Observações: Essa fanfiction foi inicialmente traduzida por Nate e Mariana. Atualmente está sendo traduzida por Irene, Laisa, Laysa, Larissa e Letícia com colaboração de Illem e Jéssica.
Disclaimer:
Twilight e seus personagens pertencem a Stephenie Meyer. Wide Awake, cookies e únicornios pertecem a AngstGoddess003.
Capítulo 28. Coconut Confession Confections- Confissão de Coco Confeitado
EPOV
Maldito silêncio. Me mexi desconfortável em meu assento de couro, fazendo minha jaqueta de couro ranger alto enquanto Esme e Carlisle me examinavam do outro lado da mesa dentro do seu escritório com os lábios franzidos. Bella se mexeu ao mesmo tempo, congelando para olhar para mim do assento ao meu lado. Ela parecia merda de desconfortável também.
Ela tinha obviamente se trocado e tomado banho depois de ter chegado em casa. Eu estava um pouco atrasado, tendo que deixar Jazz na sua casa antes de ter que vir para casa e ser submetido a todo esse maldito... silêncio. E tudo que eu podia escutar na minha cabeça era o som de grilos cantando. Esme estava sentada na cadeira de escritório de Carlisle enquanto ele ficava de pé ao lado dela, ambos olhando entre mim e a minha garota como se nós fossemos algum fudido experimento cientifico que deu errado.
Suspirei quietamente e virei minha cabeça para olhar Bella de novo. Ela não estava com seu capuz, ao invés estava vestida com um grande moletom. Eu acho que estava sendo lavado ou alguma merda. Maldito sangue. Seu nariz e olho estavam roxos e levemente inchados e ela mordia o lábio para o silêncio a nossa frente. Era meio ridículo, o jeito que eles estavam nós encarando. E fazendo a minha garota desconfortável. Como se ela precisasse mais daquela merda.
Com um descontente rolar de olhos, percorri o pequeno espaço entre nós e peguei sua mão do seu colo, segurando firmemente enquanto nossas mãos ficavam soltas entre as cadeiras de couro desconfortáveis. Ela virou a cabeça e sorriu para mim enquanto eu a massageava com o meu dedão. Eu tentei transmitir todo o meu amor por ela enquanto olhava intensamente dentro seus olhos cansados, tentando relaxar sua rígida postura com todo o meu carinho. Ela relaxou em seu assento, sua cabeça virando para encarar novamente as figuras paternais.
Eles estavam de boca aberta encarando a porra do espaço entre as nossas cadeiras. Como se nós tivéssemos tirado todas as nossas roupas e começado a fuder na mesa na frente deles ao invés de só segurar mãos. Eu não soltei. Eu achava que nossa proximidade já estava merda de obvia até ali.
Carlisle abriu sua boca, chamando a minha atenção, mas então ele fechou novamente e ficou encarando nossas mãos com as sobrancelhas franzidas. Eu apoei o cotovelo do meu braço livre no braço da cadeira, apoiando minha bochecha na minha mão e batucando minha cabeça com o meu dedo indicador.
Esme foi a primeira a finalmente falar. "Como. . ." Ela disse, encarando as nossas mãos. Eu não me movi da minha posição já que eu já estava antecipando essa porcaria de pergunta em particular que ela estava tentando perguntar.
Bella suspirou profundamente ao meu lado. "Você quer saber por que ele pode me tocar?" Ela disse com sua horrível rouca voz, o que me fez merda de acariciar sua mão com meu dedão mais firmemente. Aquela merda parecia dolorosa. Esme concordou, finalmente quebrando seu olhar das nossas mãos para encontrar o olhar cansado de Bella. Minha garota apertou minha mão de volta, então eu mexi minha cabeça na minha palma para olhar para ela. Ela se endireitou em sua cadeira, levantando o queixo e trazendo os ombros para trás. Toda crescida. Eu pensei presunçoso, merda de amando quando ela fazia aquela porra. Ela olhou diretamente nos olhos de Esme enquato eu assistia sua postura confiante da minha palma. "Ele é diferente." Ela murmurou, apertando a minha mão e virando seu rosto para olhar de volta em meus olhos. E ela parecia orgulhosa pra caralho daquele fato quando ela me olhou amorosamente, não dando a mínima merda que ela tinha que contar a eles. E eu só sorri de volta para ela, porque eu amava que eu sou diferente também, cacete.
Movi minha cabeça na minha palma para olhar pra Esme. Suas sobrancelhas estavam franzidas e seu olhar virou para mim, me examinando ainda mais com seus olhos, provavelmente tentando encontrar a diferença. Eu decidi esmagar essa linha de pensamente rapidamente. "Eu simplesmente sou." Eu disse um pouco ríspido quando a mera idéia de tentar explicar a eletricidade me fez encolher internamente. Essa merda é particular entre minha garota e eu. E mesmo que eu quisesse explicar, eu provavelmente não podia.
Ela pareceu surpresa com o meu comentário, e insatisfeita com a resposta, mas eu resolvi manter esse assunto em particular fechado. Eu disse a ela com meus olhos que esse era um tópico para discussões futuras. Eu odiava ser um canalha com ela, mas tinha muitas perguntas que eu não podia responder, e muitos assuntos que não seriam tocados. Esse era só um deles.
Carlisle se mexeu ao lado dela, ganhando minha atenção, ele olhava para mim com um suspiro desaprovador. Ele limpou sua garganta. "A quanto tempo vocês dois tem..." Ele deixou pairando, olhando para nós curioso.
Amigos? Confidentes? Parceiros de sono? Quase amantes? Eu não tinha certeza de como responder seu olhar interrogativo. Nem fudendo eu ia deixar esse suspeitarem do nosso acordo, e eu realmente não queria tocar no assunto do nosso relacionamento também. Não até eu contar a minha garota que eu a amo e que nós resolvermos tudo por nós mesmos. E já que nós não éramos o único casal no cômodo escondendo merda, eu decidi usar isso.
Eu sorri torto para o Papai C. do meu lugar, ainda com a minha bochecha na minha palma e segurando veemente a mão da minha garota. "Nós nos conhecemos aquela vez que você viajou a negócios." Eu repliquei presunçoso, amando a porra do jeito que seus olhos se arregalaram momentaneamente a menção. "Você sabe." Dei de ombros casualmente, mudando meu olhar para Esme. "Você dois." Eu disse em um tom significativo.
E estão Esme merda de corou e afastou o seu olhar do meu para o topo da mesa. Eu engoli a vontade de rir, vendo a semelhança entre ela e minha garota conforme seu rosto se tornava mais avermelhado. Então era a vez de Carlisle se mexer desconfortável.
Eu peguei essa janela de oportunidade. "Estamos terminados aqui?" Eu perguntei, finalmente removendo minha cabeça da minha palma e me endireitando na cadeira. Eu tinha merdas a resolver. "Eu tenho certeza que Bella iria gostar de algum tempo para relaxar." Acrescentei, virando minha cabeça para olhar para minha garota que estava sorrindo docemente. Eu acariciei sua mão um pouco mais firmemente, sentindo a necessidade de trazer até meus lábios e de beijar sutilmente. É claro que nem fudendo eu iria fazer. Não na frente deles. Isso iria trazer a pergunta que eu não podia responder ainda.
Os olhos de Carlisle se arregalaram. "Ah sim! É claro." Ele exclamou, mudando seu olhar para a Bells. "Por favor me perdoe por te segurar. Eu tenho certeza que eu posso continuar essa conversa com o Edward sozinho." Ele deu a porra de um olhar bem expecifíco pra mim, que me fez querer grunhir de novo. Ele queria fazer essa merda agora. Bastardo impaciente. E eu podia ver nos olhos de Esme quando ela olhou para a minha garota que ela estava pensando a mesma coisa. Eles iam dividir e conquistar.
E eu não podia permitir a eles a oportunidade de perguntar aquela pergunta até que eu pudesse falar com a minha garota.
Eu suspirei e passei os dedos da minha mão livre pelo meu cabelo. "Seria bom pra caralho ter um momento sozinho com a Bella antes." Eu disse frustrado, enfatizando a palavra 'sozinho'. Ele só queria apressar o traseiro dela pra fora da porta e me perguntar todas as merdas que ele não tinha coragem de perguntar na frente dela. Esme me deu um olhar mortal por alguma merda de motivo depois que eu perguntei de detrás da mesa.
Carlisle franziu os lábios e olhou para Esme com uma sobrancelha arqueada. Ela parecia pensativa quando olhou para Bella interrogativamente. Eu quase ri quando percebi que ela estava perguntando a minha garota se tinha alguma merda de problema ficar sozinha comigo. Bella concordou entusiasticamente, claramente tão impaciente quanto eu para ter algum tempo sozinhos.
Esme balançou a cabeça para Carlisle, e fez menção de se levantar e sair do escritório, mas eu parei ela.
"Nós estaremos lá fora." Eu informei eles conforme me levantava na cadeira de couro desconfortável, trazendo minha garota comigo.. Eu não esperei por nenhuma confirmação e a conduzi pelo escritório e pelas escadas. Ela seguiu atrás de mim quietamente ainda segurando a minha mão.
Eu a conduzi até o gazebo. Por que era o nosso território neutro. O nosso próprio meio termo. Era diferente durante o dia quando você realmente podia ver a clareira e o rio com perfeita claridade. Assim que nós estávamos na plataforma, eu me virei para Bella e a agarrei pela cintura, a levantando para sentar na mesa encarando o rio e o por do sol e para que seu rosto ficasse nivelado com o meu.
Ela parecia aliviada pela privacidade conforme eu ficava no meio da suas pernas e afastava seu cabelo úmido do seu rosto machucado. O laranja do pôr do sol atrás das nuvens coloria seu rosto em um tom de rosa lívido que a fazia parecer muito menos fudida do que eu sabia que ela realmente estava. E eu estava com medo que o seu cabelo úmido a estivesse fazendo ficar com frio sem o seu capuz, então eu removi minha jaqueta e coloquei em volta dela, jogando sobre seus ombros.
"Como você se sente?" Eu sussurrei conforme segurava minha jaqueta na frente para que o vento não a atingisse.
"Cansada principalmente." Ela murmurou, olhando nos meus olhos e deslizando seus braços pelas mangas, e basicamente nadando na minha jaqueta já que ela era tão mais pequena. Fiz uma careta, percebendo que nós não poderíamos dormir por pelo menos até daqui a cinco horas. Ela baixou seu olhar até seu colo e começou a puxar as mangas para cima, brincando com seus dedos. "Mas eu já tive pior." Ela me olhou por debaixo dos cílios. Mas não era um flerte ou alguma merda dessas, parecia muito mais como raiva.
E apesar de eu estar feliz pra caralho por ver ela ficar com raiva da situação ao invés de triste, eu não queria iria por ali. Então eu mudei de assunto. "Vai ser a merda da Inquisição Espanhola depois." Eu disse a ela honestamente, pegando as mãos do seu colo nas minhas.
Ela balançou a cabeça em compreensão. "Eu já tive um gosto disso no caminho de casa no carro com a Esme." Ela murmurou com um pequeno sorriso, balançando a cabeça. "Eu posso ter usado a minha condição como uma distração." Ela riu roucamente. E eu dei a merda de sorriso, amando a minha garota um pouquinho mais por ser tão astuta. Ela fez uma tentativa de limpar sua garganta dolorida antes de olhar para mim com uma expressão triste. "Foi muito pior do que as outras vezes." Ela resmungou baixinho. E o jeito que ela estava olhando nos meus olhos parecia que ela estava implorando para que eu entendesse, caralho. "E eu estou tão agradecida por você ter me encontrado." Ela sorriu deprimida, apertando a minha mão na dela firmemente. "Mas eu lamento muito que esta causando tanto problema para nós." Ela fez uma careta.
E eu parei aquela merda ali mesmo. "Besteira. Foda-se todas aquelas pessoas." Estreitei meus olhos para ela, meio que ofendido que ela tava se desculpando por isso. "Eles não importam. Eles podem perguntar todas as malditas perguntas que quiserem." E se não quiséssemos responder a eles, nós não tínhamos. Eu suavizei minha expressão e olhei dentro dos seus grandes olhos castanhos enquanto eu libertava uma mão, usando para mover uma mecha do seu cabelo úmido da sua testa. "Eu faria de novo na merda de uma batida de coração." Eu disse honestamente. E eu realmente iria.
Ela sorriu docemente para mim conforme eu me inclinava para pôr meus lábios sobre o dela sutilmente e gentilmente, com medo de machucar seu rosto. Acariciei sua pequena bochecha cautelosamente, pegando seu lábio inferior entre os meus e mergulhando em todo a nossa estranha eletricidade conforme eu sugava gentilmente.
Me afastei ligeiramente, deixando nossos lábios entreabertos pairando uns sobre os outros para que nosso lábios estivessem mal se tocando, e abri meus olhos para olhar para ela. E a minha garota tava me olhando com tanto amor em seus olhos castanhos pra cacete, que eu decidi que era finalmente hora de mostrar pra ela o meu. "Porque eu te amo pra caralho." Eu sussurrei honestamente contra seus lábios, olhando intensamente em seus olhos para mostrar para ela o quanto eu estava sendo honesto.
Eu senti ela inspirar profundamente conforme eu mantinha meu lábios contra os dela e assistia seus olhos se arregalarem com o peso da minha confissão. E então aconteceu, caralho. A beleza do pôr do sol atrás de mim empalideceu em comparação a ela quando todo seu rosto se iluminou com a porra do seu sorriso. E o jeito que seus olhos brilharam com merda de felicidade me fez sorrir de volta contra ela. Era ainda melhor do que eu tinha imaginado na manhã de Natal conforme o espaço entre nós se tornava impossivelmente mais eletrificado com todo o esplendor da minha garota.
Ela jogou seus pequenos bracinhos em volta do meu pescoço e pressionou nossos rostos juntos, esmagando seus lábios aos meus, ainda sorrindo, porra. Eu tentei beijar ela de volta um pouco mais gentilmente, ainda com medo de machucar seu nariz, apesar que ela parecia não dar a mínima pra aquela merda naquele momento. Eu ri contra seus lábios, me afastando do seu aperto mortal. Porque tinha algo que eu estava morrendo pra fazer, e agora eu finalmente podia porra.
Eu levantei uma mão para a gola da minha camisa e mergulhei dentro, retornando com a corrente de prata em volta do meu pescoço que segurava o anel claddaghs que a minha garota tinha me dado. Eu deslizei para fora e puxei do meu pescoço, amando a porra do jeito que seu rosto se iluminou ainda mais com a idéia do que eu estava preste a fazer. Ela estava quase pulando na mesa de pic nic quando eu desatei a corrente com um sorriso e tirei o anel de lá.
Eu nunca movi meu olhar dos seus olhos brilhantes conforme eu deslizava meu anel no dedo anelar da mão direita, com o coração virado para o meu corpo, bem do jeito que deveria ser usado quando alguém capturou a merda do coração de quem usa. E eu sabia, por que eu tinha ido no wikipedia olhar aquela merda naquela tarde. Eu sorri largamente enquanto ela vibrava mais de entusiasmo e esmagava meu rosto de novo no dela. Ainda sendo merda de descuidada com seu nariz conforme nós sorriamos contra os lábios um do outro, tentando segurar por tempo o suficiente para dar um beijo descente.
Eu me afastei com outra gargalhada, mais do que satisfeito com a sua reação.
Suas bochechas eram grandes e vermelhas, e seu imenso sorriso provavelmente estava machucando seu rosto um pouco, mas ela não se importava. Algum movimento por de trás do seu ombro me alertou, mudando meu olhar do seu rosto e de volta para as casas onde Esme e Carlisle estavam parados entra elas. Merda de esperando. Bella lentamente virou sua cabeça para seguir meu olhar sobre seu ombro. Quando ela virou de volta seu sorriso tinha sumido de um jeito que me fez querer fazer uma careta e merda de dizer a ela que eu a amo de novo. Eu não pude ver por tempo suficiente.
Ela mordeu o lábio. "O que nós vamos dizer quando todo mundo perguntar o que nós somos?" Ela murmurou incerta.
Eu me afastei do meio da suas pernas e a segurei pela cintura, ajudando ela a descer da mesa, e a estabilizando quando ela deslizou um pouco. Eu peguei sua mão na minha e nos virei para as casas onde nossos pais estavam esperando. Eu virei minha cabeça pra olhar para ela do meu lado, ainda me olhando com uma expressão incerta e mordendo o lábio. "Fale pra eles pararem de serem uns intrometidos de merda ou seu namorado vai enfiar o pé por seus traseiros." Eu sorri.
E o sorriso imediatamente voltou, todo grande pra caralho e fazendo seus olhos se iluminarem com o prazer de me escutar me chamando de seu namorado. Eu sorri de volta e conduzi minha garota pra fora do gazebo; feliz pra caralho que agora ela realmente era minha garota, em todo o sentido da palavra.
Ela acariciou o anel no meu dedo em sua mão enquanto nós fazíamos o nosso caminho pelo jardim, parando quando nós alcançamos Esme e Carlisle que estavam nos observando ainda mais curiosos. Ela tirou a minha jaqueta e me entregou com um olhar sabido. Porque nós sabíamos que eles não iam conseguir arruinar a porra do nosso humor conforme nós sorriamos, andando de volta para nossas casas para encara a porcaria de Inquisição Espanhola.
Emmett estava esperando por nós na porta quando nós entramos, parecendo frustrado quando Carlisle passou por ele. "Alguém pode me contar que merda está acontecendo?" Ele perguntou em um choro irritante do caralho.
Eu rolei meus olhos e subi as escadas atrás de Carlisle. Lidar com Papai C. era ruim o suficiente, eu ia deixar Emmett conseguir sua informação com Brandon ou alguma merda assim. Ele grunhiu frustrado para as nossas formas em regresso conforme nos chegávamos ao topo das escadas sem divulgar nada.
Eu retornei pro lugar que eu tinha sentado antes enquanto Carlisle pegava sua cadeira. Aparentemente quando Bella não estava aqui, ele não tinha problema em falar.
Assim que ele estava sentado ele descansou seus antebraços na mesa a sua frente, se inclinando na minha direção e fechando suas mãos juntas. "O que ela é pra você?" Ele perguntou sem rodeios. Nesse tipo de caso nós normalmente tínhamos uma política de sem besteira. Apesar que normalmente a situação eram normalmente envolvendo uma suspensão ou uma prisão.
E eu não tinha problema nenhum com a política de sem besteira desde que essa questão em particular estivesse envolvida. Pelo menos não agora. "Ela é minha garota." Eu disse honestamente com um dar de ombros casualmente. Sem besteira.
Carlisle franziu os lábios e queimou o seu olhar no meu. "Namorada?" Ele perguntou ceticamente. E eu não tinha a mínima idéia porque ele estava sendo malditamente cético, como se a idéia que eu tivesse uma namorada fosse tão merda de difícil de acreditar. Eu rolei meus olhos e balancei a cabeça confirmando. Apesar de gostar muito mais de chamar ela de minha garota.
Ele suspirou e concordou, se recostando em sua cadeira com m olhar de pavor em seu rosto conforme se tornava um pouco pálido. "O quão serio é?" Ele perguntou em um tom cauteloso que claramente sugeria que ele estava com medo da resposta.
Rolei meus olhos para ele de novo, pegando um palpite para sua implicação. "Eu não tô comendo ela se é isso que você quer dizer." Eu murmurei, balançando a cabeça.
Ele soltou um grande suspiro de alivio conforme a cor voltava pro seu rosto e ele relaxava na cadeira mais. Eu tentei engolir todas as ofensas na sua sugestão. Porque eu merda de sabia que não seria a primeira vez que vai ser implicada.
Parecendo bem mais relaxado e casual, ele pegou a sua bola de extress promo Flobox e começou a apertar, olhando para o teto com uma expressão pensativa. "É um pouco estranho que você pode tocar nela." Ele franziu os lábios para o teto. E eu conhecia aquela merda de olhar. Ele estava interresado na mecânica da coisa toda, e eu não ia por aí, então eu mantive minha boca fechada. Ele mudou seu olhar de volta para mim, cuidadosamente. "Eu não sei porquê vocês dois estavam escondendo, e eu não vou perguntar." Ele disse com um olhar compreensivo. E eu quase sorri para ele, por que é claro que ele não ia me perguntar. Porque assim eu ia perguntar a ele.
Ele continuou me olhando cuidadosamente. "Foi no dia de Ação de Graças não foi?" Ele perguntou com um pequeno sorriso. Franzi minhas sobrancelhas me questionando de onde ele estava tirando essa conclusão, então percebi que tinha sido a primeira noite que eu dormi. E caralho, ele percebeu a minha diferença no humor. Balancei a cabeça pra ele, deixando ele, acreditar que nós ficamos juntos aquele dia. Ele sorriu para mim com compaixão. "Ela deve ser uma grande garota para ter esse tipo de efeito em você." Ele riu, balançando a cabeça. Eu concordei de novo. Ele realmente é uma grande garota. Mesmo que fosse o sono que me fez mudar tão drasticamente, ela tinha haver com tudo.
Ele olhou para o teto de novo conforme eu relaxava mais no meu lugar, espalhando os meus pés na minha frente e me afundando mais ainda para ficar mais confortável. Porra de cadeiras de couro desconfortáveis. Inclinei minha cabeça para trás e esperei o próximo round de perguntas.
"Você já tinha visto ela passar por algo como aquilo antes?" Ele perguntou curioso e obviamente tentando investigar um pouco mais sobre nós.
Com um suspiro profundo, eu decidi dar a ele um pedacinho do que ele estava procurando. "Uma vez." Respondi, mechendo no descanso para braços da cadeira. "Depois que ela descobriu que podia me tocar, ela tentou com Emmett no refeitório." Eu dei de ombros, deixando de fora exatamente como ela descobriu que podia me tocar. Nem fudendo eu podia contar isso a ele. Balancei minha cabeça para a memória dela tentando isso em Emmett. "Foi estúpido pra caralho." Eu murmurei desapontado.
Ele me olhou pensativo um pouco mais enquanto apertada sua bola de stress casualmente. "E foi um episodio menos severo." Ele disse mais como uma declaração do que uma pergunta. Imagino que Emmett já tinha contado pra ele sobre aquilo.
Em balancei a cabeça confirmando. "Yeah." No momento parecia severo, mas nada comparado com a merda que eu vi hoje. "Apesar, eles são frequentemente referidos como 'Estranhos Colapso Emocional' no corpo estudantil." Eu usei aspas aéreas, decidindo que o termo do Jazz era mais adequado do que só 'episodio'.
De repente, Carlisle se endireitou na cadeira, abaixando sua bola de stress e olhando para mim com um expressão sombria que me alertou do seu modo médico. "O que Bella tem não é algum ocasional colapso." Ele replicou em um tom que meio me chocou, caralho. Eu não acho que ele sabe o suficiente sobre sua condição para realmente dar alguma merda para as semanticas. "É um severo Transtorno de Stress Pós Traumático acompanhado por um stress induzido de Afefobia." Ele adicionou com sobrancelhas erguidas. Eu merda que só fiquei olhando pra ele. Porque eu não tinha a mínima porra de idéia do que ele tinha acabado de falar. Eu fiz uma nota mental de pesquisar toda essa merda depois. Eu quase pedi a ele para escrever essa ultima palavra para mim.
Ele relaxou de volta em seu lugar, parecendo que realmente acreditava que eu tinha entendido seu diagnostico. "E o que aconteceu hoje foi muito mais." Ele balançou a cabeça seriamente. Eu tinha que rolar a porra dos olhos pra ele, por que eu sabia que era, e seu rosto cresceu impossivelmente mais grave. "O que aconteceu hoje foi um traço, um pingo de histeria, e uma breve colher do transtorno psicótico."
Eu me endireitei na cadeira conforme minha visão virava vermelho para sua massiva maldita sugestão ofensiva. "Ela não é uma merda de psicótica." Eu grunhi pra ele.
Ele soltou um suspiro profundo. "Eu não estou dizendo que ela é psicótica, Edward." Balançou a cabeça. "Mas ela descreveu seu episodio no seu caminho para casa." Ele continuou sombriamente, enquanto eu cerrava meus olhos para ele, ainda nada satisfeito que ele estava chamando minha garota de psicótica. "Ela perdeu noção da realidade, é a ciência."
O encarei enquanto agarrava o descanso para braço. "Bella não se encaixa em alguma ciência. Ela não é alguma maldita experiência cientifica, ela é um ser vivo, respirando e com sentimentos." Grunhi raivoso.
Ele levantou as sobrancelhas para mim ainda mais. "Ela te contou que ela pensava que Forks era um fruto da sua imaginação?" Ele questionou. Eu lentamente franzi minhas sobrancelhas e balancei a cabeça. Ela nunca chegou a me contar toda a maldita historia. E eu não dava a merda. "Ela acreditava mais na suas ilusões do que na realidade." Ele deu de ombros, como se fosse só a porra de um fato que ela estava psicótica por causa disso. Eu o encarei ainda mais e ele jogou suas mãos no ar na defensiva. "Eu só estou tentando fazer você compreender a seriedade do caso dela, é só isso."
Eu bufei. "Eu conheço ela melhor do que você pensa." Eu respondi convencido. Ele estava agindo como se eu a tratasse como uma garota normal ou alguma merda. Eu relaxei no meu lugar um pouco, questionando o que Papai C. iria dizer se eu dissesse o quanto eu sou similar ao crescente psicótico caso da porta ao lado. Talvez eu pudesse tocar outras pessoas, mas eu tinha pesadelos onde eu perdia noção da realidade também. E estava me perguntando se ele seria tão fudidamente rápido para chegar a essa conclusão aí. Eu não era a porra de um completo Homem das Cavernas ou algo assim.
"Percebi." Ele murmurou baixinho. Então ele fez uma careta. "E por favor, tente controlar seu linguajar, especialmente perto de Esme e Bella." Ele implorou. Eu rolei meus olhos e concordei. Eu me senti compelido a lembrar do gesto de abrir porta.
"Aquele pequeno evento no ginásio hoje foi bem impressionante." Ele disse em um estranho tom apreensivo. Arqueei uma sobrancelha para ele, questionando por que ele ainda estava fazendo tanto caso dessa merda. Ele me olhou desculpando-se. "É só que esse breve episodio psicótico normalmente afeta pacientes por dias, ás vezes até semanas." Ele explicou enquanto me olhava incrédulo.
E eu meio que fiquei de boca aberta olhando pra ele, não querendo considerar um 'psicótico' nenhum, ainda assim estremecendo com a idéia da minha garota tento que lidar com algo tão fudidamente violento por semanas.
Ele riu do meu choque. "Sim, você vê agora? Se você não tivesse ajudado ela, ela estaria totalmente sedada em um hospital nesse exato momento." Ele replicou, parecendo presunçoso sobre toda a coisa.
Franzi os lábios e as sobrancelhas pensativo. Eu estava feliz pra caralho que eu a trouxe disso, mas também estava tentando combinar as nossas semelhanças. Eu estava pensando que se ela não tivesse vindo no Ação de Graças, se eu teria acabado sedado em um hospital também. Por que realmente, eu não tinha a mínima idéia.
Carlisle se reclinou na cadeira, tirando seus óculos e esfregando seus olhos. "Há algumas coisas que você deve saber sobre Bella antes de continuar com isso, Edward." Ele suspirou, colocando seus óculos na mesa. Como se ele pudesse me dizer alguma coisa que me mandasse correndo pela merda dos limites da cidade. Bufei e balancei uma mão para que ele continuasse, reassumindo minha posição confortável conforme eu afundava na cadeira e espalhava minhas pernas casualmente.
Ele limpou a garganta e se inclinou sobre a mesa, reassumindo sua pose de médico, e ainda parecendo porra de presunçoso. "Condições como de Bella são incrivelmente imprevisíveis. Eles podem melhorar em seu próprio tempo, ou com a terapia apropriada..." Ele parou, franzindo as sobrancelhas para o topo da mesa. "Apesar que eu fui informado que cada obvio método tem sido mal sucedido no passado." Ele murmurou balançando a cabeça para o topo da mesa pensativamente antes de olhor de novo para mim. "Bella tem recusado qualquer tratamento para sua condição, e tem escolhido se encolher de toques e ir. É bem provável que ela nunca melhore." Ele ergueu as sobrancelhas, olhando para mim na expectativa.
E eu merda de bufei para ele. "E daí?" Eu disse simplesmente, sabendo que nós éramos ambos fudidos, e que as chances de eu melhor eram merdas impiedosas também.
Ele suspirou com um balançar de cabeça para a minha dispensa ao seu aviso, se reclinando em seu lugar, e fazendo o irritante negocio de exame de novo. Eu continuei a mexer em um pedaço do descanso para braços enquanto ele franzia os lábios para mim. "Você fala com ela sobre isso?" Ele perguntou, em um quieto tom sugestivo.
Cerrei os meus dentes, e olhei para longe dele, olhando para fora da janela do seu escritório.
Ele limpou sua garganta baixinho, mas eu merda de me recusei a encontrar seu olhar. "Eu sei que você não vai falar sobre isso comigo, Edward." Ele suspirou conforme eu comecei a mexer no descanso de braço ainda mais, porra de desconfortável em até estar discutindo uma discussão sobre isso. "Talvez seja pelo que aconteceu com ela?" Ele tentou. Fiz uma careta para o mencionado e cerrei meus dentes mais apertado, ainda me recusando a encontrar seu olhar e mexendo no descanso para braços ruidosamente com meus dedos. "Você pode falar com ela sobre o incêndio, não pode?" Ele sussurrou, em um voz persuasiva.
Eu imediatamente parei de mexer no couro, mudando meu olhar para ele com um aceno forçado, e merda de rezando que a minha confirmação tiraria ele das minhas costas sobre isso.
BPOV
Eu andei até a porta com Esme me sentindo ridiculamente eufórica, apesar do dia de merda que eu estava tendo. Mas claro que, quando Edward Cullen te diz que ele está apaixonado por você e que ele é seu namorado, isso meio o que tende se a acontecer.
Desde a volta pra casa, no carro, com Esme; eu tinha antecipado aquela pergunta dela. Ela queria saber o que ele era pra mim. E com um grande esforço para dar a ela uma grande parte da minha honestidade, depois de toda sua preocupação para o acontecido, falei pra ela sobre o que aconteceu no chão do ginásio, usando minha condição para fugir da sua pergunta. E é claro, isso funcionou. E também passei a maior parte do caminho para casa me desculpando muito e assegurando ela que eu estava bem.
Eu estava muito exausta da coisa toda, e realmente impaciente para que dez da noite chegasse, para que eu pudesse ir para cama com o Edward. E meu nariz estava doendo bastante, doendo tanto que me machucava até dar um sorriso. Não que isso pudesse me deter.
Segui Esme até a sala onde Alice estava esperando no sofá. Quando ela me viu chegando, ela sorriu para mim docemente. E eu me senti uma verdadeira merda por preocupar todos. Eu lhe mandei um pequeno sorriso de volta e fiz meu caminho para sentar do lado dela.
"Alice querida?" Esme chamou da porta. "Nós vamos precisar de suplementos." Ela disse, enquanto eu a encarava curiosamente. Alice se animou e assentiu entusiasmadamente, pulando do sofá para a cozinha. Esme tirou sua jaqueta, olhando para mim com uma expressão preocupada. "Como você está se sentindo? Você precisa de algum remédio agora?" Ela perguntou docemente. Chacoalhei minha cabeça enquanto eu cruzava minhas pernas em estilo indiano no sofá. Elas só me deixariam mais cansada. Eu tinha que esperar até estar com Edward para isso. Ela assentiu para mim e começou a tirar seus sapatos, para ficar mais confortável.
Me senti como se talvez elas tivessem algum tipo de tradição quando elas tinham perguntas como essas. Então estava imaginando se elas já tiveram uma situação parecida como essa. E quando Alice veio saltitante para a sala com um pote de sorvete, três colheres, e um grande cobertor, sendo arrastado pelo chão com uma caixa de lenços junto, minhas suposições estavam confirmadas.
Assim que Esme ficou confortável, ela sentou de estilo indiano no cobertor – que estava estendido no chão – com Alice, olhando para mim com expectativa. Encarei a cena com muita diversão. Elas pareciam tão sérias, sentadas no cobertor na forma mais clichê. Como duas garotas querendo ir direto para o que interessa, e então talvez fazer a mão uma da outra depois de tudo. Isso era como a Bonita em Rosa versão da Inquisição Espanhola.
Com um suspiro derrotado, me levantei do sofá e me juntei a elas no cobertor-da-tortura, dobrando meus pés para baixo de mim e encarando o pote de sorvete tentador no centro de nós. Pelo menos tinha chocolate envolvido na tortura.
Alice tirou a tampa e entregou para Esme uma colher e depois uma pra mim. Eu assisti elas duas pegarem duas grandes colheradas de sorvete antes de eu a contragosto imitá-las.
Eu desejava poder de algum jeito fugir delas enquanto eu deslizava a colherada de sorvete pela minha boca, e engolia o sorvete, revelando que o frio dele acalmava minha garganta.
Esme não desperdiçou tempo, assim que tinha devorado sua primeira colherada. "Edward Cullen?" Ela perguntou sem olhar pra mim, mergulhando sua colher de volta no pote. Fiz uma careta, e então estremeci de dor por ter feito isso. Ela e Alice tinham parado de comer para olhar para mim com expectativa.
Soltei um profundo suspiro, me inclinando e pegando outra colherada de sorvete. "O que tem ele?" Eu rebati, decidindo ser evasiva até elas perguntarem aquela pergunta.
Alice espreitou seus olhos para mim e enfiou sua colher no pote, trazendo uma grande colherada de sorvete e enfiou em sua boca sem quebrar nosso contato visual. Engoli minha colherada grande um pouquinho, decidindo que talvez a Bonita em Rosa versão da Inquisição Espanhola era mais assustadora do que eu tinha imaginado.
Esme limpou sua garganta e sorriu para mim. "Como vocês dois se conheceram?" Ela perguntou docemente. Olhando para mim e para a Alice. Isso era como o policial bom e o policial ruim.
Eu decidi apenas colocar tudo pra fora. Eu não tinha vergonha. "Ele é meu namorado." Eu respondi com naturalidade, mergulhando minha colher de volta no pote, e corando furiosamente, apesar de todos os meus esforços para não corar. Coloquei a colher na minha boca lentamente, assistindo quando a mandíbula de Alice caiu um pouco.
Esme parecia um pouco surpresa com a minha resposta, mas fez um trabalho melhor escondendo isso. "Por que você nunca falou dele?" Ela perguntou suavemente, não mais prestando atenção no sorvete.
Fiz outra careta, deixando meu olhar cair sobre a coberta. "Nós só estávamos esperando pelo momento certo." Dei de ombros, desconfortável brincando com a, minha colher por entre os dedos da minha mão. "Para ficarmos mais confortáveis, sabe?" Menti. E eu odeio mentir, mas essa me pareceu uma situação suficiente o bastante para mim fazê-lo.
Quando eu mudei meu olhar para cima, Esme assentiu para mim, sorrindo em algum tipo de compreensão. E simpatia. Corri meus olhos de volta para o cobertor, imaginando se era por isso que ela e o Dr. Cullen ficavam assim de fininho também.
"Esse foi um plano simplesmente estúpido!" Alice gritou, me fazendo encolher um pouco. Olhei para ela, e ela parecia tão furiosa e... machucada. "Nós somos como irmãs, Bella! Você deveria ter sido capaz de me contar alguma coisa!" A gritaria continuou, enquanto Esme silenciosamente desaprovava.
Meu rosto caiu quando eu percebi que ela estava mais machucada do que brava. "Me desculpa, Al. Não era pra ser assim, sério." Eu guinchei me desculpando. "Eu não queria te chatear quando te contasse."
Ela ficou ainda mais furiosa enquanto seu rosto ficava totalmente vermelho. "Por qual motivo existente no planeta eu ficaria chateada?" Ela grunhiu com os olhos vermelhos e arregalados, jogando suas mãos no ar dramaticamente.
Bufei e me inclinei sobre o cobertor para pegar outra colherada de sorvete do pote. "Porque você basicamente despreza o Edward." Expliquei roucamente, enfiando a colher na minha boca, deixando a frieza acalmar minha garganta.
Então isso fez ser a vez dela xingar. "Bem, é claro que desprezo. Ele é totalmente desprezível." Ela disse simplesmente, como se isso fosse um fato.
Eu espreitei meus olhos para ela dolorosamente. "Não diga isso. Você nem o conhece. Não de verdade." Defendi Edward com minha voz rouca. Porque todos os argumentos dela eram completamente infundados.
Esme finalmente se meteu. "Eu acho..." Ela começou, colocou suas mãos entre a gente enquanto olhava para nós, de mim para Alice. "... que nós devemos dar uma chance para Edward por um dia, considerando o que ele fez pela Bella." Ela ergueu suas sobrancelhas para Alice.
O rosto de Alice caiu enquanto ela olhava para baixo arrependida de uma forma que quase me fez sorrir. Ela não podia sequer contestar contra isso. "Certo." Ela disse de repente, olhando para mim se desculpando. Eu sorri para ela um pouco, feliz que ao menos eu tinha uma coisa do meu lado. Ela arqueou suas sobrancelhas para mim. "Como ele fez aquilo, de qualquer jeito?" Ela perguntou, inclinando sua cabeça para o lado curiosamente.
Suspirei e olhei para baixo, para o cobertor. "O toque dele é diferente." Dei com um ombro, esperando que eu não tivesse que explicar a coisa da eletricidade. Estava certa que eu já parecia louca o bastante sem mais coisas como esse para acrescentar a minha lista.
Esme limpou sua garganta, ganhando minha atenção enquanto ela se inclinava sobre o cobertor para encher sua colher. "E o quão próxima você e Edward são, querida?" Ela perguntou suavemente com uma expressão gentil.
Franzi minhas sobrancelhas, imaginando qual seria a melhor resposta para essa pergunta em particular. "Bem," Inclinei minha cabeça um pouco, tentando achar uma boa forma de ser vaga. "Nós conversamos muito eu acho." Dei de ombros. "Nós só saímos uma vez na verdade." Eu disse me referindo ao nosso primeiro e único encontro. "Port Angeles." Eu completei quando Esme me olhou interrogativa.
Ela assentiu pensativa antes de voltar a me olhar com uma expressão preocupada. "Como ele é quando está perto de você?" Ela perguntou cuidadosamente.
Levantei meu queixo e olhei nos olhos de Esme. "Ela é muito doce e protetor, e sempre faz com que eu me sinta confortável." Respondi roucamente, sendo honesta. Não são muitas pessoas que já viram esse lado do Edward, e eu sabia que elas ficariam com a impressão errada dele se eu não as colocasse na direção correta.
Ela sorriu docemente. "Sim, eu acho que todos tivemos essa impressão mais cedo." Ela riu, balançando sua cabeça, então parou olhando pra mim com uma careta. "Apesar que eu não estou de total acordo com a boca dele." Ela disse em reprovação. Eu tive que segurar uma risada enquanto eu enchia minha boca de sorvete, balançando minha cabeça com um falso olhar de reprovação.
"O cabelo!" Alice arfou alto, levando sua palma para cobrir sua boca e olhando para mim com olhos arregalados. Eu podia sentir meu rosto queimando enquanto eu assentia minuciosamente para sua questão. Eu estava tentando parecer bonita para Edward. Isso era ridiculamente embaraçador; eu estava desejando que o cobertor-da-tortura pudesse se abrir num buraco negro, para eu me rastejar para dentro dele. Quando ela tirou a mão da sua boca, ela sorriu para mim maliciosamente. "E ele gostou?" Ela perguntou em um alto sussurro.
Eu fiquei um pouquinho surpresa com a sua curiosidade. Eu imaginei que ela não ia querer que eu fizesse nada que agradasse Edward. Mas ele gostou do cabelo, então eu assenti cautelosamente.
Seu sorriso cresceu ainda mais enquanto sua expressão ficava impossivelmente mais maliciosa. "Aposto que ele amou todas as novas roupas que você ganhou de Natal." Ela sorriu com um tom sugestivo.
Minha mandíbula caiu totalmente. Literalmente, com colher e tudo. Ela estava absolutamente bem com me vestir para seu arquiinimigo contanto que eu vestisse as roupas que ela me deu. Esme riu suavemente para a troca, de como eu fiquei boquiaberta para o sorriso malicioso de Alice.
Fechei minha boca com um ruído, me preparando para fazer um ultimo sacrifício para qualquer tipo de relacionamento semi-normal que poderia envolver Edward e Alice. "Talvez ele goste delas... ocasionalmente." Resmunguei cuisadosamente. Procurando por algum sinal de trégua.
Alice apertou seus lábios, pensativa para minha resposta. "Quão ocasionalmente" Ela perguntou delicadamente arqueando suas sobrancelhas para mim.
Bufei para ela e coloquei minha colher para baixo; feliz para a explosão de energia extra que o chocolate me deu, mas me preparando pra uma negociação um pouco demorada. Esme riu de novo e se levantou do cobertor quando Alice se jogou para mais perto de mim. "Não na escola." Eu disse firmemente. Muitas pessoas na escola para que eu pudesse me sentir confortável para ele com as coisas que ela gostava.
Ela franziu sua testa pra mim com as sobrancelhas arqueadas, e com um biquinho. Embora ela já soubesse que eu estava indefesa para seu biquinho onde as roupas estavam envolvidas, dessa vez eu não cederia. "Isso só nos deixa os finais de semana." Fez biquinho. Rolei meus olhos para o biquinho, mostrando para ela que isso não estava funcionando dessa vez. Ela bufou e cruzou seus braços no peito. "Tudo bem. Só nos finais de semana." Ela aceitou a contragosto. Sorri para ela, surpresa que eu tinha ganhado essa facilmente, e resolvendo me trancar no quarto todo final de semana. "Mas!" Ela adicionou com um grito, fazendo meu sorriso desaparecer. "Nada está fora de questão." Ela sorriu.
Chacoalhei minha cabeça veemente. "De jeito nenhum, Alice. Nada de saias, nada de saltos. E eu fico com um veto por final de semana." Negociei firmemente, precisando disso para funcionar, mas sabendo que não existia nenhum jeito de eu me sentir perto de estar confortável em qualquer coisa como aquelas, nem mesmo perto de Edward.
Ela riu de mim. "Okay, sem saias curtas ou vestidos, e sem salto. Um veto só." Ela esclareceu com um sobrancelha arqueada. Mordi meu lábio um pouco para a sua oferta final. Ela olhou para mim por um longo tempo, prendendo a respiração enquanto eu refletia dentro da minha cabeça. Logo, eu assenti para ela em concordância e ela soltou um suspiro profundo.
E o grito que ela deu enquanto pulava para cima e para baixo no cobertor entusiasmadamente me fez cobrir minhas orelhas e me encolher para longe. Eu estava feliz por ver ela feliz, mas eu temia para a trégua toda.
Comecei a fazer o jantar logo, enquanto Alice assumia comando do meu guarda-roupas para montar para o fim de semana, feliz com a distração para me manter acordada. Fiz o alfredo para Edward, quero dizer, ele confessou que me amava, ao menos eu faria para o meu namorado seu prato favorito. Sorri sonolenta para a panela de pasta enquanto eu a cozinhava.
Ao longo do jantar, Esme continuou a atirar olhares simpáticos para mim enquanto Alice tagarelava incansavelmente sobre acessórios e as melhores cores que combinavam com o tom da minha pele. Eu acho que eu era um inverno. Ou alguma merda estúpida assim. E eu acho que a única razão para Esme deixar ela ir falando sobre isso era que não tornaria as coisas tão tensas.
E enquanto ela lavava os pratos comigo depois do jantar eu descobri o porquê.
Esme pegou um prato, secando-o enquanto eu lavava. "Dr. Cullen e eu tivemos um discussão hoje." Ela disse baixinho, colocando o prato em cima do balcão e pegando outro. Ela não estava olhando em meus olhos enquanto ela dizia aquilo, me fazendo ficar um pouco nervosa enquanto me perguntava sobre o que era essa conversa. "Sobre terapias alternativas." Ela sussurrou.
Balancei minha cabeça para a torneira, agarrando o balcão com frustração. "Não" Guinchei firmemente, fechando meus olhos. Isso era uma discussão que eu nunca queria discutir. "Sinto muito sobre o acidente de hoje, Esme, mas..." Virei minha cabeça para ela com uma expressão suplicante. "Eu não quero isso." Conclui quietamente.
Ela soltou um profundo suspiro ao meu lado e se inclinou de volta contra o balcão. "Eu sei, eu sempre respeitei suas decisões sobre isso." Ela disse suavemente, olhando para mim se desculpando. "Mas eu tenho que tentar."
Balancei minha cabeça e continuei a lavrar a louça, deixando claro que todos os seus esforços seriam desperdiçados. Esme estava pensando que eu só iria a um escritório uma vez por semana, para falar dos meus sentimentos. Mas eu sabia bem o que acontecia naqueles lugares. Todos eles queriam me provocar, e depois que eles o fizessem, queriam me controlar. E então todos eles queriam me drogar até eu me acalmar até que eu não fosse nada além de um vegetal que anda. A vida que euestava levando aqui agora era de longe muito mais normal e confortável que aquela.
Na hora que comecei a fazer meus Coconut Confession Confections, eu estava tão cansada que eu mal conseguia deixar meus olhos abertos. Meus músculos estavam doloridos e tensos, e eu não via a hora de ir para o Edward então eu podeira tomar aquelas pílulas azuis bonitas para dor. Alinhei todos os sacos de cookies. Eu tinha adicionado o Dr. Cullen na mistura de hoje a noite, como um silencioso agradecimento pela ajuda depois do ginásio. E também por dar a Esme uma razão para sair todos os dias. E então tinham sete.
Ás dez, tomei uma precaução extra com a porta do meu quarto, trancando-a antes de fechá-la, e tendo certeza que eu tinha a chave no bolso do meu agasalho. Eu não costumava fazer essas precauções, mas eu estava preocupada sobre alguém ir me checar durante a noite. Eu estava esperando que a porta fechada fosse o bastante para mandar a pessoa embora se o fizessem. Saí pela porta rapidamente, me encolhendo dentro do meu agasalho para a brisa fria enquanto eu andava pelo meu caminho para fora, cruzando o quintal com minha mochila nas costas.
Quando comecei a escalar, eu olhei para cima para a janela mal iluminada de Edward, me dando a energia que precisava para subir o restante do meu caminho.
Ele tinha aberto a porta antes que eu pudesse bater. Seus brilhantes olhos verdes encontraram os meus com um sorriso enquanto ele me tirou do frio ás pressas, e assim que entramos ele tirou meu capuz. Me virei para encará-lo com um sorriso gigante, quase caindo com minhas exaustão, na verdade bem ansiosa para ganhar o meu beijo.
E ele não me desapontou, ficando próximo de mim e pegou meu rosto gentilmente com suas mãos e tocou carinhosamente seus lábios nos meus com um suspiro. Eu imaginei que ele estava com medo de se aprofundar e machucar meu nariz. Como se eu fosse realmente me importar quando ele estava me beijando?
Então eu afundei meus dedos no seu cabelo bagunçado e me pressionei contra ele, lançando minha língua através de seus lábios, o instruindo a aprofundar o beijo. Ele suspirou de novo, abrindo seus lábios para sua língua encontrar a minha enquanto ele acariciava a minha bochecha carinhosamente com uma mão enquanto ele trazia a outra em volta da minha cintura para gentilmente colocar meu corpo mais perto do dele.
Ele massageou minha língua com a dele lentamente e preguiçosamente, acariciando minha bochecha com seu polegar. Ele se afastou depois de algum tempo, abrindo seus olhos verdes para encarar nos meus, enquanto eu descobria que toda a nova intensidade que ele estava mostrando nos seus olhar, era na verdade amor. Perceber isso me fez sorrir para ele sonolentamente enquanto ele tirava sua mão da minha bochecha e pegava minha mão com a dele para me guiar para cama.
Eu tirei minha mochila assim que cheguei na ponta da cama, descarreguei os potinhos de comida com um sorriso no meu rosto, e tirei meu agasalho quando eu subi na cama.
"Nós podemos ir para cama agora." Ele disse suavemente enquanto olhava pra mim preocupado.
Zombei para ele. "De jeito nenhum. Eu fiz o seu favorito." Eu guinchei, pondo o pote na sua frente. Ele sorriu pra mim docemente, então ele rolou seus olhos, me fazendo rir.
Eu deixei a cama por um momento para pegar meu celestial remédio para dor. Ele arqueou uma sobrancelha para mim enquanto eu colocava a pílula na minha boca e tomei um gole da sua soda. Eu só sorri de volta e subi na cama, sentando ao seu lado de novo, e inclinei minha cabeça até seu ombro enquanto ele comia.
Ele estava gemendo e vibrando a cada mordida, me fazendo rir sonolentamente enquanto eu olhava para cima do seu ombro, para seu rosto. "Então," Ele começou lentamente, tomando um gole da soda e colocando-a de volta na mesa de cabeceira com um ruído. "Escola amanhã vai ser interessante pra caralho." Ele sorriu para baixo, pra mim.
Tentei fazer uma pequena careta quando olhei para ele. "Se com interessante você quer dizer, horrivelmente humilhante e completamente constrangedor, então sim. Concordo plenamente." Rebati sarcásticamente.
Ele franziu o cenho pra mim e trocou seu garfo de mão, e então ele colocou seu braço ao redor da minha cintura com um pequeno aperto. "Eu não vou deixar ninguém fazer merda nenhuma com você." Ele disse confiante, girando seu macarrão ao redor de seu garfo.
Sorri no seu ombro para a menção dele ficar comigo na escola. Eu estava pensando o quanto Edward iria se opor em ser carinhoso na escola. Como... na frente de Jessica Stanley. O pensamento me fez sorrir ainda mais.
"Por que diabos você está sorrindo?" Ele mastigava com um sorriso no seu rosto enquanto olhava para baixo, pra mim.
Meu rosto ficou impossivelmente vermelho quando ele olhou para mim interrogativamente. Soltei um profundo suspiro para seu penetrante olhar, sabendo que eu raramente podia evitá-lo. "Beijar você adoidadamente na frente de Jéssica Stanley." Eu respondi com minha voz rouca cautelosa.
Fiquei aliviada quando ele riu para mim, balançando sua cabeça. "Yeah, isso não teria preço, porra." Ele continuou rindo suavemente enquanto ele dava outra mordida, e então se voltou para mim parecendo sério. "Claro que nós temos que ter certeza que o Newton vai estar assistindo também." Ele mastigou.
Ri suavemente e assenti contra seu ombro. Ele ficaria com muita inveja que Edward podia realmente me tocar.
Ele terminou de comer rapidamente, provavelmente com pressa para que eu fosse para a cama. Eu entrei no banheiro e murchei quando vi meu rosto refletido no espelho. Cutuquei suavemente meu olho e nariz machucado, estremecendo de dor, e odiando como meus olhos pareciam tortos de inchaço. Enquanto eu estava colocando meu pijama, eu estava pensando o quão ruim eu seria se mudasse meu pedido para Edward não machucar James. Enquanto escovava meus dentes, eu decidi que isso provavelmente me faria uma pessoa muito ruim. Violência nunca é a resposta... embora ela em algumas ocasiões seja hilária.
Deslizei sobre as cobertas para esperar por Edward enquanto ele colocava seu pijama, me sentido de longe bem mais confortável do que me senti o dia todo, e absolutamente aquecida nas cobertas enquanto eu balançava os dedos dos pés contra os lençóis de algodão confortáveis, rolando neles para assumir minha posição.
Ele quase correu para a cama quando tinha acabado no banheiro, bastante impaciente para me abraçar ou impaciente para que eu dormisse, eu não sabia qual dos dois. Provavelmente uma combinação dos dois. Ele deslizou até a borda da cama para apagar a luz antes de se deitar completamente.
Ele me acolheu gentilmente, mas machuquei meu nariz por enterrar meu rosto em seu peito como eu sempre fazia. Fiz uma careta para ele, lançando meus olhos para seu peito e de volta para ele significativamente. Compreensão atravessou seu rosto enquanto ele nos rolava um pouco, deitando de costas e deixando minha bochecha no seu ombro enquanto ele colocava seus braços ao meu redor.
Bastante satisfeita com a nova posição, levantei minha mão para cima e comecei a cariciar seu cabelo macio e bagunçado. Ele suspirou e moveu sua cabeça para beijar carinhosamente o topo da minha cabeça, nos meus cabelos.
"Eu te amo." Ele inspirou no meu cabelo suavemente e carinhosamente, apertando minha cintura firmemente.
Sorri largamente quando entrelacei minhas pernas nas dele, parecendo ansiosa para ouvir ele me dizendo isso todas as noites antes de dormimos. "Também te amo." Eu respondi em um suave sussurro, cantarolando para ele dormir e me entregando ao sono logo depois. Nos amorosos braços do meu namorado, Edward do caralho Cullen.
N/T Lary: Alguns de vocês devem saber que o fanfiction . net ficou "fora do ar" para postagens desde o sábado 19 de Março, isso ocrreu em todos os países e na terça 22, começou a voltar para alguns, para nós ainda não "voltou" mas a Ju Martinhão me passou um e-mail com uma "gambiarra" para fazer funcionar e aqui estamos nós.
Pretendo att amanhã ou terça de manhã o 29.
Nem vou pedir desculpas pelo tempo sem postar, pois não foi nossa culpa.
Apreciem o capítulo e beijos ! (Se alguma autora quizer o e-mail falando como postar, mesmo com o erro deixe seu e-mail na review ok.)
NT Lê: Vocês já devem saber disso, mas para quem não sabe, o site teve uma crise onde vários autores de vários paises não conseguiam atualizar/editar. Esse foi o unico motivo para o qual a fic está a tanto tempo sem atualizar.
E agora...
E aí? Eu chorei que nem bebê com esse capítulo. Falei que tinha uma coisinha especial nesse capítulo. Apesar que chamar de coisinha foi super inadequado da minha parte.
Me sinto uma boba por estar pulando de felicidade por finalmente estar postando isso pro vocês. Wharever.
E teve gente dizendo que eu deixo vocês curiosos. Mas gentem, essa é a minha função. Hee- loou!
Aproveitando o imbalo, muito obrigada pelas maravilhosas reviews. Nunca achei que Wide Awake ia ter uma resposta tão maravilhosa no FF, e fico maravilhada com cada uma das suas reviews.
Love, Letícia.
