- Nosso casamento, semana que vem em Las Vegas...

- Você é louco Ed!!

- E você ainda não viu nada!

Meus planos iriam longe demais para podermos voltar atrás... Não poderia dar chance para que dona Elizabeth afastasse Bella de mim... Ainda mais quando minha cabeça não parava de cogitar que em seu corpo, já estava nosso herdeiro...

Saímos do anfiteatro e pela primeira vez, vi Bella se preocupando por demais com sua aparência. Não tenho dúvidas que estampávamos SEXO na testa, mas a minha satisfação estava além.

- Estão todos nos olhando.

- Talvez por você exalar sexo love.

- Eu. Ainda. Te. Mato. Edward Cullen.

- Porra love assim eu fico mais que louco para te comer bem gostoso no carro.

- Está maluco?

- Um cú e um copo d'água não se negam a ninguém.

- Safado.

Ela ficava linda envergonhada... Até me fazia lembrar quando eu a via como uma boneca amedrontada.

Bella estava se mostrando mais que perfeita para ser minha mulher, e eu falava sério quando disse que casaríamos em breve em Vegas.

Nunca fui chegado a papagaiada toda de noivado, mulher de branco, igreja, padre... Estava bem propicio...

- O que acha de casarmos na Little White Wedding Chapel?

- Qual?

- Aquela do Elvis.

- Você é doidinho mesmo, não é?

- Eu tenho te dito isso love, mas você não acreditou... Agora agüenta!

- Agüento... Mãe e filho malucos!

Só de ouvi-la falando em "mãe" eu já sentia uma pontada. Elizabeth não era minha mãe, de forma alguma, afinal que mãe trataria Bella mal?

Quando estávamos atravessando vi que os rapazes não tiravam os olhos da minha Bella.

Puxei-a contra meu corpo e passei a mão com muito tesão e controle por todo seu corpo.

- Para Ed!

- Paro nada! É para esse bando de gavião saber que você é minha e de mais ninguém.

- Ciúmes?

- Não... Posse mesmo! Minha Bella... Gostosa... Safada... Deliciosa.

- Eu mereço.

A virada de olhos que ela dava era mais que pura sedução. Em segundos meu pau já estava pronto para a ação.

Chegava à conclusão que ele estava mais viciado em Bella do que eu podia imaginar.

- Como você faz isso comigo? Fiquei roxa! Todas aquelas pessoas nos olhando.

- Fato: todos agora sabem que você me pertence e outra... Cadê aquela mulher forte que até o momento estava dominando a situação, mudando de curso e me botando como um cachorrinho acuado aos seus pés?

- Acabou quando rasgou aquela saia.

Sua carinha de boneca inocente e safada estava de volta. Sentia falta daquela mulher calada que simplesmente me deixou duro no backstage daquele primeiro show.

- Sabia... Está molhadinha já?

- Para Ed! Ainda tenho que levar o carro da Alice de volta.

- Não! Ligo para o Jasper vir pegar. Agora vamos nos arrumar, ainda temos que nos planejar.

- Para?

- Foder. Jantar. Minha mãe. Nosso casamento. Não nessa ordem!

- Gostei de três opções...

- Tesão Bella!

Assim que a botei dentro do carro, só conseguia pensar em uma coisa. Dei a volta do carro e entrei batendo a porta.

- Porra! Tira esse pano já!

Seus olhos brilharam de antecipação.

- E-ed.

Sua voz era pura rouquidão misturada com tesão.

Começava a ter mais certeza que Bella literalmente babava quando eu estava sedento por seu sexo do que quando queria um amorzinho gostoso.

Ed-romanticuzinho como diria minha ex, só servia para uma coisa nesse momento: dirigir, de resto, agiria Ed-tarado.

- Tava com saudades de você no meu carro...

Busquei sua boca como um alcoólatra busca seu vicio. Passeei entre suas pernas, enquanto a seduzia com minha língua. Não demorou a separar aquelas coxas me dando acesso rápido e fácil.

- Encharcada mesmo?

- Uhum...

Seu gemido foi me alimentando a ser perverso novamente. Caralho! Não pensei em mais nada ao puxá-la e deixar minhas mãos percorrerem seu corpo em um misto de calma e euforia.

Meus dedos invadiram aquela grutinha deliciosamente lambuzada e Bella simplesmente agarrou minha mão, me fazendo gemer.

Ela queria e queria mais.

Seus pés se apoiaram no console do carro deixando-a exposta e aberta.

- Fode direito, senhor-dedos-mágicos.

Fuck! Essa mulher ainda me enfarta.

Acabei investindo mais ainda naquela grutinha, sedento por ouvir seus gemidos. Meu dedão circulava por aquele clitóris inchado e não tive condições de mais nada, a não ser me colocar no meio daquelas pernas e morde-la.

- Porra Ed.

Mal acabei de abocanhar aquele grelinho, passei a enfiar dois dedos deixando-a estirada, enquanto deixava um passeando naquele rabinho.

Bella passou a rebolar ainda mais contra minha língua e eu já sentia suas paredes mastigarem minha língua.

Não demorou a eu ser agraciado com seu mel e seus urros de prazer.

Suas mãos sobre meu cabelo, forçando-me mais e mais contra sua bucetinha deliciosa, me deixaram ainda mais aceso.

Enfartado ou afogado? Bom, eu morreria fodendo minha mulher!

- Inverter posições senhorita Brandon?

- Não senhor Cullen, isso foi por ter me deixado sem saia.

Nota Mental: Rasgar suas roupas mais vezes.

Adorei essa postura de dominadora de Bella, porém não demoraria muito para eu a botar de quatro e mostrar quem manda nesse rabo.

Sentei no volante e estralei meu pescoço. Bella chegava a me dar câimbra algumas vezes.

- Nervoso?

- Não e você?

- Sim... Sua mãe me botou medo.

- Não fique, ela não tem a mim. Você me tem.

O caminho foi repleto de silêncio. Bella por um lado mandando mil mensagens para Alice enquanto eu só conseguia pensar no que esperar desse encontro: sogra, mãe, filho e nora.

Não nasci para isso.

Cheguei à casa que Jasper e Alice haviam alugado. Uma pequena e modesta mansão com dezesseis quartos, isso mesmo, a mesma que dona Elizabeth chamou de "espelunca".

- Porque você diz que é bastardo?

Sua pergunta a beira da porta, fez com que eu retrocedesse alguns passos. Puxei-a pela mão até atrás da casa.

Silêncio e tranqüilidade.

Encarei aquelas orbes castanhas desejando me perder cada vez mais naquela mulher que reina em meu corpo.

- Nunca fui parecido com meus pais.

Essa era a realidade dura e crua.

- Antony Cullen era moreno e de olhos escuros. Elizabeth idem. Bella, meu amor, qual a cor dos meus olhos?

Bella apenas assentiu e engoliu na mesma intensidade que eu.

- Verdes. Verdes como a mais linda esmeralda do mundo e que me capturam a cada instante em que me perco em seu rosto lindo.

Suas mãos passaram por meu rosto com uma ternura inigualável que simplesmente não pensei duas vezes:

- E eu ouvi Elizabeth jogar isso na cara de Antony quando ele estava prestes a deixá-la.

Lá estava a mais pura verdade. Eu já tinha ouvido da boca dela que eu não era filho de Antony, que só tinha seu sobrenome.

Minha Bella olhou com certa paixão e ao mesmo tempo, reconheci um semblante de compreensão.

Nos aprontamos em um silencio amoroso, com muito carinho e vários beijos molhados e safados. Claro que duas calcinhas rasgadas, meia-calça danificada, sutiã arrancado no dente.

- Chega! Chega! Desse jeito não sobra uma lingerie Ed!

- Vai sem!

- Isso provoca mesmo, quando aquela minha digníssima sogra me pentelhar, vou puxar sua mão no meio da minha perna e gozar na cara dela.

- Então estamos decididos: SEM LINGERIE!

- Atentado.

Passava das oito horas da noite quando sai com Bella extremamente bem humorada e maravilhosamente linda.

Ok! Eu estava parecendo um filhote de urubu arrumado. Meu cabelo não parou arrumado e Bella para ajudar, ficava enfiando os dedos em minha nuca e me levando a loucura.

- Ed...

- Hum?

- Na volta esse carro treme.

O carro serpenteou pela avenida a caminho do restaurante.

- Que foi?

- Quase matou...

- Animal?

Bella tentava olhar pelo vidro traseiro e seu vestido subia ainda mais.

- Também, mas quase ME matou.

- Bobo!

Em meio a tapinhas, dedos safados e alguns beijos, paramos em frente ao...

- Está de brincadeira?

- Eu não, nem sabia que seria aqui... Dona Elizabeth deixou recado.

Assim que abri a porta, milhões de flashs me cegaram. Corri para escoltar minha amada e não tive paciência com algumas perguntas e alguns abusados. Acabei quebrando algumas lentes e talvez um nariz, mas não estava nem um pouco preocupado, a minha deusa estava descendo do carro.

Entramos rapidamente, enquanto tentava manter Bella a salvo de mais fotos e perguntas embaraçosas.

Rapidamente avistei meu inferno particular.

- A perua está nos esperando.

Olhei para Bella e sorri. Essa é minha mulher!

Caminhei com ela por entre as mesas, até chegarmos.

- Dona Elizabeth.

Estiquei minha mão e ela rapidamente me puxou.

- Filhotinho lindo de mamãe. Fotos querido! Sorria!

Bella que estava atrás de nós me beliscou duas vezes na bunda, enquanto minha adorada "mãe" me abraçava esperando os flashes que se seguiam.

Foi palpável o clima descortês entre as duas mulheres da minha vida.

- Bastardinha.

- Broaca.

Minha Bella sorria.

Puxei a cadeira para que Bella sentasse enquanto me sentei ao seu lado e Elizabeth permanecia em pé.

- Esqueceu de mim filho?

- Sabe sentar muito bem.

Sua carranca de raiva foi se formando, enquanto Bella era apenas sorrisos e mãos. Sim! Sua mão não deixava um momento sequer de apalpar o Ed. Jr.

Me senti até aquelas bolinhas anti-stress. A cada suspiro ou respirada mais forte naquela mesa, meu pau era pressionado e crescia.

O mesmo garçom idoso que nos atendeu naquela noite maravilhosa, voltou a nos atender.

- Família Cullen. Irei atendê-los hoje.

- Família Cullen e Isabella Brandon.

- Não dona Elizabeth, família Cullen.

A cara de espanto foi impagável.

- Champagne, por favor.

Isabella. Quando eu poderia pensar que essa mulher seria mais que perfeita para mim?

Por mais que dona Elizabeth estivesse fazendo caras e bocas tentando entender o que se passava ali, ela permanecia como uma perfeita dama, exceto pelo meu pau duro que ela mantinha sobre controle me fazendo ofegar por várias vezes.

- Enfim, me contem isso.

- Contar o que?

- Quando você se casou com a bastardinha para ela usar nosso sobrenome?

A mão passeou mais forte por meu zíper e eu o senti descer. Bella estava nervosa.

- Ainda não.

Uma apertada e eu já não conseguia sequer saber meu nome. Aquela mão quente e acolhedora passou a me deixar louco.

- Então dá para me contar isso direito Edward Cullen?

Minha vontade era de gritar e mandar aquela velha se fuder, porque naquele exato momento estava tento a melhor punheta da minha vida, mas consegui concentrar minha cabeça de cima naquela mulher.

Olhei para Bella que simplesmente sorria, enquanto mordiscava a unha da mão livre. No momento em que abri minha boca, Bella se arrumou melhor com meu pau e apoiou-se na mesa.

- Já temos um acordo nupcial de quase um ano atrás dona Elizabeth. Oficialmente, eu e Edward já estamos juntos a mais tempo do que julgaria necessário para que eu lhe aplicasse o golpe da barriga.

Eu comecei a ficar mais relaxado ao ver minha futura mulher nos defendendo e pensei até em apoiar as mãos na nuca e curtir o momento. Bella estava fodendo dois ao mesmo tempo: Eu e minha digníssima mãezinha.

- Como assim?

- Talvez se a senhora conhecesse melhor seu filho, viria que estamos juntos a mais tempo que possa pensar.

- Então é golpe do baú mesmo?

- Não Elizabeth, ao contrário de você, eu serei alguém nessa vida por meus méritos, e não pelo sobrenome do meu marido.

Meu pau saltou para fora da calça com a força com que Bella bateu. Era questão de minutos e eu estaria gozando naquela mãozinha quente... Esporrando naquele rabo no segundo andar e...

Acordei segundos depois ao ouvir um tom mais alto.

- Vai deixar ela falar assim com a SUA mãe?

Abri os olhos e deparei com Bella e Elizabeth me encarando.

- Hein?

Bella ao invés de punhetar, puxou, quase levando a cabeça junto e eu praticamente engoli a seco a dor.

- PORRA! Elizabeth, a senhora não é minha mãe e eu soube disso no leito de morte do meu pai. E Bella, CARALHO, você vai me pagar por essa... Acho que fiquei paralítico.

Consegui me encolher um pouco sentindo o latejar do meu pau e ao mesmo tempo, percebi Bella rindo.

Quando levantei o olhar, reparei que o restaurante todo estava em silêncio, Bella tremia por rir sem fazer barulho e dona Elizabeth estava branca como cera na minha frente e todos olhavam para mim.

- Que foi? Nunca ouviram palavra? Tenho doutorado e título de SIR, mas em baixaria e putaria.

Todos voltaram a se mexer, inclusive dona Elizabeth que tentava de alguma maneira sorrir.

- Fico contente que já saiba disso, assim me evitou aborrecimentos futuros. Quanto ao seu casamento, considere deserdado assim que o fizer, não aceito e nem nunca aceitei bastardos na minha família.

- Por isso nunca me aceitou como filho? Sempre Rosalie era a mais bem tratada, mais querida. Diga-me afinal, se não queria bastardo, porque me adotou?

- Porque seu pai esperava um herdeiro macho e não mulher como minha segunda gestação... E vamos parar com essa lenga-lenga. Já disse o que eu quero. Edward volte para Londres e esqueceremos tudo o que sepassou aqui e antes disso.

- Nunca, já tenho minha vida aqui e nunca dependi de você. Hoje finalmente tive a resposta que eu queria: fui amado por meu pai, e tudo que tenho devo a ele, à você, apenas minha lástima... Espero que um dia consiga dormir bem, sabendo que sua verdadeira filha está por aí, pois eu dormirei maravilhosa bem, nos braços do meu verdadeiro amor.

Não conseguia mais olhar para aquela mulher e simplesmente arrumei minha calça e já me levantei. Bella me encarou com lágrimas nos olhos e eu não consegui deixar de ser o SIR.

- Entre todos os problemas, eu sempre escolherei ficar ao seu lado Love... Vamos?

Bella assentiu e finalmente dei as costas aquele pesadelo. Sir Edward Cullen estava enterrado. A partir de agora, apenas Edward Cullen, filho adotivo de Antony e marido de Isabella Brandon existirá.

Senti o carinho de Bella em cada toque que suas mãos faziam em minha cintura e a abracei ainda mais apertado.

- Ainda tinha esperanças de visitar o segundo andar... – Bella murmurou em meu ouvido.

- Voltamos depois Love.

Agora eu queria me encolher em seus braços e enterrar esse passado.


Notas Finais:

N/A: E aí? Espero que estejam gostando..

O cap não está betado, mas como eu disse, assim que a Belle me mandar eu troco ok?