Agora consigo entender pelo menos parte de minha roupa. Essa arena consegue ser mais confusa do que meus meio do círculo gigante está a cornucópia,o chifre sinistro onde estão as melhores armas,os melhores suprimentos,e as maiores chances de morrer.À minha direita é tudo branco e dizer,é tudo neve,com árvores enormes de troncos negros e com neve caindo sabe-se lá de onde.
À minha esquerda está...Marissa!Graças à Deus!Fiquei tão distraída que não pensei em procura-la. Mas ela estava sempre um passo a frente , já bem atenta,olhando pra mim,na tentativa de uma comunicação olhamos e ela olha pra frente esperando que eu faça o que nós duas agora percebemos que é uma péssima ideia correr para o os Carreiristas estão ao norte,e se não fossem eles,seriam outros tributos,afinal ,isso é um círculo.Não dá pra correr para sul,porque seriamos pegas pelas costas,então só nos resta escolher leste,ou olho para oeste percebo que é completamente diferente da cena à minha direita: é uma espécie de tem uma aparência quente,com árvores verdes de todos os tamanhos e de tons muito verdes,a cena é meio bagunçada por causa de uma chuva torrencial que só cai lá.
O mais estranho é que o meio onde estamos,a cornucópia parece ser o lugar com temperatura perfeita,com grama e sem chuva,ou obviamente,quem vai lutar por esse lugar são os Carreiristas,e o idiota que se meter com eles vai ter uma morte bem dolorosa.
A contagem dos segundos já está no final, e não vi Caius em lugar nenhum. Tento tirá-lo da minha mente e olho pra Marissa em busca de uma possível soluçã olha fixamente para a neve á minha direita e confirma com a cabeç que eu tenha entendido direito,vamos correr para leste,em direção á nevasca.
Estamos na contagem dos vinte segundos e eu nem sequer visualizei o que vou tentar pegar. Olho rapidamente na direção de uma mochila branca a uns quatro metros a minha frente,e mais perto ainda um conjunto de facas.O ideal pra mim seria uma lança,mas as únicas lanças que vejo estão muito a oeste,bem na mira dos carreiristas e essas facas serviriam tremendamente bem para Marissa.
3... Preparo-me psicologicamente pra corrida. 2...Traço um caminho mentalmente.1... Acho bom dar tudo certo...
O gongo soa e começa a correria. Corro em direção á mochila branca e esbarro no garoto ruivo do estava tentando pegar o estojo de facas à nossa frente,mas eu uso a nossa pequena diferença de peso contra ele e ele me abaixo na tentativa de pegar o estojo,a garota ruiva pega a pensar agarro uma das facas do estojo e enfio no estômago garoto,que estava se levantando,e arremesso a mesma faca na pura sorte consigo acertar sua coxa,e ela cai largando a corre atrás de mim,e sem perceber que era ela,quase jogo uma faca em sua direçã me puxa e corremos para a a mesma ,e corremos em direção à a cabeça rapidamente,vejo que a maioria dos tributos preferiu correr na direção da selva,e que os Carreiristas estão lutando no centro do cí ém está atacando a pequena ruiva que eu acertei na perna,e acho que ela não vai conseguir fugir. Marissa aperta mais ainda meu braço e eu corro mais rápido,sem olhar para trás.
Corremos durante algum tempo,mas com a neve caindo na nossa frente,fica difícil nos íamos até mesmo estar correndo de volta para a Cornucópia,sem perceber,e cair na armadilha dos conseguiu pegar uma mochila menor que a minha,mas é de uma cor verde musgo,e tenho a impressão que o que quer que esteja ali não nos vai ser muito útil .
Ela tem uma velocidade incrível, mas seu senso de direção não é dos melhores, então, depois de uns três quilômetros de corrida, nos batemos em cheio em uma árvore gigante, com um tronco preto coberto de neve. A nevasca não parecia diminuir, então,quando íamos continuar a corrida eu gritei:
—Não devíamos parar para acampar?Acho que já corremos o suficiente,e essa nevasca só piora as coisas.
—Na verdade,a neve caindo cobre nossas que aproveitar para nos afastar o máximo que pudermos.—ela falou em resposta.
—E se estivermos andando em círculos?—perguntei preocupada
—Não estamos. Essa árvore é a nossa prova.— respondeu confiante— Vamos molenga,só mais um pouquinho ,prometo que antes de escurecer paramos e subimos num carvalho.
Continuamos a correr,embora dessa vez eu tenha me esforçado um pouco mais,apenas para provar a Marissa que eu não sou que ela percebeu,e correu ainda mais rá reparamos,estávamos disputando corrida uma com a outra,o que nos distraiu.
Quando começou a escurecer, Marissa cumpriu a promessa, e achamos um carvalho com galhos tão grosso e vastos, que se enroscavam nas outras árvores. Ela subiu em um piscar de olhos,já eu ... Até tentei imitar seus movimentos, mas demorei uns 5 minutos para alcançá-la.
Quando finalmente eu cheguei ao galho onde Marissa estava,ela fez uma cara de "finalmente",mas não disse nada.
—Vamos ver o que tem nas mochilas?— sugeri
—Claro —respondeu —Mas seja objetiva e procure um pouco de corda, não estou confiante com sua estabilidade aqui em cima, e não seria legal se você se esborrachasse lá em baixo logo no primeiro dia.
Revistamos nossas mochilas e eis o que encontramos: Na mochila verde encontramos um rolo de corda que deveria ter uns 6 metros, e com uma das cinco facas do nosso estojo, cortamos um pedaço e Marissa me amarrou no galho onde estávamos. Também achamos duas garrafas com água cheias e um saco de dormir fino,feito pro calor,e algumas tiras de carne seca.
Na mochila branca achamos um cobertor grosso, um par de luvas, um saco de dormir que parecia perfeito pra neve, mais uma faca, uma garrafa térmica e uns biscoitos.
Nos organizamos, colocando um pouco de cada do que tínhamos em cada mochila, pro caso de nos ter pegado uma lança,mas se eu tivesse tentado,provavelmente agora eu estaria morta.
Ouvimos o primeiro canhão e meu coração dispara. A ideia da corda me segurando na árvore agora parece por pouco eu não por Marissa no galho acima e ela tem uma expressão concentrada e faz sinal de conta os disparos e eu també me esquecido dos canhões,não sei como,mas esqueci.Não quero nem imaginar a situação da Cornucópia agora,se a luta demorou tanto pra acabar.
Os canhões param e eu conto doze o céu se ilumina,o hino de Panem começa a tocar,e os rosto começam a aparecer.
