudar a comprar a sua passagem, também disse para o senhor Mazzei que você iria amanhã para a Itália.
-VOCÊ O QUE?!
-Fim do Flashback-
-Eu... Incomodo tanto as pessoas assim?
-Hum? –Retrucou Shion saindo de seus pensamentos.-De forma alguma, quem disse isso a você?
-...Não diretamente. –Respondeu Monica.- Mas eu não consigo lidar com as pessoas, é muito difícil se socializar para mim.
-Hum... Eu não acho que a sua personalidade seja um problema, veja bem, mesmo as pessoas mais sociáveis do mundo não conquistam a simpatia de todos!
-... Mas a ponto de ninguém aguentar o meu jeito de ser?
-...Aconteceu alguma coisa?
-Não, eu só... Estou me sentindo desconfortável. –Admitiu a Mazzei de forma hesitante.
-Se serve de algum consolo... –Começou Shion também um pouco hesitante e corando levemente. –Eu a compreendo perfeitamente e gosto do seu jeito de ser.
-Pfff... Você realmente é a única pessoa "compatível" comigo. –Falou Monica dando um sorriso tão imperceptível que nem mesmo ela notara o gesto. –Talvez você seja a única pessoa que eu saiba como interagir.
Ele sabia que as palavras não tinham as conotações que pensava, mas mesmo assim não pode evitar o vermelho que subia a sua face.
-Hum... A senhorita já almoçou?
-Ainda não, eu voltei ao trabalho para terminar alguns relatórios... Por que?
-A senhorita... Gostaria de sair para almoçar?
-Mas como?Se o senhor está na Inglaterra?
-Na verdade... –Respondeu, a voz soando muito mais perto do que a do telefone.
-Click-
Monica ouviu o barulho de um celular sendo fechado, e quando levantou os olhos. Pode constatar, de forma atônita, que se tratava do organizador de eventos.
-Olá... –Cumprimentou Shion de forma hesitante.
-000-
Desculpa por ter demorado para atualizar, comecei a trabalhar esta semana e ainda estou tentando me acostumar com o novo ritmo XD
...
Ok, para as reviews!
Girtab Scorpii: A vontade hahaha, pena que não vou poder atualizar hyper rápido por causa do meu job, mas não tenho o que reclamar, tenho o fim de semana para isso XD
Pfff... "Totó" haahahh
E lol, é uma grande surpresa ver que Afrodite e Sasha estão nos tops, considerando que eles são os que menos apareceram de seus tops XD
Notte di Luce: O Dohko procura os trabalhos mais estressantes do mundo para aprender como lidar com estresse nessas situações, então professor público no Brasil deve ser um teste em tanto XD
Hum... Na verdade não tem nenhum mistério entre eles?Eu só quis dar uma continuidade as interações deles O_o
Legal ver que o Shion e a Monica estão entre os tops considerando a personalidade de rocha dela XD
Quanto aos personagens individuais... Bom, eu não iria reclamar se você fizesse um top 5 com originais e outro top com cavaleiros XD
Jules Heartilly: O fixo dele é psicologista, os outros são só bicos para ele aprender a como lidar com estresse em diferentes áreas.
Yep, o Kanon nessa fic está sendo muito devotado e leal, feito um cãozinho hehehehe, bem diferente da Dark Secrets(tomara que eu tenha ideias para atualizá-la _)
Bom, people SEE YA!
