— Obrigada, Hugh. — seus quadris se mexiam sem parar enquanto Hugh continuava a lubrificá-la. — Eu também quero ser o que você precisa.

— Eu já disse do que preciso, Lisa... Você. — ele roçou seus lábios contra os dela. — Você é tudo o que eu preciso pra viver.

— Eu sou toda sua e de mais ninguém.

— Se você quiser parar é só pedir. Ok? — a pressão da ponta do dedo dele foi se tornando mais insistente. Ela gemeu:

— Ok. Mas sei que não vou querer parar.

— Eu adoro essa sua fome por sexo. — a ponta de sua língua percorreu a boca de Lisa, tocando-a apenas de leve antes de se retrair. Seu dedo circulava-lhe o ânus de novo e de novo, empurrando a umidade para aquele orifício apertado, que se abria pedindo mais, enquanto ele soltava um gemido.

Quando ele o pressionou de novo, Lisa fez força para fora e seu dedo escorregou para dentro dela. A sensação da penetração foi surpreendentemente intensa. Assim como antes, as pernas dela cederam ao peso do corpo, deixando—a toda mole.

— Está tudo bem? — Hugh perguntou assustado quando ela quase caiu sobre ele. — Quer que eu pare?

— Não... Não pare.

Ele entrou mais um pouquinho, e ela se apertou um pouco, uma reação inevitável ao sentir algo deslizando em contato com tecidos sensíveis.

— Você é toda lisinha e quentinha. — ele sussurrou. — E tão macia. Está doendo?

— Não. Por favor. Quero mais.

Hugh tirou a ponta do dedo; depois entrou de novo até a junta, devagarinho e com calma. Lisa estremeceu, deliciada, surpresa ao perceber como aquilo era bom, aquele preenchimento gostoso do seu traseiro.

— Está gostando? — ele perguntou com a voz rouca.

— Estou. Com você tudo fica gostoso.

Ele tirou o dedo de novo, e voltou ainda mais fundo. Curvando-a para frente, ela empurrou o quadril para trás a fim de facilitar seu acesso, pressionando os seios contra o peito dele. Ele agarrou com mais força nos cabelos dela, puxando sua cabeça para trás para dar-lhe um beijo molhado e cheio de tesão. As bocas abertas se esfregavam uma na outra, em um movimento cada vez mais frenético à medida que a excitação dela crescia. A sensação do dedo de Hugh naquele lugarzinho perversamente sensual, entrando e saindo com tanta suavidade, fez com que Lisa se movesse para trás a fim de deixá-lo entrar ainda mais fundo.

— Você é tão linda. — ele murmurou num tom de voz infinitamente gentil. — Adoro te dar prazer. Adoro ver o orgasmo tomar conta do seu corpo.

— Hugh. — Lisa estava entregue, rendida ao contentamento arrebatador de estar em seus braços, sendo amada por ele. Aqueles quatro dias sozinha tinham mostrado a ela como ela seria infeliz se não conseguissem ficar juntos de uma vez por todas, como seu mundo sem ele ficaria tedioso e sem vida. — Preciso de você.

— Eu sei. — ele lambeu os lábios dela, fazendo a cabeça dela entrar em parafuso. — Estou bem aqui. Sua buceta está toda excitada e apertadinha. Você vai gozar pra mim de novo, como fez pela manhã.

Com as mãos trêmulas, Lisa tateou para pegar no pau dele, que estava duro por dentro da calça. Ela o libertou para conseguir enfiá-lo na sua abertura encharcada. Ele entrou só um pouquinho, a posição em que estavam impedia uma penetração mais profunda, mas aquilo já era suficiente. Lisa jogou seus braços nos ombros dele e enterrou a cabeça em seu pescoço quando sentiu suas pernas enfraquecerem. Ele largou os cabelos dela, apoiando a mão espalmada sobre as costas para mantê-la bem perto.

— Lisa. — seu dedo começou a entrar e sair mais rapidamente. — Sabe o que você está fazendo comigo? — seus mamilos roçavam os dela, e a cabeça do membro grosso massageava um pontinho deliciosamente sensível dentro de Lisa. — Você está ordenhando a cabeça do meu pau com essa buceta apertadinha. Vai me fazer esporrar em você. Quando você gozar, vou gozar também.

Ela mal se dava conta dos gemidos emitidos por sua garganta. Seus sentidos estavam sobrecarregados pelo cheiro de Hugh, pelo calor de seu corpo firme e rígido, pela sensação do membro dentro dela e do dedo no seu traseiro. Ela estava cercada por ele, sendo preenchida por ele, sendo deliciosamente possuída de todas as maneiras possíveis. Um orgasmo ganhava força dentro dela, abrindo caminho, expandindo-se no seu ventre. E não apenas pelo prazer físico, mas também por saber que ele estava disposto a correr riscos. Mais uma vez. Por ela. Quando o dedo dele parou, ela soltou um ruído de protesto.

— Vire-se, meu anjo. — ele pediu com toda a delicadeza do mundo.

Ela assim o fez. De costas para ele, apoiou seus braços no encosto do sofá e baixou um pouco a cabeça. Lisa estava um pouco apreensiva, não sabia qual seria a intensidade da penetração. Por mais que tivesse cuidado com o corpo dela, Hugh às vezes perdia o controle durante o sexo.

— Quando quiser parar... — ele sobiu sua mão direita pelas costas dela por dentro da camisa. — É só pedir. — disse Hugh, tranquilo, absolutamente controlado.

Excitada até os ossos e à beira do orgasmo, Lisa cravou suas unhas no sofá. A tensão que sentia por saber que ele estava prestes a penetrá-la por trás pela primeira vez, só fazia aumentar seu tesão.

— Pronta? — perguntou Hugh.

Ela engoliu em seco.

— Sim.

Hugh segurou seu pau e esfregou a ponta no clitóris pulsante dela, deslizando-o logo em seguida para dentro de sua abertura. Os olhos dela se fecharam quando Hugh acariciou a fina camada que separava seu pênis de seu dedo dentro dela. Se ele encostasse no clitóris de novo, ela iria gozar. Estava excitada demais para conseguir parar.

— Nossa. — Hugh diz enquanto enfiava a ponta de seu pau no ânus dela. — Apertadinho... E só meu.

Lisa gemeu quando aquele pau enorme entrou um pouco mais. Ao tê-lo completamente dentro dela, Lisa sentiu um misto de dor e prazer invadindo seu corpo. E ela queria mais, muito mais.

— Continua, por favor.

Hugh foi tirando seu pau bem devagar de dentro dela e antes que saísse por completo voltou a enfiá-lo de novo, batendo as bolas nas nádegas dela. Lisa gemeu ainda mais alto.

— Isso meu anjo, grita.

Os gemidos dela foram aumentando, e estimulado por aqueles sons e seu desejo enlouquecedor, Hugh foi dando intensidade nas estocadas. A cada investida de Hugh, Lisa era impulsionada para frente tendo seus quadris segurados firmemente pelas fortes mãos dele. Mais duas investidas e ela gozou intensamente. Hugh gemeu de leve e começou a gozar, lançando grandes jatos de sêmen quente e espesso dentro dela.

Ele sentou-a de pernas abertas no braço do sofá e começou a meter nela com força, usando o corpo dela para extrair o restante de seu orgasmo, gemendo com a boca colada à dela ao final da trepada mais descontrolada e entregue da sua vida.

Quando terminaram, Hugh a beijou levemente nos lábios e foi ao banheiro para poder limpar-se e assim finalmente poder ir gravar.