J.K. é a dona, só estou me divertindo. E não estou ganhando dinheiro com isso.
Por favor, não me processe, eu não tenho nada.
Agradeço a todos os bons autores que li. Com certeza muito influenciaram.
E como disse um deles, se você reconhecer algo, não é meu.
Capítulo 28 Portal
Hermione apareceu. Sem fôlego.Você e eu jamais estaremos separados.
Com McGonagall e vários outros atrás.
Hermione se abaixou perto de Rony. Sua voz tinha voltado.
Harry viu quando a professora Hooch colocou a vara no peito de Rony.
- Aqui! – Harry gritou, vendo McGonagall se aproximar.
- Harry você está bem? – Minerva perguntou preocupada, correndo até ele.
Ela meneou a vara. As cordas sumiram.
- Sim.
Ajudou-o a se levantar.
'Só meu orgulho está ferido.'
- Lucius levou minha varinha. – ele murmurou.
Ela ficou tensa. Ele a viu enrugar a testa. Preocupada.
- Nós daremos um jeito. – falou baixo.
Voltou-se para Goyle. A boca numa linha fina.
- Encarcerous!
As cordas foram envolvendo-o.
- Snape se foi. – ele informou.
- Como? – ela se voltou, olhando-o sem entender.
- Snape. Ele se atirou em Lucius que tinha uma chave de portal. Antes que ele me levasse.
Ela arregalou os olhos. Entendendo.
- Merlin! - levou a mão ao coração.
Viu a preocupação nos olhos dela. A expressão ansiosa. Ficou bravo.
- E Draco Malfoy sabia! – acusou irado.
- Draco?
- Sim! Ele nos atraiu. – ele não tinha certeza absoluta, mas Draco não tinha ficado surpreso como Crabbe e Goyle ficaram – Falou com o pai dele!
Ela respirou. Tensa. Pensando em Severus.
- Isso é muito sério, Harry. – viu os olhos verdes ficarem irados, sacudiu a cabeça – Nós resolveremos isso depois. – interrompeu-o antes que pudesse falar qualquer coisa – Agora precisamos avisar Dumbledore. Sobre o professor Snape.
Ela se virou para entrar. Viu algo no chão. Abaixou-se. Pegando uma vara.
Olhando-os interrogativamente. A fisionomia rígida.
- É minha! – Hermione se aproximou – Harry você está bem?
- Estou.
Ele viu pelo canto do olho Rony que se aproximava. Ainda meio tonto.
McGonagall deu a vara a Hermione. Que não a guardou imediatamente.
- Vocês devem entrar. – olhou-os severa – E ficar perto de algum professor. Eu vou informar o diretor. – a voz séria, preocupada, enquanto ela andava.
Viram Minerva ir. Rápida. Falando com Hooch antes de entrar.
- O que aconteceu? – Hermione perguntou, se virando – Onde está o professor Snape?
- Ele segurou Lucius. E se foi. – uma sensação incômoda em seu peito.
- Como assim "se foi". – Rony chegou perto deles.
- A chave no pescoço de Lucius. Era um portal. – a voz seca – Snape o segurou antes... que ele me levasse. – franziu a testa.
Não estava gostando de ter que dizer isso. Não queria ficar devendo nada a Snape.
Suspirou. Snape provavelmente estava em perigo agora.
- E sua varinha? – Rony perguntou.
- Nina! – Hermione lembrou.
Eles se entreolharam. Hermione saiu correndo.
- Granger! – Hooch gritou.
Mas ela não parou.
Nenhum dos dois se lembrou da pergunta de Rony.
- Nina! – bateu com mais força.
Ninguém atendeu.
Mordeu os lábios. A testa franzida.
Virou-se.
Em direção às masmorras.
- Nós temos que entrar. – Hooch olhava-os, os olhos ainda bravos – Vocês estão bem?
- Sim. – Harry respondeu.
De repente ele se virou para Rony. Os olhos preocupados.
- Mione... – sussurrou para Rony – Draco!
Eles saíram correndo.
- Esperem!
Eles não pararam.
- Nina, abra! – gritou.
Continuou batendo na porta. Rezando para que ela atendesse.
Antes que algum sonserino. Que tivesse permanecido no castelo. Aparecesse.
Ela abriu a porta. Franzindo a testa ao ver Hermione.
- O que foi Hermione?
- Professor Snape foi levado. – ela atirou.
Sentiu que o sangue lhe fugia.
- O-o quê? – perguntou sem entender, a expressão assustada.
- Ele foi levado! Por Lucius! – Hermione entrou, fechando a porta.
Levou a mão à boca. Respirando rápido. Os olhos aflitos.
Hermione ficou com pena. Preocupada. Pensando.
Se não devia ter falado. De outro jeito. Quando ela se voltou. Pálida.
- Para onde? – sussurrou, medo rastejando.
Viu Hermione morder o lábio. O rosto ansioso.
- Eu não sei. – murmurou – Ele salvou o Harry.
Ela fechou os olhos. O coração apertado.
'Eu sabia... Ah, Severus.'
- Conte. – pediu baixinho.
Hermione sacudiu a cabeça.
- Eu não sei tudo. – a voz consternada, nervosa – Lucius chegou-estuporou Rony-Goyle me agarrou.-Draco apareceu. E...
- Espere! – ela pediu, os olhos confusos, tentando esconder a aflição – Devagar.
Hermione suspirou. Começou de novo.
Estavam sem respiração quando chegaram ao quarto de Nina.
Bateram na porta. Não houve resposta.
Bateram de novo. Enquanto recuperavam o fôlego.
- Hermione! – Rony chamou.
Nenhum som. Rony bateu com mais força. Preparando-se para gritar.
- Não adianta, Rony. – ele o segurou – Elas não estão aqui.
Rony se virou para ele. Preocupado.
- Então onde?
Eles se olharam.
- As masmorras! – falaram ao mesmo tempo.
Correram de novo.
Havia batidas na porta.
- Hermione!
Elas se olharam. Nina foi abrir. Rápida.
Eles a viram. E sua angústia. Hermione lá dentro.
- Não se preocupe, Nina. – Harry falou baixo, colocando a mão no ombro dela – McGonagall vai avisar Dumbledore. – mas ele sentia o peito apertado, em culpa.
- É. – Rony completou, entrando – Snape vai ficar bem.
Ela mordeu o lábio. Sacudiu a cabeça. Segurando as lágrimas.
Não perguntou como eles sabiam. Sobre ela e Severus.
- Eu preciso saber mais sobre o que aconteceu. – pediu com voz baixa.
Fechou a porta. Olhando-os.
Harry olhou Hermione. E suspirou. Antes de começar.
Hermione estava preocupada. Depois que Harry acabou.
Ao ver o silêncio de Nina. E a expressão concentrada. Angustiada.
A respiração contida. Curta. A testa franzida.
Ela pensava furiosamente.
Dumbledore estava fora. Na reunião. McGonagall não deixaria o Castelo e os alunos sem proteção.
A ordem... Eles podiam nem saber ainda. Provavelmente ninguém sabia. E quando soubessem... Podia ser muito tarde. Ele podia...
Sacudiu a cabeça.
Contra sua vontade. O desespero agarrou seu coração.
'Isso NÃO vai acontecer!'
Não podia ficar lá. Quieta. Esperando. Podia ser tarde.
Antes que qualquer um fizesse alguma coisa. Mesmo que quisessem.
Duvidou que além dela e Dumbledore. Alguém mais realmente se importasse.
Não. Ela tinha que fazer alguma coisa. Segurou um gemido.
Então lembrou.
'Draco!'
Talvez ele soubesse.
Baseando-se no que eles tinham contado. Lucius tinha planejado tudo.
O problema era como convencê-lo a contar. Se soubesse alguma coisa.
Recusou-se a pensar assim.
Havia uma batalha. Por ele. Por sua vida. Estremeceu. Ela tinha que começar por algum lugar.
E depois... Depois ela pensaria no que fazer. Seus olhos arderam ao lembrar dos braços à volta dela.
Mas de jeito nenhum ia ficar esperando. Ele não ficaria. Tinha certeza.
Virou-se para eles. Firme.
Ela era só uma trouxa. Mas o inferno a queimasse se ia ficar parada.
- Eu quero falar com Draco. – falou decidida.
Eles arregalaram os olhos.
- Você não ouviu? – Rony não agüentou – Ele sabia!
- Não importa! – ela se levantou, os olhos nublados, com lágrimas que ela não deixou cair – Ele pode saber para onde ele foi levado.
- Mesmo que ele saiba. – Hermione se aproximou – Ele não vai querer dizer.
Os olhos dela brilharam.
- Ele vai dizer. – a voz dura.
Eles estranharam. O tom. Hermione a olhou.
'Convivência.'
- Você não poderá fazer nada. – Harry lembrou-a – Não pode ir atrás dele.
- Eu não vou ficar parada aqui! – falou brava para ele.
- Inferno sangrento! – Rony arregalou os olhos – Você não pode estar querendo ir atrás do Snape...
Ela não disse nada. Levantando o queixo.
- Nina você não pode! – Hermione a olhou assustada – Você não... – mordeu o lábio.
- Não sou uma bruxa. – terminou por ela, os olhos luzindo – Eu sei.
Ela entrou no quarto. Pegou sua capa. Indo rápida. Em direção à saída.
Passando por eles. Que se entreolharam.
E a seguiram. Fechando a porta.
Ela parou. Virando-se para eles. Fechou os olhos. Respirou. Abriu-os.
Uma sombra de confusão. E ansiedade. Respirou.
- Para onde?
Eles a olharam. Hermione suspirou.
- Nós iremos.
- Não. – a testa franzida.
- Sim. – Harry estava resolvido – Snape me salvou. – a expressão dura ao dizer isso – Volte para a masmorra. Nós traremos Draco.
Ele ainda se sentia impotente sem a varinha. Uma sensação de perda intensa.
Ela o olhou. Frustrada. Vendo a expressão de Rony. E de Hermione. Preocupada.
- Vá. – ele continuou – Não vamos demorar.
Tentou soar seguro.
'Se eu conseguir me lembrar onde... Se Draco vier. Se um milagre acontecer... '
Ela ainda hesitou. A testa franzida. Os olhos atormentados. Decidindo.
- Pode ir Nina. Nós já voltamos. – Hermione completou, colocando a mão na dela.
Ela respirou. Concordando finalmente. E voltando para a masmorra. Forçando a mente. Agitada.
Pensando. Que precisava se preparar. E de um plano. Imaginando. O que deveria fazer.
Se deveria fazer.
O coração em tumulto. Apreensivo.
Eles se viraram. Olhando-se. Indecisos.
Harry se moveu. Indo na frente. Em direção ao salão da sonserina.
Tentando lembrar. O mesmo caminho. Que tinham tomado. Quando usaram.
A poção polissuco.
- Não sabemos a senha.
Hesitação.
- Daremos um jeito.
E eles tinham dado.
Usando Sonorus. Com abafadores especiais nos ouvidos. Conjurados por Hermione.
E gritando alto. O nome de Draco. Que ecoou. Por toda a masmorra.
Até que ele apareceu. Muito tempo depois.
A mão num ouvido. A vara na outra. Os olhos fuzilando.
Harry sorriu. Hermione observava Malfoy. A vara em punho. Como Rony.
Draco os olhou. Em raiva. Se Potter estava ali... O que tinha acontecido a seu pai?
Estremeceu. Ao pensar em sua ira. E no que faria. Furioso. Com ele.
Tinha saído correndo. Depois que Snape tinha gritado para que se fosse. Ainda trêmulo.
Pelo que seu pai disse. Pelo que ia fazer.
E por Potter estar ali. Além da Granger. Presenciando tudo.
Correu. Sem esperar. Para ver o que ia acontecer. Sem querer saber.
A humilhação queimando. Junto com a raiva.
Não encontrou com Crabbe. Ou Goyle. Eles eram burros demais. Medrosos demais.
Deviam estar debaixo da cama.
- Você está sendo chamado nas masmorras. – Hermione o encarou, a vara levantada.
Ele franziu a testa. Muito bravo. Sem entender.
O salão comunal estava uma bagunça. Com o que ele tinha feito. E destruído.
Mas Snape ainda não sabia. Então... alguma coisa estava errada.
E era muito estranho. Que eles estivessem ali. Dando um recado dele.
Não.
- Eu não irei.
Harry ainda estava com raiva. Mesmo depois do que tinha escutado.
Do que ele tinha intuído. Com a fala de Lucius. Para Malfoy.
Ainda assim... Draco tinha sabido. Tinha participado.
Ele lembrou. O que tinha acontecido. O que podia acontecer. Com Hermione. E Rony.
Sentindo o sangue ferver.
- Ah, você vai. – Harry disse baixo – Por bem ou por mal. – estava furioso – Pode escolher.
- E quem vai me obrigar?! – sentiu a raiva subir, lembrou da humilhação de novo.
- EU vou!! – Rony deu um passo à frente.
Harry ao lado. Sentindo-se quase impotente. Sem a sua vara.
- E eu!
Malfoy deu um sorrisinho. Ao vê-lo sem a vara.
- E eu. – Hermione levantou mais a vara – Pense bem Malfoy. Você não pode lutar contra os três. – encarou-o, séria – Você só tem que ir até as masmorras. Com suas próprias pernas. – lembrou do corpo de Goyle junto do dela, os olhos brilharam – Ou não. – a voz saiu perigosa, raivosa.
Ele molhou os lábios. Pensando. Os olhos fuzilando.
Desceu a vara.
Passando por eles. Como se não existissem.
'Isso não fica assim!'
Tudo era culpa de Potter. Tudo era sempre culpa de Potter!
Ela tentou se controlar. Não pensar. No que podia estar acontecendo.
Não se deixar angustiar. Isso só iria atrapalhar. Impedir. O que ela precisava fazer.
Tinha pensado muito. Andando. Inquieta. Idéias que surgiam. Descartadas com a mesma rapidez.
Mas era simples. Ir. Trazê-lo. Sem deixar que morressem no processo. Suspirou.
Não seria difícil se... Amaldiçoou-se. Com raiva. Trouxa inútil!
Raiva era bom. Fazia mais fácil enfrentar Malfoy. Ele não atenderia a súplicas.
Bem. Não ia desistir.
Escutou baterem. Respirou. Preparando-se.
'Lembre-se de Severus. De como ele agiria.'
Andou até lá. Decidida. Abriu a porta. Ainda com a capa. Draco a olhava. Duro.
- Entre. – comandou.
Ele não se moveu.
- Eu não recebo ordens de uma trouxa qualquer! – o tom insultante.
Ela ficou possessa.
- ENTRE!!
- Me obrigue. – ele quase sorriu.
- Se é o que você quer... – Rony chegou, levantando a vara.
- Não! – ela falou estendendo a mão, impedindo-o.
Olhou fundo em cinzas. Firme.
- Malfoy. Nós podemos conversar sozinhos. De forma civilizada. Ou... – a voz dura – Eu posso pedir alguma... – desviou os olhos para Rony e Hermione – ajuda. – voltou a encarar cinzas.
Ela não estava brincando. Ele percebeu. Mas não ia ser tão fácil.
- Onde está professor Snape? – perguntou desafiante, quase insultante.
Ela respirou. Ele viu uma sombra de angústia em castanhos.
- É precisamente sobre isso que eu quero falar com você.
Ele hesitou. O coração tinha disparado. Franziu a testa.
Quis saber o que estava acontecendo. E o que tinha ocorrido com Snape. E com seu pai.
- Eu não vou ser vigiado. – ele impôs – E não vou obedecer você! – os olhos em raiva – E também vou embora quando quiser. – estava exaltado, por ser obrigado.
Ela levantou a cabeça. Já era alguma coisa.
- Certo. – concordou.
- Nina! – Hermione reagiu – Você não pode!
- Nina, nós não a deixaremos sozinha com...
- Eu agradeço. – virou-se para eles – Mas agora eu gostaria de conversar com o Sr. Malfoy.
- Você está louca! – Hermione estava pálida – Não sabe do que esse...
- Hermione eu garanto que o Sr. Malfoy se comportará. – a voz estava séria, ela voltou a olhar em cinzas – Ou com certeza ele terá que se entender com McGonagall. Ou Dumbledore. – levantou uma sobrancelha – Ou com o professor Snape. – falou macia.
Ela o encarou. Percebendo que ele tinha entendido. Os olhos duros.
- E eu sei que ele não quer ser expulso. – disse insinuante – Não agora. Com tudo o que aconteceu. – não falou sobre o pai dele, sabendo que ele pensou nisso – Não é Sr. Malfoy? – estreitou os olhos.
Ele ficou furioso. Mas não disse nada.
- Muito bem. – virou-se para eles. – Não se preocupem. – tentou sorrir – Eu ficarei bem. Tenho certeza de que o Sr. Malfoy entendeu. E agradeço a ajuda de vocês. – os olhos deixaram que eles vissem, a tristeza, e a resolução – Será apenas uma conversa... amigável.
- Nós não vamos embora. – Hermione falou decidida, quase brava.
Pensou se a ida do professor Snape não tinha afetado Nina mais do que devia.
E ela estava ficando louca.
- Nós ficaremos aqui fora. – Harry completou, sem tirar os olhos de Malfoy.
- Para ter certeza de que esse... ele se comportará. – Rony completou.
Ela não discutiu.
- Eu agradeço.
Malfoy cruzou os braços. A expressão de desafio.
Nina fechou a porta. Respirou.
Virou-se. Os olhos duros. Determinação em todo o rosto.
- Agora, Sr. Malfoy. Nós vamos conversar.
Ele a enfrentou. Calado.
- Eu não quero saber qual sua participação em tudo isso. Eu só quero saber para onde a chave de portal do seu pai ia.
Ele hesitou. Ela sabia bem mais do que ele esperava.
- Não sei do que está falando. – quase sorriu.
Ele não diria nada. Ela não podia obrigá-lo. Encarou-a.
Ela suspirou. Não ia deixar aquele... pirralho... Intimidá-la. Lembrou-se de Severus.
- Bem, Sr. Malfoy. – a voz estava macia, reprovadora – Parece que talvez seja preciso fazer do modo mais difícil.
- Difícil? – ele riu, divertido – E o que voc pode fazer? – ele sorria, com desprezo, debochando.
Os olhos dela brilharam. Perigosos.
- Veritasserum. – falou macia – E Harry. Hermione. Rony.
O sorriso foi morrendo devagar.
- Eu sei onde fica. – a voz suave – Como pegá-lo. – isso era mentira, mas ela não ia deixar ele saber – Mas eu pensei que isso não ia ser... necessário. – levantou uma sobrancelha – A menos que o Sr. queira deixar que todos saibam seus... segredos. – disse a palavra de forma doce.
Os olhos dele brilharam. Furiosos.
- Sua...
- Segure essa língua! – ela deu um passo para frente – Cuidado, Sr. Malfoy. – avisou.
Ele se controlou. Respirou.
Ela esperou. Que ele se acalmasse. Levantou a cabeça.
- Eu quero que responda a uma simples pergunta. – a voz estava firme – E não deve ser tão difícil. Se você levar em conta o quanto o Professor Snape sempre o considerou. O quanto sempre tentou protegê-lo. E ajudá-lo.
Ele gelou. Snape não podia ter contado...
- Ele sempre esteve ao seu lado. Em todos os problemas que arrumou com os... grifinórios.
Respirou. Ele não tinha contado.
Ela não entendeu o olhar que ele tinha dado. Mas precisava convencê-lo.
- E mesmo hoje. Com seu pai. Ele não permitiu que te fizessem mal. Ele te protegeu.
Ele estremeceu. Imaginando se ela sabia. O quanto de verdade havia no que tinha dito.
- Isso. – ele ficou bravo – Não é da sua conta.
Sentiu a raiva subir. Pensando em quanto tempo estavam perdendo.
- Mas ajudá-lo é. Eu não vou permitir que seu pai o mate! – atirou furiosa – Se você pode conviver com isso eu não posso!
Ele não agüentou mais. Toda a tensão. Tudo o que tinha acontecido. E agora... Ela.
Ela!
Acusando-o. Jogando a culpa de tudo nele!
- Você é uma trouxa! – cuspiu a palavra – Menos que um verme. – os olhos brilhavam, com repulsa – Uma enjeitada que não tem onde cair morta! – rosnou em fúria – E está me dizendo o que eu tenho que fazer? Como eu tenho que sentir? – completou com desprezo.
Ela ouviu Hermione tentando acalmar os outros dois lá fora.
Deviam ter escutado os gritos de Malfoy. Que a olhava furioso.
Mas ela percebeu. No fundo. A preocupação. O descontrole. E a ansiedade.
- Eu posso acabar com você em dois segundos! – ameaçou – Meu pai levaria menos! – disse arrogante, quase descontrolado.
Ele sentiu sua respiração se acelerar.
Nervoso. Preocupado. Com o único homem que alguma vez quis protegê-lo.
E que agora podia estar com problemas. Por sua causa!
- E você quer saber onde ele está? – riu, nervoso – E para quê? O que pensa fazer? – ele debochou – Acha mesmo que conseguiria fazer alguma coisa?! Uma TROUXA?!! – ironizou sem controle, extremamente furioso – Você nem ao menos consegue ir até Hogsmeade sozinha! – zombou, os olhos chamejando – Imagine até a mansão dos Riddley?!
Ela ficou imóvel. Ele percebeu o que tinha dito. Ficou pálido.
Castanhos brilharam. Ele a viu respirar. O modo como tentava não deixar que emoção dominasse.
- Obrigada, Sr. Malfoy. – falou baixo, devagar, séria
Foi até a porta.
- Harry! – chamou.
Eles entraram. As varas em punho. Sem saber o que mais os surpreendeu.
Malfoy. Pálido. Respirando rápido. Ou Nina. Um quase sorriso em seu rosto.
- O Sr. Malfoy já está indo. – ela avisou.
Eles se acalmaram. Olhando-os. Confusos. Mas ainda atentos. As varas erguidas.
Draco passou por eles. Ventando. Ela o viu ir. Pela corredor.
- Entrem!
Eles a olhavam. Enquanto andava. De um lado para outro.
Pensando. Concentrada. Parou. Tinha um plano.
- Nós temos muito que fazer. – disse para eles, séria.
Ela precisava descobrir como estavam as coisas com McGonagall e Dumbledore.
Onde estava a taça tribuxo. Precisava da capa de Harry.
O vidro no armário.
E de coragem.
As pernas trêmulas. Muita coragem.
Virou-se para Rony.
- Rony. Por favor, verifique o que McGonagall conseguiu com Dumbledore. O que está sendo feito para ajudar o professor Snape. – segurou em seu ombros, os olhos nele – E quem está fazendo. E não deixe ninguém saber o que temos.
- Como eu vou poder? Se nem eu sei o que temos? – resmungou.
Ela quase sorriu. Da frustração dele.
- Depois eu lhe direi. Não demore! – pediu.
Ele se foi. Deixando a porta só encostada.
Ela se voltou para o Harry.
- Harry eu preciso de um favor. – olhou em verdes – Preciso de sua capa.
Ele estreitou os olhos.
- Você tem certeza do que vai fazer?
Ela suspirou.
- Eu não vou fazer nada por enquanto. – era quase uma mentira – Só quero estar preparada.
Ele não teve certeza. Mesmo assim acenou.
Olhando antes para Hermione. Como a pedir que lhe desse juízo.
Saindo pela porta. E a fechando.
- Hermione. – Nina a encarou.
- Eu não sei o que vai fazer. Não sei o que Malfoy lhe disse. – a testa franzida, a expressão contrariada – Mas acho que é uma loucura. E que você devia falar com McGonagall. E não me venha com o "eu não vou fazer nada ainda". – avisou brava.
Ela deu um sorriso pequeno. Triste.
- As mulheres movem o mundo. – murmurou, encarando-a – Eu não vou ficar parada, Hermione. Eu já percebi que aqui, se você não age. As situações te atropelam. Mesmo vocês nunca fizeram isso. Ficar quietos. Deixar acontecer. – falou devagar, deixando que ela lembrasse, do que já tinha enfrentado, com Harry e Rony – E Severus... – doeu, os olhos ficaram nublados – Eu não posso simplesmente esperar. Ele não faria isso. Ele agiria. Moveria céus e terra. E você sabe disso. – a voz embargada.
Hermione a olhou.
- Mas ele é um bruxo. – argumentou, antes de suspirar – E eu ainda acho que é loucura.
Respirou. Em alívio. Hermione era valiosa. Olhou-a.
- Eu preciso que você descubra onde está a taça Tribuxo. – viu-a arregalar os olhos – Não importa onde. Ou como. E a traga. E preciso de sua ajuda. Depois.
- Você não pode ir lá?! Eu não posso acreditar! Nina você...
- Hermione... – não controlou as lágrimas – Por favor...
Hermione hesitou. Olhando-a. Contrariada. Preocupada. A testa franzida.
Rugiu. Abriu a porta. Saiu correndo.
Ela respirou de novo. Erguendo a cabeça.
Indo até a porta. E fechando-a.
Antes de se dirigir ao quarto.
Pensando em como pediria a Hermione para quebrar as proteções.
E pegar o vidro verde que ela precisava. Com a poção especial para dor. Misturada com a regenerativa.
Passou as costas da mão pelo rosto. Afastando as lágrimas.
Pensando em como ele estivera.
Da última vez que ela o tinha ajudado. A pegar o vidro grande. No armário.
Gemeu. Fechou os olhos.
'Deus! Me ajude! Não deixe que nada aconteça com ele.'
Tentando afastar a angústia. Sem querer pensar. No que podia ter acontecido. Com ele.
Seu Severus!
Sacudiu a cabeça.
Não tinha certeza do que ia fazer. E principalmente. De como ia fazer.
Mas ia.
Harry chegou primeiro.
Trazendo a capa. Que ela pegou. Colocando sobre a escrivaninha.
Pensou em como eles sabiam. Sobre ela. E Severus.
Uma batida na porta. Ela foi abrir.
- McGonagall falou com Dumbledore. – Rony entrou, tentando recuperar o fôlego – Ele foi buscar ajuda.
Ela fechou a porta.
- Com quem?
- Ela não sabe. – ele deu de ombros – Pode ser no ministério.
Havia batidas.
- Ou com a Ordem. – Harry completou, enquanto Rony abria a porta.
Ela respirou.
- Se você sabe onde ele está. Você devia dizer a Dumbledore. – Harry continuou.
Hermione chegou. Não havia nada em suas mãos.
- Eu concordo com Harry.
- Não. – sacudiu a cabeça, olhou-os, suspirou – Muito bem, então. Vocês sabem como encontrar Dumbledore? Ou como avisá-lo?
Eles se entreolharam.
- Pode ser muito tarde quando ele chegar. – ela buscou os olhos de Hermione – Eles estão fazendo o que podem. Eu também.
Hermione a olhou muito séria.
- Você sabe o qu está arriscando, não sabe?
Ela sabia. O filho dele.
- Eu preciso fazer isso Hermione. – os olhos imploraram – Eu não me perdoarei se não fizer...
Hermione suspirou. Harry e Rony não perdiam uma palavra.
- Já pensou na possibilidade de Malfoy tê-la enganado? De ser uma informação falsa? – tentou de novo.
- Já. Eu terei perdido meu tempo. Nada acontecerá. E Se... Snape ainda estará em perigo.
Hermione suspirou de novo.
- Oh! Está bem! – capitulou – Eu a encontrei.
- Encontrou o quê? – Rony perguntou – E o quê Malfoy disse?
- A Taça Tribuxo.
Harry a olhou assustado.
- Você não vai lá!!?
- Onde? Na casa de Malfoy? – Rony estava impaciente – Ai! – Hermione tinha lhe dado um cutucão. – Eu só perguntei onde...
- Na mansão dos Riddley. – ela disse para ele.
- VOCÊ ESTÁ LOUCA?!
- Não grite Rony.
- Mas ela ESTÁ louca! – ele parecia horrorizado.
- Não, Rony. Hermione tem razão. Pode ser só uma pista falsa de Malfoy.
Mas ela não acreditava nisso.
- Mesmo assim! Já imaginou que pode ter comensais lá? – ele estava pasmo.
- Ele tem razão. Pode realmente ter comensais lá. – Harry estava preocupado.
- Entendam uma coisa. Eu irei. – a voz decidida.
Hermione deu um suspiro exasperado.
- Onde está?
Ela deu outro.
- Hermione...
Hermione fechou os olhos por um instante.
- Lá em cima. Eu a pegarei para você.
Ela respirou. Relaxando.
- Eu preciso de mais um favor.
Olhou para Hermione. Que revirou os olhos.
- Este não é uma novidade para você. – olhou-a, abrindo a porta do quarto, mostrando o armário – Preciso que abra.
Hermione olhou para Nina. Sacudiu a cabeça. Pegou a varinha. Não conhecia aquele armário.
Muitas tentativas. Feitiços diferentes. Várias proteções. Hermione suava.
Pensou que não parecia tão difícil quando ele fazia. Vendo Hermione. Se esforçando.
Finalmente abriu. Nina suspirou. Em alívio. Pegou o vidro verde. Grande.
- Agora feche-o, – havia um tom em sua voz – por favor.
Recebeu um olhar atravessado. Antes que ela erguesse a varinha. Refazendo.
Pegou a capa do Harry. Colocou o vidro no bolso.
Respirou.
Saiu dali. Fechando a porta.
Eles esperavam. Perto da enfermaria.
Seria mais fácil na volta.
Hermione chegou. Trazendo a taça.
- Isso é loucura.
Ela ouviu o murmúrio. Ignorou.
Harry tinha conjurado um apoio. A seu pedido.
A taça estava em cima. Um cálice. Grande. Mas não tão bonita. Como ela imaginara.
Respirou.
- Desejem-me sorte. – disse para eles.
Ela viu quando se entreolharam. Harry ao seu lado.
Rony tirou a vara dele. Ela franziu a testa. Sem entender.
- Nós vamos. – Harry informou.
Ela ficou assustada.
- Não! – respirou, tentando se acalmar – Vocês não podem. Dumbledore os expulsaria.
Isso se eles voltassem bem.
- Dumbledore me expulsaria!
- Nós. Vamos. – ele estava decidido.
- Por favor. – pediu – Entendam. Eu não posso arriscar as vidas de vocês.
- Só a sua? – Hermione ironizou – Me desculpe dizer. Mas você não terá nenhuma chance sem ajuda.
Ela tentou encontrar uma saída. Ansiosa. Fingindo que não havia razão. No que ela dizia..
- Então eu não vou.
Daria um jeito. E iria. Nada a impediria. Mas depois. Que eles estivessem a salvo.
- Não adianta Nina. – Harry estava sério – Eu irei.
- Vocês não vão! – tentou impor autoridade.
Harry a enfrentou
- Todos nós vamos. Agora.
- Hermione... – apelou para o senso da outra, quase desesperada.
Ela deu de ombros.
- Se você não tem juízo... Como pode querer que eu ponha algum neles?
Nina deu um suspiro exasperado.
- Escute...
- Não! – Harry interrompeu – Snape está nessa situação porquê me ajudou. – ela viu decisão em verdes – E além disso. Eu quero minha varinha de volta.
Fechou os olhos. Pensando. Buscando. Uma saída. Mas não pôde se impedir. De analisar.
Ela teria mais chances com eles. Teria alguma chance...
Suspirou. Percebeu que rezava para que nada acontecesse a eles.
Não. Isso não era justo.
Eles eram jovens. E apesar de seu... desespero. Por Severus. Ela não tinha o direito.
Respirou. Angustiada. Ia tentar sua última cartada. Tentou afastar da mente a imagem de Dumbledore.
Chegou perto de Harry. Olhou nos olhos verdes. Séria. Tentando não deixar que os outros escutassem.
Não tinha certeza se ele tinha contado.
- Eu sei da profecia, Harry. – sussurrou suave, ele estremeceu, olhando-a assustado – Você sabe que é importante. E o que pode acontecer. Então por favor. – os olhos imploravam – Não vá.
Ele hesitou. Pensando. Até que levantou a cabeça.
- Eu não vou adiantar muito sem minha varinha. – sacudiu a cabeça, os olhos nela – Não adianta. Eu vou. Com ou sem você. – repetiu, a expressão ainda mais decidida.
Ela ainda o olhou. Preocupada. Vendo o olhar desconfiado de Hermione.
Pensando se havia mais alguma coisa que pudesse fazer. Apreensiva.
Depois se afastou. Voltando a ficar perto da mesa. Olhando para os três.
- Muito bem. – desistiu – Mas vocês vão me prometer que terão cuidado. Que não se arriscarão. E que aconteça o que acontecer... – falou muito séria – Vocês voltam. Em quinze minutos.
Não conseguiu se impedir de sentir algum conforto. Com o fato. De que eles iam.
Respirou. Tentando afastar da mente. O que estava prestes a fazer.
Tentando se concentrar. E agir.
- Nossa maior vantagem será a surpresa. Então nenhum barulho. Nada. Eles nunca vão imaginar que nós vamos... cometer essa loucura. – segurou um arrepio.
Eles não pareciam incomodados.
- Quinze minutos. – falou de novo, firme – É tudo que temos. Depois disso. Vocês voltam. Sem exceções. – tentou ser dura.
A expressão séria. Os olhos preocupados.
- Portus. – Hermione disse tocando a taça com sua vara.
Eles estenderam as mãos.
- Lembrem-se: tempo e silêncio. E por favor não se firam. – pediu.
Tentou não demonstrar seu medo. Pelo que podia encontrar. Sua aflição. Por Severus.
Apoiando-se na coragem deles. E na possibilidade. Agora real. De trazê-lo de volta.
Olhou nos olhos deles. E percebeu. Eles sabiam.
- Obrigada. – sussurrou.
- Um. Dois. Três!
Todos colocaram a mão na taça ao mesmo tempo.
Havia um solavanco em seu umbigo. Os pés pareciam não ter apoio. Fechou os olhos.
Fernanda – Poterish/Floreios e Borrões – Eu vou postar sim. Pode deixar. E o endereço do meu site é:
www.geocities.yahoo.com.br/ananinasnape/ Se você não colocar a barra do final o endereço não fica completo. Lá tem umas capas lindas! Contribuição das nossas leitoras! Obrigada por votar.
Panddora blue – Poterish/Floreios e Borrões – Não vou esquecer! Necessária? Risos. Obrigada mesmo. E por votar também! XD
Gabi– Poterish/Floreios e Borrões – Obrigada! Obrigada! Desculpe dizer, mas... Que bom que você quase chorou!! Eu fico feliz de provocar emoções! Mas não precisa ficar aflita. E eu vou continuar. Obrigada de novo. Valeu o voto.
JuLiAnA LoVeGoOd – Poterish/Floreios e Borrões – Oi!! Eu vou colocar mais capítulos! É só eu ir fazendo. Viciada em fic´s?! Mais uma! Agora ser por minha causa!! Nossa!! E tem razão. No meu site está bem adiantada. Obrigada pelo(s) comentário(s). E por votar!!!! VALEU!
Viviane Valar – Viviei? Risos. Obrigada. Eu imagino que vou atualizar bem rápido daqui pra frente. O último capítulo já está praticamente escrito. É só o micro não dar problema de novo...
LouiseBlack – Oba! Mais uma! Uh!Uh! Depois me diz o que achou "de verdade"! Bem vinda!
Ameria Asakura Black – Fórum Ordem-da-Fênix – Obrigada (?) Comentário "empolgados" / críticas? (Nina roendo unhas). Tudo bem. Eu agüento. Risos. E tem razão. Às vezes eu realmente corto muito as frases.
Miru Himura – Eu sei. Eu sei. E adorei o "Enfurecida" !!! Obrigada pela preocupação. Espero que você tenha recebido bem o meu e-mail. Beijinhos.
Miru Himura – Querida! Eu passei quase três semanas sem postar, não é? Desculpe. Problemas... Mas se tudo der certo. Termino a fic rapidinho! Já até escrevi a palavra "FIM.". Foi emocionante. Só falta "detalhes" (alguns enormes). E eu não postei dois porque postei um com o tamanho de dois! Risos.
Amanda Dumbledore – UAU!! Minha primeira review da fic em inglês!!!! Valeu!!! Um beijo enooorme!
Zara Watson – Olha! Olha! Mais uma! Brigada! Espero que você comente de novo. Eu vou me esforçar. I promise. Seja bem vinda!
Anita Black – Eu não vou sumir com o Lupin, pode deixar. E também vou tentar não demorar para postar. Brigada. E ser anti-herói assim eu também quero!
Elisabete Ferreira – Obrigada pela capa! Ficou linda! Vou colocar no meu site. Depois você confere. E se você tiver problemas aí em Portugal me avisa! Eu te envio tudo de novo.
Bárbara Menezes – Parabéns por Chronos! Espero que o pessoal esteja lendo e te enchendo de reviews! O mesmo para todas vocês que escrevem fic. Viu Amanda?
Amanda Pavani Fernandes/Amanda Dumbledore – Desculpe!! E eu tô enrolada. Por isso não apareci no ICQ!! Muitos reviews para você!!!!!!!!!! E, err, os e-mail que eu te mando estão voltando. Me manda outro endereço, tá? Beijos. E obrigada por colocar o link pro meu site no seu INDEX!! Eta menina agitada!
Angel – Eu vou entrar no icq. Eu vou. Um dia. Eu vou. Risos.
Granger Weasley/Patrícia – Continuo ADORANDO seus telefonemas semanais. Obrigada!!!!!!!!!!!!
Angel – Valeu o review no meu site! Brigadão! Eu olho tudo! É que às vezes demora um pouquinho. E parabéns pela sua fic. Tomara que você esteja recebendo montes de reviews!
SETT – Minha querida amiga-beta-confidente! Eu te adoro!
Agradecimentos especiais à Malu (professora Maria Lúcia) que brilhantemente traduziu o índice e o primeiro capítulo para o inglês. Já estão no fanfic. Você viu? Muito obrigada. Você realizou um sonho. OBRIGADA!!!!!!
