Notas da Historia:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. 100% Beward
Obs. Pov. Edward e Narrador
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Obs. Postagem, sem dia fixo, posto quando puder, e quando os comentários me animarem u.u
Capítulo XXVIII
Edward folheou o diário, mas muitas das palavras estavam apagadas e ele só conseguiu pegar frases aqui e ali. Iria ser um pouco difícil decifrar aquele diário, mas ele não iria desistir sem tentar, ali estavam às respostas para o passado de Bella.
Como Bella ainda não havia voltado, ele passou a ler do começo, pelo menos o que ele conseguia entender.
Eu finalmente escolhi um nome.
Marie.
É simples e bonito.
Será que eu devia ter escolhido algo mais americano?
Afinal aqui será a nossa nova casa, local em que iniciaremos a nossa nova vida juntas. Confesso que estou com medo, tudo o que tenho no mundo são as minhas economias, algumas roupas e Marie e isso é assustador.
Mas é como as coisas têm que ser.
Ele não nos quis, mas não precisamos dele também.
Meu único arrependimento?
Marie nunca o conhecerá.
E eu sei como dói não conhecer o seu próprio pai.
As próximas páginas foram arrancadas, ele imaginou que por Bella, talvez de frustração por não saber ler, havia mais algumas desbotadas e ele procurou até achar as próximas mais visíveis.
Oh céus, Bertha me avisou que isso seria uma loucura, mas não lhe dei ouvidos, ter um bebê em alto mar, não era a melhor das idéias. Mas aqui estava eu e eu sabia que nos próximos dias eu daria luz a Marie.
Deveria ter ficado em Londres até ela nascer, deveria, eu sei que deveria, mas a tristeza, a raiva e a decepção era demais, então eu tive que partir, antes que ele me encontrasse.
E eu o amava demais, por isso tive que partir, sabia que se ficasse ele iria acabar me convencendo a ser uma amante e minha Marie seria uma eterna bastarda.
Ainda assim, ter um bebê em alto mar é assustador...
- Edwad? – ele parou de ler e fechou o diário o guardando junto com o seu, Bella se aproximou com cautela e ele sorriu.
- Bella, estava preocupado. – ela sorriu e correu para ele o abraçando.
- Bela está triste.
- Não fiquei triste, eu só queria ter certeza que está bem, sim?
- Bella, deixar Edwad triste?
- Não, Bella só faz Edward sorrir. – ele sorriu e ela sorriu de volta e o abraçou, ele sem pensar a abraçou também e beijou a sua testa.
Aquela pobre menina deve ter tido uma vida tão sofrida, mas agora ela só teria felicidade, ele tinha certeza disso.
- Acho que está na hora de voltarmos, Bella.
Ela olhou em volta e assentiu, agarrou a mão dele e começou a puxá-lo através da mata.
Mais uma vez, eles caminharam em silêncio, só as suas mãos unidas e o peso do diário em seu peito.
Quando alcançaram o acampamento, o jovem Lorde estava aliviado, embora ele confiasse em Bella, ele temeu que eles se perdessem na mata.
- Edward, graças aos céus! Onde estava? – o Professor se aproximou, assim como Emmett, Bella soltou a mão dele e correu para uma árvore a escalando.
- Foram onde? – perguntou Emmett quando Edward não respondeu e ele se voltou para o amigo.
- Bella me levou para dar um passeio.
- E viram algo de interessante? – ele assentiu e retirou o diário do bolso interno do casaco.
- Pode-se dizer que sim.
- O que é isso?
- O diário da mãe de Bella.
Ambos se entreolharam, em seguida, se amontoaram em volta de Edward cheios de perguntas.
Da árvore, Bella olhou para os homens com uma carranca.
A sua mente tramando um jeito de se livrar daqueles montes de papéis chatos, assim o seu bichinho seria só dela.
