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*-*-* PERVERSE BEAT*-*-*

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Avisos: Isso é uma adaptação de livro, sem créditos ou fins lucrativos.

O nome do livro e de quem o escreveu será revelado ao final da postagem do livro.

Nomes foram editados

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Capítulo 28

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Inuyasha deu a Ash um olhar estranho quando ele retornou para a mesa. Ash tinha o mais enorme e auto-indulgente sorriso no rosto. Ele, obviamente tinha tramado alguma coisa. Este era Ash, afinal. Sempre aprontando alguma coisa.

"Onde você esteve?" Seshoumaru perguntou a Ash.

"Fazendo sala por segundos," Ash disse, com o sorriso se alargando ainda mais. Ele bateu levemente em sua barriga plana com ambas as mãos.

Houjo se sentou, estremecendo ligeiramente quando seu bumbum tocou a cadeira. Então ele olhou para Kagome e corou até as raízes de seus cachos cuidadosamente organizados. Exceto que seu cabelo não estava mais imaculado, pois parecia que alguém tinha passado os dedos nele. Inuyasha voltou sua atenção para Ash. Ainda sorrindo. E então de volta para Houjo. Ainda corando.

De jeito nenhum. Aqueles dois não podiam possivelmente… Inuyasha balançou a cabeça para colocar seus pensamentos em algum lugar diferente da sarjeta mais próxima. O Dr. Perfeito e Ash Namura? Simplesmente não era possível. Eles estiveram fora por vinte minutos! Estranho terem retornado ao mesmo tempo. Inuyasha captou o olhar de Ash, que piscou para ele. Inuyasha atirou um olhar aguçado em direção a Houjo, e Ash deu de ombros como se não tivesse entendido o que ele estava perguntando, mas seu sorriso nunca vacilou.

Kagome tomou a mão de Houjo. "Você está bem? Por que demorou tanto? Eu estava começando a me preocupar."

"Oh, nada," ele disse, evitando contato com os olhos. "Estou me sentindo melhor agora."

"Você está doente?"

Houjo olhou para Ash e corou novamente. "Provavelmente."

"Você quer ir embora?" Kagome perguntou. "Posso levá-lo para casa."

Ele balançou a cabeça. "Não. Isso seria rude. Sua mãe trabalhou tão duro para esta comida tão maravilhosa, e seus amigos querem passar um tempo com você."

"Não pense em nada disso," a Sra. B disse. "Se você estiver se sentindo mal, deve ir se deitar, querido."

Inuyasha se perguntou se ela já se referiu a ele como querido. Não era provável. Nem mesmo se ele e Kagome ainda estivessem juntos. Não que Kagome alguma vez fosse dispensar o Dr. Perfeito por ele. Inuyasha a olhou, com o coração na garganta, e então escolheu em seu purê de batatas.

"Você é uma cozinheira fantástica, Sra. B," Miroku disse. "Muito melhor que minha esposa."

Aquilo ganhou um clarão de Sango, mas ele a abraçou e beijou sua testa, e tudo foi perdoado.

"É melhor comer mais que isso, Sango. Você está comendo por dois agora." Com seu garfo, Miroku pegou um pedaço de presunto de seu prato e o colocou no dela. Então passou a mão em seu estômago plano. Ela sorriu e o amor entre eles era tangível.

"Na verdade, estou comendo por um, mais o pequeno futuro deus do rock está do tamanho da ponta de seu dedo."

"Ele está assim tão pequeno?"

Inuyasha riu da expressão atônita no rosto de Miroku.

"Sim," ela disse. "No momento."

Miroku tocou o rosto de Sango ternamente, e Inuyasha desviou o olhar para não ter que assistir ao seu PDA[1]. "Talvez você prefira o peru," Miroku disse. "Seshoumaru, passe o peru para cá."

Seshoumaru estava comendo mais que suficiente por dois, enquanto Rin mexia em sua comida e conversava com a Sr. B sobre algo político ou de advogado. Seshoumaru grunhiu uma afirmação e passou o prato de peru em direção a Miroku, que colocou um pedaço grande sobre o prato de Sango.

Ela riu. "Você está destinado e determinado a me fazer gorda, não é?"

"Eu só quero você feliz e saudável."

Com as pontas dos dedos descansando no queixo de Miroku, ela beijou seu marido com ternura. "Missão cumprida."

A atenção de Inuyasha virou para Kagome, que encarava seu prato com uma expressão triste. Ele sabia que ela estava pensando sobre nunca ser capaz de poder ter filhos. O Dr. Perfeito não deveria estar consolando-a nesse momento? O imbecil. Inuyasha estendeu seu pé por baixo da mesa e tocou o dorso do pé dela, que ergueu o olhar, e ele sorriu. Ela sorriu de volta, deu a Houjo um olhar melancólico, e baixou os olhos para seu prato. Inuyasha queria ficar sozinho com ela, abraçá-la. Não se importava se ela não retornasse suas afeições, simplesmente não podia continuar vendo-a tão triste. Ele sentia falta de seu sorriso e faria qualquer coisa para vê-lo novamente. Até mesmo fazer caretas para ela.

Ela deu uma risadinha depois que ele fez várias caretas estúpidas em uma tentativa de animá-la, e ele não dava a mínima se a Sra. B revirou os olhos um centena de vezes.

Depois de jantar, eles se retiraram para a sala de estar para contar charadas. O jogo favorito de Inuyasha de todos os outros. Ele se instalou próximo a Kagome no sofá e o Dr. Salve-o-Mundo sentou-se no lado oposto dela. O calor dela, seu cheiro. A mera presença dela o levava a distração. Ele realmente esperava que ela estivesse feliz com seu doutor, porque ele estava absolutamente miserável.

"Você quer dar uma volta?" Kagome perguntou e, por um segundo, Inuyasha pensou que ela estava perguntando a Houjo. Ele a olhou, e ela sorriu, esperançosa.

Ela estava perguntando a ele. Seu coração pulou em sua garganta. "Sim."

Ela ficou de pé e dirigiu-se à porta da frente, com Inuyasha seguindo-a quase em uma corrida.

"Kagome, onde você está indo?" a Sra. B chamou atrás de Kagome com um olhar duro de desaprovação.

"Eu voltarei logo."

Inuyasha tomou a mão de Kagome enquanto eles caminhavam pela rua deserta. Estava um pouco frio, mas ele duvidou que ela fosse gostar que ele pusesse o braço ao redor de seus ombros e a puxasse contra seu lado para calor.

"Eu não sei por onde começar," ela disse.

Ele sabia. "Você realmente vai se casar com Houjo?" Ele revelou.

Ela parou. "De onde você tirou essa ideia? Minha mãe lhe disse isso?"

"Não, você me disse."

"Eu não disse. Ele me pediu, mas eu disse não. Eu disse a ele que você era meu namorado, que eu o amava. E você… Você sequer se preocupou em me ligar depois da nossa briga. Eu pensei que significava algo para você, Inuyasha." Ela plantou um punho de um a lado a outro de seu quadril e o olhou através da luz de um poste na rua.

"Você significa tudo para mim. E eu liguei para você, Kagome. Mil vezes eu liguei para você, mesmo depois que me mandou uma mensagem e me disse para me foder e que ia se casar com Houjo."

"O quê? Você é um mentiroso," ela gritou. "Eu nunca mandei essa mensagem."

"Sim, você mandou. E então Houjo respondeu seu telefone e me disse que você não queria falar comigo e que eu nunca mais devia ligar de novo."

Ela hesitou. "Houjo respondeu meu telefone? Quando?"

"Algumas horas depois que vi você beijá-lo."

"Eu não o beijei! Ele me beijou."

"Bem, você não o impediu!"

"Eu não tive a chance. Você o esmurrou antes de eu poder retaliar."

Agora Inuyasha hesitou. "Você não queria que ele a beijasse?"

"Não. Eu amo você, seu maldito idiota. Por que ia querer beijar outro homem?"

Inuyasha ofegou fortemente, numa mistura de raiva, confusão e alegria. Ela o amava. Tudo bem, ela o chamou de maldito idiota, mas o amava. Ele quase acreditou nela, mas a dor dos últimos dias o fez hesitar. "Se você me ama tanto, por que desligou na minha cara?"

"Eu nunca desligaria na sua cara. Nunca. Eu queria que você ligasse para que pudéssemos resolver as coisas."

"Então por que não me ligou?"

"Houjo fez-me pensar que você não queria falar comigo."

Os punhos de Inuyasha se cerraram. "Aquele fuinha."

"Você realmente me ligou depois da nossa briga?"

"Sim. Como eu disse, eu liguei umas mil vezes."

"Eu acho que teria notado se você tivesse ligado mil vezes, Inuyasha. Você nunca me ligou. Nem uma vez. Eu até dormi com o telefone para não perder sua ligação."

"Talvez haja algo de errado com seu telefone porque eu liguei, Kagome. Eu liguei."

"Não há nada de errado com meu telefone, pois o usei várias vezes hoje." Ela puxou seu celular do bolso e procurou por suas chamadas perdidas. "Não existe nada de você," ela disse. "algumas chamadas de um número desconhecido, mas nem uma única ligação sua."

"Isso é estranho. Deixe-me tentar agora."

Ele pegou o telefone e discou o número dela. A tela se iluminou, mas não houve som algum. No visor disse número desconhecido.

"Responda-o," ele disse.

Ela respondeu. "Oi."

"Aquele maldito idiota," Inuyasha murmurou em seu telefone.

"O que foi?"

"Você não entende o que ele fez?"

"Quem?"

"Houjo — quem mais?"

"O que?"

"Ele mudou meu toque de chamada para mudo e meu nome para desconhecido. Programou-o direito em seu telefone."

Os olhos dela se arregalaram. "O que? Por que ele faria isso?"

"Livrar-se de mim."

"Não posso acreditar que ele faria algo assim!"

"Acredite."

Eles olharam um para o outro por um longo momento.

"Eu amo você, Kagome."

"Amo você também, Inuyasha."

Eles estavam lado a lado falando em seus celulares. "Tchau."

Ele desligou e então procurou pelas mensagens. "Você me mandou isso?"

Ela leu o texto salvo na tela: Foda-se, imbecil. Nunca mais quero vê-lo de novo. Ela balançou a cabeça, os olhos cheios de lágrimas. "Isso é horrível. Você não sabe que eu nunca lhe diria algo assim? Amo você demais. Os últimos cinco dias têm sido puro inferno."

Inuyasha a envolveu em seus braços e a puxou contra o comprimento de seu corpo. "Não posso acreditar o quão furtivo aquele cara é. Eu quero torcer seu maldito pescoço."

Kagome balançou a cabeça. "Eu vou conversar com ele, que é meu melhor amigo. Ele deve ter uma boa razão para fazer algo assim."

"Sim, ele é um idiota egoísta que quer você para ele. Esta é a razão."

Ela assentiu. "Não quero mais falar sobre Houjo. Beije-me," ela sussurrou. "Por favor, Inuyasha. Beije-me e nunca mais pare."

Inuyasha a puxou contra ele e capturou seus lábios em um beijo ardente. Ela se agarrou a ele, que podia saborear suas lágrimas enquanto ela esfregava os lábios contra os dele desesperadamente. "Nunca mais vamos brigar de novo," ela murmurou em sua boca.

"Concordo."

"E se o fizermos, vamos conversar sobre isso cara a cara imediatamente. Nada de telefonemas."

"Concordo."

"Eu amo você," ela disse.

"Concordo."

Ela riu, e ele sorriu. Ele retirou seu cabelo do rosto e beijou as lágrimas de suas bochechas.

"Por que não está usando a joia que eu lhe dei?" Ele perguntou. Tinha sido outra coisa que cortou em sua alma cada vez que olhava para ela.

"Eu a tirei antes de irmos para o abrigo. Pensei que seria bem deselegante usar algo tão caro na frente de pessoas que não têm nada. E então fiquei tão ocupada ajudando a fazer o jantar quando voltamos para casa que esqueci de colocá-la de volta."

"Isso foi tudo?" Ele perguntou.

Ela assentiu.

Ele a beijou profundamente. "Pensei que significava que estávamos acabados."

Ela agitou a cabeça, quebrando o beijo, mas só por um breve momento. "Vamos voltar para sua casa," ela disse.

"E quanto aos seus convidados?"

"Você é o único convidado que importa para mim."

"Não devíamos confrontar Houjo?"

"Eu conversarei com ele depois. Agora mesmo não quero pensar nele, muito menos olhar para ele. Provavelmente vou socá-lo no nariz."

"Eu gostaria disso." Inuyasha a ergueu em seus braços e continuou a beijá-la enquanto a levava para o carro. "Eles vão nos procurar se não contarmos que estamos indo embora."

"Eu vou ligar para eles enquanto você dirige," Kagome disse.

Ele abriu a porta do carro dela e a deslizou no banco do passageiro. "Espero que você tenha as chaves."

Ela sacudiu a viseira, e um conjunto de chaves caiu em seu colo. "Dirija como um louco, pois quero você na cama tão logo seja possível."

Ele não tinha problema algum em cumprir aquele pedido. Enquanto ele navegava pelas ruas, Kagome chamou sua mãe. Inuyasha tentou não deixar seu argumento aborrecê-lo, mas ele o fez.

"Eu não liguei para discutir isso, mãe. Liguei para informar que fui embora com Inuyasha, e não quis que você se preocupasse."

Inuyasha captou trechos da discussão da mãe dela. "Eu criei você melhor que isso… para agir como uma vadia… não posso acreditar que você simplesmente deixou Houjo aqui sozinho… Vai ter sorte se ele falar com você novamente…"

"Ele vai ter sorte se eu não cortar suas bolas fora com uma faca enferrujada."

Inuyasha riu e pegou o flashe de um sorriso branco de Kagome em uma iluminação da rua. "Vou passar amanhã para pegar minhas coisas. Diga adeus a todos por mim."

"E por mim!" Inuyasha disse entusiasmado.

Ele jurou que ouviu a Sra. B emitir uma longa fila de obscenidades pouco antes de Kagome terminar a ligação.

"Tem certeza que é o que você quer?" Ele perguntou, alcançando através do carro para colocar uma mão confortante atrás de seu pescoço. "Não tenho muita experiência com mães, mas acho que é importante deixá-las felizes."

"Gostaria que ela pensasse na minha felicidade. Acho que ela acredita que está fazendo o que é certo para mim, mas Houjo nunca me fez feliz. Não do jeito que você faz. Ele cuidou bem de mim, e me sinto obrigada a não ser ruim com ele..."

"Eu não."

Kagome riu. "Ele foi um verdadeiro imbecil, não foi Eu me pergunto por que."

"Como eu disse, ele quer você para ele."

"Bem, ele não vai me ter." Ela apertou o joelho de Inuyasha. "Eu sou sua."

O coração de Inuyasha vibrou como um pássaro enjaulado. "Kags?"

"Sim."

"Já que voltamos a ser honestos um com o outro."

"Sim."

"Por que você mudou a cor do cabelo?"

Ela suspirou alto. "É só uma tintura. O papai me pediu para fazer parecer normal para nossa foto de Natal da família. Não posso dizer não para o meu pai."

Inuyasha soltou um suspiro de alívio. "Eu não sei por que isso me incomodou tanto. Talvez porque a primeira vez que a vi, eu soube que estávamos destinados a ficar juntos, porque nosso cabelo era do mesmo tom de azul."

Ela riu. "Sério? Eu pensei que você estava bêbado ou algo do tipo, porque estava tropeçando em seus pés."

"Eu estava um tolo nocauteado por sua perfeição."

Ela riu novamente. "Você é um presunto."

"Vitrificado ou curado?"

"Você vai dirigir mais rápido?"

"Não acho que seja possível. Você precisa de um carro melhor," ele disse. "Que tal um Camaro '68?"

"O quê?"

"Bem, o Corvette está correndo como um sonho, graças a você, então agora nós podemos trabalhar no Camaro. Quando estiver consertado quero que você fique com ele."

"E suponho que se eu disser que é demais e recusar seu presente, você via ficar todo magoado e agir como se eu tivesse atravessado seu coração com uma lança."

"Algo assim."

"Tudo bem. Vamos consertar o Camaro e eu vou ficar com ele." Ela fez uma dança animada em seu assento. "Eu vou comprar a próxima peça sobressalente para consertarmos. Que tal?"

"Isso soa perfeito. Desse modo eu sei que vou manter você por perto durante algum tempo."

"Tente para sempre."

"Sim, vamos fazer isso," ele disse. "Vamos tentar para sempre."

"O que quer dizer?"

"Acho que quero me casar."

"Por quê?"

"Para ter uma família."

"Oh." Ela ficou muito quieta. "Você sabe que não posso lhe dar uma família, Inuyasha."

"Você será minha família. E talvez possamos adotar alguns filhos, se você quiser."

"Adotar?"

"Tem muitas crianças lá fora que precisam de uma boa casa. Eu sei porque costumava ser uma delas."

"Deixe-me pensar sobre isso."

Ele sabia que ela sonhava em ter seus próprios filhos, mas não era possível. Ele lhe daria tempo para se ajustar à ideia.

"Você merece uma mulher que pode lhe dar seus próprios filhos," ela disse depois de um longo momento.

"Honestamente eu não quero meus próprios filhos. Quero adotar."

Ela ficou em silêncio novamente, e ainda não havia falado quando ele virou para a calçada. Ele estacionou o carro e virou para ela.

"Diga-me o que você está pensando," ele disse.

Ela fechou os olhos e balançou a cabeça.

"Honestidade. Lembra? É a única coisa que funciona entre nós."

"Eu me sinto tão egoísta."

"Por que se sente egoísta?"

"Porque quero dizer sim. Eu quero me casar com você, e quero que desista de ter seus próprios filhos para ficar comigo. E absolutamente adoraria adotar filhos e criá-los com você."

"Como isso é egoísta?"

"É tudo sobre mim."

"Nós," ele corrigiu.

"Você diz que quer adotar só para me fazer sentir melhor. Acha que eu não percebo?"

Ele negou. "Não é verdade. Eu quero adotar as crianças mais problemáticas da existência. Aquelas que agem por fora e entram em dificuldade. Aquelas que falham na escola e entram em tanta dor que você pode ver em seus olhos. As tão terríveis que ninguém possivelmente poderia amá-las. Quero isso para uma criança, porque ninguém jamais fez isso por mim. Eu era essa criança, Kagome. Agora quem é egoísta?"

Ela estendeu a mão e pôs os braços ao redor dele. "Quero adotar essa criança também," ela disse e o beijou com ternura. "Quero me casar com o homem maravilhoso que ela se tornou."

"Sim?"

"Sim."

"Fico feliz que tenha se resolvido. Vamos ficar nus."

Ela riu e o deixou arrastá-la para fora do carro pela porta lateral do motorista. Ele a levou pela garagem, na cozinha, e a deixou na mesa.

"Você realmente acabou de concordar em se casar comigo?" Ele perguntou.

"Sim."

"Sua mãe vai nos matar."

"Por favor, não mencione minha mãe. Estou com tesão e ainda completamente vestida."

"Vamos curar isso agora."

Os dedos dele foram para os botões de sua blusa e ele os abriu um de cada vez, lentamente revelando a pele para seu ávido olhar. Ela soltou sua gravata e a puxou por cima da cabeça, antes de trabalhar em desabotoar os botões da camisa dele.

"Amanhã nós devíamos escolher um anel de compromisso," ele disse.

"Você está pensando demais," ela disse e deslizou de debaixo do braço dele e foi em direção ao seu quarto. Ele a seguiu, o olhar nos olhos dela já roubando seus pensamentos. Ela soltou a blusa no corredor, e em vez de entrar no quarto, entrou na sala de estar.

"Acho que vou assistir um pouco de TV," ela disse.

"Huh?"

Então ela desabotoou as calças e escapou delas antes de se sentar no sofá. Quando ele se sentou ao seu lado, ela ergueu o olhar e disse, "Vá se sentar na cadeira ali."

"Achei que estávamos nos preparando para um fantástico sexo por fazer as pazes."

"Nós iremos. Daqui a pouco, pois não estou no humor no momento."

Ela ligou a TV e se recostou contra as almofadas com nada além de sutiã e calcinha. "Vá se sentar ali," ela repetiu.

Ele gemeu e moveu-se para a cadeira em frente ao sofá. "Você realmente quer assistir TV?"

Ela sorriu maliciosamente. "Claro."

Assim que ele se sentou na cadeira e virou sua atenção para a TV, ela começou a esfregar seu montículo por cima da calcinha. Então ela realmente não queria ver TV. Ela queria fazer um pouco de show. Inferno, sim. Ele estava mais do que pronto para vê-lo.

Ela apoiou os pés na mesinha de centro e deslizou a mão em sua calcinha. Ele não podia ver o que ela estava fazendo para si mesma dentro daquela calcinha, podia apenas imaginar seus dedos deslizando sobre as dobras lisas, desaparecendo em sua fenda apertada. Inuyasha ficou imediatamente duro e pronto para devorá-la. Mas ele ficou em sua cadeira e apenas observou.

Os olhos de Kagome se fecharam, mas sua boca estava aberta enquanto ela continuava a se dar prazer. Seus mamilos se retesaram contra a renda do sutiã e ela moveu a mão livre para massagear o seio e beliscar o mamilo através do tecido.

"Oh, oh, oh," ela ofegou. "Estou gozando. Estou gozando." Suas costas se arquearam para fora do sofá, e ela estremeceu forte.

Inuyasha estremeceu e apertou uma mão contra seu pênis pulsante dentro da cueca. Ele não transava a quase uma semana, e olhar Kagome gozar o deixou à beira do orgasmo. Ela teria que ajudá-lo a recuperar seu poder de esperar.

"Tire sua calcinha," ele solicitou sem fôlego.

Ela abriu os olhos para olhá-lo. "Você primeiro."

"Não estou usando calcinha."

Ela riu. "Você sabe o que quero dizer. Mostre o seu pênis. Está duro?"

"Você alguma vez soube que ele não estava duro?"

Ela sorriu. "Não com frequencia."

"Bem, ele está se comportando de sua maneira típica no momento."

"Eu quero ver."

Ele desfez o ziper de suas calças e baixou sua roupa íntima até que seu pênis pulasse livre.

"Definitivamente está duro," ela disse. "Faça-se gozar e eu vou tirar minha calcinha."

"Tire sua calcinha, e eu me farei gozar," ele pediu.

Ela ergueu os quadris do sofá e retirou a calcinha. Quando a removeu, abriu as pernas bem largas para que ele pudesse ver tudo que tinha mantido escondido. Então ele deixou sua mente derivar para a fantasia. Imaginou-se esfregando a cabeça do pênis na umidade lisa entre suas coxas, deslizando dentro dela, retrocedendo. Sua mão começou a se mover sobre seu membro.

"Puxe-o mais rápido," ela solicitou.

Ele obedeceu.

"Mais forte."

Sim, mais forte.

"Mais rápido, bebê, mais rápido."

"Eu quero estar dentro de você."

Ela deslizou um dedo em sua vagina. "Assim?"

"Sim."

"Você quer gozar dentro de mim?"

Ele mordeu o lábio e assentiu com a cabeça, quase pronto para explodir.

"Venha aqui."

Ele moveu-se da cadeira e ajoelhou entre suas pernas abertas.

"Leve-me," ela sussurrou.

Ele esfregou o pênis sobre sua abertura, provocando-a. Fazendo-a querer.

"Oh," ela ofegou quando ele deslizou a cabeça em seu corpo quente.

Ele mordeu o lábio e assistiu enquanto ele a fodia superficial, inserindo apenas a cabeça antes de retirar completamente e deslizar apenas um centímetro novamente. Ela Rebolou os quadris, tentando-o a possui-la mais profundo, mas ele recusou, continuando a empurrar nela alguns centímetros, sabendo que se mergulhasse fundo, ele gozava.

Kagome moveu a mão entre suas pernas e acariciou seu clitóris, girando os quadris para estimular a cabeça do pênis dele cada vez que ele empurrava nela.

"Isso é realmente muito bom," ela ofegou, "mas me faz querer você tanto. Ah, Deus, Inuyasha, só um pouco mais profundo. Por favor."

Ele lhe deu outro centímetro, mas ainda se retirava completamente a cada estocada.

Os gritos excitados dela o tiveram pelas bolas. Atraiu-o mais profundo. Ele perdeu o controle e enfiou mais fundo. Ela retirou a mão para que ele pudesse esfregar a virilha contra seu clitóris enquanto se diriga nela repetidas vezes. Quando ela clamou e sua vagina se apertou em torno dele, ele se soltou, ainda bombeando em seu corpo enquanto gozava.

Ele desmoronou contra ela e se aninhou em seu pescoço. "Amo você," sussurrou na orelha dela. "Kagome."


[1] Public Display Affection – em português: demonstração pública de afeto.