E aí, beleza?

Estou aqui com um novo capítulo, os últimos foram um sacrifício fazer, foi uma pira atrás da outra, mas o importante é que a fic está saindo... \o/

Nota: Beyblade não me pertence, apenas alguns personagens são de autoria minha e tem personagens que são de autoria de amigos e leitores.

Nota2: Essa fanfic é de MINHA autoria e NÃO tem fins lucrativos.

Nota3: Tudo aqui é fictício assim como os personagens, seus nomes e características. Além disso, não estava com a mínima vontade de estudar geografia para saber as cidades e seus pontos turísticos, ou seja, também é fictício, então qualquer semelhança, é uma mera coincidência.

Blábláblá- falas!

Blábláblá- pensamentos!

OBS: Lá em baixo vão na caixinha (que merda que toda vez muda o layout dessa droga de site) e aproveitem e deixem um recado, gostou da história, ótimo! Se não gostou, eu digo faça melhor! Se gostou, mas tem alguma crítica para me ajudar a melhorar, com certeza será bem-vindo.

Divirtam-se!

Deserto Gelado PT 01

O avião balançava, o pânico tomava conta do lugar. Principalmente de uma pessoa que havia previsto tudo.

Ana- Eu sabia!– fica preocupada com o que poderia acontecer.

Carter- Protejam-se! – fala para todos os tripulantes.

Dayse- Tyson!

Tyson- Dayse! – seguram a mão um do outro.

Enquanto isso no aeroporto, Dickinson chega com a equipe Fire Star. O senhor vai até a atendente.

Sr. Dickinson- Senhorita.

Recepcionista- Em que posso ajudá-lo? – responde com o típico sorriso que a profissão pedia.

Sr. Dickinson- Poderia verificar se o outro jato contratado pela ALB já chegou?

Recepcionista- Claro! Um minuto. – faz uma ligação. Conforme o tempo passava, a feição da recepcionista muda de sorridente para preocupada. – Pode me acompanhar por gentileza?

Sr. Dickinson- Claro. – olha para as outras equipes. – Volto logo.

Dickisnon segue a moça até uma sala reservada. Fica alguns minutos sozinhos, mas logo em seguida, aparece um homem de terno.

Diretor do Aeroporto- Senhor Dickinson. – seu tom de voz era sério e preocupado.

Sr. Dickinson- Sim.

Diretor do Aeroporto- Meu nome é Ivan Crocop, sou diretor do aeroporto. Preciso lhe falar sobre o avião que o senhor havia contratado.

Sr. Dickinson- O que aconteceu? – teme que o pior tinha acontecido.

Diretor- Logo após do avião entrar na Rússia, perdemos contato com o avião.

Sr. Dickinson- Isso não pode ter acontecido! – entra em pânico.

Diretor- Não desistimos ainda, mas é melhor ir se preparando. – falava de um jeito direto, porém, delicado.

Sr. Dickinson- Está me dizendo que o avião pode ter caído?

Diretor- Como eu havia dito, não desistimos. Vamos fazer uma busca ao redor de onde foi feito o último contato.

Sr. Dickinson- Me mantenha informado de tudo, por favor. – tentava segurar o nervosismo.

Diretor- O senhor está acompanhado ou veio sozinho?

Sr. Dickinson- Estou com uma equipe, tem como leva-los à um hotel?

Diretor- Vamos providenciar para que o senhor e sua equipe sejam levados.

Sr. Dickinson- Eu não irei sair desse aeroporto até receber notícias deles. – fala de maneira decidida.

Diretor- Senhor Dickinson, não adianta ficar aqui. Nós manteremos contato, e o senhor será informado de tudo o que estiver acontecendo.

Sr. Dickinson- Então te peço uma coisa a mais. – fala bastante preocupado.

Diretor- Claro.

Sr. Dickinson- Não deixe alguém de fora ficar sabendo. – olha de jeito sério para o diretor, mas esse mantinha um olhar compreensivo.

Diretor- Como quiser.

Sr. Dickinson- Obrigado! – sai da sala, e vai de encontro a equipe Fire Star.

Annie- O senhor está bem? – notando a palidez do homem.

Sr. Dickinson- Está tudo bem. Vamos? – vai andando na frente, mas a equipe nota que alguma coisa tinha acontecido.

Nathy- Alguma coisa deve ter acontecido. – preocupada com o senhor.

Yube- Será que foi algo com o outro avião?

Annie- Vira essa boca pra lá! – fica assustada.

Zack- Sinceramente, acho que é algo com eles sim. – estranhando.

Niranda- Porque diz isso?

Zack- Porque eles ainda não chegaram, sendo que embarcaram alguns minutos depois de nós.

Nathy- Gente pensamento positivo, eles estão bem viu! – tentando tirar aquele clima pesado.

Anne- Tomara. – suspira para aliviar tensão.

Enquanto isso, em um campo vasto onde a neve e o gelo eram parte principal da paisagem, há não ser um avião que um tanto destroçado. Carter é o primeiro a acordar, sente um pequeno corte na cabeça, mas o que o assusta é o silêncio fúnebre.

Carter- Essa não. – ele olha para os lado, tira o cinto de segurança e sai da cadeira. A pessoa mais próxima dele era Alexander.

Alexander- O que aconteceu? – um pouco tonto, mas logo é amparado por Carter.

Carter- Você está bem? – pergunta em um tom de voz preocupado.

Alexander- Estou. Cadê a Ling? – imediatamente vai acurdir a garota, que se encontrava desmaiada. – Ling! Acorda. – verifica os batimentos dela, ao ver que ela está bem, ele se acalma. Mas ainda sim tinha a preocupação.

Carter- Como ela está?

Alexander- Ela está bem. – tira o cinto de segurança dela e a ajuda sair do banco.

Carter- Menos mal. – respira um pouco aliviado. – Vou ver os outros. Qualquer coisa me chama.

Com as pessoas acordando e alguns se assustado. Tyson desperta e o pânico toma conta de si, pois não só não achava os amigos, mas a garota ao seu lado estava desmaiada.

Tyson- Dayse, você está bem? – chacoalha um pouco a garota, poucos segundos depois Dayse acorda.

Dayse- Tyson? O que aconteceu? – tira o cinto de segurança.

Tyson- Acho que caímos. – olha para os lados. – Você tá bem?

Dayse- Eu que te pergunto.

Tyson- Como assim? – não entendia o motivo da preocupação da garota.

Dayse- Eu vi o jeito que você ficou e foi mais do que o medo de avião. – apesar da dor que sentia, a preocupação com o Tyson era maior.

Tyson- Eu estava nervoso, é só isso... – até tenta se a novamente o interrompe.

Dayse- Não adianta mentir. O que houve? Vou ter que falar com seus amigos? – Tyson olhou sério para Dayse.

Tyson- Não conte a ninguém, por favor! – ele fala sério para a menina.

Dayse- Mas Tyson... – antes que pudesse argumentar, ele continuava falando.

Tyson- Por favor, me prometa que não vai contar pra ninguém.

Dayse- Prometo, mas mesmo assim, acho que não deveria esconder.

Tyson- Já estou bem, não se preocupe. – nota que ela estava explicitamente chateada. – Não fique assim, conversamos depois.

Dayse- Tudo bem. – apesar de tudo diz em tom de compreensão e ele a ajuda sair do banco do avião. Enquanto isso Max acorda.

Max- Gente, cadê vocês? – começa a ficar em pânico.

Dori- Max? – fala com um tom lento e arrastado, pois sentia tontura por causa da batida.

Max- Dori, você está bem?

Dori- Estou sim. – olha em volta e se assusta com o avião destroçado e alguns feridos. – Minhas amigas! – se levanta de imediato.

Max- Calma, vamos procurar os outros. – diz em um tom brando.

Dori- Vamos. – vão atrás dos amigos.

Daichi- Suzy, Rhaian, cadê vocês? – ficava procurando em meio as bolsas, assentos e destroços.

Suzy- Daichi! – fala em um tom alto o suficiente para o que o ruivo a ouvisse. – Por favor, me ajuda!

Daichi- O que aconteceu? – pergunta assustado ao ver Ray desacordado e Suzy tentando ajudar o chinês.

Suzy- Ele está ferido, me ajuda aqui!

Rhaian- Daichi, Suzy, vocês estão bem?

Daichi- Tô legal! E você? – estava preocupado com o garoto.

Rhaian- Estou bem! Alguém está ferido?

Suzy- Me ajude aqui! – ainda estava auxiliando Ray.

Ruby- Hiro, você está bem? – olhando Hiro agachado.

Hiro- Estou bem. – falava triste. – Precisamos achar ajuda e pedir resgate depressa.

Ruby- Porque?

Hiro- A Sakura precisa de um médico. – a garota. – Temos que dar um jeito.

Ruby- Ela vai ficar bem! Vamos cuidar dela.

Carter- Hiro. Mantenha ela aquecida, está fazendo muito frio. – dá uma coberta para o jovem.

Hiro- Obrigado. – cobre Sakura.

Carter- Vamos tirar os entulhos daqui, assim poderemos dar um auxílio para os feridos. – fala para os que já haviam se levantado.

Tyson- Kai! – vai o mais depressa possível em direção ao capitão. – Você está bem?

Kai- Estou preso. – tentava mexer a perna, a engessada.

Tyson- É o cinto de segurança?

Kai- Não... – tenta se soltar de novo, mas sem sucesso. – Preciso de algo afiado. – assim que faz o pedido, Carter aparece para ajudar.

Carter- O que aconteceu?

Max- Ele está ferido!

Kai- Eu não estou ferido, apenas estou preso. – estava perdendo a paciência por estar rodeado de gente.

Carter- Eu te ajudo. – ao olhar viu que era um fino, porém forte, pedaço de ferro estava prendendo o gesso da do garoto e o prendendo entre o banco e a parede do avião. – Vou arrancar esse gesso, vai doer um pouco, mas vai ficar tudo bem. – pega um pedaço de ferro dos destroços e tenta tirar, com o máximo de cuidado, o gesso do rapaz.

Max- Gente onde estamos? – olhando em volta.

Kai- Passamos da fronteira da Rússia, com certeza! – Carter consegue livrar o jovem.

Carter- Consegue andar? – pergunta em um tom preocupado, até por causa do histórico do Kai.

Kai- Consigo. – se levanta, normalmente. Até se surpreende pela rápida recuperação.

Kenny- Gente, o Ray está mal!

Tyson- Onde ele está?

Kenny- Está com o Daichi, ele e sua equipe estão cuidando dele. – estava aflito por conta do amigo chinês.

Max- Vamos lá ver.

Tyson- Como ele está? – pergunta para Daichi.

Daichi- Eu não sei...

Suzy- Está bem, mas está com febre, precisamos levar ele ao médico.

Max- Gente o que vamos fazer?

Carter- Fiquem juntos. Eu vou falar com os pilotos e ver onde estamos. – vai até a cabine e encontra o piloto e o co-piloto machucados. – Como vocês estão?

Piloto- Quebrei meu braço, mas pelo menos estamos vivos.

Carter- Vocês fizeram um bom trabalho, temos alguns feridos, mas ninguém veio a óbito.

Piloto- Isso é bom! – respira aliviado, apesar da dor.

Carter- Sabe onde estamos?

Piloto- Passamos da fronteira. Eu preciso ver o mapa, para confirmar se estamos ou não próximo a alguma cidade.

Carter- Descanse, deixa o resto comigo.

Piloto- Ali está o mapa. – aponta para um pequeno compartimento.

Carter- Obrigado!

Kenny- Gente, eles vão nos procurar, temos que ficar calmos.

Max- Kenny tem razão, não precisamos nos preocupar.

Carter- Vamos deixar os feridos em cima dos bancos e mantê-los aquecidos. – ao mexer nas malas consegue encontrar algumas mantas e cobertas. – Levem isso. – distribui as cobertas.

Nesse mesmo tempo em que todos estavam preocupados com os feridos. Dayse nota a ausência de uma pessoa.

Dayse- Alguém viu a Ana? – fica olhando em volta e não achava a amiga.

Dori- Será que ela está lá fora? – se preocupa ao não saber onde a outra estava.

Dayse- Eu vou ver! – sai do avião. – Ana, você está bem?

Ana- Porque não haveria de estar? – mesmo com todo o caos, pânico, medo. Ela ainda mantinha um sorriso largo de alívio.

Dayse- Porque está sorrindo? – estranha o jeito da outra.

Ana- Porque eu esperava algo pior. – fala de jeito tranquilo.

Dayse- Algo pior? Sakura está desacordada, tem muitas pessoas feridas e você fala em algo melhor? – diz de jeito ríspido com a outra.

Ana- Era para todo mundo estar morto a essa hora. – fala no mesmo tom. – E mesmo assim, estou pensando.

Dayse- Como assim?

Ana- Sair e buscar ajuda! – fala naturalmente.

Dayse- Você está louca? Pode morrer, sabia? – repreende a ideia da outra.

Ana- Quer ficar aqui? – volta para o avião. – Eu não!

Mas pelo o que parece Ana não era a única com esse tipo de ideia na cabeça.

Tyson- Você está louco, Kai? – brada de jeito irritado.

Kai- Tem alguma ideia melhor?

Tyson- Não cara! Mas tire isso da cabeça. – em tom de preocupação dessa vez. – Não faz muito tempo que você estava no hospital... – Kai o interrompe.

Kai- Não se preocupe comigo, estou bem.

Tyson- Mesmo assim não acho uma boa... – antes que pudesse falar alguma coisa, o garoto fecha os olhos e coloca a mão no peito.

Kai- Tyson? – olha preocupado.

Tyson- Droga. – vai caindo no chão de dor, para sua sorte Kai o segura.

Kai- O que está acontecendo? Tyson!

Tyson- Essa não. – a dor era tanta que Tyson aperta a mão do amigo com força.

Kai- Vou chamar ajuda. – antes que pudesse fazer qualquer coisa, Tyson o interrompe.

Tyson- Não faça nada, já estou bem.

Kai- O que aconteceu? – estava realmente preocupado com o amigo.

Tyson- Nada! Foi só nervoso. – tenta disfarçar.

Kai- Tyson, eu não sou burro! O que você tem?

Tyson- Foi só nervosismo. Kai, não conte a ninguém.

Kai- Está falando sério? – olha nervoso para o outro.

Tyson- Kai, não vá inventar de ir por aí procurar ajuda. – tenta desconversar, mas vê o amigo balançando a cabeça negativamente.

Kai- Você não me deixa outra opção. – mantem o tom de voz sério.

Tyson- Vamos falar com Carter, ele vai saber o que fazer. – estavam voltando, mas dão de encontro com Max, que havia saído para procurar os amigos.

Max- Onde vocês estavam? – grita Max preocupado. – Não vão me deixar sozinho aqui. – agora estava assustado.

Tyson- Está tudo bem. Só estávamos conversando. – estava preocupado, pois não queria que Kai saísse por aí.

Max- O senhor Carter nos disse para entrarmos, pois já vai escurecer. – vai andando até os amigos. Mas ouve um barulho estranho, ao olhar pra baixo, vê que não só estava sobre um gelo rachando, mas que não dava para escapar.

Tyson- MAX! – grita assustado.

CONTINUA...

Caraça meu, o que vai acontecer agora? Como eles vão sair daí? E como Dickinson vai contar a todos sobre o avião? Isso minha gente é só no próximo capítulo.

E um obrigado em especial e Xia Matsuyama, Jana Winchester, Ana Danruler ((que inscreveu a suzy)) que me ajudaram nesse capítulo e por tudo que fizeram por mim e pela fic, obrigado meninas adoro vocês!

Ps: Desculpe pelos erros, tentei tirar todos.