Esplendor da Honra


Capítulo 24

O mês seguinte foi um período de repouso e tranqüilidade para Edward, e uma época de intensa felicidade para Bella.

Bella ficou encantada com os escoceses. Pareceram-lhe os guerreiros mais assombrosos que havia no mundo, salvo por seu marido, é claro. Os escoceses a recordaram dos antigos Espartanos devido à dureza de sua existência e a sua apaixonada lealdade.

Trataram Edward como um dos seus. Esme também se mostrou encantada de poder acolher Bella em seu lar. A irmã de Edward era muito bonita e era muito apaixonada por seu marido.

Bella não pôde ver sua prima Alice, mas Esme prometeu que lhe enviaria uma mensagem de saudação de parte de Bella. Alice vivia nas montanhas, a uma considerável distancia do lar de Esme, muito longe, de fato, para ir fazer uma visita.

Passaram trinta dias inteiros com os parentes de Edward, e este se lembrou de sua promessa de ensinar a sua delicada esposa como podia defender-se. Edward foi paciente com Bella até que começou a treinar arco e flechas. Então se apressou a deixá-la só, temendo perder a paciência vendo-a errar sem parar. Bella sempre falhava no alvo. Jacob já tinha advertido a seu senhor daquele defeito dela. A flecha disparada por Bella sempre passava a um metro, possivelmente um pouquinho menos, por cima do alvo que tinha escolhido.

Edward e Bella retornaram à fortaleza Cullen no fim de agosto. Foi então que se inteiraram que o rei Guilherme I havia morrido. Os relatos não eram muito claros, mas todos os que presenciaram a tragédia juravam que realmente se tratou de um acidente. Guilherme, junto com seu irmão e seus amigos, tinha ido caçar no bosque. Um soldado disparou sua flecha apontando um cervo, dizia-se, mas o pescoço do rei havia se colocado na trajetória do projétil. Guilherme já estava morto antes de que seu corpo caísse ao chão.

A versão mais aceita, e menos possível, procedia de uma testemunha ocular que assegurava ter visto a totalidade do acontecido, desde o começo até o final. Aquela testemunha declarava que o leal súdito do rei realmente tinha apontado sua flecha no cervo, mas que quando esta se achava voando para o animal, a vermelha mão do diabo tinha surgido repentinamente do chão. A flecha ficou presa no punho do diabo e foi re-direcionada para o rei.

A igreja aceitou aquela versão como a verdadeira, e em seguida passou a ser escrita. Satanás tinha colocado fim a curta vida do rei, e certamente nenhum dos que tinham presenciado sua morte eram responsáveis por ela.

Henrique reclamou imediatamente o tesouro real e subiu ao trono.

Bella agradecia que ela e Edward não estivessem na corte quando aconteceu a tragédia. Seu marido se mostrou muito zangado por não ter estado ali, porque pensava que possivelmente poderia salvar a vida de seu monarca.

Nenhum dos dois acreditava na história a respeito da mão do diabo, e nenhum dos dois estava disposto a admitir que Henrique poderia ter algo haver com a morte do irmão.

Embora não se achasse tão familiarizada com os assuntos de estado como Edward, Bella se lembrava que Henrique tinha sugerido a rei Guilherme que Edward passasse um mês com os escoceses. Bella acreditava que Henrique queria ter Edward o mais afastado possível de Londres, e também acreditava que Henrique havia salvado a vida de Edward enviando-o para a Escócia. Mesmo assim, nunca expressou aqueles pensamentos a seu marido.

Emmet e Rosalie se casaram no primeiro domingo de outubro. O padre Berton acabava de chegar com sua bagagem para assumir a tarefa de salvar as almas dos Cullen. O conde do Grinsteade tinha morrido cinco dias depois da cerimônia nupcial de Bella.

Edward tinha enviado soldados por toda a Inglaterra para que a percorressem em busca de Caius. Dado que agora Henrique era rei, Caius tinha se convertido em um proscrito exilado. Henrique tinha deixado muito claro o pouco que gostava de Caius.

Bella acreditava que Caius tinha ido embora da Inglaterra. Edward não tentou discutir com ela, mas estava convencido de que Caius permanecia escondido, esperando que chegasse sua oportunidade de vingar-se.

Então chegou uma mensagem exigindo a Edward fosse ajoelhar-se ante seu novo rei e lhe jurasse fidelidade. Edward não podia rechaçar aquela ordem, mas não pôde evitar sentir-se um pouco inquieto por ter que deixar Bella sozinha.

Estava sentado na sala, com a petição de Henrique ainda entre seus dedos, quando Bella por fim desceu para tomar o café da manhã. Edward já tinha feito sua refeição do meio-dia.

Sua esposa parecia descansada, mas Edward sabia que dentro de umas horas precisaria dormir um pouco mais. Ultimamente se cansava com muita facilidade. Bella tentava ocultar aquele fato de seu marido, mas ele sabia que toda manhã ela tinha enjôos e náuseas.

A enfermidade de Bella não o preocupava nem um pouco. Não, Edward estava esperando que ela se desse conta de que levava seu filho em seu seio.

Bella sorriu assim que viu Edward sentado em uma poltrona junta ao fogo. Tinha começado a fazer muito frio e as chamas a convidavam. Edward a sentou em seu colo.

- Tenho que falar contigo, Edward – disse Bella - Já é quase meio-dia e acabo de me levantar da cama. Parece-me que estou doente, embora não desejo preocupar-te. Ontem pedi uma poção a Maude.

- E ela te deu? – perguntou Edward. Tentou não sorrir, porque a expressão de sua esposa raiava na tristeza.

Bella sacudiu a cabeça. Logo tirou os cabelos do ombro, dando um golpe em Edward com o cotovelo.

- Não, não me deu – respondeu ela – Apenas sorriu depois foi embora. Agora quero te perguntar o que é o que tenho que pensar disso.

Edward suspirou. Iria ter que falar para ela.

- Ficaria muito triste se nosso filho fosse ruivo?

Bella arregalou os olhos e sua mão foi instintivamente ao estômago. A voz lhe tremeu um pouco quando por fim respondeu à pergunta de seu marido.

- A pequena terá o cabelos castanhos, igual a sua mãe. E seria a mãe mais maravilhosa do mundo, Edward.

Edward riu e depois beijou Bella.

- Vejo que minha arrogância te contagiou, esposa. Me dará um filho e não se fale mais.

Bella assentiu, fingindo estar de acordo com ele enquanto se imaginava à formosa garotinha que sustentaria em seus braços.

Sentia-se tão afligida pela alegria que pensou que começaria a chorar.

- Não pode continuar dando comida a seus animais selvagens – disse Edward - Não quero que saia dos muros da fortaleza.

- É meu lobo – zombou Bella. Ainda não tinha admitido a seu marido que, na realidade, pensava que se tratava de um cão selvagem - Hoje será a última vez que irei deixar-lhe comida – prometeu – Tudo bem?

- Por que hoje? – perguntou Edward.

- Porque transcorreu exatamente um ano desde que cheguei aqui. Se desejar, pode vir comigo quando eu for com o Jacob. – Fingiu suspirar - Sentirei falta do meu lobo.

Edward viu a faísca maliciosa que brilhou nos olhos de Bella.

- Deixarei de lhe dar comida unicamente porque tu me ordena isso, marido.

- Não acreditarei isso nem por um só instante – replicou Edward a sua vez - Obedece-me porque tens vontade.

Edward finalmente prometeu acompanhar Bella. Ela o esperou, mas quando terminou com sua prática de tiro ao alvo, o sol já estava começando a desaparecer e Edward continuava sem ter terminado de atender suas outras ocupações.

Bella recolheu suas flechas, colocou-as dentro do recipiente de tecido que Ned fez para ela e logo o pendurou à costas.

Bella se encarregou de levar a comida dentro do saco que sempre utilizava para essa tarefa. Ela levava seu arco, e ia presumindo ante o vassalo de que possivelmente pudesse caçar ao menos um coelho para seu jantar.

Jacob considerava totalmente impossível.

Quando chegaram ao alto da colina, Bella agarrou o saco da comida das mãos de Jacob. Estendeu a carne no chão, agora ajoelhada, e dispôs a comida em uma pilha. Um grande osso coroou sua pirâmide. Como sabia que não voltaria a alimentar os animais selvagens, Bella pensou que, pelo menos, podia lhes deixar um último presente que enchesse o estômago.

Jacob foi o primeiro o ouvir o ruído atrás deles. Voltou-se e observou as árvores atrás de Bella, no preciso instante em que uma flecha fendia o ar com um assobio e se alojava em seu ombro. O vassalo foi derrubado. Tentou manter o equilíbrio e então viu que seu inimigo voltava a elevar o arco pela segunda vez.

O vigia gritou a advertência logo que Jacob caiu. Os soldados se alinharam ao longo do caminho que discorria pelo muro, com suas flechas já colocadas em seus arcos, e esperaram que o inimigo revelasse sua presença.

Edward acabava de montar em Sileno, pensando que comprazeria a sua esposa reunindo-se a ela e levando-a de volta na garupa de Sileno. Ouviu o grito e esporeou seu cavalo em um rápido galope. Seu alarido de raiva pôde ouvir-se por toda a fortaleza. Os homens correram para seus cavalos para seguir a seu senhor.

Bella sabia que não tinha tempo para correr. Um semicírculo de quase vinte homens saiu lentamente de seus esconderijos atrás das árvores. Bella também sabia que o vigia e os arqueiros não poderiam ver aqueles homens até que estivessem chegado ao alto da colina.

Não tinha escolha. Bella estendeu a mão para uma de suas flechas, ajustou a beira denteada em seu arco e apontou cuidadosamente.

Reconheceu o homem que se encontrava mais perto dela. Era um dos três que tinham testemunhado a respeito das mentiras de Caius, e então soube que Caius não andava longe.

Saber aquilo fez que se sentisse mais furiosa que assustada. Lançou a flecha, e já estava estendendo a mão para outra antes que aquele inimigo caísse ao chão.

Edward não subiu até o alto da colina. Cavalgou ao redor da base desta e indicou com um gesto a outros que fossem para o lado oposto. Queria cortar o passo do inimigo interpondo-se entre eles e sua esposa.

Uns minutos depois, os soldados de Edward já estavam batalhando com o inimigo. Bella deixou seu arco cair e se voltou, pensando em ajudar Jacob. O vassalo tinha rodado ladeira abaixo, mas já estava de pé e subia pouco a pouco pela colina para voltar a reunir-se com ela.

- Te abaixe, Isabella! – grito Jacob de repente.

Ela ouviu sua ordem e se dispunha a fazer o que lhe mandava, quando de repente foi agarrada por trás. Dando a volta, Bella gritou ao encontrar-se cara a cara com Caius. Ele a agarrava com todas as suas forças e deixou cair seu pé em cima de Caius, lhe fazendo trocar o peso do corpo ao outro pé. Recordando as lições sobre defesa que Edward a tinha ensinado, incrustou-lhe o joelho na virilha. Caius caiu ao chão, arrastando Bella consigo.

Ela rolou para o lado exatamente quando Caius conseguiu ficar de deu um soco em Bella, diretamente abaixo do maxilar inferior dela. A dor era demais para ser suportada, Bella desmaiou.

Caius se levantou em um salto quando viu que Bella não se movia. Olhando para a base da colina, viu que seus homens fugiam em disparada. Tinham-no abandonado, e agora estavam tentando escapar da ira de Edward.

Caius soube que desta vez não conseguiria fugir de Edward.

- Poderá ver-me enquanto a mato! – gritou.

Edward tinha desmontado e pôs-se a correr colina acima. Caius sabia que tinha poucos segundos e percorreu freneticamente o chão com o olhar em busca de uma faca. Iria afundá-la no coração de Isabella antes que Edward pudesse detê-lo.

Caius prorrompeu em uma obscena gargalhada quando viu sua adaga em cima de um monte de carnes. Ajoelhou-se junto a eles e estendeu a mão para sua arma.

Cometeu o engano de tocar a comida.

A mão de Caius posou sobre o punho de sua adaga. Tinha começado a voltar-se quando foi detido por um surdo grunhido. O som se intensificou até que foi o bastante intenso para fazer tremer o chão.

Edward também ouviu aquele som. Então viu como Caius elevava as mãos diante de sua face, e um instante depois um raio de cor marrom saltou sobre sua garganta.

Caius se desabou para trás; morreu afogado por seu próprio sangue.

Edward indicou, com um gesto, a seus homens que não se movessem de onde estavam. Manteve o olhar fixo naquele enorme lobo enquanto estendia lentamente a mão para seu arco e sua flecha. O lobo permanecia imóvel sobre Caius. Os dentes do animal eram claramente visíveis, e um grunhido alto e ameaçador esperneava o silêncio.

Rezando para que Bella não despertasse, Edward começou a avançar lentamente querendo chegar a um lugar onde pudesse se livrar daquele lobo.

De repente o lobo foi até Bella e se inclinou sobre ela. Edward deixou de respirar.

Edward pensou que o aroma de Bella tinha que ser familiar ao animal, porque o lobo colocou fim rapidamente a sua curiosidade e voltou para a comida. Edward contemplou como o lobo agarrava o osso entre seus dentes, e desaparecia descendo pelo outro lado da colina.

Atirando ao chão sua espada, Edward colocou-se a correr para sua esposa. Bella acabava de despertar quando ele se ajoelhou junto a ela e tomou delicadamente em seus braços para segura-la.

Bella esfregou o queixo com a mão, comprovando o mal sofrido. Podia movê-la, embora a surda dor com que a sentia palpitar era bastante intenso para lhe fazer pensar que deveria estar torta. Então lembrou que Caius estava ali.

- Eles forem embora? – perguntou para Edward, encontrando-se tão estreitamente apertada contra o peito dele que quase não pôde murmurar sua pergunta.

- Caius morreu.

Bella fechou os olhos e fez uma prece pela alma de seu irmão. Não acreditava que fosse servir de muito para Caius, mas mesmo assim tentou.

- Jacob estar bem? Devemos nos ocupar de sua ferida, Edward – disse depois, tentando libertar-se de seu marido – Ele foi ferido com uma flecha.

Edward deixou de tremer. Bella não parava de falar. Ela sabia que seu marido precisava de alguns minutos para se recuperar . Quando os braços de Edward deixaram de apertá-la com tanta força, Bella lhe sorriu.

- Agora já se acabou tudo? – perguntou-lhe.

- Acabou – disse Edward - Teu lobo te salvou a vida.

- Sabia que me salvaria, meu amor. Tu sempre me protegerá – respondeu Bella.

- Não me entendeste, Bella – disse Edward, franzindo o cenho - Teu lobo matou Caius.

Bella sacudiu a cabeça, pensando como era típico de seu marido deixá-la levar-se pela imaginação em um momento daqueles. Sabia que Edward estava tentando aliviá-la de preocupações.

- Tem forças suficientes para te levantar? – Perguntou-lhe Edward -Sente-se…?

- Estou bem. Não, nós estamos bem –corrigiu Bella, acariciando o ventre para dar uma maior ênfase a suas palavras - Ainda não posso senti-la, Edward, mas sei que não lhe ocorreu nada.

Quando Edward a ajudou a levantar-se, Bella tentou olhar para Caius. Edward se apressou a ficar na frente dela, lhe impedindo de ver nada.

- Não precisa olhá-lo, Bella. Só serviria para te encher de angústia – falou ele.

A garganta de Caius tinha sido feita em pedaços pelas garras do lobo, e Edward decidiu que aquela não era algo que Bella fosse esquecer rapidamente caso chegasse a vê-lo.

Jacob veio e se deteve ante eles. Parecia mais incrédulo que dolorido.

- Jacob, seu ombro…

- Não é uma ferida muito profunda – disse Jacob - Baronesa, acertou o coração de um deles – balbuciou.

Edward não lhe acreditou.

- Foi a flecha de Isabella?

- Foi – respondeu Jacob com a mesma expressão de incredulidade que tinha no rosto de Edward.

Os dois homens se voltaram para Bella e a olharam. Pareciam totalmente assombrados, e Bella se sentiu um pouco irritada pela falta de fé em sua capacidade. Durante um fugaz segundo pensou que, possivelmente, se conformaria guardando silêncio. A verdade, entretanto, acabou impondo-se.

- Eu estava mirando no pé..

Tanto Edward como Jacob se sentiram imensamente comprazidos pela admissão de Bella. Edward a tomou em seus braços e começou a descer pela colina.

- O lobo te salvou a vida – voltou a dizer, pensando que devia lhe explicar toda a verdade.

- Eu sei, querido.

Edward se deu por vencido. Teria que explicar tudo mais tarde, quando a mente de Bella não estivesse tão teimosamente decidida a acreditar que ele tinha sido seu salvador.

- Nunca voltará a alimentar aquele animal, Bella. Eu me encarregarei de fazer isso.

Agora o lobo merece viver uma vida o mais cômoda possível. Ele salvou Isabella, por isso merecia aquela cortesia.

- Quer fazer o favor de parar de rir de mim, Edward? – anunciou Bella, claramente exasperada - Acabo de passar por uma prova muito dura.

Edward sorriu. Sua esposa sempre queria sair dando ordens, e isso era um deleite para ele. Esfregou-lhe suavemente o alto da cabeça com o queixo enquanto a ouvia queixar-se de seu novo hematoma.

O barão Cullen estava impaciente para levar Bella para casa, tanto, pensou, como estava Odisseu de voltar para casa para poder estar com sua esposa.

O futuro lhes pertencia. Bella gostava de chamá-lo seu lobo, mas ele não era mais que um homem, que mesmo assim era mais poderoso que Odisseu.

Porque embora Edward não fosse mais que um mero mortal, que também tivesse defeitos, tinha conseguido realizar um proeza. Sim, tinha capturado um anjo. E esse anjo lhe pertencia.

FIM


Ahh eu odeio finais, não entendo por que existem... queria ver ele como pai, deve ser massa, mas a Julie parou ai.

Bom, eu espero que tenham aproveitado a história, eu sou apaixonada por ela. Não acredito que cheguei ao fim dessa adaptação, mas consegui.

Foi um prazer dividir com vocês a historia de Esplendor da Honra, amei cada comentario, eu ate faria outra adaptação, mas eu realmente vou ficar sem tempo daqui há duas semanas, então... mas se eu fosse fazer, certamente escolheria o livro 11 Minutos de Paulo Coelho, é uma história muito real para muitas jovens brasileiras, e que toda mulher deveria ler. Eu amei e indico o livro. Bom, também adaptaria Música das Sombras, mas esse livro tem muitos capitulo - embora pequenos - e eu não sei se daria conta.

Ah, beijos e obrigada por lerem, espero que tenham gostado.

Hitsugaya Nanami: Seria legal se tivesse o filme dessa historia, não? Sério, o Duncan seria perfeitamente interpretado pelo Kellan Lutz. Bom, é o fim, então, gostou?

Ana Carolina: Também sou apaixonada por essa história, ja pensei em fazer outras adaptações, mas essa foi a única que eu realmente quis fazer. Bom, Perdidos? caramba, essa é antiga. Eu já finalizei essa história, mas postei só na comunida, mas para ser bem sincera, eu tive uma idéia melhor para essa história em questão, e estava pensando em arrumar ela para ficar um pouco melhor e mais interessante, se pode me entender. Vou colocoar o link de onde está a história no meu perfil, ok?

Pandora: Ah, bom, finalmente o final. Ahh eu odeio e adoro ler esse final, é tão engraçado ver a ela descobrindo que ta gravida.

Camilinha EGO: Bom, eles foram feitos um para outro... são muito fofos mesmos. Ahh vale a pena ler de novo, eu já li Esplendor da Honra umas quatro vezes, tirando a que li para fazer a adaptação. Bom, ai esta o ultimo capitulo, espero que tenha gostado.

alekamasenhp: Ahh ta acabando sim, é triste mesmo, odeio finais. Bom, o e-book é um enigma quase impossivel de ser desvendado, eu ate pensei na possibilidade de fazer e colocar no 4-shared, mas a preguiça é grande.

Lyka Cullen: Infelizmente, não tem papel para Alice nessa história, ela é apenas citada, e o Jasper fica sozinho.

Angel Cullen McFellou: A Bella não tem papas na lingua, eu imagino a cara do Edward quando ela fala que seduziu ele... Adooooooooro, só fico triste por ela não poder dizer pro pai dela que é fllha dele, mas tendo o Edward a Bella não precisa da pena de ninguém. Prefiro esse ultimo capitulo, o que achou?

Mlly: Oiê, como vai? Ahh que bom estás gostando. Fico muito feliz. Bom, fics adaptadas épicas? Eu não conheço, mas eu li uma fic épica uma vez, e ela é realmente boa, eu poderia te passar o link dela por e-mail, vou colocar meu e-mail no meu perfil e então você me adiciona, ok?

Tata Black: Ahh chegou ao fim da história, o que você achou?

Preta: Bom, ai está o final. Ahh é muito dificil conseguir o e-book dos livros da Julie já que ela não é muito famosa aqui. E eu só li Esplendor da Honra e Música das Sombras de autoria dela, mas vou comprar outro assim que for na livraria. Mas é complicado, pois minhas férias estão acabando, e vou começar o segundo ano do ensino médio, então não vou ter mais tempo para nada, já que to quase chegando na reta final da escola. Entende?

Geeba: Também não gosto de coisas que acabam, mas não tem jeito. Bom, ai está, o que você achou?

Dudinha: Ahh bom, ai está o final da história, e confesso que já li esse livro tantas vezes que conheço melhor que a própria Julies, se for possivel. Bom, Provas do Destino? To pensando seriamente em postar lá, to ate com metade do capitulo pronto aqui. Agora que terminei aqui acho que consigo terminar lá, escrever é mais fácil que adaptar.

Sibby Meyer: Ahh, pena que acabou, não? Bom, eu também quero o Edward, mas como ele ficou com alguem, eu aceitaria o Jasper que ficou solteiro, e ate o Jacob... mas... eles são muito antigos.

Ana Krol: Orgulho e Preconceito é ótimo, eu sou apaixonada por essa história, o Mr. Darcy é um fofo muito lindo... e a Elizabeth uma bobinha... livros épicos? Bom, eu não li muitos livros épicos, só O morro dos ventos uivantes, orgulho e preconceito, música das sombras, e acho que só, mas to com razão e sensibilidade para na casa do meu avô existe uma verdadeira biblioteca, quando eu tiver coragem e tomado um bem remedio anti-alergico, eu vou atrás, e quem sabe eu não encontro.

Manuu: Bom o Henrique meio que, existe a possibilidade, tramou a morte do irmão para assmir o trono, e isso é verdade, pesquisei no googe. Bom, os Cullen são um fofo, e o Edward é perfeito para a Bella. O que achou do final?