Nenhum personagem da Saga me pertence.
- O casamento foi tão bonitinho *-* Peço desculpas por não ter postado no dia prometido, mas para ter acesso à internet, eu preciso ir até uma lan house na cidade... Pois é, meu pai resolveu que era MELHOR morar no meio do mato! =O Vou dar um jeito de arrumar um 3G, mas espero que compreendam esse atraso... Boa leitura e me desculpem também, mas achei esse capítulo meio água com açúcar haha'
Tudo Pode Melhorar
Não me importa como ela vai agir amanhã ou depois, eu vou aproveitar enquanto durar.
.
{R_POV}
- O que você está fazendo aqui? - ela perguntou, surpresa.
- Bom dia para você também. - sorri de lado, mas cuidei para plantar meus pés no chão e não tentar agarrá-la ali mesmo. - Como o tal do Jared ficou com seu carro, eu vim te buscar.
- Na verdade...
- Kate, vamos? - o metidinho apareceu logo atrás dela e ela me sorriu sem graça.
- Ele veio mais cedo para me trazer o carro. - ela explicou e eu respirei bem fundo. - Mas eu vou com você.
- Bom dia, Cullen. - ele sorriu como se fôssemos melhores amigos de infância, ou coisa do tipo.
- Dia. - respondi, perdido em pensamentos sobre ele.
Talvez Kate estivesse certa e ele apenas a considerasse uma amiga, uma vez que já tinha namorada. Mas é difícil confiar nas pessoas, ainda mais quando elas são do mesmo sexo que o seu e você entende bem o que pode se passar pela cabeça dessa pessoa. Se fosse eu em seu lugar, mesmo com namorada, não ia conseguir manter meus olhos longe de Kate.
Deixei para repensar nisso mais tarde e abri a porta para Kate. Já na escola, eu podia ver a confusão borbulhar na mente das pessoas que nos viam chegando juntos. Nunca haviamos feito aquilo antes.
- Odeio os holofotes. - Kate resmungou.
O burburinho das fofocas nos acompanhou durante toda a manhã. Eu não tinha muitas aulas com Kate, mas tentava imaginar como ela estava lidando com tudo aquilo. Não conseguia me concentrar nas aulas porque só conseguia pensar em Kate e nos beijos que trocamos; eu ia pirar desse jeito! Mas eu queria sempre mais e era difícil ficar longe dela.
Quando o sinal para o almoço tocou, caminhei lentamente para o refeitório e me deparei com uma situação da qual eu poderia tirar um bom proveito: Kate andando com a cabeça baixa e, vindo em sua direção, estava Julie rodeada pelas líderes de torcida.
Desviei das pessoas rapidamente e me aproximei por trás de Kate, puxei seu braço e com a outra mão, guiei seu rosto a vir de encontro ao meu. Quando a beijei, Kate derrubou a mochila em cima do meu pé, mas não me importei, continuei até a hora que o ar nos faltou.
- O que foi isso? - ela murmurou, vermelha como um tomate ao ver que quase todo mundo no corredor tinha parado para ver nossa ceninha.
- Julie. - expliquei e Kate olhou para Evans que, fazendo cara feia, parecia a personificação do diabo.
Kate apertou os olhos em minha direção, pegou a mochila e marchou para o refeitório, sem dizer mais nada e me deixando confuso. Ao chegar lá, vi que ela estava sentada sozinha em uma mesa no canto mais afastado e segui até lá.
- O que houve?
- Você acha que pode me usar como bem entender, Black? - só a menção do meu sobrenome já me indicou que ela estava furiosa.
- Como assim?
- Você se aproveitou para fazer ciúmes para Evans. - ela olhou em meus olhos. - Você só me beijou para se exibir e não porque era isso o que você queria!
Ah, maravilha!
{E_POV}
Assim que Bella e Renée seguiram Carlisle, que mostraria a casa à elas, Esme me olhou de canto em silêncio.
- Manda. - suspirei.
- O que houve com o rosto da garota, Edward?
Expliquei à minha mãe tudo o que tinha acontecido em Forks desde que eu chegara lá pela primeira vez. Contei sobre tudo o que passamos e como James era insuportável. Não fiz questão de esconder dela a dor que senti ao perder Bella por duas vezes e, logo em seguida, perder nossos bebês. Enquanto eu ia prosseguindo com a narrativa, Esme ia abrindo a boca cada vez mais, mas sem nunca me interromper, algo que agradeci internamente.
Tirei todo aquele peso massacrante de minhas costas ao compartilhar tudo, e quando percebi que Esme continuava com a boca aberta, subi seu queixo com delicadeza.
- Eu não poderia sequer imaginar isso! - ela murmurou para si mesma e se ajeitou nas cobertas. - Edward, vocês todos passaram por coisas horríveis!
- Sinceramente? Eu acho que o pior foi saber que aquele... Imundo acabou com a felicidade de Isabella. Mãe, você não pode nem imaginar como ela ficou mal naquele hospital... - fechei os olhos ao me lembrar de Bella deitada naquela cama de hospital e com agulhas por todo o corpo. - E ainda tem aquele pai dela...
- Você se demitiu mesmo?
- Vou ouvir um sermão por isso? - perguntei, arrancando um pequeno sorriso de seus lábios. - Antes que diga "sim", entenda que eu não podia continuar trabalhando para aquele homem. Tudo o que ele disse e tudo o que fez, foi para separar a filha de mim e entregá-la ao Hastings. Eu não ia suportar.
- Não estou te julgando, meu amor. Acho que fez o certo.
Esme tossiu um pouco, mas logo voltou a sorrir e pediu que eu fizesse companhia à Bella e à mãe.
- Logo eu saio dessa cama e quero ver quem vai ficar parado! - ela riu. - Vou por ordem nesse barraco de uma vez por todas!
- Essa é a Esme Cullen que eu conheço. - sorri todo bobo com sua disposição.
- Ah! Já ia me esquecendo: nesse fim de semana, Alice e o marido chegam em Londres! Eles vão ficar aqui por uns tempos antes de voltarem para o Texas.
Ouvi pacientemente sobre todos os seus planos para quando colocasse o pé para fora da cama. Esme voltava a irradiar vida aos poucos e eu não conseguia ficar triste perto dela.
Procurei por Bella e a encontrei encarando os quadros que haviam no corredor. Seus olhos brilhavam de curiosidade e ela passava os dedos pelas molduras, com um ar de admiração. Encostei no batente da porta e fiquei observando ela por alguns minutos, reparando em cada detalhe que eu podia: Como seus cachos começavam a se formar, como o nariz era um pouquinho empinado, a curva perfeita dos lábios... A maneira como o vestido se dispunha em suas curvas... Os dedos longos e delicados...
- Você é linda. - murmurei, ainda preso por aquela imagem encantadora.
Ela me olhou e corou, o toque definitivo para deixá-la com um ar gracioso.
- Pare de me encarar! - ela riu, colocando a mão no rosto e o cobrindo.
Me aproximei com uma lentidão exagerada e comecei a tirar cada um de seus dedos que me impediam de ver seu rosto. Quando tirei o último, me inclinei para beijá-la. Era preciso. Eu precisava de seu toque depois de tanto tempo, uma vez que nossa noite naquele hotel fora a última vez que eu a toquei como um homem à procura de um carinho que apenas uma mulher poderia proporcionar.
- Edward... Estamos no corredor! - ela riu e afundou o rosto em meu peito.
Olhei para os lados e tive uma surpresa: Jéssica e Tânya paradas no último degrau da escada e nos metralhando com os olhos. Grande hora!
- É, Edward... - fez Tânya com desprezo. - Vocês estão no corredor!
{B_POV}
Retesei ao ouvir aquela voz nasalada e insuportável. Já não bastava ter de aturá-la em Forks durante o casamento de Alice? Céus!
- Sim, estamos. - Edward concordou, calmo.
- Eu soube que você já tinha chegado e vim toda feliz, esperando matar as saudades e você... Você está aí...! - olhei em sua direção e fiz uma careta ao ver seu biquinho de criança birrenta.
- Bom, já matou as saudades. Boa tarde. - ele sorriu com educação e me puxou pela mão.
Tive vontade de sorrir ou mostrar a língua para a loira morango, mas me contive em apenas seguir Edward pelo longo corredor e deixar as duas para trás.
- Onde vamos?
- Conhecer seu quarto. - ele deu de ombros.
Minha mente nada inocente imaginou todos os possíveis significados em conhecer um quarto e eu corei involuntariamente.
Ao entrar, eu tive uma bela surpresa: havia uma cama de casal de tamanho descomunal, um closet e mais alguns móveis de mógno. Tudo reluzia com simplicidade e com um toque acolhedor. Tinha mais alguns quadros de Edward e foi aí que reparei melhor nos objetos. Tudo pertencia à ele.
- O que significa isso?
Apontei para um taco de baseball pendurado na parede e tratei de ler a placa que tinha logo abaixo: "Edward Anthony M. Cullen, Campeão do Torneio de Baseball do London High School".
- Hm, corpo de atleta. Explicado. - murmurei para mim mesma e ele pigarreou, corando de leve. Uma coisa muito agradável para se apreciar, devo dizer. - Todas essas coisas são suas...
- Você não esperava que eu fosse deixá-la ficar no quarto ao lado, esperava? - ele me olhou chocado. - Eu não ia aguentar passar todas as noites imaginando como você está!
- Seria no "quarto ao lado", Edward! E eu estaria dormindo.
Ele abaixou os olhos, levemente desapontado.
- O que foi? - perguntei, andando até ele.
- Você não quer dividir o quarto comigo?
Eu quase ri do seu biquinho levemente infantil, mas que o deixava com uma imagem arrasadoramente excitante.
- Seus pais deixariam? - ele fez que sim com a cabeça. - Isso é bem estranho. Não somos casados.
- Por enquanto... - ele pontuou e eu senti uma alegria indescritível tomar conta do meu ser e preencher aquele vazio horrível por alguns instantes.
Eu fiquei sem reação e ele percebeu meu momento de hesitação, como se lesse todos os meus pensamentos e entendesse cada uma de minhas expressões. Compreendendo, também, meus medos e meus sonhos... Estávamos ligados de um jeito assustador para mim. Mas um jeito bom.
- Isabella Cullen... - ele testou o nome e sorriu como se aprovasse, meu coração acelerou ainda mais. - Não pense que eu vou deixá-la sair de minha vida novamente. Jamais pense que eu vou abrir mão de você, mocinha.
- Vai me manter por perto? - ri.
- Por perto? Não... - ele me contemplou por uns instantes: - Eu vou mantê-la colada à mim!
Para provar que falava sério, ele me abraçou bem apertado, não deixando espaço algum entre nós dois. Eu senti carinho, proteção, conforto e acima de tudo isso, eu senti carência em seu toque. Santo dia em que o médico nos envergonhou ao dizer que eu precisava me manter sob "quarentena" e que não podia ter relações com o homem que eu amava.
- Acho que posso aguentar mais alguns dias... - sua voz era um leve murmúrio, mas que me deixou em dúvida: eu tinha expressado meus pensamentos proibidos em voz alta?
- Parece que você está sob tortura, Cullen.
- Acredite: Eu estou.
Ele sentou na poltrona que tinha perto da maior janela e me chamou para sentar em seu colo. Foi bom ficar deitada ali contra seu peito enquanto ouvia histórias sobre o coisas que ele e Alice tinham aprontado quando ainda eram pequenos. Coisas que ficaram marcadas, dias que eles quase mataram provocaram ataques cardíacos em Esme e Carlisle. Ele me contou sobre seu melhor amigo: Emmett McCarty e que também trabalhava para o meu pai.
- Aquele é capeta em pessoa... - ele riu baixinho, como se perdido em pensamentos hilários. - Uma vez fez Alice ficar envergonhada na frente de um garoto que ela gostava. Até hoje os dois ainda brigam quando se veem.
- Alice... Sinto falta dela.
- Vai poder matar as saudades, então.
Ele me explicou que Alice estava vindo com Jasper e que dentro de alguns dias eu poderia abraçar a ambos.
- Ela não está furiosa comigo?
- Bella, Alice vai entender, tenho certeza.
Não sei ao certo quanto tempo permanecemos abraçados daquela maneira, mas quando abri os olhos, vi que já estava escuro lá fora e Edward também tinha caído no sono. Seu rosto estava sereno, mas às vezes murmurava meu nome e chamava por nossos filhos. Meu coração apertou e eu me obriguei a ir lavar o rosto no banheiro e procurar pelos outros moradores da casa, certamente já devia estar na hora do jantar e nós estávamos sumidos. O que iriam pensar?
Quando cheguei na sala de jantar, guiada pelas vozes e risadas, me deparei com uma cena deprimente: Tânya Denali com uma taça de vinho nas mãos, rindo e conversando com a tal Jéssica.
{K_POV}
Para ele deve ser normal chegar por trás, lascar um beijo de tirar o fôlego de qualquer pessoa e depois dizer com toda a naturalidade do mundo que foi por que a "perseguidora psicótica" estava nos encarando!
Eu estava com tanta raiva, que preferi me manter afastada de qualquer pessoa do colégio. Resolvi contar carneirinhos apenas para passar o tempo - uma vez que eles não me davam sono e eu não tinha intenção de ouvir qualquer um dos meus pensamentos - e, ao chegar no quadragésimo nono, Robert apareceu na minha frente, arruinando a imagem dos meus lindos carneiros.
- Você só me beijou para se exibir e não porque era isso o que você queria! - respondi depois que ele fez cara de desentendimento.
- Achei que você quisesse mostrar à ela que estávamos juntos. - ele respondeu, dando de ombros.
- Eu sequer tive tempo de pensar em Evans, porque estava mais ocupada com pensamentos mais prazerosos. - corei ao admitir.
- E quem foi que disse que eu não queria te beijar? - dizendo isso, ele se sentou ao meu lado e estendeu uma mão para mim. - Não seja tão teimosa, Kate.
- Você me usou. - repeti apenas por repetir. Na verdade, gostaria que ele me "usasse" mais vezes.
- Céus! Você é pior que...
- Que você? Não creio. - sorri de canto sem pegar sua mão que ainda estava estendida.
- Em teimosia, ninguém ganha de mim. Isso é de família. - ele concordou.
Sua mão circundou minha cintura e me puxou para perto de si, onde me aninhei com satisfação. Pelo canto do olho pude ver Farah e Nicole me fuzilando com os olhos e as ignorei.
- Você não está arruinando sua reputação? - perguntei.
- Se eu estou? Eu consumei minha ruína no momento em que te beijei no corredor!
- Isso é ruim?
Robert ficou em silêncio por um longo tempo e eu já estava convencida de que não receberia resposta alguma.
{E_POV}
Acordei por sentir que o peso sobre minhas pernas e o peso escorado em meu peito haviam sumido. Abri os olhos e não encontrei Bella no quarto, tampouco ela estava no banheiro.
Uma sensação ruim me invandiu e eu me lembrei que já havia sentido isso quando ela me abandonara naquele quarto de hotel que ficava na beira da estrada. Cerrei os punhos e me concentrei melhor em pensamentos genuinamente bons.
Céus, estávamos em Londres. Ela não tinha mais motivos para fugir de mim! Eu estava apenas agindo como um maluco inseguro.
Lavei o rosto com calma e vesti outra camisa, tentando desacelerar cada gesto meu. Ao chegar no corredor que dava para a sala de jantar, ouvi a voz de Tânya e suspirei, abatido.
- É apenas por dó, queridinha. Acredite em mim, eu conheço Edward Cullen "muito bem"!
Entrei e vi Tânya apontando um dedo diretamente para Isabella. Jéssica parecia insegura com algo e... Minha Bella estava com os olhos cheios de lágrimas. Meu peito doeu ao ver ela fragilizada daquela maneira, mas não entrei de imediato na briga, queria antes saber o que estava acontecendo ali. Bella suplicou com o olhar e eu resolvi me meter.
- Tenho certeza que me conhece, Denali.
{R_POV}
- Isso é ruim? - sua voz inocente me pegou de surpresa.
Primeiro agradeci por ela estar olhando para as pessoas no refeitório e não avaliando minha reação. Talvez essa pergunta fosse mais importante do que todas as outras que eu já me fizera.
Talvez, essa pergunta fosse a chave. A resposta que definiria meus sentimentos por Kate Wellington.
Eu não era mais o garanhão de Forks, não era mais frio e não sentia falta disso. Minha reputação foi pelo ralo, mas quem se importava com isso? Eu certamente não.
- Não, Kate. - respondi e ela virou para me encarar. - De maneira nenhuma me arrependo.
- Você está falando sério? Não é um tipo de brincadeira? - ela parecia incerta e colocou a mão sobre minha testa. - Está com febre?
- Você sabe que eu não brincaria com isto.
- Sei?
- Kate, você sabe que eu gosto muito de você, certo?
Ela arregalou suas orbes verdes e parecia surpresa demais para formular qualquer frase.
- Pois saiba que gosto. Muito. - admiti.
Como eu disse: Águinha com açúcar. Entediante, em outras palavras. Mas apenas por que meu pai tem uma aversão à tecnologia e não me deixa passar mais de meia hora em frente ao meu notebook e não me deixa livre para escrever os capítulos. Puxem a orelha dele por mim! Estou - literalmente - no fim do Brasil! Pelotas é complicado e eu prometo que ao longo dessa semana eu dou um jeitinho de driblar meu "papito".
Reviews:
Lorrane: Muito obrigada por cada palavra. De verdade! Ergueu meus ânimos!
Jana Pepita: É uma coisa que me faz bem, por isso o esforço não é grande e eu adoro a forma de retribuição! *-* Você já deixou recado sim, não sei em qual capítulo, mas tenho certeza que já te vi por aqui! :D
Janice: Eu não diria "sofrimentos", mas nem tudo vai ser exatamente um mar de rosas. kkk'
Vitoria: Para escrever sobre essa enrolação entre a Kate e o Rob, eu acabo me baseando em mim mesma! hahaha Eu sou a pior enrolona que podes imaginar! o.O' Beijinhos!
Linii iih: Logo a Bellinha vai mostrar as garras :D Fica tranquilinha, flor. Me desculpa a demora do post T.T
Nanny: Logo eu vou pra Sorocaba, relaxa!
Priscila Cullen: NÃO BRINCA, MENINA! Veterinária? *-* Eu comecei a fazer esse ano e também amei! Você está em que ano? hehe'
Lu Bass: Obrigada pelos elogios... A partir de agora terão coisas mais lights :D
Lyka: Eu achei tão linda as fotos dos labradores que tem na net *o* Realmente cute cute!
Drik's: Obrigada por tudo, Driene, tem sido uma força e tanto! Adoro suas reviews e quando tiver tempo, respondo elas direitinho num e-mail bem bonitinho, Ok? =)
Para responder à algumas perguntas que várias de vocês fizeram:
1 - Meu pai casou sim. Depois de doze anos que está junto com essa minha "boadrasta" :D
2 - Eu fui a madrinha e me comportei direitinho!
3 - Ele queria que eu fosse a "daminha de honra", mas fala sério! Eu não tenho mais tamanho pra isso! kkk
4 - Eu acho que é uma coisa boa... Eles se amam bastante e são felizes juntos e eu adoro os dois *-*
5 - Lyka, nenhuma mulher gosta de revelar a idade, mas... Vou abrir uma exceção! Não é para ninguém rir, mas eu ainda vou fazer dezoito aninhos apenas no fim do ano :O
Acho que respondi todas... Se eu esqueci de uma, me avisem.
Não fiquem furiosas com esse capítulo tosquinho e não me abandonem! Juro que eu vou voltar com algo decente, só não posso prometer a data do post. (Será antes de domingo que vem!)
Beijinhos e até lá... ;*
