Observações:Essa fanfiction foi inicialmente traduzida por Nate e Mariana. Atualmente está sendo traduzida por Irene, Laisa, Laysa, Larissa e Letícia com colaboração de Illem e Jéssica.

Disclaimer:Twilight e seus personagens pertencem a Stephenie Meyer. Wide Awake, cookies e únicornios pertecem a AngstGoddess003.


Capitulo 29 - German Chocolate Inferiors- Inferiores Chocolates Alemãs

BPOV

Meu nariz estava dolorido quando eu acordei no peito de Edward com o alarme. Era uma dor latente que me fez desejar a dolorosa cauterização branca do dia anterior.

Edward tirou uma mão da minha cintura e usou para raivosamente bater no alarme ao seu lado. Ele não grunhiu. Mas eu com certeza sim, caralho. Ele se mexeu embaixo de mim e se moveu até que seu rosto estava nivelado ao meu. Quando eu finalmente abri meus olhos ele estava deitado na minha frente, nublados olhos verdes inspecionando o dano da cotovelada de James.

Ele assobiou.

Eu grunhi. "Está tão ruim assim?" Eu murmurei. Minha voz não estava tão ruim como ontem, mas ainda estava bastante rala, e me fazendo querer algo bastante quente para beber ou algo bastante frio. Ele passou uma mão por seu desgrenhado amanhecido cabelo bronze e fez uma careta.

Eu grunhi de novo, e levantei as cobertas sobre o meu obviamente horrendo rosto, me virando de costas e mergulhando. Eu escutei ele suspirar e tentar puxar as cobertas, mas eu as segurei lá. Como se meu dia não fosse ser constrangedor o suficiente, eu tinha que ficar ao lado do maravilhoso Edward Cullen parecendo... o que fosse que eu parecia.

Ele suspirou de novo quando eu não soltei as cobertas. "Não seja tão difícil merda. Você é linda. " Ele murmurou na sua grossa voz matinal.

Eu abaixei as cobertas só o suficiente para ver ele deitado me encarando, apoiado em um cotovelo. "Sério?" Eu sussurrei, parecendo uma estúpida adolescente auto-consciente. Provavelmente por que eu era.

Ele rolou os olhos pra trás de suas pálpebras pesadas. "Sim." Ele caiu de costas e começou a passar sua mão pelo cabelo de novo. "Você é sempre linda pra caralho. Agora tire o seu traseiro da cama." Ele virou para mim e sorriu tortamente. Eu sorri por instinto, mas o pequeno Edward na minha cabeça estava gritando 'Besteira'.

Com um grunhido, eu rolei para fora da cama e fiz o meu caminho para o banheiro. Estava ... horrível. Eu olhei irritada para o espelho. O inchaço havia diminuído, mas um largo caminho de um azul escuro se espalhava pela ponta do meu nariz até o meu olho. Pessoas iam me ver assim o dia todo. Bella Swan ... estranha garota louca com nariz azul e preto. Eu me virei, decidindo que negação era um rio na terra da Bella também.

Eu fiquei olhando para o seu chuveiro longamente, impaciente para chegar em casa, assim eu poderia tomar um. Bem quente. Meus músculos ainda estavam doloridos, e eu estava questionando se a escola tinha uma política contra alunos estarem sobre influência de bonitas pílulas azuis.

Edward estava esperando na porta por mim de novo quando eu deixei os seus cookies. Me arrastei até onde ele estava parado contra a parede, parecendo bem mais cansado do que eu estava. Ele sorriu sonolento para mim e deslizou seus braços em volta da minha cintura, me puxando contra ele e se inclinando para me dar um pequeno beijo nos lábios. Eu ia fazer bico e puxar ele para mais perto e esmagar seu rosto no meu. Mas eu decidi salvar gestos como esses para as bonitas pílulas azuis. Então no lugar eu lhe dei um sorriso e desci pela casa.

O banho quente foi ... Celestial nem faz jus. Foi ... Edwardial. E quando eu ficava embaixo do jato quente de água e limpava cada centímetro do meu cansado e dolorido corpo, eu decidi que Edwardial deveria ser definitivamente um adjetivo.

A manhã em casa foi mais agitada do que eu gostaria. Enquanto fazia o café da manhã, eu descobri que Esme ia ter que vir para escola comigo para falar com a diretoria sobre o meu incidente. Ela continuava a me dizer que eu podia ficar em casa, mas eu decidi que já que era uma Sexta, eu queria acabar com isso. Ter o final de semana para me recuperar. Porque eu sabia que iria ser constrangedor e horrivelmente mortificante. Até Edward não podia parar os olhares e sussurros. Melhor deixá-los tirarem tudo do sistema agora, e talvez ... se eu fosse muito sortuda ... até Segunda, eu voltaria a ser a garota invisível que todo mundo cuidadosamente evitava.

Alice parecia desapontada com a presença de Esme quando ela se juntou a nós para o café da manhã. Eu acho que ela estava morrendo para ficar sozinha comigo assim ela podia consegui todos os detalhes podres sobre mim e Edward.

Ela olhou para o meu nariz e assoviou conforme ela deslizava no banco à minha frente.
Eu rolei meus olhos, parando um grunhido. "Você sabe..." Ela começou enquanto passava amanteigava sua torrada. "Eu tenho umas letais bases que iriam cobrir esse hematoma todinho" Ela disse em uma voz cantada.

Eu franzi minhas sobrancelhas e bebi meu suco de laranja por que eu não podia fazer uma careta sem dor. Eu não fazia essa coisa de maquiagem. Nunca. Mas tinha uma boa chance que se eu aparecesse sem hematomas, as bocas abertas não seriam tão ruins. Eu passei todo o café da manhã ponderando ao lado de Esme antes de finalmente concordar em um aceno que fez o rosto de Alice se iluminar.

E conforme ela animadamente aplicava a maquiagem no meu nariz enquanto eu estava sentada na sua penteadeira, eu rapidamente a informei que isso era uma ocasião única. Ela sorriu fracamente para mim concordando, fazendo um comentário sobre o quão sortuda eu era pelo inchaço ter acabado.

E quando ela tinha acabado, eu estava pronta para caçar o inventor do creme mágico e dar a ele um saco de cookies também. Eu virei meu rosto no espelho com uma expressão de surpresa. Se você sabe exatamente o que procurar, você provavelmente saberia. Mas para observantes casuais... eu era só Bella Swan... estranha garota maluca. O normal.

Esme sorriu para mim fracamente conforme eu levantava o meu capuz para andar porta a fora com uma olhar apreciativo para o trabalho de Alice. Alice foi de Porshe enquanto eu ia com Esme. E basicamente passei toda a viagem de carro me afundando mais e mais no meu lugar, como se pudesse me engolir e me salvar do horrível dia a minha frente.

Ela estacionou mais perto do prédio de administração, me salvando da humilhação imediata da zona de estacionamento dos estudantes. Os olhares que eu recebia conforme nós entravamos no pequeno escritório não eram muito melhores do que os que eu recebia nos corredores. Os adultos não me viam como alguma novidade ou piada. Eles pareciam... assustados. Eu não tinha certeza do que eles estavam assustados, ou conseguia escolher qual reação eu preferia. De qualquer jeito, eu mantive meu capuz para cima e minha cabeça para baixo enquanto eles nós conduziam para o escritório do diretor.

Eu levantei minha cabeça só o suficiente para encontrar a cadeira mais afastada no canto para me afundar. Esme pegou a cadeira mais perto da mesa do Diretor, onde eu assumi que ele estava sentado dando olhares cautelosos para mim conforme eu mantinha minha cabeça abaixada.

Eu estava agradecida pelo excesso de uso do dinheiro público do diretor assim que a minha professora ia se meter. Seu escritório era tão grande que todo mundo mantinha uma ... na maior parte, uma distância confortável. Eu escutei em um interesse mórbido eles discutindo meu problema como se eu nem estivesse presente. Esme começou a jogar palavras que eu abominava. Termos médicos sobre a minha 'condição' que eu nem podia ouvir mentalmente sem erro ortográfico.

Eu escutei horrorizada eles discutindo alternativas educacionais de incentivo como escola em casa. O que era totalmente absurdo. Como se fosse algo que nós nunca havíamos discutido e descartado. Esme disse isso a eles. E ela também fez um comentário muito espirituoso e afiado sobre o excesso do uso do dinheiro único que vinha do seu salário. O diretor gaguejou e se remexeu. Não esperando uma mulher tão delicada como Esme o pôr em seu lugar.

Ao invés de discutir mais o assunto, o diretor apresentou apressadamente todos os meus professores para fazer cuidadosas mudanças no meu arranjo de lugar, e concordou que a instituição iria me 'acomodar' no melhor jeito nas suas habilidades. Eu estava ambos agradecida e impossivelmente mais horrorizada por seus esforços. Estava destinado que isso só traria mais atenção caso me tratassem diferente. E como se escutar tudo isso não fosse horrível o suficiente, eles eventualmente começaram a discutir ... situações de emergência.

"Em caso de qualquer incidentes futuros," Esme começou em uma voz apertada, me fazendo encolher no meu capuz com a idéia de qualquer coisa da tipo. "Você tem a minha autorização imediata para permitir Edward Cullen atenda ela de qualquer jeito possível."

Minha cabeça se ergueu bruscamente, finalmente permitindo que eu absorvesse a cena a minha frente, conforme eu ficava de boca aberta, olhado para Esme que estava sentada de frente para o diretor careca. Era um comentário inesperado, para dizer o mínimo. Ela mandou um olhar de soslaio para mim, sentada no canto mais distante do quarto. Ela parecia indecisa, então eu dei a ela um pequeno sorriso, garantindo a ela que era uma boa idéia.

As expressões nos rostos dos meus professores eram impagáveis. Eu tinha a impressão que eles raramente queriam deixar Edward Cullen fazer qualquer coisa. O cômodo foi eventualmente lotado, com um balanço de cabeça geral concordando com seu pedido.

E quando a reunião estava concluída, Esme parecia meio convencida conforme nós saiamos do escritório da administração.

Ela me deu um beijo na bochecha antes de entrar em seu carro, me mandando um ultimo olhar significativo. Ela estava me dando uma escolha, me dizendo com seus olhos que se eu realmente quisesse esse seria o fim do meu dia na escola. Mas eu só sorri de volta para ela. Eu nunca fui muito de procrastinação, mesmo quando era uma mortificante e desconfortável situação.

O sinal tocou indicando o final do primeiro período conforme eu assistia o carro dela desaparecer do estacionamento. Com um suspiro profundo e com uma determinação que nem eu pensava ser capaz, eu fiz o meu caminho para a aula.

As portas começaram a esvaziar conforme eu fazia meu caminho pelo pátio com a minha cabeça baixa. Eu olhava para cima o suficiente para fazer o meu caminho, mas nada a mais. Eu não podia ver os olhares, mas eu podia praticamente sentir eles enquanto fazia meu caminho pelo meio do pátio. Eu enfiei minhas mãos nos bolsos no meu casaco e apertei meu punho fortemente.

Eles estavam olhando e sussurrando e algumas vezes até rindo. Mas eles ainda estavam evitando; concedendo a mim uma distancia cuidadosa conforme eu passava, encarando o concreto molhado com um rosto vermelho.

E então eu senti.

Formigamento.

Eu sorri para o concreto e eu diminui meus passos minuciosamente, questionando seu eu devia olhar para cima e ir até ele.

Eu não precisei. Eu senti um braço deslizar em volta da minha cintura com a corrente pulsante de eletricidade que era Edward e eu interrompi os meus passos. Minha postura rígida imediatamente relaxou com o seu toque. Eu suspirei e finalmente levantei minha cabeça para olhar para a pessoa ao meu lado.

Edward estava parado ao meu lado na sua jaqueta de couro com o seu cabelo bronze bagunçado balançando na leve brisa da manhã. Seus penetrantes olhos verdes estavam queimando nos meus conforme eu sorria e me inclina no seu lado casualmente, não sabendo o quão perto nós poderíamos estar. Ele retornou o sorriso tortamente, se inclinando para dar um delicado beijo na minha testa. Eu sorri mais largamente, virando o meu corpo para o seu peito e fechando os meus olhos enquanto seus lábios se demoravam na minha pele momentaneamente.

Quando ele finalmente se reclinou, ele deu um olhar significativo para o capuz na minha cabeça. Mais como um olhar irritado, na verdade. Eu nunca entenderia o seu rancor contra ele. Talvez ele gostasse do meu cabelo, eu não sei. Ele pareceu sentir a minha falta de vontade de tirar porque ele não fez mais nenhum movimento.

Ele examinou o meu nariz com lábios franzidos. "Você sara rápido pra caralho." Ele sorriu, movendo sua mão livre para acariciar minha bochecha amorosamente. Eu ri e revirei os olhos. Mas o meu revirar de olhos mudou o meu campo de visão momentaneamente o suficiente para eu notar as pessoas a nossa volta.

Eu deixei meu olhar lentamente vagar pela expressão dos alunos, que era multi-tarefa já que eles estavam andando e boquiabertos para a visão de Edward acariciando a bochecha da garota louca simultaneamente. O dedão de Edward começou a acariciar minha bochecha, me relaxando enquanto eu retornava a minha atenção para seus olhos verdes. Mas ele estava olhando irritado para os passantes, um grande contraste com sua caricia amorosa.

Eu suspirei, ganhando sua atenção, e sorri de volta para ele. "Eu estou meio que acostumada com todo esse negócio de encarar agora." Dei de ombros, honestamente. Não significava que estava confortável, sendo encarada, mas eu tinha construído uma resistência a isso de algum jeito.

Ele suspirou e abaixou sua mão, retornando para o meu lado e deslizando seu braço pela minha cintura de novo. "Vamos, eu te acompanho até a sala." Ele sorriu, me conduzindo pelo pátio até as portas. Eu relaxei no seu lado conforme nós viajávamos por todos os olhares e sussurros. Ele apertou seu abraço na minha cintura quando nós entravamos pelos corredores da escola e os sussurros eram facilmente escutados.
Eu os ignorei e apoiei minha cabeça contra o ombro de Edward, deixando todo seu amor e eletricidade me relaxar completamente. Ele parou na porta da sala do meu segundo período, me puxando ao lado da parede, e me encostando contra ela enquanto ele olhava em volta do corredor nervosamente.

Ele suspirou e colocou uma das suas mãos na parede ao lado da minha cabeça, se inclinando sobre mim em uma estranha posição protetora. "Me faz uma promessa?" Ele sussurrou, centímetros longe do meu rosto com suas sobrancelhas levemente franzidas em preocupação. Eu concordei sem hesitação. Ele deu outro olhar atento em volta do corredor antes de finalmente me olhar de novo. "Espera por mim na sua mesa depois da aula?" Ele perguntou baixinho e uma expressão que sugeria que a promessa seria feita depois de todas as aulas.

Eu rolei meus olhos. "Edward, você não pode me levar para todas as aulas." Eu disse, racional. Apesar da idéia ser muito atraente, não fazia sentido ele gastar o tempo extra atravessando o campus e arriscar constantes atrasos por minha causa.

Ele rolou seus olhos de volta para mim, inclinando sua cabeça na minha mais e olhando nos meus olhos intensamente. Minha respiração engatou um pouco conforme ele se aproximava, até que seus lábios estavam mal descansando nos meus. Sem a minha permissão, minha respiração começou a acelerar enquanto ele tomava levemente meu lábio inferior entre os seus, nunca quebrando nosso olhar. Eu queria beijar ele de volta, mas o jeito que seus olhos estavam me hipnotizando conforme eles se infiltravam nos meus, me rendeu completamente paralisada.

Ele soltou meu lábio inferior e lentamente sorriu para mim. "Você só me assiste fazer essa merda." Ele sussurrou contra os meus lábios, levantando suas sobrancelhas e se reclinando com o mesmo sorriso torto estampado em seu rosto.

Eu concordei. Meio grogue.

Ele riu e se afastou, balançando uma mão para a porta e assistindo eu entrar. Eu peguei o novo lugar que o professor apontou para mim no fundo da classe. Quando eu olhei de volta para a porta, ele tinha sumido, e eu ainda tinha um pequeno sorriso. E quando todos os alunos entraram e começaram a olhar para mim, tudo que eu podia pensar era em ver o Edward em uma hora.

EPOV

Eu olhei irritado para todas as pessoas conforme eu passava, fazendo meu caminho para a segunda aula. Bella era ingênua. Ela não entendia o quanto essa pessoas tinha poder sobre ela. Tudo que bastava era um cuzão muito curioso. E ela estaria fodida. Nada estava me impedindo de protegê-la completamente agora. Se eu achasse que realmente pudesse escapar com isso, eu me transferiria pra todas as merdas de aulas dela e nunca abandonaria o seu lado.

É claro, levá-la para cada aula era o máximo de acesso que eu podia ter. Então eu fazia. Pessoas estavam me encarando mais, não que eu desse alguma merda. Normalmente esse tipo de atenção me deixaria incomodado e puto. Eles superariam eventualmente, assim que a novidade sobre nós desgasta-se.

Quando o sinal tocou para o segundo período, eu era o primeiro filho da puta fora daquela porta, cruzando o pátio de volta para a minha garota. Ela foi boa. Sentando na sua mesa e esperando por mim bem como eu tinha pedido. Ela levantou a cabeça quando eu apareci na porta e sorriu para mim, pegando sua bolsa e se arrastando até mim.

Eu queria muito pedir para ela tirar aquele maldito capuz, mas eu sabia melhor. Havia muitas pessoas aqui pra ela fazer isso. E eu não queria fazer a minha garota desconfortável, então eu só coloquei meu braço em volta da sua pequena cintura de novo e a levei para o terceiro período. Ela se inclinou no meu lado enquanto nós andávamos pelos corredores, respirando profundamente e ocasionalmente e me cheirando. Eu estava fazendo aquela merda um pouquinho também. Flores e cookies. Divino pra caralho.

Eu ainda olhava um pouco irritado, guiando ela em volta das pessoas no corredor. Eles olhavam, eu encarava. Eu a deixei na sua terceira aula com um delicado beijo na topo da sua cabeça. Ela sorriu para mim e entrou na sala, olhando de volta para mim enquanto eu ficava para ter certeza que ela chegou a sua mesa sem ser fodida.

Quando o terceiro período estava acabado, eu tinha certeza que todo mundo sabia. Os sussurros nos corredores eram um pouco ridículos, caralho. Nada nem remotamente original. Quando eu andei para a porta da sala dela, eu bisbilhotei dentro, tirando um momento para inspecionar seu rosto cuidadosamente para ter certeza que os sussurros não a estavam afetando conforme ela andava até mim.

Ela estava sendo uma pequena campeã sobre toda a situação. Ainda com a porra da cabeça para baixo e se encostando no meu lado conforme nós passávamos as pessoas, mas ela estava conseguindo. Ela provavelmente teve a chance de ficar em casa hoje, evitar por merda do máximo de tempo possível. Mas não é assim que a minha garota funciona. Eu estava começando a ver isso mais e mais a cada dia.

Eu nós levei para o refeitório depois do terceiro período, parando na porta com meu braço em volta de sua cintura e franzindo as sobrancelhas ... um pouco incerto de merda. Eu não sabia onde sentar com ela. Eu finalmente decidi levá-la para a minha mesa. Se Brandon e Jazz quisessem sentar com a gente, eles podiam. E mesmo que fosse encher o meu saco pra caralho, se Rose e Emmett quisessem sentar com a gente também, eu manteria minha boca fechada sobre essa merda.

Ela parecia um pouco surpresa no início quando eu a conduzi a minha mesa, mas não reclamou da minha escolha quando eu puxei sua cadeira para ela. Ela sorriu para o chão e sentou no lugar timidamente, tirando seus cookies de sua bolsa conforme eu me sentava ao seu lado. Então ela fez uma coisa que eu nunca imaginei que ela fosse fazer por conta própria. Ela levantou uma mão e tirou o capuz, soltando todo seu longo cabelo castanho livremente. Eu sorri pra caralho para ela, feliz de me livrar do capuz, mesmo tendo quase certeza que ela colocaria de volta depois do almoço. Ainda era um grande passo. Minha garota estava confortável comigo ao seu lado.

Dei uma olhada em volta da refeitório onde todo mundo ainda estava basicamente a merda de encarando. Eu rolei meus olhos e levei a minha cadeira mais perto da minha garota, preocupado que eles estavam fazendo ela desconfortável.

Eu deslizei a minha mão embaixo de seu cabelo, segurando a base do seu pescoço e acariciando levemente com o meu dedão.

Ele estremeceu e virou a cabeça para mim, corando com um pequeno sorriso. Eu ri para a coloração e continuei acariciando seu pescoço enquanto nós comíamos nossos sacos de deliciosos pra caralho cookies em um silêncio, que era mais confortável do que se esperaria conforme nos estávamos embaixo dos olhos examinadores do refeitório.

Brandon e Jazz entraram no local dez minutos depois, parecendo desarrumados pra caralho. O cabelo deles estava para todos os lados, lábios vermelhos e inchados, arrumando suas roupas olhando pelo local. Brandon teve um fleche de pânico em seus olhos quando seu olhar caiu no lugar vazio da Bella. Rose e Emmett estavam presentes, mas muito ocupados um com o outro para perceber a falta de alguém. Eventualmente seu olhar mudou devagar para a nossa mesa ... e eu. Eu podia ver merda dela bufando do outro lado da porra do local. Eu sorri para ela conforme ela fazia seu caminho para a mesa com Jazz.

Jazz e eu tivemos uma conversa durante o caminho para a escola. Era um direto 'manos antes de minas' discurso. Eu era para manter a porra da boca fechada sobre o que ele sabia, e ele era pra salvar o meu traseiro de qualquer castração que pudesse acontecer. Ele sentou na minha frente na mesa, como sempre, deixando Brandon para sentar ao seu lado enquanto ela olhava para mim um pouco irritada. Eu acho que toda aquela gratidão foi para o inferno quando eu fui descoberto sendo o namorado.

Ela olhou minha mão escondida embaixo do cabelo da minha garota enquanto eu acariciava seu pescoço levemente e dava um mordida no meu cookie. Ela olhou Bella com uma expressão séria. "Vocês dois estão dormindo juntos?" Ela perguntou abruptamente.

Bella e eu ambos engasgamos nos nossos pedaços de cookies simultaneamente, tossindo pedaços e ficando vermelho. Eu acho que eu percebi primeiro que ela queria dizer sexo e não dormir casual, então eu balancei minha cabeça, ainda tentando limpar minhas vias aéreas.

Minha garota não estava feliz. Eu assisti quando elas começaram a mandar estranhos olhares uma a outra, e finalmente se recuperando do ataque de tosse. Brandon mandou dardos para a minha mão, ainda acariciando seu pescoço, como se ela não quisesse eu tocando ela. Bella cerrou seus olhos de volta. Uma batalha silenciosa que aparentemente ela estava perdendo já que ela bufou e se afundou na cadeira.

Isso foi uma merda interessante. Curioso sobre esse estranho novo desenvolvimento onde a Brandon não podia reclamar sobre eu tocar a minha garota, eu me inclinei sobre a cabeça de Bella pressionando meu nariz em seu cabelo e inspirando com um sorriso.

"Ah, pelo amor de Deus." Eu escutei a Brandon murmurar do seu lugar. Eu ri no cabelo da minha garota e me afastei, sorrindo para a Brandon. Eu na verdade queria fazer mais, como beijar o pescoço dela bem na sua frente, e vê-la ter um infarto. Mas eu nuca o faria. Deixaria Bella desconfortável, então eu me conformei com a delicada caricia em seu pescoço enquanto nós comíamos.

Brandon não teve problema em se adaptar a nossa mesa. Ela era basicamente a única falando. Jazz, minha garota, e eu éramos pessoas quietas.

Eu franzi minhas sobrancelhas para ela quando ela começou animadamente a discutir planos para o Dia dos Namorados com Jazz. Coitado do bastardo. Faltava mais de um mês para essa merda, e ela já tinha tudo planejado. E mais estranho ainda, Jazz não parecia da a mínima merda, vendo ela vibrar com entusiasmo pelo evento com um pequeno sorriso flertando seus lábios.Dominado do caralho.

No meio de escutar Brandon sugerindo seu próprio presente dos Dias dos Namorados e as três melhores escolhas para arranjo de flores, eu senti uma mão no meu joelho. Eu olhei para a minha garota que estava encarando intensamente o topo da mesa enquanto comia com sua mão livre e massageava o meu joelho com a outra.

Eu sorri e acariciei seu pescoço um pouco mais firmemente com meu dedão, mostrando para ela que o gesto estava tudo bem para mim.

Nós andamos para Bio juntos depois de Bella colocar seu capuz, depois do almoço. Eu segurei sua cintura firmemente conforme nós serpenteávamos pelos corredores, já acostumado com os olhares naquele ponto. Mr. Banner queria mudar o lugar dela, mas ela não escutou, sentando na nossa mesa de laboratório enquanto ele olhava para ela com uma expressão frustrada.

Minha garota se sentou no seu banco perto de mim, vindo para mais perto quando a aula começou. Eu não me importei nem um pouco. Na verdade, eu peguei sua mão de novo, trazendo para de baixo da mesa e segurando até que ela precisasse para escrever. Eu podia ver Newton a duas mesas a nossa frente, morrendo para se virar e a merda de nós analisar, como todo mundo estava fazendo. Incluindo o Sr. Banner. O que parecia inapropriado pra caralho se você me perguntasse.

Mesmo sobre os olhares próximos de toda a sala de aula enquanto nós sentávamos um perto do outro, minha garota parecia completamente relaxada ao meu lado, pegando a minha mão de novo quando ela tinha terminado de escrever seu dever. Quando o sinal tocou, eu esperei todo mundo sair antes de levar minha garota para fora.
Eu estava preocupado sobre ginástica. Eu não queria a lá, caralho. Não com James, não com Stanley e suas hienas, nem mesmo com aquele idiota de merda do técnico. E quando nós paramos nas portas duplas, eu disse isso a ela.

Ela suspirou para mim e olhou em volta nervosamente. "Eu ficarei bem. O técnico já fez ..."Ela parou e fez uma careta, fazendo aspas no ar. " 'acomodações'. " Ela terminou seca, olhando para o chão e puxando a manga do seu capuz.

Ainda não me aplacou nem um pouco, caralho. Principalmente quando eu vi Stanley entrando com seu grupo. Ela me olhou bem nos olhos e sorriu para mim ... tentando ser seduzível mas só se sucedendo em me fazer merda de um nauseado. Eu rapidamente me virei para minha garota, que estava olhando para Stanley com uma expressão estranha que eu não entendia.

Eu franzi minhas sobrancelhas e levantei minha mão para por meu dedo embaixo do seu queixo, virando seu rosto para mim. Seus grandes olhos castanhos encontraram os meus com uma mistura estranha de determinação, amor, raiva, e aquela mesma amargura que eu tinha visto em seus olhos antes.

E antes que pudesse questionar ela sobre qualquer merda, ela me empurrou forte contra as portas duplas com uma força que eu nem imaginei minha garota ser capaz. Eu atingi as portas com um forte impacto, e olhei para ela em choque, e eu pouco machucado de merda.

Mas ao invés de bater em mim pra caralho, o que era o que eu sinceramente esperava dado ao forte empurrão, ela pressionou seu corpo contra o meu e esmagou seus lábios aos meus. E então tudo clicou, cacete.

Eu lutei para controlar um sorriso contra seus lábios enquanto eu tirava o seu capuz e deslizava meus dedos eu seu cabelo macio, passando minha língua pelo seu lábio inferior. Eu acho que se eu podia dar a minha garota qualquer tipo de reivindicação sobre aquela vagabunda, eu iria fazer direito.

E nós definitivamente fizemos. Ela abriu os lábios para deslizar sua língua na minha boca, mas eu não a deixava. Ao invés eu enfiei a minha na dela, empurrando contra as portas o suficiente para vira-la e a empurrar contra.

Ela apunhalou suas mãos na minha jaqueta de couro, me puxando para perto e inclinando a cabeça para aprofundar esse beijo ainda mais. Eu estava preocupado sobre machucar seu rosto quando eu peguei seu rosto em minhas mãos, tentando pará-la de ser a merda de tão violenta. Mas ela não estava tendo nada dessa merda. Ela trouxe suas mãos para o meu cabelo, puxando meu rosto para perto da sua e pressionando sua língua urgentemente contra a minha. Meus olhos rolaram para trás um pouco quando ela puxou o meu cabelo, e então de repente, nós estávamos fazendo um beijo para ninguém menos que nós mesmos. Eu empurrei mais suas costas contra a porta, só querendo a merda de estar mais perto dela. Ela gemeu na minha boca quando eu me pressionei contra ela, respirando pesadamente e puxando meu cabelo mais forte. Porque ela descobriu que eu gosto daquela merda. Eu suspirei, pressionando contra sua língua mais ferozmente. E então ela fez de novo, caralho. Eu grunhi sem fôlego em sua boca. E essa foi minha pista para merda de me afastar. Eu deslizei minha língua para fora de sua boca e afastei ela da porta.

Quando eu abri meus olhos e encontrei os dela, ela sorriu para mim cacete. E eu sorri de volta, arfando um pouco por causa do beijo, mais feliz pra caramba em ver que a amargura estava completamente sumida. Ela riu para mim e inclinou-se para me dar um último beijo casto nos lábios. Parecia pra caralho como obrigada. Como se o beijo não fosse um obrigada bom pra caralho para mim.

Eu limpei minha garganta e me afastei dela quando ela colocava o capuz novamente, ainda sorrindo pra caralho. E quando eu me virei para ver Stanley, realmente foi uma porra impagável. Ciúmes era o entendimento do século. Seu rosto estava vermelho enquanto ela bufava silenciosamente do corredor de concreto, mandando dardos para a minha garota o que fez querer esfaquear ela de novo, cacete.

inha ereção caiu completamente nas minhas calças quando eu percebi que ela acabou de fazer a merda ficar pior para ela mesma. Com um palavrão bem baixo, eu me virei para dizer a ela para ser cuidadosa, mas ela já estava andando pelas portas antes que eu pudesse.

Quando o último sinal do dia tocou, eu joguei todas as minhas merdas na minha mochila sem cuidado algum e praticamente voei até a porra do ginásio, rezando pra caralho que a minha garota não saia de lá chorando de novo. Ou pior.

Por sorte quando eu cheguei ás portas, ela já estava saindo. Livre de lágrimas. Soltei um suspiro de alivio e andei até ela, deslizando meus braços em volta de sua cintura. Ela olhou para cima, para mim com uma estranha expressão vazia e um sorriso que parecia forçado pra caralho.

Grunhi andando em direção ao estacionamento com ela. "Elas fizeram merda com você?" Eu perguntei, irritado pra caralho com a idéia. Ela balançou sua cabeçinha contra o meu ombro, mas não disse nada. Me fazendo pensar que ela estava provavelmente mentindo.

Eu parei quando nós chegamos aos cascalhos, segurando seu braço e a virando até a mim, levantando seu queixo com meu dedo de novo. "Jazz pode ir com a Brandon se você quiser vir comigo." Eu sugeri quietamente, esperando que ela pudesse falar sobre o que aconteceu quando nós estivermos sozinhos.

Seus olhos se arregalaram. "Não!" Ela gritou, olhando nos meus olhos, cheia de pânico e com medo. Fiz uma careta para ela, me sentindo ofendido e rejeitado pra caralho com a sua recusa veemente. Ela suspirou e balançou a cabeça, olhando em volta do estacionamento. "Eu quero dizer, eu só quero passar algum tempo sozinha com Alice." Ela implorou com os olhos, olhando nós meus. Eu concordei, decidindo que ela não estava mentindo sobre esse fato, e me inclinei cautelosamente para beijar sua testa.

Ela sorriu para mim quando eu me reclinei. E eu estava de algum modo tranqüilizado porque parecia real, então eu a conduzi para o Porsche onde Brandon e Jazz estavam esperando. Nós nos separamos depois disso, entrando em nossos dois carros sem outra palavra, e indo para casa pelo final de semana.

Quando eu cheguei em casa, eu estava agradecido pra caralho que Emmett tinha treino. Porque eu sabia que ele ia encher o meu saco sobre toda essa merda. Mas antes que eu pudesse subir as escadas para o meu quarto e relaxar, alguém bateu na porta.

Grunhi e me virei nas escadas, descendo e jogando a porta aberta nervosamente. E, é claro. Fazia a merda do sentido. Que Brandon estivesse na minha porta de merda me encarando com seus braços cruzados sobre seu peito.

"O que?" Grunhi, não me sentindo particularmente afim das suas merdas no momento. Ao invés de responder ela mergulhou por baixo do meu braço, entrando na casa como se ela fosse dona do lugar, caralho. Com um rosnar frustrado, eu fechei a porta. Forte. Só para ela saber que não era bem vinda.

Não que ela se importasse, enquanto ele pulava para a sala de estar e se afundou no sofá, se reclinando e parecendo confortável pra caralho. Eu arqueei uma sobrancelha para ela, só querendo que ela acabasse logo.

Ela rolou seus olhos para mim. "Ah, relaxa, eu não estou aqui para te castrar ou coisa assim." Ela provocou com um sorriso passando um dedo pelo braço do sofá. Eu bufei e andei até a cadeira mais próxima, me afundando e parecendo entediado pra caralho. O que era um total blefe. Porque o brilho em seu olho quando ela disse a palavra deu medo pra caralho.

Ela franziu os lábios para mim por um momento e sua expressão se tornou séria. "Minha prima te ama, você sabe?" Ela sussurrou baixinho, cruzando as suas mãos no colo.

Eu estava satisfeito que as palavras vieram da sua boca baixo e quieto, então em concordei. Eu sabia que ela me amava. "Eu amo ela também." Dei de ombros honestamente, me sentindo ofendido pra caralho quando Brandon ficou com os olhos arregalados e chocada para as palavras saindo da minha boca. Eu rolei meus olhos. "Não que seja na sua conta caralho, ou qualquer coisa." Murmurei, balançando a cabeça e encarando as minhas botas.

Os lábios de Brandon permaneceram franzidos por um momento e ela inclinou sua cabeça para mim. "E você faz ela feliz." Ela declarou, em um tom abismado que me faz ficar mais ofendido, caralho. Eu rolei meus olhos de novo e concordei. Eu gostava de pensar que eu fazia a minha garota feliz.

Ela concordou, balançando sua pequena cabeça e olhando em volta do cômodo antes de se sentar ereta na beira do sofá e me olhando direto nos olhos. "É isso que você vai fazer, Edward." Ela disse com um sorriso e um tom que pingava como a merda de condescendência; "Você vai vir amanhã a noite para jantar. Conhecer Esme oficialmente como namorado dela." Ela disse em uma voz sabe tudo e com uma expressão convencida. Como se não houvesse um inferno para pagar. Ela se levantou então, balançando sobre seus calcanhar. "Você vai ser educado, e você vai trazer flores para Bella." Ela balançou a cabeça decidida.

E eu fiquei de boca aberta para ela, caralho. Era um pouco pretensioso dela ficar me dizendo como tratar a minha própria namorada. Ao invés de se explicar, ela sorriu para mim docemente e pulou até a porta, acenando sobre seu ombro.

"Vejo você amanhã as cinco!" Ela cantou saindo da casa, me deixando na cadeira, passando meus dedos pelo meu cabelo em frustração absoluta. Maldita vadia.

Emmett eventualmente me encurralou no corredor aquela noite. Eu dei a ele o agora superficial "Sim ela é minha namorada, não eu não estou comendo ela." discurso e me tranquei no meu quarto antes que ele pudesse me questionar mais sobre isso.

Eu me joguei de costas na minha cama, ridiculamente feliz por estar longe de todo mundo. Eu não sabia como a minha garota suportava toda essa de atenção do caralho por toda a merda do tempo. Todo mundo sempre a encarando e esperando ela fazer algo estranho. Eu estava exausto pra caralho depois de um dia disso.

Eu estava esperando por ela quando ela veio às dez, faminto e querendo perguntar a ela sobre a ginástica. E meio que pronto para enfiar o meu pé em um traseiro se necessário. Quando eu escutei ela bater na porta, eu abri rapidamente, a tirando do frio enquanto eu tirava seu capuz.

Ela se virou para mim com um sorriso que tranqüilizou todos os meus medos quando eu me abaixei para beijar ela docemente, segurando sua bochecha e acariciado com o meu dedão do jeito que ela gostava. Ela suspirou e passou seus dedos pelo meu cabelo, me puxando para perto e tentando aprofundar o beijo do jeito que ela sempre fazia. Eu suspirei de volta, aceitando sua língua na minha boca e massageando-a lentamente com a minha própria.

Eu terminei rapidamente, com a intenção de fazer a nossa noite mais confortável. Nós tivemos um dia longo pra caralho. Ela suspirou e se virou sem olhar nos meus olhos, e descarregou minha refeição na cama. Eu franzi minhas sobrancelhas para o seu estranho suspiro e a segui, caindo na cama e examinado sua expressão cuidadosamente conforme ela removia seu capuz e subia na cama ao meu lado.

Eu comecei a comer seu delicioso pra caralho Teriyaki frito enquanto ele se encostava no meu ombro quietamente, só esperando pelo momento certo para perguntar a ela que porra estava incomodando ela. Eu estudei sua expressão conforme comia, procurando por qualquer sinal de incomodo ou aborrecimento.

"Que tipo de cookie você fez hoje?" Eu perguntei casualmente enquanto mastigava .

Ela deu de ombros contra o meu ombro. "German Chocolate Inferiors." Ela respondeu baixinho sem olhar para mim. Eu franzi minhas sobrancelhas para o bife e vegetais no meu pote, tentando descobrir que merda fez a minha garota se sentir inferior.

Eventualmente eu estava gasto. Eu cobri o pote e me virei para ela. "Okey, me diz que merda aconteceu na ginástica hoje." Eu suspirei, abaixando o meu garfo.

Eu assisti quando ela fez uma careta, caindo de costas e cobrindo seu rosto com suas mãos. "É estúpido." Ela murmurou por de trás das suas mãos.

"Besteira." Eu disse simplesmente. E era. "Nada que te incomoda é estúpido." Eu disse a ela, vendo ela bisbilhotar por entre dois dedos para mim. Ela lentamente deslizou as mãos da sua cara com um suspiro profundo. E ela estava corando, caralho.

Eu franzi minhas sobrancelhas para seu rosto vermelho. A mesma coisa que estava incomodando ela a estava fazendo corar. Isso era novo. Eu arqueei uma sobrancelha para ela, deitada na minha frente na cama.

Ela fez uma careta de novo, lentamente se levantando e se sentando na minha frente, me olhando cautelosa. "Realmente não é da minha conta, ou o meu lugar de perguntar." Ela replicou quietamente, puxando as longas mangas do seu suéter e olhando nós meus olhos com um olhar de precaução.

Franzi meu rosto para ela, vendo ela puxar suas mangas de um jeito que eu conhecia muito bem. "Você pode me perguntar qualquer coisa." Eu sussurrei persuasivamente, e meio que magoado que ela ainda tinha que pensar duas vezes, cacete.

Mas ela não me perguntou nada, só sussurrou duas palavras para o seu colo. "Lauren Mallory?"

Eu pisquei para ela algumas vezes, questionando que eu teria que matar por ter contado a ela essa merda. Mas na verdade, eu mesmo deveria ter contado a ela. Eu sempre estava me gabando sobre o quanto nós éramos honestos um com o outro, e eu deixei esse pequeno pedaço de informação passar sem mencionar. Então ao invés, eu fiz uma careta. "Oh." Eu respondi, não negando como eu realmente queria fazer.

Ela olhou para mim com um rosto vermelho. "Não importa para mim ou nada." Ela sussurrou em um tom triste que era completamente inconvincente. Ela puxou suas magas mais forte, ainda me olhando cautelosa me fazendo fazer uma careta e balançar a cabeça em confirmação com uma expressão dolorida. Seu rosto caiu um pouco antes dela se recuperar e sorrir para mim me tranqüilizando. Não que fosse nem um pouquinho tranqüilizador.

Suspirei profundamente e passei meus dedos pelos meus cabelos. "Se eu pudesse mudar toda aquela porcaria, eu iria." Eu murmurei sem encontrar seu olhar. Provavelmente era a primeira vez que eu senti vergonha de ter comido a Mallory. Não era nada de importante para mim. Não foi romântico ou alguma merda dessas. Quase nem foi íntimo. Quando eu finalmente encontrei seu olhar de novo, ela estava me encarando, mordendo os lábios e ainda puxando sua manga nervosa.

Então isso não era tudo.

Suspirei de novo e arqueei uma sobrancelha para ela, na expectativa. Poderia muito bem já deixar tudo esclarecido.

Ela passou seus olhos pelo quarto nervosamente, evitando meu olhar. "Há mais?" Ela perguntou em um sussurro baixinho que eu lutei para escutar.

Eu soltei um suspiro de alívio para a única pergunta que eu podia responder certo. "Não" Eu respondi sinceramente.

Ela parecia aliviada pela minha resposta quando ela finalmente encontrou o meu olhar, ainda um pouco vermelha, caralho.

Eu tentei um sorriso para ela, ainda me sentindo um pouco envergonhado. "Essa merda realmente não te incomoda?" Eu perguntei, cético. E é claro que eu estava sendo a merda de um cético, porque se eu fosse ela, essa merda iria me incomodar. Muito.

Ela balançou a cabeça. "Não, isso não me incomoda." Ela respondeu baixinho antes de olhar para baixo, para seu colo de novo, ainda puxando suas mangas. "é só que..." Ela deixou vagar com um suspiro, finalmente parando o sue puxar de mangas e me olhando nos olhos. "Eu não sou como aquelas garotas." Ela sussurrou com uma expressão triste.

E eu não podia entender por que isso a faria triste. Quem queria ser uma maldita vadia?

Ela deve ter notado a minha obvia expressão confusa porque ela bufou para mim, rolando seus olhos. "é estúpido, eu já disse a você." Ela grunhiu, balançando sua cabeça de um jeito que indicava que ela não queria continuar com essa sua linha de pensamento.

Eu estava fiando impaciente. "Só diz logo Bella, caralho." Eu disse exasperado. Eu não tinha este tipo de experiência com garotas, e eu estava frustrado pra cacete por não saber o que a estava incomodando tanto. E que ela estava com medo de me contar.

Ela começou a puxar suas mangas mais uma vez, dando uma espiada ocasional na minha expressão frustrada. "Você me trata diferente de como trata elas?" Ela perguntou com uma careta, não encontrando meu olhar quando seu longo cabelo castanho a escondia a maior parte do seu rosto da minha visão.

E eu merda, ri. "É claro que eu te trato diferente. Eu nuca te desrespeitei desse jeito porque eu te amo." Eu acrescentei sinceramente, me encostando contra a cabeceira enquanto eu deixava essa merda ser absorvida.

Ela me olhou por debaixo dos seus longos cílios e cabelo. "Essa é a única razão?" Ela sussurrou cética, e mordeu o lábio.

"Que outra razão haveria.?" Eu perguntei incrédulo.

Ela olhou de novo para baixo e levantou um ombro, brincando com sua manga. Eu a assisti por alguns momentos com lábios franzidos, tentando juntar as pistas para descobrir porque ela estava tão aborrecida já que ela não me contava. Eu trato ela com mais respeito do que aquelas outras garotas. Ela parecia triste por não ser igual a elas. Ela se sentia inferior.

E quando a resolução finalmente entrou no meu cérebro lento do caralho, eu ri de novo.

"Você não pensa que eu quero elas mais ou alguma merda." Eu zombei como uma declaração. Por que o pensamento era ridículo pra caralho. Ela balançou a cabeça para seu colo, não me olhando nos olhos, e basicamente confirmando as minhas suspeitas fazendo isso.

Meu coração inteiro se afundou, caramba. Me afastei da cabeceira e parei na frente da minha garota, dobrando as minhas pernas em baixo de mim e a segurando pela cintura. Ela não olhou para mim quando eu a ergui para o meu, fazendo-a se sentar nele. Eu peguei seu rosto corado em minhas mãos e a forcei olhar nos meus olhos. Eu olhei intensamente em seus tristes olhos castanhos; usando todo o amor que eu tinha por ela para merda de acimentar a minha próxima declaração. "Você está certa. Isso é realmente estúpido pra caralho." Eu sussurrei, balançando a cabeça.

Ela fez uma careta e fechou os olhos, "Eu sei que é." Ela suspirou em um tom arrependido. Ela abriu os olhos e rolou eles para mim. "Só esqueça que eu disse qualquer coisa." Ela grunhiu, ainda merda de corando e obviamente envergonhada quando ela olhou em meus olhos.

Mas isso não era algo que eu só podia fazer a merda de esquecer. Eu estava constantemente brigando para afastar a luxuria, para a deixar confortável até que nós estivéssemos perto de considerar isso. Eu sei que Bella se deixa levar no calor do momento algumas vezes, mas eu não tinha a mínima idéia que ela queria levar essa merda mais para frente. Eu queria dizer a ela que eu me masturbo para coisas idiotas como sua clavícula e o cabelo cacheado porque eu a queria tanto, mas decidi me salvar dessa humilhação.

Ao invés, eu trouxe seu rosto para o meu e esmaguei meus lábios ao seus. Ela foi pega de surpresa mas retornou o beijo quando eu deslizei minha língua por entre seus lábios levemente separados. Eu aprofundei o beijo dessa vez, puxando seu rosto para perto e inclinando o meu para enfiar a minha língua em sua boca mais profundamente. Ela suspirou e enfiou seus dedos no meu cabelo, e fez a merda de puxar com seu punho para trazer meu rosto mais perto. Realmente não demorou muito tempo para mim. Eu removi minha mão do seu rosto e agarrei seu quadril enquanto ela lutava com a minha língua, a trazendo para mais perto do meu corpo a puxando para baixo na minha obvia ereção. Ela gemeu na minha boca quando eu afastei meu rosto do seu.

Eu estava sem fôlego quando eu olhei em seus nublados olhos castanhos e descansava minha testa contra a sua. "Sentiu isso?" Eu respirei em seu roto, a empurrando mais para enfatizar meu ponto. Eu senti sua respiração acelerar quando o seu punho no meu cabelo momentaneamente apertou, fazendo meus olhos se revirarem um pouco. Ela concordou contra minha testa e esfregou seu quadril contra meu pau de novo, fazendo meus olhos se fecharem enquanto eu gemia alto. Essa realmente não era minha intenção, então eu apertei a minha mão no seu quadril para a fazê-la parar. Eu abri meus olhos e olhei para ela despontado pra caralho. "Meu ponto era," Eu suspirei quando ela me olhou confusa, se encostando contra a minha testa. "Que mesmo te querendo, eu me seguro cacete." Eu concluí em um sussurro contra seu rosto.

Ela franziu suas sobrancelhas para mim, abrindo seu punho no meu cabelo para acariciar gentilmente com suas pontas dos dedos. "Por quê?" Ela sussurrou quietamente olhando nos meus olhos.

Eu suspirei em seu rosto quando ela acariciou meu cabelo. "Porque iria a merda de me matar fazer você desconfortável." Eu disse honestamente enquanto olhava em seus confusos olhos castanhos.

Ela riu. "É isso?" Ela perguntou incrédula, rolando seus olhos e se afastando da minha testa. Eu arqueei uma sobrancelha para ela e concordei. Parecia uma razão boa pra caralho para mim. Ela riu balançando a cabeça. "Deus Edward, eu tenho praticamente me jogado para você desde ..." Ela deixou pairar com outra risada que meio que me irritou. "Desde Phoenix, definitivamente." Ela concordou e riu mais.

Eu rolei meus olhos enquanto ele ria e me joguei de costas. "Você se deixa levar no momento, Bella. Não significa que você está pronta para toda essa merda." Eu levantei uma sobrancelha para ela enquanto ela sentava em cima de mim, parada.

Sem aviso, suas risadas morreram, conforme raiva brilhava em seus olhos. "Eu não sou criança, Edward." Ela me olhou irritada, segurando seu queixo para cima e rolando seus ombros para trás indignada enquanto ela cerrava os olhos para mim. Eu lutei contra a vontade de sorrir para ela enquanto ela bufava para mim, porque ela parecia fofa pra cacete. Eu vi gatinhos que eram mais assustadores.

Ela bufou, olhando de cima do seu nariz para mim. "Só porque você é mais experiente do que eu quando se trata de-" Ela parou, naquela merda de corando e me fazendo querer sorrir mais, porque ela só estava provando o meu ponto. Ela deve saber por que ela levantou seu queixo mais alto. "sexo." ela cuspiu para mim. "Não te da o direito de ser tão condescende." Ela continuou, parecendo que ela estava morrendo para mostrar sua língua para mim. "Eu sei que eu estou pronta mais do que qualquer um." Ela disse, grunhindo de cima do seu nariz para mim.

E eu não podia mais segurar, caralho. Eu ri. Meio forte também, fazendo ela pular em cima de mim com cada risada. Ela ficou ainda mais furiosa enquanto seus olhos se arregalavam. Percebendo que ela achava que eu estava rindo do seu raciocínio, eu me sentei, enrolando meus braços em volta da sua cintura, tentando parar as minhas gargalhadas, e enterrei meu rosto na base do seu pescoço quando eu não consegui.

"Eu sinto muito." Eu ainda ria, balançando minha cabeça na base do seu pescoço enquanto ela se sentava rígida em cima de mim. "É que você é fofa pra caralho quando está puta." Eu ri, ainda balançando minha cabeça. Eu podia praticamente ouvir ela rolando os olhos enquanto eu deixava meus risos diminuírem.

Quando eu tinha certeza que eu não iria a ofendê-la mais a interrompendo com outro ataque de riso, eu me reclinei e olhei em seus olhos. Ela ainda parecia um pouco puta enquanto segurava seu queixo erguido, se recusando a ser pensada como uma 'criança'. Eu rolei meus olhos para ela. "Eu não estava tentando ser condescende." Eu olhei em seus olhos me desculpando enquanto sua postura relaxava. "Eu só estava tentando levar as merdas devagar." Eu sussurrei implorando.

Ela fez uma careta para mim e concordou, trazendo seus braços em volta do meu pescoço e me abraçando delicadamente. Eu apertei o meu abraço na sua cintura, enterrando o meu rosto na curva do seu pescoço de novo e respirando profundamente. Ela se mexeu contra mim, sem intenção de me mandar para em outra ereção imediata. Eu suspirei em seu pescoço, questionando se eu iria magoar os seus sentimentos se eu me afastasse. Eu imaginei que provavelmente iria, então eu nós deitei e nós rolei para as nossas posições de dormir com sua perna ainda presa no meu quadril.

Mas o nariz dela ainda doía para dormir assim, e eu já estava cansado do longo dia de merda de ser encarado. Então eu rolei de costas, deitando sua bochecha no meu peito, e lutando contra a vontade de grunhir quando sua coxa descansou bem em cima da minha virilha.

Eu imaginei que ela estava tão cansada quanto eu já que ela não reclamou quando eu desliguei a luz. Eu apertei meu braço em volta da minha garota enquanto ela cantava para eu dormir, jurando fazer tudo em meu poder para fazê-la se sentir superior como ela realmente era.


N/T Lary- Vou fazer assim, se tiver muitas reviews lindissimas eu posto amanhã o 30. Se não apenas na quarta . Mámodeon

P.S Tinha uma frase duplicada mas eu já concertei ;D Obrigado novamente Kessy Rodrigues .