A/N: Não postei antes por prolemas técnicos, e não pessoais, podem perceber que cheguei a mudar o avatar, mas uma falha no document manager, que não sei de onde surgiu me impediu de postar, não sei se já aconteceu com vocês, mas ele não queria abrir, aparecia o 'publish' mas não o sinal de + que oferece as opções, às vezes é o navegador, mas eu tentei por outro e só destravou ontem, só que ontem eu não tive tempo.
Boas vindas: Sarinha Myuki, Mel
"Último Problema em Forks"
Maninho
Capítulo 25
POV Edward
A coisa ficou séria lá em cima, saí da mente da minha irmã antes que meu pai batesse nela de novo, eu não tinha entrado na mente dela antes, só ativei minha audição quando ouvi a primeira cintada, porque o barulho simplesmente chamou minha atenção.
Então ouvi meu pai dizer que ela ia apanhar por não pedir desculpas ao Jake, mas eu estava lá quando ela pediu, então não pude deixar de entrar na cabeça dela, é mais forte do eu, eu já faço um esforço danado pra ser um adulto quando tenho que cuidar da minha filha ou minha esposa, mas meus hormônios de 17 não podiam aguentar a curiosidade.
A orgulhosa da minha irmã ia ter que admitir ter pedido desculpas ao Jake sem ser ameaçada? Eu jamais perderia isso! Eu sei, eu sei, ela tem seus motivos por causa do Ben e tudo mais, mas admita, foi inédito e merecia a minha atenção, essa eu tinha que ver, eu não perderia por nada.
"Ooooh MERDA! Quando penso que não dá pra piorar, quando penso que não dá pra ser mais humilhante, eu vou ter que confessar que eu pedi desculpas para o cachorro, MERDA, UM MILHÃO DE VEZES MERDA!"
Eu segurei o máximo que pude, mas a minha risada teve vida própria, Jasper olhou pra mim confuso e rolou os olhos.
Eu ainda estava tentando me controlar pra dizer ao Jazz o motivo da graça, quando a voz dela pensou pra mim muito claramente.
"Você tem tanta sorte, moleque, você violou tantas vezes a regras de ouvir os outros hoje, que eu só não te entrego agora mesmo porque se não o papai vai te dar uma surra, mas isso não significa que eu não vou te dar uma."
Minha graça acabou na hora, ela tinha razão, se eu fosse contar nos dedos a quantidade de vezes que eu fui pego bisbilhotando nas últimas 72 horas, eu já devia ter apanhado por isso, meu pai não deixaria uma dessas passar.
Eu parei de medo do meu pai, não pela ameaça dela, ela não é nem louca de vir atras de mim, depois de levar uma surra, meu pai não ia gostar nem um pouco de ver nos dois nos engalfinhando na garagem.
Como eu disse antes, saí da mente dela, tentei até abafar o som do que ainda ia acontecer, mais uma vez não pela ameaça dela, mas sim por pura agonia, não importa qual seja dos meus irmão ou como seja o meu relacionamento com ele, ninguém gosta realmente de ver ou ouvir um irmão apanhar.
Apertei as mãos nos ouvidos assim com Jasper, passou num piscar de olhos, chegou a ser estranho, você sabe, pro cinto da disciplina e tudo mais.
Ambos erguemos os ombros como quem dizia "menos mal" e voltamos para nossa discussão sem futuro.
Js- Não, você não vai separar os livros, eu falei primeiro.
Ed- É lógico que você falou, quem vai querer separar uma infinidade de cds sem poder ouvi-los? Os livros pelo menos eu posso ler quando ele não tiver olhando.
Js- Pena que eu pensei nisso primeiro.
Ed- Então eu é que vou lustrar as janelas por fora, só assim eu saio de dentro dessa casa um pouco.
JS- Pode até ser, mas eu não vou dobrar as roupas, você é que vai.
Ed- Por que você não fecha os olhos e tenta dormir, talvez isso aconteça nos seus sonhos.
Js- Ahh vai sim, porque eu vou lavar a louça, sabe as regras desse tipo de castigo, um fica com as roupas e o outro com a louça.
Ed- O Jake vai lavar a louça.
Js- Então eu fico com... com... os carros, eu vou lavar os carros e você limpa os tapetes.
Ed- Também eu nem queria, os tapetes já estão limpos é só desenrolar, toma essa bobão.
Js- Eu não vou, e repito, não vou desembrulhar os bibelôs da mamãe.
Ed- Eu já disse que vai, porque eu é que não vou, sabe que ela muda de lugar um milhão de vezes, sem contar o risco de quebrar alguma coisa.
Js- Quebrar alguma coisa, Edie? Um vampiro? Corta essa maninho!
Ed- Agente tira na moeda então.
Js- Ah sim, coroa eu ganho, cara você perde.
Ed- Há-há, muito engraçado.
A discussão ainda rolava quando escutei passos sorrateiros entrando na garagem.
"Feche a porta Jazz."
Era minha irmã tentando me encurralar, ela trazia uma sacola de bebê, o estranho é que não era uma das que Alice comprara para o Ben, eu poderia dizer que era uma das antigas da Nessie, eu não sei dizer direito, ela teve tantas.
Mas a questão não era a sacola, e sim o que tinha dentro dela, eu desejei ardentemente que enxergar através das coisas, como o superman, fosse um dom de vampiro, pois a julgar pela ordem que ela dera ao Jasper e a cara que ela fez pra mim, boa coisa não era.
O Jasper sempre fica do lado dela fechou antes que eu pudesse correr, eu sou rápido então ele acabou ficando preso do lado de fora, o que foi ótimo pois eu não precisava de platéia pra assistir a vingança dela, ela sempre apela pra humilhação.
Eu poderia rasgar aquela porta com as mãos, mas acredite, meus pais não ficariam felizes.
"Quem está rindo agora, em pivete?"
Ela puxou um cinto fino da calça dela, feito de vinil trançado e dobrou na mão como se fosse me bater.
"Eu disse que iria te dar uma surra!"
Ela estava na porta de acesso pra casa, o traíra do Jazz tinha fechado a saída dos carros, eu só tinha duas opções, uma era avançar nela e acabar apanhando por brigar e a outra era...
"OOOOooh Mã-..."
Em um piscar de olhos a mão dela estava na minha boca.
"Pense bem, você vai mesmo querer chamar um adulto aqui?"
Ela destapou a minha boca totalmente segura de que eu não ia continuar gritando.
Ela batia o cinto na própria mão andando de um lado pro outro me prendendo no canto.
"Agora sim, podemos conversar, acho que sabemos bem as regras de privacidade dessa família, principalmente em se tratando de punições."
Ela disse punições batendo o cinto com força na mão.
"Cê tá louca!"
"Psiiiiiu!"
Ela me mandou calar a boca igual a minha mãe.
Eu queria explodir de tão grilado, eu não ia ceder a aquela chantagem ridícula, mas só pra garantir eu fechei a boca.
"Então... acho que sabemos o que acontece com os meninos desobedientes, não é mesmo Bebê, eles apanham no bumbum..."
Quando ela falava daquele jeito, me chamando de Bebê, a coisa ia ficar vingativa de verdade.
"Você não é minha mãe! Não pode me bater!"
Ela tinha um olhar malvado do rosto.
"Ah é bebezinho da mamãe... então deixe me pensar em outra solução... um menino mau desobedece a mamãe e o papai dele... ele tem que apanhar certo? Eu posso... letra A: Como uma boa irmã mais velha, dar a esse menininho malvado uma pequena punição, ou posso... letra B: Chamar o papai dele e contar o que ele fez... deixe me ver... acho que vou de letra B! Oh pa-..."
Eu pulei na boca dela com a mão.
"Não, não por favor, faça você!"
Já sei, já sei! Fiquei maluco, certo?
Errado! Tem noção do que meu pai faria comigo se soubesse de mais essa? Acho que se não fosse pela minha mãe, eu já tinha apanhado por invadir a punição do Jake.
"Fazer o quê?"
Ela começou a humilhação, eu odiava aquilo, Emmett e Rosalie aprontavam o inferno com Alice e comigo, toda vez que tinham a oportunidade, ele já deu até mamadeira pra nós no dia das crianças.
"Eu quero ouvir, Bebê, o que você quer que eu faça."
Ela disse sorrindo, eu tive vontade de chorar de tanta raiva mas ela nunca ia me deixar viver com isso, bem como não ia desistir até que eu dissesse as palavras.
"Me bate."
Eu disse baixinho, mas ela não se satisfez.
"Oh...que garotinho mais mal educado, nem pediu por favor."
Merda!Ela ia me pagar mais cedo ou mais tarde por aquilo, eu tenho a eternidade pra bolar alguma coisa.
"Por favor, me bate."
Eu disse mas não a satisfiz.
"Maninha."
Ela cobrou.
Eu cerrei os lábios quase avançando nela e falei.
"Por favor, me bate, maninha."
Ela colocou as mãos no rosto fazendo aquele olhar de piedade humilhante.
"Ooooh que coisinha mais fofa da maninha, mas eu não entendi, onde o Bebê vai apanhar, fala pra maninha fala!"
"Na bunda! Por favor maninha bate na minha BUNDA!"
Eu disse rangendo os dentes de raiva, ela já estava passando dos limites.
"Cuidado pra não gritar Bêbezinho, não vai querer que ninguém nos ouça."
Ela mexeu na bolça e puxou uma chupeta.
"Pronto, põe isso na boca assim o bebezinho da maninha não grita mais, e a palavra é bumbum, o papai não vai querer lavar a boca desse bebê com sabão, vai?"
Eu sabia que se eu cuspisse ela poderia inventar algo pior, ela é muito cruel, então eu aceitei na esperança de que sua vingança acabasse logo.
"Agora vamos tentar mais uma vez... por favor maninha bate no meu bumbum...sem tirar a chupeta."
"Deus! Como eu a odeio."
A chupeta na minha boca fez minha voz ficar engraçada e infantil.
"Pu favo, naninha, date no meu bumbum."
"KKKKKKK Ai que fofo! O Emm ia adorar isso!kkkkk."
Ela ria histericamente da minha humilhação.
"Agora curve-se no capo, eu vou te dar três cintadas."
Ele apontou para o capo do carro do meu pai e bateu na mão de novo pra fazer medo em mim.
Eu me curvei ainda com a chupeta na boca, eu sabia que se cuspisse ia dar merda.
Então ela passou de todos os limites.
"Ué Bebê, não vejo vejo bumbum nenhum, só vejo os bolsos de uma calça."
"Vá se ferrar ROSE!"
Eu disse jogando a chupeta no chão.
"Eu vou contar tudo pro papai!"
Eu disse apontando na direção do escritório.
É claro que eu estava blefando, se eu contasse ela ia se ferrar, mas eu ia me ferrar também, para o meu traseiro, ainda era vantagem levar três cintadas com aquele cintinho ridículo, de uma irmã que nem gosta quando eu apanho, do que acertar um copo derramando com meu pai.
"Vá em frente Bebê."
Ela disse descontraída cruzando os braços.
Busquei em sua mente alguma menção de blefe mas tudo que encontrei foram os números ordinais em português brasileiro.
Eu deitei no capo e puxei a calça jeans com os olhos fechados de tanta vergonha.
Ela pegou o cós da minha cueca e puxou também.
Ela começou a rir e fazer aquela voz de mimo irritante.
"Olha que bumbumzinho mais fofo e redondinho, é como a mamãe sempre diz, como é mesmo? Ah sim...'o bumbum do Edward é perfeitinho.' Acho até que merece uma coisa."
Eu comecei a chorar escondido de tanta vergonha, eu não só tava com a bunda de fora na frente da minha irmã, como ela estava tirando sarro de mim e repetindo as palavras mais constrangedoras que eu detesto ouvir minha mãe dizer.
Ouvi mais uma vez a maldita sacola, depois senti algo pegajoso com aroma de talco no meu traseiro.
Ela passou pomada pra bebê na minha bunda!
"Pára Rose, não tem mais graça, bate logo."
Eu implorei e pela minha voz deu pra saber que eu estava chorando.
Ouvi a droga da sacola outra vez, o que ela ia fazer agora?
"Por que você vai levar essas cintadas Bebê?"
Ela perguntou como o meu pai, e eu respondi pra acabar com aquilo o mais rápido o possível.
"Porque eu entrei na sua mente."
"Booom, isso mesmo, então agora que está pronto."
Apertei os olhos com força esperando a cintada, mas o que ouvi foi um flash.
Puxei a minha calça com o susto, mas foto já tinha sido tirada.
Ela balançava o papel que acabara de sair da antiga polaroide que eu mesmo dera a ela há anos atrás.
"O QUE? VOCÊ ME PAGA ROSE!"
Ela sacudia a foto pra cima longe do meu alcance.
"É lógico que eu não ia te bater idiotinha! Kkkkkkk. Mas agora eu tenho o retrato da sua bunda cheia de pomada pra bebê, pra mostrar pra todo mundo, da próxima vez que você xeretar a minha cabeç "
Eu pulava tentando pegar, mas não podia estragar os carros.
Ela ria do meu esforço sacudindo a foto.
"kkkkkk E se você contar para os nossos pais sobre a existência dessa foto, eu conto pro resto da família como foi que eu consegui."
"ME DÁ ISSO!"
"kkkkkkkk por favor maninha bate no meu bumbum kkkkkkkkk."
"Valeu Jazz, estamos quites!"
Ela pois a foto na na sacola junto com a chupeta e as outras provas do crime e saiu contando vitória, enquanto Jasper abria a porta da garagem.
"Mas que barulheira é essa aqui?"
Perguntou a minha mãe ao passar pela Rose na porta, a maquiavélica da minha irmã só deu de ombros como que não sabia de nada.
"Vocês dois não deviam estar trabalhando? E o que o senhor faz do lado de fora dessa casa, esqueceu que está de castigo?"
Antes que o Jasper respondesse a pergunta retórica ela já estava grudada na orelha dele puxando pra dentro."
"Eu quero essas ferramentas em seus devidos lugares agora mesmo!"
Ela disse apontando para a bagunça que Rose e eu fizemos enquanto eu a perseguia na tentativa desesperada de pegar a foto da minha bunda.
"Sim senhora."
Dissemos em uníssono.
A droga da garagem durou mais tempo do que devia, quando estamos com preguiça tudo parece tipo... pra sempre.
Quando entramos pela porta minha mãe já tinha trocado de vítima, ela estava acabando com o Jake porque sua roupa estava imunda, ele explicava que era porque vestiu na floresta e ela mandava ele pro banho como se fosse um menino que estava brincando com lama no quintal.
"O que vocês dois estão olhando? Vão tomar banho também."
Minha mãe era obcecada com essa história de banho, estávamos sujos, mas era de sabão, na hora de lavar os carros rolou uma descontraçãozinha, mas era só trocar de roupa, não estávamos correndo na floresta.
Alcançamos o Jake no topo da escada e ele aproveitou pra nos dar uma informação importante.
"Ei, eu não quis falar pra ela antes de falar pro Carlisle, mas..."
Ele olhou para os lados e sussurrou.
"Eu ví os vampiros que queriam matar a Rose, eu ia tentar contra eles sozinho, mas antes que eu completasse a emboscada, percebi que estavam conversando e resolvi ouvir a conversa deles, eles vão voltar em uma semana, quando Benjamim estiver pronto pra se mudar, viram o dia da mudança ao ler o futuro do Emm e da Rose."
Por falar em Emmett, ouvimos o grito dele depois de uma escovada, acompanhado pelo grito da Nessie.
"PEFT!*AAAAAAAAuuuuu"
"PEFT!*AAAAAAAAAAAAAAAAAAA"
"Aiii vovô para! Não foi culpa dele!"
"Ainda bem que você sabe, mocinha, por que sua vez já tá chegando. Venha aqui!"
Já estavamos nos dispersando para nossos respectivos banheiros quando Nessie passou por mim como um ráio, ou pelo menos tentou passar.
"Onde a senhorita pensa que vai?"
Eu agarrei-a pelo braço, mas ela continuou tentando escapar, até que ela viu o meu olhar e congelou.
"Lembra-se do que eu disse pra você antes, o que ira acontecer se você não acertasse as contas com seu avô?"
"Não papai, por favor, eu vou voltar pra lá."
Ela tentou soltar o punho da minha mão olhando para o Jacob e para o tio Jasper com tamanho desespero que de repente comecei a me acalmar de forma estranha.
"Jasper, pare com isso."
Eu não sou o meu pai, então ele logicamente não me obedeceu, mas mesmo grogue de tanta calma minha mente não mudou, eu virei-me em direção ao meu pai e Emmett e arrastei a meliante que não tirava os olhos de Jacob, ele sabe as regras e apenas moveu os ombros com olhar de pena.
"Belo protetor você!"
Ela disse começando a chorar, quando chegamos diante do meu pai, ela já tinha o rosto todo molhado.
"Vovô, desculpa por favor..."
Ela disse já pensando no que seu pedido de desculpas poderia causar, ela não dá ponto sem nó.
Emmett olhou pra ela então pra mim e pro meu pai e partiu em defesa dela.
"Pai, o senhor disse que era o senhor que ia bater nela."
Meu pai ainda tentou.
"Edward eu cuido disso, venha aqui Renesmee."
Mas antes que ela se soltasse para obedece-lo, eu apelei para algo que nunca falha, a palavra de Carlisle Cullen.
"Acredito que temos um trato, se ela não obedecesse ao senhor, eu teria permissão pra resolver o assunto."
"Emmett, vamos."
Foi tudo que ele disse, me dando apoio total.
"Mas pai..."
"Eu disse vamos, Emmett."
Ela arregalou os olhos como se tivesse sido traída.
"NÃOOOOOOOO!"
Ela gritou começando seu teatro.
"Renesmee, sem gritos."
Eu disse puxando o punho dela com força.
Meu pai não reagiu por fora, mas pensou pra mim, sem que ela percebesse.
"Se você passar dos limites ou deixar uma marquinha se quer nessa menina, eu acabo com você, entendeu Edward Cullen?"
"Ele é o seu pai, não vai te fazer nenhum mal."
Foi o que ele disse com o rosto dela entre as mãos.
Emmett já ia me fazer uma ameaça qualquer ou coisa do tipo, mas meu pai agarrou o braço dele.
"Emmett fique fora disso."
Os dois saíram e eu soltei o braço dela.
Ou melhor ela se soltou e correu pra o outro lado.
Chorando e com aquela cara de birra.
Eu sabia que não ia ser fácil, que viu minhas histórias de disciplina e me considerou mimado antes de me casar, saberia que estou pagando com juros e correção monetária cada vez que exagerei por causa que umas palmadas.
Meu pai assumiu a disciplina de Nessie assim que ela deixou o corpinho de criança e começou a ter aparenceia de adolescente, ele quis que ela entendesse desde de cedo que embora fosse acalçar a idade dos pais, sempre tria alguém a quem responder a disciplina, como lider da familia ele assumiu a disciplina dela.
Mas o fato de ela ser minha filha e ainda ter apenas dez anos de idade, mesmo estando num corpo apenas dois anos mais novo que o meu, me dá o direito de discipliná-la também.
Eu odeio encostar um dedo que seja nela, mas as vezes ela passa dos limites e meu pai acaba permitindo que Bella e eu assumamos o controle.
Ela morre de medo disso, porque meu pai so trisca a mão nela, ela faz um escânda-lo então ele considera a disciplina entregue, ele vem com um papinho de meio humana, de que o susto já valeu, mas pra mim é só mimo de vô.
Diga-me o que quiser, mas meu pai bate nela e no outro dia ela tá aprontando de novo.
Mas quando ela cai na minha mão ou da Bella, agente tem sossego por um bom tempo.
Eu não bato pra machucar, mas eu pelo menos bato de verdade e ela sabe disso, por isso o desespero.
"Vem aqui, Renesmee!"
"Não, você vai me bateeer!"
"RENESMEE CARLIE SWAN CULLEN!"
Eu nunca conseguia o efeito que meu pai conseguia com um nome completo, na verdade ao inves de vir ela começou a sapatear.
Eu olhei com um olhar gelado e sai de lá, e ela sabia o que eu estava indo buscar.
A última coisa que eu ouvir por tras da porta que eu batera atras de mim foi o grito implorando, nada de sapateado nem desaforos, ela sabia que a coisa tinha ficado séria.
"O meu cinto da disciplina não, desculpa papai, DESCULPAAA!"
Eu esperava não desenterrar aquela droga do fundo da minha gaveta nunca mais, ainda mais depois dela esperimentar o cinto da disciplina do meu pai no escritório, eu pensei que tinha me livrado dessa, mas minha filha está levando esssa história de disciplina na brincadeira, e chegou a hora de falar sério, antes que algo mais sério ainda aconteça por falta de limite.
A/N: Vocês devem estar querendo me matar por parar agora, mas acredite esse acontecimento tem tudo a ver com o próximo capítulo em que voltaremos à reserva, prometo muita disciplina no próximo capítulo.
