Notas da Autora

Após cuidar de Hanako e Kirara, era a vez de Kakarotto tratar de suas feridas, principalmente as profundas, tal como a dor lacerante que o tomava por completo...

Yo!

Irei responder o comentário amanhã a noite, quando eu entrar no site, pois, agora estou sonolenta.

Tenham uma boa leitura ^ ^

Capítulo 28 - Administrando a dor

Então, leva ambas até uma espécie de pequeno quarto que continha uma espécie de cano e contendo na ponta deste em uma espécie de peneira, como uma ducha, tendo um sensor de movimento em toda a extensão do pequeno quarto.

Em seguida, retira a sua armadura fragmentada e roupa rasgada, despejando em uma espécie de compartimento anexo a esse quarto usado para descarte de roupa, assim como a de Hanako, enquanto a deixara encostado na parede.

Já, nu, controlando seu desejo conforme o corpo da chikyuujin, despido, encostava em seu corpo musculoso, as posiciona na direção da ducha e então, sai uma líquido azulado em forma de jato que se choca na pele deles, mais em Hanako e na nekomata do que em Kakarotto, sendo que tal líquido tinha a função de anestesiar a ardência e dor de ferimentos superficiais, não deixando o usuário com sonolência, enquanto removia quaisquer sujidades ou sangue seco, e em relação a chikyuu-jin e a nekomata, elas tinham alguns ferimentos, superficiais, embora se encontrassem mais eram sujas pela poeira, assim como ele, que tinha o acréscimo de ferimentos consideravelmente profundos.

Então, satisfeito com a limpeza, enquanto controlava um gemido de prazer com o corpo dela colado no seu, sentindo que seu membro começava a ficar "animado", procura desviar a mente para uma imagem que poderia diminuir seu princípio de ereção, acabando por praguejar mentalmente com a imagem mental que projetou em sua mente para diminuir a sua ereção.

Então, com ambas limpas, as coloca na medical machine, sendo que Kakarotto precisou trocar a máscara de um deles por outra menor, usada por uma raça alienígena pequena, devido ao pequeno focinho do estranho animal.

Após se certificar que ambas encontravam-se na medical machine, ele se dirige para a espécie de quartinho com ducha, sendo que quase caiu no chão, pois, a dor e a fadiga ampliavam-se, assim como os ferimentos que haviam tornado a sangrar, enquanto a água medicinal se chocava contra a sua pele removendo o sangue seco e ajudando a anestesiar os ferimentos em sua epiderme.

Então, com um pouco de dificuldade, sentindo a vista nublada, se dirige pra trás das máquinas medicinais e abre um pequeno painel portátil acoplado em uma parte da parede, fazendo surgir uma espécie de pequeno cano tendo na ponta uma espécie de plugue oval para recipientes.

Ela pega algo que lembra um balde de um compartimento próximo dali e posiciona abaixo desse plugue e digita algumas coisas no painel, fazendo pipocar um menu em 3D e no ar. Após acessar alguns menus, ele aperta a seleção refluxo e ignora a opção de digitar algo em uma espécie de cronometro que pipocou no ar.

Então, após posicionar a espécie de balde, o líquido usado na medical machine cai no mesmo e quando está próximo de transbordar, ele aperta um botão no menu flutuante e cessa o fluxo.

Ele pega a espécie de balde e leva até o pequeno quarto com espécie de ducha, deixando, novamente, o líquido azul cair em sua pele em jatos, removendo o resto da sujidade, assim como o sangue outrora seco em sua pele, sendo que novos ferimentos se abriram, conforme ele caminhava, sentindo seu corpo totalmente fatigado e em seguida, desliga o sensor que ativava a ducha.

Então, dentro desse quarto, molha o seu corpo com o liquido verde-claro, para depois colocar a espécie de vestimenta colante por baixo da armadura, fazendo o mesmo processo de antes, virando dentro da espécie de banheiro o liquido, umedecendo a roupa colante recém-vestida, para depois colocar a armadura e encher novamente a espécie de balde com o mesmo líquido da medical machine, tornando a virar o conteúdo sobre ele, assim como pegando mais um pouco, só que bebendo dessa vez, torcendo a boca, pois o gosto era no mínimo horrível.

Nisso, um soldado entra e vê o seu Líder bebendo o líquido usado na medical machine, identificando-a pela cor e igual odor, não conseguindo compreender o porquê dele fazer isso, pois pelo que sabia, o liquido estranho só agia na superfície e quando ia perguntar, ele se recorda que não era sábio questiona-lo. Na verdade, nunca deveria questioná-lo, mesmo que este tivesse gestos igualmente estranhos.

Kakarotto percebeu o soldado, mas, o ignorou, pois, primeiro precisava ter condições de aguentar liderar a invasão e por causa disso, não tinha tempo disponível para ficar na Medical machine, por mais que soubesse que precisava passar algum tempo nela, sendo que faria isso na volta, após colocar Hanako e a gata de duas caudas, assim como as demais escravas em suas celas, devidamente fechadas.

Para suportar a ofensiva que precisava liderar, tivera que molhar o seu corpo para ajudar nas feridas externas e bebera o liquido para ajudar a lidar com seus ferimentos internos, se recordando de quando ele passara a fazer isso, partindo antigamente da premissa que se o liquido curava a pele quando o guerreiro ferido estava na Medical machine, submerso, passara a imaginar o que o mesmo faria dentro do corpo, pois, se dedicara a estudar a formula e notou o efeito dela e por isso, decidiu beber, após pesquisar e confirmar que não era tóxica, testando em vários escravos de raças diferentes, sendo que os surrou um pouco e fez os mesmos beberem para ver se fazia mal e não fez.

Após vários testes, matou os escravos, pois não tinha paciência para tentar vendê-los e não era caridoso para dá-los a alguém e em seguida, fez um teste consigo mesmo, após uma luta difícil e notou que de fato, fazia efeito, apesar do gosto no mínimo repulsivo.

Ademais, se recordara do dia que tivera essa ideia sobre o liquido medicinal, pois se recordou que em algum momento da sua vida, embora não tivesse noção aonde fora e quando e de quem o ajudou, sendo que só se recordava de que estava muito ferido e que uma mão idosa estava oferecendo algo estranho a ele, tipo um feijão verde e ouvia a voz falando para provar, recordando-se que se encontrava com o rosto enfaixado e pelo menos uma parte da sua cabeça, sentindo-se sem forças para se levantar, enquanto uma dor quase que insuportável o tomava, sentindo que a sua cabeça parecia rachar tamanha a dor e esta pessoa, idosa, estava cuidando dele com carinho, pois sentia isso ao se recordar da cena, lembrando-se que ele lhe dera, desesperadamente, a tal semente, falando que havia conseguido encontrar após revirar tudo e que era "mágica".

Então, ao acordar, percebeu que a cor era semelhante ao do tanque e por isso tivera a ideia de usar, sendo que tal visão surgiu após uma luta violenta, sendo que ele e Vegeta haviam ficado na Medical Machine, após batalharem um contra o outro, algo que rotineiramente faziam. Porém, o imperador sempre ficava mais ferido do que ele, fazendo Kakarotto sorrir perante esse fato.

A visão dessa mão e a voz lhe davam conforto e carinho, além de sentir seu coração se aquecer. Era uma sensação boa e então, acaricia a cicatriz em sua nuca, acreditando que a recordação dele sendo tratado, fora por causa do golpe em sua nuca, pelo que desconfiara.

Ele passara a mão na nuca sobre o olhar do soldado que não entendia, enquanto adorava deixa-los ignorantes, pois, senão se esforçavam para adquirir conhecimento, não seria ele a facilita-lhes a vida.

Afinal, os dados sobre o liquido estavam disponíveis, mas, deviam pesquisar por si só, sendo que sabia melhor do que ninguém, que com exceção dele e de seu pai, além de Vegeta, os saiyajins, normalmente, não se interessavam em estudos e apenas em batalhas.

Então, fala, sem olha-lo, enquanto pagava um novo scouter e conectava em um computador para fazer o download do backup do anterior, sendo que o antigo aparelho, a cada alguns minutos, enviava atualizações para o computador da nave de Kakarotto:

- O que quer falar, desgraçado? – por mais que sentisse dor conforme se mexia, sua face nada demonstrava, pois isso seria visto como fraqueza.

Se refazendo da surpresa, o soldado se curva e fala com a cabeça abaixada, tremendo levemente:

- Executamos a captura de todos os escravos do setor, assim como sobreviventes, incluindo alguns soldados desses inferiores e solicitamos autorização para prosseguir para o próximo setor.

- Tem a minha autorização, bastardo. Já vou contatar a tropa e inclusive, vocês receberam o limite do nosso alcance de captura para não interferimos nos demais esquadrões?

- Sim, senhor.

- Hunf!

Nisso, posiciona o scouter na face e após apertar um botão, fala:

- Líder Kakarotto do esquadrão Alfa libera a autorização para a busca no próximo setor do planeta, assim como a captura de escravos e de sobreviventes, pois, segundo informações, já terminamos nesse setor e quero lembra-los, bastardos, que quero a captura de escravos priorizada e em 100%! Não vou aceitar menos, desgraçados, e aquele que não cumprir tal menta, confirmo que irei praticar desmembramento pedaço por pedaço do infeliz vivo, após arrancar a pele com as unhas!

Nisso, desconecta o scouter, sem esperar resposta, sendo que sorria feliz ao ver o soldado tremendo ainda mais, apavorado, enquanto adorava ver o mesmo aterrorizado, assim como o cheiro de medo, ate que sente uma fisgada de dor no corpo e seu sorriso se desfaz, pois, começara a sentir algumas dores mais intensas e isso somente o aborrecia e o deixava ainda mais irado.

- O que está fazendo aqui, desgraçado?! Já dei a merda da autorização!

- Sim! Desculpe meu senhor! Com a sua licença – ele fala apavorado e gaguejando para depois sair correndo dali.

Sorrindo de canto, Kakarotto retorna a espécie de cano e pega o balde que se encontrava ali perto e entorna mais do líquido através do menu flutuante e depois, entra no banheiro, molhando seu corpo novamente, assim, como enchendo um pouco, em seguida, para beber, sendo o que faz, para depois digitar algo no menu flutuante, fazendo este desaparecer e o mecanismo recuar de volta a parede.

Então, saí da sala medicinal consideravelmente grande, tomando o devido cuidado de trancar porta com uma senha que só ele possuía, saindo dali e partindo para fora, colocando a nave no modo de defesa com uma espécie de escudo, sendo que partia dali para liderar a tomada do planeta.