Capítulo 28 – Final feliz.
Jasper.
Foi o rosto da pessoa que vi. A minha primeira lembrança da minha vida como vampira. Ele estava em meu futuro – eu sempre soube que ele era para onde minha vida seguia. Sempre, sempre, sempre.
Não demorou a eu sentir braços da mesma temperatura que meu corpo, me enlaçando. Quando olhei melhor, era o meu louro perfeito, o meu vampiro. O meu Jasper. Passei meus braços em volta de seu pescoço, e dei um beijo em seu pescoço. Sentiria saudades do toque gelado dele, e de seus lábios igualmente gélidos. Ah, se eu sentiria.
Mas agora eu o teria para sempre, gelado ou não. E isso era muito satisfatório. Ou até melhor que isso.
- Me desculpe. – ele disse, olhando em meus olhos. Eu pude ver marcas em seu corpo. Meia luas tomavam conta de seu corpo pálido, o que me assustou um pouco. – Eu não queria ter feito isso, Alice. Mas não tive escolha. Não queria te perder. – ele beijou minha testa.
- Não se desculpe, Jasper. – sorri para ele. – Você fez o certo. Mesmo que isso tenha mudado minha vida. – e continuei sorrindo. Após isso, franzi o nariz. Um cheiro horrível estava vindo na nossa direção. Meu nariz ardeu. – Mas que cheiro é esse?
Jasper ficou quieto por alguns segundos, depois olhou para o lado. Olhei na mesma direção que ele. Havia um corpo espatifado no chão. Corpo moreno e musculoso – e eu já imaginava quem era. Aquilo, apesar de tudo, doeu meu coração que já não batia mais.
- Jacob? – perguntei e olhei para ele.
- Edward o seguiu, e o matou ainda hoje. – Jasper suspirou. – O corpo está aí apenas para enfeite. – ele olhou para mim. – Eu mesmo quis arrancar a cabeça dele, acabar com ele, por ele ter feito aquilo com você. Foi rude demais da parte dele. – ele suspirou pesadamente.
- Mas eu estou bem agora. – murmurei, fazendo um cafuné na sua cabeça. Minha garganta ardeu enquanto falei. Acredito que nessa hora eu já estaria lacrimejando de dor se fosse humana. Soltei um gemido de dor fraco, mas Jasper já levantou o rosto para mim.
- Estás com sede. – não foi uma pergunta. Ele se levantou e me puxou pela mão, me trazendo para mais perto dele. – Cuidado. Estás forte demais.
- Mais forte que você? – reluzi. – Mais forte que o Emmett?
- Sim. – ele afirmou. – Agora vamos. Carlisle quer conversar com você depois. Explicar as regras. Mas antes disso, vamos caçar. Sei o quanto é insuportável a ardência nos primeiros tempos. Você vai ser sedenta de sangue por algum tempo.
- Por quanto tempo vou ser sedenta de sangue? – perguntei, andando ao lado dele para mais dentro da floresta.
- Uns dez anos, para mais. – ele suspirou. – Mas para quem tem a eternidade, dez anos não é nada. Acredito que passará muito, muito rápido. Mas até lá, você já vai ter se acostumado... Ou já teria autocontrole alto o suficiente para não atacar humanos.
- Mas é claro. – eu ri. Ele de repente parou e me girou, me puxando para ele. Nossos rostos ficaram há milímetros de distância. E sem agüentar o pequeno espaço que nos separava, eu o beijei.
.:.:.:.:.:.:.
- Alice Brandon-Hale! – Bella berrou na grande mansão. Seu grito histérico ecoou por toda a casa, possível de fazer todas as paredes tremerem, as janelas quebrarem e os quadros caírem. – Não invente de fugir! Venha cá, agora! – ela berrava. – A igreja nos espera, o Padre nos espera, todos nos esperam, droga!
Suspirei alto. Eu teria que sair daquele banheiro uma hora ou outra. Eu sabia disso. Abri a porta do banheiro e Bella estava em frente ao mesmo, furiosa.
Já se passavam alguns anos desde que me transformei. Uns três, para ser mais sincera. E nesse tempo, por incrível que pareça, eu consegui aprender a me controlar perto dos humanos, mesmo que eles tenham cheiros tentadores. Apenas ataco animais.
Nesse meio tempo, eu e Jasper passávamos a maior parte do tempo juntos. Sempre conversando e em geral, caçando. Não queria arrumar problemas para os Cullen.
Eles haviam abdicado do trono e entregado para um outro vampiro, que ficaria mais algum tempo até também abdicar do trono. Era assim que as coisas funcionavam. Seu nome era Don Sebastian. Ele governaria a Inglaterra por um grande período.
Agora morávamos em uma mansão um tanto longe da cidade. Mas todos os Cullen ainda mantinham contato com vários outros conhecidos.
É claro que na hora de sair do castelo, eu senti um grande aperto – sentiria, provavelmente, uma enorme falta de Angela, agora casada com Ben; de Mike, que também está casado, com uma garota cujo o nome era Alice também, uma nova criada no castelo. Tiveram um bebê no ano anterior, era um lindo menino lourinho de olhos azuis, igual ao pai. Até mesmo de Jessica e Lauren, mesmo que elas sejam o veneno em pessoa.
Mas chegou o certo dia, que eu conseguia me controlar, e que Jasper achou realmente que era a hora. Ele havia me pedido em casamento.
Queria tornar isso oficial. Ele precisava disso. E eu também sonhava botar uma aliança dourada no dedo, ou melhor, que Jasper a botasse. E esse dia chegou.
Eu estava nervosa. Estava com medo de tropeçar na barra do vestido branco – que Bella fez questão de mandar encomendar com Paul -, e cair no chão, pagando o maior mico. Afinal, meus primeiros dias como vampira foram os piores. Só veio tombos.
Estava com medo de falar coisas erradas, ou acabar dando um branco na hora de falar os votos. Porque também, Esme e Rosalie fizeram questão de fazer uma cerimônia grande, com direito à maior festa da Europa. Sem falar na lua de mel, que Jasper inventou de ir para uma ilha deserta, que Carlisle comprou para Esme.
Ouviu?
Ele comprou uma ILHA para Esme.
UMA ILHA.
Ninguém compra uma ilha para a esposa. Ninguém mesmo. Mesmo que a ame mais do que qualquer coisa do mundo. Mas Carlisle deu.
- Vai demorar para sair desse banheiro? – ela me perguntou.
- Vou. – suspirei. – Eu estou nervosa. Tenho medo de tropeçar na barra do vestido e cair, de falar coisas erradas, ou de fazer qualquer besteira que não dê certo e acabe com a cerimônia inteira. Você sabe da minha sorte. – olhei para ela com olhos tristes quando abri a porta do banheiro.
Bella suspirou: - Eu também me senti assim no dia do casamento com Edward. Mas, não se preocupe, cunhadinha. – ela sorriu para mim e botou a mão na minha costa. – Após isso, você estará em seu refúgio feliz com o Jasper. Apenas você e ele. – ela me acompanhou até o quarto, onde ela terminaria de fazer algumas coisas. – Aliás...
- O que foi, dessa vez?! – perguntei em voz alta. Quando ela fala "Aliás..." significa que não é coisa boa.
- Você já tem uma coisa nova, uma velha, uma azul e uma emprestada? – ela me olhou. – E precisamos botar já o vestido.
- Bem... Eu tenho a coisa emprestada. – apontei para os brincos que Rosalie havia me emprestado. – A coisa velha. – apontei para a tiara que Esme me deu. – E a Azul. – apontei para o colar de miúdos topázios azuis impregnados. Era prata puro, com as pedras de topázio azul. Era lindo. Desta vez, Carlisle me deu de presente de casamento adiantado.
- Falta a nova. – Bella sorriu de orelha à orelha. Ela correu até uma gaveta do guarda roupa, e eu não soube explicar o que ela estava a pegar por lá. Até que ela veio com uma caixa enorme, cinza, escrito "Para Alice". – Abra. – ela me entregou.
Olhei para a caixa, desconfiada. O que seria que Bella me daria? Do jeito que ela era, era impossível não desconfiar que fosse algo muito... Malicioso.
Fechei os olhos e abri a caixa. Quando retirei a tampa, jurei poder engasgar.
- Isabella Cullen! – berrei. – Você me deu uma... Uma lingerie?! – berrei novamente.
- Oh, é uma nova. – ela fez uma cara triste. – Vamos lá Alice, você não pretende ir para a lua de mel com uma calcinha de pingüim e sem sutiã, certo? – ela me encarou. Eu realmente não havia pensado nisso.
- O que você tem contra pingüins?
.:.:.:.:.:.:.
Eu saí do banheiro trajada com a lingerie branca de renda. Não sabia dizer que marca era, mas aparentava ser caríssima, pelo material que foi feito. Ninguém faz lingeries de renda, pelo amor de Deus!
Era um tomara que caia branco, também de renda, apenas com um pequeno pedaço de malha para tampar o bico dos seios. A calcinha era igual. A malha servia como tapa-sexo, mas o resto era completamente de renda. Eu estava me sentindo uma daquelas moças de cabaré.
Por cima, eu usava o vestido de noiva que Bella mandou fazer para mim. Era branco, longuíssimo. Era preso no pescoço, por trás do mesmo, e as costas não eram nuas, mas a barra de cima batia um pouco abaixo das axilas. Era de seda, branco, com um pouco de purpurina.
O sapato era um de salto, igualmente branco, mas havia uma pequena rosa no meio dele, como enfeite. Eu pude jurar que estava linda – mais do que já era. Eu poderia virar narcisista por causa de minha beleza. Minha pele tinha ficado mais branca do que já era, meus cabelos ficaram mais brilhosos – apesar de não terem a mesma vida de antes – e meus olhos, depois de apenas caçar animais, ficaram dourados, iguais ao de Jasper.
- Vamos, Alice. – Bella me disse, me carregando para fora da mansão. Uma grande carruagem preparada apenas para casamentos – branca, com dourado – nos esperava na frente da grande mansão azul bebê dos Cullen. Atravessamos o grande jardim até ela e entramos. Bella trajava um vestido rosa bebê, quase que branco, com um laço na cintura, e uma flor no canto. Havia uma calda enorme.
Havíamos combinado que Bella seria a madrinha, e Renesmee – com agora, seus supostos quinze anos de idade – levaria as alianças, e seria a daminha de honra. E falando na mesma, ela estava sentada ao lado de Bella, e já estava há alguns minutos nos esperando na carruagem. Ela estava linda.
Seu vestido era branco, igual o meu, mas para o tamanho exato dela. Seus cabelos eram cor de bronze, iguais ao de Edward, ondulados até perto da cintura e com uma franja. Seus olhos eram cor de bronze, como os cabelos de Edward. Seu rosto parecia de uma boneca de porcelana. Pele levemente rosada, porém também branca. Havia citado que ela era meio vampira?
A carruagem começou a andar em direção há igreja, que ficava há quinze minutos dali. Senti borboletas voarem no meu estômago.
- Eu estou nervosa, de novo. – murmurei. Bella me olhou e sorriu.
- Tente ver o futuro, ver se vai cair ou não.
Não deixava de ser uma boa idéia. Fechei os olhos e procurei por alguma cena minha caindo no chão. Nenhuma. Nada que pudesse acontecer de ruim na cerimônia, nem na festa.
Já na lua de mel, eu apenas queria surpresas. Mesmo que eu não pudesse me permitir a isso, minhas visões não permitiam e viviam me atrapalhando.
Ah, sim. O meu dom é de ter visões do futuro. E eu pensando que não teria nenhum dom!
Minutos depois, a carruagem parou em frente à grande igreja em estilo gótico – cinza clara, enorme, com grandes vitrais coloridos, que iluminavam o local todo – apesar de não ter sol naquele dia, e sim, estar nublado. As portas estavam abertas, e de lá, pude ver a decoração. Flores e flores, e mais flores!
Não estava lotada, mas havia um bocado de gente. Acredito que talvez minha família esteja lá. Pois eu os convidei.
Saí da carruagem e me ajeitei perto da porta da igreja. Logo ouvi a marcha nupcial, e se eu fosse humana, poderia corar naquele momento. Bella entrou na igreja rapidamente, agora acompanhada com Edward, que em uma velocidade incrível, atravessou a igreja inteira e chegou na porta. Eles entraram juntos, sorrindo. Estavam lindos! Poderia jurar que eram eles que estavam se casando, se não fosse meu vestido branco e pomposo.
Meu pai já estava ao meu lado, também. Ele sorriu para mim, vermelho. Usava um terno cinza escuro que havia comprado.
- Você está linda. – ele sussurrou.
Eu assenti com a cabeça, agradecendo.
De longe, avistei os olhos dourados de Jasper. Ele sorriu quando me viu na porta da igreja, e com Renesmee entrando e jogando pétalas de rosas, eu entrei, segurando no braço de meu pai.
- Me segure para não cair, pai. Por favor. – pedi-lhe.
Ele riu baixo. Me segurou firme.
- Eu pensei que faria algo bom te mandando para cá, para trabalhar no castelo dos Cullen. – ele suspirou. – E acho que errei.
- Por que achas isso, pai? Eu estou feliz!
- Sei que estás. Mas sou muito ciumento em relação a ti, e sentirei muito sua falta, ainda mais agora que saberei que não voltarás tão cedo... – ele engoliu a seco. – Eu e sua mãe ficamos surpresos quando disse que ia casar, três anos depois de termos mandado você para cá, para pagar as dívidas.
- Carlisle foi muito bom em relação a isso, pai. – eu sorri para ele. – De certa forma, ele não deveria permitir que seu filho, que é um príncipe, se case com uma criada. Mas eu e ele estávamos muito envolvidos. Nunca imaginávamos que íamos acabar assim.
- É. Nem eu. Pensei que se casarias com o garoto que morava perto de nossa casa, por aqui. Aliás, ele está aqui. – meu pai sorriu e eu arregalei os olhos. – Acalme-se, filha. Ele está casado. Apesar de ainda ser apaixonado por você. Ele está arrasado ao saber que você casou. Mas mesmo assim quis vir.
- Ele é masoquista. – afirmei.
Meu pai riu novamente. O som da marcha nupcial aumentou, invadindo meus tímpanos insuportavelmente. Detestava sons altos em algum lugar. Mais tarde, mesmo que eu não fosse humana, minha cabeça latejaria. Afinal, não sou uma vampira normal. Eu tenho um dom. E isso ajuda bastante a ter uma pequena parte da vida humana. Há, há, há.
Andei lentamente segurando no braço do meu pai e com Renesmee na frente, que sorria para todos e jogava as pétalas de rosas brancas, vermelhas, amarelas e rosas pelo grande tapete vermelho. Um estrondo foi escutado do lado de fora, e pude ver a chuva cair pelos vitrais coloridos e gigantes. Ao final do tapete vermelho, Renesmee seguiu até perto dos pais. Meu pai soltou meu braço e pegou minha mão e a beijou.
- Seja feliz, meu anjo. – e deu um sorriso fraco para mim. Seu bigodinho grisalho levantou-se, formando um sorriso em seus lábios. Logo ele olhou para Jasper e fez uma careta. – E cuide bem do meu tesouro, garoto.
- Cuidarei. – Jasper sorriu. Senti a calma emanar no local. Jasper estava usando seu dom. Olhei um pouco para as pessoas atrás de mim e avistei minha mãe, com cabelos castanhos e lisos compridos, com Cathy ao seu lado. Ela aparentava estar com uns treze anos. Minha mãe sorriu para mim e acenou levemente. Eu sorri para ela.
Senti o braço de Jasper enlaçar no meu, e seus lábios tocarem meu rosto. Olhei para seus grandes olhos dourados e jurei poder corar naquele momento.
A cerimônia se passou na maior calma. Jasper agindo novamente ao sentir que haviam pessoas furiosas, chateadas, ou qualquer coisa do tipo. Até eu estava calma! Por sorte, acabei por não fazer nenhuma besteira.
Na hora dos votos, Jasper declamou as palavras mais lindas, e ainda por cima citou alguns sonetos de Shakespeare. Eu apenas disse palavras bonitas, mas nada comparado ao que Jasper disse.
No fim, nos beijamos. Era apenas um selinho. Ele riu baixo quando nos separamos e ouvi todos baterem palmas. Seguimos para fora da igreja, e senti pessoas jogando arroz em nós.
Recebemos alguns cumprimentos de pessoas queridas. Abracei meus pais. E deixamos todos ir até a festa que todos os outros Cullen haviam organizado.
Olhei novamente para o anel dourado que brilhava no meu dedo. Agora eu era oficialmente, a esposa de Jasper Whitlock Hale. Isso me deixou eufórica.
Pegamos nossas malas rapidamente na nossa casa e saímos com um grande carro escrito "Recém Casados" no porta-malas. As latas que Bella havia deixado presas bateram insuportáveis na calçada, até seguimos para o Píer, onde um grande barco um tanto que grande nos esperava.
Não demorou muito até chegarmos na Ilha Esme. Não era tão longe da Inglaterra. Quem sabe uns vinte minutos?
Desembarcamos na areia. Jasper deixou nossas malas dentro do barco que viemos, e me pegou no colo. Pulou do barco e rapidamente me levou até dentro da grande casa branca com cinza claro. Ele me carregou no colo até o quarto, onde caímos juntos na cama e rimos baixo. E quando nos olhamos, não hesitamos em nos beijar. Foi um beijo calmo. Carinhoso. Doce. Naquele momento, fui ao céu e voltei. Nunca havíamos nos beijado dessa forma, desde que talvez o dia que me transformei. Ele dedicava sua atenção toda a mim, e mal ficávamos aos beijos. Porque não éramos de nos beijar muito. Ele mantinha uma certa distância de suas presas com a minha pele.
Mas agora isso não é mais problema. Não mesmo. Porque agora somos vampiros, e estamos juntos, para sempre. Sempre. E sim, o "para sempre" do final feliz existe para nós. Na nossa fábula encantada, no nosso conto-de-fadas, na nossa história de amor. Na nossa eternidade. Eu seria sempre dele, e ele seria sempre meu.
E à partir daquele momento, de corpo e alma.
Fim.
Bem, chegamos ao final da fic. Quero agradecer a todos que leram - mesmo sem ter comentado, eu agradeço, mesmo assim -, a todos que mandaram reviews, e fizeram com que eu ficasse cada vez mais feliz, cada vez mais motivada em escrever essa fic. De fato, fora triste terminá-la, pois Alice e Jasper é o meu casal preferido, e desde que comecei a ler Twilight, eu sempre quis escrever algo sobre eles. E quando eu começava, sempre ficava idiota demais. Porém, por fim, eu consegui escrever algo que agradasse à vocês.
Peço mil desculpas pelos acontecimentos idiotas, capítulos idiotas, erros de português, e afins. E sobre vocês, só tenho o que agradecer, mesmo! Espero que tenham gostado realmente da história, dos personagens, e tudo mais. Agradeço à todos que acompanharam-me desde o primeiro capítulo, e sempre comentando e dando opiniões. Gente, eu amo vocês, mesmo. Vocês me deram um motivo concreto para eu continuar essa fanfic - porque geralmente, eu abandono elas na metade, ISAHIUEASHIUEASHSUEAIHIU. Obrigado mesmo.
E até a próxima!
Jennyp Zero.
