Capítulo 28
A Loba De Vermelho
Lord Varys é um homem feliz; um eunuco realizado, finalmente, as Westerlands caíram para o poder da Casa Targaryen, nesse momento em que Jon Targaryen senta no Trono De Rock enquanto a fonte principal de poder da Casa Lannister lhe escapar das patas, agora, ele sabia que os Lannister podiam, nesse momento, contar com ouro que eles armazenaram em Porto Real ao longo do tempo, mas, que não iria durar, sabia que é uma questão de tempo até ter a bandeira Targaryen tremulando nos muros de Porto Real, mas, também, ele estava preocupado; tomando um bom vinho não lhe tira o gosto amargo na boca que está se acentuando cada vez mais, ele sabe que Tywin Lannister tem um plano; sabendo que o Velho Leão está jogando todo o seu ouro nesse plano, Tywin mantém esse plano para si e somente para si e ele, Lord Varys, o Mestre Dos Sussurros é incapaz de descobrir esse plano e avisar ao verdadeiro rei.
Não sabia quando e como esse plano seria realizado, mas, agora, tinha outras coisas na cabeça, ele sabe que a conquista de Jon Targaryen vai apressar o casamento de Sansa Stark com Tyrion Lannister, Tywin, mais do que nunca quer garantir o controle do Norte, pelo menos um meio para o caso que Robb Stark morra em combate, mas, ele sabia que os Tyrell têm o mesmo interesse, um interesse que Lady Olenna Tyrell trabalhou para esconder, mas, que de alguma forma, um ouvido da Mão Do Rei escutou, certamente, fora do momento da primeira conversa dos Tyrells com Lady Sansa Stark e agora, o Velho Leão estava tomando as providências para jogar ao seu favor; não é somente garantir a metade do reino, mas, também garantir um reino em ascensão; com poder crescendo em termo militar, moeda e político; também infelizmente para Varys ele tinha que olhar para vários lados e nesses lados, cada vez mais via os seus planos detalhados não estavam dando certo, ele não é um homem religioso, mas, nesse momento está disposto a rezar para todos os deuses existentes para que o desenrolar desses planos dê errado e que os envolvidos deem a volta por cima.
Lady Olenna Tyrell estava tomando chá com a sua neta Lady Margaery Tyrell, futura Rainha Margaery Baratheon, nesses dias de espera e preparação para o casamento de sua adorada neta, ela tinha vindo para o Porto Real e começado a jogar o jogo, sua neta tinha feito a sua parte muito bem trazendo o povo ao seu favor, eles as amavam, amavam a Casa Tyrell, essa jogada foi para garantir que sua casa saísse por cima da Casa Lannister e Baratheon que viam a sua popularidade ser pisoteada e mijada, mas, também havia outro motivo, caso a vitória de Jon Targaryen que diante das notícias é dada como certa, ele não poderia executar ninguém da Casa Tyrell por traição, o povo pediria misericórdia, nesse quesito ela tinha pelo menos garantido a sobrevivência de sua casa, havia outros quesitos, mas por agora, ele teria que trabalhar com o que tinha no momento.
É claro que isso é um pensamento futuro no qual ainda havia chances de não acontecer, Lady Olenna tinha a certeza que Tywin tinha algo planejado e agora, mais do que nunca, teria que colocar os seus planos em movimento, a vitória de Jon Targaryen não poderia ofuscar nada sobre o reinado de Joffrey Baratheon; quanto ao rei, Lady Olenna mais do que nunca encontraria um jeito de agradecer para Lady Sansa Stark por avisar sobre Joffrey, ela tinha os seus espiões confirmando tudo o que ela disse sobre o merdinha, de fato, ele mais do que nunca é um fraco, tolo, maníaco e perverso, ela morreria primeiro antes de ver sua linda neta se casando com o bastardo, agora, mais do que nunca ela acredita que ele é um bastardo nascido de incesto. Planos; Lady Olenna tinha que fazer planos e colocá-los para funcionar:
- Avó; você está me ouvindo? – perguntou Margaery segurando a sua xícara:
- Desculpe minha neta, nessa idade, minha cabeça fica vagando em pensamentos e lembranças de anos atrás! – disse Lady Olenna se desculpando:
- Se minhas palavras a distraem, avó, diga, para eu parar! – disse Margaery:
- Suas palavras nunca vão me distrair minha doce neta! – disse Lady Olenna sorrindo – Não se preocupe, continue a falar!
- Estava falando sobre o que vai acontecer com Sansa! – disse Margaery – Ela não merece esse destino!
- Eu não sei minha neta! – disse Olenna – Por mais que eu gostaria de vê-la casada com a nossa casa, não posso dizer que ela está entrando em uma má sorte!
- Como não? – perguntou Margaery confusa – Ela vai se casar com o Imp!
- Por isso mesmo, poderia ser pior! – disse Lady Olenna – Tyrion Lannister, como muitos de nós vai fazer o serviço pela sua casa, mas, é claro que não precisa ser todo o serviço! Eu conheço o anão depravado que ele é, mas, ele tem uma moral, pouca é claro, mas, uma moral que impedirá que ele consuma o casamento, especialmente vendo que ambos estão se casando contra as suas vontades e é claro o seu desejo de contrariar o seu pai!
Margaery parecia aceitar a explicação de sua avó:
- É claro que existe o risco de Robb Stark a deserdar de sua família para impedir que os Lannister tenham acesso ao Norte! – disse Lady Olenna – Tywin vai apostar no amor familiar da Casa Stark para que Robb Stark não a deserde, é uma jogada bastante arriscada dele com esse casamento!
- Ainda não compreendo como ele aprendeu sobre os nossos planos! – disse Lady Margaery:
- Ele não aprendeu! – afirmou Lady Olenna Tyrell com convicção – O plano de casar Lady Sansa Stark com Tyrion Lannister já existia na cabeça de Tywin Lannister, nós simplesmente não nos colocamos a frente com esse plano antes que a Mão Do Rei realizasse esse plano! Um erro que esperamos não cometer mais!
Lady Margaery entendeu, nenhuma delas podia prever o que estava na cabeça de Tywin Lannister, claro que podiam prever os pensamentos do resto da família e se colocar um passo a frente deles, menos é claro de Tyrion Lannister; com esses dois, sempre se deve andar calmamente e cautelosamente ao redor deles:
- Em outro assunto! – disse Lady Olenna – Estou satisfeita, minha neta, com o seu trabalho com o povo, continue sendo a futura Rainha De Westeros, bondosa, benevolente, carinhosa e preocupada com o povo como está sendo!
- Obrigada, minha avó! – disse Margaery bastante feliz com os elogios de sua avô:
- Lembre-se que a sua popularidade pode ser a salvação de nossa casa e impedir que a ira de Jon Targaryen que caia sobre as nossas cabeças! – disse Lady Olenna:
- É claro avó! – disse Margaery aproveitando o chá com a sua avó.
A Rainha Cersei Baratheon acordou em um dia depois da noite de bebedeira e ir para cama com alguém que ela não se lembra, Lancel ou qualquer outro homem no qual sempre abria as suas pernas para ter a lealdade dele, ela acordou bem cedo e o expulsou de seu quarto somente para voltar a dormir e agora estar acordada, tem sido nessa constante em que se mantém desde que recebeu a notícia da queda de sua casa de infância, Casterly Rock; o maldito dragão a havia tomado e desde então não havia planos para tomar de volta, seu filho Joffrey aparecia com alguns planos, mas, rapidamente Cersei ou o seu pai tem que dispensar esses planos por que simplesmente são inviáveis; não há muita escolha para ela a não ser beber até cair e abrir as penar para qualquer homem, mas, hoje é diferente, ela se levantou e se preparou para a única coisa que ela estava evitando, mas, que tinha que fazer; conversar com o seu pai.
Conversar com Tywin Lannister sempre é um desafio de paciência e resistência para qualquer um e a certeza de beber muito depois da conversa, mas, Cersei como em outras vezes, estava disposta a ir até o fim em mais uma conversa com o seu pai, infelizmente não podia mais lutar por o seu filho Joffrey, ele iria se casar com a puta das flores Tyrell, mais do que nunca para garantir uma chance de recuperar Casterly Rock, mas, ainda ela podia lutar por ela mesma e garantir que ela não se casaria com o pegador de caule Loras Tyrell; Cersei tinha a certeza que preferiria estar casada com Robert Baratheon mais uma vez do que se submeter a casar com alguém que tinhas preferências de cama como Loras Tyrell.
Cersei finalmente chegou a Torre Da Mão; seu pai, agora, estava com condições para conversar, depois de dias se confinando na torre e deixando as reuniões do Pequeno Conselho em desordem, a única ordem é de seu irmão desprezível, Tyrion, mas, mesmo assim, decisões mal feitas pelo pequeno conselho que Cersei reconhece e que espera não causar muitos prejuízos nos próximos dias, mas, agora, parece que seu pai estava de volta, ainda mostrando sinais de estar abalado com as notícias, mas, capaz de exercer o seu trabalho como Mão Do Rei:
- Eu não vou desfazer o seu casamento com Loras Tyrell! – disse Tywin Lannister quando a sua filha se sentou na sua frente segurando uma taça de vinho cheia:
- Eu não vou me casar com Loras Tyrell! – afirmou Cersei com raiva e convicta:
- Você fez o seu dever com a nossa casa se tornando rainha e mais uma vez vai fazer o seu dever se casando com Loras Tyrell e amarrando ainda mais essa aliança! – disse Tywin sem ceder na sua parte – Você deve fazer isso para a nossa casa sobreviver!
- Como se isso vai mudar alguma coisa! – disse Cersei tomando um gole de sua taça – Perdemos a nossa casa ancestral e os nossos aliados nos vêm como fracos, em breve eles vão nos deixar a própria sorte!
- Nós ainda temos poder e o ouro para garantir as alianças! – disse Tywin:
- Perdemos as nossas minas! – disse Cersei calmamente, como se tentasse fazer o seu pai ver a verdade.
Tywin Lannister ficou em silêncio como se estivesse debatendo sobre como dizer as próximas palavras; enfim, parecia que havia escolhido:
- Essa guerra secaria as minas em alguns meses! – disse Tywin sério:
- Como? – perguntou Cersei surpresa:
- Não estou brincando! – disse Tywin – As minas secariam nesse ano pelo menos, por mais que tenhamos uma reserva de ouro em Porto Real, mais do que nunca precisamos nos casar com a Casa Tyrell e ter acesso ao ouro deles!
- Não precisamos deles! – disse Cersei – Podemos muito bem seguir com as reservas que temos!
- Se você acha isso, pois bem, então, esse é o seu último copo de vinho! – disse Tywin pegando a sua filha de surpresa – Abastecer você de vinho é um gasto desnecessário, não poderá trocar as suas roupas com a frequência que faz e teremos que racionar a comida!
Não são essas palavras que Cersei quer ouvir, mas, ela está ouvindo e não gostando, seu pai deixou bem claro com as suas palavras, se não casar com a Casa Tyrell, ela terá que deixar de lado alguns luxos para o bem do esforço de guerra, assim como o povo dos vários reinos que ainda são leais ao seu filho fazem, casar com a Casa Tyrell lhe garante o luxo e o sustento de suas necessidades, ela não tinha escolha, mas, a não ser que encontrasse ouro que não seja Tyrell, ela teria que se casar com Loras Tyrell, mesmo assim, acha que o casamento de seu filho com Margaery Tyrell é mais do que o suficiente para roubar o ouro deles:
- Parece que eu deixei bem claro como as coisas funcionam! – disse Tywin – Pode sair!
Cersei não esperou qualquer outra palavra de seu pai e saiu da Torre Da Mão, ela queria voltar para o seu quarto e beber mais. Ela andou pelos corredores do castelo, o seu castelo, sua casa nesses anos miseráveis ao lado de Robert Baratheon que ela suportou, mas, com a sua morte, ela se sentia livre e logo começou a fazer tudo o que queria; exercer o poder que tem como rainha, se vangloriar sobre as outras mulheres do poder que podia alcançar como mulher; ser a Rainha De Westeros, ser a mulher mais poderosa do mundo e ela foi feliz por dias e meses, mas, então o seu pai mandou o Imp para ser a Mão Do Rei e ela, novamente passou a ser presa, presa pelas regras de Tyrion que seu pai tinha imposto, suas escolhas e atividades tinham sido limitadas ao sempre desejo de seu pai de garantir o bom nome da Casa Lannister.
Cersei foi nessa linha nos meses que se seguiram com Tyrion comandando tudo, ela tinha um esforço maior limitando Joffrey de fazer qualquer coisa que chegaria aos ouvidos de seu pai e o desagradaria; é claro que ela quer que o nome Lannister seja temido e respeitado por incontáveis eras, mas, a muito, ela se deixou ser usada por seu pai para permitir satisfazer os seus planos, Cersei sentia e merecia a liberdade depois de muitos fazendo o jogo de seu pai; talvez ela ganhasse se o por um único momento em que vigiava o seu filho Joffrey; ele não tivesse dado ordens para matar Tyrion. Ela gostaria de ver o seu irmão desprezível morrer, mas, não foi isso o que aconteceu e agora, o seu pai, estava em Porto Real restringindo totalmente os seus movimentos e os de Joffrey garantindo que não aja mais erro que tragam desgraça ao nome da família e agora, ela tinha que se casar com Loras Tyrell; ela não queria se casar novamente, a não ser é claro que fosse o seu irmão, sua alma gêmea, Jaime; mas, isso não é possível e então o seu pai está empurrando esse casamento com Tyrell.
Cersei não podia aceitar isso, bastava somente Joffrey se casando com a puta da Margaery, ela já havia feito o seu trabalho e o que mais ela queria, é desfrutar a poder que lhe pertence, que é seu de direito, mas, teria de se casar e nesse momento, em que estava no seu quarto, bebendo de uma garrafa de vinho e se alimentando de carne e frutas, ela bebeu uma taça cheia de vinho em um só gole e se levantou saindo de seu quarto e indo para a única pessoa que poderia lhe ajudar, mas, pedir ajuda a ele, lhe dava nojo; teria que pedir ajuda a Tyrion Lannister, o seu irmão Imp.
Cersei havia chegado ao quarto de seu irmão Tyrion, ela entrou, para apenas encontrar ele sentado em uma cadeira na varando, apreciando o sol e na mesa a sua frente, estavam carnes, peixes, frutas e vinho, podia se ver claramente que ele segurava uma taça de vinho e parecia relaxado:
- Você veio até aqui minha irmã! - disse Tyrion – Para tirar o meu momento de relaxamento antes de enfrentar o trabalho de ser o Mestre Da Moeda!
- Você e nem eu tem o direito de relaxar! - disse Cersei – Especialmente com o nosso pai aqui!
Tyrion suspirou e colocou a taça de vinho que segurava na mesa e passou a enchê-la mais uma vez, ela a pegou e tomou um gole enquanto a sua irmã se servia de vinho:
- Tem razão! - disse Tyrion – Você e eu conhecemos o nosso pai, ele tem uma agenda para a Casa Lannister, para trazer mais prestígio, mais poder e mais riqueza para a nossa casa, ele quer um legado que ele dure mil anos!
-Eu sei disso! - disse Cersei massageando a cabeça e em seguida bebendo um gole de vinho da taça – Desde que fomos capazes de ouvir e falar, nosso pai tem nos lembrado sobre a importância do legado de nossa casa por muito tempo!
- Você teve uma conversa com ele? - perguntou Tyrion:
- Como você sabe? - perguntou Cersei curiosa:
- Você mostra que foi derrubada e agora está aqui tentando se recompor! - respondeu Tyrion – Você não viria aqui se não tivesse uma conversa com o nosso pai!
- Está certo! - afirmou Cersei – Conversei com o nosso pai, para ver se ele acaba com esse casamento que ele quer empurrar comigo com Loras Tyrell!
- Há histórias de Loras Tyrell ser um homem com preferências para outros homens! - disse Tyrion. Cersei olhou para o seu irmão azeda:
- Não são boatos, é a verdade! - disse Cersei:
- Então você terá um casamento mais difícil do que teve com Robert Baratheon! - disse Tyrion:
- É isso a que eu vim! - disse Cersei – Quero que me ajude a evitar esse casamento!
Tyrion olhou para a sua irmã:
- Você foi até o nosso pai e ele mostrou como você não pode escapar desse casamento, mesmo Joffrey se casando com Margaery! - disse Tyrion. Cersei não disse nada – Nosso pai já me disse sobre as minas de nossa casa! Ele deixou bem claro a necessidade de termos amarrados a Casa Tyrell! O seu casamento e o casamento de Joffrey;...!
Tyrion olhou nos olhos de sua irmã:
-... Sinto muito, minha irmã! - disse Tyrion – Você não tem como escapar dessa! É o nosso pai que comanda o jogo, não somos nós!
Cersei com uma cara azeda, simplesmente se levantou e saiu do quarto deixando Tyrion sozinho, ele tinha que ficar sozinho, ele tinha o seu próprio casamento com Sansa Stark para se preocupar, ele mesmo queria escapar dessa sina, mas, como ele mesmo admitiu, o seu pai tem o comando do jogo e nada do que fizer vai mudar isso, mais uma vez o seu pai decidia a felicidade dele e de sua irmã, amaldiçoou Jaime por ter escapado. Bastardo sortudo.
Stannis Baratheon abriu os olhos, as dores em seu corpo logo atingiram a sua mente, desde Batalha De Blackwater, quando, enquanto lutava, ele foi ferido na perna, um corte feio que não foi tratado direito e infeccionara, além do ferimento em seu peito que o Meistre afirma que não curou direito infeccionara em seguida o colocando em sua cama, passara os dias seguintes com bandagens em seu peito e em sua perna, sempre trocando e passando uma pasta curativa que tinha um cheiro ruim que ele não gosta; em sua cama, Stannis não tem mais nada a fazer do que meditar sobre as suas escolhas e sobre as suas derrotas e perdas, lutara uma batalha somente e perdeu a guerra e a chance de ser rei; se sentar no Trono De Ferro que lhe é direito, ele amaldiçoou a todos que estavam contra ele, amaldiçoou a si mesmo por tentar vencer essa guerra.
Desde morte de seu irmão, Robert, Stannis sabendo da verdade, sabia que todos deveriam apoiar a ele para o trono, mas, que simplesmente viraria apoiantes a seu irmão usurpador Renly, e os gananciosos e corruptos apoiando os Lannisters e também viu os idiotas apoiando Jon Targaryen; ele lutou uma vez e perdeu a guerra, enquanto Jon Targaryen lutou várias batalhas e estava ganhando tudo, Stannis apertou os seus dentes, com a força que ainda tinha por causa da infecção, até mesmo os Lannisters estavam ganhando algumas coisas, seu consolo é que Renly não lutou uma única batalha e já havia perdido a guerra, mas, antes de Blackwater, Stannis sabia que não poderia vencer essa guerra, ele não tinha o apoio suficiente para vencer, sua chance estava em tomar Porto Real e ter o apoio das Terras Da Coroa, mas, ele não arriscaria de imediato, ele esperaria o vencedor dessa guerra enfraquecer e então ter a sua chance de tomar o que é seu por direito.
O que Stannis não esperava foi o surgimento da Sacerdotisa Melisandre, de início estava incrédulo de seus poderes, mas, ela fez algo que ele nunca esperaria ver e isso convenceu a todos que estavam na Pedra Do Dragão e sem perceber, ela tinha convertido a todos para a sua religião e gritando para todos que Stannis salvaria o mundo do mal, Stannis viu isso agora, todos nós fomos idiotas, Stannis percebeu que Ser Davos foi o único com a mente no que estava a sua frente de todos, mas, Stannis não viu de início e em seguida tinha um ferimento profundo em seu peito e Melisandre estava morta, mesmo assim, Stannis não viu o que estava de verdade a sua frente e então Blackwater aconteceu e agora, Stannis sentia a sua vida indo embora para perceber o quão tolo ele foi.
Davos Seaworth entrou no quarto onde estava repousando Stannis Baratheon, nesses dias desde que voltara de Blackwater, Davos lamenta o que está acontecendo com o seu rei, ele está morrendo e longe de conquistar o que é seu por direito, Davos é claro queria sugerir que Stannis pedisse empréstimo ao Banco De Ferro como o seu próximo passo para recuperar o seu exército; mas, o seu rei estava indo de encontro para a morte a cada dia e não havia nenhum sinal de que ele se recuperaria e agora, a promessa de um reino de paz e próspero sendo erguido pelas mãos de seu Rei Stannis Baratheon estava desaparecendo.
Davos se aproximou da cama onde o seu rei estava, se lembrando do momento em que Melisandre chegou a Pedra Do Dragão, a Sacerdotisa havia chegado com promessas de poder para que Stannis pudesse conquistar o Trono De Ferro, ela o seduziu onde Stannis parecia conformado que nunca alcançaria o trono, mesmo achando que o povo o colocaria no Trono De Ferro quando vissem quem Joffrey Baratheon é de verdade; todo o reino sabe quem é Joffrey Baratheon de verdade, mas, o povo e vários lordes se voltaram para Jon Targaryen e Stannis o amaldiçoou e ele estaria conformado em apoiar o Targaryen e assim teria a Ponta Da Tempestade como deveria ter a muito tempo, mas, então a Sacerdotisa De Do Senhor Da Luz veio e lhe prometeu o poder; Stannis não recusou.
O Verdadeiro Rei De Westeros; Stannis Baratheon começou a construir apoio necessário para conquistar o Trono De Ferro, apoio de mercenários estrangeiros e de algumas casas das Terras Da Coroa e em seguida na conquista do apoio de algumas casas das Terras Da Tempestade e ele começou a guerra, somente para perder tudo, a sacerdotisa estava morta e Davos agradeceu a todos os deuses por isso, mas, Stannis estava pagando o preço com a sua vida para continuar a sua ambição; o seu desejo.
Davos assistia a tudo isso incapaz de fazer alguma coisa; Davos se ajoelhou ao lado da cama ficando na altura da cabeça de seu rei:
- Meu rei! – disse Davos:
- Davos! – disse Stannis fraco, suando pela febre – Que bom que veio!
- Fico feliz em estar ao seu lado meu senhor! – disse Davos; Stannis abriu os olhos e olhou para aquele que lhe é mais fiel:
- Eu estou morrendo Davos! – disse Stannis – Em breve me juntarei aos meus antepassados com a vergonha de encará-los!
- Você é um Baratheon de verdade; meu rei! – disse Davos – Os seus antepassados vão abraçá-lo e recebê-lo em felicidade quando estiver ao lado deles!
Stannis riu um pouco, tossindo fortemente:
- Eu devia ter feito o que é certo Davos! – disse Stannis – Fui levado pela a minha ambição!
- Você foi levado pelo desejo do que é seu por direito! – disse Davos:
- Aquela maldita cadeira de ferro, não pertence à Casa Baratheon! – disse Stannis – Eu deveria ter aceitado isso há muito mais tempo e não ter sacrificado milhares de vidas por ela! Ela não me trouxe nenhuma felicidade!
- Westeros merece vossa graça como rei! – disse Davos – Você pode trazer uma nova era de paz e prosperidade para Westeros!
- Não fale bobagens Davos! – disse Stannis surpreendendo o seu conselheiro – A guerra continuaria se eu sentasse naquela cadeira de ferro como rei! Eu vejo isso! Eu percebo isso e aceito isso; é melhor assim com a minha morte!
- Não diga isso; meu rei! – disse Davos:
- Essa é a verdade Davos! – disse Stannis – Devia ter me aliado a Jon Targaryen e estar ao lado dele, assistindo vencendo todas as batalhas que disputou, mas, ao invés disso, escutei as palavras doces e venenosas de Melisandre e me encontro em uma cama, doente, fraco e perto da morte! Jon Targaryen está vencendo tudo e conquistando o que é de seu direito desde Conquista De Aegon! Em breve, Porto Real terá a bandeira dos dragões tremulando de seu ponto mais alto!
Davos não disse mais nada, olhando para o seu rei, ele tinha que concordar com as palavras de Stannis, a guerra caminha para a vitória total de Jon Targaryen, a Pedra Do Dragão havia recebido notícias da vitória do Targaryen e de sua aliança na Westerlands, eles haviam a tomado totalmente, inclusive Lannisporto e Casterly Rock, as Ilhas De Ferro caíram para a coroa do falso rei e não mais oferecia qualquer ameaça para Westeros e se o conselho do falso rei é tão corrupto, eles estariam dividindo as ilhas entre si e agora, com o seu rei morrendo, Davos somente via que a guerra se desenharia para o embate dos Lannister De Porto Real contra os Targaryen:
- Agora, nesse momento, vejo a Casa Baratheon sendo terminada, apenas sobrando quatro filhos bastardos do meu irmão Robert e minha filha Shireen! – disse Stannis – Quando a minha morte chegar, as Terras Da Tempestade vão entrar em uma guerra civil para ver quem vai governar essas terras!
- Sua filha é a sua herdeira, ela vai comandar as Terras Da Tempestade! – disse Davos:
- Eles ainda vão lutar para ver quem vai se casar com a minha filha para governar as Terras Da Tempestade! – disse Stannis – Eles nunca vão aceitar uma mulher no comando e minha filha não tem a força necessária para provar que é capaz! Vejo uma guerra civil nas Terras Da Tempestade que podem devastar as terras por longas gerações!
- Você pode nomear um regente até que sua filha tenha parido o seu próprio filho! – sugeriu Davos:
- Posso! – concordou Stannis – Você seria esse regente, mas, diante do que aconteceu nessa guerra; os lordes das Terras Da Tempestade veriam que é mais fácil conspirar para matar a minha filha e eles próprios assumirem a Terras Da Tempestade!
- Isso é impossível, meu rei! – disse Davos surpreso com as palavras de Stannis – Você tem a lealdade dos lordes das Terras Da Tempestade!
- Não seja ingênuo Davos! – disse Stannis – Não existe nenhuma lealdade desses lordes para mim! Eu tomei a minha decisão e fiz as minhas escolhas! Essas escolhas de agora, pelo menos vai espiar um pouco os pecados que cometi!
- Meu senhor...! – disse Davos:
- Pegue aquelas cartas; Davos! – mandou Stannis. Davos ficou de pé e se deslocou até uma mesa onde estava cheia de papéis, ele voltou até a cama onde estava o seu rei e lhe entregou os papéis:
- Quatro desses papéis são cartas de legitimação, para os quatros filhos bastardos de Robert! – explicou Stannis – Elas devem chegar ao Norte! Mais uma carta que você deve mandar para a Ponta da Tempestade; essa carta indica que você será Regente Das Terras Da Tempestade até que um novo Lord Baratheon tome posse!
- Você me recompensa além do que mereço; meu rei! – disse Davos surpreso:
- É em você em que confio! – disse Stannis com naturalidade – As Terras Da Tempestade devem permanecer neutras enquanto você é regente, somente entrando em guerra se as terras forem ameaçadas! E eu tenho um pedido!
- Qualquer coisa; meu rei! – disse Davos imediatamente:
- Quando eu morrer, você deve levar a minha filha para o Norte! – disse Stannis – Para Winterfell; lá, ela estará protegida! Eu confio a sua vida a você; Davos! Cuide da minha filha!
- Eu farei isso, meu rei! – disse Davos – Eu juro pelos deuses que farei de tudo para proteger a sua filha!
Os dias se seguiram na Pedra Do Dragão, todos os habitantes esperando qualquer notícia do Rei Stannis, esperando apreensivos que a Frota Real venha para atacar e matar a todos, os dias de tensão e de espera sufocantes em que todos querem ver o inevitável, é claro que todos sabem disso, apenas estão esperando o que vier primeiro, a morte de um rei ou o ataque dos inimigos, a comida esta acabando e Davos sabe que o ataque dos usurpadores serão em breve, eles não passariam a chance de acabar com mais uma oposição, os dias seguiram e cada dia, Davos visita o seu rei vendo-o definhando a cada dia em febre, o corpo ficando mais pálido e mais fraco, não demoraria muito tempo para Davos começar a sua missão.
O Rei Stannis Baratheon está morto, inevitável, morto pela febre, seus ferimentos podres e comendo a sua carne deixando o seu corpo cada vez mais fraco e cada vez mais, a Pedra Do dragão faltando e comida, o povo a quem serviu a ele seguiria em seguida, mortos pela fome ou pelo futuro ataque da Falsa Coroa, mas, nesse momento, Davos deve preparar tudo para o enterro de seu rei e honrar os seus pedidos, nas praias da ilha, onde o Rei Stannis foi colocado deitado em um bloco de pedra negra cercado por lenha e óleo; seu corpo que mesmo com o tratamento para o enterro não conseguia esconder a palidez que adquiriu nesses últimos dias, onde Davos vestindo de negro avançou de forma calma e cerimonial com uma tocha na mão e colocou fogo na pira funerária e assistiu o fogo consumindo o seu rei, todos estavam silencio assistindo a isso, Davos viu que somente a filha de Stannis é que tinha lágrimas nos olhos.
Davos via a tudo isso na cerimônia funerária ao Rei Stannis, que de fato, ele foi bastante impopular entre as pessoas; os dias seguintes à morte do rei se seguiram, Davos já havia enviado a Ponta Da Tempestade à carta de Stannis com as suas últimas ordens, Davos jurou para a sua família que seguiria logo em seguida, mas, antes tinha que cumprir a última vontade de seu rei, ele sabia que receberia resistência da Rainha Selyse e da casa dela, a Casa Florent, mas, não importava os obstáculos, ainda cumpriria essa missão; Davos garantiu a lealdade de um dos barcos da marina da ilha onde o aguardava para a sua longa viagem para o Norte, ele seguiu pelos corredores do castelo aonde chegou ao seu destino; o quarto de Shirenn Baratheon, Davos bateu na porta:
- Pode entrar! - disse uma voz feminina dentro do quarto. Davos entrou e lá viu o único caminho que Melisandre usou para convencer Stannis Baratheon de seu poder, a sua filha, ela, a Princesa Shireen Baratheon que em sua tenra idade já enfrentou a Escala Cinza; uma doença que pode transformar a sua pele em pedra, de fato, a princesa sobreviveu à doença e ficou profundamente marcada, mas, então Melisandre veio e com o seu poder dado pelo deus dela, curou as marcas da Princesa e pela primeira vez, ele viu Stannis Baratheon sorrindo verdadeiramente e isso foi o suficiente para que o seu rei deixasse a bruxa de vermelho entrar e influenciar a sua mente com as suas palavras, mas, agora, Davos tinha um trabalho a fazer:
- Princesa; está tudo pronto? - perguntou Davos:
- Sim! – disse Shireen surgindo vestindo capa e capuz, sua coisas já foram levadas para o navio; há dias que ele conversará com ela sobre o último desejo de seu pai e agora, ela estava indo embora, ela realmente não queria deixar a sua mãe, mas, amava o seu pai e faria o que ele queria, iria para o Norte, pedir proteção, ela seguiu Davos na escuridão do castelo, seguindo em silêncio e escondido, passando por várias passagens secretas; finalmente chegaram à marina e embarcaram, na calada da noite temendo serem descobertos a cada instante, a barco se afastava cada vez mais da Pedra Do Dragão em direção ao Norte; Davos sabia que seria tarde demais quando descobrirem a falta da princesa.
Enquanto se afastavam da Pedra do Dragão, Davos via que agora, sem o rei e a princesa, não havia motivo para continuarem a lutar; somente a rainha não é o suficiente, a Rainha Selyse Baratheon não é conhecida por sua fertilidade e as esperanças de continuar a luta se repousariam em Shireen Baratheon, mas, agora, ela estava fora e certamente demorariam muito para descobrirem onde ela está e com isso, a Casa Florent desistiria de toda a sua pretensão ao trono, certamente teria uma luta interna, mas, qualquer pretensão de colocar a linha de Stannis Baratheon estava acabada.
O tempo de uma manhã estava em Porto Real, o sol brilhando no alto do céu e o clima ameno, mesmo para Porto Real onde tudo era quente e fedia muito, mas, hoje, parece que os deuses resolveram dar um folga e aliviaram o clima, especialmente com ventos leves que jogavam o cheiro ruim para fora da cidade, de qualquer forma, hoje, seria um dia especial para muitos, mas, somente um dia comum na realização dos planos de Lord Tywin Lannister, a Mão Do Rei, ele estava andando calmamente em direção o Septo de Baelor onde assistiria o casamento de seu filho Tyrion Lannister com Lady Sansa Stark e assim, garantir um acesso para o Norte se alguns de seus planos vierem a se realizar como ele quer.
Caminhando ao lado de Tywin, estava Lady Olenna Tyrell:
- Bem; senhor mão; você deve estar muito feliz com o casamento de seu filho! – disse Lady Olenna:
- Ha! Eu estou sim! – disse Lord Tywin sem um único sorriso:
- Eu posso ver! – disse Lady Olenna – Mas, tenho certeza que ficará mais feliz ainda com o casamento de seu neto com a minha neta!
- Admito! – disse Lord Tywin – Espero ansiosamente por esse casamento! Será um marco para o início de um novo século para o reinado Baratheon!
- Espero que sim! – disse Lady Olenna – Minha casa está satisfeita em proporcionar um alívio a sua casa diante do que está acontecendo nesses últimos anos!
- Tenho a certeza que minha casa vai conseguir retornar tudo aquilo que perdeu! – disse Lord Tywin Lannister com um esgar na boca:
- Tenho certeza que sim! – disse Lady Olenna – Afinal; minha casa está colocando muito ouro na sua; acreditamos que nos ajudar a alcançar os nossos objetivos em comum!
Tywin somente podia fazer uma careta de leve, sem deixar que Lady Olenna pudesse notar, é claro que ela estava somente lembrando a ele as necessidades da Casa Lannister, Tywin realmente queria muito matar Jon Targaryen e Robb Stark e jogar essa vitória na cara da Casa Tyrell; um impulso muito bem vindo para consolidar a Linhagem Lannister no trono de ferro. Eles finalmente chegaram ao Septo De Baelor, os nobres se concentravam nesse local com as suas melhores vestes e ricamente perfumados; muito diferente do resto da cidade, nesse dia com poucas nuvens e clima agradável para o casamento:
- Quem estará levando a noiva? – perguntou Lady Olenna:
- O Rei! – respondeu Tywin – Como um meio de dar maior validação ao casamento, mas, Lady Sansa insistiu em que seja eu a levá-la!
- Mas, você recusou! – afirmou Lady Olenna:
- Eu recusei! – disse Lord Tywin – Por mais que me sinta honrado em ser escolhido para levar a noiva; o rei tem que mostrar a todos que o seu término com o noivado com Sansa Stark ficou no passado e não vai afetar a relação dentro da família!
Lady Olenna aceitou as palavras do velho leão, mas, ela sabia que as relações dentro da Casa Lannister podia se resumir em inexistente, dentro daquela família somente existia a relação do momento que melhor interessasse; mesmo em sua casa; a Casa Tyrell ainda existia um relacionamento normal como em qualquer outra família. Dentro do Septo De Baelor, estavam às famílias nobres de Porto Real; além de senhores nobres das Westerlands e da Campina, Lady Olenna se dirigiu para ficar ao lado de seu filho, Lord Mace Tyrell, Lord Tywin ficou ao lado de seu filho Tyrion que tinha o seu escudeiro Podrick Payne segurando a capa vermelha da Casa Lannister onde colocaria nos ombros de Sansa Stark, Tywin pode ver a nova coroa dada ao Alto Septão; a coroa que ele deu e assim amarrando ainda mais a fé junto aos interesses da casa Lannister.
Fato que havia pontos por toda Westeros em que havia septões pregando a favor de Jon Targaryen, mas, que estavam limitados sem o apoio do Alto Septão e isso, Lord Tywin ainda queria manter, mas, agora, musica começou a tocar anunciando a entrada da noiva de seu filho Tywin, ao lado de Sansa Stark estava Joffrey sorrindo presunçoso e alegre, como se isso fosse uma piada para ele; Tywin teria que garantir que Joffrey entendesse a importância do que estava acontecendo nesse momento.
Joffrey entregou a noiva para Tyrion e o Alto Septão começou a cerimônia, Tywin assistia as palavras sendo ditas, ambos trocarem votos e Tyrion tirar a capa Stark para colocar a capa Lannister, em nenhum momento, Sansa Stark alterou a sua face que se mantinha rígida, mas, felizmente, ela fez o que foi mandando e Tywin não tinha problemas com isso e finalmente, o Alto Septão os declarou casados, agora, tinha que garantir que o seu filho odiado tivesse filhos e assim garantir o Norte, os convidados estavam saindo do Septo para a festa feita para os mais novos casados; Tywin estava satisfeito e assim, teria que trabalhar para ter a continuidade de seu plano que em breve, Jon Targaryen e Robb Stark estariam mortos.
Lord Varys assistia a esse casamento sem poder fazer nada para impeli-lo, isso estava além de seu poder e não estava gostando nada disso, ele teria que fazer algumas mudanças de percurso para evitar as falhas que poderiam acontecer; de qualquer forma, Lord Varys viu a aproximação de um de seus passarinhos, ele parou, esperando que este chegasse perto e novas informações que foram sussurrados nos ouvidos de Lord Varys; que o deixaram animado e ao mesmo tempo apreensivo; sabia que no momento em que falar dessas notícias para Lord Tywin Lannister, ele se concentraria exclusivamente em seu rei, mas, tinha que fazer o seu trabalho para manter as aparências, Lord Varys se aproximou discretamente e sussurrou nos ouvidos de Lord Tywin Lannister sobre a morte de Lord Stannis Baratheon; claramente, Lord Varys o viu que Lord Tywin estava tentando conter o sorriso, hoje para os inimigos foi um dia especial, a morte de mais um opositor; concorrente direito ao trono de Joffrey Baratheon, Stannis Baratheon e o dia em que Sansa Stark se tornou a Loba De Vermelho.
