Olá queridos bucaneiros e piratas!
Mais um cap. que espero que gostem:!
Dia 2 de março essa fic foi premiada com dois troféus no 1st Sparrabeth Orkut Awards, escolha do público de lá, e estou muito feliz!
Muito obrigada por lerem minha fic marujos!
Yo Ho e uma garrafa de rum pra todos!
P.S. Jack e Lizzie não são meus, mas o Mickey disse que não liga que eu me divirta com eles! XDDD
Cap. 28
Rumo ao norte, nas águas próximas à Florida, o Holandês Voador estava submerso. Não saíam de baixo d'água desde que Will foi visitar Jack no Pérola Negra.
Will estava pensativo, algo o incomodava, parecia que iria sufocar – o que era impossível na atual situação dele – ele era um semimorto como todos naquele navio – e assim ele ordenou que o Holandês Voador fosse para superfície.
- O que há com você Will? – perguntou Bootstrap Bill com preocupação.
Will deu um longo suspiro triste antes de responder.
- Uma palavra saiu de minha boca e agora me intriga. – disse ainda olhando o horizonte no luar.
- Do que se trata William?
- Quando eu estava conversando com Jack sobre Elizabeth, eu... – Will virou para olhar seu pai e completou com pesar. – Eu disse que ela me amava! Não que ela me ama, mas que me amava! Eu não queria dizer isso! Saiu sem que eu pudesse evitar!
Ambos ficaram se olhando apreensivos e Will continuou.
- De uns tempos pra cá eu não sinto nada de bom! Nada a não ser raiva da minha condição, pressa em achar essa fonte, uma fúria inexplicável quando penso que estou longe da Elizabeth! Porque ela é minha, pai! Eu preciso dela!
- Filho... – disse Bootstrap com tristeza.
- Nem um simples sentimento de paz quando vejo que estou cumprindo meu dever pai! Isso é horrível!
- Will... – começou Bootstrap e pousou as mãos nos ombros de Will e o olhando profundamente completou. – Suspeito que a moça não esteja mais disposta a carregar o fardo que é guardar seu coração!
- Do que você está falando?! – Will estreitou os olhos num misto de surpresa e raiva.
- Eu nunca achei que aquela dama amasse você meu filho! – Bootstrap disse cauteloso, ele sabia que esse assunto irritaria Will profundamente.
- O quê?! – Will já estava ficando furioso.
- Pelo menos não do jeito certo!
- E qual é o jeito certo?!
- Ela te amava, isso é evidente, ela demonstrava se preocupar muito com você, mas... – Bootstrap procurava um jeito de explicar que não causasse um acesso de fúria em Will.
- Mas..?! – Will olhou impaciente para seu pai.
- Ela não te ama como homem!
- O que você está dizendo papai?! Por algum acaso entrou água no seu cérebro?! Ficou louco?!
- Não Will! – disse Bootstrap resoluto. – Como irmão pode até ser, mas com homem, suspeito que não!
- Porquê está me dizendo essas idiotices?! – Will se exasperou. – É claro que Elizabeth me ama! – gritou forte assustando todos no navio.
Bill suspirou e Will continuou a gritar irritado, próximo à amurada.
- Ela sempre me amou! Sempre fomos próximos, até brincávamos juntos! Quando ela chorava, eu estava lá a apoiando! Quando eu ficava triste, ela fazia as caretas mais feias e imitava as pessoas que achávamos ridículas só para me fazer rir! Fazíamos traquinagens também! Éramos cúmplices, quase... – Will parou abruptamente. Não ousou completar essa frase. A palavra agora o assustava terrivelmente.
- Quase...? – Bootstrap Bill insistiu. Ele sabia que a palavra seria "irmãos".
Will voltou a fitar o mar.
- Olha papai. – disse olhando novamente para seu pai. – Estamos perto da Fonte, vamos nos concentrar em encontrar a ninfa está bem?! – Will estava disposto a acabar como toda aquela conversa que o fazia sentir um pesar medonho.
- Se você assim desejar. – Bootstrap suspirou. – Vou dar as ordens aos marujos e checar as coordenadas no mapa!
Quando Bootstrap se afastou, Will começou a se perder em devaneios.
- Ela sempre me amou! Ela sempre me amou! – ele repetia em voz alta, como se estivesse um sonho. – Ela ainda me ama! – inconscientemente ele repetia isso como se fosse uma oração, como se tentasse se convencer disso.
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No Pérola...
Tia Dalma sorriu. Jack fez cara de desgosto.
A bússola não estava mais louca. Tia já esperava por isso. Depois de tudo o que aconteceu, ela sabia que Jack, mesmo que negasse, agora finalmente sabia o que queria e parecia estar disposto a lutar com Will por isso.
- Viu?! – Jack largou a bússola com raiva e levantou-se. – Viu o que você queria?!
- Vi! – ela respondeu ronronando e estreitando os olhos. – Vi muito bem! – ela esboçou um sorriso malvado. Jack fez uma careta de desapontamento e desdém a ela. Ela estava ficando do mesmo jeito de quando ela foi falar da promessa na ilha dos fantasmas. Ele preferia a Tia Calypso que estava disposta a ajudá-lo.
- E agora?! – ele olhou-a de perto, analisando as feições de Tia.
- Agora preciso ir embora. – ela disse séria.
Jack gelou. Teria que dizer adeus a Elizabeth para sempre. Ficou transtornado, rondando a cabine, nervoso.
- Mas já?! É cedo Tia, fique mais um pouco! – Jack arregalou os olhos. – Preciso de mais alguns esclarecimentos, como o que diabos tem naquela ilha onde Elizabeth foi abandonada por Will, porque eu vi uns vultos lá e... – ele estava tentando ganhar tempo andando de uma lado para o outro como uma barata tonta, fazia gestos largos ao falar, no jeito Jack Sparrow de ser.
- Nada de esclarecimentos agora! – ela disse resoluta.
- Por favor Tia! – ele suplicou ajoelhando próximo à cama onde Tia Dalma permanecia sentada.
Jack tentou ser forte, mas desabou, pousando a cabeça no colo da ninfa, estava mortalmente cansado. Eles eram tão íntimos que ele se permitia demonstrar sentimentos para ela. Eram amigos desde que Jack sofreu o castigo de Cutler Beckett, e isso foi há muitos anos atrás. Tia Dalma entendia muito bem o que se passava com ele.
Apesar dos chiliques, truques e trejeitos loucos, muita maquiagem nos olhos e quinquilharias amarradas ao corpo, Jack Sparrow era humano, não era nada mais que um homem, ou melhor, não passava de um moleque travesso e mal amado.
Ela conhecia profundamente a história dele.
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O Capitão Teague Sparrow não quisera mais saber do menino Jackie após o naufrágio do Esmeralda. Teague decidiu ser um pirata assumido, antes ele era apenas um corsário que fazia suas próprias regras e não respeitava as dos outros.
Abandonou Jack num convento em Nassau, nas Bahamas. Era difícil olhar todos os dias para Jack: os olhos, os cabelos, o andar e principalmente o jeito de falar todo dengoso com as pessoas só fazia Teague lembrar de Iramaia.
Jack sofreu muito com o abandono do pai, sua família era muito unida, ele era muito amado por todos. Mas logo foi se acostumando à sua nova condição. Ajudava nas tarefas do convento como limpeza, colheita na horta da paróquia e também se aplicou nos estudos.
Queria ser um bom homem. Foi até coroinha da igreja e um dos padres lhe ensinou a tocar guitarra espanhola. As irmãs eram completamente apaixonadas por ele, sempre gentil e galante com as damas.
Quando completou 15 anos teve que deixar para sempre o convento, já que decidiu que não iria ser padre, e viu novamente a dureza do mundo. Quis sempre fazer as coisas certas, mas os bonzinhos só se dão mal.
Tornou-se marinheiro, aprendeu a amar o mar, sempre misterioso e poderoso e queria desvendar os mistérios que conhecera lendo os livros de mitologia que lia no convento. Mal lembrava de seu pai e sua mãe. O passado não interessava mais a ele, não traria nada de bom que ele quisesse. E foi querendo ajudar, que acabou por ser considerado ladrão, assassino e pirata. Os escravos que ele libertou desobedecendo às ordens da Companhia das Índias Orientais lhe custaram um preço caro demais para um pobre marinheiro que acabara de conseguir ser capitão de um navio. Foi então que ele se tornou mais orgulhoso e rebelde do que já era por natureza.
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Tia sabia de seus sofrimentos, de seus traumas, medos e da promessa que fizera a si mesmo desde seu castigo: nunca amar uma mulher, nunca admitir, nem para alguém, muito menos para ele mesmo. Mas isso era inconscientemente para não ser como seu pai.
Tia sorriu finalmente, levantou a cabeça dele e pousou um beijo em cada bochecha de Jack.
Ele a olhou intrigado.
- Cuide bem dela quando ela acordar. – Tia disse simplesmente. Ele arregalou os olhos, atônito, e ficou de pé.
- Você não vai levá-la?! – ele perguntou completamente perplexo. – Agora?!
- É tudo tão confuso para mim Jack! Eu já sabia o que o destino lhe reservava, mas... – ela suspirou e levantou da cama. – Tudo muda assim, de repente, tudo o que eu sabia, ou pensava saber, não vale de nada quando o assunto é você! Eu não vou levá-la! – Tia disse resoluta e séria. – Não mais! – ela enrugou a testa com preocupação. – Nem que eu amargue o maior e mais terrível dos castigos eu não vou levá-la! Considere sua promessa quebrada e sua divida liquidada comigo!
Jack não acreditava em tudo o que estava ouvindo.
- Então eu posso ficar com ela?! Ficar com ela para sempre?!
- Você sabe que não se pode quebrar promessas com ninfas não é?!
Ele balançou a cabeça afirmativamente.
- Estou cometendo um crime, por você! Não agüento ver um amor tão lindo como o seu ser ceifado assim do mundo! Isso não! – ela meneou a cabeça. – Mas mesmo assim, isso estava escrito na teia de seu destino, desde que você deixou Will ser o capitão do Holandês Voador, seu destino era ficar longe dela para sempre, e o dela era amargar a vida sozinha! Não entendi ainda porque tudo mudou tanto desde a última vez que o li.
- Você lê meu destino, numa teia?! – ele estranhou.
- É claro! Mas isso é um mistério, eu não vou te contar nada, nenhum mortal deve saber dessas coisas!
- Ahwwww. – disse Jack parecendo entender.
- Mas, temo que, se tudo mudou assim foi porque interferi muito na sua vida, nenhuma divindade deve fazer isso, por causa do livre arbítrio! Tenho que falar com umas pessoas agora! – ela deu um suspiro cansado. – Chega de tentar explicar coisas tão densas e complicadas para um pirata burrinho como você! – ela sorriu maliciosa e completou, vendo que ele estava sem palavras. – Preciso de um favor seu!
- Peça! – ele disse veemente. – Peça o que você quiser Tia Calypso!
- Leve-a para terra firme! Creio que William vai querer fazer algo a ela, ele não pode vê-la, ele não é mais de confiança em se tratando de Elizabeth e do fato que você e ela estão tendo um romance! – Jack estremeceu, sempre se assustava ao ouvir algo sobre seu amor com Elizabeth. Tia continuou. - Ele não pode tocar nela, pois se ele descobrir que ela está... – ela parou, era muito cedo para Jack saber disso.
- Ela está o quê?
- Digamos que ela esteja... Num estado interessante! – Tia disse de olhos arregalados com medo da reação de Jack, mas este simplesmente fez cara de quem não entendeu nada. Ela ficou grata por isso.
- Esse estado é por causa do que fizemos, digo... do que eu e ela fizemos... do amor... e... – ele tentava falar e se atrapalhava nervoso, pois falar dessas coisas com Calypso ainda era bem esquisito.
- É claro! Tem a ver, mas é bem mais grave! – Tia sorriu, ia ser divertido ver a cara de Jack quando descobrisse que nessas noites apaixonantemente quentes e sedutoras do Caribe nas quais eles se entregaram à paixão, ele acabou por engravidar Elizabeth.
- Grave? – ele se espantou. – Como assim?!
- Na hora certa você descobrirá! – ela gargalhou. – A partir daqui não te digo mais nenhuma palavra. – ela ficou séria, passou a mão na boca como se a fechasse com um lacre.
- Mas não é nada ruim não é?! – ele perguntou alarmado e ela andou na direção da porta da cabine. – Não é Tia?! – ele ficou de frente para ela, segurando-lhe os braços, ansioso por uma resposta.
Ela fez cara de brava e falou por entre os dentes:
- Tire suas mãos de mim Jack Sparrow!
- Pelo amor dos seus siris! – ele a largou e ajoelhou na frente dela, suplicando com as mãos unidas. – Não é nada de ruim não é?
Tia o olhou divertida e resolveu atiçar ainda mais a curiosidade e o medo do pirata à sua frente. O medo seria o aliado dela para fazê-lo fazer o que ela queria e o que seria bom para todos.
- Depende da perspectiva.
- Hã?! – ele pendeu a cabeça para um lado e ficou pensando no assunto.
Ela saiu e deixou a porta aberta. Os siris que sempre a acompanhavam sumiram junto com ela.
Logo a tripulação acordaria. E Elizabeth também.
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Jack correu e foi ajeitar as velas, sozinho, enquanto os outros ainda estavam dormindo. Ela planejou fazer de tudo para que os seus tripulantes achassem que estava tudo correndo às mil maravilhas.
Pintel e Marty foram os primeiros a despertar, não estranharam nada, parecia que tinham esquecido tudo, obra de Tia, com certeza. Jack estava no timão, guiando majestosamente o Pérola Negra.
- Enfim acordaram seus miseráveis! – ele gritou logo que os viu. – Acordem logo esses belos adormecidos aí para ajudarem! – ele disse se referindo a Raguetti, Gibbs, Cotton e Barbossa. – Eu não vou ficar de babá de papagaio e macaco! Savvy? – Jack disse isso porque os animais não saíam de perto dele, o observando guiar o navio. – Muito menos de babá de navio, já que eu sou o capitão! Eu mando, vocês obedecem! Vou ver Elizabeth agora! – ele passou o timão à Pintel e desceu as escadas.
Marty já tinha conseguido acordar Cotton e Gibbs, mas Raguetti ainda resmungava algo no sono. Jack chegou perto e enfiou um dedo no olho de vidro que Elizabeth comprou para ele. O pirata deu um pulo e olhou para Jack com um medo terrível.
Os outros riram. Então Jack viu a figura de Barbossa deitado próximo à entrada do porão. Estreitando os olhos ele chegou perto, de mansinho, e deu um chute na bunda de Barbossa.
Os outros riram quando Hector levantou sobressaltado despejando maldições para todo lado. Olhando ao redor ele ficou espantado, tivera um sonho esquisito.
- O que houve aqui Jack?! – ele perguntou ainda confuso.
- Vocês preguiçosos, dormiram mais que o normal! E eu, como capitão, fiquei a guiar majestosamente meu glorioso navio e nem me dei conta que já tinha amanhecido!
- Só isso?! Só foi isso que aconteceu?! E a visita de Will?!
- Aquele eunuco desgraçado roubou o mapa da Fonte da Juventude!
- Maldição!
- Pois é! Por isso vamos a um lugar onde existem umas pessoas que podem nos ajudar a reaver o mapa! - Jack ergueu uma sobrancelha.
- Mas... há algo errado aqui! – Barbossa insistiu.
- É claro que há algo errado aqui! – disse Jack arregalando os olhos para os marujos e esboçando um sorriso debochado: vinha de piada pela frente. – Primeiramente, você deveria estar morto! – Jack gesticulava e rebolada ao redor do convés. – Segundamente, você não deveria ter roubado meu precioso Pérola pela... ah, eu nem sei mais quantas vezes você roubou meu navio! – os marujos riram. – E... terceiramente, eu deveria te mandar para a prancha! Com as mãos amarradas e te abandonar naquela ilha lembra?!
Todos arregalaram os olhos, pois a última frase Jack disse num tom sério. Quando Barbossa abriu a boca para devolver as provocações, Jack Sparrow continuou debochado.
- Mas como sou um bom homem... – pôs as mãos na cintura. – Deixo você ficar e ajudar nas tarefas aqui no navio! E até te perdôo, pois sou um bom homem! – todos voltaram a rir de Barbossa, que estava azul de ódio e espumando de raiva. – Agora, ao trabalho seus cães sarnentos!
- Jack! – gritou Barbossa. – Venha cá seu miserável! – Barbossa o puxou pelo braço e Jack fez careta uma assustada. – Calypso esteve aqui não foi?!
- O quê? – Jack ergueu as sobrancelhas e arregalou os olhos. – Está maluco?!
- Sinto o cheiro dela! – insistiu Barbossa.
- Cheiro de siris?! – Jack não podia perder a piada.
- Ahhhhhhhhhhh! – gritou Barbossa e saiu pisando firme até o porão. Jack acenou para que os outros partissem.
- Para onde Jack?! – Gibbs perguntou.
- Um curso?! – Jack estava aéreo, calado.
- Aye!
- Deixe-me ver! – ele olhou para o céu. – Para nordeste! Savvy?!
- Porque vamos para lá?! – Gibbs perguntou cauteloso.
- Vamos fazer umas coisas numa ilha que fica para aquelas bandas! Vamos, ao trabalho!
Os marujos caíram na risada e foram cuidar de seus afazeres. Raguetti ficou mais um pouco ao lado de Jack e perguntou:
- A boneca ainda dorme?!
- Hã?! – Jack lembrou de Elizabeth. – Vou ver?!
- Aye!
Jack correu para a cabine. Abrindo a porta deu de cara com uma cena estranha, pelo menos para ele. Elizabeth estava debruçada na janela, vomitando.
Ele correu para ampará-la. Agarrou-a pela cintura.
- Você está bem amor? – ele perguntou preocupado, retirando os cabelos do rosto dela para poder olhar em seus olhos.
- Me sinto esquisita Jack! Eu nunca senti isso!
- Você está doente?!
- Não sei! – ela disse tentando parecer forte, mas estava choramingando.
Ele a levou nos braços para a cama e a deitou.
- Onde dói amor?! – ele perguntou sentando na cama para olhá-la.
- Bem aqui! – ela pôs uma mão no ventre.
Jack gelou. Será que era o que ele estava pensando?!
Elizabeth segurou a mão dele.
Agora fazia sentido o que Tia tinha dito sobre o estado interessante de Elizabeth. Jack quase desmaiou, correu para a janela, debruçou-se sobre ela e também vomitou.
