Como sempre, aqui estou eu atrasada! Kkkk Sorry, people! Mas não se estressem, dessa vez postarei dois capítulos seguidos nessa semana, para compensar a demora! Acho que perceberam que estou revelando a cada capitulo uma visão de passado e presente dos personagens, certo? Como disse anteriormente, cada personagem principal será destrinchado diante de vocês. Não estou dizendo que os vilões tiveram razão para se tornarem assim, mas como já dizia Rosseau: "O homem nasce puro, a sociedade é quem o corrompe"! Não existe pessoa ruim desde pequena. Em algum momento ela teve sua mente destruída por algo ou alguém e se torna monstro.

Estou triste por sempre postar atrasada! Perdi de ganhar muitos reviews e sinto saudades de cada um de vocês! Ok! Sou carente! Sempre acontece isso com minhas fics. Kkkkkk Quando estou escrevendo sossegada, algum trabalho me tira o tempo e atrasa o restante dos capítulos. Mas quem me conhece em meus trabalhos anteriores: eu atraso, mas não abandono vocês! Beleza?

Um mega beijasso a únicas que me escreveram e animaram essa baka: Matsumoto Narumy e a curious (do Nyah). Também a minha beta linda (Lara), que sempre me ajuda a melhorar o trabalho e me salva dos malditos pontos de acentuação e próclises da vida! ^^ Vamos orar para que ela melhore logo dessas doenças chatas que ela tem! Kkkkk Senão eu fico sem beta e sem minhas fics preferidas!

JJ

PS: o que estiver em itálico está no passado!


"Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade".

[William Shakespeare]

...

Yuri puxou o lenço para cobrir os cabelos e esconder o rosto, enquanto dirigia pela estrada ampla. A praia, ao seu lado esquerdo, mostrava que o dia seria quente e convidativo.

Os óculos escuros escondiam os olhos cansados da jovem, que não conseguia dormir direito desde o momento em que recebera algumas informações importantes de Mayuri. Estava extremamente irritada com Geon por não tê-la convidado para reencontrar sua irmã no dito esconderijo. Não gostava de saber que o doutor rorikon não confiasse à ela semelhante ação. Estava sendo traída novamente. Odiava isso.

Temia que o rapaz a sequestrasse sem seu consentimento e a levasse para longe de si. Diante daquele sentimento estranho, um sorriso comedido surgiu em seus lábios. Acelerou o carro esportivo e avançou pela estrada que a levaria para o interior do país.

Desde o dia de seu nascimento, sua irmãzinha sempre fora a razão de todos os seus problemas. Todos a traíam somente para acatar os desejos da garotinha, que mudou completamente seu mundo.

Enquanto fora filha única, a vida de seus pais e amigos girava em torno de si mesma. Tudo o que quisesse ou desejasse, era prontamente atendido por sua estimada família. Possuía uma boa casa no centro da pequena cidade, e seus pais um emprego razoável na fábrica da vila vizinha. Assistia às aulas num colégio importante das redondezas e vivia feliz até que ela nasceu.


Não é linda a minha pequenina? – mimava a mãe com um sorriso bonito no rosto cansado.

Passara a noite inteira em trabalho de parto, no pequeno hospital naquela noite gélida de quatorze de janeiro. A lua estava em seu auge, quando o choro agudo da criança foi escutado pelo pai e pela, agora irmã mais velha, Amaterasu.

Ela é sim, querida! Vem, Amaterasu! Vem dar as boas vindas à sua irmãzinha! – convidou o pai, animado.

A garotinha de nove anos não correspondeu à alegria familiar e se recusou, virando o rosto em reprovação. Não gostava da ideia de compartilhar sua família com um bebezinho chorão. O pai a reprovou com um olhar frio, mas se voltou para apoiar a esposa, que se arrumava para a primeira amamentação da criança.

O corpo da garotinha era frágil e pequeno, seus cabelos escuros e cheios, a pele alva e os olhos violáceos. A menininha não demorou a abrir os olhos para a família e se mexer bastante.

Amaterasu se aproximou a contragosto da pequenina e observou sua mãe amamentar a criança. Temia que a mãe morresse, já que a gravidez fora de risco e ocorreram muitas complicações no parto. Uma cesariana fora necessária. Algo que realmente preocupava o pai de família.

Vou verificar quanto irão cobrar por tudo, querida! Enquanto isso, descanse e não se preocupe com nada, ok? – falou um pouco apreensivo, antes de deixar o quarto.

Acho que vou colocar o nome dela de Tsukuyomi. O que acha, Amaterasu? – questionou mais animada.

A garotinha de cabelos longos franziu a testa em desaprovação. Não gostava de seu nome e agora tinha que escolher um para aquele bebê também?

Coloca qualquer coisa, okaa-san! Afinal, quando nós iremos embora? Estou cansada de esperar...

Querida, eu vou ter que ficar aqui mais um pouco mais para me recuperar! – interrompeu a mãe.

Por que não devolve ela? Não precisamos de mais uma garota em casa... A senhora disse que era um menino! – protestou, irritada.

Não precisava de uma irmã. Afinal, não achava necessário ter mais ninguém. Era suficientemente feliz sendo filha única.

Tenho certeza de que vocês serão companheiras e amigas! Vai ser maravilhoso ter mais uma criança em casa, meu bem! Você fica muito sozinha e precisa de uma amiguinha! – expressou com cansaço.

Já tenho tudo o que preciso! – resmungou.

A porta se abriu novamente e o pai entrou. O rosto estava pálido e as mãos tremiam um pouco. A jovem senhora captou o nervosismo do marido e aconchegou o bebezinho entre os travesseiros da cama.

Aconteceu alguma coisa, Soren? – a esposa perguntou apreensiva.

O senhor esfregou a barba por fazer e se aproximou do leito. Acariciou os cabelos da filha mais velha e observou o pequeno bebê adormecido. Seus problemas só haviam começado.

Parece... – pausou, nervoso. – Parece que a fábrica vai fechar. Claro que isso não é o fim do mundo! Podemos encontrar outro emprego e conseguir liquidar a dívida com o hospital. Já até conversei com o dono e ele foi muito gentil em me dar um prazo maior! Vou ver se consigo um empréstimo e terminamos esse problema... Sabe que não gosto de ter dívidas. Vou liquidar essa como sempre fizemos! – disparou sem controle.

A esposa abriu os olhos em desespero, pois os dois trabalhavam no mesmo lugar e ter a fábrica fechada significava muito para aquela pequena cidade. Como fariam para pagar as mensalidades da escola de Amaterasu? Como pagariam o aluguel da casa? E as contas? A dívida com o hospital? E agora tinham um bebê recém-nascido para criar. Como ficar calma diante disso?

Meu Kami-sama! O que faremos Soren? Onde encontraremos emprego tão rápido? E eu? Como vou conseguir se acabei de ter um bebê?

O marido sorriu fracamente para tentar acalmá-la. Tomou-lhe a mão e beijou os nós dos dedos com ternura. Já havia pensado nisso também.

O diretor do hospital me informou que podemos pedir uma ajuda ao governo enquanto você repousa com a bebê! Não é muito, mas nos ajudará por enquanto. Não se preocupe, Emiko! Nós vamos superar isso! Prometo a vocês três!


Mas seu pai não pode cumprir a promessa que fez naquele dia e sua vida havia dado um giro de 360 graus.

Apertou o volante com força e quase perdeu a concentração na estrada. Um erro poderia ser fatal, já que estava num despenhadeiro circundado pelo mar.

Toda a paz que possuía foi trocada pela incerteza de sua vida. Perderam a casa e foram morar em outra cidadezinha costeira, num casebre inóspito e quase sem recurso nenhum. A mãe não conseguiu arranjar emprego e passou a cuidar das filhas em casa. Ela não pode mais frequentar seu colégio e teve sorte de conseguir uma bolsa para continuar estudando em uma escola da região, extremamente inferior a sua.

Seu pai se tornou ajudante num pesqueiro e o pouco que conseguia era gasto com aquela "pequena vermezinha", um apelido que colocara quando a garotinha nasceu.

Sabia que a menina não tinha culpa de nada, mas tudo virou de pernas para o ar desde aquele janeiro fatídico. A garota vivia adoentada e precisava de remédios caros para se manter saudável, para desespero dos pais.

Mas o que mais a irritava era que a garota, por mais debilitada que estivesse, sempre mantinha um sorriso genuíno em seu rosto.


Okaa-san, tadaima! Tadaimaa... Oiiii... Tem alguém nessa casa? – resmungou, jogando a mochila no chão da sala-cozinha.

A casa era composta de dois cômodos. O quarto e a sala, que fora transformada em cozinha e área de serviços. Não tinham banheiro em casa, e muitas vezes precisavam utilizar o banheiro comunitário. Os móveis eram escassos, composto somente por um sofá velho, uma cama de casal, onde dormiam os pais e a irmãzinha e um futon, onde a adolescente dormia. Não tinham televisão ou qualquer outro eletrodoméstico, além da geladeira velha. Não podiam gastar muito com a eletricidade, já que o emprego do pai mal colocava comida na mesa.

A pequena Tsukihime, nome escolhido pelo pai, já que este não gostou muito do sugerido pela esposa, saltou de sua cama e correu de encontro à sua irmã mais velha. Tinha um lindo sorriso na carinha magra.

Okarisai, nee-chan! – cumprimentou animada.

É okaerinasai, pequena vermezinha! Cadê a mamãe? – perguntou, abrindo a geladeira e procurando alguma fruta para comer.

Tsuki pensou um pouco e apertou o pequeno coelho de pelúcia embaixo do queixo. Único brinquedo que herdou da irmã, além das roupas usadas.

Okaa-san foi comprar tofu e Don-don! – respondeu prontamente.

Ainda errava muitas palavras, mas já estava aprendendo algumas novas com a mãe. Faltavam alguns dias para completar três anos.

Udon, bicha burra! Quando vai aprender a falar direito? Credo! Parece um bebezinho! Presta atenção para explicar direito, quando ela chegar: Eu vou voltar mais tarde hoje. Vou pra casa de umas clientes para fazer a limpeza e depois vou para casa de uma amiga, entendeu?

Hai! Ama-su vai trabalhar e depois vai brincar! – comentou, contando nos dedinhos para não se perder.

Não, imbecil! Não vou brincar... Vou trabalhar! Pensa que sou como você que fica o dia inteiro sem fazer nada? Eu trabalho também, só você que é a imprestável nessa casa! Se não fosse por sua pneumonia, eu teria viajado na excursão com todo mundo da sala! – reclamou, apontando o dedo para a pequena, que a observava com interesse.

Nee-chan não gosta de Tsuki? – perguntou, tristonha.

Nossa e eu achando que você não tivesse cérebro! Ufa! Ainda bem que percebeu! Agora sai da minha frente que tenho muito que fazer!

A adolescente pegou a mochila novamente, recolocou os tênis e saiu sem fechar a porta. Tsuki conseguiu ver a irmã aguardar na viela e, sem demora, um rapaz de moto parou e lhe deu carona.

A menina franziu o cenho, mas voltou a brincar com o pequeno coelho.

A tarde não demorou a chegar e senhora Emiko retornou com sacolas pesadas. Havia conseguido muita comida de alguns comerciantes bondosos. Encontrou a garotinha brincando no chão da sala e estranhou a falta da filha mais velha.

Onde está Amaterasu-chan, Hime, meu amor?

Deixou as sacolas na mesa e agarrou a garotinha para lhe dar um beijo na bochecha.

Nee-chan saiu com coleguinha na motoca pra trabalhar! – respondeu inocente.

Como moto? Com quem sua irmã saiu? Eu passei na casa que ela faria a faxina e não havia chegado ainda...

Quem saiu? – Soren entrou com uma sacola de peixes frescos e questionou, surpreso.

Amaterasu-chan! Okaerinasai, meu amor! Estou preocupada com nossa filha! Não gosto de vê-la trabalhando como a gente, mas ela tem faltado a várias casas que arranjei para fazermos faxina. Tenho medo que ela esteja se envolvendo com alguém indecente!

Não gostava de contar nada ao marido, já que ele havia se tornado um pouco violento quando se tratava de castigar a filha mais velha, mas realmente estava preocupada.

O pai não respondeu e saiu novamente para procurar a filha.

Nee-chan pode ir pra cursão, okaa-san? – perguntou, inocente.

- Onde? Ah! Excursão? – Pousou a garotinha no chão e voltou às sacolas. – Infelizmente não teremos dinheiro para pagar por isso. Mas ela poderá ira na próxima vez! Hoje trouxe toranja pra você!

A pequenina pegou a fruta animada, mas tornou a franzir a testa, preocupada.

Foi porque Tsuki ficou dodói? Pode deixar ela ir, eu to melhor agora! – expressou, sorridente.

Oh! Meu amor, claro que não! O dinheiro será para comprar seus remédios. Tenho certeza que sua nee-chan concorda conosco e...

ME SOLTA, OTOU-SAN! – A garota entrou gritando, para espanto da mãe.

Diga para sua mãe onde você estava, Amaterasu! – devolveu o pai, mas em tom calmo e sombrio.

Filha, onde você estava? Eu te procurei, mas não te vi na casa da senhora Omato...

O silêncio tomou conta da pequena residência. A senhora Emiko observou com tristeza o mutismo da filha e o desfecho não foi nada agradável. O pai tirou o cinto e sem nenhuma palavra mais acertou as pernas da adolescente, que lutava para conter as lágrimas.

Tsuki, assustada, correu para cima da irmã e implorou para que o pai parasse. Foi o necessário para frear a raiva do pai de família.

Só quero que saiba uma coisa, Amaterasu! Não vou aceitar você se metendo com esses marmanjos vagabundos e muito menos com essas garotas que vendem o próprio corpo! Se eu souber que você andou com eles novamente, não vou parar sua surra até você aprender a se comportar com decência! Podemos ser pobres ou até mesmo miseráveis, mas não vou aceitar baixaria nessa família! FUI CLARO?

Sim, otou-san! – respondeu desanimada e correu para o quarto.

Tsuki a seguiu e começou a acariciar os cabelos da garota que chorava no futon.

Odeio essa família, odeio! – choramingava, desprezando as caricias da irmãzinha com violência. – SAIA DAQUI, VERME! Não preciso de sua piedade! FORA! – gritou, assustando a menina, que fugiu apressada.


Sorriu ao divisar a pequena cidade costeira. Aomori era bem próxima da cidade onde morava quando mais jovem. Um destino curioso aquele.

Lembrou-se de como começou a descobrir uma maneira de sair de suas privações e comprar o que qualquer adolescente quisesse. A prostituição. Começara cedo, aos doze anos. E só se arrependia da surra que levara do pai, quando sua adorada irmã menor fofocou seu passeio e primeira experiência sexual.

Depois daquele encontro, tornara-se cada vez mais requisitada pelos clientes, que a procuravam frequentemente. E começou a fazer suas próprias reservas para sair daquela casa.


Nossa Ame-chan! Esses brincos são lindos! Devem ter custado muito! – expressava uma garota ruiva, com pouco mais de quatorze anos.

Por isso te falei para vir comigo até a casa de meu amigo! Você irá comprar coisas mais caras que esses brincos com seu próprio salário! E não vai precisar trabalhar... Somente se divertir e beber muito! – comentou, maliciosa.

Mas... Como assim se divertir? Você não estava fazendo faxina nas vizinhanças? – questionou a ruiva, sem tirar os olhos do par de brincos coloridos.

Por favor, né Kaori-chan! Falando assim até parece que você ainda é virgem! Nem eu com treze não sou mais, imagina você que é mais velha! Estou te falando, você vai adorar! – comentou, escondendo a joia na mochila, que guardava no fundo do armário de seu quarto.

Mas eu sou mesmo! Credo, Ame-chan não é mais?E... Espera? Afinal, que tipo de diversão você está falando? Não me diga que? Minha nossa!

Cala a boca, imbecil! Se minha irmãzinha ouvir você, ela vai correndo contar pra minha família!E não se faça de desentendida! Estou falando de ganhar dinheiro "brincando" com homens mais velhos! Eles pagam horrores para poder "comer" a gente! Não tem nada de mais, só precisa deixar eles loucos e pronto, ganha o dinheiro na hora! Vai por mim, já tenho uma boa grana guardada e quando menos esperar, estarei fora desse muquifo! – comentou alegre.

Mas... Isso é errado, Ame-chan! Somos apenas meninas, não podemos fazer esse tipo de coisa! – comentou a colega, comedida.

Então prefere usar essas roupas bregas na escola? Ou não ter um celular como todo mundo? Por favor, você nem sequer tem dinheiro para comprar maquiagem decente e vive me pedindo emprestado! – arguiu a colega.

Nee-chan! Posso brincar com vocês também? – interrompeu a garotinha, que entrava animada.

Já disse para não ficar nos espiando, sua pestinha! E não... Você ainda não tem idade para isso! Mas quem sabe ano que vem? – falou, pensativa.

Nem pensar, Ame-chan! Ela é sua irmãzinha! Minha nossa, como você pode pensar um absurdo desses? – interrompeu a adolescente com nervosismo.

Se nee-chan pode, Tsuki também pode! – atalhou a garotinha.

A mais velha caiu na gargalhada, para desespero da colega, que tentava convencer a pequena a não participar daquela suposta brincadeira.


Estacionou o carro perto de uma praça, próxima da praia. Retirou os saltos e correu os olhos pela paisagem. Odiava lugares abertos como aquele.

Não demorou a encontrar a casinha naquela região erma. E sorriu ao se lembrar de quando ela, ainda adolescente, vendeu a irmãzinha para um cafetão que conhecia, não muito distante daquela cidade, por um bom valor. Pena que sua família havia descoberto antes.

Aproximou-se nervosa e ansiosa. Não queria perder a expressão que faria sua irmã, quando finalmente se reencontrassem. Provavelmente Geon ainda não havia chegado, já que não tinha nenhum carro estacionado ali perto.

Suspirou para se preparar e sorriu ao bater com veemência na porta. Ainda era cedo, umas oito horas. E isso só aumentava sua ansiedade.

– Isso é loucura! Mas quero brincar de irmã mais velha novamente! – sussurrou animada e com um sorriso malicioso.

A porta se abriu e seus olhos se arregalaram em espanto.

Okaerinasai, Amaterasu-chan! – falou em tom cantante.

Yuiri permaneceu estática e de um segundo a outro, deu meia volta e correu.


Vocabulário

Roricon – Lolicon ou loli-con é uma abreviatura de lolita complex, ou seja, complexo de lolita em inglês.1 2 A palavra é usada no Japão para pedofilia ou efebofilia.

Amaterasu – também conhecida como Amaterasu-Oho-No-Kami, cujo nome significa "Grande Deusa Augusta que ilumina o céu", é a Deusa do Sol, divindade japonesa que vela sobre os homens e os enche de benefícios.

Tsukuyomi – ou Tsukuyomi é o Deus da Lua na mitologia japonesa, irmão de Amaterasu e de Susanoo. Isso mesmo, nome masculino. Por isso o pai de Rukia resolveu colocar o nome de Tsukihime, uma junção do nome do Deus da Lua com princesa.

Tadaima – Palavra usada para dizer que chegou ou está de volta.

Okaerinasai – é a resposta a Tadaima e significa "Bem vindo de volta"!

Fonte: Wiki e google.


Enfim, galera! A Lara está terminando de corrigir o próximo capitulo. Assim que estiver pronto, eu posto e a gente se esbarra novamente!

Hoje puderam conhecer a nossa querida vilã: Yuri = Hisana = Amaterasu! Kkkkk A minha beta fica doida com essas mudanças de nomes. Mas é isso mesmo! Ela possui vários nomes, mas seu verdadeiro é esse esquisitão, que sua adorada mãe colocou. (Entre nós: esses nomes são feios, kkkkkk).

Para quem se perdeu, o nome da Kia fica assim: Rukia = Tsuki = Tsukihime (a mãe queria Tsukuyomi).

Então é isso! Boa semana para todos e não se esqueçam de me escrever, beleza? Lembrem-se que eu funciono a base de reviews! Pode ser para criticar, elogiar ou sugerir! Sempre estou disposta a aprender mais, ok? Mega kissus a todos,

JJ