Capitulo 30 - Tristezas
As maravilhosas férias de Verão, tinham começado já faziam uma semana e era bastante notório o calor que se sentia naquele início do fim da tarde. Férias não tão maravilhosas assim, devido as preocupações que assombravam a mente da Hyuuga e de algumas pessoas em seu redor. O estado da doença de Rina, tinha se desenvolvido muito durante os ultimos dois meses, mesmo com todos os tratamentos realizados, o cancro cerebral tinha se espalhado para outros orgãos. Estava cada vez mais cansada, e praticamente todos os tinha dores fortes de cabeça, e as nauseas e vómitos estavam cada vez mais frequentes, tornaram-se diários.
O peso que perdera com os tratamentos de quimioterapio e a própria proliferação da doença, eram bastante notáveis no corpo da Hyuuga-mãe, que sempre fora magra, mas agora se encontrava num estava muito constatemente fatigada.
As visitas de Jiraya também eram constantes, e ele próprio, mesmo não tendo nenhuma doença, parecia não estar de todo bem.O rosto do Uzumaki revelava, quase sempre uma terrivel preocupação, e noites de sono perdidas, e por vezes os olhos levemente inchados e vermelhos, que revelavão que ele, sozinho a noite, provavelmente chorava o dstino de quem amava e também sofria pela sensação de impotencia. Sentimento esse que dominava particamente todos os que viviam naquela casa. Ver alguém que amavam definhar daquela maneira, e saber que seu destino era fatal, e que nada poderiam fazer para evitar os acontecimentos, estava os destruindo por dentro, a incapacidade perante a situação era o que mais os torturava.
Hinata neste momento se encontrava sentada na banheira, com os joelhos juntos ao corpo, e de cabelos molhados, encarava a espuma da água com ar transtornado e pensativo. Os olhos grandes perolados estavam tristes, pois dentro da mente lhe vinham as imagens da debilidade da mã mãe sempre fora muito cuidadosa com ela, a educara com esmero, ensinara lhe de tudo, quando queria colo, ela sempre lhe dera, quando necessitava de algo, ela sabia que sua a mãe a tentava ajudar no não conseguia se imaginar sem a mãe. Ainda era uma menina, quase adulta, mas em muitos aspectos, ela não tinha crescido.
Os olhos da Hyuuga marejaram, só com a hipotese de perder a mãe, e ela se encolheu ainda mais, e apertou as pernas contra o peito, envolvendo os joelhos com seus braços pequenos e finos. E então Hinata chorou silenciosamente, querendo que daquela forma, um pouco da sua dor se esvaisse.
...
No apartamento do herdeiro Hatake, o proprietário se encontrava, sentado na poltrona de sua sala, recebendo a visita de Asuma, com quem conversava de vez enquando pelo telemovel, e que percebera o tom seco do amigo de cabelos cinza.
Asuma que também se encontrava sentado, com m um copo de wisky na mão, assim como o ex-soldado sem mascara a sua frente, indagou.
-Você parece preocupado Kakashi, algum problema com a sua menina?
Kakashi deu um gole, ganhando um pouco de coragem, era um homem que não gostava muito de falar sobre o que sentia, ou pensava, no entanto queria desabafar com alguém. De fato o caso de Rina mexia muito com ele, porque revivia atraves da sua pequena, o sofrimento que era perder alguém querido, e não ter sequer a possibilidade de fazer nada.
-A minha pequena é perfeita, não existe qualquer problema com ela.
Asuma então insistiu um pouco no assunto.
-Então o que tem acontecido?
Kakashi levantou-se da poltrona e ainda com o copo na mão foi até a grande janela de vidro duplo, que mais lembrava uma parede dee tão grande que era. Apreciou a vista e soltou a informação, em tom melancolico.
-A mãe de minha noiva, tem um cancro cerebral que a está matando aos poucos.
O Hatake não teve que dizer mais nada, pois Asuma, pode perceber de imediato o que o maior estava sentindo. O homem de barba sabia da história da morte da mão do amigo, e sabia que também havia sido cancro cerebral. Agora ele comprendia o olhar preocupado e distante, como se sempre estivesse com os pensamentos longe relembrava o sofrimento que sentira quando perdera a mãe dele do mesmo jeito.E relembrar, por vezes era viver.
-Você terá que a ajudar a superar isso.
Kakashi fitou o horinzonte, eram quase 18 horas da tarde, daqui a algum tempo iria para a casa da amada, jantar com ela e a familia da mesma. Ele via como ela ficava dividida entre a alegria genuina que sentia ao ve-lo, e a tristeza que a doença da mãe lhe provocava.
-Farei tudo para protege-la e consola-la.
O Sarotobi levantou-se e tocou o ombro do amigo, querendo passar-lhe o seu apoio.
-Tenho a certeza que você conseguirá Kakashi.
...
Naruto se encontrava muito nervoso. Afinal hoje jantaria e conheceria a familia da sua namorada, que se restringia a mesma e ao avô. Os pais da moça tinham morrido num acidente de carro quando ela tinha apenas 7 anos de idade, e desde então, vivia com o avô que praticamente a criara. Vestia umas calças pretas, nem muito justas, nem muito largas, uma camisa branca e por cima um casaco que lembrava um palitó, que pegara de Jiraya sem que o mesmo no avô, Naruto recordou que tinha de fazer tinha de apresentar a namorada oficialmente ao mesmo, afinal a sua loirinha, não era uma das meninas que custumava pegar, era o amor de sua vida.
O loiro bateu suavemente na porta da humilde e bem cuidada casa da sua "loirinha", como a custumava chamar, se bem que era melhor não apelida-la assim na frente do vovozinho.
Quem ele viu primeiro no abrir da porta, foi para seu alívio, a namorada, Hotaru. Ficou sem folego ao ve-la trajando um vestido verde-água, de alças, que lhe marcava a cintura e depois escorria solto até perto do joelho. Os cabelos naturalmenyte ondulados, estavam soltos e longos sobre os ombros e terminavam na cintura. A maquilhagem estava bastante natural, e realçava os olhos e a boca tentadora da sua loira. Os olhos tarados do Uzumaki,que ele herdara não do pai, mas do avô, desceram e se fixaram no leve decote do vestido, que devido aos seios grandes de Hotaru, ganhava algum destaque, que fez o naruto quase ter um sangramento nasal, e a namorada corar e repreender.
-Para de olhar assim Naruto.
O garoto se defendeu, não deixando de mirar o decote, e deixando escapar os seus pensamentos pervertidos.
-Não consigo loirinha, sinto a boca molhar só de olha-los...- E subitamente uma voz idosa, porém masculina e forte, deu ar de sua graça, colocando os dois amados numa situação embaraçante.
-O que é que lhe dá água na boca ?
Não era nem necessário dizer que Naruto parou imediatamente mirar os seios da moça para fitar o olhar severo do velhote de bigode grisalho assim como o cabelo, nem muito alto nem muito baixo, mas que lhe incutira medo.
O loiro apressou-se a responder.
-O-O c-cheiro da c-comida, Senhor T-Tonbee, prazer em c-conhece-lo.
Tonbee o olhou de alto a baixo, tirando-lhe as medidas, ele sabia bem que tipo de "comida" aquele rapazinho estava já que sua neta o escolhera, lhe daria uma chance, afinal confiava na sua neta.
Mirou firmemente o garoto, e o outro engolio em seco. Que Kami ajuda-se Naruto Uzumaki a não meter os pés pelas mãos, porque ele ia precisar.
...
Já tinham jantado, e Rina imperativa, se tinha levantado ordenado a sua unica filha para ficar na sala com o namorado, e deixasse ela e Kyoko tratarem do trablho saida Hinata ficou na sala com o noivo, e ambos ficaram a sós na sala, após aquelas duas mulhres terem levado a loiça para a cozinha,e terem encostado a porta da sala.
E estando os dois finalmente a sós, compreensivo, o Hatake indagou.
-Como você está lidando com isto pequena?
Hinata tentou não preocupar o amado com suas tristezas.
-B-B-em, e-eu...- Risonho ele a interropeu alertando.
-Não adianta você mentir menia, a conheço muito bem, e como lhe disse uma vez, mentir não é algo que você conseguiça fazer.
Hinata corou e então resolveu que de fato, não adiantava esconder seu sofrimento de ninguém, Kakashi a conhecia muito bem, e percebia facilmente o que ela olhar se tornou triste, e revelou com pesar.
-T-Tem sido dificil Kakashi kun, a i-ideia de perde-la me a-apavora...-não conseguiu acabar a frase, pois duas lágrimas finas, sairam dos seus olhos perolados, que se fecharam. O Hatake abaraçou-a com firmeza de delicadeza contra si, e depois tomou o rosto feminino entre as mãos grandes, e com os polegares, limpou as lágrimas sofridas, e fitando-a com ternura pronunciou.
-Não chore minha menina, você me tem e sempre terá, e em relação a sua mãe...- uma das mãos escorregou até ao ombro fragil protegido pela fina T-shirt, e na outra o rosto de Hinata se encostava nela numa caricia gentil.- viva cada momento e aproveite o tempo que ainda tem com ela, pois essas memórias, nunca vão te deixar.
Os olhos da Hyuuga se abriram lentamente, revelando através das perolas o conforto que sentia, com aquelas palavras, assim como a gratidão profunda.O Hatake sorriu de canto, pelo que era perceptivel pela mascara, e seguidamente pediu.
-Venha aqui!-Completou com um gesto, que indicava que a queria em seu colo, para abraça-la.
Rapidamente as pernas da menina passaram por cima, na horizontal, das do maior, que a puxou com facilidade para o seu colo e a sentou no mesmo, enquanto a envolvia num abraço firme e carinhoso, onde a garota sentiu uma parte de si se preencher e se animar com aquilo, fechou os olhos novamente, desta vez para se embriagar com o cheiro masculo do seu namorado.
Sem que nenhum dos dois soubesse, Rina, que ia perguntar a Kakashi se ele desejava um café, ou algo do genero, apenas abriu, um pouco e silenciosamente a porta, e viu a filha de olhos marejados e fechados, abraçada ao noivo, que acariciava seus cabelos. Kakashi não a via pois estava de costas e Hinata se encontrava de olhos cerrados.
A Hyuuga mais velha, sorriu levemente com a cena, e um pequeno alívio abanou o seu corpo e a sua alma.A sua menininha nunca estaria sozinha, Kakashi cuidaria dela, e por isso sabia que podia partir em a encostar a porta, e andou de volta a cozinha.
...
Gaara tinha arrumado tudo para aquela ocasião. Prepara tudo nos minimos detalhes para que a sua primeira noite com Ino fosse perfeita, e que ela se sentisse totalmente a vontade.
Ansioso era pouco para descrever como se sentia, muitas vezes tinha adiado aquele momento não só por Ino mas por ele, pois gostaria de estar plenamente certo daquilo que iria fazer com ela, e também seguro de que ela realmente queria aquilo. Nesse momento Ino tinha ido ao banheiro apôs jantarem calmamente, e ele aproveitava para lavar rapidamente a loiça que era pouca.
Ajeitara tudo naquele singelo apartamento, fizera uma limpeza intensa no dia anterior, arrumara tudo, trocara lençois e lavara e passara a ferro, os novos que comprara. Fora dificil fazer tudo sozinho, porque possuia muito pouca experiencia no ramo da lida domestica, mas fizera e estava orgulhoso do seu trabalho. Claro que não pedira ajuda de ninguém, pois, ponto um, sua mãe era demasiado inxirida e se ele pedisse a ela para o ajudar da dar uma geral profunda na casa, ela logo o interrogaria sobre a razão da pressa, e faria outras perguntas impertinentes. Ponto dois, sua irmã, estava fora de questão, pois a pervertida de imediato advinharia a razão e bancaria a concelheira sexual, assim como daria piadas sobre o assunto a modo de pica-lo.E treceiro ponto, seu pai e irmão mais velho sabiam tanto de limpeza como ele, ou seja, em vez de ajudarem só atrapalhariam ainda mais.
Terminou de lavar, fechou a torneira, e secou as mãos higienizadas no pano seco e limpo de loiça, e após colocou sobre uma cadeira. Nesse momento Ino, voltou para a sala-cozinha, onde estivera anteriormente. A sua namorada estava linda, ele de fato, não conseguia deixar de admirar cada traço dela. Deslumbrante. Era talvez a unica palavra proxima de caracterizar como ela estava. O vestido na sua cor favorita, o vermelho, lhe acentava como uma luva. Era justo até a cintura e depois descaia até quase um palmo acima do joelho. As alças eram finas e realçavam os delicados e pálidos ombros femininos. O vestido apesar da cor vibrante era simples e de tecido leve. Protegendo os pés, a loira tinha uma sandália de salto de no máximo 4 centimetros, toda ela dourada, com tiras finas que rodeavam o dorso do pé feminino tamanho 37 europeu, e que deixam os dedos de fora, mostrando assim as unhas pintadas de um verniz clarinho e devidamente cabelos longos, lisos e loiros estavam soltos, e a franja estava jogada para o lado. A Yamanaka foi a primeira a quebrar o encantamento.
-Obrigada pelo jantar Gaara kun, estava tudo perfeito.
Gaara aprecebendo-se que deixara a namorada com vergonha, falou galanteador.
-Tudo para você meu amor.
Gaara aproximou-se e tomou os lábios da loira enquanto a mesma sorrira para ele. Se alguém medisse a felicidade da loira naquela noite, com certeza ela era das pessoas mais felizes do mundo. O beijo lento, rapidamente ganhou voracidade, de ambas as partes. Sem ter plena noção disso Gaara que segurava firmemente com ambas as mãos a cintura feminina, acabou prensando a mesma na bancada da cozinha, e por iniciativa propria Ino se colocou sentada sobre a mesma, e suas pernas rodearam os quadris do rapaz, que tentando conter as hormonas e o ritmo da situação, apertou um pouco a cintura da garota, e encerrou delicadamente o fogoso e ousado beijo, para olhar dentro dos olhos azuis vibrantes da namorada.
-Você tem a certeza Ino? Não quero que...-Foi silenciado por um dedo da menina-mulher a sua frente.
-Eu tenho toda a certeza do mundo Gaara kun, só com você, quero fazer isso.
Perante o que acabava de escutar, o rapaz de cabelos cor de sangue pegou a namorada no colo com um sorriso no rosto, e entre beijos, eles chegaram ao quarto que pertencia ao garoto, e que fora bem preparado para a ocasião. Gaara depositou Ino na cama, de lençõis novos na cor azul claros cobertos pela colcha do mesmo tom, também nova. Gaara só queria fazer daquele momento o mais bonito e feliz da sua vida e da sua garota. E assim seria.
...
Naruto engolio a comida com dificuldade, não pelo fato de a mesma não estar boa, porque a sobremesa era maravilhosa, mas sim devido ao fitar analitico e opressivo do avô da rapariga.
O homem mais velho encarava-o com desconfiança, vendo se em algum momento ele iria falhar e dizer algo que não devesse, como se estivesse á espera de um deslize.
O sabor da musse de chocolate servida pela namorada, quase não era sentido pelo rapaz loiro que matutava no que o velho a sua frente estaria pensando ou concluindo a cerca dele. Afinal ele quase vira o Uzumaki babando nos seios da neta.
No outro lado da mesa, o velhote tal como o loiro prévia, estava como qualquer familiar, avaliando-o. E já tinha as suas conclusões. O rapaz era atrapalhado, mas parecia de boa indole, e com um bom coração e intenções sérias com a sua notar que o rapaz parecia sentir um pouco de medo em relação a um pouco de receio, não era de todo mau, afinal assim estaria certo de que o rapaz não iria machucar a sua neta que criara como filha.
Quando todo o jantar terminou, Naruto ergueu-se do sofá e cheio de coragem fez o pedido que era uma das razões da sua ida aquela casa.
, eu queria pedir sua permição para namorar a sua neta!
Tonbee fitou sério o loiro, e de repente ele caiu na gargalhada o que causou olhares incredulos de parte do garoto, e da familiar.O mais idoso então explicou o motivo do seu riso.
-Bem você minha neta vive dizendo que eu sou antiquado, mas o seu namorado não fica atraz... se bem que eu prefiro assim.
Hotaru pronunciou.
-Avô..- o mais velho fez-lhe sinal indicando que ainda não tinha terminado de falar.
-Bem resumidamente, eu aceito o seu namoro com o Naruto!- Logo a seguir um sorriso surgiu nos lábios femininos e masculinos, que como estavam sentados no sofá, apertaram as mãos que já estavam dadas. Porém no meio do entusiasmo, Tonbee alertou ao moço.
-Mas fique sabendo rapazinho, que é bom que você faça a minha neta feliz, senão caso contrário, você irá sentir a minha furia.
O Uzumaki suou frio, e tornou a engolir em seco. Era certo que ele nunca iri machucar a sua loirinha, mas mesmo assim não deixava de ser intimidante o vovo. Principalmente quando ele o mirava com ar de "vou te fazer uma macumba, se você se portar mal". De toda a forma Uzumaki Naruto estava aprovado, e era oficialmente, o namorado de .
...
Já eram quase 23 horas da noite, e a Hyuuga se encontrava de pijama no quarto com Kakashi que tinha, mais uma vez prelongado a sua tarde ali.
Estavam os dois sozinhos no quarto da menina, enquanto Rina via televisão na sala, com a desculpa que estava interressadima num programa que iria passar no seu canal preferido. No entanto tudo o que a HYuuga mais velha queria era deixar a filha aproveitar o tempo com o noivo, para namorarem mais a vontade.
Hinata estava sentada na sua pequena cama e o maior estava de joelhos na frente da mesma, que se encontrava de pernas abertas, e ele no meio delas. Kakashi era tão alto, que de joelhos ficava maior que ela sentada. As mãos dele se encontravam possessivas nas costas femininas e delgadas dela, que colocava as suas pequenas mãos nos cabelos cinza entrelaçando os dedos frageis, numa acalatadora caricia.
Os lábios sedentos do maior cobriam os mais pequenos e delicados num beijo fogoso cheio de vontade e desejo, não era preciso dizer como ele apertava a menina contra si.
-Kakashi kun..- Gemeu ela entre um dos beijos num curto intervalo para que ela pudesse respirar.
Um calor dominava Hinata sempre que eles se tocavam daquela maneira. O seu rosto corava contudo isso não se devia á vergonha e si a excitação que percorria o seu corpo, e fazia sua intimidade, consequentemente, ficar lubrificada, desejosa. Jamais falaria que se sentia assim, porém Kakashi sabia. A pele arrepiada mesmo estando quente, a respiração funda e descontrolada, os gemidos inocentes e ao mesmo tempo ousados e a quentura do corpo da sua pequena menina, denunciavam-na por completo. Kakashi segurou ambos os quadris da e colou ainda mais a menina ao seu corpo. Cada vez era mais dificil controlar o apelo do proprio corpo, Kakashi estava começando a perceber ainda mais que se os momentos a sós com Hinata se tornavam cada mais "perigosos". Os beijos se tornavam mais luxuriosos, e as mãos percorriam o corpo pequeno de sua ninfa, mesmo coberto por roupas.
O maior aproveitando que suas mãos estavam nas coxas femininas, e subias lentamente e ao mesmo tempo, para o elascito da calça folgada do pijama infantil da sua noiva, e sem pudor, e sem se conter, ele adeentrou com as mãos dentro da calça e da peça intima da Hyuuga, apalpando de mão cheia cada nadega do traseiro feminino. Hinata sufocou um gemido, e o amado desceu os beijos para o pescoço e de lá para o colo, marcando-a.
Parte do seu pijama já tinha sido aberto, e por baixo, como estava calor, a Hyuuga tinha apenas uma um tanto colada blusa algodão, de alcinhas finas. Kakashi lambia e mordia cada parte expostas do decote feminino, deixando marcas avermelhadas nele. Hinata soltava gemidos baixos e envergonhados, pois logo sua mãe viria ali, alertar que estava quase na hora da despedida do seu namorado.
Tentando não se descontrolar o maior subiu as mãos para as costas femininas, junto com os beijos, que logo voltaram a ser na boca pequena e deliciosa da sua pequena. Apertou gentilmente sua cintura, estreitando Hinata em seus braços que tremeu recatada em seus braços. Não iria mentir a si mesmo. Estava louco para possui-la, para deflora-la. Mas cada coisa a sua tempo, e na hora tinha a certeza, ao contrario da Hyuuga, que eles se dariam muito bem entre os lençõis. E com certeza Kakashi estava certo.
...
Ino gemia anesteciada de tanto prazer que sentia. A cada vinda do namorado desejava que ele viesse mais forte, e rapido, suas pernas a muito que se enrodilhavam nos quadris masculinos, e suas mãos, desciam até ao fim das costas do namorado, arranhando-o, e se direcionavam para o traseiro masculino, que ela apertou firmemente, incentivando o namorado que rapidamente entendeu o recado. Ela queria com mais força, e ele deu isso a ela sem olhos de ambos estavam fechados, beijoando-se apaixonadamente, enquanto soltavam sofregos gemidos, entre as respirações curtas e quase. Ino então, querendo, mudar sua posição submissa embaixo dele, enquanto ele a penetrava fortemente ,e beijava seu ombro, sussurou.
-Por...cima... por favor...
Ela não precisou pedir duas vezes que Gaara, a pressou ainda mais contra seu peito, e rolou para o lado, deixando a sua loira extonteante sobre ele. O Sabaku segurava os quadris da namorada, mantendo o ritmo das estocadas, enquanto ele proprio, impulsionava o corpo tornando a penetração mais funda e feroz. Perto do auge, Ino ergueu-se , ainda sendo movimentanda pelos braços fortes do rapaz, e jogou a cabeça para trás gritando de prazer, ao mesmo tempo que Gaara urrrava de prazer junto com ela. Não resistindo , ele pegou a loira, deitando-a sobre ele e rolou novamente na cama, ficando por cima da mesma, e entocando-a o mais forte que conseguia, enquanto ela se deleitava com o orgasmo intenso que a acomentia e a fazia não conseguir para de gemer de prazer. Gaara também estava quase, e quando finalmente gozou, mordeu o seio feminino, fazendo Ino ter outro orgasmo quer pelas fortes penetrações, quer pela boca do rapaz em seu seio sensivel.
Exausto o rapaz deixousse "cair" sobre o corpo feminino, cuidando o suficiente para não pesar demais sobre a bela loira. A cabeça dele repousou sobre os seios pálidos da namorada, e sentindo o coração da mesma bater forte dentro do peito, interrogou, erguendo o rosto, e acalantando o da namorada.
-Eu te machuquei amor?
Ino sorriu em resposta e tocou o rosto masculino, sentindo uma moleza gostosa invadir o seu corpo.
-Não Gaara kun, você foi perfeito.
Gaara então confessou.
-Eu te amo Ino.
Ino replicou retribuindo a declaração.
-Eu também te amo Gaara, para sempre.
E após o ruivo, saiu de cima da loira e ajeitou a mesma em seu peito, querendo que ela repousa-se ali. E assim foi.
...
Era de madrugada e a mais velha Hyuuga estava acordada, ao contrario, da sua filha que dormia como um anjo na pequena cama, e a mãe ajeitara a fina colcha de verão sobre a menina, pois sabia como Hinata era friorenta.
Sentada em frente ao tocador, ela escrevia a ultima carta, sendo esta direcionada a sua filha. O conteudo dessa carta só seria revelado no dia de sua morte. No total eram três cartas. Uma para Kakashi, outra para Jiraya e aquela que estava terminando de escrever para Hinata.
Esperava que aquelas cartas pudessem acalmar o coração daquelas 3 pessoas, que tinham papeis cruciais na sua era o homem que cuidaria e amaria sua filha, Jiraya era seu eterno irmão de alma e amigo, e Hinata era simplesmente a pessoa que ela mais amava.
Sofria por ter de abandonar a filha ainda adolescente, mas por outro lado, ela voltaria a encontrar Hiashi. Durante anos a fim, sonhara com o marido, que ele estava ao seu lado, no inicio quando o perdera, fora tudo tão doloroso e dificil, que sua mente deseperada por ve-lo, criara imagens dele na sua frente, quando não estava ninguém. Não gostava de lembrar do dia da morte do homem que amara, queria e preferia esquecer.E agora, ela voltaria a encontra-lo e desta vez, seria para sempre. Colocou cada uma das cartas dentro de um envelope e guardou dentro da mesa de cabeceira, ao lado da cama, e seguidamente deitou-se dormindo num sono leve e profundo.
...
Jiraya acordou ofegante as 4 da madrugada sentindo uma aflição no peito, devido ao terrivel pesadelo que tivera. Horrivel era pouco para o que fora na realidade. Sonhara com a morte de Rina. No sonho ele a via com expressão tranquila morta, e deitada dentro de um caixão aberto, onde ele e outras pessoas a velavam.
Um arrepiu atravessou sua espinha só de recordar tamanha atrocidade. Após uns segundos em silencio, ouviu passos no corredor e depois a porta do seu humilde quarto foi aberta, revelando o seu neto, vestido de pijama folgado, com um semblante preocupado e um pouco agitado, como se tivesse pulado da cama.
-Está tudo bem avô?
O Uzumaki mais velho, retrucou tranquilizando o neto.
-Hai, o que aconteceu para você estar acordado.
Naruto, sem perceber, contou ao avô.
-O senhor estava gritanto "não" em alto e bom som, até pensei que tivesse acontecendo alguma coisa de ruim, vim correndo.
Jiraya não se lembrava de ter gritado, mas recordava que no sonho gritara desesperado, com a imagem terrivel criada pelo seu cerebro.O velho Uzumaki desculpou-se com o neto.
-Desculpe o susto, foi apenas um pesadelo.
Naruto estranhou, seu velhote não era de ter pesadelos.
-O senhor não é de ter isso, quer falar sobre?
Jiraya pensou em contar, porém decidiu não o fazer. Não queria perturbar o garoto com seus temores.
-Obrigado, mas não. Foi só um pesadelo mesmo.
Naruto então deu ombros e concluiu que era melhor deixar o velho Uzumaki sozinho com seus botões.
-Bem então boa noite, velhote.- Provocou um pouco para desanoviar o clima, o que foi percebido por Jiraya que replicou.
-Durma bem fanganote.
O rapaz sorriu, e saiu do quarto encostando a porta. Jiraya bebeu um pouco de água que estava na mesa de cabeceira. Só esperava que nada do seu pesadelo se realiza-se.Só desejava isso.
...
A mesma hora noutro local um casal, que de casal não tinha nada, estavam deitados na cama de um carissimo motel. Conversando.
-Afinal o Kakashi processou você, mais uma e vai preso.
Gnema riu do comentário da sua comparça.
-Não voltarei a me envolver diretamente, pelo menos por enquanto vou ficar quieto.
Karin passou os braços pelo abdomen masculino e sarado de era mais gostoso, mas Gnema não era de se jogar fora, era também terrivelmente ficando excitada denovo. Sua mão entrou pelos lençois e segurou o menbro, começando os movimentos de vaivém, seria a 3 vez naquela noite.
-Vejo que quer outra dose.
Ela se colocou sobre o homem sentando nas coxas dele, enquanto o masturbava, e falou olhando diretamente nos olhos dele.
-E dessa vez quero de quatro.
Ele riu malicioso e debochado.
-Como a senhora desejar.
...
Agradecimentos aos reviews:
Golin - Comente quando tiver vontade e tempo, não se preocupe com isso, qualquer comentário, sempre será bem vindo! Pois é uma tempestade bem feia vai acontecer na vida da é uma pantera á espera do momento certo para dar o bote!Espero que goste deste capitulo!Obrigada pelo review!
