Notas da Autora

Após dias, novos esquadrões chegam para...

Raditz tem uma conversa com Tights sobre...

Enquanto isso, Kakarotto propõe um desafio a...

Yo!

Quero pedir desculpas pela demora, é que essas semanas foram um tanto "agitadas" para mim.

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 29 - Retornando para Bejiita

Após dois dias, o planeta estava completamente conquistado e as demais naves com escravos haviam partido para Bejiita, sendo que somente haviam ficado nas naves escravos pertencentes aos saiyajins e todos os demais em suas respectivas celas.

Os líderes dos esquadrões não tiveram tempo de descanso devido à fiscalização intensa na captura e transporte de escravos, sendo que em breve partiriam dali, enquanto que os escravos das naves cuidavam da alimentação dos escravos particulares nas celas.

Então, no terceiro dia chegaram os demais esquadrões e outros saiyajins que ficariam responsáveis pelo gerenciamento pós-conquista, enquanto que os esquadrões que se ocuparam da conquista e da subjugação partiriam para um merecido descanso de algumas semanas em Bejiita, antes da próxima missão.

Naquele momento, os líderes passavam os relatórios aos outros esquadrões que haviam acabado de chegar, com alguns saiyajins voltados para administração e para limpeza do planeta, já que os planetas dos hashirojins e o dos yashirojins estavamsendo preparados para leilão em alguns meses.

Enquanto se dirigia para a sua nave, Kakarotto é interceptado por Raditz, que pergunta:

- É verdade que pegou alguns escravos para si? Até uma chikyuujin?

- Sim. – ele fala impacientemente, pois, queria ir logo para a Medical machine.

- Por acaso, um desses escravos, foi aquele de poder absurdo que sentimos?

- É a chikyuujin e ela conseguiu enfrentar um super saiyajin 2, embora fosse um pouco mais fraca. Porém, tem técnicas interessantes, que não consegui recriar e não sei porquê. – ele comenta pensativo, pois, os saiyajins tinham muita facilidade em aprender outras técnicas, apenas olhando.

- Uma chikyuujin? – o irmão mais velho fica em choque.

- Sim. E quando ela se recuperar, iremos lutar em púbico e mostrarei o poder dela e que o melhor de tudo, é o fato que é somente minha e de mais ninguém. – ele sorri com orgulho.

- Então, vai mantê-la?

- Sim. Não se esqueça que posso me conter no sexo, se eu assim desejar.

- Isso eu sei... Mas, um conselho. Não sei se pensou nisso. Mas, se exagerar, como eu o conheço, ela ficará covarde e se quer usa-la para treino e batalha, além de sexo, deve tomar cuidado para não "quebra-la", acabando por fazê-la perder o seu espirito de luta.

Então, se retira, deixando um Kakarotto pensativo, que resolve rever mentalmente alguns de seus planos, pois, com a tensão dos ferimentos e tendo que liderar uma invasão, se esqueceu de que não podia quebrar o espírito dela e passando a considerar o caso dela como um desafio, algo que o fez sorrir de canto.

Afinal, se lembrara de que havia outras opções e que poderia apenas masturbá-la, com ela vestindo apenas peças íntimas, sem penetração, para se divertir e sendo que aproveitaria para ensina-la os toques no corpo dele que o agradava, enquanto que a tentaria a todo o custo, diariamente, também, através de diversas "técnicas".

Frente a tal resolução e tática que decidiu assumir, sorri com malícia, pois, havia encontrado um jeito de se divertir com ela, mas, sem "quebrar" seu espirito de luta.

Então, com todos os relatórios entregues nas mãos dos líderes que cuidariam da limpeza do planeta e ocasionais capturas de sobreviventes, os esquadrões Alfa, Beta e Ômega se retiram do planeta.

Já no espaço, Kakarotto se dirige até a ala médica, onde observa que as máquinas começaram a drenagem, indicando que o processo curativo havia terminado.

Então, retira a chikyuujin e a nekomata dos tanques, para depois seca-las, com o mesmo aproveitando para se deliciar com o toque no corpo delicado ao passar a toalha pelo corpo da terráquea, sorrindo de canto ao imaginar como ela reagiria ao sabe que a havia despido e que a secara, centímetro por centímetro de sua pele acetinada, assim como imaginava a reação desta ao chip e frente a visão dela tendo um surto e ficando intensamente ruborizada, sorri de canto, controlando a vontade de rir, pois seria divertido demais, devido ao pudor excessivo dela, decidindo que a terráquea iria diverti-lo e muito.

Ele também seca o estranho animal, notando que o pelo parecia de seda e era bem macio e ademais, tinha uma forma enorme, decidindo que seria um perfeito animal de estimação para ele, pois assim o cadastrara no sistema.

Então, leva ambas até a cela, encontrando a escrava responsável pela limpeza da nave, denominados de escravos de naves, sendo que cada uma tinha um deles e nisso, a alienígena felpuda e pequena com oito braços, tendo um par de asas translúcidas dobradas nas costas se prostra.

- Leve uma roupa de escrava doméstica á ela e ... – então, percebe que a espécie de animal poderia passar pelas barras – Bem, vou erguer em cada cela uma barreira energética. Se ela quiser o animal com ela, terá que fazer algo para mim. A informe disso entendeu?

- Sim, senhor. Com a sua licença, irei pegar a roupa.

- Vá. – ele fala sem olha-la, com a mesma se retirando após curvar-se mais uma vez, enquanto que o mesmo se dirigia a área da cela da nave.

Então, o scanner o identifica e o deixa entrar, abrindo a porta e nisso, a ex-dona de Hanako e as filhas desta, sendo que cada uma está em uma cela, se encolhem de medo com esse sorrindo de canto e decidindo ter algum divertimento antes de chegarem ao planeta, sendo que elas lidariam com a sua perversão e libido, já que teria que agir diferente do que usual, em relação a chikyuujin adormecida em seus braços, sendo que a achara linda dormindo.

Então, decide exibir um sorriso e olhar faminto para as três, sendo que a mãe fica na frente delas e implora:

- Por favor, não.

- Quando as capturei, senti o cheiro de macho nelas, portanto, devem ter bastante experiência e aguardo para prova-las, assim como você. Deve estar muito usada, mas, deve servir para uma diversão considerável.

- Minhas filhas, não, por favor. – ela implora.

- Podem me chamar de mestre. São indignas de pronunciarem o meu nome, mesmo usando senhor ou mestre antes e se tanto fala de suas filhas, farei um desafio e se passar, posso poupa-las para essa viagem.

- Eu aceito! Qualquer coisa! Mas, poupe-as! Eu imploro, mestre! – ela exclama, se despindo de seu orgulho.

- Vou falar o teste para que se prepare. Vou fodê-la por quatro vezes e não pode gemer uma única vez ou gozar. Se conseguir passar, as poupo. Pelo menos por algum tempo.

- Vou conseguir. Ninguém sente prazer sendo estuprado.

- Não devia falar com tanta convicção. Acredite animal. Mas, serei bonzinho e darei algum tempo para se preparar. Veja como sou magnânimo! – então, ri de escárnio, enquanto colocava Hanako em uma cela e a nekomata em outra.

As hashirojins identificam de imediato a jovem e a veem nua, mas, não se importam, pois, para elas, ainda era um ser inferior e indigno de atenção. O que não perceberam, é que Kakarotto notou o olhar delas, principalmente das filhas da outra e compreendeu o que elas sentiam, fazendo o sorrir ainda mais, pois quebra-las seria uma diversão adicional a ele.

Então, a escrava da nave traz roupas e as deposita dentro da cela, saindo dali em seguida, enquanto o saiyajin fechava as celas, para em seguida erguer uma barreira energética em torno das celas, através de um painel em 3D que surgira de uma parte da parede e assim, impedindo que o estranho animal atravessasse as barras.

Dá mais algumas ordens a escrava, que fica parada na sala das celas, enquanto este fechava a porta, deixando-a presa na área das celas para levar comida e água as outras escravas, para em seguida e no corredor, dá um comando mestre para a nave, travando a sala de comando e outros lugares importantes, pois iria ficar na medical machine.

Após alguns minutos, chega à ala médica e decide misturar ao líquido medicinal usual, conforme um código especial na tela de toque do computador da maquina, outro tipo de medicamento, juntamente com este, para impedir de fazê-lo dormir profundamente, para que assim ficasse desperto, sendo que sabia que isso lhe custaria um tempo adicional de cura.

Porém, na situação dele, era algo benéfico, pois ele ficaria bem acordado.

Afinal, mesmo com os comandos mestres na nave, apreciava a ele saber onde as escravas estariam o tempo todo e que era somente na área das celas e o que faziam, assim como caso houvesse algum problema e precisasse que agisse na sala de comando.

Longe dali, Raditz estava revendo os últimos relatórios, para depois espreguiçar na espécie de cadeira, decidindo que iria dormir um pouco, antes de ir ver a sua nova escrav que faz, para depois prender a mesma na área das celas. Não em uma cela, mas, solta na espécie de sala imensa, para poder levar comida e água para as outras escravas.

Então, fornece o comando mestre a nave e se dirige para o seu quarto, abrindo a porta e deitando na cama, enquanto direcionava todos os comandos para o quarto dele, tal como alarmes.

Já, Nappa, havia dormido no seu quarto na sua nave há algumas horas, tendo tomado todas as medidas que seus colegas tomaram, com a diferença que roncava e muito.

Após horas na nave do líder do esquadrão Ômega, Raditz, já descansado e após comer e muito na sala de refeição, se dirigia até a área das celas, abrindo a porta e permitindo que a escrava de nave saísse para arrumar a mesma, menos o quarto dele, já que ninguém podia entrar a não se o próprio Líder.

Então, nota que as suas escravas antigas param de conversar e que a cientista estava cochilando na cama. Porém, esta acorda, quando a porta da sua cela é aberta e Raditz fala:

- Venha comigo. Agora.

- Sim, mestre. – ela fala humildemente, pois vira pela pequena janela de sua cela a violência e brutalidade dos saiyajins.

A cauda de Raditz chicoteia o ar, pois odiava a reação dela, algo que aprecia nos escravos, menos em relação a ela, algo que o deixa confuso.

Então, ela o segue e eles se dirigem até a ala médica, sendo que a cientista identifica o local e então, ele fala:

- Sente aqui. – indica a cadeira, com a mesma obedecendo, prontamente.

Então, a chikyuujin o vê pegar a sua coleira e estoura-la, após aproximar um dispositivo do dela, reconhecendo como sendo um proveniente dos hashirojins para desabilitar as coleiras eletrônicas.

- Imagino que saiba por que fiz isso.

- Sim, mestre.

- Me chame de Raditz... Quer dizer, Raditz-sama. – ele corrige rapidamente, sem entender porque queria que ela pronunciasse o seu nome.

O pedido dele a deixa surpresa, pois, conseguira arrancar de suas colegas escravas, como se referia a elas, que ele não gostava que falassem o nome dele, mesmo com tal sufixo e isso a deixa confusa.

Então, a sua coleira é quebrada, algo que a desperta de seus pensamentos e o saiyajin fala, em tom de reprimenda:

- Responda.

- Sim, Raditz-sama.

- Melhorou.

Nisso, o vê tirando uma coleira eletrônica de uma espécie de gaveta, enquanto a conectava a um computador, digitando algumas coisas, sendo que depois fala, quando a desconecta:

- Sua categoria é escrava-doméstica, pois, todos os escravos cientistas são de uso do imperador. Mas, sei que é uma cientista e é muito inteligente. Confesso que agradaria a esse Raditz presenciar alguns inventos seus.

Ela sorri perante a informação, pois poderia denuncia-lo e assim, tinha esperança que conseguisse encontrar seu pai e a sua imouto, embora julgasse que talvez eles estivessem mortos, pois se recordava de ver alguns corpos de escravos cientistas e acreditava que havia visto eles dentre os mortos.

O saiyajin ao observa-la, sorri de canto, ao imaginar o que se passava na mente de sua escrava:

- Não acontecerá quase nada comigo. Uma advertência no máximo. Afinal, sou um dos saiyajins mais poderosos. Mas, sei que ele vive estuprando as suas escravas cientistas. Portanto, imagine o que fará com você? Até porque a sua raça foi categorizada como uma raça exótica, pelas diferentes cores de seus cabelos e olhos.

Claro que ele tomara o devido cuidado de ocultar, que o imperador somente estuprava as fêmeas, se estas demoravam em criar alguma nova invenção por algum tempo e os machos eram estuprados por saiyajins que adoravam "variar".

O sorriso dela se desfaz e a mesma fica alarmada, mas, consegue falar, mesmo sabendo que se arriscava, enquanto se desesperava pelo destino de sua irmã caçula, passando a desejar que, de fato, ela tenha morrido no planeta, assim como o seu pai.

Afinal, após ouvir alguns comentários dos saiyajins, que o líder deles, Raditz, estava irado pela morte acidental de um número considerável de cientistas, sendo que havia alguns chikyuujins dentre eles, ela acabou se recordando da cena horrenda que vira, que fora centenas de cadáveres mortos e se recordara, de que dois corpos pareciam e muito o do seu pai e imouto. Acreditava que o choque de tal cena, a fizera esquecer momentaneamente de ter visto tal cenário perturbador.

- Não será o mesmo com o senhor?

- Da mesma forma? Não. Como disse, a quero como cientista, pois este será o meu foco principal. Escravas sexuais, eu tenho para suplantar e se quiser foder uma terráquea, eu posso comprar ou alugar por algumas horas ou dias. O que me interessa é o seu gênio. Então, veja. O que é melhor? Ser escrava cientista e sexual do imperador ou ser só escrava cientista deste Raditz? Claro, que há outros modos de me satisfazer e que não envolve o ato sexual em si.

Ela fica um tanto desconfiada, pois, não conseguia decifrar o que ele falara com "me satisfazer e que não envolve o ato sexual em si".

Então, ganhando uma coragem que não sabia a procedência, perguntando, ainda ressabiada:

- Como posso saber?

- Como assim? – ele arqueia o cenho.

- Que não fará isso comigo? E que satisfazê-lo não envolverá o ato sexual?

- Veja – nisso, segura o queixo dela, fazendo-o olhar para ele e ao se lembrar que o mesmo não gostava disso, baixa os olhos – Não baixe o olhar. Olhe para mim, em particular e também aprenda que irei prometer a você.

- Soube que saiyajins só mantém a promessa para outros saiyajins. – ela fala ainda surpresa por ele desejar que em particular, o olhe.

- Sim. Isso é verdade. Aprendemos sobre a traição com Freeza. Nenhum saiyajin nos trairia. As demais raças são indignas de tal promessa, inclusive a sua. Mas, o que prefere? Arriscar-se em uma promessa feita por um saiyajin e que não envolverá o ato sexual em si ou ser, com certeza, escrava cientista e sexual do imperador, tendo que aguenta-lo dentro de si várias vezes e em todos os seus buracos, preenchendo-a?